QUESTOES ABERTAS E possível abordar problemas criacionistas ainda insolúveis e preservar a credibilidade das Escrituras Sagradas Todo cristão, envolvido com assuntos relacionados à origem da vida e do Universo, freqüentemente é confrontado com posições conflitantes a respeito do tema. Que devemos fazer quando a fé e a ciência entram em colisão? Como tratar com questões para as quais não temos respostas adequadas? Como podemos abordar problemas carentes de solução que são trazidos à tona pela ciência natural e ainda manter a credibilidade nas afirmações das Escrituras? Essas inquietações são legítimas e merecem nossa consideração. Ao mesmo tempo, o fato de analisá-las, por si mesmo, não é garantia de solução fácil, nem elas serão resolvidas através de respostas superficiais. Neste artigo, pretendemos apontar, resumidamente, alguns aspectos que podem nos ajudar a confirmar as verdades bíblicas, apesar de algumas questões em aberto. Em primeiro lugar, devemos estar sempre lembrados de que perguntas sem respostas são desafio também para outras pessoas que não crêem como os cristãos. Cientistas ateus também se deparam com questões ainda sem solução. Mesmo no contexto de uma explicação puramente naturalista do início da vida na Terra, existem muitos problemas até aqui insolúveis que não podem ser explicados satisfatoriamente através do modelo evolucionista. Todavia, aquelas pessoas que têm uma visão ampla da Escritura também enfrentam significativos desafios oferecidos pelas ciências naturais, quando o assunto é criacionismo. Qual será a melhor forma de enfrentar tais desafios, enquanto, ao mesmo tempo, confirmamos o relato bíblico da criação? Sem a pretensão de ser completo, aqui oferecemos algumas idéias. Separe os fatos e sua interpretação É importante distinguir entre os fatos e a interpretação deles, pois a interpretação, com muita freqüência, é ideologicamente distorcida. Discordância entre criação e evolução não significa discordância sobre fatos, mas sobre a interpretação deles. O princípio que sustenta a verdade dos fatos nas ciências naturais é igualmente válido na interpretação da Escritura. Ou seja, precisamos distinguir cuidadosamente entre o que realmente está escrito nas Escrituras e o que freqüentemente é inferido das Escrituras nas tradições extra bíblicas. Isso requer sólido conhecimento dos idiomas e da teologia da Bíblia. Semelhantemente importante é ter substancial conhecimento das ciências naturais. Para as duas correntes - fé e ciência - é verdade que nem todas as interpretações fazem justiça aos fatos, embora algumas interpretações tenham ganhado o status de que são quase incontestáveis. problemas da igreja. Forte e positiva influência é sentida na vida espiritual e no crescimento dos membros."4 Podemos resumir em sete as principais responsabilidades da comissão da igreja: 1) Nutrição espiritual e evangelismo em todos os seus aspectos; 2) preservação da pureza doutrinária; 3) defesa das normas cristãs; 4) recomendação de alterações no conjunto de membros; 5) cuidado das finanças eclesiásticas; 6) proteção e cuidado do património; e 7) coordenação dos departamentos da igreja.5 Em muitos lugares, quando a comissão da igreja se reúne, a primeira preocupação de seus membros é a solução de problemas disciplinares, em lugar de nutrição espiritual e evangelismo. Evidentemente, não devemos desprezar a busca por solução de problemas, mas a prioridade é sempre a missão. Outro fator diz respeito à departamentalização sem objetivos claramente evangelísticos. Ela se tem revelado entrave ao crescimento de muitas igrejas, favorecendo disputas internas e concorrência de programas não integrados. A pergunta é a seguinte: Onde os membros, comissão e pastor podem fazer a diferença nesse processo? "Modalidades mais simples de trabalhar devem ser ideadas e adotadas nas igrejas. Se os membros aceitarem unanimemente esses planos e perseverantemente os executarem, recolherão recompensa farta; porque a sua experiência se irá enriquecendo, a habilidade aumentando e, por seus esforços, pessoas serão salvas."6 A fim de criarem condições de atender a uma apreciação organizacional completa, a comissão da igreja, o pastor e os membros podem responder às seguintes perguntas: Onde estávamos? Onde estamos? Aonde desejamos chegar com nosso evangelismo? E a partir daqui que são estabelecidas metas de envolvimento ou discipulado, crescimento, acompanhamento e, finalmente, colheita de novos conversos para Cristo. Os líderes precisam aprender a planejar, acompanhar e avaliar. Um pensamento que norteia as lides administrativas estabelece que "confiar é bom, conferir é melhor". Métodos de acompanhamento No dia-a-dia eclesiástico, existem algumas formas de acompanhamento dos projetos evangelísticos locais por líderes e pastores. Ei-los: Oficiais da igreja. O líder planeja apenas para os oficiais e a igreja não é informada acerca dos planos. Não se envolve e não há um sistema de avaliação regular e sistemático. Ao chegar o fim do ano, apenas é dito se funcionou ou não funcionou. Acompanhamento verbal. O líder simplesmente prega, pergunta aos membros como estão as coisas, mas não existe avaliação, redirecionamento e correção de rotas para o crescimento. Tudo não passa das palavras. Anotações de dados. Neste modelo de acompanhamento, o líder anota o que está acontecendo na igreja, e só. Não há planejamento participativo, no qual o líder planeja, coordena e avalia em conjunto com os liderados, motivando e crescendo juntos, com variáveis e correção de rota em alguns momentos. Quadro de acompanhamento ou painéis visualizadores. Trata-se de um passo importante, em que a igreja estabelece alvos de envolvimento, mas ainda não há integração de membros e comissão no processo de planejamento estratégico e avaliação. O líder apenas estabelece o que ele acha, e ponto final. Quadro de acompanhamento, visualizadores, comissão e igreja. Esse é um dos modelos mais simples e eficazes no crescimento da igreja, pois o líder reúne a comissão e estabelece alvos de envolvimento e discipulado, que são apresentados e votados. Esses alvos podem contemplar os seguintes aspectos: número de membros envolvidos no projeto de intercessores, pequenos grupos, duplas missionárias, classes bíblicas, instrutores bíblicos, evangelismo de colheita e batismos. A partir de então, o líder e a comissão acompanham mensalmente e atualizam os dados, apresentando-os de forma motivadora e espiritual para que a igreja comprove o real envolvimento e veja os resultados do que foi planejado. Através da comissão da igreja, o acompanhamento e o planejamento evangelístico podem ser eficazes, se os líderes trabalharem de forma organizada. Por isso, é hora de organizar a igreja para cumprirmos a missão e alcançarmos o mundo com o evangelho de Cristo. "E chegado o tempo em que podemos esperar que o Senhor faça grandes coisas por nos. Referências: 1 Ellen G. White, Conselho aos Pais, Professores e Estudantes, p. 391. 2____________, Serviço Cristão, p. 61. 3 Regulamentos Eclesiástico-Administrativos, Divisão Sul-Americana da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, p. 45. 4 Manual da Igreja, p. 84. 5 Ibid. 6 Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 3, p. 66. 7____________, Mensagens Escolhidas, 1, p. 111. Permita certa tensão entre a Escritura e a ciência Fatos científicos que parecem contradizer as declarações bíblicas não devem ser ignorados nem negados. Não devem ser coloridos nem maquiados. Não é aceitável apoiar verdades bíblicas através de fatos maquiados. Também não temos o direito de colorir nossa interpretação das Escrituras, para adaptá-las ao nível científico do dia. Permitir certa "tensão criativa" indica que fomos chamados a buscar soluções que sejam fiéis à Bíblia e imparciais na investigação científica. Rejeite respostas superficiais Buscar soluções que sejam, ao mesmo tempo, fiéis às Escrituras e imparciais na investigação científica implica a necessidade que temos no sentido de resistir à tentação de nos acomodarmos a respostas e explicações superficiais, que não fazem justiça a um tema tão complexo e multifacetado, como este de fé e ciência. Esse tipo de resposta não satisfaz e, no fim das contas, prestará um desserviço à igreja e à fé bíblica. Seja honesto No trabalho de buscar tais respostas, necessitamos tratar honestamente cada dificuldade. Honestidade implica que reconheceremos a dificuldade e não tentaremos obscurecê-la, sofismar ou esquivar-nos dela. A honestidade sempre é vencedora na longa corrida. Uma pessoa honesta possui mente aberta e está sempre desejosa de aprender. E receptiva ao conteúdo da mensagem que é objeto do seu estudo. Além disso, a honestidade administra os motivos com os quais o intérprete e cientista aborda o texto bíblico e o campo da ciência, bem como inclui a boa vontade para usar métodos apropriados de investigação. Todo pesquisador precisa enfrentar e responder as seguintes interrogações: Estão meus motivos em harmonia com a Palavra de Deus? São meus métodos apropriados para o assunto científico em apreço e também para o estudo das Escrituras? Deus Se agrada com a sinceridade (lCr 29:17). Se temos, realmente, a convicção de que a Bíblia é a Palavra de Deus e merece confiança no que afirma, faremos muito melhor em pesquisar e esperar até encontrarmos uma solução honesta para situações desconcertantes, em vez de nos conformarmos com alguma resposta que seja evasiva ou insatisfatória. A honestidade desmascara toda mentira. Ela inclui fidelidade a Deus, que resulta na independência das pressuposições naturalistas que vão de encontro à Sua Palavra, não importando quão disseminadas e populares tais pressuposições possam ser. Seria apropriado empregar métodos com pressuposições baseadas em premissas materialistas, subversivas à Palavra de Deus, na tentativa de explicá-la e explicar a origem da vida? Um fato, porém, devemos ter em mente: Embora não compartilhemos das premissas materialistas, fomos chamados a ser honestos, gentis e respeitosos para com aqueles que trabalham fundamentados em tais idéias. Seja paciente Necessitamos de paciência e determinação indomável, a fim de tratar os assuntos complexos e cada dificuldade que eles oferecem. Precisamos estar bem certos de que, não importa quanto tempo, estudo e cuidadosa reflexão os problemas exijam, nós trabalharemos pacientemente até encontrar a solução. Como cristãos, crentes na Bíblia, temos de reconhecer que, em se tratando de investigação científica da criação, ainda dispomos de recursos limitados para esclarecer totalmente questões obscuras e superar enormes desafios. Embora esteja crescendo, o número de cientistas criacionistas não representa a maioria e, por isso, os resultados de alguns trabalhos ainda são poucos. Algo que ajudaria bastante seria pesquisar alguns dos problemas em nossos próprios laboratórios, conduzir nossas pesquisas de campo. Porém, tais ativi-dades exigem investimento e necessitam ser desenvolvidas sistematicamente; mas é o tipo de pesquisa que pode ajudar a encontrar respostas cientificamente confiáveis e, ao mesmo tempo, fiéis ao relato bíblico. Se, ainda assim, algumas dificuldades continuarem desafiando nossos melhores esforços, não devemos desanimar. E interessante notar que uma característica dos fiéis no fim da História.é a paciência: "Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Ap 14:12). O chamado apocalíptico à perseverança foi feito no contexto de claras referências à criação (ver Ap 14:7). Parte de nossa perseverança é nossa capacidade de viver com questões abertas, e ainda ser fiéis à Palavra de Deus. Ela se tem provado absolutamente confiável. Seja humilde Na ciência, assim como na teologia, humildade é uma das mais raras e mais importantes características encontradas naqueles que se dedicam ao estudo de ambas. Humildade demanda boa vontade, modéstia e disposição de uma pessoa em submeter suas crenças a uma autoridade mais alta. Humildade expressa a despretensiosa compreensão de que Deus e Sua Palavra são maiores que a razão humana e nosso entendimento da ciência. "Ao lermos a Bíblia, a razão deve reconhecer uma autoridade superior a si própria, e o coração e a inteligência se devem curvar perante o grande EU SOU", escreveu Ellen G. White (Caminho a Cristo, p. 110). Toda dificuldade encontrada no relacionamento entre a Bíblia e a ciência precisa ser tratada com a humildade que deve caracterizar todos os seres humanos com suas limitações. Ao reconhecer os limites de nossa mente e nosso coração, não deveríamos supor a inexistência de qualquer solução para um problema relativo ao assunto que estamos considerando, só porque ainda não a encontramos. Reconheça as limitações do conhecimento cientifico Ao tratarmos com dificuldades que são atribuídas pela ciência às Escrituras, temos de reconhecer que, em nossa tentativa de explicar o passado distante, não temos todas as informações que gostaríamos de ter, a fim de resolver uma questão difícil. Ao mesmo tempo, precisamos reconhecer que nosso conhecimento científico das coisas é muito limitado. John Lennox, professor de matemática na Universidade de Oxford, com muito acerto, já disse que nem a ciência é capaz de explicar todas as coisas. Nosso limitado conhecimento dessas questões torna-se evidente na pergunta que Deus fez a Jó: "Onde estavas tu, quando Eu lançava os fundamentos da Terra? Dize-Mo, se tens entendimento" (Jo 38:4). E conscientes dessas limitações humanas que investigamos cientificamente a criação de Deus. Embora as explicações da ciência, às vezes, aparentem onipotência, devemos reconhecer que suas teorias são influenciadas pelas pressuposições filosóficas, além do fato de que o conhecimento científico pode ser revisto e alterado. A ciência constrói sobre o conhecimento empírico, e isso significa que novos dados podem colocar em dúvida suas teorias. Onde isso já não é permitido, a ciência tem se transformado em ideologia. As enfáticas palavras de Wolfhart Pannemberg devem ser levadas a sério, quando ele disse o seguinte: "O teólogo não deve apressar-se a adaptar ideias e linguagem teológicas ao mais recente ponto de vista científico, especialmente onde tais adaptações requerem substanciais reajustes a uma doutrina tradicional. A visão teológica do mundo também pode funcionar como desafio à ciência, e como fonte de inspiração para o desenvolvimento de novas estratégias de pesquisa" (Theology and Philosophy in Interaction with Science - uma resposta a declarações do papa João Paulo II por ocasião do tricentenário de Isaac Newton, em 1987)Essa nova perspectiva estará aberta à possibilidade da intervenção divina. Saiba que Deus intervém No trato com problemas que dizem respeito ao diálogo fé e ciência, os teólogos e os cientistas crentes devem estar abertos para a realidade de que Deus intervém de modo sobrenatural, e que essa intervenção não pode ser explicada através de processos naturais normais, como são conhecidos através da ciência. Estar aberto à intervenção sobrenatural de Deus também envolve uma abordagem espiritual às dificuldades, na qual todas as questões são analisadas com oração, embora a oração não substitua o trabalho árduo de pesquisa. Por outro lado, jamais devemos subestimar o que Deus pode fazer em favor de nossa compreensão da Escritura e da natureza, quando trabalhamos com sinceridade e oração. Aprenda do amor Finalmente, podemos aprender do amor. O amor tem evidências fortes que