Sumário Geral Prefácio.............................................................................................. 4 Plano inclinado Queda Livre............................................................4 Queda Livre...............................................................................................................7 Equação Horária da Velocidade...............................................................................7 Equação Horária da Posição..........................................................................7 Equação de Torricelli....................................................................................7 Fotografia do Experimento.........................................................................8 Esquema do experimento............................................................................8 Aplicação.......................................................................................................9 Experimento Plano Inclinado.........................................................10 Relação do Material.....................................................................................10 Procedimento..............................................................................................13 Prefácio O que é experimentação remota? Remota, significa a distância. Experimentação remota, portanto, significa realização de um experimento a distância, manipular um equipamento a partir de qualquer lugar onde haja acesso à Internet, por exemplo. A partir deste conceito, foi criado em 1997, na Universidade Federal de Santa Catarina, o Laboratório de Experimentação Remota (RExLab, sigla oriunda da expressão em inglês Remote Experimentation Lab), visando explorar seu potencial. Que aspectos deveriam ser avaliados? Atender a necessidade de apropriação social da ciência e da tecnologia, popularizando conhecimentos científicos e tecnológicos, estimulando jovens nas carreiras científico-tecnológicas e buscar iniciativas que integrem a educação científica ao processo educacional promovendo a melhoria/atualização/modernização do ensino em todos os seus níveis, enfatizando ações e atividades que valorizassem e estimulassem a criatividade, a experimentação científico-tecnológica e a interdisciplinaridade. Primeira fase (1997-2002). Foram criados alguns experimentos que indicaram com clareza a necessidade de desenvolvimento de recursos, como o Micro-Servidor WEB, visando ampliar o desenvolvimento de mais experimentos para uma gama cada vez mais ampla de aplicações. Nesta fase, dissertações de mestrado e publicações de artigos possibilitaram a internacionalização do REXLAB, através do projeto REXNET, financiado pela Comunidade Europeia, envolvendo 6 países (Brasil, Chile, México, Portugal, Escócia e Alemanha), com o mesmo objetivo de avaliar tais aspectos acima tratados, mas agora a nível internacional. Segunda fase (2002-2007). O projeto REXNET é, em suma, uma rede internacional de REXLAB´s envolvendo hoje dezenas de universidades em vários países da América Latina, Europa e África, com as quais o REXLAB/UFSC mantém intensa parceria, incluindo intercambio de docentes e discentes. A REXNET possibilitou ao REXLAB alçar voos mais altos, destacando-se estudos para a elaboração de um projeto que veio a ser denominado Integração Tecnológica na Educação Básica, uma vez constatada a necessidade de melhoria nos primeiros níveis educacionais no Brasil. Terceira fase (2007-...). Na medida do desenvolvimento de novas TIC´s (Tecnologias da Informação e da Comunicação), novos desafios apresentaram-se e, imediatamente, foram incorporados ao REXLAB e a todos os seus projetos. O destaque nesta fase foi a exploração dos dispositivos móveis como elementos básicos para a Integração Tecnológica na Educação Básica que ora é o principal projeto do REXLAB. Um conjunto de experimentos foram implementados para tal. E, para dar conta de sua utilização a contento com as expectativas da equipe, foi elaborado um caderno didático de apoio ao experimento para cada um deles utilizados no âmbito deste projeto, onde teoria e prática passeiam de mãos dadas. De olho no futuro do Brasil. Portanto, a Experimentação Remota é uma área de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico que visa ampliar a capacidade humana para além de seus limites, utilizando os recursos da Internet e de outros meios capazes de prover acesso remoto, possibilitando o compartilhamento de recursos de um modo geral, com custos compatíveis com um país de dimensão continental que ainda não resolveu graves problemas, como miséria e educação básica indigente. É a esperança de toda a equipe do REXLAB. Araranguá, agosto de 2015. João Bosco da Mota Alves Plano Inclinado – Queda Livre 1. Queda Livre Observar diversas alturas arbitrárias e os respectivos tempos de queda de uma dada esfera. Construir o gráfico das diversas alturas em função do tempo. Verificar a velocidade da esfera nas diversas alturas. Calcular a aceleração da gravidade para a esfera. 