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Revista de Agricultura
v.90, n.2, p. 106 - 114, 2015
CRESCIMENTO VEGETATIVO INICIAL DE ABACAXIZEIRO EM FUNÇÃO DA
CULTURA DE COBERTURA E APLICAÇÃO DE GESSO
Wanderson Mendes Martins1, Leonarda Grillo Neves1, Milson Evaldo Serafim2, Kelly Lana
Araújo1, Walmes Marques Zeviani3, Nadsley Seraglio Souza1
1
Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Departamento de Agronomia, Campus Cáceres, E-mail:
[email protected], [email protected], [email protected], [email protected]
2
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), Campus Cáceres, E-mail:
[email protected]
3
Universidade Federal do Paraná - UFPR, E-mail: [email protected]
RESUMO
O objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento vegetativo inicial de quatro cultivares
de abacaxizeiro (‘Smooth Cayenne’, ‘Imperial’, ‘IAC Fantástico’ e ‘Pérola’) em resposta à
cultura de cobertura e à aplicação de gesso agrícola no solo. Nas condições edafoclimáticas da
região de Cáceres - MT a cultivar ‘Pérola’ apresentou maior crescimento vegetativo inicial, se
destacando em relação às cultivares ‘Smooth Cayenne’, ‘Imperial’ e ‘IAC- Fantástico’. O
emprego da cultura de cobertura favoreceu o crescimento vegetativo inicial das cultivares de
abacaxizeiro, porém não foi observado efeito significativo da aplicação de gesso nas taxas de
crescimento em altura das plantas, crescimento em diâmetro da roseta e crescimento em diâmetro
do caule.
Palavras-chave: Ananas comosus, gesso, sistemas de manejo
INITIAL VEGETATIVE GROWTH OF PINEAPPLE IN FUNCTION OF CROP COVER
AND GYPSUM APPLICATION
ABSTRACT
The objective of this study was to evaluate the initial vegetative growth of four
pineapple cultivars ('Smooth Cayenne', 'Imperial', 'IAC Fantastic' and 'Pearl') in response to cover
crop and application of agricultural gypsum to the soil. In the environmental conditions of the
region of Cáceres – MT, State of Mato Grosso, Brazil, the cultivar 'Pearl' showed initial
vegetative growth higher, than that of the cultivars 'Smooth Cayenne', 'Imperial' and 'Fantastic
IAC-'. The cover crops favored the initial vegetative growth of the pineapple cultivars, however
one observed no significant effect of gypsum application in the growth rates in height of the
plants, rosette diameter and stem diameter.
Keywords: Ananas comosus, gypsum, management systems
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COBERTURA E APLICAÇÃO DE GESSO
verde, seja pelos resíduos produzidos após
INTRODUÇÃO
O Brasil se destaca no cenário
mundial como um dos principais produtores
de abacaxi [Ananas comosus L. Merril]
(FAO, 2014). Na safra de 2011, a produção
brasileira
de
abacaxi
foi
de
aproximadamente 2,3 milhões de toneladas,
representando cerca de 11% da produção
mundial. No Estado de Mato Grosso a
produtividade média é de 21,87 frutos por
hectare, estando abaixo da média nacional
(25,24 frutos.ha-1). O estado do Pará, com
frutos.ha-1,
30,17
possui
a
melhor
produtividade brasileira de abacaxi (IBGE,
cada corte. O resíduo depositado no solo é
capaz de trazer benefícios aos atributos
físicos, químicos e biológicos do solo
(SANTOS et al., 2011), além de reduzir a
infestação de plantas daninhas (OLIVEIRA
et al., 2008; SEDIYAMA et al., 2010) e a
necessidade de irrigação (LIMA et al., 2009;
CARVALHO et al., 2011). O gesso agrícola
por sua vez, possibilita melhores condições
químicas no perfil (CAIRES et al., 2004;
RAIJ, 2008), diminuindo a saturação por
alumínio e aumentando os teores de cálcio e
enxofre (VITTI et al., 2008).
O estudo de adaptação regional de
2014).
