materia do fabini

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Como funcionam os mercados
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Alguns mercados (lojas) reúnem fisicamente o comprador e o vendedor;
Outros mercados (Bolsa de Valores) operam por meio de intermediários (corretores);
comércio eletrônico se dá na Internet;
Esses mercados levam a cabo a mesma função econômica;
Os preços se ajustam para igualar a quantidade que as pessoas desejam comprar com a quantidade que as
pessoas desejam vender;
Logo, os preços guiam a sociedade na escolha do quê, como e para quem produzir.
Como funcionam os mercados – Demanda
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A fim de representar um mercado típico em modelo, necessita – se da demanda, o comportamento dos
compradores e da oferta o comportamento dos vendedores.
A demanda é a quantidade que os compradores desejam adquirir a cada preço concebível;
Logo, a demanda não é uma quantidade particular, e sim uma descrição completa da quantidade que os
compradores adquiririam a cada preço possível e imaginável;
Como funcionam os mercados – Oferta
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A oferta é quantidade que os vendedores querem vender a cada preço concebível;
Analogamente a oferta é uma descrição completa da quantidade que os vendedores gostariam de vender a
cada preço possível.
Como funcionam os Mercados – Exemplo Mercado de Automóveis Populares
Preço US$
40.000
Oferta S'
30.000
20.000
E
15.000
10.000
Demanda D
Quantidade
10.000
20.000
30.000
40.000
Observação:
1. Mesmo quando o preço fosse 0 somente uma quantidade finita é desejada (muitas pessoas não querem
carros);
2. À medida que o preço sobe, a quantidade demandada cai, mantidos iguais os demais fatores
(proporcionalmente ao poder aquisitivo da população);
3. Já a linha de oferta mostra quanto os vendedores gostariam de vender a cada preço. Por um preço inferior
a R$ 10.000,00 nem pensariam em vender;
4. Buscando minimizar suas riquezas seria mais lucrativo fornecer a preços mais elevados, logo a
quantidade de oferta aumenta.
Como funcionam os Mercados – Preço de Equilíbrio
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preço de equilíbrio ajusta o mercado de um modo geral. É o preço pelo qual a quantidade ofertada se
iguala à quantidade que os compradores desejam comprar e os vendedores desejam vender é 20.000,00
carros;
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A preços inferiores a R$ 20.000,00, a quantidade demandada excede a quantidade ofertada. Há uma
escassez, ou excesso de demanda, termo usado para resumir uma afirmação mais acurada, que seria: “ A
quantidade demandada excede a quantidade ofertada a este preço”.
Na mesma linha a qualquer preço sempre de R$ 20.000,00 a quantidade ofertada excede a quantidade
demandada. Os vendedores têm estoques invendáveis. Para descrever esse excedente, os economistas
usam o termo excesso de oferta, que significa “ excesso de quantidade ofertada a este preço”.
O mercado está automaticamente em equilíbrio?
Suponha que o preço seja inicialmente R$ 30.000,00, acima do preço de equilíbrio. Neste caso, os
produtores desejam vender 30.000,00 unidades.
Os vendedores têm de baixar o preço para acabar com seu estoque.
Cortar preços tem dois efeitos:
Aumenta a quantidade demandada;
Reduz a quantidade ofertada;
Ambos os efeitos reduzem o excedente de oferta;
As reduções de preços continuam até que seja aliançado o preço de equilíbrio de R$ 20.000,00 e seja
eliminado e excesso de oferta;
Titulo?
Se o preço está abaixo do preço de equilíbrio, o processo é o reverso. A um preço de R$ 15.000,00, a
quantidade demandada é 30.000,00 mas a quantidade ofertada é apenas 10.000,00.
Os vendedores esgotam seus estoques e cobram preços mais autos.
Os preços sobem até que o preço de equilíbrio seja alcançados, o excesso de demanda seja eliminado e o
mercado se ajuste.
Por trás da curva de demanda
A curva de demanda mostra a relação entre e quantidade demandada, mantendo todos os outros fatores
constantes.
Três outros fatores são relevantes no caso das curvas de demanda:
1. O preço de bens relacionados;
2. A renda dos consumidores;
3. As preferências dos consumidores.
Por trás da curva de demanda – o preço dos bens relacionados
Passagens de metrô mais caras podem levar a um aumento na quantidade demandada dos ônibus a cada preço
possível;
Ou seja, os ônibus são um substituto para o metrô;
Gasolina e carros, contudo, não são substitutos, mas complementos. Não se pode usar um carro sem
combustível. Um aumento no preço da gasolina tende a diminuir a demanda de carros.
Logo, um aumento no preço de um bem impulsiona a demanda por substitutos desse bem, mas reduz a
demanda de seus complementos.
Por trás da curva de demanda – renda dos consumidores
Quando a renda sobe, a demanda da maioria dos bens aumenta.
Porém há excessões:
“ Há maior parte dos bens está na categoria dos bens normais”;
Bens inferiores são bens baratos, de baixa qualidade que as pessoas prefeririam não comprar se tivessem uma
