MONIÇÕES PARA A CELEBRAÇÃO DE QUARTA-FEIRA DE CINZAS 2014 Saudação Inicial: P- E este é o primeiro dia, de uma quarentena, que nos conduzirá à Páscoa do Senhor. Estes 40 dias colhem inspiração nos 40 anos do êxodo do Povo de Deus, que saiu do Egito, rumo à terra prometida. Tratou-se de um longo caminho “no deserto”, de uma saída longa e difícil, que desafiou a fé e a esperança do povo. Neste tempo de graça, o Povo de Deus aprendeu a beber do rochedo do qual brotava a água viva, aprendeu a alimentar-se do pão que vem do céu e a pôr a sua esperança no Senhor. Também nós somos desafiados a vir à fonte, a regressar às fontes da verdadeira vida, cuja nascente encontramos na fonte batismal, para “renovar o nosso encontro pessoal com Cristo” (EG 3) e ir ao encontro dos desertos deste mundo, levando a água viva, que jorra do coração de Cristo. “Este é o momento para dizer a Jesus Cristo: Leitor (ou diácono) «Senhor, deixei-me enganar, de mil maneiras fugi do vosso amor, mas aqui estou novamente para renovar a minha aliança convosco. Preciso de Vós. Resgatai-me de novo, Senhor; aceitai-me, mais uma vez, nos vossos braços redentores». P- Como nos faz bem voltar para Ele, quando nos perdemos! Nunca nos demos por mortos, suceda o que suceder. Que nada possa mais do que a sua vida, que nos impele para diante”! (cf. Papa Francisco, E.G. 3)! De coração humilhado, escutemos a Palavra de Deus, acolhamos humildemente o sinal das cinzas, peçamos ao Senhor, que nos lave de toda a iniquidade. E oremos: Oração coleta HOMILIA NA 4ª FEIRA DE CINZAS VIR À FONTE. IR EM FRENTE! São estes dois movimentos, no coração da fé, que nos propomos ativar, ao longo da Quaresma. Tal como o coração humano, nos garante a circulação do sangue, através de dois movimentos, um de contração e outro de dilatação, também nós somos desafiados a revitalizar a nossa cristã, vindo à fonte, para ir em frente, recebendo para dar, contraindo a graça, para nos expedirmos em missão! I. VIR À FONTE! “VOLTAI PARA MIM, DE TODO O CORAÇÃO” (JL 2,12) Este é o primeiro desafio, na Palavra que o Senhor, nos diz hoje: “voltai para Mim, convertei-vos a Mim, de todo o coração” (Jl 2,12)! Somos desafiados a vir até junto do Senhor, a regressar a Deus, a voltar ao coração de Cristo, donde brotam o sangue e a água (Jo 19,34), o batismo e a eucaristia, a cura e a salvação, as verdadeiras fontes da vida. Ao longo desta Quarema, voltemos às sete fontes ou, se quisermos, à fonte das sete bicas. “É Deus quem exorta por nosso intermédio” (II Cor 5,20): 1. Vinde à fonte do Batismo, verdadeira nascente da vida cristã! A Quaresma deve ser um tempo de preparação, de redescoberta e de renovação do batismo e das promessas batismais. 2. Vinde à fonte da Eucaristia, que alimenta e sacia. A Eucaristia é, na verdade, a “fonte e o cume de toda a vida cristã” (LG 11). 3. Vinde à fonte da Palavra de Deus! Ela é “como a chuva que irriga a terra, a fecunda e a faz germinar” (cf. Is.55,10-11). 4. Abri a fonte da Esmola, que apaga a chama do pecado! “Alegremo-nos por ela como se fosse uma fonte que nos é oferecida e na qual podemos extinguir o incêndio»” (E.G. 193). Na sua mensagem, o Papa diz-nos que “a Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar, a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói. Desconfio da esmola que não custa nem dói”. Pensemos numa forma concreta de partilha com algum tipo de pobreza. 5. Vinde à fonte da Reconciliação, que nos lava do pecado. “A Confissão é como um duche depois de uma árdua caminhada” (You Cat, Up date. Confissão). 