No Brasil, o abacaxizeiro é explorado
há muitas décadas, de forma predominante,
em pequenas propriedades,
com áreas
médias inferiores a cinco hectares, onde se
emprega na maioria das vezes a mão de obra
familiar,
com
recursos
próprios
para
implantação e manutenção da lavoura. Nos
últimos anos, o agronegócio do abacaxi tem
crescido
muito,
transformando-se
no
principal sustentáculo econômico de várias
novas cultivares de abacaxi e de sistemas de
manejo são fundamentais para impulsionar a
cultura do abacaxi, tornando-se mais uma
opção
de
renda
para
as
pequenas
propriedades. Neste sentido, objetivou-se,
com este trabalho, avaliar o efeito da cultura
de cobertura e do gesso agrícola no
crescimento vegetativo inicial de quatro
cultivares de abacaxizeiro no Município de
Cáceres, MT.
regiões em que a espécie é cultivada
(CUNHA, 2007).
MATERIAL E MÉTODOS
A cultura de cobertura é uma técnica
que consiste no cultivo de uma cultura
intercalar à cultura principal com o objetivo
de dar cobertura ao solo, seja pela sua massa
O experimento foi realizado na área
experimental
do
Instituto
Federal
de
Educação, Ciências e Tecnologia do Mato
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Grosso (IFMT), Campus Cáceres, localizada
na dose 4 t.ha-1, conforme Ribeiro et al.
no
cujas
(1999), para uma correção esperada até 0,6
coordenadas médias são 16º7’50” S e
metros. Os níveis de cultura de cobertura
57º41’41” O, e altitude de 120 m.
foram com ou sem milheto (Pennisetum
Município
de
Cáceres-MT,
O clima de Cáceres é tropical, tipo
glaucum), plantado entre as fileiras duplas.
Aw segundo a classificação de Köppen,
As plantas de milheto foram manejadas
terceiro megatérmico, estação seca de maio a
(corte) sempre que atingiam 0,60 m de
outubro e chuvas de novembro a abril,
altura, sendo o material deixado sobre o
(NEVES et al., 2011). O solo da área
solo.
experimental,
segundo
metodologia
do
Na
análise
do
crescimento
das
Sistema Brasileiro de Classificação de Solos
plantas foram utilizadas as variáveis de
(EMBRAPA, 2006) é classificado como
altura da planta (AP), diâmetro da roseta
Latossolo
(DR) e diâmetro do caule (DC). Essas
Vermelho-Amarelo
distrófico
(LVA) e textura média.
medições foram realizadas aos 60 e 90 dias
O experimento foi conduzido em
após o plantio das cultivares, em cinco
delineamento em blocos ao acaso, arranjados
plantas selecionadas ao acaso de cada
no esquema fatorial 4x2x2, sendo quatro
parcela. A AP foi considerada como
cultivares,
de
distância compreendida entre o colo da
cobertura e dois níveis de gesso agrícola,
planta até o ápice foliar, sendo mensurada
com
unidade
com auxílio de fita métrica. O DR foi
experimental foi formada por 20 plantas,
considerado a maior distância linear entre o
totalizando 1.280 plantas no experimento.
ápice de folhas opostas. Medidas do DC
As cultivares avaliadas foram: ‘Smooth
foram
Cayenne’, ‘Imperial’, ‘IAC Fantástico’ e
paquímetro digital. Com base nos dados
‘Pérola’.
no
obtidos nas três avaliações de AP, DR e DC
espaçamento de 0,90 x 0,40 x 0,40 m. As
calcularam-se, respectivamente, a taxa de
mudas utilizadas no plantio foram do tipo
crescimento em altura das plantas (TCA, cm
filhotes com 20 a 40 cm, de acordo com o
dia-1), a taxa de crescimento em diâmetro da
padrão de cada cultivar. Os dois níveis de
roseta (TCR, mm.dia-1) e a taxa de
gesso agrícola no sulco de plantio foram:
crescimento em diâmetro do caule (TCC,
sem gesso e com aplicação de gesso agrícola
mm.dia-1).
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dois
quatro
O
níveis
de
repetições.
plantio
foi
cultura
A
realizado
realizadas
com
auxílio
de um
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COBERTURA E APLICAÇÃO DE GESSO
O cálculo da taxa de crescimento
RESULTADOS E DISCUSSÃO
(TC) foi realizado de acordo com a equação:
O resumo da análise de variância
TC =
para a variável resposta taxa de crescimento
L2-L1
t2-t1
em altura apresentou efeito significativo dos
fatores cultivar e cultura de cobertura.
