plano de desenvolvimento regional sdr-canoinhas

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PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL
SDR-CANOINHAS
Secretário Regional (Coordenador do PDR)
Ricardo Pereira Martin
Diretora Geral
Maria Emilia Schiessl Alberti
Consultor Jurídico
Jorge Luiz Ossaiff de Souza
Assessor de Comunicação
Sérgio Teixeira da Silva
Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade
Ricardo Souza de Oliveira
Gerente de Planejamento e Avaliação
Suelen Adur Wogeinaki
Gerente de Turismo, Cultura e Esporte
Antônio Gilberto de Carvalho
Gerente de Educação
Stela Maris Marques
Gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura
Wilson Kiem
Gerente de Infra Estrutura
João Engelberto Linzmeier
Gerente de Assistência Social, Trabalho e Habitação
Sidnei Wagner
Coordenador da Defesa Civil
Edson Antocheski
O PDR da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Canoinhas, está sendo implementado de forma simples e objetiva, mais visando objetivos
grandes, à serem alcançados futuramente.
Esta é uma estratégia de desenvolvimento regional,realizada através da parceria com a Secretaria de Estado do Planejamento, e com os
municípios de abrangência desta SDR, sendo, Canoinhas, Três Barras, Major Vieira,Bela Vista do Toldo, Irineópolis, e Porto União.
A partir da Matriz Swoot, pretendemos desenvolver estratégias em todas as áreas de atuação do Governo do estado, desde obras de infraestrutura, até a implementação de novos ideais agrícolas, uma vez que nossa região, em partes se sustem da área agrícola.
Este documento sintetiza as propostas construídas durante as reuniões promovidas na região, e pretende-se constituir-se em um planejamento
para o desenvolvimento deste território.
Introdução
A Região de Canoinhas foi o palco principal demais tensa revolta da história catarinense, a “Guerra do Contestado”, deflagrada entre 1912 e
1916, cujas sangrentas batalhas resultaram na morte de 10 mil caboclos e militares.
A história da região de Canoinhas, esta profundamente marcada pelas grandes alterações econômicas do inicio do Século passado que
modificaram substancialmente a estrutura de poder e as relações sociais , bem como o seu território e o meio ambiente. Atualmente, a região
é habitada por 122.974 pessoas, distribuídas espacialmente em 06 (seis) municípios que ocupam uma área de 4.134,3 km 2, o que representa
4,33% de todo o território de Santa Catarina.
A sociedade da região tem suas origens na colonização ocorrida por imigrantes poloneses, alemães, italianos, eslavos, ucranianos, japoneses,
portugueses, siri-libanês e turcos, acrescida da influência cabocla e tropeira, as quais promoveram amplo mosaico étnico-cultural.
Inicialmente a economia era ligada ao extrativismo da madeira, a erva-mate , na contemporaneidade, está voltada ao trabalho da policultura
(fumo, soja, milho e feijão) e na exploração de animais domésticos, como suínos, bovinocultura de corte e leite.
Visando a construção conjunta do desenvolvimento regional, define-se como condição indispensável ao processo de planejamento do
desenvolvimento territorial, a participação efetivados atores sociais locais. Portanto, a metodologia, utilizada para se transformar regiões
administrativas em territórios de desenvolvimento, está sustentada nos princípios da reciprocidade, dialogicidade e cooperatividade entre
todos aqueles que atuam na construção conjunta desse empreendimento socioeconômico no Estado de Santa Catarina.
CARACTERISTICAS DO DESENVOLVIMENTO LOCAL
Quando instalado um processo de Desenvolvimento Local em determinado território aparecem sinais que são evidências do sucesso do
processo em andamento. Estes sinais presentes no território são qualidades do desenvolvimento local, que o caracterizam como próprias da
natureza e o identificam.
São elas:

Mobilização para ao Organização e o Empoderamento dos Atores

Articulação para a Conservação das Instituições;

Protagonistas dos Atores;

Empreendedorismo, tanto social quanto econômico (com formas de inovações, assunção de riscos e geração de riquezas);

Endógena a partir das próprias potencialidades do território;

Perspectiva de expansão regional das ações, superando os limites do território original (formação de consórcio intermunicipais,
estabelecimento de redes de cooperação, etc.);

