1 de Abril de 2017 São Paulo, 1 de Março de 2014 Associados a

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São Paulo, 27 de Março de 2014
Associados a muitas dores na fase adulta, crianças também sofrem com problemas no trato urinário que podem ser
diagnosticados ainda no pré-natal
“Dor crônica, insuportável, comparável apenas com as dores do parto”. É assim que muita gente descreve cólicas renais,
geralmente provocadas por cálculos – calcificações que se formam dentro dos rins e, ao tentar passarem do rim para a
bexiga causam intensas dores no ureter. Atualmente o tratamento, na maioria dos casos, não requer intervenções cirúrgicas,
um aparelho de Litotripsia Extracorpórea após a localização do cálculo, pode pulveriza-lo por meio de ondas de choque,
facilitando sua passagem pelo sistema urinário e a eliminação junto com a urina.
Porém, não são apenas os adultos que sofrem de problemas no trato urinário, as crianças também são vítimas e sofrem com
as dores. O urologista pediátrico do Hospital Santa Isabel (HSI), Dr. Núncio Vicente de Chiara, alerta sobre a importância do
diagnóstico precoce: “É possível diagnosticar problemas de má formação renal ou no trato urinário ainda no
acompanhamento médico gestacional. Os problemas renais são os mais fáceis de se identificar no ultrassom e, após o
nascimento, a criança já começa a fazer o tratamento, que na maioria das vezes, nem sempre é necessário cirurgia”. Ainda
segundo o médico, não tratar o problema pode resultar em consequências mais graves, como a necessidade de remoção do
rim ou até mesmo de um transplante.
A causa da ocorrência de calcificações em crianças é geralmente genética, ou seja, pais que já tiveram cálculos renais podem
ter filhos com pré-disposição a desenvolver pedras nos rins que podem ser tratadas com Litotripsia.
Crianças com má formação no sistema urinário também podem fazer uso do tratamento por equipamento endoscópico para
vias urinárias, que é o mais moderno atualmente. “O que existe de mais moderno em termos de tratamento das vias urinárias
em crianças tem um nome complicado que é o ‘tratamento endoscópico do refluxo vesico-ureteral’. O Refluxo vésico-ureteral
é a volta de parte da urina para os rins quando a bexiga se contrai na micção, o que ocorre por ineficiência do mecanismo
que todos tem para impedir sua volta. Até pouco tempo as crianças que sofriam com isso precisavam passar por uma cirurgia
de grande porte para corrigir o problema, mas agora podemos usar no Hospital Santa Isabel o tratamento endoscópico”,
explica o Dr. Chiara.
Antes desse novo procedimento, após a cirurgia a criança necessitava ficar pelo menos cinco dias internada e com sonda,
agora ela vai embora no dia seguinte e sem restrição nenhuma: pode correr, pular, jogar bola, tudo que uma criança gosta
de fazer: brincar sem preocupações.
Tratamento
O HSI possui equipamentos de ponta e equipe médica preparada para tratar desses casos em crianças.
endoscópico
O procedimento funciona da seguinte forma: um aparelho de cistoscopia pediátrico é passada pela uretra (canal da urina)
da criança, acoplado à uma câmera e a um monitor de vídeo. Com o auxílio de uma agulha passada pelo aparelho, um gel
é injetado no orifício de desembocadura dos ureteres (canais que levam a urina dos rins até a bexiga), impedindo que ocorra
a volta da urina para os rins e corrigindo o problema.
Fonte: Assessoria de Imprensa
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