Atrações do Terceiro POA Jazz Festival

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Atrações do Terceiro POA Jazz Festival
Paulo Bellinati e Marco Pereira
Os músicos unem seus violões, arranjos e composições neste encontro inédito.
Colegas do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, eles já dividiam sua
paixão incomum pela música desde quando lá estudavam com Isaias Sávio. Com
brilhantes carreiras individuais e muito semelhantes e com diversos CDs solo
gravados nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil, ambos já conquistaram
reconhecimento internacional tendo seus arranjos e composições gravados e
tocados pelos maiores intérpretes da atualidade. Para esse show especial no POA
JAZZ FESTIVAL, Pereira e Bellinati decidiram homenagear grandes mestres,
escolhendo obras de Dilermando Reis, Garoto e Dominguinhos, adaptadas para a
sonoridade deste novo duo.
Marcos Paiva e Daniel Grajew em Duo Bailado
Da mistura da erudição da música de concerto com a brejeirice e a síncope dos
terreiros e cortiços da periferia do Rio de Janeiro nasceu a complexa música
urbana instrumental brasileira. Seguindo esse caminho, Marcos Paiva e Daniel
Grajew estreiam parceria no CD Bailado, criando uma nova sonoridade em duo. A
ideia do CD nasceu do intuito de produzir uma música instrumental brasileira em
que o gingado e o movimento das danças urbanas do início do século passado
fossem a linha mestra, guiando as composições e arranjos. São lundus, maxixes e
polcas que sintetizam o encontro do aristocrático com o popular, entre os sons da
Europa e da África. Marcos Paiva criou uma nova forma de conduzir o
instrumento, usando a escola do violão de sete cordas (as baixarias) de maneira
pouco usual. Já Daniel Grajew mergulha na linguagem dos “pianeiros” para propor
novas tonalidades à tradição. Por fim, a teia musical construída neste CD traz a
união do primeiro respiro musical brasileiro urbano (presente no suingue) com a
escola do piano erudito (revelado nas interpretações e no aprofundamento
harmônico das composições) e o jazz (com seus espaços.
Rodolfo Stroeter, André Mehmari e Tutty Moreno com participação de
Mônica Salmaso
O trio formado por André Mehmari, Rodolfo Stroeter e Tutty Moreno se une para
um show inédito especialmente criado e preparado para o POA JAZZ FESTIVAL.
Atuando sempre pelo mote “desconstruindo para construir”, os músicos mostram
toda sua criatividade combinando lirismo, desconstrução rítmica e melódica e, ao
mesmo tempo, instigando o ouvinte a descobrir uma renovadora maneira de
interpretar e recriar clássicos. Com participação especial de Mônica Salmaso, os
músicos prometem um show inédito com interpretações únicas e instigantes da
obra de alguns de nossos maiores compositores como Dorival Caymmi, Heitor
Villa-Lobos e Tom Jobim. Os quatro músicos não se apresentam juntos desde
2008 quando foi lançado o CD Nem 1 Ai (que conta também com a participação
de Nailor Proveta, Teco Cardoso e Toninho Ferrragutti) e pretendem celebrar este
reencontro com um show que promete surpreender o público com interpretações
criativas e inovadoras que buscam impulsionar a música brasileira para novos
horizontes.
Kula Jazz
Formado por Franco Salvadoretti (flauta transversal), Ronaldo Pereira (saxofone
tenor), Rodrigo Arnold (contrabaixo), Max Sudbrack (piano) e Martin Estevez
(bateria), o quinteto tem a premissa de popularizar esse gênero secular e de
extrema importância na história do desenvolvimento musical popular, o jazz e a
música instrumental. No repertório constam composições dos grandes nomes do
jazz internacional como Charlie Parker, John Coltrane, Miles Davis e Chick Corea.
O que chama a atenção nas interpretações e que vale ressaltar é a entrega
emocional do grupo, muito comum nas raízes africanas e no spiritual jazz. E, como
o próprio nome diz, “Kula” significa uma “barganha espiritual”, uma constante troca
de fé e energia entre os integrantes. O grupo vem se apresentando regularmente
em bares e festas locais há cerca de dois anos. Originalmente chamada de Dziw
Jazz Quinteto, o grupo alterou o nome, pois “Kula” condiz mais com a realidade e
proposta musical do grupo. Ainda sob o antigo nome, o quinteto se apresentou no
Eisenbahn Festival, ao lado ao bluesman norte-americano Henry Gray, no bar
Opinião, e também como atrações da programação paralela da primeira e da
segunda edição do POA JAZZ FESTIVAL. Em 2015, lançou seu primeiro álbum,
Kula, com seis faixas inéditas.
Julio Herrlein Quarteto
Depois de comemorar 20 anos do lançamento do CD Julio Herrlein Quarteto, o
guitarrista, compositor e arranjador Julio “Chumbinho” Herrlein apresenta um show
que revisita suas mais de duas décadas de carreira, em composições e arranjos
originais. O espetáculo conta com os músicos Luiz Mauro Filho (piano),
Marquinhos Fê (bateria) e Edu Saffi (contrabaixo acústico), além do próprio
Herrlein (guitarra, compositor), e trará, além de músicas já conhecidas do artista,
arranjos originais e composições inéditas, feitas especialmente para essa
apresentação. O repertório, essencialmente autoral, consiste de música
instrumental original, voltada à improvisação, com elementos de jazz e música
brasileira.
