Exercícios oculares

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Exercícios para a Saúde dos Olhos
"Quando o homem convive com a natureza e vive no seu habitat natural, a visão fica
perfeita até o fim da vida". Essa frase de André Van Lysebeth, pioneiro em yoga no
ocidente, com certeza vai deixar o leitor perplexo.
Para o cidadão de nossas cidades modernas, vivendo, trabalhando em lugares fechados
onde o horizonte não tem mais do que cinco metros de distância, os músculos da
convergência são sempre ativados e cansam. Isso gera tensões.
A luz, com intensidade sempre igual, o olhar pregado à tela do computador ou da
televisão, a monocromia (letras pretas/papel branco), aliados a um trabalho irritante que
gera tensões em todos os lugares do corpo, até no aparelho visual, são as causas
principais que levam a distúrbios e a uma visão alterada.
Se você tem uma visão boa, os exercícios aqui são para manter seus olhos sadios. Se
você tem miopia ou presbiopia (vista cansada), sua visão vai melhorar logo.
1º) De manhã, massagear de
leve os globos oculares com os
dedos indicadores médios,
suavemente em contato com as
pálpebras. Fazer movimentos
circulares. Não pressione.
2º) Com os olhos fechados,
apertar (fechar) firmemente as
pálpebras e abri-las, piscar
umas 20 vezes. Recomeçar
cinco vezes. Quando você
apertar as pálpebras você
poderá até ouvir os músculos
vibrarem.
3º) Colocar o indicador a uns 10
centímetros do nariz, e girar a cabeça
da
direita
para
esquerda
alternativamente, apontando o nariz em
direção ao ombro, SEM PARAR DE
OLHAR
O
DEDO.
Assim você terá a impressão que o
dedo se desloca da direita para a
esquerda. Esse exercício dá uma grande
mobilidade ao aparelho visual e relaxa
toda musculatura ocular. É excelente
também para a mobilidade das
vértebras cervicais e para relaxar toda a
musculatura do pescoço. Fazer 10
rotações com os olhos abertos e dez
rotações com os olhos fechados.
Sempre respirando calmamente.
4º) Coloque-se de frente para
sol, tampe um olho com a
palma da mão e faça esse
mesmo movimento de rotação
(usando o sol á sua frente no
lugar do dedo), sem NUNCA
fixar o sol (exceto ao levantar
ou ao deitar quando o disco do
sol esta ainda visível). A luz do
sol vai se espalhar no fundo do
olho e estimular a retina
todinha.
Repetir com o outro olho e
continuar durante dois minutos
respirando calmamente.
5º) Depois deste exercício, tampe os dois olhos com as palmas da mão (conforme
imagem abaixo) e deixá-los na escuridão total durante um ou dois minutos. O "palming"
é sempre bom para o olho e nunca pode ser demais. É aconselhável fazer uns dez
minutos de "palming" por dia.
Se não tiver sol, você pode fazer o mesmo exercício na frente de uma lâmpada com
incandescência bem forte (150 watts). Fazer o "palming" indicado. A lâmpada será
colocada a uns 50 centímetros do rosto. Não tem uma intensidade para as mãos no
palming. As mãos ficam com duas cúpulas, sem pressionar os olhos, e so fazer uma
'câmara preta' para deixar o olho no escuro. É a duração que faz a eficiência, porque
esse momento é de grande relaxamento dos olhos = relaxamento muscular e mental. Os
pensamentos diminuem quando os olhos estão no escuro e conseguimos ao mesmo
tempo imaginar o preto.
6º) A luz é amiga do olho. Evite sempre que puder os óculos de sol, exceto com
prescrição do seu médico, em caso de doenças oculares ou em lugares onde a reflexão
da luz seja alta como na neve, na água, em alto mar, etc.
É tudo o que precisamos para deixar nossa mente tranqüila e apta a fazer a nossa
intuição aflorar. Em breve retornaremos ao assunto, mas clique aqui e leia mais sobre a
saúde dos olhos.
Exercícios Oculares
Os exercícios abaixo, foram criados pelo ucraniano Meir Schneider e outros autores que
tiveram e têm como precursor o oftalmologista Willian H. Bates, MD, "The Bates
Metod for Better Eyesight without Glasses". São ideais para a perturbação de
acomodação visual, cansaço das vistas e afecções oculares de carácter reversível, não
dispensando, no entanto, orientações terapêuticas oftalmológicas.
Piscadela
O piscar lubrifica os olhos, mantendo-os limpos e permitindo a manutenção dos
músculos em seu estado tônico e regenerador, favorecendo a circulação linfática em
torno dos olhos e facilitando a circulação sangüínea no fornecimento de nutrientes e
oxigenação, bem como, eliminando os catabólicos. A piscadela não deve se constituir
um vício. Deve ser periódica, cerca de 2 a 3 vezes ao dia, durando cerca de 5 minutos de
cada vez. A piscadela pode ser alternada com o pestanejar, que deve durar cerca de 5
segundos de olhos fechados fortemente, estimulando, assim, o tônus muscular da região
palpebral e aumentando o fluxo sangüíneo dessa região.
