Programa de Controle de Supressão da Vegetação

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Programa de Controle de Supressão da Vegetação
Objetivos:
O objetivo principal deste Programa é reduzir o impacto gerado pela perda de habitats
decorrente do desmatamento das Área de Influência Direta (AID) do empreendimento, através
da conservação de uma parcela da diversidade genética da flora local, propiciando a sua
recuperação durante a fase de implantação e de operação da pista duplicada da rodovia BR116/RS e a manutenção do fluxo gênico entre populações do entorno. Assim como prover a
conservação da fauna através do planejamento de atividades durante a fase de captura e
relocação dos espécimes que não tiverem condições de escapar do desmatamento por
recursos próprios.
O Programa de Supressão Vegetal apresentado no PBA descreve as atividades a serem
executadas previamente ao início da supressão da vegetação. Os indivíduos imunes ao corte
pertencentes aos gêneros Erythrina e Ficus, as espécies ameaçadas de extinção Gochnatia
polymorpha (cambará), Butia capitata (butiá), Scutia buxifolia (coronilha) e os exemplares de
Syagrus romanzoffiana (jerivá), passíveis de transplante, serão identificados e marcados,
também será realizado o resgate das plantas epífitas em totalidade.
Metas:
A seguir são apresentadas as metas do Programa de Controle de Supressão Vegetal para a
flora:
Treinamento da equipe de corte;
Vistoria na área de corte;
Determinação de áreas para realocação das epífitas e transplante dos indivíduos
arbóreos imunes e ameaçados de extinção e passíveis de transplante, a serem
indicados pela equipe executora;
Acompanhamento do desmatamento e execução do resgate de fauna e flora (epífitas)
e da identificação e marcação de espécies ameaçadas de extinção e imunes ao corte.
As metas do Programa de Controle de Supressão Vegetal para a fauna são:
Elaborar um projeto de resgate de fauna terrestre para obtenção de autorização de
resgate junto ao IBAMA;
Determinar o direcionamento do corte da vegetação a ser seguido pela equipe de
desmatamento;
Realizar a captura e soltura dos animais que não tiverem condições de escapar por
recursos próprios, com posterior liberação e;
Encaminhar ao centro de reabilitação os animais feridos.
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