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PRODUTIVIDADE E CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS DO CAPIM
MOMBAÇA E MARANDÚ CULTIVADAS EM DOIS SOLOS TÍPICOS DO
TOCANTINS, COM DIFERENTES REGIMES HIDRICOSI.
Productivity and agronomics characteristics of Panicum maximum and Brachiária brizanta cultured
in two of soil class of Tocantins state (Oxisol and Entsoil), conditioned in different water supply.
MELO, Jonahtan Chaves II, ALMEIDA, Jeane Alves de III, NETO, Lara Rosanie Morais II, SANTOS,
Antônio Clementino dos III*
I
Trabalho de iniciação cientifica do primeiro autor; IIAlunos do Programa de graduação em Zootecnia da UFT/EMVZ, Rua 03
Bairro São João Araguaína-TO, Brasil CEP 77.807-230. [email protected], [email protected] III Prof. Adj. Do
Curso Zootecnia/UFT/EMVZ, Araguaína-To, [email protected], *Bolsista de Prod. Pesquisa do CNPq. [email protected]
Resumo: O objetivo deste trabalho foi avaliar os parâmetros produtivos e agronômicos do Panicum
maximum cv. Mombaça e do Brachiária brizanta cv. Marandú cultivados em Argissolo Vermelho
eutroférrico, e Neossolo Quartzarênico órtico sob diferentes regimes hídricos. O experimento foi
conduzido em casa de vegetação na EMVZ – Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia / Universidade
Federal do Tocantins, campus de Araguaína, TO. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado
em arranjo fatorial (2x4x2) que constou de duas espécies forrageiras (Panicum maximum cv. Mombaça e
do Brachiária brizanta cv. Marandú), quatro teores de água (25%, 50%, 75% e 100% da capacidade de
campo), dois tipos de solos, com quatro repetições, perfazendo 62 unidades experimentais. A produção de
Massa Seca de Forragem (MSF) teve comportamento linear com aumento dos percentuais de umidade,
para as duas cultivares nos dois ciclos produtivos, nos dois tipos de solos, sendo, que o solo argiloso
ambas as cultivares obtiveram superioridade ao solo arenoso. As larguras medias das folhas não se
diferenciaram (P>0,05). O mesmo sendo observado para tamanho das folhas para o capim Mombaça, e
para o Marandú nos dois maiores. Não houve significância (P>0,05) para diâmetro de colmo comparando
os maiores regimes. Nas medidas de altura observou-se superioridade nas maiores umidades (P<0,05). Os
números de perfilhos nas maiores umidades se diferenciaram (P<0,05), sendo que o Mombaça teve maior
número no primeiro ciclo. O maior perfilhamento nos dois gêneros ocorreu nos regimes hídricos não
estresses, e influência positivamente nas características produtivas e agronômicas quando comparadas aos
regimes estressantes.
Palavras–chave: água, estresse, forragem, produção, solo
Summary: The objective of this study was to evaluate the productive and agronomic parameters of
Panicum maximum cv. Mombaça and the Brachiária brizanta cv. Marandú grown in Oxisoil, and Entsoil
under different water schemes. The experiment was conducted in a greenhouse in EMVZ - School of
Veterinary Medicine and Zootecnia / Federal University of Tocantins, campus of Araguaína, TO. The
completely randomized design in a factorial arrangement (2x4x2), which consisted of two forage species,
four levels of water (25%, 50%, 75% and 100% of the capacity of field), two types of soils, with four
repetitions, making 62 experimental units. The production of dry mass of Forage (MSF) was linear
behavior increasing in line with the increase in the percentage of moisture, for the two cultivars in two
production cycles, the two types of soil, being that the clay soil in both cultivars returned relative
superiority in comparison with the sandy soil. The mean width of leaves are not differentiated (P>0.05) in
three major schemes in two cultivars. The same is observed for size of leaves to Mombaça grass, and for
the two major Marandú. There was no (P> 0.05) for comparing stem diameter of the largest schemes. In
the measures of time it was observed that plants were higher humidity in two largest (P<0.05). To the
greatest number of tillers were higher humidity and is differentiated (P <0.05), while the Mombaça had
many in first round. The biggest tillering in both genders occurs in water schemes not stress, and
positively influence the characteristics productive, as well as in agronomic stressful when compared to
schemes.
Keywords: water, stress, grass, production, soil
INTRODUÇÃO
A pecuária de leite e corte são atividades de importância econômica na bacia do
Araguaia, TO. No Cerrado e Amazônia, as gramíneas possuem grande importância, pois
se constituem a base da alimentação dos animais dos rebanhos leiteiros e de corte.