Busca e (re)construção da Identidade territorial.
A presença destes elementos caracteriza um processo em andamento de desenvolvimento local. Também os estímulos à implantação destas
qualidades em determinado território, são estratégias de abordagem para iniciar e dar prosseguimento a um processo de apoio ao
Desenvolvimento Local.
INDICADORES SOCIOECONÔMICOS -SDR CANOINHAS
Aspectos Econômicos
Fonte: * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo demográfico 2010. Disponível em <http://www.ibge.gov.br/cidadesat/link.php?uf=sc>, acesso em 15
dez 2011. **Média – No aspecto População Total é apresentado o total dos municípios da SDR correspondente, nos demais é apresentada a média dos municípios.
Legenda População alfabetizada – Considerada a população capaz de ler e escrever um bilhete simples. Porcentagens - Valor correspondente do Aspecto Populacional
abordado, multiplicado por 100 e dividido pelo total da população.
Metodologia de Trabalho
Na realização do PDR de Canoinhas, a sistemática usada, foi a de reunir as pessoas de todos os segmentos da região, com o fim de apresentar,
e expor seus projetos de melhoris e expansão dos já utilizados.
As reuniões foram de extrema importância, mais a maior fonte de informações para a realização desse plano, foi a internet.
PERFIL TERRITORIAL DA REGIÃO
Meio Ambiente.
O desenvolvimento preconizado por este programa para a região de Canoinhas, será sustentável, seja social, ecológico, espacial, políticoinstitucional e cultural, portanto, irreversível e permanente. Sem provocar a degradação do meio ambiente a degradação do meio ambiente,e
a exclusão social no campo e nas cidades .
Considerando as atividades industriais, agropecuárias e comerciais como instrumentos para o alcance do desenvolvimento regional, as quais
serão permanentemente monitoradas quanto a adequabilidade dos processos de exploração do solo, da água, do ar, da fauna e da flora.
Amparado nos princípios da sustentabilidade, que definem a relação entre o desenvolvimento regional, inclusão social e meio ambiente, se dá
de forma horizontalizada e equilibrada, ou seja, qualquer que seja a direção para acelerar ou consolidar o desenvolvimento regional, terá três
aspectos como norteadores: produzir bens materiais, melhorar a qualidade de vida e preservar o meio ambiente.
A região contemplada por dois comitês de Bacias Hidrográficas, sendo comitê de gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e o
Comitê de Gerenciamento de Bacia Hidrográfica do Rio Timbó, que têm contribuído significativamente para a ocupação integrada, racional,
equilibrada e ecológica do espaço físico-territorial.
Desenvolvimento Social
A política de assistência social na região está devidamente implantada com comando único, conselhos e fundos municipais, centros de múltiplo
uso e programas de atenção integrada além do colegiado de Gestores da Política de Assistência Social da Associação dos Municípios da Região
do Contestado – AMURC, instalado na região que possibilita o planejamento de ações regionais como o centro de referência do idoso,centro
de reabilitação para deficientes, centro de internamento provisório para adolescente. A habilitação dos municípios para a gestão plena na
assistência social é uma realidade, a ampliação da rede de serviços é uma meta constante, bem como assegurara a continuidade das ações
que estão sendo desenvolvidas e as que serão implantadas.
Agricultura.
Na região de Canoinhas tem sido observado um processo de intensificação da agriocultura.Tomando como base o Levantamento Sistemático
da produção Agricola (LSPA) de junho de 2003, pode-se observar a expansão das culturas de milho, soja e fumo. Soma-se a isto uma expansão
na área florestal , via fomentos empresariais e também estaduais.
A maior parte dos estabelecimentos rurais, não possui pessoas contratadas e utilizam somente mão-de-obra familiar.Estes dados evidenciam
um perfil agropecuário da região, baseado na predominância da agricultura familiar.
Nos últimos anos tem ocorrido um avanço significativo nas organizações representativas da agricultura familiar, e em seus fóruns de discussão.
Tanto os aspectos relacionados à vida comunitária dos agricultores quanto os aspectos relacionados a produção agropecuária , pontos que,
grosso modo, sintetizam as demandas para o plano, convergem para a necessidade de uma abordagem diferenciada dos trabalhos na região.
Isto também vem ao encontro das preposições em curso referente ao Plano de desenvolvimento Regional.
Por outro lado,ainda existem entraves e limites para o desenvolvimento do setor agropecuário, como a questão de infra-estrutura, estrutura
fundiária, falta de alternativas concretas para aumento de renda no meio rural e uma provável falta de visão sistêmica e de integração regional,
que ainda dificultam o avanço do setor agropecuário. Entretanto, esses desafios vêm sendo debatidos em diversos fóruns regionais e podem
ser passiveis de construção de soluções através de ação dos próprios atores regionais e locais, com o apoio de políticas públicas definidas para
as especificidades da realidade da região.
Finalmente, o perfil agropecuário, considerando-se seus limites e potencialidades humanas e institucionais, representa, sem dúvida, uma área
fundamental para um desenvolvimento sustentável regional.
Esporte, Cultura e Lazer
Caracteriza-se pelo grande potencial de desenvolvimento da área, por apresentar uma riqueza e diversidade cultural e étnica ainda pouco
explorada. O incentivo a novos empreendedores, a necessidade de agregar valores aos produtos da região dentro de um contexto da cadeia
produtiva , através do regate e preservação das culturas regionais, observando as questões de desenvolvimento econômico, social e ambiental
da região de forma integrada e sustentável, representa uma das prioridades de fomento ao crescimento da região.
As iniciativas existentes apresentam algum crescimento em função do interesse por parte de alguns municípios da região.Mais , é preciso
considerar a complexidade desta atividade e a falta de informações técnicas de aprimoramento e qualidade que o produto turístico exige,
necessitando ser repensada e planejada no sentido de se criarem novas alternativas, disponibilizando tecnologia necessária, programa de
qualificação de mão de obra, possibilitando o aproveitando e a otimização do capital humano e físico existente, para desenvolver ações de
apoio e cooperação a um numero potencial de empreendedores. É necessário o desenvolvimento do planejamento turístico regional através
de uma conscientização e mobilização ao desenvolvimento do turismo, comprometendo toda s as instâncias
Perfil territorial da saúde
Fazendo referencia ao setor de saúde publica da região de Canoinhas observa-se que apresenta um quadro desfavorável no atendimento à
demanda de ações básicas e também das especialidades ofertadas à população. Apresentando percentuais elevados da taxa de mortalidade
infantil (menor de cinco anos de idade), indicativo de insatisfatórias condições socioeconômicas e de saneamento, alem de insuficiente
cobertura e qualidade da utilização de procedimentos básicos de atenção á saúde da criança, como a reidratação.
O setor de saúde da região apresenta elementos importantes tanto positivos como negativos. De um lado conta com componentes de
interfaces institucionais e base educacional para capacitação de profissionais para o setor, o que estimula, em muito, o seu aprimoramento
como área essencial para o desenvolvimento sustentável da região. Em compensação, do outro lado, sofre serias restrições provocadas pelas
deficiências na área de diagnostico, profissionais especialistas e também da interrupção da referencia interestadual, principalmente com a
cidade de Curitiba (PR).
No embate entre essas duas forças, positivas e negativas, têm prevalecido processos de precarização da infra-estrutura em saúde, limitações
no atendimento a serviços especializados de media e alta complexidade e deficiências nos quadros de pessoal para varias especialidades
medicas credenciadas pelo SUS. Alem disso, não existem ações informativas e educacionais à população sobre medicina preventiva e uso
adequado de agrotóxicos, inclusive mecanismos de fiscalização e controle na comercialização e destino de recipientes.
Mesmo considerando a existência de equipes de Programa de Saúde da Família e de Agentes Comunitários de Saúde implantados em vários
municípios, atuando de forma participativa e inter-relacional, bem como facilidades de acesso a informações sobre saúde, a tendência atual, a
partir da analise das informações prestadas pelos participantes das oficinas, é de deficiências no atendimento tanto no que se refere à
quantidade como à qualidade dos serviços de saúde prestados á população.
Perfil territorial da educação
O setor educacional da SDR-Canoinhas abrange as diferentes modalidades de ensino: educação infantil, educação básica, ensino médio e
profissionalizante e universitário que compreende a rede publica e provada de ensino, característica positiva observada nas ultimas décadas
onde houve grande expansão do Ensino Superior e os índices de evasão no Ensino Fundamental e Médio foram relevância as Universidades de
Formação de Professores existentes em nossa região, facilitando a formação a nível superior onde podemos contar com o quadro de pessoal
habilitado nas diferentes modalidades.
Convém citar que precisamos melhorar a infra-estrutura física e pedagógica da rede regional de escolas publicas, onde se contemple os
aspectos da inclusão em sua totalidade, seja ela de ordem de estrutura física ou pedagógica com laboratórios, bibliotecas e espaços adequados
