6 APRESENTAÇÃO O Projeto Pedagógico do Curso de Filosofia

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APRESENTAÇÃO
O Projeto Pedagógico do Curso de Filosofia Licenciatura vem sendo construído ao
longo dos anos, não é fruto, certamente, exclusivamente do trabalho de um Coordenador de
Curso ou de um Colegiado, mas de vários professores que passaram pela Coordenação de
Filosofia e que deram suas contribuições, fomentando debates, seminários, envolvendo a
participação, sobretudo, do corpo docente e discente, desenvolvendo pesquisas, organizando
documentos, enfim Coordenadores que sensibilizados com a necessidade de mudança curricular
deixaram seu legado, legado este que repercutiu de forma significativa na apresentação de um
Projeto Pedagógico Piloto, elaborando pelo prof. Hamilton Dutra Duarte, então Coordenador do
Curso, e referendado pelos professores José Fernandes Leite e Zilmara de Jesus Viana de
Carvalho, o qual fora apresentado ao Curso de Filosofia, enviado a cada professor, bem como à
representação estudantil. A expectativa era a de que fosse esse um ponto de partida concreto,
sujeito a discussões, modificações, aberto, por assim dizer, à participação dos vários segmentos,
que culminaria de fato em um Projeto Político Pedagógico que atendesse as demandas mais
urgentes do Curso de Filosofia Licenciatura. Expectativa esta que não fora frustrada, haja vista o
empenho ímpar do prof. Hamilton Dutra Duarte. Assim, ao final de 2003, mais especificamente,
em 17 de dezembro de 2003, o Projeto Político Pedagógico do Curso de Filosofia Licenciatura,
obteve sua aprovação em Assembléia Departamental, após parecer emitido pela Comissão de
Graduação, constituída pelo referido Departamento, parecer este que aprovava o Projeto, embora
tecendo algumas considerações, que em nada comprometiam o deferimento do mesmo, mas que
o Colegiado do Curso achou por bem acatar. Durante o ano de 2004, 2005 e início de 2006
foram elaborados e submetidos a apreciação do Colegiado de Filosofia o Regulamento do
Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia, Normas Complementares que disciplinam, o
funcionamento do Estágio Supervisionado, elaboradas em 2004, mas revistas e modificadas em
2006, Normas que disciplinam o Aproveitamento das Atividades Complementares, aprovada em
2006, normas estas que integram o Projeto Pedagógico, contribuindo para a fundamentação do
mesmo. O Colegiado, ainda durante os referidos anos, estudou e propôs modificações, que em
nada interferiam na Estrutura do Projeto como um todo, tais como: a inclusão de uma ou outra
disciplina, como é o caso de Jogos Teatrais; disciplinas que a princípio foram pensadas como
eletivas e que, posteriormente, ajuizou – se que deveriam ser obrigatórias e vice – versa; carga
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horárias que foram repensadas. Enfim, os anos supra – citados foram necessários para o
amadurecimento do Projeto Político Pedagógico de Filosofia Licenciatura, que obteve sua
aprovação final em reunião ordinária do Colegiado do Curso, ocorrida no dia 03 de Agosto de
2006.
1. HISTÓRICO DO CURSO DE FILOSOFIA DA UFMA
O Curso de Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Maranhão foi fundado
em 15.08.1952, com a denominação de Faculdade de Filosofia de São Luís do Maranhão, sendo
autorizado a funcionar em 23.04.1953 pelo Decreto nº 32.606 com os cursos originais: Filosofia,
Letras Neolatinas, Geografia, História e Pedagogia.
Pelo Decreto federal nº 40.231, de 31.10.1956 foi reconhecido o Curso de Filosofia, em nível
de bacharelado. E, em 22.08.1959, pelo Decreto n. 46.564, com mais um ano de estudos
didáticos concederia aos bacharéis o título de Licenciado.
O Arcebispo Dom José de Medeiros Delgado (1952/ 1963) cederia em comodato o Palácio
“Cristo-Rei”, para que nele funcionasse a Faculdade de Filosofia, cuja manutenção ficaria sob a
responsabilidade da Fundação “Paulo Ramos”. Paralelamente, acordou-se que o corpo docente
seria inicialmente indicado metade pela Igreja e metade pela Academia. Em sessão solene
realizada a 07.05.1953, na Academia de Letras, foi eleito, por aclamação, o primeiro diretor da
Faculdade de Filosofia de São Luís do Maranhão, o Monsenhor Luís Madureira.
Por força da Lei estadual n. 1.976 de 31/12/1959 a Faculdade de Filosofia foi autorizada a se
desligar da Fundação “Paulo Ramos”, que a mantinha desde 1952, para sê-lo pela Sociedade
Maranhense de Cultura Superior – SOMACS, a partir de 1960, quando passaria à denominação
de Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras do Maranhão.
Dom Delgado, em 1955, criara a SOMACS com o objetivo de promover o desenvolvimento
da cultura no Estado, com vistas a criação de uma Universidade Católica, o que de fato ocorreu
em 18/01/1958. Os arcebispos de São Luís seriam cada um por sua vez o Chanceler da
Universidade, com as atribuições de zelar pela ortodoxia religiosa da instituição, escolher e
nomear reitores e assinar os títulos de nomeação dos docentes.
A Reitoria foi instalada no sobrado de azulejos da rua de São João, onde residira o Barão de
Grajaú e fora à sede do Museu “Pio XII”, fundado anteriormente pela SOMACS.
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Nos seis anos de existência, a Universidade Católica teve dois reitores: Dom Antônio Batista
Fragoso, Bispo Auxiliar da Arquidiocese e o Cônego José de Ribamar Carvalho, Secretário do
Arcebispado. Como vice-reitor, serviu o Professor José Maria Cabral Marques.
As dificuldades financeiras da SOMACS levaram Dom Delgado a propor ao Governo federal
a criação de uma Fundação Federal, englobando a Universidade Católica e as duas Faculdades
Federais. O memorial foi levado ao Presidente da República pelo então Reitor Dom Antônio
Fragoso. Mas, foi na administração do reitor Co. Ribamar Carvalho, que o Presidente da
República Castelo Branco sancionou a Lei n. 5.152 em 21/10/1960 criando a Fundação
Universidade do Maranhão, tendo seu Estatuto aprovado pelo Decreto Federal 59.941 em
06/01/1967.
Para a suprema direção da Universidade, instalada em 27/01/1967, tomou posse Pedro Neiva
de Santana – Reitor; José de Ribamar Carvalho – Vice-Reitor; e Mário Martins Meireles – ViceReitor Administrativo.
Em conseqüência do Estatuto recém aprovado, a Universidade passou a contar com três
Centros; o de Estudos Gerais – CEG com três Institutos – Ciência Físicas e Naturais, Filosofia e
Ciências Humanas, Letras e Artes: o da Área Médica – CAM compreendendo as Faculdades de
Farmácia, Odontologia, Enfermagem e Medicina; o da Área de Estudos Sociais Aplicados –
CESA composto pelas Faculdades de Direito, Serviço Social Econômicas e Educação. Foram
criados 32 departamentos distribuídos nos diferentes Institutos e Faculdades.
Na Administração do reitor Prof. José Maria Ramos Martins, um segundo Estatuto fora
aprovado pela Portaria Ministerial nº 41 de 19/01/1979, dando nova estrutura à Universidade
Federal do Maranhão, definida como uma instituição oficial de ensino superior, sob a forma de
fundação, distribuída administrativamente por três níveis: superior, intermediário e
departamental. Nessa ocasião, surge o Departamento de Filosofia, passando os docentes a
deliberarem em Assembléia Departamental.
Com o surgimento do Departamento de Filosofia e da Coordenação do Curso, estes órgãos
passaram a estudar as normas mais recentes do Conselho Federal de Educação, com vistas a uma
alteração curricular que só se consubstanciou a partir de 1983, sendo aprovado o novo currículo
pela Resolução n. 10/86 – CONSUN, cuja proposta fora pautada no Parecer n. 277 – CFE de
20.10.62, que fixa os conteúdos mínimos e a duração do curso de Graduação em Filosofia.
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A partir da década de 80, a Coordenação do curso de Filosofia, passou, também, a ponderar a
possibilidade de reativar o curso de bacharelado em Filosofia, criado que fora em 1.952 com a
denominação de FACULDADE DE FILOSOFIA DE SÃO LUÍS DO MARANHÃO, haja vista
o grande interesse pelo debate filosófico, manifestado por graduados em áreas diversas e cujos
estudos filosóficos permitiram a análise crítica e o aprofundamento para uma melhor atuação nos
vários campos específicos de trabalho.
Foi com esta motivação que elaboramos o projeto de reativação do Bacharelado em Filosofia
em 1986, dando origem à Resolução nº 17/ 86 – CONSUN, ano em que tivemos assegurado
mais 10 (dez) vagas no vestibular de Filosofia, perfazendo assim um total de 30 vagas, já que
tínhamos 20 para a Licenciatura. Entretanto, a reativação do bacharelado nunca se efetivou por
motivos diversos, dentre eles podemos citar: o arrocho político e orçamentário que as
Universidades Federais, e a educação de um modo geral, têm sofrido nas últimas décadas com a
escassez de vagas para Concurso Público para a carreira do magistério no ensino superior; a falta
de incentivo à qualificação dos docentes; a precoce aposentadoria de professores devido às
incertezas nas regras da aposentadoria provocando uma renovação abrupta do Departamento de
Filosofia. Enfim, motivos dentre os quais definitivamente não figuram o desinteresse e a falta de
carência social do ensino ou da pesquisa filosófica.
É importante salientar que hoje temos um cenário favorável para reformulação do Curso de
Filosofia, tanto para implementar o bacharelado, quanto para reestruturar a Licenciatura.
Contamos: com um quadro de professores jovens, que se qualificou nos últimos anos e continua
se qualificando, vide o número de mestres nunca visto no DEFIL e o PQI em andamento; com a
nova LDB e os Parâmetros Curriculares para o Ensino Médio apontando, embora que ainda
timidamente, para um ensino mais humanista, onde haja espaço não só para técnica ou para as
ciências, mas para o ensino da Arte, da Sociologia e, sobretudo, da Filosofia como fundamento
para as ciências e para a formação Ética e Política do cidadão; com um alunado sedento do
exercício de uma reflexão crítica que debele de uma vez por todas as marcas da castração que
sofremos durante as últimas décadas, com o período militar e os seus resquícios nos governos
que imediatamente o sucederam. E finalmente, o nosso quadro de “otimismo” se completa com
os rumos do país e do cenário mundial, com a necessidade crescente de redimensionar o papel
do estado, da ação e organização da sociedade civil, de modo que a formação e atuação crítica
do cidadão torna-se cada vez mais imprescindível. Cientes, entretanto, de toda as dificuldades
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que iremos enfrentar, mas convictos da importante contribuição que cabe a Filosofia dar ao
Ensino, a Pesquisa e a Extensão.
2. O CAMPO DE CONHECIMENTO E O PROFISSIONAL NA SOCIEDADE ATUAL
A Filosofia em sua origem grega nasceu em um solo histórico com condições materiais
objetivas bem concretas, condições econômicas, políticas, sociais etc... De uma forma especial,
deve-se ressaltar, a sua relação com a educação e a política, haja vista, o que a tradição
convencionou chamar de Paidéia, uma vez evidenciar – se aí o caráter formativo e educativo da
Filosofia. Desta forma, o conhecimento metafísico, reflexivo, universal da filosofia, nasce da
necessidade de dá suporte ao homem concreto, contribuindo para a sua formação ética, política,
e, por assim dizer, para a educação do cidadão, considerando – o do ponto de vista da totalidade.
Na sociedade contemporânea, época em que a educação, ciência e tecnologia são
passaportes para o mundo moderno globalizado, a filosofia como formação, educação, e sua
relação com a política, perdeu seu matiz de fator de emancipação. Entretanto, as preocupações
com esta perda já se fazem presentes. Na lei 9.394/96: Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB), há a compreensão de que, sobretudo em uma sociedade tecnológica o individuo
tem de adquirir uma educação global que o possibilite compreender os fundamentos científicos e
tecnológicos dos processos produtivos, bem como, de sua dimensão literária e humanista, para
que não se torne um mero instrumento inanimado.
A nova LDB reconhece a competência da filosofia para promover sistematicamente,
condições indispensáveis para a formação da cidadania, cita o pensamento filosófico como
aquele que projeta um éthos que, embora se refira à totalidade do ser humano, deixa-se clarificar
em três dimensões distintas: estética, ética e política, necessária para o desenvolvimento do
pensamento crítico do cidadão.
Assim, em sua especificidade, a filosofia é o espaço do exercício do pensar, do refletir, o
que não significa dizer que o fazer esteja excluído. Neste sentido, a formação filosófica não pode
descurar da educação como um fenômeno que se revela e se esconde através das instituições
oficiais que direcionam a educação para o nível da simples instrução técnica, do adestramento,
transformando-a em educação instrumental ou simples preparadora de mão de obra para o
mercado de trabalho ou agente de consumo. Assim, faz - se necessário resgatar uma educação
formadora e emancipatória, e nesse caso, a filosofia pode dar a sua contribuição através da
formação de seres pensantes e atuantes.
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3. IDENTIDADE DO CURSO DE FILOSOFIA LICENCIATURA
A identidade do Curso de Filosofia Licenciatura da Universidade Federal do Maranhão é
marcada pela construção de um discurso crítico que fundamente o exercício da cidadania não
restrita a qualquer conceito ideológico de nacionalidade, mas, que partindo do caráter universal
compreenda o homem inserido em uma determinada cultura construindo sua realidade social
através de uma ação ética e política.
3.1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO – METODOLÓGICA
A fundamentação teórica – metodológica adequa – se ao desenho do curso, na medida
em que o conteúdo a ser ministrado configura – se como necessário para a permanente
construção de um discurso filosófico capaz de fundamentar as ciências, dando – lhes um
sentido ontológico, de fomentar a sensibilidade do indivíduo, desenvolvendo sua percepção
crítica do real, através da estética, de conduzir a revitalização da cidadania por meio da ação
ética e política, de possibilitar a compreensão do contexto vigente e das idéias que subjazem a
este através do desenrolar das idéias filosóficas ao longo da história e de desenvolver, em cada
um desses momentos, tanto uma reflexão filosófica contínua dobre a educação, quanto
metodologias voltadas para o ensino da filosofia, investindo, assim, numa práxis educativa.
3.2. PROCESSO ENSINO – APRENDIZAGEM
O processo ensino -aprendizagem dar-se-á fundado na indissociabilidade entre Ensino,
Pesquisa e Extensão. Essa indissociabilidade deve ser entendida no âmbito da integralização
curricular, devendo ser promovida em cada disciplina dentro de suas especificidades. Tal meta
pretendemos perseguir, sobretudo, através de disciplinas de caráter didático metodológico, como
é o caso da didática, bem como de disciplinas igualmente didático- metodológicas, mas com
uma fundamentação eminentemente filosófica , saber, Metodologia do Ensino da Filosofia I e
II (carga horária total de 165 horas), que terão um papel fundamental no resgate desta
indissociabilidade, pois, estarão presentes como responsáveis pelo desenvolvimento de uma
didática especifica para o ensino da filosofia no ensino fundamental e no médio e pela inserção
permanente dos alunos na escola, através dos projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão
desenvolvidos nas mesmas e Fundamentos Estéticos da Educação, empenhada não só na
construção de metodologias alternativas, como também na fundamentação filosófica destas,
interagindo inclusive e de forma mais direta com a disciplina Jogos Teatrais; Metodologia da
Pesquisa Filosófica, que instrumentalizará do ponto de vista teórico e prático os alunos para a
12
pesquisa; Filosofia Política e Educação e Filosofia da Educação, que, dentre outras, embora a
partir de um prisma mais teórico procurarão resgatar a relação entre a filosofia e a educação.
É interessante notar que há nesse projeto pedagógico um empenho em desenvolver tanto
no alunado, quanto no corpo docente uma nova postura em relação à prática pedagógica, um
envolvimento da filosofia, em suas infinitas possibilidades, com a educação, nessa perspectiva o
referido projeto procura primar, na medida do possível, pela construção de um Currículo mais
integrado e dinâmico. Portanto, a reestruturação do Curso de Filosofia Licenciatura, está sendo
construída não só no sentido de dar um horizonte teórico amplo aos
possibilitando –o diagnosticar problemas referentes ao
nossos alunos,
contexto em que está inserido,
articulando – o com a realidade como um todo e refletindo sobre possíveis soluções para os
mesmos, como também para inserí – los na prática educativa, através de projetos voltados para
essa prática, implementados do primeiro ao último período do curso, possibilitando – lhe uma
experiência real com a filosofia e a educação.
4. OBJETIVOS DO CURSO
Na formação desse profissional, alguns objetivos gerais e outros mais específicos
precisam ser identificados e se traduzem no horizonte que norteará o processo formativo.
4.1. OBJETIVOS GERAIS
a) Compreender o caráter histórico, sócio – político e cultural da filosofia, permitindo
direcionar o trabalho filosófico para a análise e soluções de problemas éticos, políticos,
educacionais e científicos – tecnológicos nos diversos campos do conhecimento, segundo os
mais rigorosos procedimentos e técnicas hermenêuticas.
b) Desenvolver uma consciência crítica acerca do conhecimento, da existência , da
realidade ético – política, científico – tecnológica, e culturais, contribuindo para a construção
de uma educação de qualidade.
c) Contribuir para a formação do cidadão, dando – lhe subsídios teóricos vinculados a
seu contexto sócio – cultural, que lhe permita construir um horizonte com os valores de um
Estado Democrático de Direitos, respeitando a diversidade cultural, perseguindo a justiça, a
igualdade e a liberdade, que o faz cidadão do mundo.
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4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Desenvolver os aspectos lógicos – metodológicos da Filosofia, a fim de que a idéia
de crítica, reflexão e problema filosófico não sejam tomadas na sua dimensão mais superficial.
b) Viabilizar ações pedagógicas pautadas no pensamento crítico e na práxis educativa,
tendo em vista a vivência social com base no diálogo, na solidariedade humana, no respeito
mútuo e na justiça.
c) Contribuir para o desenvolvimento de um olhar sempre diferenciado sobre a realidade
e para uma ação construtora da mesma, a partir da estética, da ética ,da política, da filosofia da
educação, bem como da história da filosofia.
d) compreender a importância do ensino da filosofia para humanização e
desenvolvimento de uma cidadania responsável e atuante.
5. PERFIL DO LICENCIADO EM FILOSOFIA
O Curso de Filosofia Licenciatura da UFMA propõe-se a qualificar professores para o
ensino médio e últimas séries do ensino fundamental. No exercício da docência este profissional
deverá ser capaz de:
a) desenvolver a capacidade de leitura, de problematização, de análise e interpretação
crítico-reflexiva dos alunos;
b) articular o conhecimento filosófico a diferentes conteúdos nas ciências naturais,
sociais, formais, artes e em outras produções culturais, sempre enfatizando o caráter
interdisciplinar da filosofia;
c) articular o conhecimento filosófico à prática educativa, através de metodologias
específicas para o ensino da filosofia e de técnicas de hermenêutica;
d) desenvolver a capacidade de leitura, escrita e posicionamento oral; a capacidade de
argumentar, admitir a fragilidade do argumento e refazê-lo;
e) desenvolver a “natureza interna”, a sensibilidade do aluno, fundamental para o
exercício pleno da cidadania.
6. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
As competências e habilidades pretendidas para o egresso do Curso de Filosofia
Licenciatura da UFMA, são:
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·
Compreender e refletir sobre textos filosóficos de diferentes estruturas e registros,
identificando tanto o contexto em que estes surgem, quanto suas influências na formação das
concepções posteriores sobre a ciência, a economia, estado, cidadania, ética, religião,
educação, enfim sobre o homem.