Fixação Central
Difere da fixação irreverente e exagerada. A mente e os olhos devem ser fixados,
sincrônica e coordenadamente, em torno de pequenas áreas de cada vez. Quando se
procura ver a maior área possível, perde-se a capacodade de focar e manter harmônica a
tonicidade muscular dos olhos e a visão poderá desenvolver cansaço desnecesário.
Mobilidade
Parece antagônico ao hábito anterior, porém não o é. Neste exercício procure mover os
olhos lentamente para cima e para baixo e para os lados.
"Palming"
Para diversos problemas visuais é o melhor exercício, pois repousa e fortalece as vistas:
1. Sentar-se comodamente, procurando repousar a cabeça com suavidade, sem
tensão muscular;
2. Tapar os olhos com as mãos, colocando a parte do "calcâneo" sobre os olhos,
com os dedos justapostos, uma mão sobre a outra, cruzadas, em direção à testa;
3. Os cotovelos repousam sobre a mesa;
4. Manter os olhos fechados sem contração.
Nenhum raio luminoso deve chegar às vistas. Ficar assim alguns minutos até sentir
sensação de relaxamento e bem-estar. O palming surte melhor efeito se a respiração for
lenta, regular e profunda.
Enquanto estiver neste exercício, procure não pensar em problemas e, sim, em fatos e
coisas alegres e salutares.
O palming deve ser feito, preferencialmente, à noite, antes de dormir, facilitando um
sono restaurador. Para os míopes, as sessões devem ser mais curtas; para a presbiopia e
hipermetropia, mais longas (cerca de 10 minutos). Em casos de glaucoma, acompanhar
com prática de jejum controlado.
Rotação/Balanceamento (o Grande Volteio)
É o melhor complemento para os exercícios anteriores, fortalecendo profundamente
todo o sistema ocular. Manter-se de pé, com o afastamento de 20 a 30 cm entre os pés.
Virar o corpo para a direita, levantando, ao mesmo tempo, o calcanhar do pé direito.
Depois, inverter fazendo um giro de 180°, da direita para a esquerda, levantando-se o
calcanhar do pé direito, enquanto o da esquerda pisa no chão.
E, neste girar, da direita para a esquerda e vice-versa, mantendo o corpo levemente
inclinado, fazer cerca de 5 minutos diários. Um dos braços poderá ficar esticado, com o
polegar para cima e os olhos fixos, acompanhando-o e sentindo o "deslocamento" do
ambiente onde se realiza a rotação/balanceamento. Se sentir tonturas, deve parar.
Quadro de Snellen
Procure ler o quadro de Snellen com uma das vistas e depois com a outra e,
posteriormente, com as duas. Procure orientação quanto à distância e luminosidade para
a leitura.
Oscilações do Olhar
À distância, colocar um pêndulo e olhar acompanhando-o, cerca de 2 a 3 minutos. O
pêndulo pode ser suspenso por um barbante de 50 cm e a pessoa deve ficar cerca de 5
metros de distância.
Helioterpia dos Olhos
Aproveitar o Sol matinal ou do entardecer. Deitar-se e procurar visar ao lado do Sol.
Não olhar diretamente para o Sol. Então, fechar e abrir os olhos, durando cada vez
(fechado e aberto), 10 seundos. Fazer este exercício cerca de 10 minutos diários ou dias
alternados.
Movimentos Circulares
Movimentos oculares em círculo (primeiramente no sentido horário e, posteriormente,
no sentido anti-horário). No começo, fazer poucos movimentos, aumentando com o
tempo, tanto num snetido como no outro. Fazer 10 vezes num sentido e 10 no sentido
contrário, sem, no entanto, ficar tonto. Se isto ocorrer, deve-se para imediatamente e, no
dia seguinte, fazer menos vezes, até ter o número ideal de movimentos.
Movimentos Laterais
Movimentos oculares laterais. Olhar com os dois olhos para o lado direito e, depois,
para o lado esquerdo, forçando a musculatura à máxima elongação lateral. Neste
exercício, como no anterior, a cabeça deve ficar no sentido da frente. Fazer cerca de 10
vezes para um lado e 10 vezes para o outro lado.
Movimentos Laterais com o Sol
O exercício anterior pode ser feito olhando lateralmente para o Sol da manhã, não muito
forte ou ao entardecer. Neste caso, fazer o exercício, deitado ou sentado, com os olhos
fechados.