para pratica de esporte e em alguns municípios especialmente na educação infantil que carece de infra-estrutura ampliada e adequada a esta
modalidade de ensino.
Em nível de Ensino Médio precisamos implementar e ampliar políticas visando à profissionalização dos jovens, com fortalecimento das
instituições já existentes.
Contudo, diante destes fatores, podemos afirmar que a área de educação tem se consolidado como elemento fundamental para o
desenvolvimento da região, promovendo e incentivando a união dos sistemas municipais e estaduais de ensino com políticas de melhorias para
toda a rede, buscando a melhoria na qualidade de Educação para todos integralmente.
Índice de Desenvolvimento dos Municípios pertencentes a SDR CANOINHAS
CANOINHAS
Canoinhas (SC) está situado no vale do Canoinhas a uma latitude de 26º10'38"S, longitude de 50º23'24"W de Greenwich e altitude de 765
metros acima do nível do mar, predominando temperatura média de 17°C. O clima do município, segundo Köppen, classifica-se como
mesotérmico úmido, sem estação seca, com verões frescos e geadas freqüentes em junho, julho e agosto. Ocorre uma média de 17,4 geadas
ao ano; a precipitação pluviométrica média é de 1.473,3 mm. anuais.
Conforme Maack (1950), a região onde o município de Canoinhas está inserido tem sua cobertura vegetal classificada como floresta ombrófila
mista, isto é, floresta com araucária ou pinheiro brasileiro. Há ainda porções de floresta ombrófila mista aluvial nas planícies adjacentes aos
rios, floresta ombrófila mista montana na faixa entre500 e 1.000m e floresta ombrófila mista altomontana em altitudes acima de 1000m. Nos
sub-bosques predomina a erva-mate, historicamente responsável por uma das maiores riquezas econômicas de Canoinhas.
Seu relevo de planalto com superfícies planas a onduladas e montanhosas com denudação periférica muito favorece a agricultura. O solo
apresenta média e boa fertilidade em relevos praticamente planos margeando rios ou locais de depressão. A textura é argilosa. Este solo
apresenta viabilidade no manejo com restrições em determinadas áreas.
HIDROGRAFIA
Quanto à hidrografia, o município de Canoinhas é banhado pelas bacias dos rios Iguaçu e Negro. Destes, os principais afluentes são o Paciência
e o Canoinhas. O rio Tamanduá situa-se nos limites com Timbó Grande. Há também tributários menores como o do Alemão, Água Verde, dos
Pardos, dos Poços, Fortuna, Preto, Timbozinho, da Areia, Santo Antônio e Arroio Grande.
ASPECTOS
GERAIS Área: 1.143,5
População: 51.631
habitantes
Altitude: 765
m
Clima: temperado
Temperatura
Economia: Agropecuária, indústria, comércio e serviços.
Km2
úmido
média
anual: 17ºC
Atividades
Atividades econômicas de Canoinhas e seus percentuais
ATIVIDADE
Madeireira
PORCENTAGEM
40%
ATIVIDADES
Fabricação de lâminas, chapas compensadas e aglomeradas, portas, janelas e papel.
Agrícola
22%
Cultivo de fumo, milho, soja, feijão e outros.
Comercial
20%
Ramo de móveis, eletrodomésticos e materiais de construção com a presença de grandes redes nacionais.
OUTRAS
Frigorífica
3%
Abate de suínos e bovinos; preparação de carnes e seus sub-produtos.
Cerâmica
2%
Fabricação de artefatos para a construção civil.
Erva-mate
2%
Beneficiamento da erva-mate.
Serviços
11%
Transporte de cargas. Hotéis, restaurantes, bares.
Quantidade de empresas de Canoinhas quanto à atividade
Atividades econômicas
TOTAL
Prestação de serviços
984
Comercial
1.148
Industrial
205
Profissionais liberais
376
Associações ou sindicatos
40
Áreas de reflorestamento
Pinus: 9.800 hectares Eucalipto: 350 hectares
TRÊS BARRAS
Incentivos econômicos
Município com economia voltada para o campo madeireiro, celulose e papel;* Fácil acesso e proximidade à rodovias federais (BRs-280 e 116);
* Disponibilidade de bens imóveis públicos, terrenos e particulares (pessoa jurídica ou física);* Prestação de serviços pelo poder público,
através da disponibilização de maquinários;
* Incentivos e benefícios tributários - isenções, descontos e reduções de alíquotas de tríbutos, respeitando os limites e requisitos da Lei de
Responsabilidade Fiscal.
Aspectos Geográficos
População - 17.120 habitantes.
Colonização - Cabocla, alemã, italiana e japonesa.
Localização - Região do Contestado, na microrregião de Canoinhas, a 462km de Florianópolis.
Área - 419km2.
Clima - Mesotérmico úmido, com verão quente e temperatura média de 17,1°C.
Altitude - 766m acima do nível do mar.
Acesso - Pela BR-116, seguir em direção ao norte até o entroncamento com a BR-280. Tomar o acesso a Canoinhas e prosseguir pela SC-303.
Localização - Mesorregião IBGE Norte Catarinense
Coordenadoria Regional do SEBRAE/SC Regional Norte
Associação dos Municípios AMPLANORTE - Associação dos Municípios do
Planalto Norte Catarinense
Secretaria de Desenvolvimento Regional de SC SDR - Canoinhas
Área territorial (km²) 438,5
Distância da Capital (km) 323
Clima Mesotérmico úmido, com verão quente e
temperatura média de 17,1°C.
Altitude (metros) 802
Estimativa Populacional de 2009 18.708
Densidade demográfica 2009 (hab/km²) 42,7
Data de fundação. 23 de janeiro de 1961.
Colonização. Cabocla, alemã, italiana e japonesa.
Eventos relevantes 23 de janeiro (aniversário da cidade).
Fontes: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Estimativa Populacional 2009. - Governo do Estado de
Santa Catarina, Secretaria de Estado do Planejamento, Dados Estatísticos Municipais 2008 - Assessoria de
Planejamento do SEBRAE/SC (ASSPLAN), Estrutura Organizacional das Coordenadorias Regionais - Federação
Catarinense de Municípios (FECAM) - Santa Catarina Turismo S/A (SANTUR) - Prefeitura Municipal de Três
IRINEÓPOLIS
A pecuária é uma atividade pouco representativa, porém com ótimo potencial de desenvolvimento. A necessidade de treinamento,
organização e associativismo faz com que novos produtores deixem de investir e os atuais se mantenham cautelosos quanto ao aumento
da produção .
Efetivo de Rebanhos
Bovinos
12.660
Suínos
7.590
Bufalinos
160
Equinos
1.400
Coelhos
Ovinos
105
2.040
Caprinos
Galos, frangos e pintos
Galinhas
510
12.000
28.000
IBGE - Pesquisa da Pecuária Municipal/SC-1993; in Anuário Estatístico SC %u2013 1995
A produção agrícola do Município caracteriza-se pelo alto rendimento, provocado pela intensa mecanização no processo produtivo.
Dentre as principais culturas, destacam-se:
Produtos
Arroz (em casca)
Batata-Inglesa
Trigo
Feijão
Fumo
Mandioca
Soja
Milho em grão
Área plantada*
Qtde Produzida
Área colhida
(ha)
(ton)
250
250
500
130
130
1.730
480
480
720
3.700
3.700
4.030
1.800
1800
3.600
55
55
660
4.500
4.500
10.800
4.800
4.800
21.600
Rend. Médio
Kg/ha
2.000
13.308
1.500
1.089
2.000
12.000
2.400
4.500
* A área plantada refere-se à área destinada a colheita no ano.
Fonte: IBGE - Produção Agrícola Municipal/SC 1993; in Anuário Estatístico de SC - 1995
PORTO UNIÃO
Características Gerais
Porto União, localizada no planalto norte de Santa Catarina, possui 32.253 habitantes em uma área de 845,8 km². O relevo é constituído de
planícies, montanhas, vales, grandes várzeas nas bacias dos Rios Iguaçu e Jangada, na divisa com o estado do Paraná, e do Rio Timbó.
O clima se classifica como mesotérmico úmido, com temperaturas médias de 17 o C e uma precipitação anual de 1.400 milímetros. O município
é banhado pelos Rios Iguaçu e seus afluentes Jangada, Timbó, Pintado, dos Pardos, Bonito e Tamanduá.
Localização e Limite
Porto União localiza-se na região norte de Santa Catarina, limitando-se ao norte com Uião da Vitória (PR) e Paula Freitas (PR); ao sul com Matos
Costa (SC) e Timbó Grande (SC); a leste com Irineópolis (SC); e a oeste com os municípios de Porto Vitória (PR) e General Carneiro (PR).
A distância entre Porto União e a capital do estado, Florianópolis, é de 445 km.
Àrea industrial
O parque industrial do município é constituído por 112 empresas de micro, pequeno e médio porte. O principal segmento é a indústria
madeireira com 48% dos estabelecimentos, oferecendo produtos de maior valor agregado com as esquadrias, compensados, móveis e casas
pré-fabricadas, além de bebidas e água mineral.
Esquadrias de Madeira
De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Madeira processada mecanicamente, estima-se que a capacidade instalada de
produção brasileira de portas seja de 6 milhões de peças por ano, o que significa que nossa região, com 56 fábricas, (colocando nesse cálculo os
municípios vizinhos), produz efetivamente 18,6% da produção brasileira de portas, já que é responsável por uma produção mensal de 93 mil
portas e cerca de 55 mil janelas, ou 1.116.000 portas/ano e 660.000 janelas/ano.
Agroindústrias
As agroindústrias de Porto União significam hoje 25% da economia do município. São 26 agroindústrias espalhadas por todo o interior,
envolvendo mais de 250 famílias.
Uma das conseqüências mais positivas dessas agroindústrias é a redução do êxodo rural e a geração de renda para os agricultores.
Possuímos quatro agroindústrias que produzem embutidos todas com inspeção municipal e federal.
Os principais são a lingüiça, o salame, o lombo defumado, a costelinha, o bacon, a linguicinha e o chouriço.
Turismo
Caminho das águas
O setor turístico do município possui muita diversidade e estrutura para os turistas. No total são 150 cachoeiras e corredeiras que compõem o
cenário natural do nosso interior. Um dos destaques é o Salto do Pintado, a 18 km da área central. Com 30 metros de altura, fornece energia
para a fábrica de bancos de Igreja de São Miguel da Serra, um dos mais importantes distritos do município. Também merece destaque o salto
do rio dos pardos, com 74 metros de altura, um dos maiores da América do Sul. Além destas, muitas outras cachoeiras possuem estilos mais
selvagens, algumas são de difícil acesso e acabam atraindo turistas para aventuras radicais, como rapel, treeking ou canoagem.
