Clipping Abrava

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Clipping Semanal Abrava –05 de maio de 2016
HVAC no mundo dos Jogos Olímpicos
Revista do Frio, abril. 2016 p. 22
Fonte:http://leitor.flexinterativa.com.br/clipping/index/show/id/1205149/tosimple/1
Exportação física cresce
D C I, 05/05/2016 – Liliana Lavoratti
A exportação física aumentou 20,8% no trimestre dezembro de 2015 a fevereiro deste ano, em relação a igual período anterior. O motivo foi, principalmente, a
desvalorização de 24,3% da taxa de câmbio, segundo a MacroSector consultoria. Já o contrário aconteceu com a importação física, que entre dezembro passado
e fevereiro de 2016 recuaram 28,2%, em decorrência não apenas da desvalorização da moeda nacional em relação ao dólar, mas também por causa do
enfraquecimento da economia brasileira. Fonte: http://www.dci.com.br/opiniao/para-cnbb,-rio-vive-catastrofe-social-id545882.html
Taxa de desemprego aumenta em serviços e crava tendência
D C I, 05/05/2016 - 05h00 - Vivian Ito
São Paulo - Sem conseguir segurar mais a elevação dos custos, empresas de serviços aumentam as demissões no mês de abril para manter operações em
andamento. A perspectiva é que a queda no nível de emprego se repita nos próximos meses. De acordo com a pesquisa Índice de Gerente de Compras (PMI, em
sua sigla em inglês), em abril, a taxa de perda de empregos foi, de um modo geral, a mais acentuada até hoje. Para o economista do Conselho Federal de
Economia (Cofecon), Roberto Troster, a tendência é que as empresas mantenham as medidas de redução de custo e aumento de fluxo de caixa, que incluem
venda de ativos e corte de mão e obra. Segundo Troster, para que o cenário mude, é necessário mais do que uma recuperação econômica. "As empresas
demoram para mandar embora, mas também demoram para contratar", explica. Para ele, mesmo que o setor entre em processo de recuperação este ano, a
perspectiva é que a retomada do nível de emprego demore ainda mais. "E mesmo assim, só vemos uma leve melhora do setor no início de 2017." Para o
especialista, os setores mais impactados serão os que dependam do aumento de renda da população, por exemplo, serviços mais luxuosos. Já os serviços mais
baratos poderão sofrer menos no cenário econômico. "Não apenas nos serviços, mas comércio", indica. Índice geral: O PMI de serviços do Brasil atingiu em abril
o nível mais baixo da série histórica iniciada há mais de nove anos, passando de 38,6 em março para 37,4 em abril. Foram citadas taxas acentuadas de
contratações em todas as seis áreas do setor de serviços. "A tendência é de queda. Não vemos algo diferente", diz. A economista do Markit, Pollyanna De Lima,
concorda. "As perspectivas econômicas permanecem sombrias com tanta incerteza no mercado", diz. Para ela, é improvável que reformas econômicas façam
parte da agenda dos políticos até que o resultado do impeachment chegue a uma conclusão no Senado. Para ela, outro fator que deve piorar a situação é o
efeito 'bola de neve' que deve ocorrer. "Prevê-se que o aumento do desemprego agrave ainda mais a demanda doméstica nos próximos meses", diz. Causas:
Em abril, os prestadores de serviços apontaram na PMI que a queda no nível da atividade se deve a uma 'situação econômica cada vez mais frágil' e a quedas
continuas nas entradas de novos de negócios. Similar ao indicador de março, o volume de novos trabalhos permaneceu baixo. "Isso ocorreu apesar das
empresas terem reduzido em média suas tarifas e terem sofrido aumentos acentuados de custos", ressalta Pollyanna do Markit. Apesar de modesta, a redução
de tarifa vista em abril foi a primeira em um ano e meio, aponta a PMI. Em contrapartida, os preços de fábrica tiveram alta no período. Como um todo, o custo
dos insumos no setor de serviços aumentou ainda mais em abril, o que as empresas atribuíram, no geral, a um mercado inflacionado. Devido a uma quantidade
menor de projetos, as empresas da área aumentaram atendendo pedidos em atraso. Abril foi o nono mês consecutivo a apresentar redução no volume de
negócios pendentes. No entanto, na comparação com os primeiros meses do ano, o indicador apresentou uma desaceleração em abril. Contrapartida: Ainda de
acordo com a PMI de serviços, o otimismo das empresas brasileiras de serviços melhorou no mês de abril. Segundo o Markit, o resultado está em sintonia com
as expectativas de que as crises políticas e econômicas terminarão. Mais da metade dos entrevistados da pesquisa espera um crescimento da produção no
próximo ano, em comparação com 15% que preveem uma redução. O grau de otimismo atingiu um recorde de alta de sete meses. "Mas isso não significa que
seja uma tendência", diz o economista do Cofecon. Segundo Troster, o indicador positivo pode sofrer alterações nos próximos meses.