levam à convicção. Porém, o amor não tem 100% de prova matemática ou científica para a existência de qualquer coisa. O amor é mais que evidência científica, é um dom sobrenatural. Portanto, é capaz de perseverar e conviver com questões abertas. Embora, possamos agora ver apenas obscuramente, podemos "compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento" (Ef 3:18). Assim, embora somente possamos compreender restritamente, nossa esperança é que, um dia, cheguemos a entender plenamente todas as coisas (ICo 13:12). Em outras palavras, o amor é a base epistemológica para o conhecimento e a confiança. Ele é a base de nossa fé e o fundamento de nossa esperança. O amor "tudo crê, tudo espera" (ICo 13:7). "E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção" (Fp 1:9). Embora existam muitas questões sem ser resolvidas, da perspectiva criacionista bíblica, isso não invalida a posição das Escrituras Sagradas sobre a criação. Deixemos que o amor nos ensine a ser pacientes e a conviver com tais questões, mesmo porque Deus já Se tem revelado suficientemente a nós como criador do mundo. Além disso, devemos estar conscientes de que também existem muitas perguntas sem respostas para a hipótese evolucionista. E parece que algumas dessas questões não diminuem, porém aumentam, com o passar do tempo. Ciencia y conciencia Equilibrio justo entre la inteligencia y la sabiduría Establecer una sana armonía entre el conocimiento científico y la fe religiosa es una tarea que requiere el esfuerzo de todas las facultades del alma. El autor es profesor de Biología de la Universidad de Loma Linda, California, Estados Unidos. Ciertas ciencias, como la Psicología, tienen pocos conflictos con la religión. O bien complementan la Biblia o tratan un tema que no se discute en ella. Pero en otras disciplinas científicas como la Paleontología, la Geología y la Biología evolutiva vemos grandes conflictos entre lo que proclaman y las enseñanzas de la Biblia. Estos conflictos nos llevan a pensar acerca de qué rol juegan la ciencia y la religión en nuestra búsqueda de la verdad. Debemos aceptar la ciencia y rechazar la Biblia, aceptar la Biblia y recha-zar la ciencia, o hay un camino mejor? La ciencia es una buena forma de descubrir la verdad, tanto en las áreas en las que se compromete la Biblia como en las que no se inmiscuyen. Siguiendo el método científico, los humanos planteamos hipótesis para darles un sentido 3 las cosas que observamos en la naturaleza, y recogemos pruebas para darle validez a nuestras explicaciones. Normalmente no tenemos suficiente material como para estar completamente seguros de tener una teoría correcta, pero solemos tener suficiente material como para descartar algunas de las teorías que se manejaban hasta ese momento y que eran incorrectas. Por ejemplo, hace un tiempo los nutricionistas sabían que algunas comidas eran buenas para el organismo y otras no, pero no sabían acerca de los nutrientes de estas. Lo poco que se sabía respecto de los nutrientes permitía que existieran una gran variedad de dietas. Las investigaciones que se hacen acerca de la relación psicología-nutrición nos han demostrado que algunas de las viejas teorías estaban equivocadas. Cuanto más conocimiento acumulamos, más nos damos cuenta de que ciertas teorías son erróneas, y así se reduce la posibilidad de estar equivocados. Esta acumulación de conocimientos también nos lleva a descubrir teorías en las que jamás habíamos pensado. Estas nuevas teorías pueden ser el ori-gen de mejores teorías o pueden soportar el paso del tiempo y demostrar que son correctas. Otro ejemplo que podemos tomar viene de la Geología. Antes de 1950, se creía que las capas que tienen las rocas de sedimentos habían sido depositadas en las aguas poco profundas. Por ejemplo, las rocas Pliocene en Ventura Basin, cerca de Ventura, California, tienen cientos de capas. De acuerdo con esta teoría, los científicos creían que estas capas eran depositadas en las aguas poco profundas y que tomaba una buena cantidad de anos depositar cada capa. Luego, en 1950, se publico el descubrimiento de un nuevo fenómeno, hasta el momento desconocido: el de las comentes turbias. Estas comentes eran aguas subterráneas que se movían rápidamente transportando barro o arena en una gran superficie. Estas comentes de agua dieron una mejor explicación a las capas que hay en Ventura Basin. Se entendió recién en ese momento que por la influencia del agua subterránea cada capa era depositada en minutos y no en anos, como se creía. Relacionando la ciencia y la Biblia Muchos cambios ocurrieron en la historia de la ciencia, y muchos más seguramente ocurrirán cuando se hagan nuevos descubrimientos. La ciencia siempre progresa en su búsqueda de la verdad, pero no en dirección de la verdad absoluta. En contraste con esto, la Biblia proclama que el Universo surgió de un Dios que lo ve todo, que en-tiende la historia de la Tierra y las leyes naturales. Cómo podemos relacionar las re-velaciones de la ciencia con las de la teologia? Para hacerlo debemos decidir cuánto vamos a creer en lo que dice la Biblia y hasta qué punto la ciência puede "corregir" a la Escritura. Los diferentes tipos de relación que se pueden establecer entre la ciencia y la Biblia son los siguientes: 1) Solamente la ciencia. 2) La ciencia y la creencia religiosa. 3) La ciencia y la Biblia. 4) Considerar a la Biblia por encima de la ciencia. 5) Solamente la Biblia. Aquellos que aceptan el primer modelo consideran a la ciencia como la única fuente confiable de conocimiento. Este modelo sostiene que la Biblia puede contener con-eptos inspirados que pueden tener valor en el campo religioso, pero que no tienen ninguna validez para la ciência. La Biblia no es una fuente de hechos confiables. La persona que acepta esta visión reinterpreta o rechaza cualquier parte de la Biblia que entre en conflicto con la ciência. Los que siguen el segundo modelo toman la Biblia más en serio que los dei primer modelo, pêro mantienen a la ciencia y a la fe religiosa como dos cosas separadas, y no hacen ningún intento de relacionarias. Los que siguen el tercer modelo consideran que tanto la ciencia como la Biblia son importantes, y en la búsqueda de la verdad toman a las dos fuentes muy seriamente. Ellos creen que los conflictos entre las dos surgen solo por las limitaciones humanas, ya sean en el proceso científico o en entender e interpretar la Biblia. Los devotos del cuarto modelo consideran tanto ai conocimiento científico como al bíblico de un modo serio, pêro le dan más importância a la Biblia. Y finalmente los que siguen el quinto modelo consideran que solo la Biblia es una fuente confiable. Suelen rechazar la ciencia como si fuese una herramienta de demónio, disenada por él para destruir a la fe. De estos cinco modelos, el primero y el quinto representan las elecciones más fáci-les de tomar. Son acercamientos de "todo o nada" y no requieren pensar mucho. Yo creo que ninguno de los dos modelos tiene una visión realista del problema. El segundo modelo, el de mantener a la fe y a la ciencia por separado, está bastante generalizado. Y puede funcionar muy bien para un científico cuyo trabajo no tenga que ver con la evolución de la vida en la Tierra. Pero, ¿qué hace este modelo cuando se encuentra con algo en la Biblia que es contradictorio con lo que afirma la ciencia? Cuando se enfrenta con esas contradicciones, los cristianos no pueden mantener estas dos fuentes por separado, a no ser que se pongan en una postura neutral. Entonces pasarán muy probablemente de este modelo a alguno de los otros sin darse cuenta. Este modelo evita el tema, o lo oculta; por eso considero que no merece mayor discusión. Los modelos 3 y 4 son bastante parecidos, salvo que en el último se pone más confianza en la Biblia y en la habilidad dei hombre de entenderia correctamente que en la habilidad dei hombre de interpretar bien los conocimientos científicos. Esta diferencia suele ser más pronunciada en áreas de conflicto filosófico, como las teorias dei origen. Yo propongo que el acercamiento más fiructífero para estudiar los orígenes y la historia de la Tierra está entre el modelo 3 y el 4. Yo creo que uno de los aspectos más cru-ciales de este modelo ideal radica en la forma en que enfrente el conflicto entre la ciência y la religión, entre nuestra interpretación de la revelación y nuestra interpretación de los conocimientos científicos. En el resto del artículo nos ocuparemos de hablar respecto de este conflicto y la forma de enfrentarlo. Una relación constructiva Mi acercamiento ai tema esta fundado en la creencia, apoyada en evidencia, de que los profetas hablaban por un Dios amoroso y conocedor de todo, y que podemos confiar en sus mensajes. Si seguimos los siguientes dos pasos, podemos crear una relación efectiva y constructiva entre la ciência y la religión 1) Si la nueva idea incluye un tema que la Biblia trata, debemos examinar todos los textos de la Biblia, comparando e interpretando. Adernas, debemos usar todos los textos nuevos que pueden ayudarnos a entender el significado de este texto. Exactamente, qué es lo que la Biblia dice (o deja de decir) acerca de nuestra nueva idea? Es esta idea compatible con la Biblia? Dicen los textos importantes de la Biblia lo que nosotros creiamos que decían o estuvimos leyendo entre líneas? 2) Después tenemos que llegar a una de estas conclusiones (o a alguna variante de las mismas): a) La revelación no habla en ningún momento de este tema y no nos ayuda en nuestra investigación. b) La revelación trata este tema pêro no dice nada en contra de esta nueva idea. No hay ninguna razón bíblica como para no aceptar la posibilidad de que sea verdadera. Si llegamos a esta conclusión debemos seguir investigando para testear esta idea. Esta investigación puede Uevarnos a creer más en esta idea o a una hipótesis aún mejor, que también debemos comparar con las Escrituras. c) La revelación se contradice completa y claramente con esta nueva idea. Esta conclusión nos está marcando que algo está mal y que deberíamos investigar más porque hay algo erróneo en nuestra interpretación de los conocimientos. Si seguimos este proceso mantenemos a la Biblia como una norma para las doctrinas religiosas, y dejamos que la ciência y la religión se iluminen mutuamente. En algunas instancias la ciência nos ayudará a darnos cuenta de que estábamos leyendo cosas en la Biblia que realmente no están ahí. En otros casos la Biblia nos puede ayudar a des-cubrir teorias científicas que son incorrectas y de este modo conducir nuestros esfuerzos a un área más acertada de interpretación de estos conocimientos. Cuanto más conocimiento acumulamos, más nos damos cuenta de que ciertas teorías son erróneas, y así se reduce la posibilidad de estar equivocados. Esta acumulación de conocimientos también nos lleva a descubrir teorías en las que jamás habíamos pensado. Si en lugar de perseguir a los seguidores de esta nueva teoría, la Iglesia hubiera leído lo que las Escrituras decían, podrían haber evitado ese gran error que cometieron. La Iglesia se habría dado cuenta de que la Biblia no habla directamente del tema, si la Tierra rota alrededor del Sol o viceversa. Copérnico, Darwin y la Geología Ejemplos de la historia de la ciencia y de los conflictos recientes nos muestran cómo aplicar este modelo. 1) La revolución de Copérnico en la astronomía. Bastante antes de la Edad Media, los científicos desarrollaron la teoría que decía que la Tierra era el centro del Universo y que todos los otros cuerpos celestes flotaban alrededor de ella. Este concepto no era una superstición. Era una teoría desarrollada con mucho cuidado con modelos muy complejos de matemática, que describían los movimientos de las estrellas y los planetas, apoyado en una gran cantidad de observaciones. A medida que la Iglesia crecía, incorporó esta teoría dentro de su dogma de tal modo que desafiar esta teoría pasó a ser como desafiar a las Escrituras y a la Iglesia. Copérnico introdujo una nueva teoría: La Tierra y los otros planetas giraban alrededor del Sol. Si en lugar de perseguir a los seguidores de esta nueva teoría, la Iglesia hubiera leído lo que las Escrituras decían, podrían haber evitado ese gran error que cometieron. La Iglesia se habría dado cuenta de que la Biblia no habla directamente del tema, si la Tierra rota alrededor del Sol o viceversa. Una lectura cuidadosa de la Biblia habría demostrado que la teoría de Copérnico no estaba en contra de la Biblia. En lugar de estar enfrentadas, la ciencia y las Escrituras deberían estar acostumbradas a explorar este tipo de temas. 2) La teoría de la evolución: Antes del siglo XIX la gente solía creer que los animales y las plantas no cambiaban. Que la variedad de especies se mantenía igual desde que fueron creadas. La iglesia apoyó este concepto científico basándose en el relato de la creación que hace el Génesis, y de nuevo incorporó un conocimiento científico en su dogma. Darwin y sus contemporáneos vieron evidencias de que los animales y las plantas cambian, entonces comenzó otro conflicto entre la ciencia y la Iglesia. Por la complejidad del tema voy a discutir este asunto en dos partes: a) La teoría de que los organismos cambian, dando como resultado la variedad de grupos; y b) la teoría de que el mayor grupo de animales fue creado por la evolución y no por la creación. a) La microevolución. Cuando se propuso la teoría de la evolución, todos creían que este conocimiento era incompatible con el relato de la creación redactado en la Biblia. Pero si Darwin y sus contemporáneos hubieran estudiado cuidadosamente la Biblia, se habrían dado cuenta de que ésta no niega los posibles cambios que ocurren dentro de los grupos de animales y plantas, ni tampoco la producción de nuevos tipos de organismos. Una persona que cree que Dios creó todo, también debe creer que algunas cosas cambiaron, o si no que Dios diseñó y creó todo lo destructivo que vemos en la naturaleza. De todos modos, Darwin no analizó las enseñanzas de las Escrituras. Concluyó que como su teoría invalidaba lo que el creía que era el relato de la creación hecho por la Biblia, debíamos explicarnos el origen de todos los seres vivientes por medio de otro mecanismo que no fuera la creación. Esto nos lleva a la segunda parte de la teoría de la evolución. b) La evolución de los grandes y más importantes grupos de organismos. La teoría de Darwin propone que hasta los grupos más grandes e importantes de organismos surgieron de la evolución; y como consecuencia de este pensamiento, la vida es un resultado de la evolución y no de la creación. Si Darwin hubiera comparado la Biblia con su teoría se habría dado cuenta de que la Biblia no dice nada en contra de la microevolución. De lo que sí habla muy claramente es de los grupos más importantes de los seres vivos; de los animales y de las plantas (incluyendo a los árboles de finta, a los peces, a los reptiles, a los pájaros, a los mamíferos y al hombre) que fueron creados al final de la semana de la creación. Esta última afirmación no es compatible con parte de la teoría de la evolución. Si hubieran seguido el procedimiento que indicamos antes, hubiesen incluido en esta teoría la creación de los grandes grupos de seres vivos, con cambios evolutivos limitados en estos grupos después de la creación. Una teoría así no contradeciría ni a la religión ni a la ciencia, y hubiese sido un excelente ejemplo de la ciencia y la Biblia iluminándose mutuamente. 