Limpeza Urbana
A limpeza das ruas e o recolhimento de entulhos é feita pelos funcionários do departamento de Urbanismo da prefeitura. Já a coleta do lixo é
feita pela empresa Ecovale, de União da Vitória.
Saneamento Básico
A parte de distribuição de água e esgoto de Porto União é feita pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).
O escritório fica na Rua Visconde de Guarapuava, 80. e o site da Companhia é http://www.sanepar.com.br/.
Energia Elétrica
A Energia Elétrica de Porto União é feita pela Companhia Paranaense de Energia (Copel) e pelas Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc).
O telefone para contato com a Copel é 0800-420196. O site para informações é http://www.copel.com/pagcopel.nsf .
Para contato com a Celesc a população tem o escritório em Porto União, localizado na Rua Frei Rogério, 273. O telefone é 3522-1249. O site
é http://www.celesc.com.br/ .
BELA VISTA DO TOLDO
Antes da Guerra do Contestado, em 1912, a região onde hoje fica Bela Vista do Toldo era passagem de tropeiros que transportavam gado,
couro e charque do Rio Grande do Sul para São Paulo e Minas Gerais. Ali eles paravam para descansar e, por volta de 1880, foram surgindo
pequenos povoados.
Depois da Guerra do Contestado, uma leva de imigrantes poloneses chegou às terras em busca de melhores oportunidades. Abriram picadas
nas florestas densas e construíram as primeiras casas nos arredores de Canoinhas.
Nessa época o território ainda pertencia ao Paraná. Em 1924 chegaram os imigrantes italianos, alemães e ucranianos, e mais tarde os
japoneses, muitos deles fugindo da Segunda Guerra Mundial.
Quadro 1 - Aspectos gerais e históricos
Aspectos Gerais e Históricos
Localização - Mesorregião IBGE Norte Catarinense
Coordenadoria Regional do SEBRAE/SC Regional Norte
Associação dos Municípios AMPLANORTE - Associação dos Municípios do Planalto Norte Catarinense
Secretaria de Desenvolvimento Regional de SC SDR - Canoinhas
Área territorial (km²) 539,0
Distância da Capital (km) 304
Clima Mesotérmico úmido, com verão fresco e temperatura média de 17,1ºC.
Altitude (metros) 752
Estimativa Populacional de 2009 6.145
Densidade demográfica 2009 (hab/km²) 11,4
Data de fundação. 16 de abril de 1994.
Colonização. Italiana, alemã, polonesa, ucraniana e japonesa.
Eventos relevantes 16 de abril (aniversário da cidade) abril (festa da colheita)
Fontes: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Estimativa Populacional 2009. - Governo do Estado de
Santa Catarina, Secretaria de Estado do Planejamento, Dados Estatísticos Municipais 2008 - Assessoria de
Planejamento do SEBRAE/SC (ASSPLAN), Estrutura Organizacional das Coordenadorias Regionais - Federação
Catarinense de Municípios (FECAM) - Santa Catarina Turismo S/A (SANTUR) - Prefeitura Municipal de Bela
Vista do Toldo.
Aspectos Sociais
Esta seção apresenta uma visão geral de Bela Vista do Toldo sobre o ponto de vista de seus aspectos sociais. Deste modo, realizou-se um
estudo do desempenho do município nos últimos anos frente à evolução de seus indicadores de desenvolvimento humano, suas ações no
campo da saúde e da educação, e da condição dos domicílios. Por fim, buscou-se levantar a presença de instituições integrantes da rede
socioassistencial do município.
4.1 INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO
A caracterização da qualidade de vida do município apoiou-se no uso de indicadores reconhecidos e amplamente utilizados, como é o caso do
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) e o Índice de Desenvolvimento Familiar. Em
ambos os casos, foram avaliados aspectos relacionados à educação, longevidade, emprego e renda, acesso ao trabalho, condições
habitacionais e outras variáveis que integram alguns dos indicadores de desenvolvimento humano mencionados.
A variação metodológica, bem como o distanciamento do período de publicação destes indicadores, aponta diferenças, sobretudo na
classificação do município, especialmente quando se estabelece comparativos entre os indicadores.
4.1.1 Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
Em 2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Bela Vista do Toldo alcançou 0,702.
MAJOR VIEIRA
Antes da Guerra do Contestado, em 1912, a região de Major Vieira foi passagem de tropeiros que transportavam gado, couro e charque do Rio
Grande do Sul para São Paulo e Minas Gerais. Ali eles paravam para descansar e, por volta de 1880, foram surgindo na região pequenas
comunidades. Depois da Guerra do Contestado, uma leva de imigrantes poloneses chegou às terras em busca de melhores oportunidades. Os
colonos encontraram a floresta densa, que não os intimidou. Abrindo picadas nas matas, construíram as primeiras casas ao sul de Canoinhas.
Na época, o lugar chamava-se Colônia Vieira e ainda pertencia ao Paraná. Em 1924, quando italianos, alemães e alguns poucos ucranianos já
habitavam as terras, a área passou a distrito de Ouro Verde. A criação do município só ocorreu em 23 de janeiro de 1961 e o nome é uma
homenagem ao major Tomaz Vieira, primeiro superintendente de Canoinhas.
Quadro 1 - Aspectos gerais e históricos
Aspectos Gerais e Históricos
Localização - Mesorregião IBGE Norte Catarinense
Coordenadoria Regional do SEBRAE/SC Regional Norte
Associação dos Municípios GRANFPOLIS - Associação dos Municípios da
Grande Florianópolis Secretaria de Desenvolvimento Regional de SC SDR - Canoinhas
Área territorial (km²) 524,3
Distância da Capital (km) 286
Clima Mesotérmico úmido, com temperatura média de 19°C.
Altitude (metros) 786
Estimativa Populacional de 2009 7.675
Densidade demográfica 2009 (hab/km²) 14,6
Data de fundação. 23 de janeiro de 1961.
Colonização. Alemã, italiana, ucraniana e polonesa.
Eventos relevantes 23 de janeiro (aniversário da cidade).
Fontes: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Estimativa Populacional 2009. - Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de
Estado do Planejamento, Dados Estatísticos Municipais 2008 - Assessoria de Planejamento do SEBRAE/SC (ASSPLAN), Estrutura Organizacional
das Coordenadorias Regionais - Federação Catarinense de Municípios (FECAM) - Santa Catarina Turismo S/A (SANTUR) - Prefeitura Municipal de
Major Vieira.
Aspectos Sociais
Esta seção apresenta uma visão geral de Major Vieira sobre o ponto de vista de seus aspectos sociais. Deste modo, realizou-se um estudo do
desempenho do município nos últimos anos frente à evolução de seus indicadores de desenvolvimento humano, suas ações no campo da
saúde e da educação, e da condição dos domicílios. Por fim, buscou-se levantar a presença de instituições integrantes da rede socioassistencial
do município.
4.1 INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO
A caracterização da qualidade de vida do município apoiou-se no uso de indicadores reconhecidos e amplamente utilizados, como é o caso do
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) e o Índice de Desenvolvimento Familiar. Em
ambos os casos, foram avaliados aspectos relacionados à educação, longevidade, emprego e renda, acesso ao trabalho, condições
habitacionais e outras variáveis que integram alguns dos indicadores de desenvolvimento humano mencionados.
A variação metodológica, bem como o distanciamento do período de publicação destes indicadores, aponta diferenças, sobretudo na
classificação do município, especialmente quando se estabelece comparativos entre os indicadores.
5. ANEXOS
MATRIZ SWOOT
COMPONENTE: DEFESA CIVIL
OBJETIVOS:
- Promoção de desenvolvimento humano e social da região de Canoinhas através da estruturação das Defesas Civis municipais;
- Fomentar as parcerias entre os órgãos governamentais e a sociedade civil organizada;
- Enquadramento das Defesas Civis municipais através da nova Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei n°12.608 de Abril de
2012);
- Alterar cenários vulneráveis dentro da região visando o bem estar e a preservação da vida humana em primeiro lugar.
MUNICÍPIO DE CANOINHAS
RESULTADOS
ATIVIDADES
INDICADORES
MEIOS DE VERIFICAÇÃO
CRONOGRAMA
PRAZO
(meses)
CUSTOS
(R$)
PRESUPOSTOS
EXTERNOS
Resultado 1:
Desassoreamento e - Fluidez das águas
- Diminuição das Limpeza
do
Rio - Volume de material
cheias
Canoinhas
retirado
- Diminuição do
Aumento
da
número de famílias
profundidade do rio
retiradas em época
de enchente
- Alto fluxo de veículos
- Elevado número de residências
atingidas
- Confrontação entre municípios
- Inavegabilidade do rio em virtude
do assoreamento
36
6.000.000,00
Resultado 2:
- Facilidade de
atendimento
de
ocorrências
- Realização de
trabalho finalístico
em Defesa Civil
- Pró-atividade em
Defesa Civil
Resultado 3:
- Identificação de
áreas vulneráveis
- Facilidade de
- Execução dos trabalhos;
- Obtenção de diagnóstico in loco
da Coordenadoria Municipal
- Número de estudos de pesquisa
em campo
12
150.000,00
Eficácia
investimentos
- Ausência de dados - Estudo de possíveis áreas de
tabulados
risco;
- Conhecimento das - Projeto estruturado
áreas por poucas
12
120,000,00
Dificuldade
contratação
especialista
- necessidade
- Kit de Defesa Civil
(Carro,
lanternas,
coletes, capas de
chuva,
botas,
jardineiras,
GPS,
notebooks,
multimídia, câmera
fotográfica,
filmadora)
Mapeamento
de
áreas de risco Georreferênciamento
- Possibilidade de
avaliação
e
a
readequação
de
projetos
e
atendimento eficiente
à comunidade
Alto Custo
- Impacto a jusante
Licenciamento
Ambiental
dos
de
de
de
tomada
de
decisões e acesso
as áreas atingidas
Resultado 4:
- Preservação da
vida humana com a
diminuição
de
patologias;
- Diminuição de
custos
- Qualidade de vida
Resultado 5:
- Facilidade de
atendimento
de
ocorrências
- Realização de
trabalho finalístico
em Defesa Civil
- Pró-atividade em
Defesa Civil
Resultado 6:
- Atendimento da
população atingida