Dentre as diversas espécies utilizadas na alimentação de ruminantes, o Panicum
maximum cv. Mombaça e do Brachiária brizanta cv. Marandú tem papel de destaque,
pelo alto potencial de produção de matéria seca e alto valor nutricional. Entretanto, é
necessário que ela tenha condições climáticas adequadas, e também solo fértil que dê a
planta condições para que a mesma produza de forma satisfatória.
Na maior parte das áreas tropicais, o déficit hídrico é o fator mais importante na
determinação do crescimento e da produtividade das forrageiras. Geralmente todos os
aspectos ligados ao crescimento da planta são afetados pelo estresse hídrico, como:
diminuição da expansão foliar, aceleração na taxa de senescência foliar, a inibição do
perfilhamento, ramificações e aceleração da morte dos perfilhos estabelecidos, bem
como atraso no crescimento e no desenvolvimento da planta. A seca é o principal
entrave da produtividade agrícola mundial (REDDY et al., 2004).
A resposta fisiológica das plantas mantidas em condições adversas depende
sobremaneira do controle genético e das interações genótipo-ambiente, que podem ser
desencadeadas em condições de estresse, como por exemplo, em condições de excesso
ou deficiência de água, luz, temperatura ou nutrientes (ANDRADE & CASALI, 1999).
Segundo Santos & Carlesso (1999) a sensibilidade dos mecanismos de adaptação das
plantas ao déficit hídrico depende do estágio de desenvolvimento da planta. Sendo que
efeito do déficit hídrico sobre a maioria das culturas varia de acordo com a duração, a
intensidade e período de sua ocorrência no ciclo da cultura avaliada. Geralmente
considera-se a ocorrência do déficit hídrico quando a quantidade de água absorvida pela
planta é menor que a quantidade de água transpirada, de forma que os tecidos não ficam
túrgidos. Assim, o estresse hídrico desenvolve-se quando a taxa de transpiração excede
a taxa de absorção e o transporte de água na planta (BERKOWITZ, 1998).
Sabe-se que a transpiração das plantas é diminuída quando o solo perde água. Em
resposta a tal fator estressor as plantas reduzem o fluxo de vapor d'água do interior da
câmara sub-estomática para a atmosfera, causando depressão na transpiração. A água
perdida pela transpiração é o mecanismo primário de regulação da temperatura da
planta, dissipando assim grande parte do calor absorvido da radiação solar (THOMAS
et al., 2000). Estudos realizados por Andrade & Casali (1999) indicam que plantas com
deficiência hídrica são mais vulneráveis a pragas e doenças. Em condições de baixa
disponibilidade de água, vários processos metabólicos nas plantas são influenciados,
como o movimento estomático, o declínio na taxa de crescimento, o acúmulo de solutos
e antioxidantes, além do aumento da expressão de genes específicos a resposta de
estresse desencadeada as essas alterações (SINGH-SANGWAN et al., 1994).
Segundo Andrade & Casali (1999) a adaptabilidade das plantas às condições de
estresse ambiental é influenciada pela duração e magnitude do estresse aplicado. Como
adaptações ao estresse provocado pela seca às plantas forrageiras promovem o
fechamento estomático, ajustamento da parede celular, produção de folhas menores,
redução da área foliar e aumento na densidade de raízes (KANO et al 1999).
Na ocorrência de limitação de algun dos fatores que determinam à diminuição do
pool de assimilados da planta forrageira, a partição destes é alterada, priorizando-se
principalmente os componetes morfológicos da planta relacionados com a captação
desse recurso limitante. A deficiência de água estimula a partição de assimilados para o
sistema radicular, como forma de almentar o tamanho do componente que captura esse
recurso limitante, comprometendo a produtividade, pois estes deveriam estar sendo
distribuidos para produção de tecido foliar, priorizando o acumulo de forragem
(ALEXANDRINO et al., 2008).
O potencial de água da folha, bem como o conteúdo relativo de água são
reduzidos com o declínio da disponibilidade de água do solo (LAWLOR; CORNIC,
2002), levando à perda da turgescência e ao fechamento estomático (MANSUR;
BARBOSA, 2000). O déficit hídrico tem efeitos em diversos processos fisiológicos das
plantas, geralmente aumentando a resistência estomática, reduzindo a transpiração e
conseqüentemente o suprimento de CO2 para a realização do processo de fotossíntese
(NOGUEIRA et al., 1998). Outros processos também são afetados como a produção de
ácido abscísico, abscisão foliar e ajustamento osmótico (TAIZ; ZEIGER, 2004).