1.1 Teoria Básica 1.1.1. Queda Livre Um objeto em queda livre apresenta o movimento retilíneo uniformemente variado, isto é, movimento acelerado. Esta aceleração é da gravidade que é representada pela letra g. A aceleração gravitacional próximo a superfície da terra, ao nível do mar e a uma latitude de 45º tem valor de 9,80665 m/s2. Algumas instituições de ensino utilizam um valor aproximado da aceleração da gravidade que é de 10 m/s2, com propósito de facilitar os cálculos matemáticos. As equações utilizadas para descrever a queda livre dos corpos são as equações do Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV), uma vez que o movimento apresentado da queda livre é o mesmo. Importante: É necessária uma orientação do movimento de queda livre para efetuar os cálculos. Neste caso, trajetória para baixo de um corpo em queda livre, a velocidade e a aceleração são positivas. Esta orientação é necessária para quem for estudar lançamento vertical também. Na queda livre a velocidade inicial é zero (vi = 0), pois supõe-se que o corpo vai ser sempre abandonado e a aceleração é a gravitacional ( a = g). Adotando a origem do eixo como a posição em que o corpo é abandonado, isto é, S0 = 0, conforme figura 1. Neste caso as equações utilizadas são: Fig.1. Esquema representando o movimento de queda livre. 1.1.2 Equação Horária da Velocidade → � = �� + �. � � = � + → � = � + .� .� � = .� ou 1.1.3 Equação Horária da Posição �� � = �� + ��.� + �. � = � �� + ��.� + . � → �� → → = �+ �+ . � = �� .� 1.1.4 Equação de Torricelli �� = �� � + �. �. ∆� �� = �� � + �. . ∆ → �� = � + �. . ∆� → �� = �. . ∆ ou ou 1.2 Fotografia do Experimento Fig. 2 – Imagem do plano inclinado 1.3 Esquema do experimento Fig.3 – Esquema do experimento 1.4 Aplicação Velocidade Média Aceleração Média MRU MRUV Queda Livre Decomposição de Forças 1.5 Experimento – Plano Inclinado 1.5.1 Queda Livre. Nesta experiência você montará um circuito de corrente contínua em série, paralelo e mista com os elementos que fazem parte do painel elétrico CC Resistores (R), Fonte alimentação de 12 V e várias chaves para obter o circuito desejado. Na primeira parte você fará a leitura das correntes e tensões no circuito, observando os voltímetros e amperímetros conectados no circuito. Na segunda parte você encontrará o valor da resistência equivalente do circuito. A) Relação do Material (partes que compõe o experimento remoto “Plano Inclinado”). 1. Esfera de 38mm e 33g; 2. Sensor de peso e trava da esfera; 3. Canaleta de 50cm para deslocamento da esfera; 4. Anteparo da esfera; 5. Mecanismo de movimentação da gangorra, servo motor e sensor de inclinação; 6. Indicador de inclinação; 7. Indicador de peso (em gramas) ou tempo de queda em ms. Figura 4. Principais partes do experimento B) Procedimento 1) Esta experiência pode ser realizada em qualquer ambiente que tenha um computador e acesso a internet. Este experimento possibilita calcular o tempo que a esfera leva para passar por cada 10 cm da régua e compará-lo com o tempo dado pelo cronometro do próprio experimento. 2) Acesse o plano inclinado no link http://relle.ufsc.br/labs/7# relule o ângulo para -20º e clique em enviar assim ele prenderá a esfera. Em seguida regule o ângulo para 90º e clique em enviar, a régua ficará na posição vertical desejada para o experimento. Fig. 4 – Imagem para enviar o ângulo desejado no experimento. 3) Agora é se prepara para soltar a esfera clique em soltar e observe a esfera caindo. A cada posição de 10 cm da régua o tempo será cronometrado e enviado para a tabela na tela. Tabela 1. Tabela da posição e do tempo dado pelo experimento. 4) Ótimo! Você pode repetir este procedimento quantas vezes desejar. Você pode experimentar com outros ângulos, seus resultados estão sendo salvos para você baixá-los quando sair (para trabalhar outros temas). 5) Preencha toda a tabela 2 com os dados disponibilizados pelo experimento com os dados calculados por você. Verifique se estes dados de tempo do cronometro e calculados são iguais. Justifique sua resposta. Posição (cm) 10 30 20 t(ms) dado t(ms) calculado Justificativa 40 50 Tabela 2. Para preenchimento da posição e dos tempos (dado e calculado). 6) Com os dados da tabela 2, faça um gráfico de h por t. Considere que a altura de que a esfera caiu dependa do tempo de queda. 7) Trace, com o máximo cuidado, por estes pontos, quatro tangentes. Lembre-se que a tangente toca a curva somente em um ponto e é perpendicular a normal. 8) Lembrando que a tangente é igual ao cateto oposto (∆h) dividido pelo cateto adjacente (∆t), tgθi = ∆ ∆� , então esta tangente é a velocidade naquele tempo. Calcule a velocidade para todos os pontos escolhidos não mais que 5. 9) Construa o gráfico da velocidade em função do tempo. Para nível de graduação linearize a equação ℎ = 10) Calcule a aceleração. �.� 2 2 .