por estiagem;
pessoas,
- Ausência de dados
registrados
em
computador ou papel
verificação
da
legislação municipal
referente ao meio
físico,
e
a
importância relativa
de cada um dos
fatores considerados
(ocupação,
ocorrência
dos
processos, geologia,
geomorfologia
- Custo elevado
- Resistência cultural
- Reocupação das
áreas de risco
Retiradas de famílias - Número de famílias - Mitigação e a prevenção de
de áreas de risco retiradas em áreas problemas;
(100 famílias)
de risco
- Melhoria da paisagem urbana
- Número de projetos
estruturados
36
3.000.000,00
- Kit de Defesa Civil
(Carro,
lanternas,
coletes, capas de
chuva,
botas,
jardineiras,
GPS,
notebooks,
multimídia, câmera
fotográfica,
filmadora)
Aquisição
de
Caminhão Pipa
12
150.000,00
Eficácia
investimentos
120.000,00
- Manutenção
tanque
Componente – INFRA-ESTRUTURA
- Possibilidade de
avaliação
e
a
readequação
de
projetos
e
atendimento eficiente
à comunidade
- Execução dos trabalhos;
- Obtenção de diagnóstico in loco
da Coordenadoria Municipal
- Número de estudos de pesquisa
em campo
Elevada ocorrência - Estatística
de
eventos
de estiagens
estiagem;
de
eventos
de 12
dos
do
Ações a serem desenvolvidas pela Infra-estrutura em 2012
Componentes / Objetivos
Resultados
Capacidade
e
necessidade
de
investimentos
em
infra-estrutura
disponíveis para a
região de Canoinhas.
Atividades
Indicadores
 Levantamento técnico da
matriz de energia elétrica,
telefonia,água e esgoto e
comunicação de dados;
 Relatório
técnico
por
concessionária dos serviços;
 Solicitação de projetos para o
aumento da capacidade e
modernização dos serviços;
 Análise
do
modal
de
transporte da região de
Canoinhas:
Recuperação
e
pavimentação de vias de
acessos aos municípios;
Acesso
pavimentado a Blumenau;
Pavimentação
das
principais estradas que ligam
as cidades aos distritos.
 Grau de implementação dos
planos
estratégicos
institucionais nas prefeituras;
%
de
aumento
de
arrecadação dos impostos;
 Nivel de investimento oficial
liberado pra a região;
 % de aumento de verbas
oficiais (federal e estadual)
liberados para a região;
 Plano
Plurianual
(PPA)
(esferas municipal,estadual e
federal);
 Lei
de
diretrizes
orçamentária (LDO);
 Lei
Orçamentaria
Anual
(LOA);
 Plano de investimento das
Concessionárias.
 Urbanização dos municípios
da Região de Canoinhas;
 Investimento
para
modernização do sistema de
segurança,hospitalar,
emergência:
 Investimento e modernização
do sistema de planejamento
urbano,
transporte
coletivo,sistema viário;
 Investimento em paisagismo,
lazer e modernização das
cidades.
Meios de verificação
 IDH dos municípios da região de Canoinhas;
 Dados oficiais do Governo Estadual e Federal e suas autarquias;
 Planos táticos e operacionais;
 Indicadores setoriais:
 Plano Plurianual (PPA) (esferas Municipal Estadual e Federal);
 Lei de Diretrizes Orçamentarias (LDO) (esferas Municipal, Estadual e Federal);
 Lei Orçamentaria Anual (LOA) (esferas Municipal, Estadual e Federal);
 Plano de Investimentos das Concessionarias.
POLICIA CIVIL
Quanto aos pequenos reparos da estrutura sólida e de logística DA 22 DRP de canoinnhas, conta,os com um Convânio de Trânsito
firmado entre o Estado de Santa Catarina e o Poder Público Municipal onde são empregados parte dos dividendos da arrecadação das
multas de transito em manutenção preventiva do que se relaciona com o trânsito.
Por oportuno, informo que as tratativas em sede de programas e projetos de engenharia necessitam de especialidade, e não
dispomos,por exemplo, de um profissional do ramo para nos orientar quanto à exata persecução em termos de construção civil.
Insta salientar que o DETRAN/SC está por exigir dos Centros de Condutores de Veículos e Despachantes a famigerada “ Rampa de
Acesso” para as pessoas portadoras de necessidades especiais, mas, o que dizer se a própria sede da 22° DRP de Canoinhas onde esta
situada a CIRETRAN não possui tal rampa. Creio estarmos diante de alguma incongruência administrativa.
Nesta seara é que indicamos, à SDR de Canoinhas, como prioridade, a contrução de uma Rampa De Acesso, junto à 22° DRP de
Canoinnhas.
Da mesma forma, dentro de nossas diretrizes está a reforma do prédio da 22° DRP e Delegacia de Policia da Comarca que poderá ser
executada através de uma pintura e uma e uma revisão geral da liha de energia elétrica, pois, o restante do prédio está em boas
condições ainda.
Outro projeto, mais audacioso e cercado de um desafio mais ousado está na construção de uma nova Delegacia de Policia na cidade de
Três Barras onde já existe a desapropriação de um terreno da empresa Rigesa e cedido ao Estado de Santa Catarina para a execução da
obra, porém, ainda, carente de um projeto palpável,mas, de grande importância para a Segurança Publica, eis que poderá abrigar tanto
a Policia Civil quanto a Policia Militar.
BOMBEIROS
NECESSIDADES MATERIAIS E HUMANAS DAS UNIDADES DE CORPOS DE BOMBEIROS MILITARES DOS MUNICIPIS DE CANOINHAS, PORTO
UNIÃO, TRÊS BARRAS E PAPANDUVA
Quantidade
NECESSIDADES MATERIAIS E HUMANAS
20
Bombeiros Militares
JUSTIFICATIVA
I – Nosso efetivo encontra-se defasado;
II- Estes bombeiros irão recompor parte do efetivo;
III- Nos próximos anos muitos bombeiros militares passarão para a reserva remunerada;
IV- O numero de ocorrências têm aumentado;
V- As viaturas Auto Socorro de Urgência trabalham com dois Bombeiros, e deveriam ser três no mínimo;
VI- A viatura Auto Bomba Tanque e Resgate trabalha com dois Bombeiros e deveriam ser quatro no mínimo ,
dificultando o atendimento das ocorrências.
1
VIATURA AUTO BOMBA TANQUE E RESGATE (ABTR)
Justificativa:
I-
2
A viatura de Porto União está com mais de dez anos de uso e apresenta problemas mecânicos, tanto na
viatura quanto na bomba água;
IIA viatura de Canoinhas está com mais de dez anos de uso e apresenta problemas mecânicos,tanto na
viatura, quanto na bomba de água;
IIIAs viaturas das demais OBM’s são da década de 1980;
IVO gasto com manutenção dessas viaturas é elevadíssimo, representandoi 50% do custos de
manutenção anuais.
VIATURAS AUTO TANQUES
Justificativas
IIIIII-
1
As viaturas da região dadecada de 1980. Apresentam problemas mecânicos constantes, tanto na viatura
quanto na bomba água;
Um AT com aproximadamente 12.000 litros é fundamental no ataque com precisão nos incêncidos, que
tem aumentado muito em épocas de seca e baixa umidade;
O gasto com manutenção dessas viaturas é elevadíssimo, representando 50% dos custos de
manutenção anuais.
VIATURA AUTO SOCOORO DE URGÊNCIA (ASU)
JUSTIFICATIVA:
I-
1
Foi adquirido um ASU novo para substituir o que esta rodando à naus de dez abis e apreseenta sérios
problemas mecânicos ;
IIA solicitação dessa viatura é para substituir uma com mais de seis anos de uso, que também vem
apresentando problemas mecânicos;
IIIEste novo ASU seria utilizado vomo veículo de substituição quando os carros atuais baixam por
problemas mecânicos;
IVO gasto com manutenção dessas viaturas são elevados.
REFORMA DO QUARTEL DE PORTO UNIÃO
JUSTIFICATIVAS:
I-
O prédio tem mais de 30 (trinta) anos e necessita de reforma , principalmente na garagem , alojamento,
1
cozinha e banheiros que apresentam infiltrações e vazamentos.
AMPLIAÇÃO E REFORMA DO QUARTEL DE CANOINHAS
JUSTIFICATIVA:
O prédio que tem quase trinta anos, necessita de reforma, principalemnte na garagem, alojamentos e áreas
administrativas, bem como ampliação de sua estrutura para fazer jus a sede de batalhão,.
2
JTT-SKID
Justificativa:
IIIIII-
2
O único Jet-ski eu possuímos é de 1998 e fica baseado em Porto União;
O custo com manutenção é elevado;
A aquisição de dius novos Jet-skis daria mais confiança e segurança para o bombeiro no atendimento
dasocorrências nas regiões de alagados e ruis (porto União e Canoinhas)
BARCOS INFLÁVEIS
JUSTIFICATIVA:
III-
2
Nossas OBMs não possuem este tipo de equipamento;
Esta embarcação irá auxiliar no transporte depessoas durante as enchentes que acontecem com
freqüência na nossa região.
Desencarceradores
JUSTIFICATIVA:
I-
30
A aquisição de um desencarcerador com mais acessórios (cortador de pedas, tesoura, etc...), o qual
daria melhor resultado no atendimento à ocorrências de acidentes com vitimas presas em ferragens;
IIDevido as várias rodovias (BRs, SCs, PRs e oputras) que cortam nossa região e o aumento da frota de
veículos transitando nelas, o numero de acidentes vem crescendo e a aquisição de equipamentos mais
modernos se faz necessária,
EPI (EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL)
JUSTIFICATIVAS:
III-
Os EPIs que possuimops estão desgastados e sem condições de uso;
O ideal seria que cada bombeiro tivesse seu EPI, fatoq eu hoje não ocorre, sendo um EPI usado por
cada três bombeiros.
IIIIV-
Os EPIs que possuímos são antigos, e alguns necessitam ser substituídos;
Equipaemntos novos e modernos irão dar mais confiança e segurança aos Bombeiros no atendimento
AGRICULTURA
A gestão técnica da Epagri segue modelo em que o propósito estratégico é fortalecer a capacidade da Epagri para formular, executar e avaliar
projetos para o meio rural e pesqueiro de Santa Catarina e dessa forma atender as demandas dos clientes, usuários e sociedade. Para isso
estabelece e define as figuras programáticas, os componentes do sistema e as atribuições dos profissionais envolvidos nas atividades de
coordenação e gerenciamento. Também normaliza o processo de gestão técnica, sustentado em macroprogramas, programas e projetos, com
ênfase nos resultados.
A gestão técnica da Epagri é realizada efetivamente nos níveis tático e operacional através das unidades territoriais e regionais de gestão e
operação.
O sistema de gestão segue um conjunto de premissas que visam orientar todo o processo de planejamento, execução, monitoramento e