Lopes et al. (1998), constataram que o déficit hídrico reduz o índice de troca de
CO2 e a sua condução para as folhas, diminuindo a concentração desse elemento nos
espaços intercelulares. O fechamento estomático é um importante mecanismo de defesa
que as plantas apresentam contra perdas exageradas de água e eventual morte por
dessecação (GLENN et al., 2000).
Outros fatores associados com a queda na taxa fotossintética são as altas
temperaturas e altos déficits de pressão de vapor na atmosfera, tornando-se mais crítico,
quando ocorre deficiência hídrica do solo (TAIZ; ZEIGER, 2004). O enrolamento das
folhas causa redução na área foliar e, conseqüentemente, na atividade fotossintética da
planta, comprometendo sobremaneira a produtividade da cultura. A diminuição da área
foliar do dossel das culturas é outro importante mecanismo de adaptação a períodos de
déficit hídrico. De fato, o desenvolvimento e a duração da área foliar
fotossinteticamente ativa da planta determinam, de acordo com a fração de radiação
solar interceptada pelo dossel, influenciando o desenvolvimento e a produção final da
cultura.
Os vegetais submetidos à seca exibem mecanismos de adaptação que previnem a
perda de água para o ambiente e mantém sua hidratação, a exemplo, a redução da área
foliar, já que com uma área menor a planta transpira menos, permitindo o uso do
suprimento de água limitado no solo por um período mais longo (TAIZ; ZEIGER,
2004). A resposta das plantas ao déficit hídrico varia qualitativa e quantitativamente e
cada planta em particular apresenta resposta diferenciada ao regime de umidade do solo.
Revisando Carlesso (1995), Santos & Carlesso (1999) mostram que a quantidade
de água armazenada no solo varia com a sua textura, o que leva as plantas a
apresentarem diferentes comportamentos em relação aos mecanismos de adaptação. De
acordo com Kiehl (1979) a quantidade de água armazenada no solo disponível às
plantas varia com a textura e as características físicas do solo, levando a planta a
apresentar diferentes respostas em seus mecanismos de resistência morfofisiológicos.
Juntamente com as gramíneas do gênero Brachiaria o Capim-Mombaça é uma
forrageira comumente usada na região dos Cerrados, e que por sua vez não suprem as
exigências nutricionais do potencial de desempenho de animais em pastejo. Aliado a
essa situação, existe também o efeito negativo da sazonalidade de produção que, no
período seco (maio a setembro), é de apenas 20% do total de produção de forragem,
tornando-as com baixos teores de proteína e carboidratos solúveis, bem como com altos
teores de fibra. Nessa situação o desempenho animal é influenciado, principalmente,
pela baixa ingestão de matéria seca (COSTA et al. 1995, JANK et al., 1995).
A Brachiaria é o capim mais plantado no Brasil, sendo usado na cria, recria e
engorda dos animais, desde que seja bem manejada. O grande interesse dos pecuaristas
pelas espécies de braquiárias se prende ao fato de estas serem plantas de alta produção
de matéria seca, possuírem boa adaptabilidade, facilidade de estabelecimento,
resistência e bom valor nutritivo, além de apresentarem poucos problemas de doenças e
mostrarem bom crescimento durante a maior parte do ano, inclusive no período seco
(SOUZA & DUTRA, 1991).
O estudo da adaptação de plantas forrageiras aos regimes hídricos e condições de
solos típicos da região permite alternativas à manutenção e manejo de pastagens
(ZIMMER & EUCLIDES, 2000). Com base no exposto o objetivo deste trabalho foi
avaliar os parâmetros produtivos e agronômicos do Panicum maximum cv. Mombaça e
do Brachiária brizanta cv. Marandú cultivados em Argissolo Vermelho eutroférrico, e
Neossolo Quartzarênico órtico manejados em diferentes regimes hídricos.
MATERIAL E MÉTODOS
O experimento foi conduzido na EMVZ – Escola de Medicina Veterinária e
Zootecnia da Universidade Federal do Tocantins (UFT), campus de Araguaína, TO. O
delineamento inteiramente casualizado em arranjo fatorial (2x4x2). Constando de dois
gêneros forrageiros (Brachiaria brizanhta cv. Marandu e Panicum maximum cv.
Mombaça), quatro teores de água no solo (25%, 50%, 75% e 100%), e dois solos
(Figura 1), estes sendo classificados como (Argissolo Vermelho eutroférrico, Neossolo
Quartzarênico órtico), com quatro repetições por tratamento de umidade totalizando 64
unidades experimentais.