renda um pouquinho mais alta.
Logo, no caso de um bem normal, a demanda aumenta quando a renda se eleva para um bem inferior, anda cai
quando a renda sobe”.
Por trás da curva de demanda – preferências ou gostos do consumidor
Em parte essas são determinada por conveniência, costumes e atitudes sociais;
Um exemplo é a ênfase (mudança nos costumes) em saúde e boa forma aumentou a demanda de equipamento
para “jogging”, comida natural e instalações desportivas, mas reduziu a demanda de tortas com creme,
manteiga e cigarros.
Deslocamentos da curva de demanda
Movimentos ao longo da curva de demanda isolam os efeitos do preço do produto sobre sua quantidade
demandada, mantidos os preços dos bens relacionados, rendas e gastos constantes;
 Mudanças nestes fatores deslocam a demanda dos produtos;
 Quando a curva de demanda se desloca existe inicialmente um excesso de demanda. Isso faz com que o
preço se eleve até que um novo preço de equilibrio seja atingido;
 Logo, a quantidade demandada reflete quatro fatores:
- Seu próprio preço;
- Preço de bens relacionados;
- Renda;
- Preferências.
Preço
40.000
S'
E'
30.000
20.000
E
10.000
D
D'
Quantidade
10.000
20.000
30.000
40.000
Por que escolher o preço da própria mercadoria com a quantidade demandada?
Porque mostra o mecanismo de auto – correção através do qual um mercado reage ao excesso de demanda ou
ao excesso de oferta, modificando o preço para restaurar o equilíbrio.
Por trás da curva de oferta
Também ao longo da curva de oferta há três fatores, “ fatores mantidos como constantes”:
- A tecnologia disponível para os produtores;
-
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O custo dos insumos (trabalho, máquinas, combustível e matérias – primas);
Regulação Governamental.
Por trás da curva de oferta – Tecnologia
Uma tecnologia melhor desloca a curva de oferta para a direita, pois os produtores ofertam mais que
antes a cada preço;
Máquinas mais eficientes, transportes mais rápidos e avanços tecnológicos permitem que as empresas
ofertem mais a cada nível de preços;
Entende – se como avanço tecnológico qualquer idéia que permita mais produção com menos insumos
que antes.
Por trás da curva de oferta – Preços dos Insumos
Uma curva de oferta específica é traçada também levando em conta um dado nível de preços de insumos;
Preços menores dos insumos (salários mais baixos, combustível mais barato) induzem as empresas a suprirem
mais a cada preço, deslocando para a direita a curva de oferta;
Preços mais elevados dos insumos tornam a produção menos atraente e deslocam a curva de oferta para a
esquerda.
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Por trás da curva de oferta – Regulação Governamental
Devido à livre escolha os produtores escolhem o método de produção de menor custo do seu ponto de
vista;
Se a regulação obriga os produtores a usarem um método de produção diferencial isso pode custar mais(
exemplo: regras de segurança rigorosas).
Logo desloca – se a curva de oferta para a esquerda reduzindo a quantidade ofertada a cada preço;
Ao longo de uma dada curva de oferta são mantidas constantes a tecnologia, os preços dos insumos e a
regulação governamental;
Uma mudança adversa em qualquer desses elementos torna a produção mais cara.
$
S’
S
40.0000
E’’’
30.0000
E’
20.0000
. ..
E
.
E’’
10.0000
S’’ (oferta)
D’
D(demanda)
Q
10.0000
20.0000
30.0000
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Considerando um aumento nos custos de produção e seu repasse ao preço para o consumidor, a curva é
deslocada para a esquerda (S – S’);
Neste caso, o preço de equilíbrio (E) sobe, mas a quantidade demandada de equilíbrio cai;
Agora, considere que haja um aumento na oferta, por meio de um maior nível de produção ou mesmo
importação de produtos estrangeiros. A curva de oferta é então deslocada à direita (S-S’).
aumento da oferta leva a uma quantidade de equilíbrio maior e a um preço de equilíbrio menor.
Deslocamento das Curvas de Oferta e Demanda
Deslocamentos na curva de oferta fazem com que o preço e a quantidade de equilíbrio se movam em
direções opostas;
Já deslocamentos na curva de demanda fazem com que o preço e a quantidade de equilíbrio se movam na
mesma direção.
Controles de Preço
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Ação do governo pode deslocar as curvas de demanda e de oferta;
Exigências regulamentares mais rigorosas aumentam os custos do produtor e deslocam a curva de oferta
para esquerda;
Porém, algumas vezes o governo também controla o próprio preço, e esses controles de preços podem ser
pisos (preços mínimos) ou tetos (preços máximos);
Logo , controle de preços é uma regulação governamental para firmar o preço.
Preços máximos ou tetos de preço podem ser introduzidos quando há uma queda muito aguda na oferta;
Uma escassez de alimentos em tempos de guerra significaria preços altos e dificuldades para os pobres;
Defrontando – se com uma escassez Nacional de alimentos, um governo pode impor tetos para os preços
de alimentos de tal modo que os pobres possam comprar alguma comida;
$
S
E
Po
A
.
.
.B
P1
D
Q
Q1