avaliação dos projetos. O processo de planejamento tem como premissa a participação de todos os níveis organizacionais.
O modelo de gestão se caracteriza por um conjunto de conceitos que, orientados por uma filosofia central, permite operacionalizar todas as
suas atividades. Esse modelo permite tornar claros todos os princípios que devem orientar a gestão e alinhar parâmetros para as decisões
gerenciais. Uma vez conseguida essa orientação, facilita uma atuação sinérgica entre as unidades que compõem a estrutura administrativa da
Epagri.
As características inerentes ao modelo de gestão da Epagri podem ser visualizadas e resumida pela figura:
Na gestão estratégica, todos os níveis visam o cumprimento da missão através de áreas de negócios, da Pesquisa e Extensão Rural e Pesqueira,
comungando de valores estratégicos numa visão de médio prazo.
Compartilhada implica em corresponsabilidades entre gestores, executores, parceiros e público de interação.
A busca de soluções técnicas ou organizacionais estimula visão interdisciplinar para lidar com a complexidade dos problemas.
A característica de gestão participativa visa o comprometimento das pessoas e estruturas com os objetivos organizacionais através da
participação na discussão e solução dos problemas de planejamento, execução, acompanhamento e avaliação.A gestão é descentralizada, pois
a empresa encontra-se presente em todos os municípios do estado e a gestão se realiza nos níveis mais próximos da realidade do
trabalho.Todos os processos de planejamento, execução, controle e avaliação estão voltados para o alcance de resultados concretos que
viabilizem a consecução da missão da empresa.
A gestão técnica insere-se no planejamento estratégico da Epagri. Contém as diretrizes gerais de ação da Pesquisa e Extensão Rural e
Pesqueira. Como sistema, possui um conjunto de objetivos.
Objetivo estratégico
Fortalecer a capacidade da Epagri – por meio de uma gestão técnica e administrativa qualificada, na formulação, implantação e avaliação de
programas e projetos para o meio rural e pesqueiro do estado bem como do seu próprio desenvolvimento institucional.
Objetivo geral
Melhorar o processo da gestão técnica em um cenário com mudanças organizacionais visando melhor atender as novas e mais complexas
demandas por parte da sociedade e o público de interação.
Objetivos específicos
Executar a gestão por programas;
Definir diretrizes para articulação entre as unidades da empresa;
Elaboração de Plano Operacional, alinhado às diretrizes estratégicas, articular todas as unidades da empresa;
Qualificar a gestão institucional em todos os níveis organizacionais.
Premissas
A riqueza da gestão está no processo de análise do ambiente e na reflexão sobre os problemas e potencialidade, elevando dessa forma, o
potencial analítico e intelectual do quadro técnico e gerencial da empresa e no processo de construção de acordos internos sobre os resultados
que se quer e de como alcançá-los.
Territorialidade
É um espaço físico geograficamente definido, geralmente contínuo, compreendendo as áreas urbanas e rurais, caracterizado por critérios
multidimensionais, tais como o ambiente, a economia, a sociedade, a cultura, a política, as instituições e grupos sociais relativamente distintos,
que se relacionam. A abordagem territorial combina a proximidade social, que favorece a solidariedade e a cooperação, melhorando a
articulação dos serviços públicos, com a diversidade dos atores.
O maior espaço é a UGT – Unidade de Gestão Técnica que compreende um território com características de ordenamento político
administrativo, além de critérios de ordem edafoclimáticos, geográficos, ambiental e socioeconômicos.
O menor espaço territorial das ações da Epagri pode abranger uma ou várias comunidades e seus habitantes.
Participação social
A gestão técnica, em todos os níveis organizacionais exige intensa participação dos diversos atores. A Epagri planeja com o seu público,
envolvendo diversos setores da sociedade. Os extensionistas e pesquisadores fazem parte do contexto do planejamento, se envolvem nos
problemas não só como observadores, mas atuam como animadores e agentes de desenvolvimento.
Essa participação se dá:
No âmbito municipal – Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural (CMDR);
Regional - Conselho de Desenvolvimento Regional (CDR) – comitê temático de agricultura;
Na UGT – Universidades, Entidades e Fóruns de Desenvolvimento Rural e Territorial;
Estadual – Governo do Estado, conselho de Administração, Comissão Coordenadora Estadual, Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural
(Cederural), Entidades e Fóruns de Desenvolvimento Estadual.
Foco em resultados
Planejamento e gestão voltados para resultados embutem em todos os níveis o compromisso com o público em interação, com os parceiros e
sociedade. As ações precisão gerar os resultados estabelecidos e que estejam voltados ao atendimento das demandas da sociedade e das
diretrizes institucionais. O planejamento aloca recursos, organiza equipes, estabelece metas, acompanha a execução, avalia o alcance dos
resultados e corrige rumos sempre que necessário.
Flexibilidade
O processo de planejamento e gestão exige um bom grau de flexibilidade para uma relativa adaptação a contextos diferentes, problemática
diferente e a possibilidade de que em momento oportuno, seja feita correção de rumo, contudo, sem mudar as metas estabelecidas.
Interação entre Pesquisa e Extensão Rural
Cabe ao planejamento a integração para melhor aproveitamento dos recursos técnicos nos projetos, onde todos os talentos e especialidades
se integram e interagem independentemente de estarem na Pesquisa ou Extensão Rural e Pesqueira, dentro de um determinado território.
Processo do Sistema de Gestão Técnica
É formado por quatro processos fundamentais:
Processo de planejamento
Conjunto de recursos e atividades inter-relacionadas que transforma insumos e entradas em produtos e serviços. O planejamento é orientado
para a elaboração do plano, seu gerenciamento e voltado para a organização do trabalho e obtenção de resultados.
Em síntese, consta da análise de um conjunto de necessidades detectadas e de um conjunto de orientações que constituem as demandas para
uma ação da Epagri. Em função da disponibilidade de recursos financeiros, de pessoal e de infraestrutura, a empresa precisa priorizar o seu
esforço em ações que gerem o maior grau de satisfação possível.
Processo de execução
É a efetivação do trabalho planejado. Tem as peculiaridades da pesquisa, da qualificação profissional e da extensão rural, suas interfaces e
interações. Conclui no final do cronograma de execução planejado, quando se deseja que tenha alcançado os resultados esperados.
Processo de monitoramento
A responsabilidade do monitoramento da execução dos projetos municipais é do gerente regional;
A responsabilidade do monitoramento da execução do projeto é do coordenador de programa;
A responsabilidade do monitoramento gerencial é dos dirigentes regionais e gerências técnicas estaduais, através de indicadores inseridos na
ferramenta “sistema de Informação Técnica Integrado” – Seplan, Seater, Seceve, Seprotec, Setec e Sepex, ou outros indicadores que venham a
ser definidos futuramente.
A periodicidade do monitoramento é trimestral.
Processo de avaliação
A avaliação consiste em um processo de análise de um plano proposto, através de indicadores previamente definidos, visando determinar o
grau de alcance das metas e dos resultados. O produto da avaliação é um relatório em todos os níveis de planejamento.
A avaliação é feita anualmente e envolve a produção de um relatório contendo os indicadores que foram estabelecidos na elaboração.
rioridades Regionais
Na Região de Canoinhas, coincide as áreas priorizadas com a região do Planalto Norte ou UGT – Unidade de Gestão Técnica. A definição dessas
áreas envolveu inúmeras reuniões com lideranças comunitárias, podendo ser citados, cooperativas, sindicatos, conselhos, fóruns de
conselheiros, lideranças municipais, técnicos de escritórios locais e regionais.
As áreas a terem foco pela Epagri na região de Canoinhas são:
Fruticultura,
Pecuária - Bovinocultura Leiteira e Apicultura;
Atividades não Agrícolas e de Auto-abastecimento e Subsistência Familiar;
Olericultura;
Gestão Ambiental e;
Produção Florestal.
Indicadores econômicos
A Epagri mantém um serviço de pesquisa de mercado e estatísticas agrícolas que veio para a empresa com a anexação do Instituto Cepa, o
antigo Icepa, hoje um Grupo Temático mantido como área estratégica.
Recortamos o último relatório fornecido peo este grupo para mostrar os últimos números referentes aos indicadores solicitados.
População Regional – UGT
ÁREA E PRODUÇÃO AGRÍCOLA REGIONAL – UGT/4 - SAFRA: 2010/2011
Fonte: Epagri/Cepa (Canoinhas) – Ibge/Canoinhas
EFETIVO DA PECUÁRIA REGIONAL – UGT/4
Fonte: Epagri/Cepa (Canoinhas) – Ibge/Canoinhas
FRUTICULTURA REGIONAL – UGT/4
Fonte: Epagri – GRCanoinhas (2010) - Epagri/Cepa (Canoinhas)
PRODUÇÃO VEGETAL REGIONAL – UGT/4
Fonte: Ibge (2009/2010) – Elaboração: Epagri/CEPA (Canoinhas)
PRODUÇÃO VEGETAL (SILVICULTURA) REGIONAL – UGT/4
Fonte: Ibge (2009/2010) – Elaboração: Epagri/CEPA (Canoinhas)
DADOS ECONÔMICOS (2008) – REGIÃO/UGT-4
Fonte: Ibge – Elaboração: Epagri/CEPA (Canoinhas)
Componente - Agricultura
Ações a serem desenvolvidas pela Epagri em 2012
Componentes / Objetivos
Resultados
Fruticultura:
 Aumentar
a
área
plantada com espécies
frutícolas;
 Aumentar
a
produtividade
dos
pomares implantados;
 Consolidar a cadeia
produtiva;
 Formar grupos de
produtores
nas
comunidades
para
promoção de ações de
interesse comum;
 Melhorar a qualidade
das frutas produzidas na
região;
 Organizar
os
produtores
para
o
beneficiamento
e
comercialização;
Atividades
Indicadores
Meios de verificação