·
Identificar as temáticas filosóficas fundamentais norteadoras de cada época, relacioná – las e
evidenciar a repercussão e as conseqüências das mesmas.
·
Elaborar textos de caráter filosófico ou que demonstrem a compreensão das idéias de um
dado pensador.
·
Discutir, argumentar, reformular a argumentação, identificar argumentos inconsistentes.
·
Diagnosticar problemas referentes ao contexto ao qual se está inserido e, de modo mais
específico, à prática educativa, buscando sempre o fundamento , o que está por trás do
comum , do cotidiano, articulando – os com a realidade como um todo e refletindo sobre
possíveis soluções para os mesmos, fundamentadas na filosofia.
·
Desenvolver metodologias voltadas para a prática educativa, vivenciando de fato o
imbricamento entre a filosofia e a educação.
7. ÁREAS DE ATUAÇÃO
O egresso do Curso de Filosofia Licenciatura da UFMA estará apto a atuar no ensino
médio e nas últimas séries do ensino fundamental.
8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Formar profissionais de Filosofia aptos a atuar no magistério implica em desenvolver
uma proposta curricular articulada aos conhecimentos teóricos e práticos necessários para o
exercício da prática educativa do referido licenciado.
Dessa forma, o currículo foi estruturado a partir de eixos científicos, filosóficos e
culturais, bem como de experiências educativas que se desejam desenvolver com o intuito de
formar não apenas profissionais, mas também cidadãos, que tenham a competência teórica e o
domínio de procedimentos e atitudes, fundamentais para a construção de uma prática filosófico
– pedagógica crítica e atuante. Além disso, nessa proposta curricular para a formação do
licenciado em filosofia deverá integrar processos de investigação e pesquisa, imprescindíveis
15
para o desenvolvimento de uma postura analítica sobre os problemas éticos, sócio – políticos e
educacionais da realidade.
8.1. EIXOS FORMATIVOS
O currículo foi estruturado de acordo com os eixos interligados de formação, cada um
deles deve garantir a construção de um determinado grupo de conhecimentos teóricos e práticos
necessários ao exercício profissional, interagindo ao mesmo tempo com os demais, na medida
em que não tem a pretensão da auto – suficiência. Os eixos formativos são os que se seguem.
8.1.1. EIXO FORMATIVO CIENTÍFICO
ASPECTOS
DISCIPLINAS
PSICOLÓGICO
Psicologia (60h)
SOCIOLÓGICO
Sociologia (60h)
Carga Horária:
120h
8.1.2. EIXO FORMATIVO ESPECÍFICO
ASPECTOS
DISCIPLINAS
Filosofia Política e Educação (45h);
FILOSÓFICO – EDUCACIONAL
Filosofia da Educação (60h).
Filosofia do Ser (60h);
Antropologia Filosófica (60h);
FILOSÓFICOS GERAIS
Iniciação Filosófica (60h);
Filosofia da História (60h);
Estética (60h);
Filosofia da Cultura (45h).
LÓGICO - EPISTEMOLÓGICO
Lógica (60h);
Teoria do Conhecimento (60h); Hermenêutica
(45h);
Filosofia das Ciências (60h)
Epistemologia Geral (45h).
Filosofia Política (60h);
ÉTICO – POLÍTICO
Ética (60h);
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Ética Contemporânea (45h).
HISTÓRICO – FILOSÓFICO
Mitologia Grega (45h);
História da Filosofia Antiga(60h);
História da Filosofia Medieval (60h); História da
Filosofia Moderna – I (90h); História da Filosofia
Moderna – II (60h); História da Filosofia
Contemporânea(60h); Teoria Crítica (45h).
ELETIVAS
Antropologia;
(Carga horária obrigatória: 45h)
Bioética;
Filosofia do Direito;
Filosofia e Literatura;
Filosofia da Linguagem;
Ética e Cidadania;
Tópicos de Filosofia;
Tópicos de Filosofia da Educação;
Filosofia da Mente;
LIBRAS;
Língua Estrangeira Instrumental II.
LÍNGUA ESTRANGEIRA (45h)
Língua Estrangeira Instrumental I (45h)
MONOGRAFIA
Monografia (120h)
Total Carga Horária:
1.515h
8.1.3. EIXO FORMATIVO FILOSÓFICO-PEDAGÓGICO
ASPECTOS
DISCIPLINAS
ESTÁGIO CURRICULAR*
Carga horária: 405h
Estágio Supervisionado I (180h)
* As Normas que disciplinam o Estágio Estágio Supervisionado II (225h)
Curricular encontram – se em anexo.
Metodologia
DIDÁTICO - METODOLÓGICO
da
Pesquisa
Filosófica
(45h);
Metodologia do Ensino da Filosofia I (75h);
Metodologia do Ensino da Filosofia II (90h);
CH: 570h
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Fundamentos Estéticos da Educação (45h);
Didática (60h);
Psicologia da Aprendizagem (60h); Organização
da Educação Brasileira (60h); Educação Especial
(60h);
Jogos Teatrais Aplic. ao Ensino da Filosofia
(45h);
Informática Aplicada à Educação (30h).
Verificação do Perfil Escolar (90h);
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
CH: 420h
Observação do Trabalho Pedagógico I (60h)
Observação do Trabalho Pedagógico II (60h);
Averiguação da Prática Docente (90h);
Intervenção na Realidade Escolar I (60h)
Intervenção na Realidade Escolar II (60h).
ESTUDOS INDEPENDENTES OU
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
CH: 210h
Os
Estudos
Independentes
ou
Atividades
Complementares estão relacionados em Normas
Complementares em anexo.
8.1.4 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ( MONOGRAFIA)- 120 horas
A elaboração e defesa de um trabalho monográfico é um dos requisitos obrigatórios para
conclusão do Curso em Filosofia Licenciatura. As normas que disciplinam o Trabalho de
Conclusão de Curso encontram – se em anexo.
8.1.5 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
A carga horária do Curso é 3.240 horas, equivalente a 187 Créditos.
18
8.2. EQUIVALÊNCIA ENTRE O CURRICULO VIGENTE E O NOVO
CURRICULO VIGENTE
Licenciatura
CH
História da Filosofia I
60
História
História
História
História
História
60
60
60
60
60
da
da
da
da
da
Filosofia
Filosofia
Filosofia
Filosofia
Filosofia
II
III
IV
V
VI
CURRICULO NOVO
Licenciatura
CH
Mitologia Grega
História da Filosofia
História da Filosofia
História da Filosofia
História da Filosofia
45
60
60
90
60
Antiga
Medieval
Moderna I
Moderna II
Iniciação Filosófica
Lógica I
Teoria do Conhecimento I
Filosofia do Ser
Estética
Ética I
Filosofia Política
Metodologia da Pesquisa
Filosófica (eletiva)
60
60
60
60
60
60
60
45
História da Filosofia Contemporânea
Teoria Crítica
Iniciação Filosófica
Lógica
Teoria do Conhecimento
Filosofia do Ser
Estética
Ética
Filosofia Política
Metodologia da Pesquisa Filosófica
Ética II
60
Ética Contemporânea
45
Teoria do Conhecimento II
60
Epistemologia Geral
45
Filosofia das Ciências
Sociais
60
Filosofia da História
Filosofia da Cultura
Antropologia Filosófica
Filosofia da Educação
Estrutura
Sociologia Geral
Psicologia Geral
Psicologia da Educação I
Didática
Prática de Ensino I; II.
Prática de Ensino III
Filosofia da Linguagem
(eletiva)
60
45
60
60
60
60
60
60
60
60
Filosofia das Ciências
60
60
60
60
60
60
60
60
120
180
135
45
60
Filosofia da História
Filosofia da Cultura
Antropologia Filosófica
Filosofia da Educação
Organização da Educação Brasileira
Sociologia
Psicologia
Psicologia da Aprendizagem
Didática
Estágio Supervisionado I
Estágio Supervisionado II
Filosofia da Linguagem (eletiva)
60
45
60
60
60
60
60
60
60
180
225
45
19
8.3. DISCIPLINAS QUE NÃO POSSUEM EQUIVALÊNCIA
Psicologia da Educação II
Psicologia Especial
Psicologia Social
Sociologia Especial I
Sociologia Especial II
Metodologia Científica
Lógica II
Filosofia dos Valores
Filosofia da Religião
História da Filosofia no Brasil
Filosofia das Ciências Naturais
Obs.: Disciplinas eletivas ou não do currículo antigo, sem equivalência no novo. Estas
disciplinas podem ser aproveitadas como estudos independentes não ultrapassando o
previsto pela norma que disciplina o aproveitamento desses estudos.
8.4 DISCIPLINAS NOVAS DO CURSO DE FILOSOFIA LICENCIATURA
Mitologia Grega
Filosofia das Ciências
Teoria Crítica
Fundamentos Estéticos da Educação
Filosofia Política e Educação
Metodologia do Ensino da Filosofia I
Metodologia do Ensino da Filosofia II
Hermenêutica
Língua Estrangeira Instrumental
Jogos Teatrais
Educação Especial
Informática Aplicada à Educação
Práticas Pedagógicas
Organização da Educação Brasileira
8.5 DISCIPLINAS ELETIVAS DA NOVA PROPOSTA CURRICULAR
Bioética
Ética e Cidadania
Filosofia da Mente
20
Filosofia da Linguagem
Tópicos de Filosofia
Tópicos de Filosofia da Educação
Filosofia e Literatura
Filosofia do Direito
Língua Estrangeira Instrumental II
LIBRAS
Antropologia
9. ADAPTAÇÃO CURRICULAR
A adaptação desta proposta curricular requer que se defina uma sistemática ou
adaptação que permita ao maior número possível de alunos transferir-se para o novo currículo,
beneficiando-se com o novo perfil dado ao Curso de Licenciatura em Filosofia.
Após estudos sobre a situação dos alunos verificou-se:
1º- que integralizarão em tempo mínimo ( sete semestres e meio ), sem qualquer tipo de
prejuízo, o Curso de Filosofia Licenciatura, somente os alunos que ingressarem após a
implementação do novo currículo.
2º- que os alunos que estiverem cursando do segundo ao terceiro período poderão
integralizar o curso em tempo médio (oito semestres), desde que se submetam a um Plano de
Estudos, elaborado pela Coordenação do Curso, no qual constará, caso necessário, o
oferecimento de disciplinas em período e horário especial;
3º - que os alunos do quarto, quinto e sexto período respectivamente, integralizarão o
Curso de Filosofia Licenciatura em tempo médio ou máximo (12 semestres);
4º - que os alunos do sétimo e oitavo períodos, bem como, os de matrículas anteriores,
estarão vinculados ao Currículo anterior do Curso de Filosofia Licenciatura, não podendo,
portanto, optar pelo novo currículo em Licenciatura;
5º que será objeto de análise pelo Colegiado do Curso, o caso de alunos que desejarem
transferir-se para o novo currículo, devendo ser verificado se o tempo que dispõem para a
integralização máxima do curso acha-se em conformidade com o estabelecido nas normas
institucionais;
6o Os casos omissos serão decididos pelo Colegiado do Curso de Filosofia.
21
Isto significa que, com a implementação dessa proposta, teremos o desenvolvimento
concomitante dos dois currículos, conforme abaixo descriminado, devendo o currículo antigo ser
desativado progressivamente resguardando o direito do aluno que optar por concluir seu curso
no currículo antigo.
SEMESTRE
XXXX.X
PERÍODOS
CURRÍCULO
2º ao 4º
Nova proposta curricular
5º e 6º
Nova proposta curricular
7º e 8º
Antiga proposta curricular
9.1 APROVEITAMENTO DE DISCIPLINAS
O aproveitamento de disciplinas será garantido da seguinte forma:
a) As disciplinas do currículo antigo, que permanecem no currículo novo com conteúdos afins e
denominação diferente ou não, serão automaticamente aproveitadas.
b) As disciplinas que foram suprimidas na nova proposta curricular poderão ser aproveitadas
como disciplinas eletivas e/ou estudos independentes, não extrapolando a carga horária prevista
para tal.
10. MATRIZ CURRICULAR
1º PERÍODO
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
T
P
E
Total
FIL
3
-
-
3
45
Mitologia Grega
--
FIL
4
-
-
4
60
Iniciação Filosófica
--
FIL
4
-
-
4
60
Lógica
--
PSI
4
-
-
4
60
Psicologia
--
SOC
4
-
-
4
60
Sociologia
--
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia da Educação
--
23
-
-
23
345
Total
22
2º PERÍODO
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
T
P
E
Total
FIL
4
-
-
4
60
História da Filosofia Antiga
Mitologia Grega
FIL
1
1
-
2
45
Fund. Estéticos da Educação
--
FIL
4
-
-
4
60
Teoria do Conhecimento
--
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia das Ciências
--
EDU II
2
1
-
3
60
Psicologia da Aprendizagem
--
EDU I
2
1
-
3
60
Didática
--
INF
-
1
-
1
30
Informática Aplicada à Educação
17
4
-
21
375
Total
.3º PERÍODO
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
T
P
E
Total
FIL
4
-
-
4
60
História da Filosofia Medieval
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia Política
FIL
3
1
-
4
75
Met. do Ensino da Filosofia I
FIL
3
-
-
3
45
Epistemologia Geral
ART
1
1
-
2
45
Jog. Teat. Aplic. ao Ens. da Filosofia
--
FIL
-
3
-
3
90
Verificação do Perfil Escolar
--
15
5
-
20
375
Total
Hist. da Filos. Antiga
-Didática
Teoria do Conhec.
4º PERÍODO
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
T
P
E
Total
FIL
6
-
-
6
90
História da Filosofia Moderna – I
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia do Ser
FIL
3
-
-
3
45
Filosofia Política e Educação
Filosofia Política
FIL
4
1
-
5
90
Met. do Ensino da Filosofia II
Didática
FIL
1
1
-
2
45
Metodologia da Pesquisa Filosófica
FIL
-
2
-
2
60
Obser. do Trabalho Pedagógico I
18
4
-
22
390
Total
Hist. da Filo. Mediev
--
--
Ver. do Perfil Escolar
23
5º PERÍODO
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
T
P
E
Total
FIL
4
-
-
4
60
História da Filosofia Moderna II
Hist. da Fil. Mod. I
FIL
4
-
-
4
60
Ética
Filosofia do Ser
FIL
3
-
-
3
45
Hermenêutica
--
EDU II
2
1
-
3
60
Educação Especial
--
FIL
4
-
-
4
60
Estética
--
LER
3
-
-
3
45
Língua Estrangeira Instrumental I
--
FIL
-
2
-
2
60
Obs. do Trabalho Pedagógico II
20
3
-
23
390
Total
Obs. do T. Pedag. I
6º PERÍODO
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
Hist. da Fil. Mod. II
T
P
E
Total
FIL
4
-
-
4
60
História da Filosofia Contemporânea
FIL
3
-
-
3
45
Ética Contemporânea
FIL
3
-
-
3
45
Filosofia da Cultura
--
FIL
4
-
-
4
60
Antropologia Filosófica
--
EDU II
2
1
-
3
60
Organização da Educação Brasileira
--
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia da História
-
FIL
-
3
-
3
90
Averiguação da Prática Docente
20
4
-
24
420
Total
Ética
Obs. do T. Pedag. II
24
7º PERÍODO
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
T
P
E
Total
FIL
3
-
-
3
45
Teoria Crítica
Hist.da Fil. Contemp.
FIL
4
-
-
4
60
MONOGRAFIA
-
FIL
-
-
4
4
180
Estágio Supervisionado I
Met. do Ens. da Fil. I
FIL
-
2
-
2
60
Intervenção na Realidade Escolar I
Aver. da P.Docente
Total
7
2
4
13
345
8º PERÍODO
Depto.
FIL
CR
T
P
E
Total
-
-
5
5
C.H
DISCIPLINA
225
Estágio Supervisionado II
PRÉ-REQUISITO
Met. do Ensino II
Estágio I
FIL
4
-
-
4
60
MONOGRAFIA
--
FIL
-
2
-
2
60
Intervenção na Realidade Escolar II
Intervenção na
Realidade Escolar I
FIL
3
-
-
3
45
Eletiva
--
Total
7
2
5
14
390
Obs.: Os créditos estão assim organizados: 1 crédito teórico=15h; 1 crédito prático=30h; 1
crédito especial (Estágio Curricular) =45h.
10.1 DADOS INERENTES A INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
EIXOS FORMATIVOS
CH
CR
Científico
120
T
8
P
-
E
-
Total
8
Específico
1.515
114
-
-
114
Filosófico-Pedagógico
. Estágio Curricular
. Práticas Pedagógicas
. Didático/Metodológico
. Atividades Complementares
Sub-total
TOTAL
405
420
570
210
1. 605
3.240
18
14
32
154
14
10
24
24
9
9
9
9
14
28
14
65
187
25
TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO
MÍNIMO – 07 SEMESTRES MÉDIO – 08 SEMESTRES
MÁXIMO – 12 SEMESTRES
FUNCIONAMENTO DO CURSO
TURNO: Vespertino
SISTEMA: Créditos
REGIME: Semestral
NÚMERO DE VAGAS OFERECIDAS: 80 ofertadas anualmente
11. INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão será buscada do primeiro ao último
período da graduação, quer através das atividades propostas por cada disciplina e, portanto,
inerentes a estas, quer através de projetos extra – sala de aula voltados para o ensino da filosofia,
devidamente cadastrados no Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia e sob o
acompanhamento do mesmo, bem como de um prof. Orientador, quer através das Práticas
Pedagógicas e das Atividades Complementares. O aluno do Curso de Filosofia seja por meio de
disciplinas eminentemente teóricas, seja de disciplinas teórico – práticas ou através das Práticas
Pedagógicas, será incentivado a pensar sobre a educação tanto numa perspectiva micro quanto
macro e, mais especificamente, a pensar uma educação filosófica. Fomentar – se – á nos
discentes de filosofia o interesse por projetos de pesquisa e de extensão. Tais projetos podem
envolver tanto pesquisa de campo, quanto pesquisas mais teóricas na área de filosofia da
educação (em filósofos e/ou em temáticas específicas) desde que possam proporcionar um outro
olhar, um olhar crítico - reflexivo sobre a nossa realidade educacional, levando – o a apontar
propostas, alternativas, solucionar problemas, a desenvolver programas e metodologias voltados
para o ensino da filosofia, a produzir textos que possam auxiliar na docência em filosofia,
usando como recurso o referencial teórico ministrado, técnicas de hermenêutica e o contato com
a realidade das escolas. Os projetos culminarão em seminários temáticos semestrais ou anuais,
nos quais os alunos terão a oportunidade de comunicar ou apresentar painéis à Academia e a
Comunidade, poderão culminar ainda em mini – cursos, cafés filosóficos etc.. Estes deverão ser
desenvolvidos pelos alunos sob a orientação de professores do Departamento de Filosofia ou de
Departamentos afins, da Universidade Federal do Maranhão. Mediante aprovação do Núcleo de
Pesquisa e Extensão de Filosofia e Assembléia Departamental. Os de outra Instituição de Ensino
Superior, assim como, os projetos ligados à livre organização da sociedade civil-ONG’s e outras
instituições governamentais, serão submetidos à avaliação do Núcleo de Pesquisa e Extensão de
26
Filosofia. Nessa perspectiva, acredita – se estar construindo a práxis filosófica, haja vista que
investir – se – á no ensino, sem que isso implique no alijamento da pesquisa e da extensão.
12. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Atividades desenvolvidas individualmente pelo aluno no decorrer de sua vida acadêmica,
tendo em vista a flexibilização curricular, podendo incluir participação em disciplinas oferecidas
por outros cursos, participação em Seminários de Iniciação Científica, Semanas & Encontros
Locais, Nacionais e Regionais de Filosofia, Congressos e eventos científicos na área de Filosofia
e áreas afins, participação em mini – cursos, participação em grupos de estudos (com produções
textuais, submetidas à apreciação do coordenador do grupo). O número de créditos atribuídos a
cada evento está disciplinado por regulamento aprovado pelo Colegiado do Curso (em anexo) e
o aproveitamento será feito através do Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia, mediante
solicitação do aluno, anexada a documentação comprobatória ao pleito. A Carga horária das
Atividades Complementares é de 210h. É imprescindível observar, que através das Atividades
Complementares o discente poderá desenvolver estudos mais direcionados e assim investir no
aprofundamento de alguma linha do Curso com a qual se identifique mais.
13. ESTÁGIO CURRICULAR
O Curso de Filosofia Licenciatura terá um Estágio Supervisionado de 405 horas,
conforme determinação do Conselho Federal de Educação,distribuídas da seguinte forma:
Estágio Supervisionado I, 180h, voltado para as últimas séries do Ensino Fundamental; Estágio
Supervisionado II, 225h, voltado para o Ensino Médio. O funcionamento do Estágio Curricular
está detalhado em normas específicas, em anexo.
14. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Sendo um componente curricular indispensável na formação docente e tendo uma
carga horária de 420 h, as práticas pedagógicas devem estar presentes desde o início do Curso,
visto constituírem-se como um dos eixos fundamentais de integração no processo de observação,
reflexão, análise crítica e experimentação da atividade profissional.
No Curso de Filosofia, desde o 1º período, os pressupostos pedagógicos se fazem
presentes nas disciplinas curriculares perpassando toda a formação dos licenciados no sentido de
promover a articulação dos diferentes saberes, em uma perspectiva interdisciplinar que busca
contribuir com a construção da identidade docente.
27
Em termos mais específicos, as práticas pedagógicas do Curso de Filosofia, tendo
como alvo primordial as escolas do ensino Fundamental e Médio, serão vivenciadas do 3ª ao 8º
períodos, sob a coordenação de um professor e dividem-se conforme a descrição abaixo:
3º Período: Verificação do Perfil Escolar – CH: 90h
Neste período o aluno visitará as escolas a fim de coletar dados que contribuam para
sua reflexão sobre a realidade escolar.
Elementos que devem ser analisados:
a) Contexto socioeconômico e cultural no qual a escola está inserida;
b) Organização formal da escola: estrutura, funcionamento e relações hierárquicas;
c) Orientação político-filosófica seguida pela escola quanto ao trabalho pedagógico;
d) Recursos materiais disponibilizados para o desenvolvimento das atividades de ensino;
e) Situação da disciplina filosofia quanto às séries em que é ministrada, carga horária, linha
geral dos conteúdos, bem como a formação profissional dos docentes que a lecionam.
Para fins de avaliação, o aluno deverá elaborar um relatório do trabalho realizado,
para que seja socializado não só com o professor da disciplina, mas com o professor da
disciplina Metodologia do Ensino da Filosofia, com o coordenador do estágio e com a escolacampo de atuação do graduando.
4º e 5º Períodos: Observação do Trabalho Pedagógico I e II –CH 120 horas
4º. Observação do Trabalho Pedagógico I (60h)
5º. Observação do Trabalho Pedagógico II (60h)
Nestes períodos, perfazendo um total de 120 (cento e vinte) horas, tendo cada um
deles 60 h, o aluno deverá analisar:
a) O Projeto Pedagógico (em não havendo um Projeto, analisar a proposta pedagógica) da
escola;
b) O detalhamento do planejamento anual da disciplina filosofia quanto aos seus objetivos,
conteúdos, metodologias, formas de avaliação e bibliografia escolhida a fim de examinar com
mais precisão o tratamento dado aos conhecimentos filosóficos.
Para fins de avaliação, o aluno deverá proceder como o que foi realizado no período
anterior.
6º Período: Averiguação da Prática Docente - CH: 90h
28
Neste período, o aluno deverá averiguar mais de perto as atividades em sala de aula.
Para tanto, deverá fazer um levantamento das relações de ensino-aprendizagem dos
conhecimentos filosóficos observando as aulas dos professores regentes das escolas-campo.
Tal atividade terá como resultado um Projeto de Atuação, elaborado a partir da
pesquisa, análise e reflexão sobre a atuação do professor em sala de aula, abordando a relação
professor versus aluno versus objeto do conhecimento. O referido Projeto poderá estar voltado
tanto para o ensino da filosofia no fundamental, quanto para o ensino da filosofia no ensino
médio, cabendo ao aluno optar.
Esse Projeto servirá como instrumento de avaliação do aluno, ao final do período.
7º e 8º. Período: Intervenção na Realidade Escolar I e II - CH: 120h
7º. Intervenção na Realidade Escolar I (60h)
8º. Intervenção na Realidade Escolar II (60h)
Nestes períodos, perfazendo 120 (cento e vinte) horas, 60 (sessenta) horas referentes
ao sétimo período e as outras 60 (sessenta) horas vinculadas ao oitavo período. O aluno deverá
aplicar o Projeto construído quando de sua averiguação da prática docente, em função das
necessidades da escola-campo ou de seu próprio interesse.
Para fins de avaliação, além da aplicação do projeto, o aluno elaborará relatórios que
serão socializados em seminários sob a orientação dos professores das disciplinas.
15. ARTICULAÇÃO DA GRADUAÇÃO COM A PÓS-GRADUAÇÃO E A SOCIEDADE
O Curso de Filosofia é absolutamente consciente de que a Graduação é um momento
ímpar na vida do discente, todavia é também sensível à necessidade da continuidade desses
estudos, bem como da responsabilidade que um Curso de uma Universidade Federal precisa ter
para com os egressos de uma tal Instituição e, por assim dizer, para com a sociedade como um
todo, já que garantir a continuidade da formação não é um ganho exclusivo do graduado em
Filosofia, tampouco individual, particular, mas coletivo, uma vez que o investimento
na
qualificação profissional é um fator de repercussão social.
Nessa perspectiva, o Departamento de Filosofia da UFMA, que ao longo dos anos
ofereceu alguns Cursos de Pós- Graduação Lato Sensu (o último em Filosofia Contemporânea),
atualmente investe na construção de um Programa Permanente de Pós – Graduação Lato Sensu,
29
estando em fase de elaboração, para iniciar no segundo semestre de 2006, uma Especialização na
Área de Antropologia Filosófica, sendo seu intuito, no entanto, oferecer dentro de algum tempo
uma Pós – Graduação Strictu Sensu. É digno de nota que o Curso de Filosofia conta um quadro
bastante promissor de professores, em sua maioria mestres (onze no total), além desses, três
mestrandos, três especialistas, seis doutorandos e um doutor. Trata – se, pois, de professores,
relativamente novos, que se qualificaram e que continuam a se qualificar, sendo esta uma
política departamental. Por outro lado, a referida qualificação desenvolve – se, na maioria dos
casos, com vistas as linhas prioritárias do Curso, a saber: Lógica e Epistemologia, Ética, Política,
Estética, História da Filosofia, Metafísica e Filosofia da Educação. As mesmas linhas servem
como referência para a Pós – Graduação Lato Sensu.
16. AVALIAÇÃO
16.1 Do Curso
A Avaliação Institucional da UFMA segue os parâmetros adotados pelo Ministério
da Educação tendo como base a compreensão da necessidade da auto-avaliação fazendo desta
um processo permanente no qual estejam engajados todos os segmentos. A Avaliação do Curso
dar – se – á, portanto, de forma contínua, envolvendo um trabalho ininterrupto junto ao corpo
docente e discente, através de comissões constituídas pela Assembléia Departamental, a fim de:
acompanhar a produção acadêmica dos docentes e discentes; promover discussões periódicas
entre áreas de conhecimento afins, objetivando levantar os principais problemas enfrentados
quer a nível de ensino, de pesquisa ou de extensão, pensar possíveis soluções, apontando
mecanismos que otimizem os resultados e minimizem as dificuldades, promovendo assim a
integração curricular; atualizar constantemente as informações sobre o alunado do Curso de
Filosofia, suas expectativas, frustrações e sugestões tanto através de questionários quanto de
assembléias conjuntas; levantar dados sobre a situação destes no curso, problemas mais
freqüentes, bem como em relação aos egressos, tentando por essa forma construir uma
licenciatura
comprometida com a formação de um profissional
de qualidade e,
conseqüentemente, com a comunidade que o irá receber.
16.2 Do Ensino - Aprendizagem
Primar –se – á por uma avaliação que, embora sem descurar da quantidade, estimule e
insista na qualidade da produção e, que, portanto seja fruto de um ensino capaz de desenvolver
30
no aluno tanto competências quanto habilidades e atitudes, de modo a permiti – lo articular a
teoria e a prática e, nessa perspectiva, ser capaz de análises crítico – reflexivas e de propor
soluções de problemas, como conseqüência necessária de tais análises, sobretudo, com relação
à educação, sem o prejuízo da visão de conjunto, de totalidade, sem enveredar, por visões
fragmentadas da realidade educacional, do homem., objeto nuclear desta e, por conseguinte das
relações diversificadas que ele trava com a sociedade em que está inserido e, sem o prejuízo da
vivência, da experiência, da prática educativa. Dessa forma, espera – se formar mais que um
profissional, um cidadão. A avaliação é a culminância, por assim dizer, do processo ensino –
aprendizagem, o que não significa dizer, que ela seja o término de cada etapa, o fim de cada
processo, ela é um momento do processo, é contínua, ela perpassa todo o processo ensino –
aprendizagem.
Do ponto de vista das exigências institucionais e, por assim dizer, legais, a avaliação
do desempenho do aluno em cada disciplina deverá ser realizada levando-se em consideração o
que dispõe a Resolução No. 90/99 - CONSEPE. Do ponto de vista da forma, poder – se – ão
utilizar, como mecanismos avaliativos:
·
seminários, micro – aulas, debates , peças teatrais;
·
produção de resumos, resenhas, artigos, estudos comparativos, relatórios;
·
elaboração de projetos de pesquisa, trabalhos monográficos;
·
prova escrita: questões dissertativas ou análise de textos.
·
realização de pesquisas;
Obs.: as avaliações como seminários, micro – aulas, debates, encenações etc.,
necessariamente deverão ser acompanhadas de atas, fichamentos, artigos,
enfim de algum tipo de produção textual.
17. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EIXO FORMATIVO CIENTÍFICO
Psicologia
Carga Horária: 60h
Ementa: Ementa: O Estudo da Psicologia como ciência: raízes filosóficas, fisiológicas
(fundamentos históricos). Principais teorias em Psicologia. Métodos psicológicos. Base
biológica do Comportamento. O comportamento perceptivo. Mecanismo sensorial. Percepção.
Afetividade. Motivação. Inteligência.
31
Bibliografia Básica:
CARPIGIANI, Berenice. Psicologia: das raízes aos movimentos contemporâneos. São Paulo:
Pioneira, 2000.
BRAGHIROLLI, E. M & Outros. Psicologia Geral. Petrópolis: Vozes, 2003.
DAVIDOFF, L. L. Introdução à Psicologia. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001.
FREUD, Sigmund. Obras Psicológicas Completas (24 volumes) – Jayme Salomão (org). Rio de
Janeiro: Imago, 1990
JUNG, Carl. Gustav. Obras Completas (OC). Petrópolis: Vozes, s/d.
__________. O Homem e Seus Símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.
NEUMANN, Erich. História da Origem da Consciência. São Paulo: Cultrix, 1990.
NICHOLS, Sallie. Jung e o Tarô: uma jornada arquetípica. São Paulo: Cultrix, 1996.
EDINGER, Edward. Ego e Arquétipo. São Paulo: Cultrix, s/a.
__________. O encontro com o self. São Paulo: Cultrix, s/a.
Sociologia
Carga Horária: 60h
Ementa: Constituição da Sociologia como campo de conhecimento; objeto e origem histórica,
análise dos modelos explicativos da realidade social; conceitos fundamentais, considerando –se a
história do conhecimento sociológico.
Bibliografia Básica:
BERGER, Peter. A Construção Social da Realidade. Rio de Janeiro: Vozes, 1974.
BOTTOMOER, T.D. Introdução à Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
CASTRO, Ana Maria e DIAS, Edmundo F. Introdução ao Pensamento Sociológico. Rio de
Janeiro: Eldorado Tijuca, 1981.
CARDOSO, Fernando Henrique e IANNI, Octavio. Homem e Sociedade. Leituras Básicas de
Sociologia Geral. São Paulo: Ed. Nacional, 1972.
DEMO, Pedro. Sociologia. Uma Introdução Crítica. São Paulo: Atlas, 1983.
MARTINS, Carlos B. O que é Sociologia. São Paulo: Brasiliense, Col. Primeiros Passos, 1982.
EIXO FORMATIVO ESPECÍFICO
Filosofia da Educação
Carga Horária: 60h
Ementa: Fundamentos Filosóficos da Educação: concepções liberais; concepções progressistas;
concepções contemporâneas. Filosofia da Educação no Contexto Brasileiro.
Bibliografia Básica:
CIRIGLIANO, Gustavo, F. G. – Fenomenologia da Educação, Editora Vozes, Teresópolis,
1969.
CUNHA, Luís Antônio- A Universidade Temporã- Civilização Brasileira, Rio,
1980.ESCALONA, Sara Lopez- Antropologia e Educação- Edições Paulinas, São Paulo, 1983. ---------------------------, Idéias Diretrizes para uma Filosofia da Educação, in: Reflexão 13-9
32
GADOTTI, Moacir, Educação e poder Introdução à Pedagogia do Conflito Cortez Editora, São
Paulo, 1980.
----------------------------, A Educação contra a Educação- Ed. Paz e Terra, P.J., 1982.
KNELLER, George, Introdução à Filosofia da Educação- Zahar Editores P.J.
ROMANELLI, Otarza, Oliveira- História da Educação Brasileira, 1930- 1973.
SAVIANI, Dermeval- Educação do Senso Comum à Consciência Filosófica Cortez Editora- São
Paulo.
WARDE, Mirian- Educação e Estrutura Social, A profissionalização em questão, Cortez
Moraes- S. Paulo, 1979.
Filosofia Política e Educação
Carga Horária: 45h
Ementa: Paidéia: a política no processo formativo da cidadania; o conceito de cidadão, de
direito, de estado, de democracia. Educação e Cidadania. Educação no Contexto Brasileiro:
principais problemas.
Bibliografia Básica:
PLATÃO. A República. São Paulo; Nova Cultural. IN:__ Os Pensadores, 2000.
GADOTTI, Moacir. Educação e Poder. Introdução à Pedagogia do Conflito Cortez Editora, São
Paulo, 1980.
----------------------------. A Educação Contra a Educação- Ed. Paz e Terra, P.J., 1982.
SAVIANI, Dermeval. Educação do Senso Comum à Consciência Filosófica Cortez Editora- São
Paulo.
JAEGER, Werner. Paidéia: A Formação do Homem Grego. Trad. Artur M. Pereira, 3º ed. São
Paulo: Martins Fontes,1994.
PEREIRA, Luís e MARIALISE. Educação e Sociedade. São Paulo: Comp. Edit. Nacional, 1976.
VAZQUEZ, Adolfo Sánchez. Filosofia da Práxis. São Paulo: Paz e Terra, 1990.
ARENDT, Hannah. A Dignidade da Política. Rio de Janeiro: Relume – Dumará, 1993.
Filosofia Política
Carga Horária: 60h
Ementa: Filosofia e Política. Introdução Histórica à Filosofia Política, ruptura com a tradição
clássica. A Filosofia Política e as teorias do estado moderno. Tendências do Pensamento Político
Contemporâneo
Bibliografia Básica:
GRAMSCI, Antônio. Maquiavel, A Política e o Estado Moderno. Civilização Brasileira. 8ª
edição, 1991. RJ.
MAQUIAVEL, Nicolau. Comentários Sobre a Primeira Década de Tito Lívio. Editora UnB. 4ª
edição. 2000. Brasília.
CHEVALLIER, Jean-Jacques. As Grandes Obras Políticas de Maquiavel a nossos dias. 6ª
Edição. Agir. 1993. RJ.
33
MASTERS, Roger. Da Vinci e Maquiavel: um sonho renascentista. Jorge Zahar Editor. 1999.
RJ.
MARX, Karl. Para a Crítica da Economia Política. Coleção Os Pensadores. Nova Cultural. 1990.
SP.
MARCUSE, Herbert. O Homem Unidimensional. Zahar Editores. 1978. SP.
ARISTOTELES. Política. Martin Claret. 2001. SP
PLATÃO. A República. Os Pensadores. Nova Cultural. 1990. SP
HOBBES. Leviatã. Os Pensadores. Nova Cultural. 1974. SP.
POPPER, Karl. A Sociedade Aberta e seus inimigos. Editora da Universidade de São Paulo.
Tomo I &II. 1974. SP.
RORTY, Richard, A Filosofia e o Espelho da Natureza. Relume-Dumara. 2000. RJ.
RORTY, Richard. Contra os Chefes – Contra as Oligarquias. DP&A. 2001. RJ.
OFFE, Claus. Capitalismo Desorganizado. Zahar. 1978. SP.
Ética
Carga Horária: 60h
Ementa: O fenômeno moral e a ética. Visão histórica: concepções axiológicas. Correntes do
pensamento ético. A ordem moral objetiva, prescritividade, a universalidade e a natureza das
normas morais, a lei natural. O direito e o dever.
Bibliografia Básica:
ARISTOTELES. Ética a Nicômacos. São Paulo: Nova Cultural. Coleção Os Pensadores, 1997.
AQUINO, Santo Tomás de. Lá Justiça: comentários a el libro quinto de la Ética a Nicômacos.
Buenos Aires, 1946.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo. Ética e Sociabilidade. São Paulo: Loyola, 1993.
VAZ, Henrique Cláudio de Lima. Escritos de Filosofia II. Ética e Cultura. São Paulo: Loyola.
1993.
Ética Contemporânea
Carga Horária: 60h
Ementa: A Ética do discurso e da responsabilidade. A teoria ético-política da justiça de Rawls.
O retorno à tradição moral de pesquisa racional e o comunitarismo de Maclntyre. A ética da
alteridade de Levinas.
Bibliografia Básica:
SIEBENEICHIER, Beno Flávio. Razão Comunicativa e Emancipação__ Jurgen Habermas.
Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 1989.
HABERMAS, Jurgen. Pensamento pós-metafísico. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 1990.
RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. São Paulo: Martins Fontes. 2002.
MACINTYRE, Alasdair. Depois da Virtude. São Paulo: EDUSC. 2001.
LEVINAS, Humanismo do Outro Homem. Petrópolis: Vozes, 1993.
Filosofia do Ser
Carga Horária: 60h
34
Ementa: Introdução ao Problema do Ser: a questão do Ser no pensamento grego. Visão histórica
do problema. A Metafísica Transcendental de Kant. A Crise da Metafísica: a ontologia
contemporânea.
Bibliografia Básica:
ANAXIMANDRO, PARMÊNIDES, HERÁCLITO.Os Pensadores Originários. Petrópolis,
vozes, 1991(ed. E. Gredos Leão e S. Wrublewski).
ARISTÓTELES, Metafísica. Madrid, Gredos. 1970-1982(ed. V. G. Yebra. Trilíngüe).
KANT, I. Crítica de la Razon Pura. 2 volumes. Buenos Aires: Losada, 1960.