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
Qo
Q2
preço de equilíbrio de livre mercado “P0” é muito alto diante do poder aquisitivo da população;
Ao invés do preço de equilíbrio de mercado em “E”, o governo impõem um preço máximo de “P0”;
A quantidade vendida é “Q0” e o excesso de demanda é AB;
teto de preços “P0” permite que os pobres comprem comida que de outro modo não conseguiriam, porém
reduz a quantidade total oferecida de alimentos de “Q0” para “Q1”;
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Com em excesso de demanda “AB” no preço teto, alguma forma de racionamento é necessária para
decidir quais compradores potenciais serão abastecidos;
racionamento pode ser altamente arbitrário. Os fornecedores podem reservar suprimentos para seus
amigos, não necessariamente os pobres, ou aceitar propinas para aqueles que podem pagar para furar a
fila, criando assim, um “mercado negro”.
Um teto para os preços tem o objetivo de reduzir o preço para os consumidores;
Do mesmo modo, um pisos para os preços ou preço mínimo tem o objetivo de aumentar o preço para os
produtos;
Um exemplo é o salário – mínimo que é um piso de preços para mão – de obra.
Salário p/
horas
S
W1
E
Wo
A
W2
.
.
.B
D

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Qtd horas
O equilíbrio de livre mercado está em “E” que representa um salário por hora de “Wo” para uma
quantidade demandada “Qo”;
Q1 Qo Q2
Um salário mínimo abaixo de “Wo” é irrelevante pois por regulação governamental ninguém
pode ser remunerado a salário menor que “Wo”. Mas é claro que se tal situação existisse haveria
uma demanda maior por horas trabalhadas;
Ao salário-mínimo “W1”, empresas demandam “Q1” horas de trabalho. Há, então, um excesso
de oferta dado por “AB”;
Trabalhadores que podem vender quantas horas de trabalho quiserem, estão em melhor situação
que antes da regulação (seu salário é maior agora);
Porém, alguns trabalhadores estarão em pior situação agora, já que o total de horas trabalhadas
caiu de “Qo” para “Q1”;
Muitos governantes adotam preços mínimos para produtos agrícolas e compram o excesso de
oferta não consumida pelo setor privado.
A Sensibilidade da Demanda a Preços
Um preço “P” mais baixo tende a aumentar a quantidade demandada “Q0”
A elasticidade – Preço da demnmada mede a sensibilidade da quantidade em realação ao preço, ou seja:
Elasticidade – preço da Demanda = Mudança Percentua em “Q0”
Mudança percentual em “P”
Supondo que haja um aumento de % no preço e como conseqüência implicando numa redução da demanda
em 1% a elasticidade da demanda é : -2 = -2
+1
O sinal negativo significa que o preço e a quantidade mudam em direção opostas;