3) La geología: La Iglesia ha tenido conflictos con los geólogos por más de un siglo, pero nosotros analizaremos este tema desde la perspectiva de la década de 1980. La ciencia propuso una teoría que proclama que los depósitos geológicos y los fósiles que tienen son de hace más de cientos de millones de años. Cuando nos remitimos a las Escrituras, nos damos cuenta de que los profetas no decían mucho sobre la microevolución o de la astronomía, pero sí hicieron declaraciones que indicaban que la vida ¿Está descarrilada la Ciencia? por Michael A. Snyder Muchos se preguntan si la ciencia está a punto de engendrar una edad biológica maligna. LA PAREJA, con evidente, ansiedad, tomó asiento delante de un gran escritorio de acero. Una investigadora médica, ya sentada y absorta en el fajo de papeles que tenía delante de sí, no parecía percatarse de su presencia. —Hmmm, sí, Sr. Avila, efectivamente encontramos algunos indicios de daños genéticos que seguramente fueron trasmitidos por su madre . . . ¿Usted dice que ella reconoció haber ingerido drogas para fines de distracción en los años 60? El esposo tragó saliva y asintió débilmente con la cabeza. Con voz entrecortada preguntó, temeroso: —Entonces, ¿quiere decir que no podremos tener hijos normales? La investigadora levantó al instante los ojos, alisó su arrugado uniforme de laborista y con tono sorprendido, casi indignado, replicó: —Desde luego que podrán tener hijos genéticamente normales, Sr. Avila. Reparar el daño genético heredado es un asunto muy fácil. ¿Sólo ciencia ficción? El anterior diálogo es ficticio . . . por el momento. Pero si la investigación y el desarrollo en el campo de la genética prosiguen a su frenético ritmo actual, quizá deje de ser ficción muy pronto. El Dr. Marc Lappe, autor de Genetic Politics—The Limits of Biological Control (La política genética: límites del control biológico), asegura que "mirando por una ventana genética podemos conocer con inusitada y casi inquietante precisión los datos más íntimos del bagaje hereditario que aporta nuestro cónyuge y la calidad de vida que podemos esperar para nuestros hijos". Por su parte, Nicholas Wade, redactor de la revista Science, dice que el llamado empalme genético ha puesto "todos los recursos genéticos del planeta ... a nuestra disposición. Se ha puesto en nuestras manos la clave del reino de los seres vivientes" (The Ultímate Experiment—Man-Made Evolution, El máximo experimento: evolución dirigida por el hombre). La moderna industria genética, que cuenta escasamente 10 años de edad, ha reunido en diversas partes del mundo tanto a los eruditos como el dinero que necesita para desarrollarse. Solamente en los Estados Unidos, más de 100 empresarios y entidades dedicadas al empalme genético se han lanzado audazmente al mundo microscópico de la biotecnología. Las cinco empresas principales cuentan con más de 1.700 investigadores e inversionistas ávidos que esperan beneficiarse económicamente de los centenares de millones de dólares invertidos en este negocio. La investigación biotecno-lógica no se limita a los Estados Unidos. En el Japón, Inglaterra, Suiza, Alemania Occidental y Francia vemos laboratorios del sector público y privado participando en la carrera por el predominio en esta nueva industria. Hasta ahora, la inversión ha producido pingües dividendos. La biotecnología ¿es una realidad? Para el público en general, el término biotecnología es algo que se asocia vagamente con los "bebés de probeta". Pero es mucho más que la bien conocida fecundación in vitro en que se saca un óvulo del ovario de una mujer o un animal, se fecunda con un espermatozoide en un platillo de cultivo de laboratorio y luego se reinserta en el útero materno. Los bebés de probeta son apenas la pequeña punta de un gigantesco témpano. Los laboratorios en todo el mundo han tenido resultados asombrosos en tiempo cortísimo. Motivados por el afán competitivo, fabrican vacunas sintéticas y aditivos químicos que antes nadie había soñado. Un estudio reciente efectuado por la Oficina Norteamericana de Evaluación Tecnológica afirma que la biotecnología podría producir microorganismos capaces de consumir desechos tóxicos, podría promover el crecimiento mejor y más rápido del ganado y fabricar sustancias orgánicas para remplazar los derivados del petróleo. También se pronostica que la biotecnología será una ayuda en la lucha contra enfermedades como el herpes y el cáncer. Tan impresionantes como esto son los esfuerzos encaminados a corregir defectos genéticos. Si la ciencia tiene éxito, los médicos podrán examinar y corregir los llamados "genes letales", los que ocasionan defectos físicos y mentales. Algunos investigadores afirman que antes de terminarse este siglo la manipulación genética les permitirá borrar la tragedia de los defectos congénitos. ¿Cómo es posible? La naciente industria de la biotecnología se inició en 1973 cuando el hombre aprendió a descomponer y rearmar el "plano molecular" de un gene (el ácido desoxirribonucleico o DNA) y la molécula mensajera (ácido ribonucleico o RNA) que lee y trasfiere el plano del DNA. Desde que los primeros humanos observaron que los seres vivientes se reproducen "según su especie" (Génesis 1:21), las posibilidades de la cría selectiva se presentaron como un reto. Ahora los científicos se han visto tentados a hacer el plano de los cromosomas, diminutos portadores del código genético. Una lazada de moléculas del DNA revela su forma al ser aumentada más de 60.000 veces por un microscopio electrónico. Peligros desconocidos Mientras la ciencia descifra este código genético, muchos expresan el temor de que se esté abriendo una caja de Pandora molecular. Cuando la investigación en el campo del empalme genético comenzó a desarrollarse en los años 70, muchos científicos expresaron el temor de que algún grupo de investigadores, aunque bien intencionados, desencadenarán accidentalmente algún nuevo microorganismo indomable. Por otra parte, ¿no habría ciertas naciones u organismos terroristas interesados en desarrollar y aprovechar estos materiales malévolos hechos por el hombre? El eminente biólogo Clif-ford Grobstein planteó otro peligro: "Manipulando sustancias genéticas podríamos inadvertidamente dislocar el delicado equilibrio biológico y desencadenar una catástrofe". Cuando se supo que cierto grupo de investigadores estaba considerando la posibilidad de desarrollar células de Escherichia Coli con nuevas características de tipo canceroso, los científicos prudentemente hicieron suspender el proyecto. E. Coli es un microorganismo simple que ocurre en la naturaleza y que se utiliza mucho en los experimentos de laboratorio debido a sus características favorables, especialmente su capacidad para reproducirse rápidamente. Este microorganismo abunda en el cuerpo humano. ¿Qué sucedería si las células de E. Coli, alteradas y virulentas, escaparan y llegaran a establecerse en animales o humanos? Un investigador describió la situación como "una situación pre-Hiroshi-ma. Sería un verdadero desastre si alguno de los agentes empleados ahora en la investigación resultara ser un verdadero agente cancerígeno". Poco después de suspenderse el proyecto de E. Coli que se había propuesto, 140 científicos de Europa, la ^l—i Unión Soviética, Japón, los Estados Unidos y Canadá se reunieron para elaborar las normas de seguridad que debían imperar en el empalme genético. Esta Conferencia de Asilomar se celebró hace casi una década en California. Las personas allí reunidas opinaron que las investigaciones en materia de empalme genético eran bastante libres de peligro si se llevaban a cabo en condiciones muy controladas. Así nació la nueva industria de la biotecnología. ¿Por qué necesitamos la biotecnología? Después de la Conferencia de Asilomar, que tuvo lugar en 1975, se desató un debate candente acerca de los aspectos filosóficos, éticos y físicos que rodean la revolución genética molecular. En dicha conferencia, destacados científicos expresaron sus inquietudes por las posibles consecuencias virulentas. Cierto funcionario de un laboratorio declaró: "Por lo que a mí respecta, opino que no existe la restricción [biológica] absoluta, y toda restricción es ineficiente". Otro científico agregó: "Todavía no hay manera de saber qué es un organismo inocuo ni qué es un vehículo inocuo para la reproducción de clones". Muchos científicos siguen pidiendo que se suspendan las investigaciones peligrosas hasta que tengamos más conocimiento y hasta que se puedan implantar medidas de seguridad universales. El Sr. Wade responde a nombre de la mayoría científica cuando dice: "Tal abnegación de la curiosidad intelectual no es propia de la naturaleza del nombre, y en todo caso, la cuestión [de si se debe proseguir o no] está prácticamente resuelta: La puerta del tesoro [genético] está entreabierta, y lo único que resta por resolver es qué uso se hará de las riquezas que hay adentro" (The Ultímate Experiment—Man-Made Evolution, El máximo experimento: evolución dirigida por el hombre, página 3). La interferencia con los planos genéticos se torna ominosa. ¿Por qué? En ausencia de una tecnología más perfeccionada para alterar los genes, las personas que pretendan tener hijos sanos pueden practicar la eugenesia por medio del aborto. Dicho en palabras sencillas, los padres que teman dar a luz un hijo con defectos o deficiencias pueden optar por el aborto, induciendo la muerte del feto si la investigación genética indicare la presencia de algún problema. "Hoy, el diagnóstico prenatal permite identificar más de 60 enfermedades genéticas a tiempo para ofrecer un informe sobre la calidad de vida del ser que nacerá, para^que los padres y (lo que es menos probable) la sociedad tomen la decisión de continuar el embarazo o terminarlo", dice el doctor Marc Lappe. ¡Ahora leamos las siguientes palabras increíbles del mismo autor! "Como resultado de los conocimientos genéticos, habitamos un universo donde habrá que tomar nuevas decisiones: decisiones respecto de la genética y si ella puede lícitamente influir en nuestra selección de un cónyuge o una profesión, o bien la decisión de recompensar (o castigar) a un grupo étnico y no a otro por alguna incapacidad hereditaria" (Genetic Politics— The Limits of Biological Control, La política genética: límites del control biológico, página 28). ¡Palabras ominosas aquéllas! Si un gobierno las pusiera en práctica, muy posiblemente consideraría la conveniencia (y aun la "necesidad") de impedir que cierta raza o grupo de personas portadoras de anemia falciforme, predisposición hereditaria para el alcoholismo u otras características trasmitiera los genes "defectuosos" a su descendencia. Los avances genéticos tienen aplicaciones ominosas al tiempo que ofrecen a los científicos la posibilidad de ejercer control sobre la vida individual y colectiva. Veamos lo que ha sucedido ya. ¿Acaso el hombre posee la capacidad innata de actuar correctamente aplicando sus conocimientos genéticos para el bien? ¿Qué nos dice la historia? El lado oscuro de la genética La eugenesia, término que no se usa mucho hoy, fue un concepto muy difundido en la primera mitad de este siglo. La palabra eugenesia viene del griego eugenes, que significa "bien nacido". Los primeros genetistas, siguiendo los pasos del darwinismo, comenzaron a pedir la aplicación de la "eugenesia positiva y negativa". Se trataba de favorecer la reproducción de seres humanos genéticamente "superiores" y al mismo tiempo desalentar la reproducción de los humanos genéticamente "inferiores". El concepto se difundió como fuego con el advenimiento del darwinismo social de Herbert Spencer. En palabras sencillas, el darwinismo social conceptuaba que se debe permitir que los humanos genéticamente "inferiores" se acaben impidiendo que trasmitan sus genes defectuosos. ¿La manera? Esterilizar a estos seres genéticamente "inferiores" (por ejemplo, los retrasados mentales). ¿Podría suceder en la práctica? ¡Ya ha sucedido! Decenas de millares de personas fueron esterilizadas en nombre de la eugenesia en los Estados Unidos a principios de este siglo. En los años 20 abundaban los datos seudocientíficos sobre la genética y fue entonces cuando en los Estados Unidos se adoptaron las expresiones "sangre azul" y "sangre mala". Muchos congresistas de ese país creyeron la triste mentira de que ciertos inmigrantes europeos traían consigo enormes impurezas genéticas. Esto llevó a la promulgación de la ley sobre inmigraciones de 1924, que tuvo mucha influencia en la política de inmigración hasta el año de 1965. Durante aquel triste período, muchas personas fueron esterilizadas en contra de su voluntad, y la Corte Suprema llegó hasta el extremo de dictaminar que el estado de Virginia tenía el derecho legal de exigir la esterilización de una campesina llamada Carrie Buck, quien había opuesto resistencia. Cierta revista financiera importante que se sigue publicando hoy recomendó en 1947 que se esterilizaran todas las personas con defectos mentales. En 1924, Albert Edward Wiggam declaró en The New Decalogue of Science (El nuevo decálogo de la ciencia): "Nada hay más cierto en la ciencia que el hecho de que los padrespíos engendran hijos píos, y los progenitores impíos engendran una cría igual". Los Estados Unidos no son el único país donde han reinado estos conceptos tan erróneos. En 1982 se supo de los malévolos experimentos biológicos hechos por científicos japoneses en Manchuria durante la guerra. Y pocos necesitan que se les recuerde aquella expresión máxima de la eugenesia negativa: los experimentos raciales de la Alemania nazi. ¡Nuestro esclarecido siglo 20 ha sido también una época de profundo oscurantismo! ¿Cuál es la situación hoy? En la nueva industria de la biotecnología quedan varias incógnitas por resolver. ¿Qué sucedería si fuera técnicamente posible hacer cambios radicales en la composición genética de la humanidad? ¿O si el empalme genético produjera una sustancia letal incontrolable capaz de alterar el delicado equilibrio ecológico? La esfera olvidada Pocos se detienen a preguntar por qué es necesaria semejante investigación. El problema del hombre hoy no es de índole física sino principalmente espiritual. Los científicos entienden que los padres trasmiten genes defectuosos de generación en generación, pero es imposible para la ciencia entender por qué. Quienes explican los daños genéticos rara vez analizan cómo y por qué el comportamiento humano influye tan dramáticamente en las generaciones futuras. Las enfermedades trasmitidas por vía sexual, el consumo de drogas,'-la mala nutrición y el contacto con la irradiación producida comercial-mente son cosas que afectan la reproducción genética de manera negativa. Pero, ¿qué está haciendo el hombre para corregir esto? El hombre se ocupa de los efectos físicos pero no de las causas espirituales: la codicia, el egoísmo, la concupiscencia. Tal parece que la humanidad siempre termina por tratar los efectos en vez de buscar la causa. Corregir las causas significaría cambiar el estilo de vida . . . ¡cambiar esta civilización! Y el hombre no está dispuesto a hacerlo. Si la humanidad comprendiera y acatara las leyes espirituales que Dios puso en vigor, evitaría los daños genéticos, como el nacimiento de hijos con defectos congénitos causados por padres sin principios sexuales o padres narcómanos. Así como Dios permite que los hombres