HEIDEGGER, Martin. Identidade e Diferença. A Constituição Onto-Teo_Lógica da Metafísica.
Hegel e os Gregos. Que é Metafísica. Sobre a Essência da Verdade. São Paulo, Abril Cultura, 2ª
ed. 1983(trad. E. Stein); IN:__ Os Pensadores.
HERÁCLITO. Fragmentos – Origem do Pensamento. Rio de Janeiro. Tempo Brasileiro,
1980(ed. E. Carneiro Leão).
REALE, Giovani & ANTISERI, Dario. História da Filosofia, São Paulo, Ed. Paulinas, 1990,
Vol. I.
SANTORO, Fernand. Poesia e Verdade. Interpretação do Problema do Realismo a Partir de
Aristóteles. Rio de Janeiro, Sette Letras, 1994.
Antropologia Filosófica
Carga Horária: 60h
Ementa: A Antropologia Filosófica. As principais concepções de Homem desenvolvidas ao
longo da história da filosofia ocidental. Estruturas que constituem o ser do homem. Relações
Fundamentais do Ser humano: o homem como ser aberto ao mundo; a liberdade; a
intersubjetividade; a transcendência.
Bibliografia Básica:
ARENDT, Hannah. A Condição Humana. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, 1995.
VAZ, Henrique C.L. Vaz, S.J. Antropologia Filosófica I. São Paulo: Edições Loyola, 1993.
________________________. Antropologia Filosófica II. São Paulo; Edições Loyola, 1992.
DE BONI, Luís Alberto. Antropologia; Perspectivas Filosóficas. Porto Alegre: UCS/EST,
1976.
MONDIN, Battista. O Homem, quem é Ele? - Elementos de Antropologia Filosófica. São
Paulo: Paulinas, 1980.
Iniciação Filosófica
Carga Horária: 60h
Ementa: Conceitos filosóficos, caracterização de problema, reflexão, conhecimento, valor e
crítica filosófica. Leitura e compreensão de textos filosóficos, bem como, leitura e compreensão
filosófica de outros textos. Elaboração de textos filosóficos.
Bibliografia Básica:
35
ARENDT, H. A Vida do Espírito: o querer, o julgar. Tradução por Antônio Abranches e
César. A R. de Almeida. 2ª ed. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1993.
BORNHEIM, Gerd A Introdução ao Filosofar. 8ª ed. São Paulo: Editora
Globo, 1989.
BUZZI, Arcângelo. Introdução ao Pensar. Petrópolis: Vozes, 1973.
CHAUÍ, Marilena. Introdução à História da Filosofia. vol.1. São Paulo:
Brasiliense, 1994.
__________. Convite à Filosofia. 6ª ed. São Paulo: Ática, 1995.
COSSUTTA, Frédéric. Elementos para a leitura de textos filosóficos.
Tradução por Ângela de Noronha. Begnani et. Al. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
MATOS, Olgária. Filosofia – a polifonia da razão. São Paulo: Scipione, 1987.
MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de Filosofia dos Pré–Socráticos a
Wittgenstein. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 1999.
MUCHAIL, Salma T.(Org.). A Filosofia e seu Ensino. Petrópolis: Vozes
São Paulo: EDUC, 1995.
NIETZSCHE, F. Considerações Extemporâneas (Schopenhauer como
Educador). Tradução e nota de Rubens R. Torres Filho. 2ª ed.
São Paulo: Abril Cultural, 1978. (Os Pensadores).
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico.
21ª ed. Revs. e Ampliada. São Paulo: Cortez, 2000.
Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Médio. Ciências Humanas e
Suas Tecnologias.
Filosofia da História
Carga Horária: 60h
Ementa: A consciência histórica e a historicidade como dimensões da estrutura ontológica do
homem; as principais interpretações da história; a idéia de uma linearidade histórica e a
concepção judaico-cristã. A filosofia da história da Escola de Frankfurt e sua crítica à razão
iluminista.
Bibliografia Básica:
AGOSTINHO, Santo. A cidade de Deus. Vozes. Petrópolis. 1983.
ADORNO, Theodor W. E HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento. Trad. Guido de
Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editoras, 1985.
ASSOUN, P.L. A escola de Frankfurt. São Paulo: Ática. 1991.
BENJAMIN, Walter. Sociologia. Organização, tradução e introdução de Flávio Khote. São
Paulo. Coleção “ Grandes cientistas Sociais” v. 50: Ática. 1985.
_______________.Origem do drama barroco alemão. Trad. apresentação e notas de Sérgio
Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense.
_______________.História e narração em Walter Benjamin. São Paulo: ed. Perpectiva
Unicamp,1994.
_______________.Sete aulas sobre linguagem, memória e história. Rio de Janeiro: ed. Imago
1997.
HEGEL, G.W.F. Lecciones sobre la Filosofia de la História Universal. Trad. José Caos.
Madrid; Aliaza Editorial, 1986.
_______________. A razão da história. Moraes. São Paulo. 1986.
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LOWY, MICHAEL. Romantismo e Messianismo sobre Lukacs e Benjamin. Trads. Myrian
Baptista e Madalena Baptista. São Paulo: ed Perspectiva/Edusp. Col. Debates, 1990.
LUKACS, G. História e Consciência de Classe: estudos de dialética marxista. Trad. Telma
Costa. Porto, Portugal: Publicações Escorpião, 1974.
KANT. I. Idéia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita. Brasiliense. São
Paulo. 1986.
MAQUIAVEL. N. O príncipe. Os pensadores. Abril cultural. São Paulo.
NIETZSCHE. F. Da utilidade e desvantagem da história para a vida. In: Considerações
extemporâneas. Os Pensadores. Nova cultural. São Paulo 1991.
VICO, J.B. Ciência nova. Os pensadores. Abril cultural. São Paulo. 1979.
Lógica
Carga Horária: 60h
Ementa: História da Lógica. Relações entre Filosofia e Lógica. Princípios da Lógica Clássica e
Não Clássica.
Bibliografia Básica:
FREGE, G. Fundamentos de la Aritmética. Investigação lógico-matemática sobre el
concepto de número. Barcelona: Laia, 1972.
HEMPEL, C. Filosofía de la ciência natural. Madrid: Alianza, 1977.
KANT, I. Crítica da Razão Pura. Lisboa: Gulbenkian, 1989.
POPPER, K. Conhecimento Objetivo. São Paulo: Edusp/Belo Horizonte: Itatiaia, 1975.
RUSSELL, B. Introducción a la filosofía matemática. Barcelona: Paidós 1988.
PLATÃO. Diálogos. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1980.
RUSSELL, B. A filosofia de Leibniz. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1968.
SCRUTON, R. Introdução a filosofia moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
Teoria do Conhecimento
Carga Horária: 60h
Ementa: Conceituação e Descrição Geral do Fenômeno do Conhecimento. Questões
Clássicas sobre o Conhecimento. Esboço Histórico do Problema Gnosiológico. O
Conhecimento como Questão Central da Filosofia Moderna. A Crítica Contemporânea ao
Empirismo e ao Intelectualismo.
Bibliografia Básica:
ARISTÓTELES. METAFÍSICA. México: Editorial Porrua, 1976.
PLATÃO. Ménon. Lisboa: Editorial Inquérito Limitada. IN: __ Cadernos Culturais. 3ª. Edição.
_____________. Fédon. São Paulo: Abril Cultural. IN: __ Col. Os Pensadores, 1983.
__________. A República . São Paulo: Nova Cultural. IN: ___ Coleção Os Pensadores,
2000.
DESCARTES, R. Discurso do Método. São Paulo: Abril Cultural. IN: __ Os Pensadores,
1983.
_______________. Regras para Direção do Espírito. São Paulo: Editora Martin Claret,
2002.
_______________. Princípios da Filosofia. Lisboa: Guimarães Editores, LDA, 1989.
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LOCKE, J. Ensaio Acerca do Entendimento Humano. São Paulo: Abril Cultural. IN: __ Os
Pensadores, 1983.
HUME, D. Investigação Acerca do Entendimento Humano. São Paulo: Nova Cultural. IN:
__ Os Pensadores, 1992.
BERKELEY, G. Tratado Sobre os Princípios do Conhecimento Humano. São Paulo: Nova
Cultural. IN:__ Os Pensadores, 1992.
KANT, I. Crítica da Razão Pura. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994.
MERLEAU – PONTY, M. Fenomenologia da Percepção. São Paulo, Martins Fontes, 1996.
Epistemologia Geral
Carga Horária: 60h
Ementa: O Círculo de Viena e a crítica popperiana. Critérios de demarcação entre ciência e não
ciência. Os paradigmas de Kuhn, a metodologia dos programas de pesquisa de Lakatos e o
anarquismo metodológico de Feyerabend.
Bibliografia Básica:
POPPER, Karl. Conhecimento Objetivo. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia Limitada, 1975.
____________. A Lógica da Pesquisa Científica. São Paulo: Cultrix, 1993.
MAGEE, Bryan. As Idéias de Popper. São Paulo: Ed. Cultrix, 1973.
KUHN. Thomas S. A Tensão Essencial. Lisboa: edições 70, 1977.
_______________. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 1975.
CHALMERS, A. F. O Que é Ciência, Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993.
Hermenêutica
Carga Horária: 45h
Ementa: Hermenêutica e Filosofia. O Caráter Metodológico e Filosófico da Hermenêutica. O
Círculo Hermenêutico. Problemas Hermenêuticos Contemporâneos.
Bibliografia Básica:
BLEICHER, J. Hermenêutica Contemporânea. Lisboa: Edições 70, 1992.
CORETH, E. Questões Fundamentais de Hermenêutica. São Paulo: EPU/EDUSP, 1973.
GADAMER, H. G., Verdad y Método I. Salamanca : Ediciones Sígueme, 1994.
GADAMER, H. G., Verdad y Método II. Salamanca : Ediciones Sígueme, 1994.
PALMER, R. E., Hermenêutica. Lisboa : Edições 70, 1997.
RICOEUR, P., A Metáfora viva. Porto : Rés-editora, 1983.
RICOEUR, P., Do texto à ação: ensaios de hermenêutica II. Portugal : RÉS-Editora, 1989.
VATTIMO, G., Más allá de la interpretación. Barcelona : Ediciones Paidós, 1995.
SCHLEIERMACHER, Friedrich D. E. Hermenêutica: Arte e Técnica de Interprtetação.
Editora Vozes, 2ª Edição. Petropoles. 2000.
ALMEIDA, C. L. da S., FLICKINGER, H. G., ROHDEN, L., Hermenêutica Filosófica: nas
Trilhas de Hans Georg Gadamer. PoA : EdipucRS, 2000.
OLIVEIRA, M. A. de., Reviravolta Lingüístico-Pragmática na filosofia contemporânea. SP :
Loyola, 1996.
PESSOA, F., Obra poética. RJ : Aguilar, 1994.
38
TOLSTÓI, L, A morte de Ivan Ilitch. PoA : L&PM Pocket, 1997.
Filosofia das Ciências
Carga Horária: 60h
Ementa: A origem da Ciência moderna e o seu método: experimentalismo e racionalismo. O
contexto histórico da constituição das ciências sociais. Objetividade e neutralidade científica.
Teorias e métodos da ciência.
Bibliografia Básica
Koyré, Alexandre. Estudos da História do Pensamento Científico. Brasília: Forense
Universitária, 1982.
____________________. Do mundo Fechado ao Universo Infinito. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1979.
JAPIASSU, Hilton. Introdução ao Pensamento Epistemológico. Rio de Janeiro: Livraria
Francisco Alves Editora, 1979.
______________. Nascimento e Morte das Ciências Humanas. Rio de Janeiro: Liv. Francisco
Alves Editora, 1982.
_______________. O Mito da Neutralidade Científica. Rio de Janeiro: Imago Editora LTDA,
1975.
______________. Questões Epistemológicas. Rio de Janeiro: Imago Ed. Ltda, 1981.
RUDNER, RICHARD S. Filosofia da Ciência Social. Rio de Janeiro: Zahar Editores,1969
RYAN, Alan. Filosofia das Ciências. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves Ed.,1977
PIAGET, Jean. A Situação das Ciências do Homem no Sistema das Ciências. Lisboa/ Portugal:
Livraria Bertrand, 1976.
Estética
Carga Horária: 60h
Ementa: O fato estético: a natureza da arte, sua evolução na busca da forma de expressão e
comunicação, sua função social e importância na formação da subjetividade. A reflexão estética
nas diferentes modalidades de linguagem artística.
Bibliografia Básica:
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia, São Paulo, Loyola, 1999.
ARISTÓTELES, A Poética São Paulo, Ed. Abril Cultural, Col. Os Pensdores, 1983.
HARVEY, David. Condição Pós-Moderna, São Paulo, Loyola, 1993.
HEIDEGGER, Martin. A Origem da Obra de Arte, Lisboa, Edições Setenta, 1977.
Seleção de textos. Col. Os Pensadores, São Paulo, Abril Cultural, 1990.
LYOTARD, Jean-François. O Pós-Moderno. 4ª ed. Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 1993
MARCONDES, Danilo. A Crise de Paradigmas e o Surgimento da Modernidade, In.
BRANDÃO, Zaia (org.) A Crise de Paradigmas e a Educação, 3ª ed., São Paulo, Cortez,
1996.
MORA, José Ferrater. Diccionario de Filosofia, Madrid, Alianza Editora, 1990.
NIETZSCHE, Friedrich. O Nascimento da Tragédia, ou Helenismo e Pessimismo.São Paulo,
Companhia das Letras, 1999.
39
PLASTINO, Carlos Alberto. A Crise de Paradigmas e a Crise do Conceito de Paradigmas In.
BRANDÃO, Zaia (org.) A Crise de Paradigmas e a Educação, 3ª ed., São Paulo, Cortez,
1996.
PLATÃO, seleção de textos, In Col. Os Pensadores, São Paulo, Abril Cultural, 1983.
REALE, Giovanni e ANTISERI, Dario. História da Filosofia, São Paulo, Ed. Paulinas, 1990.
ROTTERDAM, Erasmo de. Elogio da Loucura, São Paulo, Martin Claret, 2000.
SANTORO, Fernando. Poesia e Verdade. Interpretação do Problema do Realismo a partir de
Aristóteles. Rio de Janeiro, Sette Letras, 1994.
TRATTNER, Ernest B. Arquitetos de Idéias As Grandes Teorias da Humanidade. Rio de
Janeiro-Porto Alegre-São Paulo, Editora Globo, 1952.
VEJA, Revista semanal, O Falso e o Nobre, 13 de dezembro de 1995, pp. 168-169.
Filosofia da Cultura
Carga Horária: 60h
Ementa: Cultura e Civilização; cultura e Liberdade; o problema do determinismo cultural;
principais teorias sobre a natureza e a dinâmica do processo sócio-cultural. A herança cultural do
ocidente. A inclusão social através da cultura.
Bibliografia Básica:
A Subjetividade Moderna. SÍNTESE NOVA FASE, vol. XX, nº60, p 51-65
CASTANHO, Sérgio. ‘’ Theodor Adorno e a indústria cultural’’ in: Comunicarte, Ano III,
nº5. Campinas: PUC, 1985.
CHATELET, François. História da filosofia- o iluminismo. Rio de Janeiro: Zahar Editores,
1975.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 3 a ed. São Paulo: Ed. Ática, 1995.
FREUD, Sigmund. O mal- estar na civilização. Vol. XXI. Edição Standart Brasileira das Obras
Psicológicas Completas de Sigmund Freud.
HORKHEIMER e ADORNO. Conceito de iluminismo in: Os pensadores. São Paulo: Abril
Cultural, 1975.
MARCUSE, Herbert. A ideologia da sociedade industrial. 6a ed. Rio de Janeiro: Zahar
Editores, 1969.
MARCUSE, Herbet. Eros e civilização. 6a ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1975.
TOYNBEE, Arnold. Estudo de história contemporânea. São Paulo: Companhia editora
nacional, 1967.
Mitologia Grega
Carga Horária: 45h
Ementa: Raízes histórico-geográficas do pensamento grego. A racionalidade do mito em sua
forma peculiar de narrativa das emoções humanas, de sua relação com o divino, com o processo
histórico, político e sócio-cultural. Os pré-socráticos.
Bibliografia Básica:
BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega.Volumes: I, II, III. Vozes, Petrópolis, 1993.
______________________ . Teatro Grego: tragédia e comédia. Vozes, Petrópolis, 1985.
40
BRÉHIER, Émile.História da Filosofia, tomo primeiro, trad. Eduardo Sucupira Filho, ed.
Mestre Jou, São Paulo.
BURKERT, Walter .Religião Grega na época clássica e arcaica. Trad M. J. Simões
Loureiro. Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1993.
EURÍPEDES. Medeia. Trad. Mário da Gama Kury, Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro,
1991.
GAZOLLA, Rachel. Para não ler ingenuamente uma tragédia Grega. Loyola, São
Paulo, 2001.
HOMERO. Ilíada. Trad. Carlos Alberto Nunes, Ediouro, Rio de Janeiro,1996.
_________. Odisséia. Trad. Carlos Alberto Nunes, Ediouro, Rio de Janeiro, 1997.
HESÍODO, Teogonia: a origem dos deuses. Trad. Mary de Camargo Neves Lafer. Iluminuras,
São Paulo, 1995.
HESÍODO, Os trabalhos e os dias. Trad. Mary de Camargo Neves Lafer. Iluminuras, São
Paulo, 1996.
MATTÉI, Jean-François. Pitágoras e os Pitagóricos, Trad. Constança Marcondes César,
Paulus, São Paulo, 2000.
OS PRÉ- SOCRÁTICOS. Textos Escolhidos. IN:__ Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural,
1987.
VERNANT, Jean-Pierre. Entre mito e política. Trad. Cristina Murachco. EDUSP, São Paulo,
2001.
___________________. Mito e sociedade na Grécia Antiga. Trad. Mirian Campello, José
Olimpio Editora, Rio de Janeiro, 1992.
___________________. As origens do pensamento Grego. Trad. Isis Borges B. da Fonseca,
Bertrand Brasil, 1996.
SÓFOCLES. A trilogia tebana: Édipo rei, Édipo em Colono, Antígona. Trad. Mário da Gama
Kury, Jorge Zahar Editor. Rio de Janeiro, 1998.
_________. Electra. Trad. Mário da Gama Kury, Jorge Zahar Editor. Rio de Janeiro, 1998.
História da Filosofia Antiga
Carga Horária: 60h
Ementa: Sócrates, Platão, Aristóteles, a trajetória da filosofia helenista até as escolas pagãs do
primeiro século da era cristã.
Bibliografia Básica
GUTHRIE. W. K. C. Os Sofistas. Trad. João Rezende Costa. Paulus, São Paulo, 1995.
JAEGER, Werner. Paidéia: a formação do homem grego. Trad. Artur M. Pereira, Martins
Fontes, São Paulo, 1994.
ARISTOTELES. Metafísica. Trad. Leonel Vallandro, editora Globo, Porto Alegre.
_____________. Poética. Organon, Ética a Nicômaco. Col. Os Pensadores. Nova Cultura.
1990.
GAZOLA, Rachel. O Ofício do filosofo estóico. Loyola, São Paulo, 1999.
PLATÃO. A Republica. Trad. Maria Helena da Rocha Pereira, Caloustre Gulbenkian, Lisboa.
_______. Parmenedes. Trad. Maria José Figueiredo, Instituto Piaget, Lisboa.
_______. Êutifron, Apologia de Sócrates, Críton. Trad. José Trindade Santos, Imprensa
Nacional-Casa da Moeda, Lisboa, 1983.