A demanda é Elástica se a elasticidade de – preço é mais negativa que -1;

A demanda é Inelástica se a elasticidade – preço está entre 1 e 0;

Se a elasticidade da demnada é exatamente -1 , a demanda tem Elasticidade Unitária.
Quando a mudança é elastica, mudanças de preços têm efeito sobre a quantidade demandada;
Quando a demanda é inelástica, as mudanças de preços têm pouco efeito sobre a quantidade demandada;
Mas por que é Importante Saber a se a Demanda é Elástica ou Inelástica?
Tomemos como exemplo que devido a uma má colheita, o volume de cereais produzidos tenha sido baixo;
Como a Elasticidade da demanda de alimentos é baixa o fracasso da colheita levará a uma forte elevação nos
preços dos alimentos. Da mesma forma , colheitas fartas levarão a fortes quedas nos preços.
Demanda Inelástica
P
D
S
P1
S'
P2
Q
Q1
Q2
Na figura anterior a curva S' representa a oferta depois de uma má colheita. A curva S' representa a oferta
depois de uma boa colheita.
O preço de equílibrio flutua entre P1 (má colheita) e P2 ( boa colheita) porém com pequenas flutuações de
quantidade.
Demanda Muito Elástica
P
S'
S”
P1
P2
D
Q
Q1
Q2
Já no caso de uma demanda muito elástica, as flutuações nos preços são menores, mas as flutuações de
quantidade são maiores;
A elasticidade de demanda demonstra por que alguns mercados têm quantidades voláteis mas preços estáveis,
enquanto outros mercados têm preços voláteis mas quantidades estáveis.
Mas o que determina as elasticidades de demanda?
A elasticidade da demanda depende dos gastos do consumidor.
Exemplo: Se todo mundo precisa ter um telefone celular, preço mais altos têm pouco efeito sobre a
quantidade demandada. Já se os telefones celulares são considerados um luxo frívolo, a elasticidade da
demanda.
Preço, Quantidade e Receita?
Como visto, a redução do preço “P” expande a quantidade demandada “Q” o efeito sobre a recita de vendas
P x Q depende de como a quantidade responde ao corte de preços.
Quando a demanda é elástica, a quantidade aumenta mais que a queda de preço, de modo que a receita sobe;
Quando a demanda é inelástica os cortes de preço baixam “P” mais que estimulam “Q”, logo a receita
diminui.
Mas, o que determina às Elasticidades da Demanda?
Exemplo: Se o preço de TODOS os cigarros aumenta, os fumantes viciados comprarão cigarros de qualquer
maneira;
Porém se há o aumento do preço dos cigarros de uma única marca, os fumantes mudarão para outras marcas a
fim de satizfazer seu hábito de nicotina;
Assim, para uma marca particular de cigarros, a elasticidade de demanda é bastante elevada, mas, para o
cigarro em conjunto é baixa.
Voltando ao exemplo dos cigarros. Observando a tabela abaixo percebe – se que a demanda por havana é
elástica enquanto que a demanda pelos cigarros em geral é inelástica.
Preço
P
Cigarros Havana
Mercado Cigarros
Q
PxQ
Q
PxQ
2
5
10
30
60
1,5
10
15
32
48
1
20
20
34
34
Ao restringir coletivamente o suprimento de petróleo, a organização dos países exportadores de petróleo
(OPEP) fez com que os preços do petróleo escalassem de US$ 13,00 o barril em 1998 para US$ 28,00 o
barril em 2000.
Isso aumentou a receita dos produtores de petróleo, pois demanda de petróleo era muito inelástica.
Os usuários de petróleo não tinham muita alternativa, no curto prazo.
Quadro resumo de elasticidade x mudança no gasto
Mudança no gasto total
Aumento
Preço
Diminui
Queda do
Preço
Aumenta
Inalterada
Aumenta
Inalterada
Diminui
ITE - 08/05/2007