Fonte: https://www.google.com/url?q=http://www.dci.com.br/servicos/taxa-de-desemprego-aumenta-em-servicos-e-crava-tendenciaid545826.html&sa=U&ved=0ahUKEwjR4MiyhsPMAhXF1R4KHSATDvsQFggFMAA&client=internal-uds-cse&usg=AFQjCNFRPWAqVcJQxTvdWNz-xsLlsP9ISg
Indústria paulista perde participação no País com descentralização, diz CNI
D C I, 03/05/2016 - 05h00 - Jéssica Kruckenfellner
São Paulo - A indústria de São Paulo está perdendo participação na economia, com o avanço da descentralização da atividade produtiva no País. Nos próximos
anos essa tendência deve se confirmar, com novas regiões ganhando importância. De acordo com estudo da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), o
Produto Interno Bruto (PIB) industrial de São Paulo somou R$ 323,3 bilhões em 2013 - dado mais recente compilado pela CNI. O valor corresponde a 28,6% do
Elaborado pelo CEDOC/Abrava, notícias extraídas de informes, jornais e revistas eletrônicos ou não. Quando houver, os grifos são nossos.
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total da indústria nacional ante 32,1% em 2010. "Com o aumento da renda no País, outros estados passaram a atrair as empresas, provocando uma
descentralização [da produção]. Os resultados da indústria em 2014, 2015 e 2016 devem confirmar essa tendência", disse a economista da CNI, Maria Carolina
Marques. Ela ressalta que o avanço da produção em outros estados não é só resultado de uma migração das fábricas. As indústrias não devem deixar São Paulo,
mas a expectativa é de expansão da atividade com a instalação de novas plantas próximas às regiões nas quais a demanda cresceu nos últimos anos. Embora
tenha perdido participação no PIB industrial, São Paulo ainda respondia por 38,6% do total da indústria de transformação no País em 2013. As regiões Sul e
Sudeste concentram 80% da atividade do setor, enquanto Norte, Nordeste e Centro-Oeste representam, juntas, 19,2% da fabricação brasileira de itens
transformados. "São Paulo enfrenta o mesmo que outros centros produtivos consolidados. Depois de se tornar polo de mão de obra qualificada e infraestrutura,
a região tem se tornado cara, com a alta dos salários e aluguéis, além de dificuldades logísticas em função do aumento do trânsito", disse Carolina. Na avaliação
do economista da Fundação Getulio Vargas (FGV), Nelson Marconi, a mão de obra e outros custos elevados podem motivar alguns setores da indústria a
investirem em outras regiões pelo País. O estado de São Paulo, entretanto, continuará respondendo por parte considerável da produção brasileira. "O estado
manteve sua participação em setores com conteúdo tecnológico e, para essas indústrias, a exigência de mão de obra qualificada e acesso a centros de pesquisa
faz com que não seja interessante se instalar em novas regiões apenas pelos custos", citou ele. As empresas de química, farmacêutica, de perfumaria, máquinas
e equipamentos elétricos e outros equipamentos de transporte continuam fortes em São Paulo. Já nos setores de veículos automotores, informática,
eletrodomésticos de linha branca e alimentos, a indústria paulista perdeu representatividade. Diversificação: Os estados nos quais a indústria de transformação
mais avançou em relação à economia local no período de 2010 a 2013, de acordo com a CNI, foram Amapá com alta de 2,5 pontos percentuais, Maranhão
(+1,5), Mato Grosso do Sul (+1,0), Sergipe (+0,7) e Pernambuco (+0,5), Roraima (+0,1) e Tocantins (+0,05). Parte dessas altas é atribuída a diversificação da
