Roteiro de Prática 01

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ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA 2
INTRODUÇÃO:
Côndilo:
área
arredondada.
articular
Crista: crista do osso.
Epicôndilo: eminência superior
a um côndilo.
Fóvea: área plana, lisa
recoberta por cartilagem onde
um osso se articula com outro
osso.
Forame: passagem através de
um osso.
Fossa: área
deprimida.
côncava
ou
Linha trapezóide.
Cabeça.
Tubérculo conóide.
Colo anatômico.
Sulco para o m. subclávio.
Colo cirúrgico.
Impressão
do
costoclavicular.
Tubérculo maior.
ligamento
ESCÁPULA:
Margem lateral.
Margem medial.
Margem superior.
Tubérculo menor.
Sulco intertubercular.
Crista do tubérculo maior.
Crista do tubérculo menor.
Ângulo superior.
Tuberosidade
deltóide.
Ângulo inferior.
Côndilo medial.
para
o
Ângulo acromial.
Côndilo lateral.
Sulco: depressão ou ranhura
alongada.
Ângulo medial.
Epicôndilo medial.
Linha: elevação linear.
Ângulo lateral.
Epicôndilo lateral.
Maléolo:
arredondado.
Acrômio.
Capítulo.
Processo coracóide.
Tróclea.
Incisura da escápula.
Sulco capítulo-troclear.
Fossa subescapular.
Fossa radial.
Espinha.
Fossa coronóide.
Espinha: processo semelhante
a um acúleo.
Tubérculo deltóide da espinha
da escápula.
Crista supracondilar lateral.
Processo espinhoso: parte
saliente semelhante a uma
espinha.
Fossa supra-espinhal.
Trocânter: elevação obtusa
grande.
Cavidade glenoidal.
processo
Incisura:
indentação
margem de um osso.
na
Protuberância: projeção do
osso.
Tubérculo:
eminência elevada.
pequena
Tuberosidade:
grande
elevação arredondada.
MMSS:
CLAVÍCULA:
Fossa infra-espinhal.
Tubérculo supraglenoidal.
Tubérculo infraglenoidal.
Cabeça e colo.
Incisura espinoglenoidal.
Sulco dos vasos escapulares
circunflexos.
Crista supracondilar medial.
Sulco do nervo radial.
Sulco do nervo ulnar.
Fossa do olécrano.
RÁDIO:
Cabeça e fóvea da cabeça
Colo.
Tuberosidade radial.
Processo estilóide.
Área do osso escafóide.
Extremidade acromial.
Extremidade esternal.
ÚMERO:
Área do osso semilunar.
m.
ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA 2
Incisura ulnar do rádio.
Cabeça.
Borda interóssea.
Área dos m.m. abdutor longo
e extensor curto do polegar.
FÊMUR:
MMII:
Cabeça.
QUADRIL:
Colo.
Crista ilíaca.
Fóvea da cabeça femoral.
Sulco dos m.m. extensores
radiais longo e curto do carpo.
Espinha ilíaca ântero-superior.
Trocânter maior e menor.
Tubérculo dorsal.
Espinha ilíaca ântero-inferior.
Fossa trocantérica.
Sulco do m. extensor longo do
polegar.
Espinha
superior.
Linha intertrocantérica.
Sulco dos m.m. extensor dos
dedos e extensor do indicador.
Espinha ilíaca póstero-inferior.
ULNA:
ilíaca
póstero-
Face patelar.
Superfície glútea.
Crista intertrocantérica.
Tuberosidade glútea.
Olécrano.
Linhas
glúteas:
posterior e inferior.
Incisura troclear.
Corpo do ílio.
Processo coronóide.
Espinha isquiática.
Tuberosidade da ulna.
Corpo do ísquio.
Incisura radial da ulna.
Tuberosidade isquiática.
Processo estilóide.
Ramo do ísquio.
Borda interóssea.
Incisura isquiática: maior e
menor.
Face poplítea.
CARPO:
Ramos do púbis: superior e
inferior.
Linhas supracondilares: lateral
e medial.
Escafóide.
Tubérculo púbico.
Linha intercondilar.
Semilunar.
Crista obturatória.
PATELA:
Piramidal.
Acetábulo: margem, face
semilunar, fossa e incisura.
Base.