pequen quebrantando las leyes espirituales, también permite que se produzcan las consecuencias de esas infracciones. Tales consecuencias se acumulan . . . y sus efectos son mucho más amplios de lo que muchos quisieran creer. Los genes defectuosos que existen hoy bien pudieron ser el resultado del mal comportamiento en tiempos pasados, del quebrantamiento de leyes espirituales décadas o quizá un siglo atrás. Las penas se pueden trasmitir por tres o cuatro generaciones (Éxodo 20:5). La concupiscencia, por ejemplo, lleva al consumo de drogas y al nacimiento de niños adictos, ocasiona enfermedades venéreas y hace necesarios los nacimientos por vía cesárea a fin de evitar las infecciones. La codicia hace pervertir los alimentos y reducir su nivel nutritivo. Dios ha decretado que el hombre, ignorante del propósito de la vida, coseche lo que siembra en la carne. Nuestros primeros padres sentaron las bases de las tragedias de estos 6.000 años. Neciamente rechazaron a Dios y sus leyes espirituales reveladas. Leemos del incidente en los tres primeros capítulos del libro de Génesis. ¿El resultado? Dios adoptó una política de "no intervención", per(Continúa en la página 29) UN "HOBBY" EXTRAORDINARIO (Viene de la pág. 7.) ron unos cuantos años. Los colegios cercanos, con sus campos de juego totalmente atestados y sin mucho espacio para los estudiantes fuera de las veredas, las calles y los restaurantes cercanos, tienen muchos problemas. Cierto día, después que un inspector visitó nuestro colegio, recibí una carta de él expresando su aprecio por los terrenos y jardines de nuestra institución. Llegó a la conclusión de que su elevado nivel moral, como asimismo el buen rendimiento académico de los alumnos, se debía en buena medida a los espacios verdes y a los jardines. En 1945 el Anuario de la Rosa, editado por la Sociedad Norteamericana de Cultivadores de Rosales, publicó un interesante informe acerca de San Quintín, que por aquel entonces era la prisión más importante de los Estados Unidos. Llevaba como título "El Hermoso Jardín". El trabajo en el jardín se concedía solamente a los reclusos de mejor conducta, de manera que éstos procuraban con ahínco participar de él. El informe dice: "Aunque entre los reclusos de San Quintín se encuentran hombres que practican todas las profesiones imaginables: abogados, médicos, ingenieros, escritores, hombres de ciencia, no hay noticias de que un agricultor haya sido confinado allí. Los jardineros ocupan un lugar ínfimo en la proporción de profesiones y oficios que aparecen en la lista. . . 'En mi opinión —dijo el señor Duffy, ex carcelero—, los jardines en torno de las prisiones ejercen una influencia importante para lograr el equilibrio mental de los reclusos'". El cultivo de la tierra se asemeja a un juego. A veces es interesante, divertido, excitante y fascinante; pero, a diferencia de otros juegos, proporciona una sensación de descanso, brinda mejor salud y más felicidad, a la vez que nos obsequia con productos valiosos. Tal vez a usted no le guste cultivar la tierra porque no sabe hacerlo; pero podrá aprender, y le va a gustar. Por supuesto, implicará trabajo. A veces se sentirá defraudado porque la tierra no es tan fértil, o por la invasión de los insectos y las malezas, por los vientos y «el granizo, por la sequía, el calor o la helada, pero recuerde que todas estas cosas le añaden interés al juego. En este juego siempre ganará, aunque sea unos pocos puntos. Si pierde un punto hoy, ya va a aprender a ganarlo mañana. El cultivo de la tierra es una actividad creadora. Esos hermosos pensamientos surgieron de ese avaro suelo. ¿Cómo pudo esa tierra aparentemente sucia y negra producir la fragancia y el rojo brillante de esa rosa? Las deliciosas frutillas y los jugosos tomates provienen de esa misma tierra. ¿Le va a gustar cultivarla? Por supuesto que sí. ¿Un "hobby"? Sí, y de los mejores. La importancia del cultivo de la tierra como "hobby" tiene el respaldo de una dirigente de la iglesia que ciertamente posee autoridad. Al escribir a los obreros Elena G. 'de White dice:#"Si todos nuestros obreros pudieran pasar cada día unas pocas horas trabajando al aire libre, y se sintiesen libres para hacerlo, les sería una bendición; podrían desempeñar con más éxito los deberes de su vocación. . . Hermanos, cuando tomáis tiempo para cultivar vuestro jardín, obteniendo así el ejercicio necesario para mantener el organismo apto para funcionar debidamente, estáis haciendo la obra de Dios tanto como cuando celebráis reuniones" (Obreros Evangélicos, págs. 254, 255). Está probado, sin lugar a dudas, que el cultivo de la tierra es esencial para la salud, la felicidad y la prosperidad. Es el mayor de todos los "hobbies". El cultivo de la tierra hará de usted un ciudadano mejor y un mejor cristiano, le dará mayor capacidad para desempeñar el cargo que actualmente está llenando, o para cumplir cualquier otra actividad a que se lo invite en lo futuro. EN UN discurso preparado para su presentación en un simposio acerca de la naturaleza de la sociedad humana, celebrado recientemente en Filadelfia, Pensilvania, Estados Unidos, el experto en navegación espacial Dr. Wernher von Braun declaró: "Creo de todo corazón que la religión, tal como la ciencia, evoluciona, crece y se transforma a la luz de revelaciones más amplias de Dios". Aunque tenemos un gran respeto por el Dr. von Braun y sus brillantes hazañas en el campo de la tecnología espacial, no podemos concordar con su concepto acerca de las Escrituras. En su discurso dijo más adelante: t"Si bien es cierto la Biblia es el registro mejor preservado de que disponemos de las revelaciones relativas a la naturaleza y el amor de Dios, debemos reconocer que particularmente sus primeros libros, como el Génesis, por ejemplo, no fueron escritos por observadores y testigos conocedores de las ciencias, sino por escritores que transcribieron canciones y leyendas pastoriles antiguas debido a su belleza alegórica". Deplora la "insistencia en un tipo inflexible de religión, que se aferra a la interpretación literal de cada palabra de la Biblia como verdad final".* Cree que dicha insistencia "demorará trágicamente la reconciliación de algunas referencias bíblicas con la interpretación científica". Estamos de acuerdo en que es erróneo interpretar la Biblia literalmente cuando, por ejemplo, resulta perfectamente claro por el contexto de que no hay posibilidad de una interpretación HteralJtiPero su insinuación de que los primeros libros de la Biblia se encuentran en el mismo nivel de los primeros intentos humanos de explicar los fenómenos de la naturaleza, nos parece exagerada. Recordemos, por ejemplo, la época cuando los antiguos explicaban el fenómeno de la luz por medio de la teoría de la "emisión, y suponían que cuando alguien veía algo, ciertas partículas del objeto que estaba viendo se desprendían de él y bombardeaban sus ojos. Y cuando se creía que la atracción magnética del imán se debía a un alma. Y cuando se consideraba que la tierra era el centro en torno del cual se movía el universo. Y cuando la ciencia médica creía que las sangrías constituían un medio eficaz de curación, y que la estricnina y otras sustancias químicas tóxicas eran tónicos o remedios. ¿Podemos aceptar que los primeros capítulos de la Biblia se puedan clasificar junto con estas cosas? ¿Qué solamente revelan los conceptos erróneos de los que los escribieron? Esta es la idea que algunos tienen de las Escrituras. Aparentemente ésa es la idea del Dr. von Braun también. El concepto que la Biblia tiene de sí misma Este no es, definidamente, el concepto que las Escrituras tienen de sí mismas. La Biblia afirma: "Toda la Escritura es inspirada por Dios"fc(2Tim. 3:16). La traducción literal de este texto sería: "Toda escritura es alentada o soplada por Dios". Aunque en los tiempos bíblicos la gente tenía solamente la revelación que Dios había otorgado hasta ese instante, esa revelación era verdadera, aunque no fuera siempre comprendida correctamente. Lo que escribieron los amanuenses de Dios no eran solamente canciones y leyendas pastoriles. A medida que transcurrió el tiempo, Dios añadió más verdades a las que ya habían recibido, según iba resultando necesario. Por lo tanto, ha habido en la revelación cristiana desarrollo y cambio, pero no como en la ciencia, en la que encontramos una evolución que parte de nociones ridiculas y falsas hasta llegar a una comprensión más amplia de los hechos; sino más bien de un conocimiento verdadero en ciertas áreas limitadas, a otro conocimiento igualmente verdadero pero referido a áreas más amplias. O Los descubrimientos arqueológicos relacionados con la Biblia han hecho mucho para demostrar la confiabilidad del relato bíblico. Por ejemplo, hubo una época cuando se negaba la existencia de los hititas o héteos, frecuentemente mencionados en las Escrituras. Los arqueólogos han confirmado en la actualidad que ese pueblo constituía una de las naciones más importantes de la antigüedad. También se negó en su momento la existencia de Belsazar, de quien se dice en el libro de Daniel que era rey de Babilonia. Los documentos descubiertos últimamente, relativos a ese período de la historia, han confirmado el papel importante que desempeñó ese monarca en la dirección de ese imperio. Reconocemos que no se han encontrado documentos seculares contemporáneos para corroborar todos los datos históricos que encontramos en la Biblia, y probablemente nunca se van a descubrir, pero los que se han hallado confirman en forma tan notable el relato bíblico que muchos devotos de las Escrituras tienen plena confianza en que lo no confirmado también es auténtico. Sumamente animadores han sido los descubrimientos realizados a unos 45 kilómetros al sur de Alepo, en la moderna Siria. Dos arqueólogos italianos que excavaban allí un montón de ruinas, descubrieron evidencias de una cultura semítica que floreció hace más de cuatro mil años. Los documentos proporcionan evidencia documental de un reino muy poco conocido hasta ahora y que existió entre los años 2.400 y 2.250 AC. En el otoño pasado [la primavera del hemisferio sur] descubrieron el palacio real del rey de Ebla (así se llamaba ese reino). En una de las habitaciones, que se cree servía para conservar los archivos, descubrieron 14.000 tabletas. Estas tabletas estaban escritas en sú-mero y en un antiguo idioma cananeo, desconocido hasta ahora, que ha sido denominado "eblaíta". Se mencionan algunos antepasados de Abrahán Si bien es cierto los dos arqueólogos mencionados han advertido que la nueva información obtenida no debiera ser considerada como la clave final de la historia del antiguo Cercano Oriente o del Antiguo Testamento, este descubrimiento es significativo por sus muchas referencias a la historia bíblica. Por ejemplo, en una de las tabletas los eruditos descubrieron los nombres de Sodoma y Gomorra, dos ciudades mencionadas en el Génesis, donde se nos cuenta que fueron destruidas por Dios en la época de Abrahán. Antes del descubrimiento de estas tabletas no existían referencias extrabíblicas a estos lugares geográficos. O También se menciona un lugar denominado "Urusa-lima", que se cree era la forma en que los eblaítas se referían a Jerusalén. Por lo tanto, ésta sería la referencia más antigua a esa ciudad. Las tabletas mencionan también a Ebrium, o Eber, mencionado en la Biblia como antepasado de Abrahán. El erudito norteamericano David Noel Freedman. dijo lo siguiente con respecto al descubrimiento de este antiguo nombre: "Siempre creímos que algunos antepasados de Abrahán, como Eber, por ejemplo, eran simbólicos. Nadie los consideraba históricos, a lo menos hasta el descubrimiento de estas tabletas. Los fundamentalis-tas tendrán un día de fiesta con este descubrimiento". El Dr. Freedman dijo que los hallazgos de Ebla constituyen "uno de los más grandes descubrimientos de todos los tiempos". El Dr. Mitchel Dahood, del Instituto Bíblico Pontificio de Jerusalén, dijo que en lo que se refiere a la lingüística "equivale a dar un salto de mil años hacia atrás en el curso de la historia". Añadió que estos descubrimientos obligarán a los eruditos a abandonar el concepto de que la "cuna de la civilización" la constituían exclusivamente los imperios mesopotámicos ubicados en las cercanías del extremo norte del Golfo Pérsico. Habrá que pensar en la posibilidad de que la civilización haya comenzado en una región ubicada mucho más al norte. Señaló que el Imperio Eblaíta debe haber tenido en su apogeo una población de 300.000 habitantes, y toda la información obtenida hasta hoy indica que era una civilización tan avanzada como cualquiera de las otras culturas antiguas que habíamos conocido hasta ahora. Como ya lo mencionamos, el Dr. Freedman dijo: "Los fundamentalistas tendrán un día de fiesta con este descubrimiento". Estos han sostenido que el libro del Génesis es históricamente auténtico. Paso a paso el erudito, que pretendía que mucho de la antigua historia bíblica era leyenda, ha tenido que ceder terreno a medida que tabletas como éstas, descubiertas en Ebla o en cualquier otro lugar, han dado apoyo al relato bíblico. 