Geografia do comércio, transportes e

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UNESP – OURINHOS
PROGRAMA DE ENSINO DE DISCIPLINA
CURSO DE GEOGRAFIA
DOCENTE RESPONSÁVEL: Márcio Rogério Silveira
CÓDIGO
DISCIPLINA
CRÉDITOS
Geografia do Comércio, Transportes e Serviços
04
SERIAÇÃO IDEAL ANUAL/SEMESTRAL OBRIG/OPTATIVA
4o ano
1o sem
Optativa p/ lic.
e Bach.
TEÓRICA
60
CARGA HOR.
60
PRÁTICA
OBJETIVOS
1) Discutir os momentos articulados da produção (produção imediata, distribuição, circulação e
consumo), privilegiando as mudanças ocorridas nos processos de circulação e no sistema de
transportes e os impactos provocados no comércio e nos serviços, em geral.
2) Avaliar a importância da análise espacial para o entendimento das mudanças ocorridas na
circulação do capital e no fluxo das mercadorias e informações e para o estabelecimento de
relações entre o desenvolvimento do comércio e dos serviços, em diversas escalas geográficas
(intra-urbano, regional, nacional e global).
3) Elaborar e analisar os padrões de circulação da economia globalizada, utilizando-se de
dados estatísticos representados em gráficos e mapas afins.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I – Padrões da circulação em nível mundial
1. A circulação como resultado e condição da acentuação da divisão técnica e territorial do
trabalho
- a intensificação dos deslocamentos de mercadorias e força de trabalho.
2. A circulação como resultado da globalização da economia.
- o desenvolvimento técnico-científico
- o aumento do fluxo de informações, capitais e idéias
Unidade II – O comércio mundial
1. Os grandes blocos regionais e os fluxos de mercadoria
2. A Organização Mundial do Comércio e as barreiras protecionistas
3. Logística e redes de transporte – o processo de conteinirização
Unidade III – Geografia dos serviços
1. Terciarização e terceirização
2. Sistema de transportes e organização do espaço
3. Mundialização dos serviços – o caso do setor bancário e do sistema financeiro
Turismo e novas territorialidades
METODOLOGIA DE ENSINO
1. Aulas expositivas.
2. Análise e produção de textos e documentos de natureza gráfica, estatística e cartográfica.
3. Trabalho em grupo.
4. Vídeos.
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Verificação escrita
- Relatório do trabalho em grupo
- Trabalhos escritos (fichamentos, resenhas, resumos, estudos dirigidos).
EMENTA
Padrões da circulação em nível mundial
O comércio mundial
Geografia dos serviços
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASTOS, José Messias. O comércio de múltiplas filiais no Sul do Brasil. São Paulo:
FFLCH/USP, 2002. (Tese de Doutorado).
DERRUAU, Max. Geografia Humana II. Lisboa: Editorial Presença, 1982.
OLIVEIRA, Odete Maria de. Teorias globais (volume I): elementos e estruturas. Ijuí: Editora
Unijuí, 2005.
SANTOS, Milton. Brasil: território e sociedade no início do século XXI. São Paulo: Record,
1999.
SILVEIRA, Márcio Rogério. A importância Geoeconômica das estradas de ferro no Brasil.
Presidente Prudente: FCT/UNESP, 2003. (Tese de Doutorado).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Hélio de. Transportes no Brasil. Revista Brasileira de Geografia, Rio de Janeiro, v.
26, p. 103-123, out./mar., 1964.
ALOUCHE, Peter L. Contrastes entre países desenvolvidos e do Terceiro Mundo na política de
transportes públicos. In. Revista dos Transportes Públicos. ANTP, ano 8, n.31, março, 1986.
ANDERSON, Ake E. As quarto revoluções logísticas. Artigo da Associação Regional de
Ciências. Umed, v. 59, p. 01-12, 1986.
BASTOS, Humberto. ABC dos transportes. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 1971.
BASTOS, José Messias. O comércio no Sul do Brasil. Revista Geosul, Florianópolis, v. 14, n. 28,
p. 112-124, jul./dez.1999.
BRASIL (Departamento de Aviação Civil). Estudo de demanda detalhada dos aeroportos
brasileiros. Brasília, DAC, 1999.
BRASIL (Ministério dos transportes). Rede de transportes internacional para a região
amazônica. Brasília, Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes, 2000.
BRASIL. I Fórum internacional sobre e-commerce nos transportes. Rio de Janeiro, Empresa
Brasileira de Planejamento de Transportes, 2000.
BRASIL. Estudo básico para a internacionalização de aeroportos de apoio a aviação subregional no Mercosul. Brasília, DAC, 1999.
BRASIL. Estudo do corredor de transporte Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas. Empresa
Brasileira de Planejamento de Transportes, 2000.
BRASIL. Planejamento cicloviário: diagnóstico nacional. Empresa Brasileira de Planejamento
de Transportes, 2000.
CAIXETA-FILHO, José Vicente; MARTINS, Ricardo Silveira (Orgs.). Gestão logística do
transporte de cargas. São Paulo: Atlas, 2001. p. 244.
DÉAK, Csaba. Elementos de uma política de transporte público em São Paulo. Espaço &
Debates. São Paulo: NERU, n.30, p.43-55, 1990.
DEFFONTAINES, Pierre. A função das estradas de ferro nos meios de comunicação e transporte
no Brasil. Boletim de Geografia, Rio de Janeiro, v. 5, n. 58, p. 1115-1128, jan. 1948.
DEVAUX, Pierre. As estradas de ferro. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1964.
DORA, Carlos and PHILLIPS, Margareth. Transport, environment and health. Copenhagen,
WHO Regional Publications, European Series n.89, 2000.
FENSTERSERFER. Eficiência e eficácia no transporte público urbano. In. Revista dos
Transportes Públicos, ANTP, ano 9, n.34, dezembro 1986.
LA BLACHE, Vidal de. Princípios de Geografia Humana. Lisboa: Edições Cosmos, 1954.
MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. São Paulo: Nova Cultural, 1998. v.1, t.1-2.
SILVA, Moacir M. F. Geografia dos Transportes no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1949.
ASSINATURA DO DOCENTE RESPONSÁVEL:
DEPARTAMENTO
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APROVAÇÃO
CONSELHO DE CURSO
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CONGREGAÇÃO
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