atividade fabril. Nos estados do Amazonas (-8,1), Bahia (-5,3), Minas Gerais (-3,6), Rio Grande do Norte (-3,3), Mato Grosso (3,2) e Espírito Santo (-3,1) foram
registradas as maiores quedas na participação da indústria de transformação na economia. "Podemos ver indústrias nas regiões Sul e Sudeste sofrendo mais os
efeitos da desaceleração econômica recente, por concentrar a produção de bens de maior valor agregado. Mas sem melhoras no País, todos os estados tendem
a ser afetados", comentou o economista da CNI, Marcelo Azevedo.
Fonte: http://www.dci.com.br/industria/-industria-paulista-perde-participacao-no-pais-com-descentralizacao,-diz-cni--id545227.html
Número de exportadoras brasileiras cresce 11% nos quatro meses do ano
D C I, 03/05/2016 - 05h00 - Renato Ghelfi e Agências
São Paulo - O número de empresas exportadoras chegou a 15.155 nos quatro primeiros meses deste ano, aumento de 11,1% em relação a igual período de
2015. Já as vendas para outros países tiveram incremento de 1,4% em abril, chegando a US$ 15,374 bilhões. A fraqueza da demanda interna e o câmbio em
patamar mais elevado - na comparação com os primeiros meses de 2015 - incentivaram um maior número de companhias a negociar com estrangeiros, explicou
Antônio Porto Gonçalves, professor de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV). Segundo ele, a busca por compradores de outros países é vista em diversos
setores e vale para companhias de todos os tamanhos. A recente valorização do real, entretanto, pode reduzir as negociações no comércio exterior. "Talvez
menos empresas sigam esse movimento durante o ano." Ao apresentar os números de comércio exterior do mês passado, o ministro do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, destacou o incremento na porção de exportações do País. "O desempenho da balança comercial
brasileira tem aumento de volume maior do que a média mundial", afirmou. "Há queda no comércio global e, neste contexto, a posição do Brasil é positiva nas
exportações", completou. Superávit recorde: O avanço nas vendas para outros países, aliado à retração de 28,3% das importações, levou o saldo comercial
brasileiro ao melhor resultado desde o início da série histórica em 1989. O superávit somou US$ 4,861 bilhões em abril. As exportações de produtos básicos
avançaram 2,5% no mês passado, chegando a US$ 7,739 bilhões. O resultado é explicado pela venda maior de milho (+81,4%), soja (39,4%), carne suína (16,9%),
carne de frango (10 5%) e fumo (5%). O secretário de Comércio Exterior do MDIC, Daniel Godinho, destacou que os embarques de soja em grãos no mês passado
foram os maiores da história do País, chegando a um total de 10,1 milhões de toneladas. O recorde anterior havia sido em junho do ano passado, quando as
exportações de soja totalizaram 9,8 milhões de toneladas. Segundo Monteiro, se o preço das commodities estivesse no mesmo patamar do ano passado, o Brasil
teria uma receita adicional de R$ 13 bilhões nos quatro primeiros meses desse ano. "É evidente que teríamos reflexo na corrente de comércio". No mês passado,
também cresceram (+6,9%) os embarques de semimanufaturados, puxados, principalmente, por vendas de catodos de cobre (370,3%) e açúcar (78,3%). Por
outro lado, as exportações de manufaturados caíram (-1,3%) pelo segundo mês consecutivo, para US$ 5,433 bilhões. Houve baixa nos embarques de motores e