(a)
(b)
Figura 1. Capim Mombaça e Marandu dez dias após a germinação, cultivados em
Argissolo Vermelho eutroférrico (a), Neossolo Quartzarênico órtico (b), manejados em
diferentes regimes de umidade.
O estudo foi realizado em vasos em casa de vegetação, sendo que as amostras de
cada parcela foram coletadas no horizonte superficial dos solos (0 a 20 cm), coincidindo
aproximadamente com a camada de aradura, onde se desenvolve a maior parte das
raízes. Estes solos foram selecionados para o experimento devido serem típicos de
locais onde se cultiva as pastagens na região. As características físicas e químicas dos
solos são apresentados na Tabela 1.
Tabela 1. Análise química inicial dos solos típicos da região norte do Estado do
Tocantins (Araguaína).
pH em H2O
MO
1:2,5
5,48
g kg-1
10,40
4,9
8,40
P
K
Na
Ca
MG
Al
H+AL V
Neossolo Quartzarênico
_____________
_______________
mg dm-3____________
mmol dm-3 _________________
%
3,38
41,00
6,00
9,00
22,00
2,00
24,75 56
Argissolo Vermelho
1,38
21,00
0,00
4,00
8,00
6,00
14,75 45,8
A determinação da quantidade de água a ser colocada no solo foi realizada com
base no volume total de poros (VTP) do solo, através das densidades do solo (ds) e de
partículas (Dp), estimada pela expressão:
Ds
VTP = 100. 1Dp
VTP = Volume total de poros (%)
Dp = densidade de partículas (g cm-3)
Ds = densidade do solo (g cm-3)
Considerou-se a quantidade de água (100%) como sendo metade do VTP
encontrados no solo, tendo sido validada por observação direta do entorpecimento do
solo com água até máxima retenção, quantificando o volume por diferenças de massa
para melhor acurácia. A quantidade de água foi considerada em termos percentuais
equivalendo a 100% de umidade no solo, os demais percentuais foram estipulados com
base neste principio, obtendo assim, os seguintes resultados (25, 50, 75, 100) em termos
percentuais, perfazendo, os respectivos regimes hídricos trabalhados nos dois solos.
O controle da irrigação para retorno da umidade aos seus respectivos percentuais
foi feito pela diferença de massa dos vasos que tinham peso médio de 10,5 Kg para
Argissolo e 11,2 Kg para os vasos com Neossolo, sem considerar a massa da planta.
Assim, por diferença era retornada somente a água que se perdia por evapotranspiração.
A semeadura foi realizada diretamente nos vasos, e após 10 dias de germinação
fora feito desbaste, deixando cinco plântulas por vaso. A adubação foi feita com N-P-K
nas proporções de 300, 200 e 250 ppm respectivamente, em todas as parcelas, sendo o
nitrogênio aplicado em duas vezes, 100 ppm na fundação e 200 ppm na cobertura.
Os parâmetros fisiológicos foram avaliados com as plantas mantidas sob regime
de luz e temperatura natural. Foram avaliados: massa seca de forragem (MSF), para sua
obtenção as espécies forrageiras foram cortadas a 15 cm do solo, sendo este material
acondicionado em sacos de papel e levados a estufa com circulação forçada de ar, a
55ºC por 72 horas, em seguida as amostras foram colocadas no dessecador para
estabilizar a umidade e temperatura, posteriormente pesadas em balança de precisão
(0,01 g), determinando o peso da massa seca da planta por vaso; diâmetro de colmo
(DC), na busca de avaliar o comportamento da planta em relação ao estresse sofrido, foi
medido o DC a cada 15 dias após 10 dias da germinação, com auxilio de um paquímetro
digital para mensuração; a largura de folha (LF), o tamanho da folha (TF), foi contado a
cada 15 dias o número de perfilhos (NP), foi determinado por contagem direta; a altura
de perfilhos (AP), foi mensurada com auxílio de uma trena graduada a cada 15 dias,
após 10 dias da germinação.