Fixoscópio
Num quarto escuro, à noite, expor os olhos num "fixoscópio" de 3 cores: azul, vermelho
e verde. O fixoscópio pode ser feito com a ajuda de uma lanterna. Primeiramente, expor
os dois olhos com o feixe de luz vermelha, durante 3 minutos; depois, com luz verde e,
finalmente, com luz azul (também com 3 minutos de exposição para cada cor). Para
glaucoma, usar somente a luz verde, com exposição de 5 minutos diários.
Exercícios Oculares
De fato, os olhos são o espelho da alma e janelas para o mundo... É muito comum se
ouvir dizer que os olhos são o espelho da alma. Hoje sabe-se que qualquer alteração no
corpo pode ser detectada através do exame minucioso da íris, pupila situada entre a
córnea e a face anterior do cristalino. Por ela podem ser conhecidos os estágios agudos,
crónicos e outras modificações orgânicas por que passa o corpo.
Descoberta feita pelo Dr.Oscar Brunler, na Rússia, mostra que os olhos ao fixarem um
objeto, emitem radiação que podem ser medida em grau bio métrico, e, segundo essa
medida corresponderia inicialmente a 350º bio métricos. Deste modo pôde avaliar os
graus bio métricos de pessoas famosas e até às suas obras. Assim os manuscritos
Shakespeariano, na concepção do Dr.Brunler, continuaram a manter as emanações do
autor e somaram em graus bio métricos 725 radiações, essas maiores do que aquelas
obtidas nas obras de Michelangelo, que foram equivalentes a 689, como relata o livro
Anatomia Esotérica de Dr. Douglas Baker. Realmente os olhos são importantes na
análise dos aspectos mais secretos e profundos de uma personalidade. Então vamos
saber
algumas
curiosidades
relacionadas
com
eles.
Muitas pessoas ainda pensam que focalizam um objeto com os dois olhos, mas não é
por aí. Para saber como se processa o mecanismo da visão, qual o olho dominante, ou
seja, aquele que ao mexer focaliza a imagem, o exercício é o seguinte:
Visualize
um
ponto
qualquer
numa
área
pouco
distante.
Com o braço direito bem esticado, a mão fechada e o polegar levantado fixe novamente
esse ponto e depois tente bloqueá-lo, colocando o dedo na sua direção, mas com os
olhos
abertos.
Logo assim que conseguir bloquear o alvo escolhido, feche o olho direito e observe se o
dedo continua bloqueando o local. Se continuar significa que olho esquerdo domina na
hora em que você focaliza uma imagem. Caso movimente, saindo da direção, o olho
direito
é
o
dominante,
no
momento
da
visualização.
Portanto , conhecer o olho dominante é extremamente importante para quem pratica
desporto: tiro ao alvo, tênis, basquete, arremesso de peso, lançamento de dardo, etc...
Mas, ainda, pode-se conhecer qual o olho dominante através do piscar das pálpebras.
Piscando um olho e depois o outro, a piscada que foi mais natural, sem forçar o lado do
rosto, indica que é esse o olho que domina no momento da visualização.
De fato, os olhos são o espelho da alma, janelas para o mundo, por isso, precisam ser
bem cuidados, pois através deles um universo abre-se à nossa volta. Como são bastante
sensíveis, têm músculos que precisam ser exercitados para melhor desempenho visual.
Existe um bom exercício para quem quiser ter músculos perfeitos e boa visão e evitar a
vista cansada, a chamada presbiopia, que acomete as pessoas acima dos 40 anos.
O
exercício
é
assim:
Sentado, respire calmamente. Deixe a cabeça ereta e visualize um ponto à sua frente. Os
olhos para cima, bem para o alto e depois para a direita, sem mover a cabeça. Fique
nessa posição por 1 segundo e repita o mesmo procedimento com o lado esquerdo. Esse
exercício ajuda a diminuir a tensão da área ocular e você verá como os seus olhos irão
lhe agradecer.
Exercícios oculares
Método Bates
William Horácio Bates, nasceu em Newark, New Jersey em 1860. Recebeu seu diploma
de médico no Colégio de Médicos e Cirurgiões em 1885. Ele praticou a oftalmologia
tanto em âmbito privado como também trabalhou em diversos hospitais, incluindo o
“Manhattan Eye and Ear Hospital” e “New York Eye Infirmary”. Foi assistente, por
muitos anos, em oftalmologia no “New York Postgraduate Medical School and
Hospital”, e fez consultoria médica em New York. De 1907 a 1922, trabalhou em
ambulatório do “Harlem Hospital”, tendo escrito importantes trabalhos em jornais
médicos.
Na sua prática, foi ficando insatisfeito com o tradicional tratamento sintomático dos
olhos. Procurando um substitutivo para as lentes artificiais, ele se pos a estudar e tentar
descobrir alguma maneira de reeducar a visão imperfeita para uma condição de
normalidade. Como resultado deste trabalho, com um grande número de pacientes, ele
chegou à conclusão de que a grande maioria dos defeitos de visão eram funcionais e
devido a hábitos visuais errôneos, esforço e tensão. Através de técnicas apropriadas,
estas condições poderiam ser aliviadas, quando os pacientes aprendessem a usar seus
olhos de uma maneira relaxada, melhorando a visão e os erros de refração sendo
corrigidos. Hábitos saudáveis substituindo os velhos hábitos.