geradores (-27,3%), autopeças (-26,5%), óxidos e hidróxidos de alumínio (-24,2%) e motores para veículos e partes (-23,1%). Já as vendas de torneiras e válvulas
cresceram (+221,2%), assim como as exportações de automóveis (+67,6%). Do lado das importações, houve retrações em todos os setores analisados:
combustíveis e lubrificantes (-38,1%), bens de capital (-36,8%), bens de consumo (-27,5%) e bens intermediários (-24,4%). Acordo com europeus: Monteiro
confirmou para o dia 11 de maio a troca de ofertas que visa um tratado comercial entre Mercosul e União Europeia. Segundo ele, trata-se de um passo
"fundamental" para construir um acordo de livre comércio entre os blocos. "Não foi fácil fazer harmonização, considerando que países do bloco têm perfis
diferentes de economia. Assimetrias dificultam uma oferta comum, mas conseguimos construir uma oferta com alcance que permitirá troca com a União
Europeia, depois de 16 anos de ensaios". O ministro também anunciou que o MDIC pretende lançar medidas para o setor industrial até a próxima sexta-feira,
mas descartou novas liberações de crédito. Fonte: http://www.dci.com.br/economia/numero-de-exportadoras-cresce-11-nos-quatro-meses-do-ano-id545241.html
Volume das exportações brasileiras sobe, mas receita continua em queda
D C I, 29/04/2016 - 05h00 - Renato Ghelfi
São Paulo - As exportações brasileiras avançam em quantidade, mas rendem cada vez menos. E o fenômeno não vale só para commodities: o aumento no
volume das vendas de produtos industrializados, de maior valor agregado, não é acompanhado por receitas maiores. Com a desvalorização do real, os
empresários brasileiros tiveram espaço para realizar um "repasse cambial", justificou André Leone Mitidieri, economista da Fundação Centro de Estudos do
Comércio Exterior (Funcex). "Eles puderam reduzir os preços em dólar para tornar os produtos mais atraentes e ganhar mercado lá fora", afirmou o especialista.
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Clipping Semanal Abrava –05 de maio de 2016
No primeiro trimestre deste ano, os 155,698 bilhões de quilos de vendas brasileiras renderam US$ 40,573 bilhões. Em igual período de 2015, o volume foi 14,4%
menor (133,296 bilhões de quilos) e a receita, 5,4% maior (US$ 42,775 bilhões). Outro fator que afeta o rendimento das exportações é a redução do consumo
mundial. "A economia do planeta está crescendo em um ritmo menor. Com menor demanda, os preços tendem a cair", disse Mitidieri. A diminuição do retorno
com as vendas de manufaturados, por exemplo, é causada também pelo arrefecimento da economia latino americana, onde estão alguns dos maiores
compradores de produtos brasileiros, e pelo crescimento da concorrência de outros países. José Luiz Pimenta, professor de relações internacionais da ESPM,
exemplificou: "empresários daqui enfrentam concorrência crescente de chineses, americanos e europeus em países como Colômbia, Chile, Peru e México".
Entre janeiro e março deste ano, foram vendidos 12,181 bilhões de quilos em manufaturados, alta de 13,6% na comparação com 2015 (10,721 bilhões de
quilos). Enquanto isso, as receitas recuaram 1,7%, para US$ 16,474 bilhões. Commodities mais baratas: A mesma situação foi registrada, neste ano, em
negociações de produtos básicos, com recuo de 5,4% na receita (US$ 17,379 bilhões) apesar do crescimento de 18% no volume (129,770 bilhões de quilos).