Após a obtenção dos dados, os mesmos foram submetidos a testes estatísticos
através da análise de variância e seguidos pelo teste de Tukey (P<0,05) com auxilio do
programa ESTAT - Sistema para Análises Estatísticas – UNESP - Campus de
Jaboticabal-SP.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A Figura 2 mostra a produção de massa seca de forragem (MSF) do capim
Mombaça e do Marandú no primeiro e segundo ciclos produtivos, submetidos a
diferentes regimes hídricos, cultivados em dois solos típicos do Tocantins. Para
produção de massa seca as duas espécies forrageiras se comportaram linearmente de
acordo com o aumento dos percentuais de umidade, tanto no primeiro (Figura 2a), como
no segundo corte (Figura 2b), atingindo maior produção em 100% da capacidade de
campo, que em média foram de 69,79 e 38,25 g vaso-1 respectivamente, para o capim
Mombaça e Marandú, que também diferiram estatisticamente (P>0,05) no mesmo
regime hídrico, sendo, o mesmo observado em todos os outros regimes, nos dois ciclos
produtivos. A maior produção das cultivares estudadas foi observada nos tratamentos
com maiores teores de água no solo (75 e 100%), mostrando uma maior aproveitamento
da água disponível para produção de massa seca de forragem (Figura 2e).
Mombaça
(a)
Marandú
(b)
Mombaça
Marandú
Aa
CV= 18,87%
70
Ba
.
60
50
Ca
30
Bb
20
10
Ab
Ab
40
MSF, g/vaso
MSF, g/vaso
.
70
Da
Ca
CV= 17,20%
60
50
Aa
Ba
40
Ab
30
Ca
20
Da
10
0
Cb
Db
0
25%
50%
75%
100%
25%
50%
% de Umidade
.
Marandú
Mombaça
CV= 18,87%
70
Aa
40
Ba
Ab
Bb
20
10
Marandú
CV= 17,20%
60
50
40
Aa
30
Ba
Ab
20
Bb
10
0
0
Argissolo
Neossolo
Argissolo
Neossolo
Solos
Solos
(e)
.
60
50
Argissolo
CV= 18,87%
70
MSF, g/vaso
MSF, g/vaso
MSF, g/vaso .
60
30
100%
(d)
Mombaça
50
75%
% de Umidade
(c)
70
Bb
Aa
Ba
Neossolo
Aa
Ab
40
Ca
30
20
10
Bb
Da
Cb
0
25%
50%
75%
100%
% de Umidade
Figura 2. Produção de massa seca de forragem em (g vaso-1) do capim Mombaça e do Marandú no
primeiro e segundo ciclos produtivos submetidos a quatro regimes hídricos (25, 50, 75, 100), como
percentual da quantidade de água, cultivados em Argissolo Vermelho eutroférrico e Neossolo
Quartzarênico órtico. (a) massa seca de forragem (g vaso -1) – primeiro ciclo (30 dias após o corte de
estabilização); (b) massa seca de forragem (g vaso -1) – segundo ciclo (30 dias após primeiro corte); (c)
massa seca de forragem (g/vaso) – primeiro ciclo (30 dias após corte de estabilização); (d) massa seca de
forragem (g vaso-1) – segundo ciclo (30 dias após primeiro corte); (e) massa seca de forragem (g vaso -1) –
primeiro ciclo (30 dias após corte de estabilização). Letras maiúsculas nas barras comparam o estresse
hídrico dentro do gênero forrageiro, e dentro de solos ao nível de 5% pelo Teste de Tukey.
O sintoma de déficit hídrico apresentado pelas plantas através do enrolamento
das folhas ocasiona redução na interceptação da radiação solar e na produção de
carboidratos, reduzindo a área foliar fotossinteticamente ativa e a expansão das folhas,
comprometendo sobremaneira o acúmulo de forragem. Os resultados encontrados
condizem com os estudos de Carlesso (1995), estes, demonstram que o aumento no
enrolamento das folhas durante um período de déficit hídrico ocasionou redução da área
foliar das plantas expostas a radiação e, como conseqüência, menor interceptação da
radiação pelo dossel da cultura e produção de carboidratos. As figuras 2(c) e 2(d)
mostram a interação nos dois ciclos diferenciados com significância (P>0,05) entre as
médias de MSF produzidas nos dois tipos de solos, sendo, que o solo argiloso em ambas
as cultivares e nos dois ciclos produtivos obtive relativa superioridade em comparação
com o solo arenoso.
De acordo com Kiehl (1979), este comportamento ocorre devido à quantidade de
água armazenada no solo disponível às plantas, que varia com a textura e as
características físicas do solo, levando a planta a apresentar diferentes respostas em seus
mecanismos de resistência morfofisiológicas.
A Tabela 2 ajuda a compreender a magnitude da produtividade forrageira,
expressa em MSF, em relação à umidade que foi retornada aos solos, de acordo com as
possíveis percas por evapotranspiração, bem como realização dos processos ligados a
atividade fotossintética, em cada um dos regimes hídricos, nos dois solos. Mostra que o
Argissolo obteve melhor índice de conversão em massa seca de forragem (ICMSF),
quando cultivados em 50% da quantidade de água, o que denota adaptabilidade das
plantas forrageiras ao regime estressante, que é comprovado pela menor produção de
MSF, em relação aos dois maiores regimes. A planta forrageira nessas condições usa
mais eficientemente o recurso limitante, mais em detrimento a esta adaptação reduz
visivelmente a produtividade.