41
______. Teeteto, Crátilo. Trad. Carlos Alberto Nunes, UFPA, Belém, 2000.
PLOTINO. Tratados das Enéadas. Trad. Américo Sommermam, Polar Editorial, São Paulo,
2000.
SOCRATES. Os Pensadores, Nova Cultural, São Paulo, 1987.
TUCIDIDES. Historia da Guerra do Peloponeso. Trad. Mário da Gama Curi, UnB, Brasília,
1999.
História da Filosofia Medieval
Carga Horária: 60h
Ementa: Caracterização da Filosofia Medieval; a herança do pensamento grego e a relação entre
filosofia e teologia. A patrística e a escolástica, herança do pensamento cristão para outras
épocas.
Bibliografia Básica
COPLESTON, Frederick- História de la Filosofia, vol. II, Editorial Ariel, Barcelona.
CHATELET, François- História da Filosofia, vol. II, Zahar Editores, Rio de Janeiro.
BOEHNER, Philotheus e GILSON, Etienne- História da Filosofia Cristã, Editora Vozes,
Petrópoles, R.J.
VERGEL, André e Huismam, Denis- História dos Filósofos Ilustrada pelos Textos, Livraria
Freitas Bastos, RJ.
BRÉHIER, Emile – História da Filosofia, tomo I, fasciculo 2 e 3, Editora Mestre Jou, São
Paulo.
Tomas de Aquino/Dante/Duns Scot/Ockham- (coleção os pensadores), abril cultural, SP.
Santo Agostinho(col. os pensadores), abril cultural, SP.
FRAILE, Guillermo – História de la Filosofia, v. II, la editorial católica S/A, Madri.
PADOVANI, Umberto e CASTAGNOLA, Luis – História da Filosofia, edições
melhoramentos, SP.
HIRSCHBERGER, Johannes – História da Filosofia da Idade Média, Editora Herder, SP.
THONNARD. Compêndio de História da Filosofia, editora Herder, SP.
História da Filosofia Moderna I
Carga Horária: 90h
Ementa: A Filosofia Renascentista: Principais Temáticas. O Pensamento no séc. XVII:
Empirismo e Racionalismo; o Método; o Mecanicismo; a Ontologia Moderna da Substância.
O Desenvolvimento da Filosofia no Iluminismo. O Idealismo Transcendental de Kant.
Bibliografia Básica:
BACON, F. Novum Organon. São Paulo: Abril Cultural, Coleção Os Pensadores, 1983.
DESCARTES, R. Meditações. São Paulo: Abril Cultural. Coleção Os Pensadores, 1983.
______________. Princípios da Filosofia. Lisboa: Guimarães Editores, LDA, 1989.
ESPINOSA, B. ÉTICA: Demonstrada à Maneira dos Geômetras. São Paulo: Abril Cultural,
Col. Os Pensadores, 1983.
HOBBES, T. LEVIATÃ. São Paulo: Abril Cultural, Col. Os Pensadores, 1983.
KANT, I. Crítica da Razão Pura. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994.
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____________. Prolegômenos. São Paulo: Abril Cultural, Col. Os Pensadores, 1980.
LEIBNIZ, G.W. Monadologia. São Paulo: Abril Cultural, Col. Os Pensadores, 1983.
LOCKE, J. Ensaio Acerca do Entendimento Humano. São Paulo: Abril Cultural, 1983.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe. São Paulo: Abril Cultural, Col. Os Pensadores, 1983.
More, T. Utopia. São Paulo: Martin Claret, 2002.
ALQUIÉ, Ferdinand. A Filosofia de Descartes. Lisboa: Editorial Presença, 1980.
ARANHA, Ma. Lúcia de A. Maquiavel: A Lógica da Força. São Paulo: Editora Moderna,
1993.
CASSIRER, Ernst. A Filosofia do Iluminismo. São Paulo: Editora da UNICAMP, 1994
CHAUÍ, M. Da Realidade Sem Mistérios ao Mistério do Mundo. São Paulo: Brasiliense,
1999
COTTINGHAM, J. A Filosofia de Descartes. Lisboa: Edições 70, 1989.
DELEUZE, G. Espinoza e Os Signos. Porto: Rés,
LEBRUN, G. Kant e o Fim da Metafísica. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
MONDOLFO, R. Figuras e Idéias da Filosofia da Renascença. São Paulo: Mestre Jou,
1967.
MOREAU, J. Espinosa e o Espinosismo. Lisboa: Edições 70, 1971.
REALE, G.; ANTISERI, D. História da Filosofia. São Paulo: Paulus, 1990.
WEFFORT, Francisco C. (Organizador). Os Clássicos da Política. São Paulo: Ática, 1989.
VÉDRINE, H. As Filosofias do Renascimento. Publicações Europa – América.
História da Filosofia Moderna II
Carga Horária: 60h
Ementa: A modernidade (séc. XIX): caracterização; O Romantismo; os sistemas idealistas póskantianos. Hegel e as relações com a filosofia de Fichte, Shelling. O idealismo absoluto
hegeliano. Reações Contrárias ao Idealismo de Hegel: Marx, Kierkegaard, Schopenhauer.
Bibliografia Básica:
BELAVAL, Yvon. (org.), Histórias da Filosofia -Século XXI, Editores, México, vol. 08.
BRÉRIER, Emile. Histórias da Filosofia. Editora Mestre Jou, São Paulo, Fasc. III.
CHÂTELET, François. Histórias da Filosofia Lamar Editores, Rio, vol. IV.
COPLESTON, Histórias da Filosofia. Frederick. Editorial Ariel S.A. , Barcelona, vol. VII.
URDANOZ, Teofilo. Histórias da Filosofia.Editorial Católica S.A. , Madrid, vol. V.
COMTE, Augusto. Discurso preliminar sobre o conjunto do positivismo - Coleção: Os
Pensadores. Abril Cultural. São Paulo, 1978.
FICHTE: O princípio da doutrina da ciência. Coleção: Os Pensadores Abril Cultural. São
Paulo, 1978.
HEGEL: Fenomenologia do espírito - Coleção: Os Pensadores. Abril Cultural. São Paulo,
1978.
KIERKEGAARD: O desespero humano (doença até a morte) - Coleção: Os Pensadores. Abril
Cultural. São Paulo, 1978.
MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos. Coleção: Os Pensadores. Abril Cultural.
São Paulo, 1978.
SCHELLING: Exposição da idéia universal da filosofia da natureza como parte integrante
da primeira - Coleção: Os Pensadores. Abril Cultural. São Paulo, 1978.
43
SCHOPENHAUER: o Mundo Como Vontade e Representação. Coleção Os Pensadores. Nova
Cultural. São Paulo, 1991.
D'Hondt, Jacques, De Hegel a Marx. Buenos Aires: Amor-Rortu Editores, 1974.
FRENANDEZ, Clemente (org.). Los filósofos modernos. Madrid: La Editorial Católica S.A.
HABERMAS, Jurgen. El discurso filosófico de la modernidad. Madrid: Taurus, 1989.
_________________. La nueva impenetrabilidad. Barcelona: Ediciones Península, 1988.
_________________.La modernidad: proeycto inacabado, in: Ensayos Políticos. Barcelona:
Ediciones Península, 1988.
KAUFMANN, Walter. Hegel. Madrid: Silianza Editorial, 1985.
MENEZE, Paulo. Para ler a fenomenologia do espírito (poteiro). São Paulo: Edições Loyola,
1985.
UREÑA, Enrique. Karl Marx: Economista. São Paulo: Edições Loyola, 1981.
História da Filosofia Contemporânea
Carga Horária: 60h
Ementa: A civilização ocidental e suas raízes gregas. A ruptura com a tradição, a crise da
metafísica (Nietzsche, Freud). As críticas à filosofia da consciência (Husserl, Sartre, Heidegger,
Merleau-Ponty).
Bibliografia Básica:
ASSOUN, Pau-Larent. Freud, a Filosofia e os Filósofos. Rio de Janeiro: Ed. Francisco Alves,
1978.
BRÉHEIR, E. História da Filosofia Séc. XIX e XX. Ed. São Paulo: Mestre Jou, 1985.
CHÂTELET, F. A Filosofia no Mundo Científico e Industrial: 1860 a 1940. Rio de Janeiro:
Zahar, 1980.
GILLES, Thomas R. História do Existencialismo e da Fenomenologia. vol. I e II. São Paulo:
EPU, 1985.
HEINEMANN, F. Filosofia do século XX.
PERDIGÃO, Paulo. Existência e Liberdade- uma introdução à Filosofia de Sartre. L & PM
Editores. São Paulo. 1973.
SCARLETT, Marton. Das Forças Cósmicas aos Valores Humanos. São Paulo: Ed.
Brasiliense, 1990.
SCIACCA, M. F. História da Filosofia: do século XIX aos nossos dias. São Paulo: Ed. Mestre
Jou, 1962.
STEGMÜLLER. A Filosofia Contemporânea. vol. I e II, EDUSP, 1977.
KIERKEGARD, Soren. Diario de um sedutor.Coleção Os Pensadores. Abril Cultural, São
Paulo. 1979.
KIERKEGARD, Soren. Temor e tremor Coleção Os Pensadores. Abril Cultural, São Paulo.
1979.
KIERKEGARD, Soren. O desespero humano Coleção Os Pensadores. Abril Cultural, São
Paulo. 1979.
FOUCAULT, DERRIDA, LEVI STRUSS, ALTHUSSER, LACAN, SARTRE, BARTHES,
SEBAG. Estruturalismo: ontologia de textos teóricos. Coleção Problemas, Portugália
Editora. Lisboa. 1965.
44
Teoria Crítica
Carga Horária: 45h
Ementa: A escola de Frankfurt e a crítica à razão instrumental (Habermas, Benjamim,
Horkenheimer, Adorno, Marcuse). A Filosofia pós-moderna.
Bibliografia Básica:
ADORNO, HORKHEIMER. Dialética do Esclarecimento. Zahar Editora. Rio de Janeiro. 1991.
ADORNO, Theodor. O fethichismo na música e a regressão da audição. Coleção os
Pensadores. Abril Cultural, São Paulo. 1983.
ADORNO, Theodor Lírica e Sociedade Coleção os Pensadores. Abril Cultural, São Paulo.
1983.
ADORNO, Theodor Positivismo na Sociedade Alemã Coleção os Pensadores. Abril Cultural,
São Paulo. 1983.
BENJAMIN, Walter. Obras Escolhidas II- Rua de mão única. Editora brasiliense. São Paulo.
1995.
BENJAMIN, Walter. A Obra de arte. Coleção os Pensadores. Abril Cultural, São Paulo. 1983
HABERMAS, Jurgen. A Inclusão do outro, Edições Loyola. São Paulo. 2004.
HABERMAS, Jurgen. Verdade e Justificação. Edições Loyola. São Paulo. 2004.
HABERMAS, Jurgen. Teoria analítica da ciência e dialética. Coleção os Pensadores. Abril
Cultural, São Paulo. 1983
HABERMAS, Juger. Técnica e Ciência enquanto Ideologia. Coleção os Pensadores. Abril
Cultural, São Paulo. 1983
HORKHEIMER, Max. O Conceito de Iluminismo. Coleção os Pensadores. Abril Cultural, São
Paulo. 1983.
HORKHEIMER, Max. Teoria Tradicional e Teoria Crítica Coleção os Pensadores. Abril
Cultural, São Paulo. 1983.
MARCUSE, Herbert. O Homem Unidimensional. ZAHAR Editores. Rio de Janeiro. 1978.
Língua Estrangeira I
Carga Horária: 45h
Ementa: Compreensão e desenvolvimento das habilidades de ouvir, falar, ler e escrever – nível
elementar I.
Bibliografia Básica: a depender da língua que for ministrada.
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Monografia
Carga Horária: 120h
Ementa: Trabalho de conclusão de curso envolvendo tema de pesquisa em uma ou mais linhas
prioritárias do curso, desenvolvido individualmente pelo aluno, sob a orientação de um
professor. (Ver normas em anexo).
Bibliografia Básica:
45
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e
documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002 a.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 14 ed. São Paulo: Perspectiva, 1998.
FERREIRA, S. M. S. P.; KROEFF, M. S. Referências bibliográficas de documentos eletrônicos.
São Paulo: APB, 1996.
MACEDO, N.D. Iniciação à pesquisa bibliográfica: guia do estudante para a fundamentação do
trabalho de pesquisa. São Paulo: Loyola, 1994.
NAHUZ, Cecília dos Santos & FERREIRA, Lusimar Silva. Manual para normalização de
monografias. 3 ed. ver, atual. e ampl. São Luís, 2002.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20 ed. ver. e ampl. São Paulo: Cortez,
1996.
THOMPSON, A. Manual de orientação para preparo de monografia: destinado, especialmente, a
bacharelandos e iniciantes. R Janeiro: Forense-Universitária, 1987.
EIXO FORMATIVO FILOSÓFICO-PEDAGÓGICO
Estágio Supervisionado - I
Carga Horária: 180h
Ementa: Orientação e sistematização da Prática de Ensino da Filosofia no Ensino Fundamental.
Conhecimento dos dados sobre a comunidade da escola campo. Observação e participação nas
atividades de sala de aula.Treinamento em micro-aulas. Direção de sala – de – aula.
Bibliografia Básica:
CERQUEIRA, Luiz Alberto. Filosofia Brasileira: Ontogênese da Consciência de Si. Petrópolis:
Vozes, 2002.
CUNHA, Maria Isabel da. O Bom Professor e a sua Prática. Campinas: Papirus, 1993.
GALLO, Sílvio, CORNELLI, Gabriele & DANELON, Márcio (organizadores). Filosofia do
Ensino de Filosofia. Petrópolis: Vozes, 2003.
KOHAN, Walter Omar. Filosofia Para Crianças. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
KOHAN, Walter Omar & WAKSMAN, Vera (organizadores). Filosofia Para Criança: na
prática escolar. Petrópolis: Vozes, 1998.
LIBANEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
_______________. Filosofia Para Criança: a tentativa pioneira de Matthew Lipman.
Petrópolis: Vozes, 1998,
LIPMAN, Matthew et alli. A Filosofia na Sala de Aula. São Paulo: Nova Alexandria, 1994.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores: Universidade teoria e
prática. São Paulo: Editora Cortez, 2001.
Estágio Supervisionado – II
Carga Horária: 225h
46
Ementa: Preparação e participação nas atividades de sala de aula, planejamento da escola e
outras atividades no campo de estagio do Ensino Médio. Treinamento em micro-aulas. Direção
de sala de aula.
Bibliografia Básica:
ALVES, Nilda (org.). Formação de Professores: pensar e fazer. São Paulo: Cortez, 1995.
(Questões da nossa época).
BRASIL, Ministério da Educação, secretaria de educação Média e Tecnológica. Parâmetros
Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: MEC; SEMTEC, 1999.
CANDAU, Vera Maria et al. A Didática em Questão.Petrópolis: Vozes, 2000.
______________. Didática, Currículo e Saberes Escolares. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Prática de Ensino: Os Estágios na formação do
Professor. São Paulo: Cortez, 1998.
GALLO, Sílvio et al. Filosofia no ensino Médio. Petrópolis: Vozes, 2000.
PICONEZ, Stela C.B.A. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado. Campinas: Papirus, 1994.
VASCONCELOS, Celso dos santos. Planejamento: Plano de Ensino – Aprendizagem e Projeto
Educativo – elementos metodológicos para elaboração e realização. São Paulo: Liberdad, 1998.
Metodologia da Pesquisa Filosófica
Carga Horária: 45h
Ementa: Teorias cientificas e teorias filosóficas. Importância da Pesquisa para a Filosofia e seus
métodos de investigação. Modalidades de Trabalhos científicos; elaboração de Artigos, Projetos,
Monografias, e Relatórios de Pesquisa em Filosofia. A Pesquisa Filosófica na Educação.
Bibliografia Básica
BARBIER, René. Pesquisa – ação na Instituição Educativa. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
BARROS, Aidil Jesus Paes de. e LEHFELD, Neide Aparecida de Sousa. Fundamentos da
Metodologia Científica. São Paulo, Ed. Mcgraw-Hill do Brasil, 1986.
BARROS FILHO, Manuel. Introdução à Pesquisa: Métodos, Técnicas e Instrumentos. Rio de
Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Ed. S/A, 1980.
CAMBOA, Sílvio, org. Pesquisa Educacional: quantidade – qualidade. São Paulo: São Paulo:
Cortez, 1995.
CARVALHO, Maria Cecília de. Construindo o Saber. Campinas-SP, Papirus,1988.
CERVO, A..L.& BERVIAN, P:A Metodologia Científica. 3ª ed. SP, McGraw-Hill do Brasil,
1983.
EMERENCIANO, Maria do Socorro Jordão. Técnicas de Estudo. Belo Horizonte, Interlivros,
1978.
LEITE, José Alfredo Américo. Metodologia de Elaboração de Teses. SP, McGraw-Hill do
Brasil, 1978.
NOGUEIRA, Oracy. Pesquisa Social: Introdução às Técnicas. 4ª ed. SP, Ed. Nacional, 1977.
REHFELDT. Gladis Knak. Monografia e Tese: Guia Prático. Porto Alegre, ed. Sulina, 1980.
RUDIO, Frans Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 9ª ed., Petrópolis. ed.
Vozes, 1983.
RUIZ, João Alvaro. Metodologia Científica. São Paulo, Atlas, 1970.
47
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 7ª ed., SP, Cortez editora e
Autores Associados, 1982.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-Ação.4ª ed. SP, Cortez/Autores Associados,
1988.
VARGAS, Milton. Metodologia da Pesquisa Tecnológica. RJ, Globo, 1985.
Metodologia do Ensino da Filosofia I
Carga Horária: 75h
Ementa: Filosofia e Ensino da Filosofia nas últimas séries do Fundamental. Análise dos vários
Programas de Filosofia para Crianças. Elaboração de Programas. Fundamentos filosóficos e
pedagógicos de uma Didática da Filosofia para crianças. Adequação do conteúdo de Filosofia
para as últimas séries do Ensino Fundamental: métodos do ensino da filosofia no ensino
fundamental. Simulações de aulas.
Bibliografia Básica
LIPMAN, Matthew. A filosofia vai à escola. Tradução de Maria Elice de B. Prestes e Lucia
Maria Silva Kremer. São Paulo: Summus Editorial, 1990,
______________. O Pensar na Educação. Tradução de Ann Mary Fighiera Pérpetuo. Petrópolis:
Vozes, 1995.
LIPMAN,M, SHARP, A e OSCANYAN,F.S. A filosofia na Sala de Aula. Tradução de Ana
Luiza Falcone. São Paulo: Nova Alexandria, 1994.
DANIEL, Marie-France; A Filosofia e as Crianças. São Paulo: Nova Alexandria, 2000.
SHARP, A e SPLITTER, L. Uma nova Educação: A Comunidade de Educação na Sala de Aula.
Tradução Laura Pinto Rebessi. São Paulo: Nova Alexandria, 1999.
KOHAN, W e WUENSH, A . Filosofia para Crianças: a tentativa pioneira de Matthew Lipman.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. (Série filosofia e crianças)
SANTOS, N. Filosofia para Crianças: investigação e democracia na escola. São Paulo: Nova
Alexandria, 2002.
CASTRO, E.A. e OLIVEIRA, P.R.(org). Educando para o Pensar. São Paulo: Thomson, 2002.
ASPIS, R.L. Ensinando a pensar com as Idéias que contam histórias – histórias das idéias do Zé.
(Livro de orientação para professores). São Paulo: Callis, 2001.
CHITOLINA, Claudinei L. A Criança e a educação filosófica. Maringá, PR: Dental Press, 2003.