Fossa ilíaca.
Face articular.
Tuberosidade ilíaca.
TÍBIA:
Face auricular para o sacro.
Côndilo lateral.
Linha arqueada.
Côndilo medial.
Linha pectínea.
Eminência intercondilar com
os tubérculos intercondilar
lateral e medial.
Crista do m. supinador.
Psiforme.
Trapézio.
Trapezóide.
Capitato.
Hamato com o hâmulo.
METACARPO/FALANGES:
Base.
Corpo.
Eminência iliopúbica.
Face sinfisal.
Forame obturado.
anterior,
Linha pectínea.
Linha áspera-lábios: lateral e
medial.
Côndilos: medial e lateral.
Fossa intercondilar.
Epicôndilos: medial e lateral.
Tubérculo adutor.
Ápice.
Área intercondilar anterior e
posterior.
ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA 2
Facetas: lateral e medial.
Corpo.
Fossa digástrica.
Tuberosidade anterior.
Cabeça.
MAXILAR:
Linha oblíqua.
Tuberosidade
metatarsiano.
Tubérculo de Gerdy.
do
5º
CABEÇA:
Margem interóssea.
Maléolo medial.
Face articular do maléolo
medial.
Face articular inferior.
Sulco do m. semimembranoso.
Linha do m. sóleo.
Sulco dos tendões: tibial
posterior e flexor longo dos
dedos.
Incisura fibular da tíbia.
FÍBULA:
Cabeça.
Colo.
Espinha nasal anterior.
Sagital.
Coronal.
Lambdóide.
Metópica.
Bregma.
Lambda.
Forame infra-orbital.
FOSSAS DA BASE DO CRÂNIO:
Anterior.
PALATINO:
Lâmina horizontal.
Lâmina perpendicular.
Espinha nasal posterior.
Processo orbital.
Média.
ETMÓIDE:
Posterior.
Crista de Galli.
FRONTAL:
Lâminas:
perpendicular,
crivosa e orbital.
Forame supra-orbital.
Conchas nasais:
superior e média.
Face orbital.
ESFENÓIDE:
Crista frontal.
Maléolo lateral.
Processos: alveolar, palatino,
frontal e zigomático.
SUTURAS:
Glabela.
Ápice.
Face orbital.
suprema,
Asas: maior e menor.
Face articular do maléolo
lateral.
MANDÍBULA:
Fossa do maléolo lateral.
Ângulo.
Borda interóssea.
Corpo.
TARSO:
Processo condilar: cabeça e
colo.
Fossa hipofisária.
Tálus-tróclea, colo e cabeça.
Linha oblíqua.
Seio.
Navicular.
Forame mentual.
Fossa.
Protuberância mentual.
TEMPORAL:
Processo coronóide.
Processos:
mastóideo,
estilóide e zigomático.
Calcâneo-tuberosidade.
Cubóide.
Cuneiformes:
intermédio e lateral.
medial,
METATARSO E FALANGES:
Base.
Ramo.
Incisura mandibular.
Sulco e linha milo-hióidea.
Processo clinóide anterior e
posterior.
Processo pterigóide com suas
lâminas lateral e medial.
Sela turca.
Tubérculo articular.
Fossa mandibular.
ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA 2
Meato acústico externo.
Forame jugular: IX, X e XI.
Partes: escamosa e petrosa.
Canal do hipoglosso: XII.
Lâmina (2)
PARIETAL:
Linha temporal superior e
inferior.
Tuberosidade parietal.
TRONCO:
ESTERNO:
Incisura clavicular do esterno.
Processos: temporal e frontal.
Arco zigomático.
Incisuras costais.
Ângulo do esterno.
Face orbital.
Manúbrio.
OCCIPITAL:
Corpo.
Forame magno.
Processo xifóide.
Côndilos.
Protuberância
externa.
Linhas nucais:
inferior.
occipital
superior
e
HIÓIDE:
Corpo.
base
Sínfises: manubrioesternal e
xifoesternal.
Forame intervertebral
do
C1: Atlas
Ausência do corpo vertebral.
Arco anterior.
Arco posterior.
Face articular superior para o
côndilo occipital.
Face articular inferior para o
áxis.
Tubérculo anterior.
COSTELAS:
Tubérculo posterior.