6. Vinde à fonte de água viva, que jorra do alto da Cruz, do lado aberto do crucificado (Jo 19,34)! 7. Mas, em tudo isto, não percamos de vista o essencial: o encontro com a fonte da vida e da esperança, que é Cristo ressuscitado. Não sejamos cristãos que parecem ter escolhido “viver uma quaresma sem Páscoa” (Papa Francisco, E.G.6). II. Ir em frente: “saia o esposo do seu aposento e a esposa do seu tálamo” (Jl 2,12-18) Mas não basta vir aqui beber, matar a nossa sede, renovar o nosso encontro com Cristo. É preciso ir em frente, num movimento expansivo, que dilate a água de Cristo, para a fazer chegar a todas as artérias da nossa terra, às periferias existenciais, aos que experimentam a sede de Deus e do seu amor. Ouvíamos há pouco o profeta: “saia o esposo do seu aposento e a esposa do seu tálamo nupcial” (Jl 2,16). Depois de vir aqui, é preciso sair da nossa zona de conforto! Não podemos deixar que outros morram à sede, junto das nossas fontes. A partir daqui, “somos chamados a ser pessoas-cântaro para dar de beber aos outros” (E.G. 86), aos sós, aos doentes, aos casais em crise, às pessoas de luto, aos desesperados... E por isso o cântaro acompanhar-nos-á nesta Quaresma. Tudo isto nos exige uma grande “conversão” pessoal e pastoral. Mas é por causa disso mesmo, que há Quaresma todos os anos. Não digais: “agora não; talvez mais tarde; talvez no próximo ano”. Eu digo-vos, em nome de Cristo: faça sol ou chuva, «é agora o tempo favorável; é agora o dia da salvação» (II Cor 6,2)! Por que esperais? HOMILIA PROGRAMÁTICA NA 4ª FEIRA DE CINZAS 1 VIR À FONTE. IR EM FRENTE! São estes dois movimentos, no coração da fé, que nos propomos ativar, ao longo desta Quaresma. Tal como o coração humano, nos garante a circulação do sangue, através de dois movimentos, um de contração e outro de dilatação, também nós somos desafiados a revitalizar a nossa cristã, vindo à fonte, para ir em frente, recebendo para dar, contraindo a graça, para nos expedirmos em missão! I. VIR À FONTE! “VOLTAI PARA MIM, DE TODO O CORAÇÃO” (JL 2,12) Este é o primeiro desafio, na Palavra que o Senhor, nos diz hoje: “voltai para Mim, convertei-vos a Mim, de todo o coração” (Jl 2,12)! Somos desafiados a vir até junto do Senhor, a regressar a Deus, a voltar ao coração de Cristo, donde brotam o sangue e a água (Jo 19,34), o batismo e a eucaristia, a cura e a salvação, as verdadeiras fontes da vida. Ao longo desta Quarema, voltemos às sete fontes ou, se quisermos, à fonte das sete bicas. “É Deus quem exorta por nosso intermédio” (II Cor 5,20): 1. Vinde à fonte do Batismo, verdadeira nascente da vida cristã! A Quaresma deve ser um tempo de preparação, de redescoberta e de renovação do batismo e das promessas batismais. Água parada é água inquinada! Não há água pura, sem movimento! Agitemos, pois, as águas paradas do nosso batismo, renovando-as, para as fazermos chegar a toda a parte! 2. Vinde à fonte da Eucaristia, que alimenta e sacia. A Eucaristia é, na verdade, a “fonte e o cume de toda a vida cristã” (LG 11). Participemos e mais e melhor na 1 Trata-se de uma homilia, pensada para uma assembleia, com um número significativo de colaboradores pastorais, com o objetivo de apresentar o programa da quaresma. A parte a roxo tem de ser adaptada, segundo o programa quaresmal de cada comunidade. Eucaristia, mais a tempo, e mais com tempo, mesmo em dias de semana, se isso nos for possível. Também a adoração ao santíssimo é “fonte inesgotável de santidade”. Reservemos um tempo mais largo, para a adoração eucarística, que será comunitária, no Domingo, 16 de Março, às 18h00, mas que pode ser feita pessoalmente, antes ou depois da missa, em qualquer hora e dia, estando aberta a porta da Igreja. 