"Tivemos uma série de negociações com outros países e um acesso a novos mercados, o que favoreceu os embarques de produtos básicos, como minério de
ferro, soja, milho, carne bovina. Mas a queda global nos preços das commodities impediu uma melhora das receitas", afirmou Pimenta. A mesma situação foi
registrada para semimanufaturados. Os embarques dos produtos intermediários renderam 8,5% menos em três meses de 2016 (US$ 6,249 bilhões), ainda que o
volume de exportações tenha crescido 11,2% (12,284 bilhões de quilos). Principais produtos: Em três meses deste ano, o volume de embarques dos cinco
produtos básicos mais vendidos - soja, minério de ferro, milho, petróleo e carne de frango - aumentou na comparação com igual período de 2015. Mesmo assim,
só foi registrado crescimento nas receitas para milho e soja. A situação dos manufaturados mais vendidos foi mais equilibrada. Cresceram os volumes de
automóveis, aviões, óxidos de alumínio e polímeros de etileno, enquanto caiu a quantidade negociada de partes e peças para veículos. Os valores recebidos
aumentaram no caso de automóveis, aviões e polímeros de etileno, mas caíram para óxidos de alumínio e peças para veículos. Já os semimanufaturados tiveram
pior rendimento. Os volumes cresceram para celulose, açúcar, ligas de ferro, couros e peles e produtos de ferro ou aço. As receitas só avançaram nas vendas de
celulose. Importações em queda: Por outro lado, a queda no valor gasto por brasileiros no exterior é acompanhada por um recuo no volume importado. Entre
janeiro e março deste ano, foram comprados 32,851 bilhões de quilos por US$ 32,186 bilhões, ante 38,235 bilhões de quilos por US$ 48,235 bilhões em igual
período do ano passado. A intensidade da diminuição, entretanto, também afetou mais o valor (-33,3%) do que o volume (-14,1%). Segundo Mitidieri, a queda
na demanda global mais uma vez justifica o descompasso registrado nas negociações. Na separação por fator agregado, recuaram os volumes importados de
produtos básicos (-5,4%, para 15,768 bilhões de quilos) e manufaturados (-23,9%, para 15,068 bilhões de quilos). Já as importações de semimanufaturados
aumentaram 14,8% em 2016, para 2,014 bilhões de quilos. A lista de mercadorias mais compradas pelos brasileiros é composta por manufaturados:
medicamentos, peças para veículos, petróleo, circuitos integrados e automóveis. Neste ano, houve aumento no volume e nos gastos com medicamentos,
enquanto todos os outros números recuaram. Os entrevistados ressaltaram que a queda nas importações é causada pela fraqueza na atividade econômica. Eles
destacaram também que o recuo das compras, especialmente de bens de capital (manufaturados), pode afetar a produtividade do País no longo prazo.
Fonte: http://www.dci.com.br/economia/-volume-das-exportacoes-brasileiras-sobe,-mas-receita-continua-em-queda--id544521.html
Brasil e Peru assinam acordos para aumentar comércio
D C I, 29/04/2016 - 05h00
Os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, assinam hoje acordos para
ampliação do comércio com o Peru, na capital do país vizinho (Lima). Um desses acordos estabelecerá regras sobre investimentos, serviços e compras
governamentais entre o Brasil e o Peru. Essa será a primeira vez que o País firma acordo internacional na área de compras governamentais. Está prevista ainda a
assinatura de acordo para antecipação da desgravação (redução de tarifas) para alguns bens exportados pelo Brasil ao Peru. A desgravação, antes, estava