Cabeça com as facetas
articulares para o corpo
vertebral: faceta superior e
inferior.
Face articular para o dente.
Colo.
Cornos: maior e menor.
da
Forame vertebral (1)
Incisura jugular do esterno.
ZIGOMÁTICO:
Forames
crânio:
Processos articulares (4): 2
superiores e 2 inferiores.
Tubérculo com a faceta
articular para o processo
transverso.
C2: Áxis
Dente ou processo odontóide.
Face articular anterior para
Atlas.
Face articular posterior para o
ligamento transverso.
Fossa anterior
Ângulo.
Lâmina crivosa do etmóide: I.
Corpo.
Face articular superior para
Atlas.
Canal óptico: II.
Sulco costal.
Face articular inferior para C3.
Fossa média
Fenda esfenoidal: III, IV, VI e
V1.
Forame grande redondo: V2.
Forame oval: V3.
Fossa posterior
Meato acústico interno: VII e
VIII.
COLUNA VERTEBRAL:
SACRO:
VÉRTEBRA TÍPICA:
Base.
Corpo vertebral (1)
Asa.
Pedículo (2)
Promontório.
Processo espinhoso (1)
Superfície
lombossacra.
Processos transversos (2)
articular
Processo articular superior.
ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA 2
Forames sacrais anteriores e
posteriores.
Cápsula articular.
Ligamentos
Ligamento
anterior.
esternoclavicular
Cápsula articular.
Cristas ou linhas transversas.
Cristas
sacrais:
mediana,
intermédia e lateral.
Ligamento
posterior.
esternoclavicular
Corno sacral.
Ligamento interclavicular.
Orla glenoidal.
Hiato sacral.
Ligamento costoclavicular.
Ligamento umeral transverso.
Superfície auricular.
Processo transverso.
Disco articular: divide a
articulação em 2 cavidades
cada qual revestida pela
membrana sinovial.
Corno.
Articulação acrômio-clavicular
OBS: O lig. Transverso
superior da escápula pode
ossificar e transformar a
incisura da escápula em um
canal
ósseo
anômalo,
conhecido como forame da
escápula. Isto pode causar
uma compressão do n. supraescapular ao atravessar este
espaço
proporcionando
fraqueza e atrofia dos mm.
supra-espinhal e infra-espinhal
(síndrome da incisura da
escápula).
CÓCCIX:
Ligamento coracoumeral.
Articulação sinovial plana.
A extremidade acromial da
clavícula articula-se com o
acrômio da escápula.
ARTICULAÇÕES E
LIGAMENTOS
MMSS:
O Complexo Articular
Ombro (articulações):
do
Ligamentos
Esterno-clavicular.
Cápsula articular.
Acrômio-clavicular.
Ligamento acromioclavicular.
Glenoumeral.
Ligamento coracoclavicular:
Escápulo-torácica.
Ligamento trapezóide.
Articulação
clavicular:
esterno-
Ligamento conóide.
É o único ponto de união da
cintura escapular com o
tronco.
Disco
articular:
está
frequentemente
ausente,
quando
presente
separa
parcialmente as superfícies
articulares.
É muito móvel para permitir o
movimento do cínculo do MS
e do MS.
Articulação Gleno-umeral
Articulação sinovial plana.
A extremidade esternal da
clavícula articula-se com o
manúbrio do esterno e com a
1ª cartilagem costal.
Ligamentos
Articulação sinovial esférica.
A cabeça do úmero, redonda e
grande articula-se com a rasa
cavidade
glenóide
da
escápula.
É amplamente móvel, pois
movimenta-se em torno de 3
eixos.
Ligamento glenoumeral.
O arco coracoacromial
É uma estrutura protetora
extrínseca
formada
pelo
acrômio
e
o
processo
coracóide da escápula, com o
ligamento
coracoacromial
estendendo-se entre eles. Esta
estrutura
osteoligamentosa
forma um arco protetor que
recobre a cabeça do úmero,
impedindo o deslocamento
superior da cavidade glenóide
da escápula.
Articulação escápulo-torácica
É
descrita
funcionalmente.
apenas
A escápula se estende da 2ª à
7ª costela e desliza no tórax
em função do movimento do
ombro.