Motivar
agricultores
para
implantarem
novos
pomares;

Capacitar
em
manejo de pomares;

Assessorar
na
organização de grupos
temáticos;

Financiar e apoiar
a
implantação
de
unidades
de
beneficiamento
de
frutas, com recursos do
SCR;

Financiar e apoiar
a
implantação
de
agroindústrias
com
recursos do SCR;

Financiar
unidades demonstrativas
de
referência
35
Reuniões
nas
comunidades e sedes de
município, estimando-se
público
de
400
agricultores;
03 Dias de campo para
divulgação de técnicas a
90 agricultores;
02 Cursos básicos e
avançados, teóricos e
práticos em manejo de
pêssego, ameixa e uva
para 80 participantes;
02 treinamentos para
25 produtores;
01 Seminário para 150
pessoas
sobre
a
atividade;
01 encontro para 40
agricultores;
02
Projetos
estruturantes;
Senso ou diagnóstico com levantamento de
informações detalhadas do número de
produtores e respectivas áreas e produções;
Sistema informatizado da Epagri com os
registros dos eventos e atendimentos individuais
que podem ser acessados no sítio da empresa;
Listas de frequências e participações dos
produtores nos encontros e cursos;
Material fotográfico e jornalístico na imprensa
local e regional;
 Verificação “in loco” das unidades de
beneficiamento e agroindústrias a serem
beneficiadas –> espera-se para 2012 que 02
associações sejam contempladas, sendo uma no
Rio Novo, interior de Major Vieira e outra em
Canoinhas.
 Assessorar
os
fruticultores para o
acesso
ao
crédito
agrícola e ao respectivo
seguro;
 Iniciar processo para
certificação
de
produtores orgânicos de
uvas e amoras;
 Formar mais um grupo
de produtores de uva
orgânica;
 Promover
a
diversificação
das
produções
para
otimização do uso da
mão de obra nas
propriedades e melhor
aproveitamento
das
estruturas instaladas.
Obsevações:
tecnológicas (URTs);

Elaborar projetos
de
crédito
em
fruticultura;

Trocar
experiências com regiões
de tradição e com a
atividade consolidada;

Contactar
com
empresas certificadoras
para produção orgânica.
01
Unidade
de
Referência Tecnológica
em
1
propriedade
modelo;
Manutenção
dos
Diagnósticos municipais
e regionais atualizados,
contemplando o número
de produtores, área
plantada e produtividade
a cada safra para todas
as frutas plantadas na
região;
07
Oficinas
para
avaliação e organização
associativa para 140
participantes;
05 Excursões para 100
pessoas;
500
visitas
individualizadas e com
repetição
para
270
produtores de frutas
estabelecidos;
Visitas e atendimentos
para novos produtores;
100
atendimentos
pontuais
a
100
agricultores
em
fruticultura.

A fruticultura é uma das áreas prioritárias para o trabalho da Epagri tanto na região de Canoinhas como de todo o Planalto
Norte, que envolve também a região de Mafra, formado a região da UGT-4 (Unidade de Gestão Técnica), como denominamos
internamente. O orçamento específico para esse trabalho envolve recursos próprios da empresa e em alguns eventos e cursos,
vamos contar com recursos do programa SC Rural, da ordem de R$ 36.800,00.

Importante citar que hoje a atividade já começa a apresentar números significativos, como o envolvimento de praticamente
600 agricultores (Planalto Norte) com produção de frutas, chegando já na casa de 3 mil toneladas entre maçãs, uvas e pêras (mais
significativamente), tendo ainda pêssegos, ameixas, kiwis, amoras e ainda forte bananicultura e citricultura nas regiões de menores
altitudes nos municípios de São Bento do Sul e Itaiópolis.
Silvicultura:
 Aumentar
a
área
plantada com espécies
florestais na AF;
 Aumentar
a
produtividade
dos
reflorestamentos;
 Formar grupos de
produtores
nas
comunidades
para
promoção de ações de
interesse comum;
 Manter o fornecimento

Motivar
agricultores
para
implantarem
novos
reflorestamentos;

Capacitar manejo
florestal;

Assessorar
na
organização de grupos
temático/florestal;
4
Reuniões
nas
comunidades e sedes de
município, estimando-se
público
de
50
agricultores;
02 Dias de campo para
divulgação de técnicas a
50 agricultores;
01
Unidade
de
Referência Tecnológica
em
1
propriedade
modelo;
Formar 01 Grupo de
interesse florestal;
Sistema informatizado da Epagri com os
registros dos eventos e atendimentos individuais
que podem ser acessados no sítio da empresa;
Listas de frequências e participações dos
produtores nos encontros, cursos e reuniões;
Material fotográfico e jornalístico na imprensa
local e regional;
40
visitas
individualizadas e com
repetição
para
27
produtores
reflorestadores
estabelecidos;
Visitas e atendimentos
para novos produtores;
27
atendimentos
pontuais a 27 produtores
reflorestadores.
de matéria prima para
energia;
 Inserir novas espécies
como matéria prima de
serrarias,
para
fornecimento
de
madeiras
para
a
construção
civil,
indústria moveleira em
forma de tábuas e
pranchas.
Na atividade de silvicultura, a estratégia da Epagri é atuar com produtores que tem afinidade com a atividade e incentivá-los a
promoverem o manejo florestal, que dá substancial incremento na renda dessas florestas;
Também é uma das áreas prioritárias da empresa para a região, pois se trata de atividade consolidada e tradicional, já que o clima e
solo da região é bastante próprio.
O orçamento para este trabalho fica vinculado ao recurso próprio da empresa.
Atividades
Agrícolas
tradicionais de grãos e
cereais:
 Manter o fornecimento
de matéria prima para
rações;
 Manter o fornecimento
de matéria prima para a
indústria;
 Aumentar
a

Motivar
agricultores
para
implantarem tecnologias
mais modernas;

Motivar
agricultores
para
implantarem sistemas de
agricultura de precisão;

Capacitar
em
manejo de solos;

Assessorar
na
23
Reuniões
nas
comunidades e sedes de
município, estimando-se
público
de
350
agricultores;
01 Dias de campo para
divulgação de técnicas
de
manejo
a
20
agricultores na unidade
de referência;
01
Unidade
de
Sistema informatizado da Epagri com os
registros dos eventos e atendimentos individuais
que podem ser acessados no sítio da empresa;
Listas de frequências e participações dos
produtores nos encontros e cursos;
Material fotográfico e jornalístico na imprensa
local e regional;
competitividade
das
culturas de commodities
agrícolas, através do
aumento constante da
produtividade e redução
dos custos de produção;
 Inserir
produtores
tradicionais em sistema
de produção de precisão;
 Capacitar agricultores
para o uso racional do
solo;
 Incentivar o plantio
direto na palha, para o
manejo correto do solo;
 Sensibilizar
os
agricultores
familiares
para o uso de variedades
de milho em substituição
aos híbridos;
 Motivação
para
o
plantio de culturas de
subsistência familiar.
organização de grupos
temáticos;

Financiar
unidades demonstrativas
de
referência
tecnológicas (URTs);

Elaborar projetos
de
crédito
em
investimentos agrícolas;

Elaborar projetos
de crédito em custeios
de lavouras;

Trocar
experiências com regiões
de tradição e com a
atividade consolidada;
Referência Tecnológica
em
1
propriedade
modelo;
Implantação de 01
contabilidade rural em
01 propriedade para;
01 Excursão para 40
pessoas, para motivação
em
agricultura
de
precisão;
120
visitas
individualizadas e com
repetição
para
120
produtores
estabelecidos;
80
atendimentos
pontuais
a
80agricultores.
Emissão de Daps –
acesso ao Pronaf;
Emissão de AR para os
programas do troca
troca
do
governo
estadual;
Enquadramento para
Juro Zero.
A estratégia nesta atividade consolidada e tradicional na região, a Epagri vai recomendar aos agricultores tecnologias que
contribuam para a melhoria da competitividade das culturas, com ênfase na melhoria da produtividade, qualidade, redução nos
custos de produção e minimização do impacto ambiental negativos. Pretende também inserir alguns produtores na agricultura de
precisão.
O orçamento para essas atividades está na casa de R$ 5.500,00 destinados pelo SC Rural e os recursos próprios da Epagri.
Estrutura
Fundiária 
Informar
e
motivar
famílias
de
menos concentrada;
jovens agricultores;
 Propriedades Agrícolas 
Informar
e
regularizadas;
orientar
organizações
 Propriedades Agrícolas sindicais de agricultores
com função produtiva e sobre políticas públicas
social.
sobre
ordenamento
fundiário;

Capacitar
os
mutuários nos sistemas
produtivos;

Orientar
e
assistir nos processos
produtivos.
Melhoria da estrutura Execução de projeto de
adequar,
física do Centro de Reformar,
Treinamento da Epagri melhorar o espaço físico
Centro
de
de
Canoinhas
– do
Treinamento da Epagri
CETRECAN.
de
Canoinhas
–
CETRECAN.