0 Tal vez, como lo sugiere el Dr. von Braun, la impresión causada por estos descubrimientos comenzará a hacernos comprender que el libro del Génesis es más que una compilación de canciones y leyendas pastoriles antiguas, preservadas por su belleza alegórica. Existe la esperanza de que este reconocimiento lo induzca a descubrir una forma más satisfactoria de lograr armonía entre la Biblia y la ciencia, una armonía que permita que el relato bíblico hable con mayor autoridad. CIENCIA E PALABRA DE DEUS: MARAVILHOSA UNIAO "Devidamente compreendida, a ciência e a palabra escrita concordam, e cada uma jaz incidir luz sobre a outra. Juntas, “levam-nos a Deus, ensinando-nos algo das sábias e beneficentes leis por intermédio das quais Ele opera.” — Ellen White César Vasconcellos de Souza Médico psiquiatra do Hospital Adventista Silvestre. Na visão cristã das ciências (levemos ter equilíbrio a ponto de não querermos anulara pesquisa rientíhra. séria (que busca verdades também) com argumentos religiosos da mesma forma quenão se devem anular as maravilhosas experiências espirituais da graça doDeus Criador que atua sofrrp nnçga vida, por serem experiências que a ciência experimental não pode explicar em laboratório, mas que adequadamente é chamada de "ciência da salvação" pela Bíblia. Creio ser necessária uma postura humilde de pesquisa da verdade científica e espiritual. Precisamos de ambas para nossa saúde física, mental e espiritual. E salvação. "É dever de toda pessoa, por amor de si mesma, e por amor da humanidade, instruir-se quanto às leis da vida, e a elas prestar conscienciosa obediência. Todos precisam familiarizar-se com esse organismo, o mais maravilhoso de todos, que é o corpo humano. Devem compreender as funções dos vários órgãos, e a dependência de uns para com os outros quanto ao são funcionamento de todos. Cumpre-lhes estudara influência da mente sobre o corpo, e deste sobre aquela, e as leis pelas quais são eles regidos. E é exatamente isto o que a Medicina Psicossomática, a Psiquiatria e a Psicologia procuram fazer cientificamente. "As ciências que tratam da mente humana... são boas em seu devido lugar..."2 O psicólogo estuda numa Faculdade de Psicologia e se prepara para lidar com problemas de comportamento humano através do aconselhamento, psicoterapia, realizando testes psicológicos, etc. O psiquiatra é um médico que se formou numa Faculdade de Medicina, se especializando no estudo e tratamento das enfermidades mentais. Ambos, psicólogo e psiquiatra, podem atender pessoas para aconselhar e fazer psicoterapia, mas somente o psiquiatra pode medicar e internar a pessoa por ser ele um médico. Já o neurologista é também um médico, mas sua especialização não lida com problemas mentais como o psicólogo e psiquiatra. As doenças da área do neurologista são, por exemplo: derrame cerebral, doença de Parkinson, hérnia de disco, tumor cerebral, paralisia, epilepsia, perda de reflexos, meningite, encefalite, etc. O psiquiatra e o psicólogo podem atender pessoas com angústia, depressão, distúrbios do comportamento na criança, alcoolismo e outras toxicomanias, homossexualismo, fobias, timidez, conflitos conjugais, irritabilidade, distúrbios obssessivos-compulsivos, etc. Se o que a pessoa precisa é atendimento sem uso de medicação, o psicólogo pode ajudar. Se além da psicoterapia ou aconselhamento (não são a mesma coisa) há a necessidade de medicação, então é o psiquiatra quem ajudará a pessoa. A Bíblia revela que há um Deus, autor da ciencia. Toda ciencia verdadeira descobre leis de Deus. Há lados diferentes para se observar Suas leis. Porém, há uma interligação maravilhosa entre as ciências, formando uma grande verdade do Universo de Deus. "Aquele que criou a mente e estabeleceu suas leis [da mente], providenciou para o seu desenvolvimento [da mente] de acordo com aquelas leis."3 Você pode, então, estudar a Psicologia para descobrir como agem as leis de Deus quanto ao funcionamento do comportamento, das emoções, dos pensamentos, da vontade. Ou pode estudar Medicina e procurar entender o organismo físico. Pode estudar Ecologia e aprender sobre o meio ambiente. Ou Teologia e entender características sobre Deus, sobre a espiritualidade. Pode estudar Engenharia para saber como construir um edifício. Ou também estudar Jardinagem, Contabilidade, etc, e em todos estes estudos há ciencia, ou seja, há a procura de verdades, de leis verdadeiras que expliquem os fatos. Não creio que podemos dizer que há uma ciencia adventista, mas uma visão adventista da ciencia. Há falsas ciências. Muitos confundem, por exemplo, psicologia com parapsicologia. Psicologia é o estudo do comportamento humano e das leis que o regem. Parapsicologia é o estudo de fenómenos paranormais. O prefixo "para" significa "ao lado de". Então, a parapsicologia procura estudar tudo aquilo que ocorre "ao lado" da psicologia, ou seja, estuda fenómenos não explicados pela psicologia, que são os fenómenos ocultos, como a comunicação com "espíritos", a comunicação telepática (transmissão de pensamento), a telecinesia (mover um objeto sem tocar nele), a materialização (tornar material um "espírito"), etc. Portanto, veja que a parapsicologia não tem nada que ver com psicologia. Os fenómenos que a parapsicologia estuda, olhados sob o ponto de vista bíblico, são originados no grande enganador, o diabo. A meta dele é fazer com que a pessoa creia que há poderes mentais não utilizados normalmente, os quais poderão resolver qualquer problema humano quando usados. Para isto ele usa a parapsicologia além de certos métodos de diagnóstico e tratamento (os quais exercem atração nas pessoas) como certos aspectos da Homeopatia, da Acupuntura, do Movimento da Nova Era, da Iridologia, exageros do Naturismo, Astrologia (veja adiante), etc. A Astrologia não deve ser confundida com a Astronomia. Esta última é uma ciencia verdadeira que estuda a posição dos astros no espaço, a composição deles, o tipo de vida que há neles, os eclipses, çtc, enquanto que a Astrologia é uma falsa ciencia que pretende explicar as influências dos astros sobre a vida e comportamento humanos. Daí ser muito difundido o uso de "mapa astral" e terapias ligadas à Astrologia, coisas estas não científicas e completamente diferentes também do estudo do comportamento humano que a Psicologia faz, porque esta última procura explicar como se forma a personalidade a partir de estudos do funcionamento das famílias, da infância do indivíduo, de como ele encara a realidade, e tudo isto é científico no sentido de que "pelos pensamentos e sentimentos alimentados nos primeiros anos, determina cada jovem a história de sua vida. Os hábitos correios, virtuosos e varonis formados na juventude, tornar-se-ão uma parte do caráter, e geralmente determinarão o curso do indivíduo em toda a vida".3 A psicologia procura entender como se formam os hábitos e como modificá-los. Muitas pessoas podem modificar seus maus hábitos sozinhos, entendendo que estão sofrendo e desejando melhorar, recebendo instruções de uma palestra, de um livro, de um amigo que dá um "conselho cordial" (ver Prov. 27:9). Porém, há pessoas que estão tão envolvidas com conflitos mentais, por exemplo, com fortes fobias (medos exagerados), timidez excessiva, depressão, dependência de drogas, conflitos conjugais graves, etc, as quais não conseguirão resolvê-los sozinhas, precisando receber ajuda profissional com psiquiatras ou psicólogos capacitados e com uma postura cristã, a qual busca respeitar os valores morais do cliente. Libertadas, ou melhor, esclarecidas sobre seus problemas com o tratamento profissional, aí sim poderão caminhar sozinhas rumo à saúde, caso observem as leis de Deus para o funcionamento das relações sociais, da própria personalidade e do físico (Reforma da Saúde). Há pessoas, por exemplo, que criaram uma imagem tão negativa de Deus por causa de experiências desagradáveis com os pais na infância, que não querem buscar a ajuda de Deus porque não conseguem acreditar que Deus as ama. Os sentimentos que temos em relação a Deus são muito relacionados com os que nutrimos ao longo dos anos em relação a nossos pais, de acordo com o que eles foram para com a gente. Se o que predominou foi uma imagem de pai/mãe severos, a sensação que fica na mente é a de que Deus é também severo. Então, tais pessoas precisarão ser ajudadas por outro ser humano a modificar sua imagem errada de Deus para, então, poderem ter um relacionamento curador e salvador com o Pai Celestial. Antes disso ou antes que alguém seja ajudado a melhorar sua depressão, excesso de angústia, fobia, etc, a visão delas da realidade, da vida, está muito alterada. Um profissional competente terá como tarefa ajudar tal pessoa a ver e a estar na realidade de maneira menos sofredora, menos defensiva, mais produtiva. Acima escrevi que a Astrologia é completamente diferente da Astronomia no sentido da interpretação e uso dos fatos. O cientista astrónomo Ronaldo Rogério Mourão, do Observatório Nacional, afirmou recentemente que, na sua opinião (e é a minha também), as pessoas que procuram a Astrologia (mapa astral, horóscopos sofisticados, etc.) estão se iludindo sobre a existência de uma força astrológica que atua sobre a vida delas e fazem isto, muito provavelmente, porque se sentem inseguras e desejam "algo" que exerça poder sobre elas, ou procuram astrólogos porque precisam acreditar em algo, já que tantos valores caem por terra atual-mente. Ele afirmou também que os cálculos que os astrólogos utilizam têm base na astronomia, mas a interpretação não tem nada de científica. E é isto justamente o que Satanás procura fazer, misturar verdade com erro, ciencia verdadeira com falsa. Temos que evitar uma ênfase exagerada na ajuda profissional humana, a qual tem importantes limites. Creio que as pessoas precisam conhecer a si mesmas como um meio de crescerem não só quanto à sua personalidade, mas também quanto à espiritualidade. Assim como muitas não podem entender melhor as verdades espirituais porque usam alimentos impróprios que impedem a mente de ser sensível ao Espírito de Deus, muitas não podem crescer espiritualmente porque estão vivendo conflitos psicológicos importantes que fazem com que a percepção mental delas fique prejudicada também. "No que respeita a muitos a disposição de irritar-se é encorajada até que se tornam como crianças grandes. Não deixam este aspecto de sua vida infantil para trás/'5 A ajuda psicológica/psiquiátrica profissional se torna, portanto, importante para tais pessoas, pois com tal ajuda elas poderão aprender o funcionamento de suas emoções, sua mente, melhorando alguns distúrbios do comportamento, coisa que necessariamente Deus não fará, não porque Ele não queira, mas porque Ele prefere usar o ser humano para ajudar o ser humano naquilo que está ao alcance da ciencia. E Ele cuida daquilo que é impossível para nós. "Grande conhecimento é conhecer a si mesmo. O verdadeiro conhecimento de si próprio induz a uma humildade que abrirá o caminho para que o Senhor desenvolva o espírito, molde e discipline o caráter."6 O alvo de uma ajuda psicológica profissional séria é dar melhores condições à pessoa para que ela se conheça melhor, podendo, assim, guiar-se na vida de forma mais equilibrada, realista e produtiva. Temos que evitar, porém, de colocar uma ênfase exagerada na ajuda profissional humana, a qual tem importantes limites. Mas não devemos deixar de lançar mão dela quando necessário. O apóstolo Paulo, sabia, após sua conversão, que ele podia tudo em Jesus. Porém, em Filipenses 4:14 ele disse que apesar de poder tudo em Cristo, foi bom receber ajuda humana. Jesus mesmo, quando estava no Getsêmani, sofrendo fortíssima angústia, precisou e buscou ajuda humana. "O coração humano anseia simpatia no sofrimento. Esse anseio, experimentou-o Cristo até o mais profundo de Seu ser. Na suprema angústia de Sua alma, foi ter com os discípulos, com o aflitivo desejo de ouvir algumas palavras reconfortantes/'7 Se Deus achasse que o ser humano diante da dor mental bastasse ter Sua ajuda para obter alívio, Jesus não teria buscado os discípulos para ouvir palavras de estímulo e conforto. Somos aconselhados por Deus a examinar as coisas e reter o bem. (I Tess. 5:21.) Então, precisamos estudar e aplicar a ciencia sob a luz da Palavra de Deus. "Deus é o Autor da ciencia. As pesquisas científicas abrem à mente vastos campos de pensamento e informação, habilitando-,a a ver a Deus em Suas obras criadas__a verdadeira ciencia contribui com novas evidências da sabedoria e poder de Deus. Devidamente compreendida, a ciencia e a palavra escrita concordam, e cada uma faz incidir luz sobre a outra. Juntas, levam-nos a Deus, ensinando-nos algo das sábias e beneficentes leis por intermédio das quais Ele opera."8 Referências 1. Mente, Caráter e Personalidade, pág. 3. 2. Idem, pág. 20. 3. Orientação da Criança, pág. 196. 4. Jornal da Família (O Globo), 8 de setem bro/91, pág. 3. 5. O Lar Adventista, pág. 226. 6. Conselhos aos Pais, Professores e Estudan tes, pág. 377. 7. O Desejado de Todas as Nações, págs. 66C e661. 8. Mente, Caráter e Personalidade, pág. 739. Materia: Introducción al antiguo testamento Docente: Dr. Paulo dos Santos Alumno: Al ex Bahia Santos de Souza Paralelo "A: La ciencia y la Biblia - Cuestiones Abiertas Cuando hay una declaración de fatos científicos y que todavía no tenemos las respuestas, no debemos maquillar o sea disfrazar inventando una respuesta donde no se hay una base solida. Tenemos que ser Sinceros (Rectitud) lCr. 29:17, se nosotros tenemos la confianza en la Biblia, vamos continuar pesquisando y esperando una respuesta que sea satisfactoria a esas declaraciones. Ser paciente es también una necesidad nuestra, porque en si tratando de asuntos científicos aun disponemos de recursos limitados para esclarecer cuestiones obscuras, infelizmente en el campo científico tenemos pocas personas con visión creacionista. La humildad nos lleva a entender que la palabra de Dios es mayor que la razón humana, ellos tiene límites, Dios no. Job 38:4 Dios interviene de forma sobrenatural en muchas cosas y eso no puede ser explicado por la ciencia, tiene que ser acepto por la fe. Heb. 11:3. geólogo que cree en un diluvio universal no ha observado ese diluvio, y él también tiene acceso solamente a los modernos análogos de A — E. Sin embargo, el geólogo del diluvio tendrá por lo menos la posibilidad de estar más consciente, de que exista la posibilidad de que nuestros modernos análogos no sean los adecuados para explicar toda la información geológica. "Ya que los geólogos están forzados a interpretar antiguos sedimentos principalmente por analogías con fenómenos modernos, las interpretaciones estarán severamente prejuiciadas, si todos los posibles análogos no son conocidos. . ." (Stanley et al. 1971). Ya que nadie ha sido testigo de la actividad geológica en una escala que siquiera se aproxime a lo que se espera sea un diluvio mundial, habrá naturalmente una fuerte predisposición en favor de los procesos geológicos dentro de la escala de los que él ha sido testigo. Algunos datos fuerzan el reconocimiento de fuerzas e índices mayores, pero sólo un científico que tome en serio los registros del diluvio de Noé podría reconocer adecuadamente las evidencias de una actividad geológica a grande escala mundial. Ahora cambiemos de dirección y miremos el otro lado de la moneda. Aún cuando el geólogo del diluvio use sus teorías en foma adecuada y haga descubrimientos que otros hayan pasado por alto, tandrá limitaciones en cuanto a las conclusiones científicas que pueda sacar de sus informaciones. La ciencia no puede demostrar si Dios estuvo o no involucrado en influir nuestra historia geológica. Aún cuando eventualmente las investigaciones demostrarán, que la mejor explicación para la columna geológica es la rápida sedimentación de la mayor parte de los sedimentos geológicos en corto período de actividad geológica, eso no probaría que Dios causó el diluvio. Pero demostraría que es razonable creer en la historia del diluvio, si nuestra confianza en las Escrituras nos llevara a reconocerlo. Dios nunca nos prometió pruebas, sólo nos ha prometido razonables evidencias sobre las cuales basar nuestra fe. Este principio todavía podría ser ilustrado por medio del estudio de una formación específica — The Navajo Sandstone — y al tratar de decidir qué clase de evidencia nos diría si fué un depósito del diluvio. Es de mucha ayuda comenzar tratando de pensar en todos los modelos o teorías posibles, que pudieran explicar este fenómeno particular. Aquí tenemos varios modelos posibles para la Navajo Sandstone: Viento 1. Depositado por el viento durante centenas o millares de años, en un ambiente normal de desierto. Viento 2. Depositado rápidamente por vientos, durante un período de vientos desacostumbradamente fuertes y persistentes, pero no en un ambiente de catastrofismo. Viento 3. La mayor parte de la columna geológica se depositó rápidamente y en forma catastrófica, y la Navajo Sandstone fue una de las formaciones que se depositó rápidamente con el viento. Dios no estaba necesariamente involucrado, y este rápido depósito no tiene nada que ver con el diluvio de Noé. Viento 4. Depositado muy rápidamente por el viento, durante la última parte del diluvio de Noé, durante el período de la baja del nivel de las aguas y de los fuertes y persistentes vientos. Agua 1. Depositado durante cientos o miles de años por el agua, a medida que el agua lenta o periódicamente arrastraba la arena a esa área. Agua 2. Depositado rápidamente en el área por medio de corrientes de agua rápidas y persistentes con mucha cantidad de arena. Es decir, no fué en un ambiente geológico precisamente catastrófico. Agua 3. La mayor parte de la columna