3. Vinde à fonte da Palavra de Deus! Ela é “como a chuva que irriga a terra, a fecunda e a faz germinar” (cf. Is.55,10-11). Dêmos tempo à leitura da bíblia, a sós, no quarto, à mesa, em família; em grupo de oração, na comunidade. Participemos, por exemplo, na Lectio Divina, que terá lugar a 18 de março, às 21h30, na Fonte das Sete Bicas. Habituemo-nos a ler e a meditar, pelo menos, o evangelho do dia. 4. Abri a fonte da Esmola, que apaga a chama do pecado! «Tal como, em perigo de incêndio, correríamos a buscar água para o apagar, o mesmo deveríamos fazer quando nos turvamos porque, da nossa palha, irrompeu a chama do pecado; assim, quando se nos proporciona a ocasião de uma obra cheia de misericórdia, alegremonos por ela como se fosse uma fonte que nos é oferecida e na qual podemos extinguir o incêndio»” (Papa Francisco, E.G. 193). Na sua mensagem, o Papa diz-nos que “a Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionarnos acerca do que nos podemos privar, a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói. Desconfio da esmola que não custa nem dói”. Pensemos numa forma concreta de partilha com algum tipo de pobreza. Teremos oportunidade de comprar o cântaro de barro, ajudando os mais frágeis. Seremos convidados a colaborar com a Cáritas, a contribuir para o Fundo Social Diocesano. Mas sobretudo atendamos aos pobres, acompanhemo-los, preocupemo-nos também com a sua vida espiritual. 5. Vinde à fonte da Reconciliação, que nos lava do pecado. “A Confissão é como um duche depois de uma árdua caminhada. Chegas a casa de rastos. O pó da rua está misturado com o teu suor. Tresandas, já nem consegues andar pelo meio das pessoas. Contudo depois de um duche, sentes-te como novo. A tua pele consegue respirar outra vez. Recuperas o ânimo. Vestes roupa limpa e airosa” (You Cat, Up date. Confissão). “Não me posso batizar várias vezes, mas posso confessar-me e deste modo renovar a graça do Batismo. É como se eu fizesse um segundo Batismo” (Papa Francisco, Audiência, 13.11.2013)! Teremos celebração comunitária da reconciliação, com confissão e absolvição individuais, na manhã, tarde e noite do dia 09 de Abril. Mas poderemos fazê-lo noutro dia e hora a combinar com o pároco. 6. Vinde à fonte de água viva, que jorra do alto da Cruz, do lado aberto do crucificado (Jo 19,34). Participemos na via-sacra pública, que terá lugar no Hospital Pedro Hispano, na sexta, 28 de Março, às 21h00. Nesta Quaresma, visitemos os doentes, os sós, os idosos; aproximemo-nos dos muitos calvários deste mundo! 7. Mas, em tudo isto, não percamos de vista o essencial: o encontro com a fonte da vida e da esperança, que é Cristo ressuscitado. Não sejamos cristãos que parecem ter escolhido “viver uma quaresma sem Páscoa” (E.G.6). O objetivo é chegar “de coração purificado, à celebração do mistério pascal”, “alcançar uma vida nova à imagem de Cristo ressuscitado” (cf. bênção das cinzas). II. Ir em frente: “saia o esposo do seu aposento e a esposa do seu tálamo” (Jl 2,12-18) Mas não basta vir aqui beber, matar a nossa sede, renovar o nosso encontro com Cristo. É preciso ir em frente, num movimento expansivo, que dilate a água de Cristo, para a fazer chegar a todas as