Através de observação clínica, experiências em laboratórios e experiência pessoal, ele
sintetizou dizendo:
“Visão normal é intrinsecamente variável. Visão imperfeita pode ficar melhor ou pior.
Baixa visão e doença ocular estão intimamente relacionadas. Visão é um indicador de
saúde física, mental e emocional”.
Seu método inclue uma teoria especial que explica o comportamento físico do olho para
formar a imagem de um objeto. Uma teoria geral do ato de ver dentro de um contexto
holístico em que há uma atividade da mente, do corpo e do espírito, e não somente do
olho. As técnicas práticas para um comportamento normal dos olhos e reeducação em
hábitos normais de uso através do:
1.
2.
3.
4.
Relaxamento, consciência do esforço para ver e aceitação do que é visto.
Consciência e atenção.
Memória e imaginação.
Integração da função cerebral.
O método é valioso para todos os tipos de desordem visuais, pois é baseado em
restaurar e assegurar a função natural dos olhos. O método sugere deixar os óculos de
lado, aprender a relaxar os olhos, aprender a focar a atenção e ao mesmo tempo evitar
esforços para ver, desenvolver visão central diretamente através de discriminação visual
e indiretamente através da experiência do movimento:








Descanso dos olhos (fechar os olhos e concentrar o pensamento em algo
agradável).
Empalmar.
Balanço.
Memória.
Imaginação.
Piscar.
Fixação Central.
Exposição ao Sol
A atitude segundo Aldous Huxley, em seu livro de Art of Seeing, deve ser a seguinte:
Cultive uma atitude de confiança combinado com indiferença. Confiança na sua
capacidade de fazer o trabalho e indiferença a um possível fracasso.
Deve estar seguro de que em algum momento, se fizer uso dos meios adequados e
exercitar a paciência, conseguirá resultados.
Para a pessoa com baixa visão, a atitude mental correta deve ser expressa da seguinte
maneira:
“Eu sei, teoricamente, que a visão imperfeita pode ser melhorada. Eu estou certo de que
o fato de aprender a arte de ver pode melhorar minha visão defeituosa. Eu estou
praticando a arte de ver como eu vejo agora, e é provável que eu verei melhor do que eu
já vi; mas se eu não ver tão bem quanto eu espero, eu não me sentirei infeliz ou
deprimido, mas continuarei em frente até que uma visão melhor chegue para mim”.
Fonte: CPVI
Exercícios Oculares
Como melhorar a Capacidade da Visão
O terapeuta americano Meir Shneider, de 46 anos, criou um método próprio e eficaz de
exercícios para reduzir deficiências visuais. Conhecido como Self-healing, o tratamento
reúne exercícios de respiração da ioga, massagens, movimentos ativos e passivos da
musculatura dos olhos e visualizações.
Meir criou o método self-healing a partir de experiências com exercícios visuais do
oftalmologista americano William Bates, do século XIX, numa tentativa obstinada de
vencer a cegueira. Ele nasceu com catarata congênita, mal que hoje afeta também seus
dois filhos, fez cinco cirurgias malsucedidas e foi dado oficialmente como cego aos 7
anos.
Na adolescência, conheceu um rapaz que obteve uma melhora surpreendente na visão
com os exercícios de Bates e decicou-se a eles intensamente. Conseguiu ver
efetivamente aos 17 anos e hoje tem até carteira de motorista sem restrições em Los
Angeles, na Califórnia, onde leciona e forma terapeutas visuais há 29 anos. Nesse
período, Meir constatou a melhora visual de cerca de dois mil pacientes. Os filhos de
Meir, que cresceram com os exercícios alcançaram considerável melhora visual e estão
livres da cegueira que afligiu o pai na infância.
A influência do estresse nas deficiências visuais:
Schneider citou as pesquisas do oftalmologista William Bates para reafirmar que as
pessoas vêem basicamente com a mente e apenas uma pequena parte com os olhos.
- Bates comprovou que, exceto casos de origem genética ou causados por lesões, todos
os problemas visuais são causados por extresse mental - disse Meir ao GLOBO, por
telefone, de Los Angeles, antes de embarcarpara o Brasil.
As pesquisas constatam que é possível produzir por exemplo, graus de miopia em
qualquer um que se estresse para ver algo à distância ou que evite ver, com medo de
constatar uma deficiência.