geológica se depositó rápidamente y catastróficamente y la Navajo Sandstone fué una de las formaciones que se depositó rápidamente por el agua. Sin embargo, Dios no estuvo necesariamente involucrado, y este rápido depósito o sedimentación, no tiene que ver con el diluvio de Noé. Agua 4. Depositado rápidamente bajo el agua, por las persistentes corrientes de agua durante el diluvio de Noé. Las partículas de tamaños de granos de arena, no se produjeron necesariamente durante el diluvio, pero provenían de lechos de arena antes del diluvio, y fueron transportados a una nueva ubicación durante el diluvio. Un geólogo diluviano puede predecir que el modelo correcto podría ser Viento N9 4 o Agua N9 4, y que Agua N9 4 sería más posible que Viento N9 4 (Sin embargo no podemos legislar que quede afuera Viento N9 4, sin evidencias adecuadas, ya que no sabemos qué fué lo que sucedió durante el diluvio). Cuando consideramos las evidencias para el modelo Agua 4, es importante ser cuidadoso para no crear problemas. Si pudiésemos reunir evidencias concluyentes de que el Navajo Sandstone se depositó bajo el agua, ¿será eso una evidencia del diluvio? No necesariamente, porque esa evidencia puede también ser explicada por los modelos Agua Ñ9 2 o 4. Evidencias que pueden ser explicadas por dos o más modelos no pueden ser usadas apropiadamente como evidencias por ninguno de estos modelos. Si ella se adapta bien a los dos modelos, eso no nos dice cuál modelo es el correcto. Necesitamos evidencias que se ajusten a un modelo y que ese contradiga otro. Pero ¿qué si encontramos evidencias que indican que el Navajo se depositó bajo el agua y que se depositó rápidamente? ¿Qué nos dice eso? Esa evidencia eliminaría los modelos Viento N9 1 — 4. Pero todavía no nos demuestra que eso fué parte del diluvio de Noé. Si entonces encontramos evidencias convincentes de que la mayor parte del resto de la columna geológica también se depositó catastróficamente, tendríamos que elirrrtriar todos los modtfos, excepto los modelos Agua N9 3 y 4. ¿Qué evidencia científica nos diría cuál de esos dos modelos es el correcto? La ciencia nunca podrá demostrar que Dios estuvo o que no estuvo involucrado en influenciar la historia de la tierra. La elección entre los modelos N9 3 y 4 o entre los modelos Viento N9 3 y 4, siempre tendrá un fuerto elemento de fe. El geólogo diluviano no puede esperar probar que Dios causó el diluvio, pero puede esperar demostrar que hipótesis basadas en el registro bíblico del diluvio pueden estimular investigaciones productivas y producir explicaciones más adecuadas para los fenómenos geológicos. Y cuando este proceso logre tener éxito en demostrar que la mayor parte de la columna geológica fué depositada catastróficamente, eso indicará a toda persona amplia de mente que no es del todo fuera de lo razonable creer en la Biblia. Hay otro aspecto importante de este tema, que no puede ser estudiado experimentalmente, pero que podría manejarse sólo a un nivel filosófico. El científico entiende el universo como un complejo sistema físico que funciona de acuerdo a leyes naturales. Muchos científicos insistirían que para Dios causar un diluvio universal sería un milagro, y los milagros son algo así como magia, contrarios a la ley natural, y por lo tanto no científicos. Esto sería una razonable afirmación si sólo estamos dispuestos a creer que la ciencia ya descubrió todas las leyes naturales; y que no existe ninguna ley no descubierta que Dios podría usar para realizar sus "milagros". Tener esta pretención es difícilmente racional. Existen tantas cosas del universo que no conocemos. Si Dios opera fuera de las leyes que gobiernan el universo es algo que no podemos saber con certeza, aunque parece que El lo hace raramente, si es que lo hace. Lo que sí parece acertado, es que no es razonable asegurar que Dios no puede trabajar fuera de las leyes naturales que nos son conocidas. Deben haber muchas leyes que están más allá de nuestro presente estado de conocimiento, las cuales Dios puede usar para cumplir Sus propósitos. Otro aspecto del mismo tema puede ser explicado más claramente con un ejemplo: Si tengo un libro en alto y lo dejo caer, la ley de la gravedad hará que éste caiga al suelo. Si embargo, ya que yo soy un ser móvil y que razono, puedo decidir estirar mi mano poniéndola bajo el libro que cae. He interceptado una fuerza externa y cambiado el curso de los eventos, pero no he quebrantado ninguna ley. Dios puede decidir interceptar una fuerza externa que afecta el balance geológico del sistema terrestre y cambiar el curso de los eventos, para provocar el diluvio, sin que haya habido necesidad de quebrantar niguna ley del universo. Uno sólo tiene que querer admitir que un Ser poderoso e inteligente puede existir en el universo, un ser que entiende todas las leyes naturales, y, que en realidad las hizo a todas. RESOLVAMOS EL CONFLICTO ENTRE CIENCIA Y RELIGIÓN En algunos campos científicos, tales como la fisiología y en muchas áreas de la física y la química, no hay conflictos entre ciencia y religión. Estas ciencias o complementan la Biblia o tratan de asuntos aue no se discuten para nada en la Biblia. En paleontología, geología, biología evolutiva y otros campos, vemos que hay serios conflictos entre lo que afirma la ciencia y las enseñanzas de la Biblia. Estos conflictos nos llevan a preguntarnos ¿Qué roles juegan la ciencia y la religión en nuestra búsqueda de la verdad?, ¿debemos aceptar la ciencia y rechazar la Biblia, o vice versa?, ¿o existe un camino mejor? El proceso científico es una buena forma de descubrir la verdad, ya sea en algunas áreas que la Biblia expone, como en áreas que la Biblia no menciona. La ciencia es un proceso lento, con muchas limitaciones humanas, pero aún así, muy efectivo. La ciencia ofrece explicaciones para las cosas que se observan en la naturaleza, y acumula datos de investigación para probar ía validez de esas explicaciones. Generalmente no contamos con suficientes datos para estar completamente seguros de que tenemos la correcta explicación o teoría, pero los datos nos ayudan a eliminar algunas de las teorías incorrectas. Por ejemplo, hubo una época cuando los nutrí-cionistas sabían que ciertos tipos generales de alimentos parecían benéficos, y que algunas sustancias eran definidamente dañinas, pero no se conocía mucho acerca de requisitos nutritivos específicos, y tampoco se sabía de los parásitos, de algunas vitaminas, del colesterol y de otros importantes factores dietéticos. Así, dentro de los límites provistos por factores conocidos, había aún un amplio margen para las teorías de la nutrición. A medida que se acumula más información, los nuevos datos no sólo eliminan las falsas teorías, sino que posibilitan a los científicos, el desarrollo de nuevas teorías en las cuales no habían pensado antes. Estas nuevas teorías pueden ser peldaños para mejores teorías, o pueden permanecer y soportar la prueba del tiempo y resultarán ser correctas. Miremos ahora otro ejemplo en el campo de la geología. Antes de 1950 las rocas sedimentarias compuestas de grava de gran grosor, gradiente estratificadas (Figura 2) se pensó que habían sido depositadas lentamente, en aguas poco profundas. Por ejemplo las rocas Pliocene en el Ventura Basin, cerca de Ventura, en California, se componían de gradientes estratificadas. Las evidencias indicaban que estas capas fueron depositadas en aguas poco profundas, y que había llevado varios años depositar cada capa (Eaton 1929). Entonces en 1950 apareció la publicación de un trabajo, informando el descubrimiento de um fenómeno desconocido hasta entonces — las corrientes túrbidas (Kuenen y Migliorini 1950). Las turbiditas son un aluvión barroso que deposita capas de arena o barro en grandes extensiones. El depósito que deja al cesar el movimiento es llamado turbidita, y estas son a menudo denominadas gradientes. Las corrientes túrbidas, proveen una mejor explicación para las gradientes estratificadas del Vera Basin, y lá entera secuencia de estratificaciones fué reinterpretada como una serie de turbiditas (Natlanc-y Kuenen 1951). Cada gradiente estratificada se pensó que había sido depositada en minutos en lugar de años, y en aguas profundas. Este cambio en la teoría puede ser ilustrado con otro diagrama (figura 3). El cambio se produjo por la acumulación de nuevos datos, por el descubrimiento de processos previamente desconocidos. Muchos de estos cambios han ocurrido en la historia de la ciencia y sin duda habrá muchos otros, a medida que nuevos descubrimientos se realicen, aún descubrimientos relacionados con fenómenos que no nos hemos siquiera imaginado. La ciencia siempre progresa con informes en el camino de la verdad, no una verdad final, o absoluta. Encontraste con esto, la Biblia pretende manejarse con la verdad y haberse originado con Dios quien ha visto todo — quien entiende toda la historia de la tierra y todas las leyes naturales. ¿Cómo hace un científico para relacionarse con los dos? Cada científico debe decidir cuánta confianza pondrá en la Biblia, y hasta qué punto la ciencia puede "corregir" a la Biblia. Existen muchos enfoques posibles para ver la relación entre la ciencia y la religión con orientación a la Biblia. Estas pueden ser resumidas en la siguiente lista parcial (adaptado de Watts 1976). 1 Sólo la ciencia 2 Ciencia y fe bíblica separados 3 Dualistas: ciencia y Biblia 4 La Biblia es superior 5 Solamente la Biblia 1. La ciencia es la única fuente confiable de información. Este modelo sostiene que la Biblia puede contener conceptos religiosos inspirados, pero estos son sólo relativos y alegóricos. La Biblia no es una fuente confiable de hechos. La persona que acepta este enfoque, interpreta o desautoriza cualquier cosa de la Biblia que entre en conflicto con las interpretaciones científicas actuales. 2. La Biblia es tomada más en serio que en el modelo n9 1, pero la ciencia y la fe bíblica son mantenidas en compartimentos separados, y no se hace ningún esfuerzo por relacionar la una con la otra. 3. El dualista reconoce un tipo de autoridad tanto en la Biblia como en la ciencia, y toma a las dos fuentes seriamente en la búsqueda de la verdad. Los conflictos se suscitan sólo por causa de las limitaciones humanas en el proceso científico y/o en nuestra comprensión de la Biblia. 5. Sólo se acepta la Biblia como confiable, Este enfoque extremo tiende a rechazar todo lo de la ciencia como un instrumento maligno, diseñado para destruir la fe. De los cinco modelos descritos más arriba, dos números 1 y 5, representan la forma más fácil de tomar una decisión. Son esencialmente enfoques tipo todo o nada y que no exigen necesariamente mucho pensamiento cuidadoso. No creo que ninguno de los dos llegue a captar realistamente el problema. De los cinco modelos descritos más arriba, los números 1 y 5, representan la forma más fácil de tomar una decisión. Son esencialmente enfoques tipo todo o nada i y que no exigen necesariamente mucho pensamiento cuidadoso. No creo que ninguno de los dos llegue a captar realistamente el problema. El modelo Nº 2, que mantiene a la ciencia y a la fe religiosa separadas, es un modelo popular y superficialmente atractivo. Es aún posible que funcione bien para un científico cuyo parece campo de investigación no le exige pensar mucho en la historia pasada de la tierra. Pero, ¿qué hace un defensor de este modelo cuando se encuentra con una afirmación de la Biblia que contradice las conclusiones de la ciencia? Al enfrentarse con tal contradicción, el científico cristiano no puede seguir manteniendo las dos fuentes aisladas y separadas en compartimentos sin poner su mente en neutro. El entonces, aunque no se de cuenta, o aunque lo niegue, se moverá del modelo Nº 2 a uno de los otros modelos. Por consiguiente, el modelo Nº2 ha fracasado en el mismo punto donde necesitamos de un modelo que nos ayude y dirija en la búsqueda de la verdad. Una cantidad de diferentes modelos pueden funcionar igualmente bien en áreas donde la ciencia y la Biblia no tienen conflicto. Es cuando surge el conflicto que la relación entre las dos fuentes de información es significativa. El model Nº 2 evita el asunto, o pretende que no existe, y por lo tanto concluyo que este modelo no es digno de mayor discusión. Los modelos Nº 3 y 4 son similares, sólo que el modelo Nº 4 pone más confianza en la Biblia y en la habilidad del hombre para comprender correctamente la Biblia, que en la habilidad del hombre de interpretar correctamente los datos científicos. Esta diferencia es bastante más pronunciada en áreas de conflicto filosófico, tal como las teorías de los orígenes. Propongo que el enfoque más productivo para estudiar los orígenes y la historia de la tierra se encuentra en alguna parte entre los modelos 3 y 4. Por lo demás yo creo que uno de los aspectos más cruciales de cualquiera de estos modelos será la definición del enfoque que se tomará para resolver los conflictos que se levantan entre la ciencia y la religión, entre nuestra interpretación de la revelación y nuestra interpretación de los datos científicos. El resto de este trabajo propone una forma de resolver tales conflictos. La ciencia y la Revelación: Una relación que funciona La cristiandad tiene muchas actitudes diferentes hacia la autoridad de las Escrituras, pero este trabajo se ha diseñado con la convicción de que existen muchas líneas de evidencia que indican que los profetas realmente hablaron por un amante y todo conocedor Dios en quien podemos confiar, y cuyos mensajes proféticos son dignos de nuestra confianza. Dentro de este marco, creo que puede resultar una relación efectiva que funciona entre la ciencia y la religión, siempre que sigamos los siguientes pasos en nuestros intentos de comprender la verdad: 1. Los datos acumulados de investigaciones científicas sugieren nuevas ideas o hipótesis en las cuales no habríamos pensado si las investigaciones no se hubiesen hecho. 2. Si la nueva idea comprende un tema que nos parece que la Biblia lo trata, podemos examinar todos los textos relevantes, comparando la Escritura con la Escritura y usando la Biblia como su propio intérprete. Al hacerlo así, es importante usar todas las ultimas informaciones que nos puedan ayudar en nuestra búsqueda de una correcta comprensión del significado original de las palabras usadas en los manuscritos bíblicos, en esta forma, estaremos tratando de comprender exactamente qué dice o no dice la Biblia acerca de esta nueva idea. ¿Es la idea compatible con la Biblia o no? ¿dicen los textos y declaraciones más significativas de la Biblia lo que pensamos que dicen, o hemos estado leyendo incorrectamente alguna cosa entre líneas? 