Quando o ombro é abduzido
90º, 60º deste movimento é
realizado na articulação do
ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA 2
ombro, enquanto 30º ocorre
por meio do movimento
concomitante do cíngulo do
ombro.
Bolsas sinoviais
Estão situadas nos locais onde
há atrito dos tendões contra o
osso, ligamentos ou outros
tendões e onde a pele movese sobre uma proeminência
óssea.
Bolsas ao redor do ombro
Bolsa subescapular: localizada
entre o tendão do músculo
subescapular e colo da
escápula.
Geralmente
se
comunica com a cavidade
articular do ombro.
Bolsa subacromial: localizada
entre o acrômio e a cápsula
articular do ombro. Pode ser
contínua
com
a
bolsa
subdeltóidea.
Bolsa subdeltóidea: é uma
ampla bolsa localizada entre o
deltóide e a cápsula articular
do ombro. Não se comunica
com a cavidade articular do
ombro.
O cotovelo
Articulação composta que
compreende 3 articulações:
Articulação úmero-ulnar.
Articulação úmero-radial.
Articulação
proximal.
rádio-ulnar
Articulação úmero-ulnar
Articulação sinovial gínglimo.
Incisura troclear da ulna e a
tróclea do úmero.
Articulação úmero-radial e
rádio-ulnar proximal
articulação rádio-ulnar distal
da articulação rádio-cárpica.
Entre a cabeça do rádio e o
capítulo do úmero.
As articulações rádio-ulnares
são
obrigatoriamente
combinadas que possibilitam a
pronação e a supinação.
Entre a cabeça do rádio e a
incisura radial da ulna.
Sinoviais trocóides.
Ligamentos
Ligamento colateral ulnar: vai
do epicôndilo medial do
úmero e se insere através de 2
feixes – o anterior, processo
coronóide – o posterior,
olécrano. Os feixes estão
unidos por fibras transversas.
Ligamento colateral radial: vai
do epicôndilo lateral do úmero
ao ligamento anular no rádio.
Bolsas ao redor do cotovelo
Bolsa
intratendínea
do
olécrano: presente no tendão
do músculo tríceps braquial.
Bolsa subtendínea do músculo
tríceps braquial: presente
entre o olécrano e o tendão
do músculo tríceps braquial.
Bolsa subcutânea do olécrano:
presente entre o olécrano e a
pele.
Articulações da mão
Ligamento anular: envolve a
cabeça do rádio e tem sua
origem e inserção na ulna.
Articulação rádio-cárpica.
Cápsula articular.
Face articular cárpica do rádio
+ escafóide e semilunar.
Membrana interóssea: as
diáfises da ulna e do rádio são
mantidas
em
posição
anatômica pela membrana
interóssea que constitui uma
juntura fibrosa entre os dois
ossos. Ela se fixa nas bordas
interósseas do rádio e da ulna,
mas se afrouxa na pronação.
Corda oblíqua: feixe fibroso
oblíquo que reforça a parte
proximal
da
membrana
interóssea.
Articulação rádio-ulnar distal
Cabeça da ulna e incisura
ulnar do rádio.
Articulação sinovial elipsóide.
Articulação mediocárpica.
Ocorre entre as fileiras
proximal e distal do carpo e
sua cavidade articular tem a
forma de S.
Articulação
carpometacárpica.
Todas as articulações entre o
carpo e o metacarpo são
planas exceto a articulação
carpometacárpica do polegar
que é selar.
Fileira distal do carpo e base
dos metacarpos.
Sinovial trocóide.
Articulação
metacarpofalângica.
Entre o rádio e o processo
estilóide da ulna encontra-se o
disco articular que separa a
São sinoviais e quanto à forma
são esféricas.
ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA 2
Cabeça do metacarpo e base
da falange proximal.
iliofemoral, pubofemoral e os
musculos psoas.
Articulação interfalângica.
Bolsa trocantérica: localizada
entre o trocânter maior do
fêmur e o músculo glúteo
máximo.
Sinoviais gínglimo.
Cabeça de uma falange com a
base da outra falange.
Colateral radial.
Bolsa isquiática: localizada
entre
a
tuberosidade
isquiática do músculo glúteo
máximo.
Colateral ulnar.
O joelho
Radiocárpico palmar com 3
feixes.