Tabela 2. Relação da quantidade de água gasta para produção de massa seca de Forragem, em solos
manejados com diferentes teores de água (25, 50, 75 e 100), dados em percentual da quantidade de água.
Solos
Argissolo
Neossolo
Estresse hídrico %
25
50
75
100
25
50
75
100
3
1
8,1
11,8
21,0
28,8
4,5
9,2
25,9
27,0
Irrigação, dm de água
138,5
372,2
641,5
861,4
3,4
175,1
604,7
632,2
Produção MSF (g) 2
17,10
31,54
30,55
29,91
0,76
19,03
23,35
23,41
ICMSF (g dm-3) 3 #
1
quantidades de água em (dcm3), gasto na produção das forrageiras, nos respectivos regimes hídricos;
2
Produção total de massa seca de forragem em (g); 3Índice de conversão em massa seca de forragem, por
unidade água que foi retornada aos solos, dada em (g dcm-3).
# ICMSF= MSF dcm-3 de água.
Quando as plantas forrageiras foram cultivadas em Neossolo, estas não
ultrapassaram ICMSF a 24,00g dcm-3, mesmo nos maiores percentuais de umidade.
Solos arenosos sofrem maiores variabilidades nos conteúdos de água, e acabam por
impor condição mais severa de déficit hídrico, por isso mesmo observa-se menor
produção e ICMSF de baixa magnitude comparado ao solo argiloso.
Na Figura 3, estão apresentados os valores de largura e tamanho das folhas dos
capins Mombaça e Marandú no primeiro e segundo ciclos, submetidos a diferentes
regimes hídricos e cultivados em dois solos típicos do Tocantins. As larguras médias
das folhas não diferiram estatisticamente (P<0,05) entre as umidades de 50, 75 e 100%
da quantidade de água, quando as variedades foram cultivadas em Argissolo tanto no
primeiro (Figura 3a), quanto no segundo ciclo produtivo (Figura 3b), havendo diferença
significativa (P>0,05) somente no estresse severo de 25% da quantidade de água.
As mesmas espécies cultivadas em Neossolo não tiveram a mesma resposta,
havendo diferença para os regimes de 25 e 50% da quantidade de água, com menor
largura das folhas para o menor regime. No mesmo regime de umidade observa-se
maior largura média das folhas quando o cultivo foi feito em Argissolo, existindo
diferença entre os dois solos (P>0,05) em todas as umidades (Figura 3a). No segundo
ciclo (Figura 3b) observa-se mesma largura das folhas para os dois maiores regimes
hídricos, em Neossolo, havendo diferença somente entre os dois menores. A largura das
folhas, não importando os regimes entre espécies, sempre foi diferenciada (P>0,05),
com destaque para o capim Mombaça, e com maiores larguras para os dois maiores
regimes nas duas cultivares (Figura 3c). Comparando as larguras das duas cultivares
nos dois solos, observa-se superioridade do Mombaça nos dois solos estudados, e ainda
diferença (P>0,05) entre solos comparando o mesmo cultivar (Figura 3d).
Para o tamanho das folhas não houve diferença (P<0,05) para o capim Mombaça
nos três maiores regimes, para o capim Marandú o mesmo comportamento fora
observado apenas nos regimes de 75 e 100% da quantidade de água (Figura 3e). O
diâmetro de colmo diferenciou estatisticamente somente no primeiro ciclo nas unidades
experimentais com 25% e 50% da quantidade de água, para a cultivar Mombaça,
enquanto a Marandú só apresentou diferença para as de 25%. Houve ainda diferença
(P>0,05) entre as mesmas umidades, com maior diâmetro para o Mombaça (Figura 4a).
No segundo ciclo o capim Mombaça apresentou o mesmo comportamento, enquanto
que, a cultivar Marandú apresentou menores diâmetros de colmo na umidade de 25%
(P>0,05). Os demais regimes não se diferenciaram (Figura 4b).
Largura das Folhas, mm
CV= 13,87%
Aa
Aa
Ba
ABb
Aa
Ab
Bb
Cb
25%
50%
75%
(b)
CV= 17,45%
Argissolo
Neossolo
40
35
30
25
20
15
10
5
0
.r.
Argissolo
Largura das Folhas, mm
.