- Bates diz que as crianças se tornam miopes nas escolas quando se estressam, por
exemplo, para ler o que está escrito no quadro-negro. Ficam ansiosas com sua
performance, o que dificulta ainda mais a visão. A postura corporal também as empurra
à miopia. Os ombros se contraem e se inclinam para frente provocando um colapso
respiratório e constrações da musculatura do pescoço e dificultando a circulação do
sangue no cérebro e nos olhos.
Meir fará sessões de exercícios com brasileiros, entre eles o menino João Hossell, de 7
anos, que eliminou com a terapia a miopia de dois graus do olho direito e reduziu de 12
para 10,5 a do olho esquerdo. O oftalmologista Orlando Abdo, da Clínica de Olhos São
Vicente, confirmou o fim da miopia do olho direito de seu paciente.
- Esses dois graus provavelmente foram provocados por espasmos da musculatura ciliar.
Houve redução nos dois olhos, mas a miopia do olho esquerdo não reduzirá mais.
Meir fará uma palestra gratuita em São Paulo, amanhã (7 de maio), e de 8 a 11, quatro
workshops (self-healing) massagem regenerativa, prevenção à LER, a lesão por esforço
repetitivo e terapia visual). No Rio, dará cursos e palestras no fim de julho.
Exercícios para reduzir deficiências:
RELAXAMENTO: O relaxamento da mente e damusculatura ocular é fundamental para
melhorar qualquer deficiência visual. Os olhos são órgãos, que trabalham cerca de 17
horas por dia e, mesmo durante o sono, se movem e o nervo ótico é estimulado. Um
exercício que relaxa a musculatura dos olhos é a escuridão. Durante o dia, eles relaxam
com alguns minutos de escuridão proporcionados pelas palmas das mãos, rapidamente
aquecidas uma na outra, sobre os olhos. O exercício chama-se palming e é eficaz para a
maioria das deficiências, especialmente para a conhecida vista cansada, que afeta
pessoas de meia-idade.
LUZ: Os exercícios de luz como olhar o sol de olhos fechados por alguns minutos,
atuam na abertura e no fechamento da pupila e, conseqüentemente, trabalham a
musculatura interna dos olhos e estimulam as células da retina.
FLEXIBILIDADE: Exercícios como piscar os olhos rapidamente e brincadeiras lúdicas
como ver de longe e ver de perto aumentam a flexibilidade da musculatura ótica.
VISÃO PERIFÉRICA: Exercícios que estimulam a visão periférica, com o paciente
olhando fixamente para frente e o terapeuta estimulando sua visão lateral com lanternas,
por exemplo, melhoram a visão noturna enquanto descansam a visão central.
ANDAR DE COSTAS: O método usa procedimentos para quebrar padrões psíquicos e
corporais. Andar ou correr de costas, por exemplo, cria um padrão com o qual o cérebro
não está acostumado, anulando alguns efeitos da marcha. Os olhos e o corpo relaxam
com esse novo padrão.
VISUALIZAÇÃO: Como estresse visual é também mental, visualizações de cenas
relaxantes melhoram a visão.
Fonte: Paraná-Online
Exercícios oculares
Empalmar, Pratique este Exercício
Empalmar é recomendada por terapeutas holísticos para
tratamento dos olhos com base no método Bates para
recuperação da visão. O exercício promove relaxamento
dos nervos sensoriais, inclusive os da visão, livrando da
tensão física e mental.
Empalmar significa encobrir os olhos com as mãos em
concha.
Sente-se com os cotovelos apoiados em algum local que
pode ser mesa ou escrivaninha. Mantenha a nuca e
coluna eretas, confortável e relaxado. Cubra os olhos
com a palma das mãos em concha, sem que toquem os olhos. Eliminada toda a luz, se o
exercício for feito corretamente, você sentirá seus olhos como veludo negro, livres de
cores e de imagens. Quanto mais relaxado você estiver, maior o grau de escuridão. Não
conseguir escuridão total significa que você ainda não está plenamente relaxado. Alguns
vêem cores, outros, azul escuro, cinza, manchas claras em fundo escuro.
Essas cores que as pessoas vêem não existem na realidade, pois elas estão de olhos
fechados. Empalmar é técnica mais mental do que física e o sucesso depende de hábitos
mentais. Seu propósito é conseguir completo relaxamento mental. Quanto mais escuro
você perceber, maior seu grau de relaxamento mental. O
fenômeno pode ocorrer em cinco, dez minutos.
Empalmar é benéfico, especialmente para quem passa o
dia com os olhos concentrados. De modo especial para
quem trabalha muito com computador.
Depois de tirar as mãos dos olhos você poderá ver com
mais nitidez os objetos que o rodeiam. É este primeiro
momento de visão nítida que procuramos prolongar até
sempre.
Quantas vezes você deve fazer este exercício? Quantas vezes puder durante o dia! Os
benefícios você vai sentir quase de imediato. E eles serão muito maiores com a
continuidade do exercício.