É uma articulação classificada
como sinovial do tipo gínglimo
que permite os movimentos
de flexão e extensão, mas
também permite um certo
grau de rotação. Esse fato gera
controvérsias
sobre
sua
classificação funcional.
Ligamentos
Radiocárpico dorsal.
Carpometacápico dorsal.
Carpometacárpico palmar.
Metacápico dorsal.
Metacárpico palmar.
É composta por 3 ossos:
fêmur, tíbia e patela.
Bainhas tendíneas na mão
As superfícies articulares
MMII:
Os côndilos femorais e os
côndilos tibiais.
Articulação coxo-femoral
Sinovial esférica
Cabeça do fêmur e
acetábulo do osso coxal.
o
Face patelar do fêmur e a face
articular
da
patela
–
articulação femoropatelar ou
patelofemoral (sinovial plana).
Ligamentos
A cápsula articular
Iliofemoral.
Posteriormente encontra-se
reforçada pelos ligamentos
poplíteo oblíquo e poplíteo
arqueado.
Pubofemoral.
Isquiofemoral.
Anteriormente a cápsula está
substituída pelo tendão do
músculo quadríceps femoral,
patela e ligamento patelar.
Orla.
Ligamento redondo.
Ligamento
acetábulo.
transverso
do
Bolsas ao redor do quadril
Bolsa iliopectínea: localizada
entre
os
ligamentos
O ligamento patelar é a
continuação do tendão do
músculo
quadríceps
e
estende-se do ápice da patela
até a tuberosidade da tíbia.
Os retináculos
O
tendão
do
músculo
quadríceps envia também
expansões que se fixam nos
côndilos da tíbia e constituem
os retináculos medial e lateral
da patela. Essas expansões
mantêm a patela em sua
posição
durante
os
movimentos da articulação.
Estruturas extracapsulares
Ligamento colateral lateral ou
fibular: tem forma cilíndrica e
parte do epicôndilo lateral do
fêmur à cabeça da fíbula. Está
separado da cápsula articular
por tecido adiposo.
Ligamento colateral medial ou
tibial: tem forma de fita e
parte do epicôndilo medial do
fêmur até a parte proximal da
face ântero-medial da tíbia.
Está intimamente aderente à
cápsula articular e ao menisco
medial.
Estruturas intra-articulares
•
Menisco medial
•
Menisco lateral.
→ Os meniscos aumentam a
concavidade dos côndilos da
tíbia
e
tornam
mais
congruentes as superfícies
ósseas que se articulam. São
coxins cartilaginosos que
absorvem os choques.
Menisco medial
Tem a forma da letra C.
Está aderido à cápsula e ao
ligamento colateral tibial.
É menos móvel que o menisco
lateral.
Menisco lateral
ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA 2
Tem a forma da letra O.
É mais livre e por isso mais
móvel que o menisco medial.
O tendão do músculo poplíteo
o separa do ligamento
colateral fibular.
Os meniscos
Suas margens externas fixamse na cápsula fibrosa da
articulação do joelho, através
dos ligamentos coronários.
O ligamento transverso do
joelho une as margens
anteriores
dos
meniscos
permitindo que se movam
juntos durante os movimentos
do joelho.
O ligamento meniscofemoral
posterior une o menisco
lateral com o ligamento
cruzado posterior e o côndilo
medial do fêmur.
Ligamentos cruzados
Ligamento cruzado anterior
(LCA): origina-se na área
intercondilar anterior da tíbia
e insere-se na face medial do
côndilo lateral do fêmur.
Ligamento cruzado posterior
(LCP): origina-se na área
intercondilar posterior da tíbia
e insere-se na face medial do
côndilo medial do fêmur.
Bolsa anserina: separa os
tendões
dos
músculos
sartório,
grácil
e
semitendinoso da tíbia e do
ligamento colateral tibial.
Bolsa do m. gastrocnêmeo:
localizada profundamente à
fixação proximal do tendão da
cabeça
medial
do
m.
gastrocnêmeo.
Bolsa
do
m.
semimembranáceo: localizada
entre a cabeça medial do m.
gastrocnêmeo e o tendão do
m. semimembranáceo.
flexão
e
Eixo: transversal.
Ligamentos:
deltóide,
talofibular anterior, talofibular
posterior, calcaneofibular.