prevista para 2019. Ainda no encontro, os ministros têm reuniões com a ministra do Comércio Exterior peruana, Magali Silva, e também com a chanceler do
país, Ana Maria Sánchez. Segundo o Itamaraty, serão tratados com a chanceler temas da agenda bilateral e regional, como integração de infraestrutura,
cooperação fronteiriça e combate ao narcotráfico. Está será a primeira visita oficial de Mauro Vieira ao Peru. Já Armando Monteiro esteve no país em julho do
ano passado. Na ocasião, foram negociados os acordos que serão assinados agora. A ida ao país é parte da estratégia do governo de aproximação com os países
da Bacia do Pacífico. Exportações: De acordo com dado do MDIC, as exportações brasileiras no primeiro trimestre de 2016 para o Peru foram de US$ 410,4
milhões, 14% acima do registrado no mesmo período de 2015 (US$ 359,8 milhões). Já as importações brasileiras do Peru atingiram US$ 199,4 milhões, 37,9%
menos que o alcançado no primeiro trimestre de 2015 (US$ 321,6 milhões). O resultado foi um superávit para o Brasil de US$ 210,9 milhões no primeiro
trimestre, contra saldo de US$ 38,2 milhões no mesmo período de 2015. A corrente de comércio somou US$ 609,9 milhões este ano, valor 10,4% menor que o
registrado um ano antes (US$ 681,4 milhões). /Agência Brasil. Fonte: http://www.dci.com.br/economia/brasil-e-peru-assinam-acordos-para-aumentar-comercio-id544522.html
Dicas para reduzir custos em tempos bicudos
D CI, 29/04/2016 - 08h48 | Atualizado em 29/04/2016 - 11h12 - Marleine Cohen
Embora o Brasil tenha perdido quase 2 milhões de vagas com carteira assinada nos últimos 12 meses encerrados em março, vai longe o tempo em que enfrentar
uma crise se resumia a cortar trabalhadores. Hoje, cortar despesas decorre muito mais de estratégias de gestão bem definidas e, na ponta do lápis, algumas
alternativas acabam se revelando até mais eficientes, principalmente quando a mão de obra é bem treinada e a saúde financeira do negócio depende dela.
Segundo Josué Bressane, sócio-diretor da consultoria Falconi Gente, em qualquer caso a palavra de ordem é "não fazer demissões no impulso". "A ideia é
reduzir a folha de pagamento, não achatar a produtividade", explica, ensinando a eleger, entre os maiores e os menores salários, aqueles cuja função não
ameaça a produção. "É preciso olhar o perfil do funcionário, seu grau de engajamento, e as tarefas que desempenha, e não só o quanto ganha. Antes abrir mão
de um gerente ruim do que dispensar um trabalhador realmente envolvido com a empresa." Da mesma forma, "o corte de custos pode sair caro" quando feito
de forma indiscriminada, sustenta Paulo Piccolo, sócio da consultoria BDO. "Antes de cortar, é preciso analisar os efeitos colaterais. Se a satisfação dos clientes e
funcionários for afetada, a produtividade e a qualidade dos produtos e serviços caem e a medida se mostra contraproducente", adverte. Exemplos? "Achatar a
comissão dos vendedores resultará fatalmente em vendas menores. Melhor reavaliar suas margens brutas, eliminar desperdícios e, eventualmente, des-
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continuar a comercialização de produtos com margens de lucros negativas", propõe. Alternativas: De modo geral, antes de recorrer ao bilhete azul, existem
outras opções no campo da gestão de recursos humanos que podem se mostrar eficazes, argumenta ainda Piccolo. É o caso da terceirização. "Historicamente,
em tempos de crise, a demanda por serviços terceirizados costuma aumentar, principalmente nas pequenas e médias empresas. Entre as atividades-meio que