3. Entonces hacemos una de las siguientes decisiones, o alguna variación adecuada: de las siguientes: a) Es evidente que la revelación no habla de este asunto, y que no ayuda en nuestra investigación. b) Concluímos que la revelación no se dirige a este tópico, pero no dice tampoco nada en contra de la nueva idea; no existe una razón bíblica para no aceptarla como una posibilidad válida. De esta forma nosotros continuamos con más investigación científica para probar rigurosamente esta idea. Esta investigación podría damos una mayor confianza en la idea, o nos puede guiar a mejores hipótesis que también necesitarán ser comparadas con las Escrituras. c) Nuestro estudio muestra que la revelación contradice claramente la nueva idea, diciéndonos que volvamos a investigar más porque algo está equivocado en nuestra interpretación de los datos. Si seguimos este procedimiento, se mantiene a la Biblia como el standard de las doctrinas religiosas, y sin embargo, la ciencia y la Biblia se iluminan una a la otra. La ciencia puede sugerir ideas que podrían ayudarnos a reconocer que hemos estado leyendo algo en la Biblia con ideas preconcebidas que realmente la Biblia no lo dice. En otros casos la Biblia puede ayudarnos a reconocer las teorías científicas incorrectas, de modo que enfoquemos nuestros esfuerzos hacia el desarrollo de interpretaciones más exactas de los datos. EJEMPLOS Los siguientes ejemplos ilustran la aplicación de este enfoque ftn algunos de los conflictos corrientes entre la ciencia y la religión, y a conflictos pasados que creo podrían haber sido evitados si los individuos comprometidos hubiesen seguido este mismo enfoque para el problema. 1. La revolución coperniana en astronomía. Mucho antes de la Edad Media, los científicos habían desarrollado la teoría de que la tierra era el centro del universo, y que todos los cuerpos celestes giraban alrededor de nuestra tierra — la teoría geocéntrica. Este concepto no era meramente una superstición sino una teoría desarrollada cuidadosamente con sofisticados modelos matemáticos describiendo el movimiento de las estrellas y planetas, apoyada por volúmenes de datos de observación (Kuhn 1957, Ptolemy 150). A medida que la iglesia cristiana se desarrollaba, la teoría geocéntrica llegó eventualmente a incorporarse en el dogma de la iglesia, hasta el • punto de que el desafío a la teoría geocéntrica era considerada un desafío a las Escrituras y a la misma iglesia. Copérnico introduce una nueva teoría: la teoría heliocéntrica. De acuerdo a su nueva idea radical la tierra y los otros planetas giraban alrededor del sol. Si la iglesia en lugar de perseguir a los defensores de la teoría heliocéntrica, hubiese ido a la Biblia y estudiado n cuidadosamente para ver si las Escrituras en realidad decían alguna cosa acerca de estas teorías, se habría podido evitar un terrible erfor. Ellos habrían encontrado que la Biblia no trata el tema de si la tierra gira alrededor del sol y o viceversa. Tratar de apoyar la teoría geocéntrica con la Biblia, puede hacerse únicamente recurriendo a argumentos parecidon a este: que los científicos del siglo XX deben creer en la teoría geocéntrica porque en la Biblia se habla de que el sol se levanta y se pone. Un cuidadoso estudio nos habría indicado que las Escrituras no se oponen a la teoría heliocéntrica, 4 y la ciencia y las Escrituras podrían haber trabajado juntas en la exploración del tema en lugar de convertirse en antagonistas la una de la otra. 2. La teoría de la Evolución, Antes del siglo XIX, los científi-eos y otros generalmente creían que las especies de animales y plantas no cambian — cada especie ha permanecido igual desde que fué creada. Nuevamente la iglesia incorporó este pensamiento científico contemporáneo como uno de los dogmas de la iglesia, y aceptó que el relato de la creación en el Génesis apoyaba este concepto estático de la naturaleza, refiriéndose a esto como Mla inmutabilidad de las especies". Charles Darwin y sus contemporáneos vieron evidencias de que animales y plantas cambian, y comenzaron otro conflicto entre la ciencia y la Iglesia. Debido a la complejidad del tema de la evolución, discutiré el asunto en dos partes: a) La teoría de que los organismos cambian, dando como resultado variaciones dentro de los grupos creados, y b) la teoría de que los principales grupos de animales se originaron por evolución y no por creación. a, Microevolución y diferenciación de las especies. Cuando se propuso la teoría de la evolución, existía la creencia general de que el concepto de evolución en forma total era incompatible con el relato bíblico de la creación. Pero si Darwin y sus contemporáneos hubiesen vuelto a sus Biblias para estudiarlas cuidadosamente y ver qué decía la Biblia acerca de su teoría, con seguridad habrían concluido que la Biblia no dice nada contra la posibilidade de que hubiesen ocurrido cambios dentro de los grupos creados de animales y plantas (Coffin 1969, Caf. 3), incluyendo la producción de nuevos tipos de organismos, por lo menos las especies y el nivel genérico. En efecto, un creacionista debe creer que algunos cambios ocurrieron, o si no, tendrá que creer que Dios diseñó o que aún hizo las cosas destructivas que vemos hoy en la naturaleza. Sin embargo, aparentemente Darwin no volvió a reexaminar cuidadosamente su Biblia, entonces llegó a la conclusión de que ya que sus evidencias invalidaban lo que él creía ser el relato bíblico de la creación, debíamos explicar el origen de todas las cosas por um mecanismo que no sea creacionista. Esto nos lleva a la segunda parte de la teoría de la evolución. b. Evolución de los mayores grupos de organismos. La teoría de Darwin propone que aún los principales grupos de seres vivientes se han originado por evolución, y por lo tanto toda vida es el resultado de la evolución, y no de la creación. Si Charles Darwin hubiese examinado su Biblia y la hubiese comparado con su teoría, habría encontrado que aunque la Biblia no dice nada en contra de la micro evolución, ella claramente afirma que los principales grupos, sean plantas y animales (incluyendo peces, pájaros, reptiles, mamíferos, hombre, y árboles frutales) fueron creados al final de la semana de la creación. Esto es definidamente incompatible con parte de la teoría de la evolución. Si se hubiese seguido el enfoque propuesto en este trabajo, eso habría llevado al desarrollo de una teoría que incluyera la creación de lps principales grupos de seres vivientes, con cambios evolutivos limitados ocurridos después de la creación, en los grupos creados. Tal teoría, es mi parecer, sería consistente con las Escrituras y con la información científica, y habría sido un excelente ejemplo de la Biblia y la ciencia iluminándose una a la otra. 3. Geología. La iglesia ha estado en conflicto con los geólogos por más^de un siglo, pero nosotros miraremos a este asunto, desde la perspectiva de los años 80. Al comparar el relato bíblico de los orígenes, y las teorías científicas que requieren de millones de años para la vida en la tierra, ¿cómo nos podemos acercar mejor a la verdad? Yo sugiero que sigamos el mismo procedimiento bosquejado más arriba. La ciencia propone una teoría, aseverando que los depósitos geológicos con sus fósiles han estado acumulados por más de cientos de millones de años. Nosotros vamos entonces a los escritos inspirados, para encontrar qué es lo que ellos realmente tienen para decir sobre este asunto. Encontramos, en contraste con la ausencia de información revelada significativa en astronomía o micro evolución, que los profetas hicieron declaraciones indicando que la vida en la tierra (y por lo tanto también las rocas que contienen fósiles) han estado en existencia por unos pocos, miles de años. También encontramos que durante ese tiempo hubo un diluvio universal de un tremendo significado geológico (Brand 1980). A partir de esto, concluyo que los profetas nos están diciendo que la teoría geológica corriente no es correcta; que los datos no están siendo interpretados correctamente. Nuestra tarea es volver al laboratorio de investigación y desarrollar una teoría más correcta, en armonía tanto con la información científica como con la información revelada. ¿De qué forma se pueden manejar datos como el radiometric dating que parecen imposibles de ser armonizado con el punto de vista bíblico acerca de la historia de la tierra? Yo propongo que existen nuevos principios científicos que están todavía por ser descubiertos que explicarán esos datos. Al hacer esto, debemos considerar las dos siguientes proposiciones: A. No hay nuevos principios significativos por ser descubiertos en este campo; los datos están siendo mayormente interpretados correctamente (figura 4). B. Existen nuevos principios por descubiertos que nos guiarán a una significativa reinterpretación de los datos (figura 5) Ahora debemos preguntarnos si tenemos datos que nos permitan probar entre las proposiciones A y B; para determinar si la teoría radiometric dating es compatible con las teorías de la deposición de los graded bed, después del descubrimiento de las turbidites, o antes de su descubrimiento. Si la ciencia puede hacer esto tendremos entonces, la clave para responder a una cantidad de preguntas difíciles, pero la ciencia no puede probar entre A y B. Para poder hacer esto sería necesario volver al pasado y observar lo que realmente pasó, o ir al futuro y ver qué datos estarán a nuestro alcance para ese entonces, o hablar con alguien que ha hecho alguna de estas dos cosas. Los profetas dicen que tienen algo de este tipo de información, pero la ciencia definidamente no lo tiene. Por lo tanto, la ciencia no puede testar entre A y B. Ya que no podemos probar es correcta A o B, ¿deberíamos presumir que A es correcta, ya que no tenemos una definida evidencia para B? La ciencia tomaría, normalmente ese enfoque, pero debemos recordar que este es sólo un enfoque funcional práctico, no un método para determinar la verdad. El científico debe empujar hacia adelante la teoría de mayor éxito que esté a su alcance en el momento, confiando que que la información en su momento nos dirá si la teoría está errada. Este enfoque puede no ser satisfactorio para un cristiano, el de comparar la Palabra de Dios con las teorías científicas corrientes, y hacer decisiones en relación a verdades eternas. La historia de la ciencia no apoya la noción de que una teoría bien desarrollada debe ser verdad si en un momento dado hay pocas o evidencias convincentes contra ella. Antes del descubrimiento de las turbiditas, parecía haber buenas evidencias de que la entonces teoría corriente era correcta. Aún cuando comenzaron a aparecer algunos problemas con esa teoría, los científicos no tenían la información necesaria para visualizar una explicación mejor, hasta que las turbiditas fueron descubiertas. Un cristiano que esté convencido de que hay suficientes evidencias de que la revelación de Dios por medio de sus profetas es verdadera será llevado a creer que en el campo de la radiometric dating, debe haber uno o más descubrimientos que se necesitan hacer, de igual o de mayor significado que el descubrimiento de las turbiditas. Como conclusión diría que una decisión en favor de la interpretación científica actual de la radiometric dating y una decisión contra la interpretación, ambas son hecha en base a la fe. Una persona con más fe en las teorías científicas actuales que en la revelación, concluirá que las radiometric dates como normalmente se interpretan son exactas. Sin embargo, una persona cuya fe en los escritos proféticos es más fuerte que su fe en las teorías científicas corrientes, se convencerá que las radiometric dates de los depósitos de fósiles, no son correctos. Si el va un paso más allá y usa el método científico para desarrollar y probar nuevas teorías que expliquen el fenómeno radiometric y otros datos, puede entonces resultar un progreso científico en nuestra búsqueda por armonizar la ciencia con la revelación. BIBLIOGRAFÍA CITADA BRAND, L. R. 1980. Faith and the flood. Ministry, February, pp. 26-27. COFFIN, H. G. 1969. Creation: accident or design? Review and Herald Publishing Association, Washington D.C. EATON, J. E. 1929. The by-passing and discontinuous deposition of sedimentary materiais. American Association of Petroleum Geolo-gists Bulletin 13:713-761. KUENEN, P. H. and C.l. M1GLIO-R1NI. 1950. Turbidity currents as a cause of graded bedding. Journal of Geology 58.-91-127. kuhn, T. S. 1 KUHN, KUHN, T. S, 1957. The Copemican revolution. Harvard University Press. Cambridge, Massachusetts. KUHN. T. S. 1970. The structure of scientific revolutions 2nd ed. University of Chicago Press. Chicago. NATLAND, M. L. and P. H. KUENEN. 1951. Sedimentar)' history of the Ventura Basin, California, and the action of turbidity currents. Society of Economic Paleontologists and Mineraiogists Special Publication 2:76-107. POPPER, K. R. 1959. The logic of scientific discovery. Harper & Row, New York. PTOLEMY, C. c. 150. The Alma-gest. English translation, 1952. Great. Books of the Western World 16: 1-495. Encyclopedia Britannica, Chicago. STANLEY, K. O. M. JORDÁN and R. H. DOTT. 1971. New hypo-thesis of early Jurassic paleogeo-graphy and sediment dispersa! for western United States. American Association of Petroleum Gcologists Bulletin 55:10-19. (These authors did not make this statement to support the con-cept of a worldwide flood, but in support of a new hypothesis for the origin of the Navajo Sandstone. However, tny logical extensión of the statement to a worldwide scale does not chango the meaning of their statement). WATTS, W. W. 1976. Christ and science. Journal of the American' Scientific Affiliation 28(1).9-11 III. LAS FIESTAS RELIGIOSAS Pascua. — La serie de fiestas religiosas (ver com. Lev, 23) que servía de base para el calendario judío comenzaba en el primer mes, con la pascua (ver com. Exo, 12: 1-11; Lev. 23: 5; Deut. 16: 1-7). En el día 10? cada familia o grupo escogía un cordero y lo encerraba hasta sacrificarlo el día 14?. Antes de este día se eliminaba todo vestigio de levadura de las casas en preparación para la fiesta de los panes sin levadura. Entonces, en la tarde del día 14?, "por la tarde a la puesta del sol" (Deut. 16: 6), se sacrificaban los corderos pascuales. Cuando se estableció el templo, todos los sacrificios, incluido el cordero pascual, debían sacrificarse allí (Deut. 16: 5, 6). Todo judío varón de más de 12 años debía asistir, y muchas mujeres y niños iban por voluntad propia. Miles dé peregrinos se reunían anualmente en Jerusalén para la pascua y los siete días de la fiesta de panes sin levadura. (Muchas veces se usaba el término "pascua" para. Deus, o pardal e a jibóia esmeraldina John T. Baldwin “Se há um deus, ele é o diabo!” Assim falou o historiador de arte e poeta francês do séc. XIX, Charles Baudelaire.1 Ele acreditava que Deus criou a Natureza e os seres humanos para serem tanto bons como maus, resultando no que parece ser uma mistura desesperada de ambos. Há quem concorde com Baudelaire. Mas qual devia ser a postura do cristão? Como explicar um Deus que é tocado pela queda de um pardal (Mateus 10:29) e a existência de doença, sofrimento e morte? Que dizer de realidades enigmáticas como a predação? Foi a intenção original de Deus que alcatéias de hienas caçassem impalas novas e as comessem vivas? Como compreender a ação da jibóia esmeraldina, que surpreende um periquito do Amazonas e o constringe, “causando sua morte rápida por choque, [e] fica pendurada de um galho ao empenhar-se no longo processo de engolir” sua vítima.2 Este artigo considera sete temas bíblicos que ajudam a responder às questões acima. Iluminação divina Para compreender a Natureza corretamente precisamos de iluminação divina. O filósofo David Hume disse certa vez que não se pode provar a existência de um Deus de amor a partir dos “fenômenos atualmente mistos e confusos, e apenas destes”.3 Contudo, Hebreus 11:3 nos diz: “Pela fé entendemos que foi o Universo formado pela palavra de Deus.” Paulo afirma: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Romanos 1:20). Este é um princípio hermenêutico importante aplicável à interpretação