Fonte: Nicole Witek
Exercícios oculares
O Poder de uma História
Cada um de nós tem uma história de vida para contar, com um tema principal e outros
fatos paralelos para completar. De um campo infinito de possibilidades, observamos,
através de nossas crenças e percepções, que experiências vivemos, com que emoções e
sentimentos e como tudo se processa. Construímos uma narrativa com muitas
informações que se ajustam sempre ao tema escolhido, pois só acreditamos e
lembramos dos fatos que se encaixam no tema principal. Nós não vemos como as
coisas como são. Nós vemos as coisas como nós somos. Vemos o que acreditamos e
estamos sempre certos.
A partir daí, a nossa história vai se repetir continuadamente, pois somos leais ao tema
principal de nossa vida. Decisões que fazemos todos os dias tornam-se automáticas e
assim criam-se os hábitos e esta repetição é bem-vinda, pois não gostamos de fatos
novos que causam ansiedade e insegurança. Voltamos rapidamente à nossa história, no
qual sabemos quais serão as reações e conclusões. Usamos somente caminhos
conhecidos e as mesmas sinapses dos neurônios no cérebro.Mudar significa abrir novos
caminhos, desenvolver o cérebro, mas também se aventurar no desconhecido! Voltamos
ao certo e estabelecido!
Quebrar padrões, mudar a história.
Somos nós que construímos a nossa história, portanto nós podemos construir a cada
momento novas formas de pensar, sentir e vivenciar. As situações de cada dia são
criadas por nós e só podemos alterá-las, encerrá-las. Precisamos começar a nos
perguntar: como posso mudar uma atitude, descobrir o que falta na minha vida, como
eliminar pensamentos negativos, como promover alegria e felicidade? Como ver a vida
com novos olhos a cada dia, desenvolver novas células do cérebro, abrindo novos
caminhos e ligações de neurônios (neurogenesis e neuroplasticidade),permitindo que a
nossa história evolua através de novos percursos, ainda não explorados. Quando
escrevemos uma nova história, mudamos a nossa mente, mudamos o nosso
cérebro.
Uma história que muda todos os dias.
Como a maioria das pessoas, eu também achava que ter problemas de visão não era de
fato um problema. Usar óculos desde os seis anos, com lentes cada vez mais fortes
nunca foi um drama, pois era fácil usar as lentes corretivas que com certeza estavam
cuidando dos meus olhos. Nunca recebi qualquer orientação de como cuidar dos olhos,
como descansá-los, relaxar e nutrir este órgão neuro - muscular tão complexo e
delicado. Até um dia em que tive problemas mais sérios nos meus olhos e perdi a visão.
Até este ponto estamos juntos: escrevo minha história seguindo um padrão bem
estabelecido de usar óculos e não pensar em cuidar deles. Trabalhei e vivi intensamente
sempre acreditando que ao abrir os olhos de manhã eles estariam prontos e preparados
para seguir a sua função de enxergar bem em qualquer situação.
Diante de uma deficiência grave da visão que limitou os meus movimentos, eu tive que
reescrever a minha história, abrir novos caminhos, quebrar padrões e velhos hábitos.
Durante dez anos de minha vida transformei dificuldades em oportunidades, vivi
desafiantes experiências com a perda e recuperação da minha visão, encontrei a minha
missão e tornei-me especialista, nos EUA, em terapias naturais da visão pelo Método
Meir Schneider de Autocura (Self-Healing). Decidi que voltaria a enxergar
normalmente e comecei a minha busca em 1999. Com fé, intuição e, sobretudo a
convicção de que eu era capaz de despertar e me transformar para voltar a ver, descobri
o Tao da Visão.
Um programa que funciona para jovens de todas as idades
Cuidar dos olhos significa cuidar do corpo como um todo
e ao combinarmos algumas regras b ásicas de vida
podemos alcançar nossos objetivos. É sempre tempo para
começar e estas regras, que não são simples nem fáceis de
cumprir, são imprescindíveis se queremos cuidar de nós
mesmos, do mundo que nos cerca e de nossa visão exterior e interior:
1. Desenvolver com perseverança um programa
moderado, mas regular de exercícios terapêuticos, de
visão e de respiração, para proteger a saúde dos olhos e
manter ativos o corpo, mente e espírito.
Nossos olhos afectam e são afectados por todos os
aspectos de nossas vidas, portanto trabalhar para melhorar
a nossa visão é um grande desafio. No processo podemos encontrar grande tensão física,
resistências mentais, bloqueios emocionais e traumas. Ao enfrentar estas barreiras
vamos encontrar a força para vencer e, na medida em que melhoramos a visão,
mudamos as nossas vidas. Através de exercícios de visão muito fáceis de fazer, pelo
Método Meir Schneider de Autocura (Self-Healing), os diversos exercícios terapêuticos
orientais e a criação de bons hábitos em cuidar dos olhos, é possível impedir ou sustar a
deterioração, o declínio e, sobretudo reverter processos danosos causados por stress. É
possível melhorar a visão. Eu nunca mais parei de fazer os exercícios, estudei e torneime terapeuta de visão. E a vida continua, com muita alegria e amor.