Metodologia do Ensino da Filosofia II
Carga Horária: 90h
Ementa: Filosofia e Ensino da Filosofia no Brasil. Os Programas de Filosofia: análise estrutural
e crítica. Elaboração de Programas. Fundamentos filosóficos e pedagógicos de uma Didática da
Filosofia. Articulação de conteúdos, objetivos e estratégias. Adequação do conteúdo de Filosofia
para o Ensino Médio: métodos do ensino da filosofia no ensino médio. Simulações de aulas.
Bibliografia Básica
GALLO, S.; CORNELLI, G.; DANELON, M. (Org.). Filosofia do ensino de filosofia.
Petrópolis: Vozes, 2003.
GALLO, S.; KOHAN, W. Filosofia no ensino médio. Petrópolis: Vozes, 2000.
DANELON, M. (Org.). Filosofia do ensino de filosofia. Petrópolis: Vozes, 2003.
48
OBIOLS G. Uma introdução ao ensino da filosofia. Ijuí: Editora da UNIJUÍ, 2002.
RANCIÈRE J. O mestre ignorante: cinco lições sobre a emancipação intelectual. Belo
Horizonte: Autêntica Editora, 2002.
ARANHA, M. L. A e MARTINS, M.H. P. Filosofando. Introdução à Filosofia. São Paulo:Ed.
Moderna. 1993.
BORNHEIM, G. Introdução ao Filosofar. São Paulo: Ed. Globo, 1989.
CORDI e outros. Para Filosofar. São Paulo: Scipione, 1999.
SOUZA, Sônia M. R. Um outro olhar. Filosofia. São Paulo: FTD, 1995.
WUENSCH, Ana Míriam e SÁTIRO, Angélica. Pensando Melhor. São Paulo: Saraiva, 1997.
MARINHO, J., Filosofia, ensino ou iniciação?, Lisboa: Gulbenkian, 1972.
CAMPOMANES, César T. Didáctica da Filosofia. Madrid: S.M, 1986.
AEBELI, Hans, Prática de Ensino, São Paulo, EPU, 1982.
CABRAL, Roque. Ensinar Filosofia? Novo questionamento a um problema antigo.
CANTISTA, Maria José, Filosofia hoje: porquê e para quê?, Porto, Revista da
Faculdade de Letras, Série Fil. 2º S, nº4, 1987.
Fundamentos Estéticos da Educação
Carga Horária: 45h
Ementa: Fundamentos Estéticos da Educação: uma questão didático – metodológica. Arte e
Paidéia: a relação entre “poiesis” e educação. Filosofia, Educação e Arte: a natureza lúdica e
simbólica do homem. A dimensão estética e o ensino da Filosofia.
Bibliografia Básica:
ALDRICH, Virgil C. Filosofia da Arte. Rio de Janeiro: ZAHAR Editores, 1976.
HUIZINGA, J. Homo Ludens. São Paulo: Perspectiva, 2004.
SCHILLER, F. A Educação Estética do Homem. São Paulo; Iluminuras, 2002.
PAREYSON, L. Os Problemas da Estética. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BARBOSA, Ana Mae (org.). Arte – Eduação: leitura no sub – solo. São Paulo: Cortez, 2002 .
JAEGER, Werner. Paidéia – a formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
Didática
Carga Horária: 60h
Ementa: Didática: relações e pressupostos teóricos. Perspectivas teóricas que orientam a
formação do educador. A relação ensino aprendizagem e seus elementos constitutivos. A
organização do processo didático pedagógico.
Bibliografia Básica:
CARBONELL. A aventura de inovar: a mudança na escola. Porto Alegre: Artmed, 2002.
CANDAU, Vera Maria. A didática em questão. 23 ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e
políticos. São Paulo: Cortez, 1998.
DELORS, J. et al. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 2000.
ENRICONE, Delcia et al. Planejamento de ensino e avaliação. Porto Alegre: Sagra. 1998.
FAZENDA, I. (Org). Didática e interdisciplinaridade. Campinas, SP: Papirus. 1998.
49
FRANCISCO FILHO, Geraldo. Panorâmica das tendências e práticas pedagógicas. São Paulo:
Átomo, 2004.
FREIRE, PAULO. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo:
Paz e Terra, 1996.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. Porto Alegre: Ed. Realidade, 1993.
MEIRIEU, Philippe. Aprender....sim, mas como?. Porto Alegre: Artmed, 1998.
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
SEBARROJA, Jaume Carbonelll et al. (Org). Pedagogias do Século XX. Tradução: Fátima
Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003.
Psicologia da Aprendizagem
Carga Horária: 60h
Ementa: Contextualização da Psicologia da Educação; aprendizagem, desenvolvimento e
educação; o contexto sócio – histórico, econômico – cultural da aprendizagem e seus impactos
no desenvolvimento, a partir dos principais enfoques teóricos da aprendizagem; o homem e seu
desenvolvimento intrapessoal e interpessoal e o contexto sócio – educativo. Montagem de um
plano de ensino.
Bibliografia Básica:
BASSOLS, Ana Margareth Siqueira. Saúde mental na escola. São Paulo: Mediação, v.1 e 2,
2000.
BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. São Paulo: Artmed,
2001.
BOOK, Ana Mercês Bahia. Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia . São Paulo:
Saraiva, 1999.
BRAGHIROLLI, Elaine. Psicologia Geral. Porto Alegre: Vozes, 1980.
FREITAS, Lia. A moral na obra de Jean Piaget. São Paulo: Cortez, 2000.
MORENO, Montserrat. Falemos de educação. São Paulo: Editora Moderna, 2000.
NETTO, S. Pfrom. Psicologia: introdução e guia de estudo. São Paulo: EPU, 1990.
SILVA, Ivani; KAUCHAKJE, Samira; GESUELI, Zilda. Cidadania, surdez e linguagem. São
Paulo: Plexus, 2000.
WADSWORTH, Barry, Jr. Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget. São Paulo:
Pioneira, 1997;
Organização da Educação Brasileira
Carga Horária: 60h
Ementa: Estruturação, organização e gestão do sistema educacional brasileiro. A escola como
núcleo da organização da educação formal, tendo como eixo de discussão as diretrizes e a
política educacional brasileira.
Bibliografia Básica
BRZEZINSKI, Iria. LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez,
1997.
COSTA, Marise V. (org.). Escola básica na virada do século: cultura, política e currículo. São
Paulo: Cortez, 1996.
50
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Plano Decenal de Educação para Todos.
Brasília: MEC, 1993.
OLIVEIRA, Dalila A. (Org.). Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos.
Petrópolis: Vozes, 1997.
SAVIANI, Demerval. Política e educação no Brasil. Campinas: Autores Associados, 1996.
Educação Especial
Carga Horária: 60h
Ementa: Discussão sobre as bases da educação especial no contexto da educação geral;
destaque para a relação da sociedade com a diferença/ deficiência; em que consiste a educação
especial, sua operacionalização nos diversos níveis e modalidades de ensino. A escola e a
política de inclusão; adaptações curriculares e formação docente. As relações família/ criança
especial; a questão da sexualidade e do lazer.
Bibliografia Básica:
ALENCAR, E. M.L.S. da (org.). Tendências e Desafios da Educação Especial. Brasília: SEESP,
1994.
BUENO, J.G.S. Educação Especial Brasileira. Integração/Segregação do Aluno Diferente. São
Paulo: EDUC, 1993.
CADERNOS CEDES. A Nova LDB e as Necessidades Educativas Especiais. São Paulo: Cortez,
1998.
CARVALHO, R.E. Temas em Educação Especial. Rio de Janeiro: WVA, 1998.
FERREIRA, J.R. A Exclusão da Diferença: A Educação do Portador de Deficiência. Piracicaba:
UNIMEP, 1993.
Jogos Teatrais Aplicados ao Ensino da Filosofia
Carga Horária: 45h
Ementa: Estudo do Jogo Teatral como proposta metodológica para o ensino da filosofia na
Educação Básica. Utilização da linguagem teatral para produção, expressão e comunicação de
idéias articulando Estética, Ética, Política e Epistemologia. Prática do Jogo Teatral para
questionar a realidade, formular problemas e buscar resolve-los utilizando para isso a
improvisação.
Bibliografia Básica:
BOAL, Augusto. Teatro do oprimido: e outras poéticas políticas. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1991.
______________. Jogos Para Atores e Não – Atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1998.
COURTNEY, Richard. Jogo, Teatro e Pensamento. Ed. Perspectiva, SP; 1980.
KOUDELA, Ingrid Dormien. Texto e Jogo: uma didática brechitiana. Ed. Perspectiva.SP:1999
PALLOTTINI, Renata. Introdução à Dramaturgia. São Paulo: Editora Ática, 1988
PLATÃO. A República. São Paulo: Nova Cultural; IN:__ Os Pensadores, 2000.
________. O Banquete. São Paulo: Nova Cultural; IN:__ Os Pensadores, 1983.
READ, Herbert. Educação Através da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1971.
REVERBEL, Olga. O Teatro na Sala – de – Aula. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979
51
SANTANA, Arão Paranaguá. Teatro e Formação de Professores. São Luís: EDUFMA, 2000.
SÓFOCLES. Édipo Rei. São Paulo: Martin Claret, 2002.
__________. Antígona. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 1997.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o Teatro. Editora Perspectiva. SP; 2005
Informática Aplicada à Educação
Carga Horária : 30h
Ementa: Conceitos básicos sobre a computação. Os computadores, as novas tecnologias de
telecomunicação e suas contribuições no campo educacional. Os recursos de informática e sua
utilização no apoio ao trabalho do professor: noções básicas do sistema operacional Windows,
editores de texto, planilhas eletrônicas; programas geradores de apresentação, navegação na
Internet.
Bibliografia Básica:
JÚNIOR, Mozart Jesus Fialho dos Santos. Windows 95 Passo a Passo Slim. Ed. Terra, 1997
JÚNIOR, Mozart J. F. dos Santos. Excel 97 Passo a Passo Slim. Ed. Terra, 1997
__________. Word 97 Passo a Passo Slim. Ed. Terra, 1997.
Disciplinas Eletivas:
Bioética
Carga Horária: 45h
Ementa: O estudo sobre a Bioética e as implicações das modernas biotecnologias sobre o ser
humano e o meio ambiente, em conformidade aos valores que alicerçam a formação de uma
sociedade livre, que distribua com justiça, os benefícios oferecidos pelos avanços da ciência
moderna. O desenvolvimento sustentado fundamentado em uma ética da responsabilidade.
Bibliografia Básica:
BELLINO, Francesco. Fundamentos da bioética. Bauru: EDUSC, 1997.
FERRAZ, Sérgio. Manipulações biológicas e princípios constitucionais: uma introdução.
Porto Alegre: SAFE, 1991.
JUNGES, José Roque. Bioética. Perspectivas e desafios. São Leopoldo: Unisinos, 199
CHAVES, Antônio. Direito à vida e ao próprio corpo. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1994.
COSTA, Sérgio Ferreira; GARRAFA, Volnei. Iniciação à bioética. Brasília: Conselho Federal
de Medicina, 1998.
ENGELHARDT Jr., H. Tristram. Fundamentos da bioética. São Paulo: Loyola. 1998.
VARGA, Andrew C. Problemas de bioética Trad. de Pe. Guido Wenzel. São Leopoldo:
Unisinos. 1998.
SAUWEN, Regina Fiuza, HRYNIEWICZ, Severo. O Direito "in vitro": da Bioética ao
Biodireito. Rio de Janeiro: Lumen juris, 1997. 224 p.
SALZANO. F. Ética e Genética. Coleção Filosofia 78. EDIPUCRS. Porto Alegre. 1998
Filosofia e Literatura
Carga Horária: 45h
52
Ementa: Conhecer e desvelar as relações do filosófico na literatura e do literário na filosofia.O
imaginário individual e social no discurso filosófico e literário.
Bibliografia Básica:
DELACAMPAGNE, Christian. História da Filosofia no século XX. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
1997.
HABERMAS, Jürgen. Filosofia e ciência como literatura?. In: ______. Pensamento pósmetafísico (Estudos filosóficos). Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1990.
KHÉDE, Sonia Salomão, coord. Os contrapontos da literatura: arte, ciência e filosofia.
Petrópolis: Vozes, 1984.
NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. 2a ed. São Paulo:Ática, 1989.
________. No tempo do niilismo e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1993.
PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica e filosofia. São Paulo: Cultrix, 1972.
Ética e Cidadania
Carga Horária: 45h
Ementa: O conceito de justiça a partir de uma ética da responsabilidade. Questões
contemporâneas de educação e direito no processo formativo da cidadania. Reflexão sobre o
direito ecológico, da mulher, do consumidor, do adolescente, da criança e do idoso.
Bibliografia Básica:
CARELLA, Túlio – Ética y Ciencia. Buenos Aires, Ediciones Siglo Veinte.
CHAVES, Antônio. Direito à Vida e ao Próprio Corpo. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1994.
GURVITCH, Georges - Moral Teorica y Ciencia de los Costumbres. Trad. de Nazario J.
Dominguez, México, Ed. America, 1945
MARITAIN, Jacques – Problemas Fundamentais da Filosofia Moral. Livraria Agir Editora. Rio
de Janeiro, 1977.
SAUWEN, Regina Fiuza, HRYNIEWICZ, Severo. O Direito "in vitro": da Bioética ao
Biodireito. Rio de Janeiro: Lumen juris, 1997. 224 p.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo. Desafios Éticos da Globalização. São Paulo: Paulinas, 2002.
_____________________. Ética e Racionalidade Moderna. São Paulo: Edições Loyola, 1993.
WILLIAM, Bernard. Introduccion a la Ética. Madrid, Ed. Catedra. 1987.
VAZ, Henrique Cláudio de Lima. Escritos de Filosofia II. Ética e Cultura. São Paulo: Loyola.
1993.
Filosofia da Linguagem
Carga Horária: 45h
Ementa: Objetivos e domínios da Filosofia da Linguagem e sua relação com os diversos campos
do saber. Teorias do Significado e referência. A problemática da Identidade. A Problemática da
Sinonímia: A Problemática dos Juízos Analíticos e Sintéticos. Temas Centrais da Filosofia da
Linguagem.
Bibliografia Básica:
53
ALSTON, William. Filosofia da Linguagem. Rio de Janeiro, Zahar Editores.
AYER, Alfred Jules. As Idéias de Bertrand Russell. São Paulo, Ed. Cultrix EDUSP, 1974.
BUNGE, Mário. Tratado de Filosofia Básica. Semântica. 2 volume. S.Paulo EPU/EDUSP, 1976.
Coleção ‘’OS PENSADORES’’. Vários volumes.
DASCAL, Marcelo. Org. Fundamentos Metodológicos da Linguística. Semântica. Vol. III,
Campinas, Ed. Globo, 1982.
FREGE, Gottlob. Lógica e Filosofia da Linguagem, S. Paulo, Cultrix/ EDUSP, 1978.
KEMPSON, Ruth M. Teoria Semântica. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1980.
LANDIM FILHO, RAUL e ALMEIDA, Guido Antônio de. Filosofia da Linguagem e Lógica.
S.Paulo. Ed. Loyola, Rio de Janeiro, PUC, 1980.
PEARS, David. As Idéias de Wittgenstein. S. Paulo, Cultrix/ EDUSP, 1973.
SHIBLES, Warren. Wittgenstein, Linguagem e Filosofia . S.Paulo, Cultrix/ EDUSP, 1974.
SIMPSON, Thomas Moro. Linguagem, Realidade e Significado. Rio de Janeiro, Francisco
Alves, 1976.
STEGMULLER, Wolfgang. A Filosofia Contemporânea. 2 Vols. S. Paulo, EDU/ EDUSP, 1977.
SUMPF, J. e outros . Filosofia da Linguagem. Coimbra, Liv. Almeidinha, 1973 outros.
LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)
Carga Horária: 45h
Ementa: Histórico. Surdez (grau-tipo-causa). Filosofias de educação do surdo (OralismoComunicação Total-Bilinguismo). Língua X linguagem. Língua de sinais e a formação do
pensamento. Aspectos socioculturais da língua de sinais. Gramática da LIBRAS. Aspectos
fonológicos, morfológicos e sintáticos.
Bibliografia Básica:
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, Departamento de Lingüística e filologia, 1995.
FERNANDES, E. Problemas Lingüísticos e Cognitivos do Surdo. Ed. Agir. 1990.
MOURA, Maria Cecília, et al. Língua de sinais e educação do surdo. São Paulo: Tec Art, 1993,
Série de neuropsicologia V.3.
QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Editora Artes
Médicas. 1997.
SACKS, Oliver. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das
Letras, 1999.
Filosofia da Mente
Carga Horária: 45h
Ementa: O funcionalismo e o naturalismo biológico. O problema do dualismo: o emergentismo,
a introspecção, as leis psicofísicas, a identidade, o reducionismo, a inteligência artificial.
Realismo e Anti- realismo.
Bibliografia Básica:
DENNETT, D. Tipos de Mente: Rumo a Uma Compreensão da Consciência. Rio de Janeiro:
Rocco, 1997.
54
DESCARTES, R. Meditações Metafísicas. Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1987.
RORTY, Richard. A Filosofia e o Espelho da Natureza. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.
SEARLE, John Rogers. Mente, Linguagem e Sociedade: Filosofia no Mundo Real. Rio de
Janeiro: Rocco, 2000.
__________________. A Redescoberta da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
__________________. O mistério da Consciência. São Paulo: Paz e Terra, 1998.
TEIXEIRA, João Fernandes. Mentes e Máquinas: Uma Introdução a Ciência Cognitiva. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1998.
POPPER, Karl Raimund. O Eu e Seu Cérebro. São Paulo; Papirus; Brasília: Universidade de
Brasília, 1995.
Tópicos de Filosofia*
Carga Horária: 45h
Ementa: Uma temática ou autor específico em História da Filosofia.
Tópicos de Filosofia da Educação*
Carga Horária: 45h
Ementa: Uma temática ou autor específico em Filosofia da Educação.
Língua Estrangeira II*
Carga Horária: 45h
Ementa: Compreensão e desenvolvimento das habilidades de ouvir, falar, ler e escrever – nível
elementar II.
* Considerando –se a natureza das referidas disciplinas a Bibliografia só poderá ser
disponibilizada quando da oferta destas, uma vez de posse da temática e/ou do autor ou da
escolha da língua a ser ofertada.
Filosofia do Direito
Carga Horária: 45h
Ementa: Da Filosofia do Direito. O problema da fundamentação do Direito. O Direito no
pensamento filosófico. As teorias dos valores jurídicos. Da finalidade do Direito. Visão crítica
da experiência jurídica.
Bibliografia Básica:
FERRAZ JUNIOR, Tércio Sampaio. Conceito de Sistema no Direito. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 1976.
REALE, Miguel. Filosofia do Direito. São Paulo: Saraiva, 1990.
FRIEDRICH, Joaquim Carl. Perspectiva Histórica da Filosofia do Direito. Rio de Janeiro: Zahar
Editores, 1964.
BOBBIO, Norberto. Teoria do Ordenamento Jurídico. Brasília: Ed. UB, 1994.
KELSEN, Hans. Teoria Pura do Direito. 5ª. Ed. Coimbra. Armênio Amado, 1994.
Antropologia
Carga Horária: 45h
55
Ementa: Antropologia como ciência, objeto da Antropologia; A origem do homem, raças
humanas; Antropologia: campos de estudo.
Bibliografia Básica:
DA MATA, Roberto. Revitalizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro:
Rocco, 1991.
LAPLANTINE, F. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense.
LARAIA, Roque de B. Cultura: um conceito e sociedade. In:__ Cultura e Personalidade. São
Paulo: Mestre Jou, 1945.