artérias da nossa terra, às periferias existenciais, aos que experimentam a sede de Deus e do seu amor. Ouvíamos há pouco o profeta: “saia o esposo do seu aposento e a esposa do seu tálamo nupcial” (Jl 2,16). Depois de vir aqui, é preciso sair da nossa zona de conforto! Não podemos deixar que outros morram à sede, junto das nossas fontes. O Papa Francisco sonha com uma Igreja em saída, que “sabe ir à frente, tomar a iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos” (E.G. 24)! A Paróquia deve ser um “centro de constante envio missionário” (E.G. 28) e não um posto de abastecimento, para simples manutenção. A partir daqui, “somos chamados a ser pessoas-cântaro para dar de beber aos outros” (E.G. 86). E por isso o cântaro acompanhar-nos-á nesta Quaresma. Poderíamos, então, semana a semana, levar a água do poço de Jacob a algumas periferias! “É Deus quem exorta por nosso intermédio” (II Cor 5,20): - ide em frente, ao encontro de alguém ou de alguma família, a quem a miséria moral (do álcool, da droga, do jogo) destruiu; - ide em frente, ao encontro dos sem-abrigo ou das pessoas que vivem sós; - ide em frente, ao encontro dos casais em situações difíceis ou irregulares; - ide em frente, ao encontro dos mais pobres; - ide em frente, ao encontro de uma pessoa doente ou de família enlutada; - ide em frente, ao encontro das famílias da paróquia e dos que a desconhecem: Tudo isto nos exige uma grande “conversão” pessoal e pastoral. Mas é por causa disso mesmo, que há Quaresma todos os anos. Não digais: “agora não; talvez mais tarde; talvez no próximo ano”. Eu digo-vos, em nome de Cristo: faça sol ou chuva, «é agora o tempo favorável; é agora o dia da salvação» (II Cor 6,2)! Por que esperais? Pe. Amaro Gonçalo Bênção e Imposição das Cinzas Depois da homilia, o sacerdote, de pé, diz com as mãos juntas: P- Irmãos caríssimos: Oremos fervorosamente a Deus nosso Pai, para que Se digne abençoar com a abundância da sua graça estas cinzas que vamos impor sobre as nossas cabeças, em sinal de penitência. E depois de alguns momentos de oração em silêncio, diz uma das orações seguintes: P- Senhor nosso Deus, que Vos compadeceis daquele que se humilha e perdoais àquele que se arrepende, ouvi misericordiosamente as nossas preces e derramai a vossa bênção + sobre os vossos servos que vão receber estas cinzas, para que, fiéis à observância quaresmal, mereçam chegar, de coração purificado, à celebração do mistério pascal do vosso Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Ou P- Deus de infinita bondade, que não desejais a morte do pecador mas a sua conversão, ouvi misericordiosamente as nossas súplicas e dignai-Vos abençoar @ estas cinzas que vamos impor sobre as nossas cabeças, para que, reconhecendo que somos pó da terra e à terra havemos de voltar, alcancemos, pelo fervor da observância quaresmal, o perdão dos pecados e uma vida nova à imagem do vosso Filho ressuscitado, Nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. O sacerdote asperge as cinzas com água benta, sem dizer nada. Imposição das cinzas. Em seguida, o sacerdote impõe as cinzas a todos os presentes que se aproximam dele, dizendo a cada um: 1. ARREPENDEI-VOS E ACREDITAI NO EVANGELHO! 