Nota à Imprensa | Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010

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Nota à Imprensa | Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010
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Teatro no Grande Auditório, na sexta, dia 22
“A Gaivota” de A. Tchékhov pelo Ao Cabo Teatro
Depois de “Platónov”, criação de 2008 considerada pelo jornal ”Público” como melhor espectáculo do ano e
merecedora de uma Menção Especial da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, e antes de “Três
Irmãs”, projecto a desenvolver em 2011, “A Gaivota” é o segundo passo de uma estruturante viagem
empreendida por Nuno Cardoso (encenador) aos textos fundamentais de Tchékhov.
Nuno Cardoso assinou espectáculos para diversas companhias e estruturas, com especial relevo para o Ao
Cabo Teatro, Teatro Nacional de São João (TNSJ) e Teatro Nacional D. Maria II. Destacam-se os seus mais
recentes trabalhos de encenação: “Boneca”, de Henrik Ibsen (TNDM II, 2007), “Platónov”, de Tchékhov
(TNSJ, 2008), e “Jardim Zoológico de Cristal”, de Tennessee Williams (Ao Cabo Teatro, 2009).
Entre 1998 e 2003, assegurou a Direcção Artística do Auditório Nacional Carlos Alberto e, entre 2003 e
2007, do Teatro Carlos Alberto, integrado na estrutura do TNSJ. Nessa condição, encenou “O Despertar da
Primavera”, de Wedekind (2004), “Woyzeck”, de Büchner (2005), e “Plasticina”, de Vassili Sigarev (2006).
Na história de “A Gaivota”, a galeria de protagonistas relativamente malditos, inseguros, não convencionais,
que podemos identificar no trabalho de Nuno Cardoso, vai enriquecer-se com Treplev, esse inconformado
“propositor” de “formas novas”. A Gaivota fala-nos de «ilusão, decepção, divagação, desilusão e do facto de
se estar virado para o futuro e de se esperar o irreal, ou de olhar para o passado, esperando que esse
passado descubra uma esperança».
A peça estreou recentemente no Teatro Nacional de São João que é também o co-produtor com o Ao Cabo
Teatro deste espectáculo. “A Gaivota” sobe ao palco do Grande Auditório na sexta, dia 22 de Outubro, às
21h30.
A peça conta com a cenografia de Fernando Ribeiro, os figurinos são dos storytailors, o desenho de luzes
de José Álvaro Correia e a sonoplastia Luís Aly. Interpretam “A Gaivota” os actores Maria do Céu Ribeiro,
João Pedro Vaz, Cristina Carvalhal, Luís Araújo, Micaela Cardoso e ainda os actores cedidos pelo Teatro
Nacional de São João: Jorge Mota, José Eduardo Silva, Lígia Roque, João Castro e Paulo Freixinho.
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Música no Pequeno Auditório, no sábado, dia 23
Off road: jazz e world music
Off Road é um projecto musical composto por quatro músicos de quatro países. Artistas com raízes culturais
distintas numa experiência musical única; improvisações com uma mistura de Jazz, Worldmusic. Um
espectáculo rítmico, espiritual e fascinante; um projecto que elimina fronteiras e cria uma linguagem musical
global. O projecto sobe ao palco do Pequeno Auditório no sábado, 23 de Outubro, às 21h30.
Off road é constituído por Xu Fengxia no Guzheng e Voz (nascida na China, vive na Alemanha), Lucas
Niggli na percussão (nascido nos Camarões, vive na Suíça), Joe Fonda no contrabaixo (nascido nos EUA,
vive em Nova Iorque) e por Carlos Zíngaro no violino (nascido em Portugal, vive em Lisboa).
Todos os membros do projecto tocaram com outros músicos reconhecidos durante as suas longas carreiras
artísticas, como Anthony Braxton, Joelle Leandre, Hamid Drake, Otomo Yoshilde, Wu Wei, Phil Minton,
Evan Parker, entre muitos outros.
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Dança no Pequeno Auditório, na quinta, dia 21
“Royal Dance” no Festival Y
Tocar o intocável. Em “Royal Dance”, espectáculo de dança do italiano Antonio Tagliarini e da espanhola
Idoia Zabaleta, parte-se de um dos símbolos «mais tóxicos e potentes do século passado: as bandeiras das
cerimónias oficiais: representação coreográfica, retórica política, celebração desportiva. Queremos
deliberadamente jogar com o intercâmbio da representação destes símbolos. Duplicar, distorcer, fazer
ressonar os possíveis significados», referem os autores e performers.
Trata-se do segundo momento do Festival Y na Guarda. O espectáculo sobe ao palco do Pequeno Auditório
na quinta-feira, dia 21 de Outubro, às 21h30, numa organização da Quarta Parede – Associação de Artes
performativas da Covilhã e o TMG.
-----------------------------------------------------------------------------Duas exposições no TMG até 31 de Outubro
Constança Meira e Margarida Dias Coelho na Galeria
O TMG conta com duas exposições na Galeria de Arte desde Setembro: "Pleasure excursions in the
countryside" de Constança Meira e "Moscovo-Bucareste-Moscovo - O rever das casas e das causas. O
revolver das coisas que dormiam." de Margarida Dias Coelho.
Sobre Constança Meira escreve Manuel Rodrigues que «Há já uns anos, o trabalho da Constança parece
ter tomado a forma de uma meditação acerca do tempo. A memória, antes do mais». A artista nasceu em
Paris em 1965. Estudou pintura e gravura em Itália e nos Estados Unidos da América. Já em Portugal
passou pela Ar.CO (Centro de Arte e Comunicação Visual), e chegou a ser bolseira da Fundação Calouste
Gulbenkian. Expõe individual e colectivamente desde 1986.
Já Margarida Dias Coelho viveu na União Soviética e na Roménia entre os anos 60 e 70. Os trabalhos que
apresenta no TMG são o resultado de um conjunto de imagens retiradas dos livros escolares russos em
vigor nas escolas primárias nessa época. Na mesma exposição, a artista plástica expõe trabalhos que
partem de fotografias pessoais e icónicas da história da URSS. A artista nasceu em Lisboa em 1960. Viveu
entre 1962 e 1970 na União Soviética e na Roménia, tendo regressado a Portugal em 1970. Trabalha desde
1981 em cenografia, construção de adereços e pintura ligada à área dos espectáculos. Expõe desde 1988.
Ambas as exposições têm entrada livre e ficarão patentes até 31 de Outubro. Podem ser visitadas de terça
a domingo.
-----------------------------------------------------------------------------Para mais informações, contactar:
Gabinete de Comunicação e Imagem
Teatro Municipal da Guarda
Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL
Tel. 271 205 240 • Fax. 271 205 248
[email protected]
www.tmg.com.pt
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