podem ser encomendadas a terceiros estão aquelas relacionadas com a gestão contábil, fiscal e de pessoal, o que pode propiciar uma boa redução de custos e
de riscos", aponta. Na impossibilidade de propor uma redução salarial, proibida no Brasil, recorrer a um banco de horas é mais uma medida que pode ser
adotada para conter os gastos com horas extras em épocas de pico de trabalho, como o Dia das Mães ou o Natal, sugere o sócio da Falconi Gente. "Não precisa
demitir o trabalhador. Basta registrar o tempo de trabalho excedente e recuperá-lo na forma de férias mais longas ou folgas prolongadas." Vale lembrar que
para não ter de arcar com a remuneração do funcionário pelas horas extras, a empresa deve fazer a compensação no mesmo ano. Nos casos em que isso for
possível, continua Bressane, pode ser útil tentar uma negociação com o sindicato da categoria, com o objetivo de reduzir a jornada de trabalho mediante salário
proporcional, ressalva feita de que "será preciso manter os direitos trabalhistas". Outra maneira de mexer na folha de pagamento sem recorrer às dispensas é
reduzir - ainda que temporariamente - a remuneração dos cargos de chefia e a distribuição de lucros. Para Wagner Viana Pereira, consultor financeiro do Sebrae,
diminuir as retiradas, limitando-as ao pró-labore, dá o tom da crise, "supõe estar disposto a adotar um padrão de vida diferente" e transmite rigor e austeridade
em relação à necessidade de fazer cortes. Renegociar e ajustar: Melhorar o fluxo de caixa, pedindo descontos e renegociando taxas bancárias e prazos de
pagamento com fornecedores, é comportamento padrão em época de crise, ensina ainda Paulo Piccolo. "É preciso fugir das multas e dos juros de banco a
qualquer custo. Por isso, na medida do possível, o ideal é pagar as contas na data do vencimento e evitar usar recursos de terceiros, reprogramando prazos de
recebimentos junto aos clientes para fazer caixa", explica o consultor da BDO. A correção de rumo também inclui alugar em vez de comprar e, acima de tudo,
privilegiar o pedido emitido - isto é, produzir somente o que estiver vendido. Servir-se da renegociação, aliás, é um longo exercício de paciência em momentos
de instabilidade econômica, pois praticamente tudo pode ser revisto, admitem os consultores - do aluguel ao maquinário em uso. Nessa linha de raciocínio,
enxugar os compromissos financeiros alocados na aquisição de bens como veículos, máquinas, imóveis ou mobiliário também representa uma alternativa
acertada, acrescenta o consultor do Sebrae, lembrando que espaços ociosos - sala, parte de um galpão ou mesmo um andar inteiro -, podem ser sublocados. Da
mesma forma, antes recorrer esporadicamente a um frete terceirizado do que arcar com a manutenção de um caminhão próprio, por exemplo. Na contramão,
avalia Paulo Piccolo, "em tempos de crise, é comum surgirem boas oportunidades de investimento, mas é preciso resistir à tentação, pois isso compromete o
caixa e, dependendo do valor, resulta em danos irreversíveis". Para Vítor França, economista da FecomercioSP, especial atenção deve ser dada à formação de
estoque. "As vendas estão em queda desde 2014. Todavia, afora uma ou outra reação pontual no sentido de conter gastos, o setor de varejo e serviços continua
alimentando a percepção de que mantém estoques inadequados para a situação", afirma França, apoiando-se em dados do Índice de Estoques (IE) da entidade.
De acordo com França, a maioria dos varejistas (52,5%) afirma ter estoques inadequados: 37,2% disseram que contavam com mais mercadorias do que o ideal.