AZEVEDO, Eliane. Raça: conceito e preconceito. São Paulo: Ática. (Coleção Princípios).
ROCHA, Everardo. O que é etnocentrismo. São Paulo: Brasiliense, 1987. (Coleção Primeiros
Passos).
18.DEMONSTRATIVO DO POTENCIAL
DISCIPLINAS DO CURRÍCULO NOVO
DISCIPLINA
DOCENTE
DEPTo.
NOME
PARA
MINISTRAR
DOCENTE
TÍTULO
Psicologia
Sociologia
Filosofia Política
PSI
SOC
FIL
À Critério do Departamento
À critério do Departamento
Hamilton Dutra Duarte
Ética
Ética Contemp.
FIL
FIL
Helder Machado Passos
Gastão Correia
Fil. Política e
Educação
Filosofia do Ser
FIL
Lincoln Sales
FIL
Wildoberto Batista Gurgel
Antropologia
Filosófica
Iniciação
Filosófica
Filosofia da
Educação
Filosofia da
História
Lógica
Teoria do
Conhecimento
Epistemologia
Geral
Filosofia das
FIL
Luciano Façanha
FIL
Lincoln Sales
FIL
Carmem Portela
FIL
William Coêlho
FIL
FIL
Doutorand
o
Mestre
Doutoran
do
Mestre
Doutoran
do
Doutoran
do
Mestre
AS
REGIME
TRABALHO
DE
DE
DE
20h
DE
DE
20h
DE
Márcio Cléos
Zilmara de Jesus V. de Carvalho
Especialis
ta
Mestran
do
Mestre
Mestre
FIL
Antonio José
Mestre
DE
FIL
Raimundo Portela
Mestre
DE
DE
DE
DE
56
Ciências
Hermenêutica
Filosofia da
Cultura
FIL
FIL
Almir Ferreira
Thais Moraes
Doutor
Especialis
ta
DE
DE
Estética
Mitologia Grega
FIL
FIL
Plínio Fontenelle
José Fernandes Leite
DE
DE
História da Fil.
Antiga
História da Fil.
Medieval
História da Fil.
Moderna I
História da Fil.
Moderna II
História da Fil.
Contemporânea
Teoria Crítica
FIL
José Fernandes Leite
FIL
José de Ribamar Castro
FIL
Ma. Olília Serra
Mestre
Doutoran
do
Doutoran
do
Especialis
ta
Mestre
FIL
Luciano Façanha
DE
FIL
Marcelo Antunes
FIL
William Coelho
Língua
Estrangeira
Instrumental I
Estágio
Supervisionado
I
Estágio
Supervisionado
II
Metodologia da
Pesquisa
Filosófica
Metodologia do
Ensino da
Filosofia I
Metodologia do
Ensino da
Filosofia II
Fundamentos
Estéticos da
Educação
Didática
Psicologia da
Aprendizagem
Educação
Especial
LER
À Critério do Departamento
Doutoran
do
Especialis
ta
Mestran
do
-
FIL
Judite Eugênia Barbosa
Mestran
da
DE
FIL
Marly Cutrim
Mestre
DE
FIL
Rita de Cássia
Doutoran
da
DE
FIL
Cynthia Moreira Lima
Mestre
DE
FIL
Marcos Antonio Muniz
Mestre
20H
FIL
Almir Ferreira Junior
Doutor
DE
EDU I
EDU II
À Critério do Departamento
À Critério do Departamento
-
-
EDU II
À Critério do Departamento
-
-
DE
DE
DE
DE
DE
-
57
Organização da
Educação
Brasileira
Informática
Aplicada à
Educação
Jogos Teatrais
Verificação do
Perfil Escolar
Obs. do
Trabalho
Pedagógico I e II
Averiguação da
Prática Docente
Participação na
Atividade
Docente I e II
Eletivas:
EDU II
À Critério do Departamento
-
-
INF
A Critério do Departamento
-
-
ART
FIL
Á Critério do Departamento
Cynthia Moreira Lima
Mestre
DE
FIL
Carmen Portela
Especialis
ta
DE
FIL
Judite Eugênia Barbosa
40h
FIL
Marly Menezes Cutrim
Mestran
da
Mestre
Filosofia da
Mente
Ética e
Cidadania
FIL
Hamilton Duarte
DE
FIL
Helder Machado Passos
Doutoran
Do
Mestre
FIL
Wildoberto Gurgel
DE
FIL
Rita de Cássia Oliveira
Doutoran
Do
Doutoran
Da
FIL
Márcio Cléos
Mestre
DE
FIL
Marcos Antonio Muniz
Mestre
DE
FIL
Marcelo Magno Antunes
Mestran
do
DE
LER
À Critério do Departamento
-
-
LER
À Critério do Departamento
-
-
Bioética
Filosofia e
Literatura
DE
DE
DE
Filosofia da
Linguagem
Tópicos de
Filosofia da
Educação
Tópicos de
Filosofia
Língua
Estrangeira
Instrumenta lI
58
LIBRAS
Filosofia do
Direito
Antropologia
DT
A Critério do Departamento
-
-
SOC
A Critério do Departamento
-
-
19. ESPAÇO FÍSICO NECESSÁRIO PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO DE
FILOSOFIA LICENCIATURA
O Curso de Filosofia Licenciatura desenvolve suas atividades no Centro de Ciências
Humanas utilizando, por este motivo, toda a estrutura física do prédio, além de dispor do espaço
reservado à Sala de Multimídia e ao Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia.
ESPAÇO FÍSICO DO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS
ESPECIFICAÇÃO
QUANTITATIVO
Sala de Recursos Lingüísticos
01
Sala de Vídeo
02
Sala de Multimídia*
05
Laboratório de Informática para os Alunos
04
Laboratório de Informática para os Professores
02
Auditórios
02
Sala de Reuniões
01
* A Sala de Multimídia dispõe de retropojetor, dvd,, vídeo
cassete, televisão e quadro branco.
59
ESPAÇO FÍSICO DO CURSO DE FILOSOFIA ATUAL E NECESSÁRIO
ESPECIFICAÇÃO
QUANTITATIVO
Sala de Aula
07
Sala de Estágio (permanente)
01
Sala de Professores
06
Sala da Coordenação do Curso
01
Sala do Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia
01
Sala do Departamento de Filosofia
01
Sala de Multimídia
01
20. BASES LEGAIS DO CURSO
Bases legais do Curso de Filosofia
RESOLUÇÃO N◦ 10/86 -CONSUN
Parecer n◦ 277 do Conselho Federal de Educação
RESOLUÇÃO N◦ 17/86 –CONSUN
21. REFERÊNCIAS
Lei 9394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação);
Decreto 3276/1999 (Dispõe sobre a Formação em Nível Superior de Professores para a
Atuação na Educação Básica);
Decreto 3554/2000 (Da nova Redação ao § 2º. do artigo 3º. do Decreto 3276/1999).
RESOLUÇÃO No. 12 de 13 de Março de 2002 (Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
de Graduação em Filosofia)
RESOLUÇÃO CNE-CP 01/2002
RESOLUÇÃO CNE-CP 02/2002
RESOLUÇÃO 90/99 – CONSEPE(UFMA)
60
22. ANEXOS
ANEXO A
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS
COORDENADORIA DO CURSO DEFILOSOFIA
COLEGIADO DO CURSO DE FILOSOFIA
NORMAS ESPECÍFICAS DO ESTÁGIO CURRICULAR
Estabelece critérios para o funcionamento
do Estágio Curricular
A Coordenadora do Curso de Filosofia, na qualidade de Presidente
do respectivo Colegiado, no uso de suas atribuições legais, cumprindo o que ficou
estabelecido na sessão ordinária de ...
Em conformidade ao que determina a Resolução 90/99-CONSEPE
em seus artigos 86 a 102.
ESTABELECE
Art. 1º. O Estágio Supervisionado é uma atividade de ensino, pesquisa e extensão, que tem por
objetivo aplicar, rever e ampliar o conhecimento acerca do exercício da docência sob a
supervisão de docentes e técnicos credenciados pelas instituições de ensino.
Art. 2º. O Curso de Filosofia desenvolverá obrigatoriamente o Estágio Supervisionado com a
carga horária de 405 horas, conforme o Conselho Federal de Educação.
Art. 3º. O Estágio Curricular se desenvolverá em duas em duas etapas, a saber:
1ª. Etapa : 180 horas referentes Estágio Supervisionado I (Ensino Fundamental). No Estágio
Supervisionado I serão analisados a sistemática, o funcionamento do estágio e a realidade
educacional nos seus aspectos físico, didático – pedagógico e administrativo, articulando o
61
conhecimento teórico e o exercício da docência. Nessa etapa dar – se – á o treinamento do
discente através de micro – aulas e da direção de sala – de – aula nas últimas séries do Ensino
Fundamental (5ª. A 8ª. Série) e desenvolver – se – á projetos de pesquisa e extensão voltados
para a docência em filosofia. O Estágio Supervisionado I terá como pré – requisito a
Metodologia do Ensino da Filosofia I.
2ª. Etapa: 225 horas concernentes ao Estágio Supervisionado II (Ensino Médio). No Estágio
Supervisionado II (Ensino Médio), uma vez feita a observação e a análise crítica da realidade
educacional, dar – se – á prosseguimento à articulação entre teoria e prática, desenvolvendo – se
uma metodologia adequada para tal articulação. Nessa etapa se complementará o treinamento
dos discentes através de micro –aulas e da direção de sala de aula no Ensino Médio. Dar – se – á
continuidade aos projetos de pesquisa e extensão, bem como fomentar – se – á a construção de
outros. O Estágio II terá como pré – requisito a Metodologia de Ensino da Filosofia II e o
Estágio Supervisionado I.
Art. 4º. O conteúdo das etapas será detalhado nas ementas das disciplinas.
Art. 5º. O Coordenador do Estágio Supervisionado do Curso de Filosofia deverá ser indicado
pela Assembléia Departamental do referido Curso e homologado pelo Colegiado do Curso de
Filosofia, para um mandato de dois anos, podendo ser reconduzido. O Coordenador será membro
nato do Colegiado.
Art. 6º. Os Critérios de avaliação da aprendizagem no Estágio Supervisionado abrangerão os
seguintes aspectos (Art. 99 da Resolução 90/99 – CONSEPE):
01- Criatividade;
02- Capacidade de Análise Crítica;
03- Conhecimento Filosófico;
04- Conhecimento didático – pedagógico;
05- Responsabilidade (assiduidade, pontualidade).
Art. 7º. Ao Supervisor que terá uma carga horária mínima de 20 horas, caberá atribuir as notas
aos estagiários (§ 3 & 4 do Art. 97 da Resolução 90/99 – CONSEPE).
Art. 8º. As notas deverão variar da 0 a 100 observando a seguinte sistemática:
§1º. Serão atribuídas três notas, cuja nota final será a média aritmética das três, obedecendo os
critérios de reposição e final, estabelecidos para as disciplinas em geral.
62
§2º. A terceira nota do Estágio Supervisionado I e II será atribuída tendo por base o relatório do
respectivo estágio , com o “dossiê” em anexo.
§3º. Serão considerados aprovados os estagiários que obtiverem nota mínima sete em todas as
etapas do estágio.
Art. 9º. Estas Normas entrarão em vigor na data de aprovação do Projeto Pedagógico.
Obs.: Os casos Omissos nestas normas , após parecer do Coordenador do Estágio, serão
resolvidos pelo Colegiado do Curso e pelo DIESC/PROEN, quando necessário.
Profa. MS. Zilmara de Jesus Viana de Carvalho
Presidente do Colegiado do Curso de Filosofia
63
ANEXO B
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS
COORDENADORIA DO CURSO DEFILOSOFIA
COLEGIADO DO CURSO DE FILOSOFIA
NORMAS COMPLEMENTARES DE MONOGRAFIA DE CONCLUSÃO
DE CURSO
O Colegiado do Curso de Filosofia no uso de suas atribuições
legais, cumprindo o que determina o Art. 85 da Resolução 90/99-CONSEPE.
RESOLVE
Art. 1- Os temas da Monografia de Conclusão de Curso devem estar vinculados
aos campos de Conhecimento que constituem as linhas prioritárias do curso.
Parágrafo único: São consideradas linhas prioritárias do Curso de Filosofia:
História da Filosofia; Filosofia da Educação; Filosofia Política; Ética; Estética;
Metafísica; Lógica e Epistemologia.
Art. 2- Em conformidade com o § 2 do Art. 82 da Resolução 90/99-CONSEPE,
caberá ao aluno escolher para orientador o docente de maior afinidade com o tema
objeto de sua monografia.
Parágrafo único: ao docente é facultada a aceitação da orientação, bem como a sua
interrupção desde que comunique ao Coordenador de Monografias.
64
Art. 3- A data limite para defesa da monografia coincidirá com o fim do semestre
letivo conforme calendário acadêmico.
Art. 4- Caberá ao Colegiado do Curso a aprovação do projeto de monografia,
assim como a homologação da ata de defesa do trabalho.
Parágrafo único: O projeto devera ser constituído pelos seguintes itens: tema,
autor, orientador, objetivos, justificativa, problematização, roteiro temático,
desenvolvimento teórico, cronograma, metodologia, bibliografia. Deverá ser
entregue à Coordenação do Curso assinado pelo orientador, autor, e Coordenador
de Monografias.
Art. 5- A banca examinadora será composta pelo orientador e mais dois
professores indicados pelo Colegiado do Curso, conforme determina o Art. 84 da
Resolução 90/99-CONSEPE.
Art. 6- Serão entregues à Coordenação do Curso cinco exemplares da monografia
mais uma cópia em CDR, que terão o seguinte destino: uma cópia para cada
membro da banca, uma para o suplente, e uma para o Núcleo de Pesquisa em
Filosofia; a cópia em CDR terá o destino de integrar o banco de dados da
coordenação referente a trabalhos monográficos.
Art. 7- As Monografias de Conclusão de Curso serão supervisionadas pelo
Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Filosofia, que será escolhido pelo
Colegiado do Curso de Filosofia para um mandato de dois anos, conforme
regulamento do Núcleo.
§ 1º. O trabalho de conclusão de curso tem carga horária de 120h, de modo que
após concluída 50% da carga horária do curso o aluno poderá começar a elaborar o
projeto de monografia, bem como posteriormente a monografia, tendo como prazo
máximo para a defesa do trabalho o término da carga horária prevista para
integralização curricular.
65
§ 2º. A orientação de monografia por mais de dois semestres letivos será concedida
a critério do Supervisor de Monografia, tendo por base a participação do aluno nas
reuniões, andamento do trabalho e tempo máximo de integralização curricular.
§ 3º. Caberá ao Supervisor de Monografia propor ao Colegiado de Curso
programas especiais de apoio aos alunos que não conseguirem, apesar de seu
empenho, terminar o trabalho. Caso o aluno não consiga concluir o trabalho em
dois semestres letivos e sendo – lhe concedido um terceiro semestre, far – se – á
mediante plano de estudo, examinando – se, para tanto, a situação do aluno na
Instituição.
Art. 8- Conforme determina o § 3 do Art. 82 da Resolução 90/99-CONSEPE, o
prazo fixado pelo Colegiado do Curso para que o aluno faça a escolha do
orientador e encaminhe por escrito à Coordenação do Curso o aceite do orientador
é o período entre a pré matricula e a confirmação, sem o qual a confirmação não
será efetuada.
Art. 9- Estas normas complementares estarão em vigor na data de sua aprovação,
revogadas as disposições em contrário.
São Luis, 23 de dezembro de 2002
Presidente do Colegiado do Curso de Filosofia
66
ANEXO C
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS
COORDENADORIA DO CURSO DE FILOSOFIA
COLEGIADO DO CURSO DE FILOSOFIA
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
O Colegiado do Curso de Filosofia no uso de suas atribuições
legais estabelece critérios para aproveitamento de Estudos
Independentes ou Atividades Complementares.
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1° - O Projeto Pedagógico do Curso de Filosofia, modalidade Licenciatura, prevê a inclusão
de 210 horas destinadas a Estudos Independentes (Atividades Complementares). O cálculo dos
créditos será feito a partir dos critérios adotados pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia
(NPE-Fil).
Art. 2° - As Atividades Complementares têm como objetivo compor a carga horária das
atividades curriculares, visando flexibilizar a grade curricular e ainda contribuir para a formação
pretendida no Projeto Pedagógico do Curso, a saber, a integração entre ensino, pesquisa e
extensão.
Art. 3° - São consideradas Atividades Complementares para fins de integralização da cargahorária do currículo do Curso de Filosofia Licenciatura:
I.
Atividades em Grupos de Estudos orientados por docentes do Curso de Graduação ou
67
Pós-Graduação em Filosofia e áreas afins aprovados pelo respectivo Colegiado de
Curso e cadastrado no Núcleo de Pesquisa e Extensão – NPE da Coordenação do
Curso de Filosofia.
II.
Participação em Seminários de Iniciação Científica, Semanas & Encontros Locais,
Nacionais, Regionais e Internacionais de Filosofia, Congressos e eventos científicos
na área de Filosofia e áreas afins. Participação em Monitorias e em Projetos de
Pesquisa e/ou Extensão.
III.
Disciplinas eletivas oferecidas pelo Curso de Filosofia; Disciplinas oferecidas em
qualquer outro Curso de Graduação da UFMA e/ou em qualquer outra Instituição de
Ensino Superior Reconhecida pelo MEC-, desde que possua algum tipo de afinidade
com a Filosofia ou contribua de alguma forma para a formação da docência em
Filosofia; Língua Estrangeira. Representação estudantil.
§ 1º As atividades de que trata o inciso III, quando promovidas por outras instituições ou por
outras Faculdades, necessitam ser validadas pela Coordenação do Curso de Filosofia, mediante
requerimento justificado e documentado pelo aluno.
§ 2º Todas as atividades constantes deste artigo devem ser comprovadas junto à Coordenadoria
do Curso, através de requerimento documentado, certificado ou equivalente, devendo constar a
carga-horária cumprida pelo discente, e protocolado pelo aluno na Coordenação do Curso.
§ 3º Compete à Coordenadoria do Curso encaminhar ao Colegiado do Curso de Filosofia os
pareceres deferindo ou indeferindo as atividades requeridas pelo aluno, de que trata este artigo a
fim de que o mesmo os homologue.
Art. 4° - O presente Regulamento só pode ser alterado através do voto da maioria absoluta por
proposta dos Conselheiros do Colegiado do Curso de Filosofia.
Art. 5° - Compete ao Colegiado do Curso de Filosofia decidir, em primeira instância, sobre os
recursos interpostos referentes à matéria deste Regulamento.
Art. 6º- A atribuição de créditos atendera aos critérios abaixo e será examinada pelo NPE - Fil
os casos omissos serão deliberados pelo Colegiado do Curso de Filosofia.
68
CRITÉRIOS PARA A PONTUAÇÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS
COMPLEMENTARES, INCORPORADAS COMO CRÉDITOS NA FORMAÇÃO DO
ALUNO DO CURSO DE FILOSOFIA LICENCIATURA DA UFMA.
PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS
(Seminários, Semanas, Simpósios, Jornadas, Mini – Cursos):
COMO OUVINTE OU COMO ORGANIZADOR
Abrangência
Local
Nacional
Internacional
C.H. por Participação
5 horas
6 horas
8 horas
Considerar até:
5
5
5
C.H. Total Permitida
25 horas
30 horas
40 horas
Requisitos para Aproveitamento : Certificado de Presença e Apresentação de Relatório.
COM COMUNICAÇÕES, PALESTRAS etc.