2. LEMBRA-TE, HOMEM, QUE ÉS PÓ DA TERRA E À TERRA HÁS DE VOLTAR! Monitor (antes da imposição das cinzas): O sacerdote vai agora impor as cinzas. Nos primeiros séculos da vida da Igreja, este gesto era realizado aos “penitentes”, isto é, àqueles adultos batizados, que, depois de terem renunciado a Satanás e professado a fé em Cristo, acabaram por voltar aos hábitos pagãos ou cometeram faltas graves, que os afastaram da comunhão com a Igreja. Esses penitentes são assinalados, para cumprirem um tempo de penitência, um tempo de conversão, um tempo de mudança. Normalmente, faziam-no durantes estes quarenta dias, aparecendo, de novo, na comunidade, na 5ª feira santa, de manhã, para receberem o perdão e serem readmitidos na comunidade. Neste sentido, a penitência é uma espécie de “segundo batismo”, de nova oportunidade, para viver, em santidade, a beleza da vida cristã. Vamos agora receber as cinzas. Enquanto esperamos, antes ou depois da imposição, procuremos pensar no nosso programa quaresmal pessoal, procuremos fazer uma agenda dos nossos compromissos e prioridades para esta quaresma. Sugerimos ainda, que depois de receber as cinzas, passem junto do batistério, aí se inclinem, tocando as mãos na água e fazendo o sinal da cruz. Entretanto, canta-se um cântico apropriado. Deverá também haver algum espaço para o silêncio. Silêncio Cântico Silêncio Cântico Poema: NÃO TE CONTENTES... Não te contentes em receber a cinza na cabeça. Lembra-te que és pó. Não te contentes em arrepender-te. Acredita no Evangelho. Não te contentes em converter os outros. Converte-te. Não te contentes em mudar a cor das coisas. Muda as coisas. Não te contentes em ser feliz. Faz feliz alguém. Não te contentes em esperar a Terra Prometida. Aceita o Reino que já chegou. Não te contentes em ler este poema de boas intenções. Faz o teu de realidades. Silêncio Cântico Terminada a imposição das cinzas, o sacerdote lava as mãos. Segue-se a oração dos fiéis ORAÇÃO DOS FIÉIS – 4ª FEIRA DE CINZAS 2014 P- Neste tempo favorável, voltamo-nos, para o Senhor, procuramos n’Ele as fontes da vida, para levarmos ao mundo, a frescura do seu amor. Invoquemos, para todos, a abundância da sua redenção: 1. Pela Santa Igreja: para que, neste tempo quaresmal, se renove por dentro, a fim de ir ao encontro dos que vivem, nas periferias, à margem da sociedade ou da comunidade cristã. Oremos irmãos. 2. Pelos que governam os povos: para que escutem e respondam ao clamor dos mais pobres, vítimas da miséria material, moral ou espiritual. Oremos irmãos. 3. Por todos aqueles que, nos desertos deste mundo, se encontram com a sua ânfora vazia: para que saibam evitar as águas poluídas e encontrar em Cristo a fonte da verdadeira água viva. Oremos irmãos. 4. Por todos nós: para que voltemos às fontes da vida e nos tornemos pessoascântaro, que dão a beber aos outros a água viva, que é Cristo. Oremos irmãos. P- Senhor, nosso Deus, fonte de vida: ajudai-nos, nesta quaresma, a multiplicar, por toda a parte, os poços de Jacob, a oferecer oásis, nos desertos desta vida, aos homens e as mulheres, sequiosos de verdade e amor, a fim de que também eles se deixem encontrar pelo vosso Filho, que é o Salvador do Mundo, e que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. Cântico na apresentação dos dons Oração sobre as oblatas Prefácio da Quaresma III ou IV Santo Oração Eucarística II Ritos da Comunhão Cântico da comunhão Poema, no final da comunhão Senhor, se da dura pedra tiras um fio de água, tira do chão desta mágoa um fio de louvor. Tira de mim o que não possa dar-te E só tu me dás. O que ponho em tuas mãos. São as tuas mãos que o traz! Oração pós-comunhão Bênção final Despedida: Viemos à fonte. Ide em frente. Ide em Paz e que o Senhor vos acompanhe! Cântico final