Segundo o economista, a melhor estratégia consiste em "colocar nas prateleiras apenas o que tem venda garantida", tomando o cuidado de adequar o
pagamento dos insumos ao que se vai receber, e quando. "Vemos isso nos supermercados", explica. "Nesses pontos de venda, só se encontram produtos com
bom giro." Para movimentar os estoques, afirma ainda Paulo Piccolo, recomenda-se envolver os funcionários no processo de redução de custos e pedir
sugestões para alcançar melhorias: "Acompanhe as vendas de perto e mantenha o time de vendedores motivado, oferecendo vantagens para vendas
recorrentes e volumes maiores", exemplifica. A mesma estratégia pode ser usada para reduzir as contas de luz, água e telefone e estancar o desperdício de
papel e tinta de impressão. "Criar campanhas internas e instituir incentivos para as melhores práticas entre trabalhadores são iniciativas que costumam ter
aderência", completa. Fonte: http://www.dci.com.br/especial/dicas-para-reduzir-custos-em-tempos-bicudos-id544589.html
Menos ICMS para exportação
DCI, 28/04/2016 -– Liliana Lavoratti
O vice-governador de São Paulo, Márcio França (PSB), disse recentemente a empresários que o governo paulista estuda a redução do Imposto sobre Circulação
de Mercadorias e Serviços (ICMS) para exportações. O objetivo, segundo França, é aumentar a competitividade dos exportadores, especialmente em relação aos
concorrentes asiáticos. Sem dar detalhes sobre a extensão da medida - se para todos os produtos e serviços vendidos lá fora ou apenas para alguns segmentos -,
França defende o incentivo tributário como um "empurrãozinho" para a economia. Fonte: http://www.dci.com.br/opiniao/partido-novo-vai-disputar-eleicoes-id544245.html
Conferencia Anual de ASHRAE en San Luis
ACR Latinoamérica, 03/05/ 2016
Estados Unidos. En 1904, durante la Feria Mundial que tuvo lugar en St. Louis, Missouri, la población pudo conocer por primera vez el confort del aire
acondicionado. Ciento doce años después, ASHRAE llevará a cabo su Conferencia Anual en la ciudad para discutir sobre los últimos avances en la tecnología de la
construcción. La Conferencia tendrá lugar los días 25 a 29 de junio en el St. Louis Marriott Grand Hotel y el America Convention Center Complex. Algunos de los
temas que serán desarrollados en las distintas conferencias son los siguientes:
• Avances en los sistemas de refrigeración y refrigerantes alternativos
• Sistemas y equipamiento HVAC
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Clipping Semanal Abrava –05 de maio de 2016
• Sistemas de Construcción Inteligentes / Diagnóstico y monitoreo remoto
• Ambiente interior: Salud, Confort, Productividad
• Sistemas de Energía Renovable y Edificios de Energía Cero
De aplicar antes del 6 de junio, también podrá usted rendir una se las seis certificaciones propuestas por ASHRAE: Energy Assessment, Energy Modeling,
Commissioning, Healthcare Facility Design, High Performance Building Design and Building Operations. Para registrarse o solicitar más información puede visitar:
www.ashrae.org/stlouis.
Fonte: http://www.acrlatinoamerica.com/201605036448/noticias/empresas/conferencia-anual-de-ashrae-en-sanluis.html?utm_source=ACR+Latinoam%C3%A9rica&utm_campaign=0c02c82a79-Boletin_Semanal&utm_medium=email&utm_term=0_18f2eb6bf0-0c02c82a79-252987649
Jornada Técnica para Edificaciones Sostenibles
ACR Latinoamérica, 03/05/ 2016
Colombia. Camacol Antioquia y el Consejo Colombiano de Construcción Sostenible (CCCS) llevarán a cabo el jueves 5 de mayo en Medellín la Jornada Técnica
para Edificaciones Sostenibles. Este evento, para afiliados del CCCS y Camacol, se realiza como preparación a la entrada en vigor de la Guía para el ahorro de
agua y energía en edificaciones (Res.549/15), de obligatorio cumplimiento para la solicitud de toda licencia de construcción en la modalidad de obra nueva a
partir del 10 de julio de 2016 en Medellín, Barranquilla, Bogotá y Cali. Esta jornada técnica está dirigida a los profesionales de la cadena de valor de la
construcción. La agenda socializará las recomendaciones técnicas de expertos en construcción sostenible para que el sector pueda innovar exitosamente en
técnicas de diseño y cumplir con la normativa mediante la oferta de productos más eficientes en consumo de recursos al mercado y con un nulo o bajo
sobrecosto. El evento incluye un conversatorio para desarrollar un diálogo con los asistentes y consolidar un documento práctico de referencia para la industria
respecto a esta normativa. Fonte: http://www.acrlatinoamerica.com/201605036446/noticias/empresas/jornada-tecnica-para-edificacionessostenibles.html?utm_source=ACR+Latinoam%C3%A9rica&utm_campaign=0c02c82a79-Boletin_Semanal&utm_medium=email&utm_term=0_18f2eb6bf0-0c02c82a79-252987649
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