Abrangência
Local
Nacional
Internacional
C.H. por Apresentação
6 horas
10 horas
15 horas
Considerar até:
5
5
5
C.H.. Total Permitida
30 horas
50 horas
75 horas
Requisitos para Aproveitamento : Certificado de Presença e Trabalho Apresentado.
COM APRESENTAÇÃO DE PAINÉIS
C. H por painel
Considerar até:
C.H Total Permitida
10h
3 painéis
30h
Requisitos para Aproveitamento: Certificado de Presença e Apresentação de Relatório.
69
MONITORIA
C.H. por Semestre
15 horas
Considerar até:
4 semestres
C.H. Total Permitida
60 horas
Requisitos para Aproveitamento: Relatório do Professor Orientador
PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS DE PESQUISA E/OU EXTENSÃO
C.H. por
Semestre
15horas
(não
bolsista)
Considerar até:
C.H. Total Permitida
4 Semestres
60 horas
30 horas
(bolsista
)
4 Semestres
120 horas
Requisitos para Aproveitamento: Relatório do Professor Orientador.
GRUPOS DE ESTUDOS
C.H. por Semestre
15 horas
Considerar até:
8 Semestres
C.H. Total Permitida
120 horas
Requisitos para Aproveitamento: cabe ao professor coordenador do grupo assinar documento
comprobatório da participação efetiva do aluno nas atividades do grupo, anexando a esse a
produção textual do mesmo. É condição necessária para que os créditos sejam contabilizados,
que o Grupo de Estudos esteja cadastrado no Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia.
PRODUÇÃO CIENTÍFICA
PUBLICAÇÕES DE ARTIGOS EM REVISTAS; PUBLICAÇÕES EM ANAIS DE
EVENTOS CIENTÍFICOS.
Abrangênc
ia
Caráter
Geral
Específico
da área
C.H. por Publicação
Considerar até:
C.H. Total Permitida
10 horas
3 publicações
30 horas
15 horas
4 publicações
60 horas
70
Requisitos para Aproveitamento: Artigo Publicado.
PARTICIPAÇÃO EM DISCIPLINAS:
Eletivas; Disciplinas oferecidas por outros Cursos ou IES
C.H. por Disciplina
Considerar Até
C.H. Total Permitida
30h – 4 5h – 60h –
75horas
________
165 horas
Obs.: o aluno terá que cursar Obrigatoriamente uma Disciplina Eletiva (45h). As demais
eletivas cursadas, assim como disciplinas oferecidas por outros Cursos da UFMA ou de outras
IES serão contabilizadas na carga horária dos estudos independentes, só serão contabilizados no
máximo sete créditos (165h).
Requisitos para Aproveitamento.: Disciplinas feitas por outros Cursos da UFMA ou por outras
IES (desde que reconhecida pelo MEC), só serão contabilizadas se guardarem alguma relação de
afinidade com a filosofia ou com a prática da docência em filosofia.
LÍNGUA ESTRANGEIRA
C.H por disciplina
Considerar até:
C.H total permitida
30h – 45h
______
45h
Obs.: o aluno terá que cursar obrigatoriamente uma língua estrangeira instrumental (45h)
oferecida no Curso de Filosofia, por outros cursos da UFMA ou por outras IES (nestes dois
últimos casos mediante aproveitamento de estudos). Estudos de língua estrangeira que excedam
a carga horária obrigatória ou realizados em Instituições que não sejam de Ensino Superior
poderão ser aproveitados como estudos independentes, desde que devidamente comprovados.
REPRESENTAÇÃO ACADÊMICA
Modalidade de
Representação
C. H por
Representação
Considerar até:
C.H Total Permitida
C.A
5
4 Semestres
20h
Colegiado de Curso
5
4 Semestres
20h
Assembléia
5
4 Semestres
20h
71
Departamental
DCE
5
4 Semestres
20h
Requisitos de Aproveitamento: Ata de posse e declaração de participação efetiva durante a
vigência do mandato.
ESTÁGIO NÃO CURRICULAR
Abrangência
C.H Total Permitida
Caráter Geral
45h
Caráter Específico
60h
Requisitos para Aproveitamento: Atestado de Realização.
Art. 7º - Este Regulamento integra o currículo do Curso de Graduação em Filosofia
Licenciatura, como anexo, e entra em vigor na data de aprovação do Projeto Pedagógico do
Curso. Os casos omissos serão julgados pelo Colegiado do Curso.
São Luís, 03 de Agosto de 2006
Profa. Zilmara de Jesus V. De Carvalho
Presidente do Colegiado do Curso
72
ANEXO D
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS
COORDENADORIA DO CURSO DEFILOSOFIA
COLEGIADO DO CURSO DE FILOSOFIA
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA E EXTENSÃO /NPE-FIL
Disciplina e regulamenta o funcionamento
do Núcleo de Pesquisa e Extensão de
Filosofia/NPE-FIL
O Presidente do Colegiado do Curso de Filosofia, no uso de suas
atribuições regimentais e tendo em vista o que foi decidido por este colegiado, em sessão
ordinária realizada no dia 08 de Outubro de 2004.
E S T A B E L E C E:
Art 1º
O Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia é vinculado diretamente a
Coordenação do Curso de Filosofia da Universidade Federal do Maranhão e define-se pelo
credenciamento e fomento de Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão nas linhas de Lógica e
Epistemologia, Ética, Política, Estética, História da Filosofia e Filosofia da Educação.
Art 2º
O Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia tem os seguintes objetivos gerais:
I.
Planejar, desenvolver, avaliar e divulgar a produção científica na área de Filosofia,
priorizando as linhas de pesquisa que caracterizam o curso;
II.
Gerar e coordenar recursos audiovisuais, artísticos, e instrumentos metodológicos,
visando a expansão do curso em Projetos de interiorização desenvolvendo suas linhas
de pesquisa;
Art 3º São procedimentos e mecanismos apropriados para o desenvolvimento das linhas de
73
pesquisa:
I.
Realização de debates, cursos e seminários objetivando tanto a regularização e
qualificação do debate teórico-metodológico, quanto à divulgação da produção
científica;
II.
Promoção de intercâmbio a nível estadual e nacional da produção científica nas
linhas de pesquisa que identificam o curso;
III.
Definição e estabelecimento de vínculos de pesquisa no âmbito da UFMA e com
outras instituições;
IV.
Programação e realização de cursos de especialização, mini-cursos e outros eventos
acadêmicos;
V.
Criação de grupos permanentes de trabalho coordenados por professores
pesquisadores da UFMA, aberto à participação de pesquisadores de outras IES e da
comunidade;
Art 4º
O Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia tem a seguinte estrutura
organizacional:
I.
1 Coordenador;
II.
3 bolsistas;
Art 5º
São atribuições do Coordenador:
I.
Coordenar, organizar, supervisionar e avaliar as atividades cientificas (Monografias
de Conclusão de Curso, Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão) do Núcleo;
II.
Submeter ao Colegiado do Curso as matérias seguintes:
a) Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão conferindo sua equivalência em créditos e
carga-horária para a integralização curricular do aluno;
b) Projetos de Monografia de Conclusão de Curso, encaminhando-os aos relatores;
c) Normas complementares das Monografias de Conclusão de Curso;
d) Plano de Trabalho Anual;
e) Relatório semestral de atividades;
f) Normas complementares orientadoras das ações do Núcleo.
III.
Solicitar à Coordenação do Curso e as demais instâncias competentes os recursos
humanos e materiais necessários para o funcionamento do Núcleo;
74
IV.
Desenvolver gestões junto a instituições financiadoras públicas e privadas, nacionais
e estrangeiras, visando à obtenção de recursos para o desenvolvimento das atividades
do Núcleo;
V.
Publicar boletins periódicos contendo informes científicos, referências e resumos de
documentação, ensaios, artigos e outras formas de divulgação da produção e das
atividades científicas do Núcleo;
VI.
Outras atribuições que se fizerem necessárias para o pleno funcionamento do Núcleo.
Art.6º Da competência do Bolsista
I.
Auxiliar a Coordenação do NPE-Fil, os supervisores e pesquisadores nas atividades
desenvolvidas no Núcleo.
II.
Cada linha de Pesquisa terá um bolsista:
Parágrafo único ─ só poderá participar como bolsista do NPE-Fil, alunos do curso de
Filosofia com o coeficiente de aproveitamento à partir da média 8 (oito) e que não tenha
nenhuma reprovação por conteúdo.
Art 7º A Coordenação do Núcleo de Pesquisa e Extensão de Filosofia será exercida por um
docente membro do Colegiado do Curso com base nos seguintes critérios:
I.
Ter regime de trabalho 40 horas ou DE;
II.
Ter alocação de 20horas de sua carga horária para desenvolver a função de
coordenador.
Art.8º
O mandato do Coordenador será de dois (02) anos, permitida a recondução por igual
período.
$ 1º
O Colegiado do Curso de Filosofia poderá destituir o Coordenador, em caso de não
cumprimento do disposto no artigo 5º.
$2º
Em caso de destituição, será realizada imediatamente uma nova eleição.
Art 9º A eleição do Coordenador do Núcleo será realizada pelo Colegiado do Curso após a
publicação dessas normas.
São Luís, 08 de Outubro de 2004
Presidente do Colegiado do Curso de Filosofia
75
76
RESOLUÇÃO N° 661-CONSEPE, de 09 de janeiro de 2009
Altera os artigos 4° e 5° da Resolução nº
497-CONSEPE-06 que aprova o Projeto
Pedagógico do Curso de Filosofia,
Modalidade Licenciatura e acrescenta a
Matriz Curricular como Anexo Único.
O Reitor da Universidade Federal do Maranhão, na qualidade de
PRESIDENTE DO CONSELHO DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO, no uso de suas
atribuições estatutárias e regimentais;
Considerando as Resoluções CNE/CES nº 12, de 13 de março de 2002,
que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Filosofia; o
Parecer CNE/CP N° 09/2001; CNE/CP nºs 1 e 2/2002, que institui Diretrizes Curriculares para a
Formação de Professores da Educação Básica e a duração dos cursos de Licenciatura;
Considerando ainda, o que consta no Processo n° 009313/2008-85 e o
que decidiu referido Conselho em sessão desta data;
R E S O L V E:
Art. 1º
Alterar os artigos 4º e 5° da Resolução nº 497-CONSEPE-06, que
aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Filosofia, Modalidade
Licenciatura, que passam a vigorar com a seguinte redação:
Art. 4º - A organização curricular do curso está estruturada a partir
de eixos formativos de caráter científico, filosófico, cultural e
de
experiências educativas fundamentais para a construção de uma prática filosófico–
pedagógica, destinados à aquisição de competências e habilidades necessários ao exercício
profissional:
4.1. EIXO FORMATIVO CIENTÍFICO
PréT P E Total Requisitos
4 -- -4
--4 -- -4
---
Créditos
ASPECTOS
PSICOLÓGICO
SOCIOLÓGICO
DISCIPLINAS
Psicologia
Sociologia
CH
60
60
77
120
8
--
--
8
---
Total
2
4.2. EIXO FORMATIVO ESPECÍFICO
ASPECTOS
DISCIPLINAS
FILOSÓFICO
GERAL
Filosofia do Ser
Antropologia Filosófica
60
60
T
4
4
P
---
PréRequisitos
E Total
-4
---4
---
Iniciação Filosófica
60
4
--
--
4
---
60
60
60
60
60
60
45
60
60
4
4
4
4
4
4
3
4
4
----------
----------
4
4
4
4
4
4
3
4
4
Filosofia Política
Ética
Ética Contemporânea
Introdução à História da
Filosofia Antiga
História da Filosofia Antiga
Hist. da Filosofia Medieval
60
60
60
45
4
4
4
3
-----
-----
4
4
4
3
----------------Teoria do
Conh.
--Fil. do Ser
Ética
---
60
60
4
4
---
---
4
4
História da Fil. Moderna – I
90
6
--
--
6
História da Fil. Moderna – II
60
4
--
--
4
Mit.Grega
Hist.da
Fil.Ant
Hist.da
Fil.Ant
Moderna I
Hist. da Fil. Contemporânea
60
4
--
--
4
Moderna II
Tópicos de História da 45
Filosofia Contemporânea
Monografia
120
3
--
--
3
Moderna II
8
--
--
8
---
Filosofia da História
Estética
Filosofia da Cultura
Filosofia da Educação
Lógica
Teoria do Conhecimento
LÓGICO Hermenêutica
EPISTEMOLÓGI
Filosofia das Ciências
CO
Epistemologia Geral
ÉTICO POLÍTICO
HISTÓRICO –
FILOSÓFICO
MONOGRAFIA
CH
Créditos
78
ELETIVA
Eletiva I
Eletiva II
Eletiva III
Eletiva IV
45
45
45
45
3
3
3
3
1605 107
-----
-----
3
3
3
3
---------
--
-- 107
---
TOTAL
3
4.3 EIXO FORMATIVO FILOSÓFICO-PEDAGÓGICO
ASPECTOS
DISCIPLINAS
CH
PréCréditos
Requisitos
T P E total
Estágio de Docência I
180
4
Met. do Ens. I
-- 4
ESTÁGIO
DE
Met. do Ens. I
DOCÊNCIA
Estágio de Docência II
180
4
Estágio I
-- -- 4
TOTAL
360
-- -- 8
8
--ASPECTOS
DISCIPLINAS
CH
PréCréditos
Requisitos
T P E Total
Met. da Pesquisa
45
1
1 -2
--Filosófica
Met. do Ensino da
75
3
1 -4
Didática
Filosofia I
Met. do Ensino da
75
3
1 -4
Didática
DIDÁTICOFilosofia II
METODOLÓGICO Didática
60
2
1 -3
--Psicologia
da
60
4 -- -4
--Aprendizagem
Org.
da
Educação
60
4 -- -4
--Brasileira
Educação Especial
60
4 -- -4
--Informática Aplicada à
30
-- 1 -1
--Educação
79
465
21
5
--
---
26
Total
ASPECTOS
PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS
DISCIPLINAS
Práticas Investigativas
em Filosofia I
Práticas Investigativas
em Filosofia II
Total
CH
Prétotal Requisitos
3
---
Créditos
90
T
--
P
3
E
--
60
--
2
--
2
150
--
5
--
5
Práticas
Investigativas
I
---
Art. 5° A carga horária total do curso é de 2.910 (duas mil novecentas e
dez) horas, equivalente a 168 (cento e sessenta e oito) créditos,
distribuídas por eixos formativos, a saber:
CH
T
P
CR
E
120
8
-
-
8
1.605
107
-
-
107
360
150
465
210
21
14
5
5
-
8
-
8
5
26
14
1. 185
2.910
35
150
10
10
8
8
53
168
EIXOS
FORMATIVOS
Total
Científico
Específico
Filosófico-Pedagógico
. Estágio de Docência
. Práticas Pedagógicas
. Didático/Metodológico
. Atividades
Complementares
Sub-total
TOTAL
4
Art. 2º
Acrescentar a Matriz Curricular do Curso de Filosofia, Modalidade
Licenciatura, como Anexo Único, parte integrante e indissociável
desta Resolução.
Art. 3º
A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação,
revogadas as disposições contrárias.
Dê-se ciência. Publique-se. Cumpra-se
80
São Luís, 09 de janeiro de 2009.
Prof. Dr. NATALINO SALGADO FILHO
Presidente
ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO Nº 661 - CONSEPE, de 09 de janeiro de 2009
MATRIZ CURRICULAR-CURSO DE FILOSOFIA/MODALIDADE LICENCIATURA
1º Período
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINAS
PRÉ-REQUISITOS
T
P
E
Total
FIL
3
-
-
3
45
Introdução à História da
Filosofia Antiga
--
FIL
4
-
-
4
60
Iniciação Filosófica
--
FIL
4
-
-
4
60
Lógica
--
PSI
4
-
-
4
60
Psicologia
--
SOC
4
-
-
4
60
Sociologia
--
INF
-
1
-
1
30
Informática Aplicada à
Educação
--
19
1
-
20
315
Total
2º Período
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINA S
PRÉ-REQUISITOS
T
P
E
Total
FIL
4
-
-
4
60
História da Filosofia
Antiga
--
3
-
3
45
ELETIVA -I
--
FIL
4
-
-
4
60
Teoria do Conhecimento
--
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia das Ciências
--
EDU II
4
-
-
4
60
Psicologia da
Aprendizagem
--
EDU I
2
1
-
3
60
Didática
--
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia da Educação
--
Introdução à História
da Filosofia Antiga
81
Total
25
1
-
27
405
3º Período
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINAS
PRÉ-REQUISITOS
T
P
E
Total
FIL
4
-
-
4
60
História da Filosofia
Medieval
Hist. da Filos. Antiga
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia Política
--
FIL
3
1
-
4
75
Met. do Ensino da
Filosofia I
Didática
FIL
4
-
-
4
60
Epistemologia Geral
Teoria do
Conhecimento.
--
3
-
3
45
ELETIVA-II
--
FIL/E
DU I
-
3
-
3
90
Práticas Investigativas em
Filosofia I
--
18
4
-
22
390
Total
4º Período
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINAS
PRÉ-REQUISITOS
T
P
E
Total
FIL
6
-
-
6
90
História da Filosofia
Moderna – I
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia do Ser
--
--
3
-
-
3
45
ELETIVA-III
--
FIL
3
1
-
4
75
Met. do Ensino da
Filosofia II
FIL
1
1
-
2
45
Metodologia da Pesquisa
Filosófica
FIL/E
DU I
-
2
-
2
60
Práticas Investigativas em Práticas
Filosofia I I
Investigativas em
Filosofia I
EDU II
4
-
-
4
60
Organização da Educ.
Brasileira
Total
21
4
-
25
435
História da Filo.
Medieval
Didática
--
--
CONT. DO ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO Nº 661 - CONSEPE, de 09 de janeiro de 2009
82
5º Período
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINAS
PRÉ-REQUISITOS
T
P
E
Total
FIL
4
-
-
4
60
História da Filosofia
Moderna II
Hist. da Fil. Mod. I
FIL
4
-
-
4
60
Ética
Filosofia do Ser
FIL
3
-
-
3
45
Hermenêutica
--
EDU.II
4
-
-
4
60
Educação Especial
--
FIL
4
-
-
4
60
Estética
--
--
3
-
-
3
45
ELETIVA IV
--
Total
22
-
-
22
330
6º Período
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINAS
PRÉ-REQUISITOS
T
P
E
Total
FIL
4
-
-
4
60
História da Filosofia
Contemporânea
Hist. da Fil. Mod. II
FIL
4
-
-
4
60
Ética Contemporânea
Ética
FIL
3
-
-
3
45
Tópicos de História da
Filosofia Conteporânea
Hist. da Fil. Mod. II
FIL
4
-
-
4
60
Antropologia Filosófica
--
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia da História
-
FIL
4
-
-
4
60
Filosofia da Cultura
--
23
-
-
23
345
Total
7º Período
Depto.
CR
C.H
DISCIPLINAS
T
P
E
Total
FIL
4
-
-
4
60
MONOGRAFIA
FIL
-
-
4
4
180
Estágio de Docência I
4
-
4
8
240
Total
PRÉ-REQUISITOS
Met. do Ens. da Fil. I
83
8º Período
Depto.
FIL
CR
C.H
T
P
E
Total
-
-
4
4
180
DISCIPLINA S
Estágio de Docência II
PRÉ-REQUISITOS
Met. do Ensino II
Estágio I
FIL
Total
4
-
-
4
60
4
-
4
8
240
MONOGRAFIA
Obs.: Os créditos estão assim organizados:
1 crédito teórico=15h;
1 crédito prático=30h;
1 crédito especial (Estágio de Docência) =45h.
--
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