(a)
40
35
30
25
20
15
10
5
0
100%
Aa
Ba
50%
Largura das Folhas , mm
Largura das Folhas, mm
Ab
Ab
50%
75%
100%
40
35
30
25
20
15
10
5
0
Aa
Ba
Ab
Bb
Argissolo
Neossolo
Solos
.
(e)
Mombaça
CV= 15,65%
70
Mombaça
Marandú
% de Umidade
Tamanho das Folhas, cm
100%
CV= 17,45%
Aa
Aa
ABb
25%
75%
(d)
.
.
Mombaça
Ba
Bb
Aa Aa
Cb
25%
Marandú
Ca
ABb
% de Umidade
(c)
CV= 13,87%
Aa
Bb
% de Umidade
40
35
30
25
20
15
10
5
0
Neossolo
Marandú
60
50
40
30
Aa
Aa
Aa
Ab
Ab
Bb
Ba
20
10
Cb
0
25%
50%
75%
100%
% de Umidade
Figura 3. Largura das folhas (mm), e tamanho das folhas (cm) dos capins Mombaça e Marandú no
primeiro e segundo ciclos produtivos, submetidos a quatro regimes hídricos (25, 50, 75, 100), como
percentual da quantidade de água, cultivados em Argissolo Vermelho eutroférrico e Neossolo
Quartzarênico órtico: (a) largura das folhas (mm) – primeiro ciclo (30 dias após o corte de estabilização);
(b) ) largura das folhas (mm) – segundo ciclo (30 dias após primeiro corte); (c) ) largura das folhas (mm)
– primeiro ciclo (30 dias após o corte de estabilização); (d) ) largura das folhas (mm) – segundo ciclo (30
dias após primeiro corte) (e) ) tamanho das folhas (cm) – segundo ciclo (30 dias após primeiro corte).
Letras maiúsculas nas barras comparam o estresse hídrico dentro do gênero forrageiro, e dentro de solos
ao nível de 5% pelo Teste de Tukey.
Houve interação entre solos e cultivares (Figura 4c), onde se observa que os
diâmetros dos colmos são maiores quando ambos os gêneros forrageiros são cultivados
em Argissolo, havendo assim, diferença entre este e o Neossolo, e entre cultivares
dentro do Argissolo, com maior magnitude para o Mombaça; já em Neossolo não há
diferença entre as forrageiras trabalhadas (P>0,05).
.
Mombaça
Marandù
7
Ba
Ab
Ab
ABb
4
3
Aa
Aa
6
Diâmetro de colmo, mm
Diâmetro de Colmo, mm
7
5
Ba
Cb
2
1
0
25%
(b)
.
(a)
CV= 13,10%
50%
75%
5
Ab
4
3
Aa
Ab
Ab
Ca
Bb
2
1
0
25%
100%
50%
75%
100%
% de Umidade
.
(c)
7
Diâmetro de Colmo, mm
Marandú
Ba
% de Umidade
6
Aa
CV= 10,48%
6
Mombaça
Mombaça
Marandú
CV= 13,10%
Aa
5
Ab
Ba
4
Ba
3
2
1
0
Argissolo
Neossolo
Solos
Figura 4. Diâmetro de colmo (mm) do capim Mombaça e do Marandú no primeiro e segundo ciclos
produtivos submetidos a quatro regimes hídricos (25, 50, 75, 100), como percentual da quantidade de
água, cultivados em Argissolo Vermelho eutroférrico e Neossolo Quartzarênico órtico. (a) diâmetro de
colmo (mm) – primeiro ciclo (30 dias após o corte de estabilização); (b) diâmetro de colmo (mm) –
segundo ciclo (30 dias após primeiro corte); (c) ) diâmetro de colmo (mm) – primeiro ciclo (30 dias após
o corte de estabilização). Letras maiúsculas nas barras comparam o estresse hídrico dentro do gênero
forrageiro, e dentro de solos ao nível de 5% pelo Teste de Tukey.
Na (Figura 5a) observa-se interação do capim Mombaça e Marandú no primeiro
ciclo produtivo, com resposta diferenciada destes quando cultivados nos regimes
hídricos de 75 e 100%, com melhor dimensão vertical para o Mombaça. Estes mesmos
regimes não diferiram entre se ao comparar o mesmo gênero forrageiro (P<0,05), pois
cada um deles apresentou mesma altura de perfilhos. Enquanto que para as umidades de
25 e 50% existiu diferença significativa, encontrando-se plantas menores, não existindo
significância (P<0,05) entre gêneros somente na quantidade de água de 50%.