Sendo L2-L1 a diferença entre os
valores reais mensurados em duas avaliações
consecutivas e t2-t1 o intervalo de tempo
entre as duas avaliações consecutivas.
Ocorreu também interação significativa para
cultivar x cultura de cobertura, e gesso x
cultura de cobertura. Para a variável
diâmetro do caule foi observado efeito
Os dados foram analisados conforme
modelo estatístico para experimento fatorial,
4x2x2 com quatro repetições, em blocos ao
acaso. O modelo foi ajustado e, em seguida,
significativo para cultivar e para interação
cultivar x gesso. O diâmetro da roseta
apresentou efeito significativo somente para
o fator cultivar (Tabela 1).
a análise dos resíduos foi feita para verificar
o atendimento dos pressupostos. Em caso de
fuga sistemática dos pressupostos, aplicou-se
transformação de Box-Cox na variável
resposta. A partir daí toda inferência se deu
sobre a variável transformada. As médias
foram
representadas
em
gráficos
com
intervalo de confiança (95%) associado para
acessar a diferença entre tratamentos bem
como
a
precisão
das
estimativas
(CUMMING et al., 2007). Em todas as
etapas da análise estatística adotou-se o nível
nominal de significância de 5%. Essas
análises foram realizadas utilizando-se o
aplicativo estatístico R DEVELOPMENT
Na comparação entre cultivares, a
maior taxa de crescimento em altura foi para
a cultivar ‘Pérola’ (Figura 1). Nesta cultivar,
os tratamentos com cultura de cobertura
apresentaram
taxa
de
crescimento
significativamente maior que os tratamentos
sem
cobertura.
Na
cultivar
‘Smooth
Cayenne’, ‘IAC-Fantástico’ e ‘Pérola’ foi
observado efeito significativo da cultura de
cobertura, sem
gesso, em relação
ao
tratamento convencional (sem cobertura),
demonstrando uma resposta destas cultivares
a cobertura do solo. Para a cultivar
‘Imperial’
não
foi
observado
efeito
significativo dos tratamentos (Figura 1).
CORE TEAM (RDCT, 2012).
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Tabela 1. Resumo da análise de variância para plantas de abacaxizeiro sob os fatores de estudo
cultivar, gesso e cobertura do solo, Cáceres, MT, 2011.
Quadrado Médio
Fontes de Variação
G.L.
TCA
TCC
TCR
ns
ns
Bloco
3
0,010468
0,002634
169,08ns
Cultivar
3
0,063076*
0,152900*
1434,93*
ns
ns
Gesso
1
0,002287
0,001221
169,65 ns
Cobertura
1
0,051005*
0,008735 ns
141,78 ns
Cultivar: Gesso
3
0,022835 ns
0,021028*
400,04 ns
Cultivar: Cobertura
3
0,031102*
0,014907 ns
100,96 ns
Gesso: Cobertura
1
0,042936*
0,013426 ns
306,15 ns
Cultivar: Gesso: Cobertura
3
0,007303 ns
0,002108 ns
93,89 ns
Resíduos
301
0,009417
0,005868
154,54
TCA = taxa de crescimento em altura (cmdia-1); TCC = taxa de crescimento em diâmetro do caule (mmdia-1); TCR =
taxa de crescimento do diâmetro da roseta (mm.dia-1); ns- não significativo e* significativo a 5% de probabilidade
pelo teste F.
Figura 1. Estimativa intervalar para a taxa de crescimento em altura para as cultivares ‘IACFantástico’, ‘Imperial’, ‘Pérola’ e ‘Smooth Cayenne’ em função da cobertura do solo
e da aplicação de gesso. Milheto: 0 = Cobertura com milheto e sem aplicação de
gesso; Milheto: 4 = Cobertura com milheto e com aplicação de gesso (4 t ha-1);
Convencional: 0 = Sem cobertura com milheto e sem aplicação de gesso;
Convencional: 4 = Sem cobertura com milheto e com aplicação de gesso (4 t ha-1),
Cáceres, MT, 2011.