Jovens
capacitados para serem
futuros
empreendedores;

Sindicatos
preparados para operar
políticas públicas do
Plano
Nacional
de
Credito Fundiário (PNCF);

Planos
de
desenvolvimento
de
unidades produtivas.
 Jovens e famílias capacitados;
 Planos elaborados de viabilidade técnica e
social das unidades de produção dos futuros
produtores rurais do PNCF;
 Laudos de assistência técnica;
 Vistorias técnicas;
 Propriedades regularizadas.

Investimento/apli Unidade Readequada.
cação de R$125.600,00
na execução do projeto
de
readequação
da
unidade.
Formação e capacitação
de
agricultores,
lideranças
rurais
e
técnicos.
Apoiar
Técnica
e
operacional na formação
de
técnicos,
agricultores(as),
lideranças voltados ao
meio rural através de:

Realização
de Sistemas de gerenciamento da Epagri.
aproximadamente
70
eventos
(diversos
conforme coluna
anterior)
com
a
participação de 2.500
pessoas.

Cursos
profissionalizantes
(agroecologia,
bovinocultura,
olericultura, artesanato
em lã de ovelha),

Reuniões
técnicas,

Demonstrações
de métodos,

Unidades
didáticas,

Seminários e,

Treinamentos.
Implantação
Unidades
de Implantar
Didáticas didáticas
unidades 05 Unidades didáticas Unidades implantadas.
com
a (UD’s) nas áreas de
(UD’s) no CETRECAN.
finalidade de dar suporte
aos
cursos
de
capacitação realizados
no Centro e auxiliar nos
trabalhos de assistência
técnica e extensão rural
nas áreas propostas.
captação de água da
chuva,
irrigação,
olericultura, fruticultura
e plantas medicinais.
Melhor conservação dos Construir
abrigo Garagem
veículos de propriedade (garagem)
para
os veículos.
da Epagri.
veículos da empresa.
para
Melhores condições de
realização de eventos
para
agricultores
e
técnicos do setor.
com Obra construída.
para 200
Construir auditório, com Auditório
salas de apoio anexas, capacidade
junto às dependências pessoas.
da Gerência Regional da
Epagri.
06 Obra construída.
Aumento
competitividade
agricultura familiar.

Criar
ambiente
favorável
para
a
da emergência de projetos
da de
agregação
e
apropriação de valores
de iniciativa qualificada
na região;

Elaborar projetos
de viabilidade técnicoeconômicos para as
atividades de agregação
e apropriação de valores
pela agricultura familiar
na região;
 Reuniões com técnicos Listas de frequências e participações dos
e
agricultores
nas produtores nos encontros;
comunidades e sedes de
município;
 Cadastro na Secretaria da Agricultura e Pesca.
03
Projetos
Estruturantes
das
principais
cadeias
produtivas da região
(leite, olerícolas, frutas);

Assessorar
a 03
implantação de Projetos Estruturantes
implantados;
Estruturantes;
Projetos
01
Rede
 Assessorar
a 
Comercialização
estruturação
e
fortalecimento de rede fortalecida;
de comercialização;
de

Preparar jovens
rurais
em
empreendedorismo
e
inclusão digital.
- Capacitar, orientar e
organizar
agricultores
Atividades não agrícolas
para atividades não
e
de
Autoagrícolas (Artesanatos,
Abastecimento.
Turismo Rural e outros..).
- Sensibilizar e Assistir
Tecnicamente (ATER) na
produção de alimentos
para
Auto-consumo,
envolvendo
famílias
rurais, professores e
escolares
(ênfase
à
produção agroecológica).
01
curso
em
empreendedorismo
implantado para 15
jovens.
- 31 eventos grupais com - Sistemas de gerenciamento da Epagri;
330 famílias e escolares;
- Secretarias Municipais de Agricultura.
- 66 visitas a famílias;
- 124 atendimentos;
1
evento
organização,
planejamento
capacitação
de
técnicos.
de
e
18
- Capacitar técnicos
Fortalecimento
- Sensibilizar famílias - 174 eventos grupais - Sistemas de gerenciamento da Epagri;
rurais para o resgate de com 1.295 participantes
do
- Secretarias Municipais de Agricultura.
identidade rural, sua
- 86 vistas e 48
Autoestima, costumes,
Capital Social e Humano. tradições e
comunitária;
cogestão atendimentos.
- Formar e Capacitar
2
eventos
jovens rurais;
organização,
- Promover encontros planejamento
para valorização da capacitação
de
mulher;
técnicos.
de
e
18
- Assistir Tecnicamente
(ATER) a povos indígenas
DESTAQUE:
– Porto União;
1 Curso para 15 jovens
- Capacitar, organizar e
rurais
através
da
assessorar aos CMDRs;
pedagogia
da
- Articular e orientar para alternância,
as políticas públicas – multidisciplinar;
320
PNAE e PAA;
horas – no CETRECAN
Incentivar
organização
produtores
e
associativismo;
a
dos
o
- Capacitar e formar
jovens rurais para o
empreendedorismo,
gerenciamento
e
administração eficaz de
propriedades rurais.
Desenvolvimento Sócio - Sensibilizar, organizar e
Ambiental – Gestão capacitar famílias, jovens
Social do Ambiente.
rurais,
alunos
e
professores
em
Educação
Ambiental,
Corredores Ecológicos,
Saneamento Ambiental,
Preservação,
Recuperação
e
Conservação
dos
recursos naturais.
Conselhos Municipais de
Desenvolvimento Rural
(CMDRs) com atuação
mais efetiva.
- 64 eventos grupais com - Sistemas de gerenciamento da Epagri;
1.136 participantes;
- Secretarias Municipais de Agricultura.
- 89 vistas e 76
atendimentos;
5
eventos
organização,
planejamento
capacitação
de
técnicos.
de
e
18
Apoiar organização dos - 6 CMDRs assessorados; - Sistemas de gerenciamento da Epagri;
CMDRs
e
capacitar
150
conselheiros - Secretarias Municipais de Agricultura.
conselheiros, através de
capacitados.
cursos,
oficinas,
seminários, com apoio
do Programa SC Rural.
Melhor organização da Apoiar a organização da
Cadeia produtiva da cadeia produtiva da
APICULTURA.
apicultura, através de
Assistência Técnica e
Extensão Rural, com
eventos, visitas técnicas,
reuniões
do
grupo
temático, Unidades de
Referências.
- 36 eventos grupais com - Sistemas de gerenciamento da Epagri;
188 participantes;
- Secretarias Municipais de Agricultura;
- 98 visitas a apicultores;
-Associações de apicultores.
- 68 atendimentos;
Incremento
da Apoiar a produção e
Olericultura na região.
comercialização
de
hortaliças no mercado
institucional, feiras e
outros mercados através
de Assistência Técnica e
Extensão Rural realizada
pelos
extensionistas
municipais com apoio da
equipe regional da Epagri
e CETRECAN.
- 39 eventos grupais com - Sistemas de gerenciamento da Epagri.
194 olericultores;
3
eventos
organização,
planejamento
capacitação
de
técnicos.
235
visitas
olericultores;
de
e
16
a
- 84 atendimentos;
4
eventos
organização,
planejamento
capacitação
de
de
e
16
técnicos.
Continuação
da Apoiar a organização dos - 108 eventos grupais - Sistemas de gerenciamento da Epagri.
organização da Cadeia produtores
já com 428 participantes;
do Leite.
implantadas;
- 882 visitas a produtores
Assistir
Tecnicamente de leite;
(ATER) com apoio da
- 157 atendimentos;
equipe
regional
da
Epagri, CETRECAN e 3
eventos
de
EECAN na área do leite;
organização,
planejamento
Estudar possibilidades de
capacitação
de
agregação de valor ao
técnicos.
leite
produzido
na
região.
Ações concretas para a
melhoria
da
infraestrutura de estudo,
produção
e
comercialização
implementadas
–
Estação Experimental.
e
16
Fortalecer a Estação Número de centros de
Experimental da Epagri estudos para a pesquisa
Canoinhas
para
a agrícola implantados;
pesquisa agrícola;
Número
de
Instalar
estação infraestrutura
para
meteorológica
produção
e
automática
em comercialização
Canoinhas;
implantados;
Cadastros das empresas de pesquisa e das
Universidades;
Cadastros das empresas de planejamento e
assistência técnica e extensão rural;
Relatórios.
Instalar infraestrutura de Número
de
comercialização
de experimentos instalados
produtos da agricultura com grãos e pastagens;
familiar;
Avaliações de resíduos
Viabilizar
estruturas das indústrias de papel e
laboratoriais para a celulose.
pecuária.
Os dados fornecidos no presente documento foram extraídos de documentos produzidos pelos técnicos da Epagri nas mais diversas
instâncias, sendo os PATS – Planejamentos Municipais e Regional.
A compilação dos dados e formatação do presente documento foi feita por Gilberto Neppel, Engenheiro Agrônomo, lotado na
Gerencia Regional de Canoinhas.
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