da Natureza. A rosa fala de um Deus que ama a beleza, mas o que sugerem os espinhos? Fala a Natureza com língua bifurcada? As maravilhas e os mistérios do céu e da Terra só podem ser compreendidos “na medida em que Deus por Seu Espírito Santo santificar a observação”.4 Habitat não predatório A criação original foi um hábitat não predatório cheio de criaturas que serviam umas às outras. Gênesis 1:30 especifica a dieta designada para os animais no Éden: “E a todos os animais da terra e a todas as aves dos céus e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento. E assim se fez.” Segundo Ellen White, estas palavras indicam que “um animal não devia destruir outro para sua manutenção”.5 Isto significa que originalmente, desde a mais simples criatura até Adão e Eva, não havia carnívoros no Éden. Deus criou um hábitat livre de predação — conceito-bomba para a biologia convencional por causa da necessidade no presente de ação predatória para manter o equilíbrio da Natureza. Pela fé cremos que Deus tinha um método, não revelado na Escritura, para manter o equilíbrio que não requeria a morte de Suas criaturas no Éden. Esse hábitat livre de atividade predatória e cheio de criaturas que serviam umas às outras constitui a base da visão de Isaías de uma nova terra onde “o leão comerá palha como o boi” (Isaías 11:7). As conseqüencias do pecado A Queda registrada em Gênesis 3 explica a questão da presença do mal, sofrimento, ação predatória e sua relação com o caráter de Deus. Deus advertiu Adão e Eva da conexão causal entre o pecado e a morte (Gênesis 2:17), fato que foi imediatamente negado por Satanás (Gênesis 3:4 e 5). A relação entre o primeiro pecado humano e a morte na Terra é profunda. “Por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte” (Romanos 5:12). Esta conexão causal não se aplica apenas à mortalidade humana, mas também à morte de toda criatura viva, como Paulo afirma: “Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou” (Romanos 8:20). Assim, um efeito primário do pecado humano foi a mudança imediata da ordem original, de um hábitat livre de morte para um regido pelo ciclo de vida-morte, como ilustrado quase a seguir pelo ato de Caim matar Abel (ver Gênesis 4:8). Os efeitos do pecado também produziram uma mudança na temperatura atmosférica (“A atmosfera, que fora tão amena e constante em sua temperatura, estava agora sujeita a assinaladas mudanças...[com] extremos de calor e frio”6); “no murchar da flor e no cair da folha”,7 levando nossos primeiros pais a chorar “mais profundamente do que os homens hoje o fazem pelos seus mortos”8 e alterou a natureza dos animais (“O espírito de rebelião, a que ele [Adão] próprio havia dado entrada, estendeu-se por toda a criação animal.”).9 Com esse discernimento psíquico-biológico, volvamos agora às três maldições que o pecado trouxe sobre o mundo. Primeiro, Deus amaldiçoou a serpente: “Visto que isto fizeste, maldita és entre todos os animais... rastejarás sobre o teu ventre” (Gênesis 3:14). Segundo, Deus amaldiçoou o mundo vegetal por causa da desobediência de Adão: “Maldita é a terra por tua causa... ela produzirá também cardos e abrolhos” (Gênesis 3:17 e 18). Terceiro, Deus amaldiçoou mais tarde toda a terra ou reino mineral por um dilúvio universal, que alterou a crosta da Terra (Gênesis 6-9). Quer as maldições sejam causativas ou descritivas, elas sugerem alguns importantes efeitos do pecado sobre a Natureza. Podemos observar uma tendência na qual os três reinos são tocados pelo efeito do pecado? Em outras palavras, poderia a maldição sobre a serpente representar uma mudança geral no reino animal, os espinhos representar em algumas mudanças universais que surgem no reino vegetal e o Dilúvio representar um distúrbio universal no reino mineral? Poderiam as palavras “entre todos os animais domésticos e entre todos os animais selváticos” na primeira maldição sugerir que o reino animal foi imediatamente envolvido numa maldição? Em outras palavras, assim como Deus falou para criar o mundo, Ele fala agora criativamente de novo mas com uma intenção diferente. Neste caso, será que a maldição sobre a serpente significaria que um Deus de amor está milagrosamente ativando um plano B já programado? Está Ele reestruturando porções do código genético dentro de Seu bom reino animal, permitindo que o hábitat natural seja temporariamente equilibrado pelo ciclo de vida-morte, ação predatória e decomposição?10 Do lado positivo, isto implica que Deus é responsável pela programação criativa dos maravilhosos sistemas reconstituintes na Natureza, tais como o sistema imunológico, coagulação do sangue, o mecanismo de vômito, etc. e talvez conseguindo o equilíbrio na Natureza em parte por intrincados mecanismos de escape, tais como coloração protetora, mimetismo,11 e assim por diante, num mundo temporariamente dominado pelo ciclo de vida-morte? O equilíbrio na Natureza é uma consecução notável de relações entre animais e plantas que requer ao menos dois relacionamentos profundos biológicos e psíquicos. Primeiro, a mente específica de um animal e as partes de seu corpo precisam emparelhar-se. Garras num coelho seria incompatível. Num leão um mecanismo de fuga seria ridículo — imagine o rei dos animais fugindo de medo com a aproximação de um coelho. Segundo, tanto o predador como a presa precisam ser hábeis seja para captura ou escape, de outro modo não resultaria em equilíbrio natural. Estas exigências de ação predatória são tão complexas que para um ambiente livre de ação predatória evoluir lenta e acidentalmente parece ser biologicamente impossível. Alguma forma de permissão milagrosa e ou intervenção parecem necessárias. Assim, por exemplo, Deus poderia ter equipado as criaturas após a Queda com habilidade espantosa de adaptação, como demonstrado por estudos biológicos recentes indicados por James L. Hayward.12 Quanto ao reino vegetal, Ellen White afirma: “Ele [Deus] nunca fez um espinho, um cardo ou uma cizânia. Estes são obra de Satanás, o resultado de degeneração, introduzida por ele entre as cousas preciosas.”13 O que este belo conceito significa é que a maldição pronunciada por Deus sobre a Terra não reprogramou o reino vegetal milagrosamente para produzir espinhos. Assim, o surto de espinhos é obra de Satanás, permitida por Deus a fim de melhor compreendermos o verdadeiro caráter de Satanás. O responsável Satanás tem responsabilidade pela deformação da Natureza. Para começar, lembremo-nos de que o poder de Satanás é limitado. De Deus o salmista diz: “Em Ti está o manancial da vida” (Salmo 36:9). Isto implica em que ninguém mais, nem mesmo Satanás, tem o poder de dar vida. Embora limitados, os recursos de Satanás são extraordinários: “A eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais e prodígios da mentira, e com todo o engano de injustiça”(II Tessalonicenses 2:9 e 10). Apocalipse sugere que esse poder se estende até ao nível do milagroso (ver Apocalipse 13:14). Assim Satanás tem poder de fazer milagres, mas isto não inclui a capacidade de dar vida ou criar novas entidades biológicas viventes. Contudo, Satanás “estudou os segredos dos laboratórios da Natureza”.14 Este conhecimento, combinado com sua habilidade de fazer milagres, faz de Satanás um químico, biólogo e botânico sobrenatural. Equipado com tal poder, Satanás “introduziu confusão e deformação na criação de Deus”.15 Por exemplo, “nenhuma planta daninha foi posta no grande jardim do Senhor, mas depois de Adão e Eva terem pecado, plantas venenosas surgiram... Toda erva nociva foi por ele [Satanás] semeada, e por seus métodos engenhosos de amalgamação [hibridização, manipulação genética?] ele corrompeu a terra com joio”.16 Talvez se Satanás tivesse liberdade, espinhos e plantas venenosas cobririam a Terra, mas Deus em Sua misericórdia concede ao inimigo uma liberdade limitada, o suficiente para que ele demonstre sua verdadeira natureza. Em vista do fato importante que nenhuma planta nociva foi feita por Deus, a gente se pergunta sobre a origem do veneno e órgão venenoso em alguns insetos e répteis. Poderiam esses aspectos das formas biológicas “nocivas” também expressar a obra cruel do inimigo? Talvez Deus exerça um papel positivo, ajustando o mundo caído ao problema do pecado, ao passo que Satanás exerce um papel destrutivo como o inimigo, pesteando e deformando o equilíbrio da Natureza além dos limites estabelecidos. Será que o uso maldoso que Satanás faz de seu poder de manipulação genética e hibridização teria algo a ver na formação de “espécies confusas”, que Deus não criou e que Deus não julgou dever preservar durante o Dilúvio?17 Talvez alguns dos fósseis extintos, aparentemente estranhos e horríveis, que aparecem na coluna geológica, constituam uma categoria de transformações biológicas nas quais um bom Deus não teve parte. Com efeito, a compaixão de Deus é demonstrada pela destruição permanente desses animais: “Há uma classe de animais enormes que pereceu com o Dilúvio. Deus sabia que a força do homem ia diminuir, e esses animais gigantes não poderiam ser controlados pelo homem fraco.”18 Causa e efeito O poderoso princípio de causa e efeito é como uma espada de dois gumes, que atua tanto para o bem como para o mal, dependendo de escolhas individuais. Por exemplo, é-nos dito que “a transgressão contínua do homem durante mais de seis mil anos tem acarretado doença, dor e morte como seu fruto”,19 com o resultado de que “o gênero humano estivera a decrescer em tamanho e força física, baixando mais e mais na escala de valor moral”.20 Esses resultados são conseqüências naturais e automáticas. “O mundo hoje é cheio de dor e sofrimento e agonia. Mas seria isto a vontade de Deus que tal condição existisse? — Não....Todo abuso de qualquer parte de nosso organismo é uma violação da lei que Deus quis que nos governasse..., e violando estas leis seres humanos se corrompem; enfermidade e doença de toda espécie, constituições arruinadas, envelhecimento prematuro, mortes fora de tempo, estes são os resultados de uma violação das leis naturais.”21 Ao passo que a lei causal possa resultar em sofrimento humano devido a escolhas pecaminosas, a mesma lei resulta em bênção e felicidade, quando escolhas corretas são feitas. Misericórdia demonstrada A bondade de Deus se revela não só nos aspectos transparentes e belos da vida, mas também nos momentos de desastre, dor e perda. Sem nada poder fazer, observei como minha mãe morreu de mesotelioma, um câncer doloroso que envolve a membrana que cobre o pulmão. Durante seus últimos meses ela estava sob medicação contra dor, e finalmente lhe ministraram um gotejamento contínuo de morfina que não podia prevenir ataques penosos e perda da habilidade de comunicar-se. Finalmente, ela entrou num coma pacífico do qual não acordou. Três dias mais tarde ela morreu. Vi misericórdia divina na forma de um coma. As conseqüências penosas do pecado, embora nem sempre o resultado do comportamento do indivíduo, podem ser suavizadas pela graça. O efeito fisiológico e psicossomático de choque físico é uma grande bênção para vítimas de acidentes que envolvem graves lesões. David Livingstone relembra uma experiência pessoal: “Vi o leão no ato de saltar sobre mim.... Agarrou meu ombro ao saltar, e ambos rolamos por terra. Rugindo horrivelmente perto de minha orelha, sacudiu-me como um cão faz com o rato. O choque produziu um estupor.... Causou uma espécie de sono, no qual não havia sentimento de dor nem de terror.... Este estado particular é provavelmente produzido em todos os animais mortos por carnívoros; e se assim for, é uma medida misericordiosa de um Criador benevolente para diminuir a dor da morte.”22 Assim, mesmo nos fenômenos dolorosos da Natureza, podemos perceber a graça de Deus. A mensagem do sábado “Deus deu aos homens o memorial de Seu poder criador [o sábado do sétimo dia], para que O discernissem nas obras de Suas mãos.”23 O sábado é um dia especial em que podemos entrar na Natureza e observar de perto as árvores, riachos, lagos ou mares e aí descobrir evidências da arte do Criador. Assim podemos experimentar o milagre da iluminação divina ao permitirmos que Deus interprete a linguagem contraditória da Natureza de modo a diferenciarmos a mão de Deus da mão do inimigo na Natureza, e então levantarmos para aplaudir o poder criador de Deus e Seu constante cuidado de todas Suas criaturas. O sábado também aponta para a futura restauração do Universo todo à sua condição original, como parte do plano de Deus (ver Hebreus 4): “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram....e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:1 e 4). Em suma, “o Senhor é bom para todos” (Salmo 145:9) — não só para os seres racionais, mas também para os pardais e a jibóia esmeraldina. E assim, Charles Baudelaire, há um Deus, e Ele é muito bom, originalmente fazendo somente aquilo que é como Ele. Notas e referências 1. Em A. E. Wilder-Smith, Is This A God of Love? (Costa Mesa, Califórnia: TWFT Publ., 1991), p. 67. 2. Kurt Schwenk, “The Serpent’s Tongue”, Natural History, 104 (April 1995) 4:54. 3. David Hume, Dialogues Concerning Natural Religion (Indianapolis: Bobbs- Merrill, 1970) p. 92. 4. Ellen G. White, “The Treasures of God’s Word”, Review and Herald, July 3, 1900, p. 417. 5. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar (Santo André, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira), p. 396. 6. White, Patriarcas e Profetas (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1991), p. 61. 7. Ibidem. 8. Ibidem. 9. White, Educação (Santo André, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1977), p. 26. 10. Ellen White diz que “sacrifício próprio é a nota central dos ensinos de Cristo” (Testimonies for the Church [Mountain View, Calif.: Pacific Press Publishing Assn., 1948], vol. 9, p. 49). Atividade predatória talvez ilustre esta grande lei, a lei do sacrifício próprio e serviço — de um modo não intencionado originalmente, mas de uma forma alterada, como quando alguns animais continuam a servir sendo alimento para outros. Devo esta perspectiva a Richard Choi. 11. Ver Harold G. Coffin, Origin by Design (Washington, D.C.: Review and Herald Publ. Assn., 1983), p. 418 ff., para uma excelente discussão de ação predatória vista como obra exclusiva de Satanás. 12. Hayward, professor de biologia da Andrews University, sugere que “o registro geológico fala de um Deus que criou mesmo as criaturas mais simples com uma boa dose de adaptabilidade criativa” (Bruce Johanson, ed., “A Glimpse of Some IBCC [Institute of Bible, Church, and Culture, Walla Walla, Washington] Presentations”, Newsletter, March 1995, p. 2). 13. White, Testimonies for the Church (Mountain View, Calif.: Pacific Press Publishing Assn., 1911), vol. 6, p. 186. 14. White, O Grande Conflito (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1988), p. 589. 15. White, The Upward Look (Washington, D.C.: Review and Herald Publ. Assn.,1983), p. 316. 16. Ellen White comenta no The Seventh-day Adventist Bible Commentary (Washington, D.C.: Review and Herald Publ. Assn., 1953), vol. 1, p. 1086. 17. “As espécies confusas que Deus não criou, que foram o resultado de amalgamação, foram destruídas pelo Dilúvio” (Ellen G. White, Spiritual Gifts [Washington, D.C.: Review and Herald Publ. Assn., 1945], vol. 3, p. 75). 18. Idem, vol. 4a, p. 121. 19. White, Christian Temperance and Bible Hygiene (Battle Creek, Mich.: Good Health Publ. Co., 1890), p. 154.