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COBERTURA E APLICAÇÃO DE GESSO
Na comparação entre cultivares, a
O mercado interno de abacaxi no
menor taxa de crescimento foi para a cultivar
Brasil dá preferência para frutos graúdos e,
‘Smooth
condição
nesse sentido, os aspectos que interferem no
convencional sem gesso. Esse tratamento foi
crescimento vegetativo das plantas no campo
significativamente menor em relação às
são determinantes para o sucesso econômico
demais cultivares na condição de cobertura
da atividade, pois há uma correlação positiva
sem gesso (Figura 1).
entre o tamanho da planta (peso de folha
Cayenne’
Para
as
na
‘D’) e o peso dos frutos (PY et al., 1984).
comparação dos tratamentos convencional
Assim, o aumento significativo da taxa de
com e sem gesso observa-se uma tendência
crescimento das plantas, proporcionado pela
numérica
cobertura do solo, é relevante na obtenção de
dos
quatro
na
cultivares,
tratamentos
com
gesso
superarem os tratamentos sem aplicação de
gesso, indicando a capacidade do gesso em
frutos de maior tamanho.
Para a taxa de crescimento em
amenizar a ausência de cobertura do solo
diâmetro
(Figura 2). Efeito contrário foi observado
significativo
nos tratamentos com milheto, onde a
‘Pérola’ se destacou com uma taxa de
presença do gesso reduziu a taxa de
crescimento
crescimento (Figura 2). Resultado de maior
significativamente maior nos tratamentos
taxa de crescimento da cultivar ‘Pérola’
sem gesso, quando comparada à condição
também foi observado em estudo com
com gesso na mesma cultivar, e às condições
abacaxizeiro nas condições da Região da
com e sem gesso das demais cultivares
Mata Paraibana (RODRIGUÊS et al., 2010).
(Figura 2). O menor crescimento em
O maior crescimento da cultivar ‘Pérola’
diâmetro do caule foi para a cultivar ‘IAC-
está de acordo com as proposições de
Fantástico’, em que as condições com e sem
Reinhardt et al. (2000), de que as plantas da
gesso foram significativamente menores que
cultivar ‘Smooth Cayenne’ são, em geral, de
as demais cultivares. Ainda na cultivar
menor porte, podendo este raciocínio ser
‘IAC-Fantástico’ foi observada uma resposta
também
positiva do DC a gesso (Figura 2).
aplicado
às
cultivares
‘IAC
do
caule
da
em
não
cobertura.
diâmetro
houve
A
do
efeito
cultivar
caule
Fantástico’ e ‘Imperial’. Este porte reduzido
Para a taxa de crescimento em
constitui em vantagem comparativa quando
diâmetro da roseta não se observou efeito
se refere às práticas de manejo.
significativo dos fatores cultura de cobertura
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e gesso. A cultivar ‘Smooth Cayenne’
‘IAC-Fantástico’
e
‘Pérola’
foram
apresentou uma taxa de crescimento em
significativamente maiores que a cultivar
diâmetro da roseta significativamente maior
Imperial (Figura 3).
que as demais cultivares. As cultivares
Figura 2. Estimativa intervalar para a taxa de crescimento em diâmetro para as cultivares ‘IAC
Fantástico’, ‘Imperial’, ‘Pérola’ e ‘Smooth Cayenne’ em função da aplicação de
gesso. 0 = sem aplicação de gesso; 4 = com aplicação de gesso (4 t ha-1), Cáceres,
MT, 2011.
Figura 3. Estimativa intervalar para a taxa de crescimento em diâmetro da roseta para as
cultivares ‘IAC-Fantástico’, ‘Imperial’, ‘Pérola’ e ‘Smooth Cayenne’, Cáceres, MT,
2011.
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COBERTURA E APLICAÇÃO DE GESSO
CONCLUSÕES
A cultivar ‘Pérola’ apresenta maior
taxa crescimento em altura, diâmetro e de
caule quando comparada às cultivares
‘Smooth Cayenne’, ‘Imperial’ e ‘IACFantástico’. Para taxa de crescimento em
altura as cultivares ‘Smooth Cayenne’,
‘IAC- Fantástico’ e ‘Pérola’ respondem
positivamente à cultura de cobertura, sem
gesso. Nos tratamentos sem cobertura todas
as cultivares apresentam resposta positiva de
crescimento em altura com gesso. Nos
tratamentos com cobertura não é observada
resposta positiva ao gesso.
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Recebido em: 21/3/2014
Aceito para publicação em: 14/9/2015
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v.90, n.2, p. 106 - 114, 2015
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