Alegre Corrêa Grupo
Em seu novo show, Confluências, o músico e compositor Alegre Corrêa apresenta
músicas que marcaram sua carreira com uma seleção que vai desde o primeiro
álbum como artista solo, Infância (1993), até o recente lançamento Gondwana
(2015). A cada música, o público poderá conferir os diferentes elementos que
confluíram para a criação dessas obras que mesclam a sonoridade brasileira, com
a música erudita e o jazz. No palco, Alegre (guitarra e vocal) estará acompanhado
de grandes músicos brasileiros e parceiros de som: Diogo de Haro (piano e
teclados), Eduardo Machado (baixo elétrico), Cristian Andres Faig (flautas e
vocal), Endrigo Bettega (bateria e percussão), Dudu Fileti (vocal) e João Paulo
Ramos Barbosa (sax e flauta). Nascido em Passo Fundo, Alegre Corrêa é músico
autodidata, com mais de 40 anos de carreira. Ao longo de sua trajetória, Alegre
ganhou vários prêmios, sendo os mais importantes: CD do Ano (Prêmio
Hanskoller - Áustria 2002), Músico do Ano (Prêmio Hanskoller - Áustria 2003) e
com o grupo de Joe Zawinul o Grammy Awards na categoria Jazz Contemporâneo
(EUA 2009) sendo o único guitarrista brasileiro com esta premiação. Gravou 13
álbuns solo como compositor, arranjador e instrumentista, além de ter integrado a
Vienna Art Orquestra (AUS) e se apresentado com a Orquestra de Hannover
(ALE), com a Tonkünstler Orquestra (AUS), com a Bruknerhaus Orquestra (AUS)
e com a Orquestra de Câmara do Teatro São Pedro (Porto Alegre/Brasil).
Mani Padme Trio
Formado por Yaniel Matos (piano), Sidiel Vieira (baixo acústico) e Ricardo Mosca
(bateria), o grupo lança o seu terceiro álbum, Vôo. Diferente dos dois primeiros
discos que são baseados só em composições de Yaniel Matos, Vôo apresenta
duas composições de Sidiel Vieira, que agora integra o trio substituindo Zeca
Assumpção, dois clássicos da música brasileira, além das composições do Yaniel.
No disco, o Mani Padme Trio reafirma “não pertencer a uma categoria musical
precisa e identificável, se não àquela ampla e onicomprensiva da grande música,
aquela que consegue transcender as intensões do próprio autor até assumir uma
validade universal. A música do Mani Padme tem o ritmo de um respiro, a
profundidade de um pensamento, a beleza de um sorriso, a vitalidade de uma
criança que corre. É simples, espontânea, imediata e fala diretamente com a alma.
É música que apenas os grandes artistas sabem criar”, como afirma Marco Giorgi.
Jorginho do Trompete e Quarteto
Jorginho do Trompete é um dos músicos gaúchos que certamente mais se
apresenta na noite porto-alegrense, em diferentes formações e propostas. Neste
show, o músico, considerado virtuose no trompete, traz ao palco do POA JAZZ
FESTIVAL seu quarteto formado por Luiz Mauro Filho (piano), Rodrigo Maia
(Contrabaixo) e Rafael Marques (Bateria). No repertório estão diversas
composições de Jorginho que prometem esquentar a terceira edição do festival
com muitos improvisos.
Adrián Iaies e Rodrigo Agudelo
Como si te estuviese viendo é o resultado final, plasmado em registro discográfico,
da parceria artística de vários anos entre Adrián Iaies e Rodrigo Agudelo. O disco,
gravado em apenas uma sessão, é uma coletânea de músicas originais,
compostas especialmente por Iaies para o formato de dueto de piano e guitarra.
No álbum, Agudelo alterna guitarra elétrica e violão, e o som final é a prova da
cumplicidade que os dois artistas encontram tanto no dueto quanto neste
repertório de jazz songs. Iaies e Agudelo integram o elenco de artistas mais
proeminentes da atual cena jazzística de Buenos Aires. Guitarrista e compositor
da nova geração, altamente requisitado por seus pares, Agudelo já lançou seus
próprios discos, além de ter figurado como arranjador em inúmeros álbuns,
especialmente de cantores de jazz argentinos. Iaies é também uma referência
argentina do jazz nas últimas duas décadas. Com mais de 20 discos lançados
como líder musical, pianista, compositor e arranjador, é, há muito tempo, o diretor
artístico do prestigiado Festival Internacional de Jazz de Buenos Aires. Em 2016,
foi nomeado diretor da Usina del Arte, um dos centros culturais mais importantes
da cidade. Ademais, conta com mais de 300 concertos no exterior, prêmios locais
e três indicações ao Grammy Latino.
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