As demais articulações do pé
são planas com movimentos
reduzidos.
Entretanto,
o
somatório desses movimentos
resulta na EVERSÃO E
INVERSÃO do pé.
Bolsas ao redor do pé
Bolsa subcutânea pré-patelar:
localizada entre a pele e a face
anterior da patela.
Bolsa subcutânea do maléolo
lateral da fíbula: localizada
entre o maléolo lateral da
fíbula e a pele.
Bolsa subcutânea infrapatelar:
localizada entre a pele e a
tuberosidade da tíbia.
Bolsa calcaneana subtendínea:
localizada entre o calcâneo e o
tendão do m. tríceps sural.
Bolsa infrapatelar profunda:
localizada entre o ligamento
da patela e a face anterior da
tíbia.
Bolsa calcaneana subcutânea:
localizada entre o tendão do
m. tríceps sural e a pele.
Articulação
do
tornozelo
talocrural ou tibiotársica.
Bolsa subcutânea do maléolo
medial da tíbia: localizada
entre o maléolo medial da
tíbia e a pele.
Articulações intertársicas.
Bainhas tendíneas do pé.
Articulações do pé
Articulações
metatársicas.
tarsoTÓRAX:
Metatarsofalângica.
Bolsas ao redor do joelho
Interfalângica.
Bolsa suprapatelar: localizada
entre o fêmur e o tendão do
músculo quadríceps femoral.
O pé
Bolsa poplítea: localizada
entre o tendão do músculo
poplíteo e o côndilo lateral da
tíbia.
Movimentos:
extensão.
Articulações da parede
torácica:
Articulação tíbiotársica:
Classificação:
Gínglimo.
Sinovial,
Superfícies articulares: face
articular inferior da tíbia e o
tálus.
Embora os movimentos das
articulações
da
parede
torácica sejam freqüentes, em
associação com a respiração, a
amplitude dos movimentos
nas articulações individuais é
menor. Qualquer distúrbio
que reduza a mobilidade
dessas articulações, contudo,
interfere com a respiração.
ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA 2
Endireitar as costas aumenta
mais o diâmetro ânteroposterior (AP) do tórax. São
elas:
Longitudinal
anterior:
estende-se ao longo da face
anterior dos corpos das
vértebras.
As vértebras (articulações
intervertebrais).
Longitudinal
posterior:
estende-se ao longo da face
posterior dos corpos das
vértebras.
As costelas e as vértebras
(articulações costovertebrais).
As costelas e cartilagens
costais
(articulações
costocondrais).
As
cartilagens
costais
(articulações intercondrais).
O esterno e as cartilagens
costais
(articulações
esternocostais).
O esterno e a clavícula
(articulações
esternoclaviculares).
As
partes
do
(sincondroses
manubrioesternal
xifoesternal).
esterno
e
As articulações da coluna
vertebral:
Articulações
(sínfises).
intervertebrais
Disco intervertebral: interpõese entre as vértebras.
Articulações entre os arcos
vertebrais (zigapofisárias):
As articulações entre os
processos articulares das
vértebras são sinoviais planas.
As lâminas, os processos
espinhosos e os processos
transversos são unidos pelos
seguintes ligamentos:
Lig. amarelo: une as lâminas
das vértebras vizinhas de C2S1.
Lig. supra-espinhal: une os
ápices
dos
processos
espinhosos
de
C7-sacro.
Superiormente funde-se ao
ligamento nucal.
Articulações entre os arcos
vertebrais.
Lig. nucal: estende-se da
protuberância
occipital
externa
por
todos
os
processos espinhosos cervicais
até C7.
As articulações
Intervertebrais:
Lig. interespinhal: unem os
processos espinhosos.
As articulações entre os
corpos das vértebras são
sínfises.
Os
movimentos
realizados entre cada par de
vértebras é reduzido, no
entanto, o somatório desses
movimentos em todas as
vértebras é considerável.
Lig. intertransversário: unem
os processos transversos.
Ligamentos:
Movimentos da parede do
tórax:
O tórax se amplia durante a
inspiração quando as costelas
são elevadas.
A combinação de movimentos
(“alça de balde” e “cabo de
bomba”) que ocorrem durante
a inspiração aumenta os
diâmetros AP e transverso da
caixa torácica.
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