2. Assegurar uma dieta que dinamiza a circulação, rica em grãos e fibras, com
controle do açúcar e sal, com ingestão controlada de cafeína, abundante e
balanceada em verduras, legumes e frutas, ricas em antioxidantes.
Longevidade significa termos de nos cuidar cada vez mais para preparar o nosso corpo,
mente e nossos olhos para esta extensão de vida. Na medida em que as pessoas
envelhecem, há uma redução na densidade do pigmento macular, fator vital para a
qualidade da visão. Este pigmento é composto de três carotenóides: luteina, zeaxantina e
meso-zeaxantina, nutrientes que encontramos nos vegetais, em especial de cor verde
escura e em frutas de cor laranja e amarelo. Portanto, vamos aumentar as defesas
complementando antioxidantes (com vitaminas A, C, E), B12, carotenóides (com
luteina, meso-zeaxantina e zeaxantina), Gingko biloba, carnosina, ácido fólico e outros
micronutrientes e minerais como zinco, cobre, magnésio e selênio.
3. Desenvolver melhores condições de vida, quebrando velhos paradigmas e
criando novos padrões e hábitos. A meditação (com palming) como forte
instrumento
para
conseguir
a
coerência
cardíaca
e
visual.
Como noventa por cento da visão acontece na mente é preciso entender que de fato
vemos por trás dos nossos olhos! Precisamos acalmar as nossas mentes super ativas,
relaxar, meditar, brincar e ter o prazer de ver, a alegria de olhar não só de fora para
dentro como de dentro para fora. Da combinação de ambas formas de ver surge o
conhecimento, a consciência, a iluminação. Melhorar a visão é o caminho da verdade na
busca do nosso Ser.
Para melhorar a visão e manter os olhos saudáveis começamos por reduzir a tensão.
Enquanto vivermos a cultura do stress, estaremos alimentando a tensão dos nossos olhos
e do nosso cérebro visual, que se espalha pelo corpo e mente criando também as
diversas disfunções que conhecemos bem: hipermetropia, miopia, presbiopia, entre
outras. Hoje, somos muito poucos os que temos uma visão normal ao longo de toda a
vida!
Assim vamos rever e nos propormos a melhor adequação dos tempos usados nas
diversas atividades, controlando mais o stress diário. Buscar intervalos para respirar e
fazer os exercícios propostos. Modificar os ambientes de trabalho, explorar mais e
melhor a luz natural desde o amanhecer ao por do sol, até a iluminação artificial dos
ambientes com boa circulação de ar fresco; eliminar os hábitos destrutivos como fumo,
drogas ou excesso de bebidas alcoólicas.
4. Estar sempre alerta às alterações na visão: criatividade e alegria de viver.
Nós somos de fato os donos do nosso corpo e somos nós que devemos cuidar dele.
Assim é preciso estar sempre atento ao corpo, às modificações que podem acontecer
com a visão e consultar rapidamente o seu médico oftalmologista.
Ao aplicarmos exercícios saudáveis para os olhos, fáceis de aprender e fazer, com o
apoio de acessórios como o CD Movimento é Vida, tapa-olhos, quadros de letras,
réguas e os óculos perfurados/pinholes, relaxamos os olhos e aprendemos a movimentálos estimulando-os a olhar para longe e perto, usando de forma balanceada os dois
olhos, melhorando a visão central ao fixar pequenos detalhes com mais nitidez, a ajustar
melhor à intensidade de luz do dia e a visão noturna, além de estimular a visão
periférica movimentando os olhos em todas as direções, sem tensão nem receios.
Podemos reverter este mal crônico da nossa sociedade, vermos melhor e sermos
melhores indivíduos.
A fórmula mágica
Desde1999 esta tem sido a minha fórmula mágica para recuperar e cuidar dos meus
olhos, da minha visão e da minha vida. Reescrevo a minha história todos os dias, os
meus caminhos estão sempre abertos para novas descobertas e a minha missão é cuidar
de todos aqueles que querem contar novas histórias, conhecer estes caminhos e , como
eu, recuperar a visão. Vivo, estudo e trabalho em São Paulo e em Lisboa.
Manter sempre saudável a visão deve ser a meta de cada um de nós.
Fonte: Silvya Loretta Lakeland, Bióloga, Professora Universitária, Terapeuta e
Orientadora
Exercícios oculares
Visão Consciente
Reeducação visual – um processo consciente.
Dizem os poetas que os olhos são a janela da alma. Refletem, através do seu brilho, uma
chama reveladora das impressões causadas pela diversidade do mundo.