No segundo corte (Figura 5b) não se observou diferenças para as umidades de 75
e 100% da quantidade de água, nem tão pouco entre os cultivares. Os regimes hídricos
equivalentes a 25 e 50% das quantidades de água observaram-se menores alturas de
perfilhos, não existindo diferença entre cultivares para 50%. Houve morte dos perfilhos
do capim Marandú, o que torna os dados no regime de 25% tão discrepante dos
observados para o capim Mombaça.
Mombaça
(b)
Marandú
Argissolo
Neossolo
.
.
(a)
Aa
Aa
Ab
80
Altura de Perfilhos, cm
Altura de Perfilhos, cm
100
Ab
Ba Aa
60
40
CV= 11,81%
100
Ca Ba
20
Aa
Aa Aa
80
Ba
60
Ca
20
Cb
0
25%
50%
75%
100%
25%
50%
% de Umidade
(d)
Neossolo
.
Argissolo
Número de Perfilhos
CV= 20,12%
50
40
Aa
Aa Aa
30
Ba
Ca
75%
100%
% de Umidade
60
ABb
Ba
Cb
60
Argissolo
Neossolo
CV= 18,62%
50
Aa Aa
40
Aa
Aa
Ba
30
Ca
Bb
20
10
Cb
0
0
25%
25%
50%
75%
50%
100%
75%
100%
% de Umidade
% de Umidade
Mombaça
Marandú
.
(e)
60
Número de Perfilhos
Número de Perfilhos
.
(c)
10
Ba
40
0
20
Aa
CV= 20,12%
50
40
30
Aa
Aa
Ba
20
Aa
10
0
Argissolo
Neossolo
Solos
Figura 5. Altura de perfilhos (cm) e numero de perfilhos do capim Mombaça e do Marandú no primeiro e
segundo ciclos produtivos submetidos a quatro regimes hídricos (25, 50, 75, 100), como percentual da
quantidade de água, cultivados em Argissolo Vermelho eutroférrico e Neossolo Quartzarênico órtico. (a)
altura de perfilhos (cm) – primeiro ciclo (30 dias após o corte de estabilização); (b) altura de perfilhos
(cm) – segundo ciclo (30 dias após primeiro corte); (c) número de perfilhos – primeiro ciclo (30 depois do
corte de estabilização); (d) número de perfilhos – segundo ciclo (30 dias após primeiro corte); (e)numero
de perfilhos – primeiro ciclo (30 dias após o corte de estabilização). Letras maiúsculas nas barras
comparam o estresse hídrico dentro do gênero forrageiro, e dentro de solos ao nível de 5% pelo Teste de
Tukey.
Para os números de perfilhos (Figura 5c) observa comportamento linear para o
aumento do percentual de umidade no solo até que este chega a 75% da quantidade de
água, não diferindo este do maior regime. Enquanto que para o Neossolo maiores
contagens foram para 75% da quantidade de água.
No segundo ciclo produtivo observa-se mesma contagem de perfilhos nos regimes
não estresses, 75 e 100% da quantidade de água, que não diferem (P<0,05) entre solos e
nem cultivares, (Figura 5d). Na (Figura 5e), observa-se que em Argissolo a contagem
média de perfilhos nas duas cultivares não se diferencia (P<0,05), sendo o mesmo
observado em Neossolo, parem o capim Mombaça apresenta-se com número superior de
perfilhos quando cultivado em Argissolo, havendo significância (P<0,05) entre solos.
CONCLUSÕES
O maior perfilhamento nas duas cultivares, nos dois solos ocorre quando o teor de
água no solo está na capacidade de campo e influencia positivamente nas características
produtivas. Os dois gêneros forrageiros podem ser trabalhados em regimes hídricos
entre 70 e 80% da capacidade de campo sem grandes decréscimos na produtividade.
Entretanto para umidades inferiores a 50% da quantidade de água, em solos arenosos,
deve-se optar pelas plantas do gênero Brachiaria devido à grande variabilidade das
condições destes solos, que impõem estresse às plantas. Estas são mais bem adaptadas e
tem maior potencial produtivos nestas condições de meio.
O enrolamento das folhas, devido ao estresse hídrico ocasiona redução da largura
e tamanho das folhas das plantas expostas a radiação e, como conseqüência, menor
interceptação da radiação pelo dossel da cultura e produção de carboidratos. O estudo
em casa de vegetação ainda é incipiente devendo este se estender ao campo para atender
a realidade do produtor, contudo mostram de maneira eficiente os paradigmas da
produtividade forrageira em relação ao nível de umidade nos solos.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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