De fato, a experiência visual é muito mais do que um simples catálogo informativo; ver
não é simplesmente filmar o mundo. As imagens penetram um complexo universo
interior e são, de pronto, tingidas por seu clima emocional. Atuam em consonância com
os outros sentidos e nos devolvem uma interpretação coerente e padronizada do
mundo.Tudo isso é modulado por um mecanismo tão sutil quanto poderoso - a atenção.
Se observarmos o comportamento visual de uma criança pequena, veremos em seu olhar
um brilho vivo, fruto da curiosidade com que ela examina o mundo. No entanto, muito
rapidamente as novidades ficam mais raras; o mundo já não é tão desconhecido e o que
antes era objeto de observação ativa se transforma no reconhecimento de formas já
conhecidas e experimentadas. Através do sistema motor integrado aos aspectos
cognitivos ela constrói o conceito. A partir daí a imagem passa a ficar automática. O
trilho está feito; visão passa a ser um reconhecimento a partir de um catálogo de
experiências.
Diante da aceleração da vida moderna, há uma longa fila de informações à espera de
“um minuto de atenção” para receber a devida apreciação. Conteúdos emocionais
conflitantes, pressa, preocupações, excesso de trabalho, provocam uma “atrofia” gradual
no ato de aproveitar e desfrutar a impressão que nos chega pelos olhos. Poderíamos
falar aqui de uma ambliopia filosófica. Isso para não citar aquelas pessoas que, diante de
uma patologia ou ametropia, estão privadas do desempenho fluente da visão desde seu
nascedouro.
O método Meir Schneider – Self-Healing desenvolveu meios de potencializar a visão
funcional, ou seja, promover o melhor uso do aparato visual através de exercícios e
práticas não invasivas, que estimulem a atenção e a percepção visual. É importante
frisar que este é um método de reeducação, o que permite trabalhar em todas as
instâncias do processamento visual, independentemente da patologia. Nós possuímos
um “estoque” de visão pronto a ser explorado.
Os exercícios obedecem a alguns princípios básicos:
1. Capacidade de observar os menores detalhes possíveis.
2.
3.
4.
5.
Relaxamento visual.
Equilíbrio no uso dos dois olhos.
Equilíbrio entre visão central e periférica.
Capacidade de adaptação a diferentes intensidades de luz.
Seguindo esses parâmetros, numa terapia são sugeridas dinâmicas visuais e corporais
com o intuito de quebrar padrões viciados e automatizados de comportamento visual,
possibilitando o uso dessa reserva.
Se observarmos uma pessoa lendo um texto sob condições adversas, perceberemos que
possivelmente franzirá o cenho e tencionará mandíbulas e pescoço. Deixará de piscar,
provocando excesso de fixação. A respiração rasa, ombros levantados; todo o corpo
dará sinais do esforço despendido naquela tarefa. Nada de consciência corporal. Muitas
vezes ela estará tão distanciada de uma consciência cinestésica que não perceberá nada,
nem mesmo quando há dor. É paradoxal, mas a tensão pode também ter um efeito
anestesiante.
Diante de um portador de degeneração macular senil, por exemplo, haverá uma
disparidade entre o conceito armazenado na memória visual e a capacidade atual de
resolução da imagem. Isso faz com que a pessoa focalize a atenção para a perda gradual
e constante, exacerbando o conteúdo emocional intrínseco, ao invés de usufruir de
alternativas possíveis pela reserva da visão residual. O componente da perda torna-se
soberano e devastador.
O segredo reside na modulação da atenção, que só pode ser liberada através da
cognição. Na verdade a atenção não é nada mais do que a própria consciência
expandida, explicando o poder enorme que se encerra nas técnicas de visualização, parte
integrante da maioria dos exercícios de Self-Healing. A visualização revigora a memória
visual, ampliando a percepção e o intercâmbio com o fluxo de impressões frescas.
Diante disso a influência passa a ser de cima para baixo. Surge a consciência lúcida, ou
seja, o observador ativo.
A emergência do observador ativo permite, por sua vez, que se abra uma brecha no
sistema visual. Os neurônios, predispostos para a ação conhecida, são surpreendidos por
estímulos inusitados, percebendo a informação como nova e perturbadora, o que leva a
uma reorganização. A repetição constante de manobras muito simples, de acordo com
os princípios acima citados, gera um padrão de impulsos que, de alguma forma induz a
uma resposta visual imediata favorável.
A plasticidade do cérebro, presente de maneiras diferentes ao longo da vida, possibilita
a instalação de novos padrões. Assim, podemos ousar dizer que a função condiciona a
estrutura, abrindo espaço para um melhor aproveitamento e maior apreciação do ato de
ver.
Fonte: Maria Fernanda Leite Ribeiro - Terapeuta visual - Método Meir Schneider Self-Healing
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