Se a demanda é inelástica, os agricultores obtem uma receita maior de uma colheita escassa do
que uma colheita abundante. A elasticidade da demanda é baixa para vários dos componentes de
nossa dieta básica como o café, o leite, o pão e carne.
Curto prazo e longo prazo





No curto prazo é possível que os consumidores não se ajustem muito à mudança nos preços.
Contudo à medida que o tempo passa, é possível projetar e fabricar produtos que se adequem à
nova realidade;
Logo, no longo prazo, a demanda torna-se elástica;
Voltando ao exemplo da OPEP, conforme o preço do petróleo for subindo, maiores serão os
esforços por substitutos (álcool, bio-combustíveis), bem como haverá a mudança nos hábitos das
pessoas tentando minimizar seu uso;
Com a queda da demanda, a conseqüência é a queda dos preços.
Elasticidade cruzada da demanda








A elasticidade – preço da demanda descreve momentos ao longo de uma curva de demanda,
medindo a resposta a uma mudança de preço do próprio bem;
Já a elasticidade – Preço cruzada de um bem “A” em relação ao preço do bem “B” é a mudança
percentual da quantidade demandada pelo bem “A”, ou seja, “QA”, dividida pela mudança
percentual no preço do bem “B”, ou seja, “PB”;
Logo, deseja-se aferir como “QA” responde a mudanças em “PB”;
A elasticidade cruzada pode ser positiva ou negativa;
Suponha que o bem “A” seja chá, e o bem “B” café. Um aumento no preço do café faz com que
as pessoas mudem para o chá;
Logo a elasticidade cruzada do chá em relação ao café é positiva;
A elasticidade – preço tende a ser positiva quando os dois bens são substitutos, é negativa
quando os dois bens são complementares.
Um aumento no preço da gasolina reduz a demanda de carros porque a gasolina e os carros são
complementares;
O efeito da renda sobre a demanda


Inicialmente serão esquecidos os efeitos da renda sobre a poupança e supõe-se que as alterações
na renda são inteiramente direcionadas aos gastos.
 Dessa forma, um aumento da renda gera um aumento da quantidade demandada da maioria dos
bens individuais;
 Contudo, as quantidades demandadas não mudam quando altera-se a renda;
 A participação no orçamento de um dado bem é o gasto com esse bem como uma fração do
gasto total em consumo;
A tabela a seguir mostra a participação no orçamento da alimentação e dos serviços ( pessoais e
atividades de lazer ) no Reino Unido.
Ano
1991
2001
Participação No orçamento
Gasto Real com
% do Orçamento
Consumo ( Bilhões Alimentos
de )
358
12
589
10
Serviços
44
49
Obs.: Serviços – entra alimentos consumidos fora de casa.



O gasto real com consumo aumentou no período. A participação dos alimentos no orçamento
caiu, mas a parcela dos serviços aumentou.
Se os preços de todos os bens permanecem iguais, o gasto com um bem muda apenas porque a
quantidade demandada muda.
Para mostrar até que ponto a quantidade demandada é sensível as mudanças na renda, utiliza-se
a elasticidade-renda da demanda:
Elasticidade-renda da demanda =



Mudança percentual na quantidade demandada
Mudança percentual na renda
A elasticidade-renda da demanda mede o efeito sobre a quantidade demandada quando a renda muda mas
os preços de todos os bens são mantidos constantes;
A elasticidade - renda da demanda é possível para um bem normal, mas é negativa para um bem inferior.
No brasil os mais pobres consomem cerveja Lokal com um peixe chamado Mussum. Os ricos consome
champagne Véuve Cliquot com Caviar. Renda mai alta reduz demanda de Lokal e Mussum.
Deve – se também distinguir entre bens de luxo e bens de necessidades:
-
Bens de luxo: Elasticidade de renda > +1
-
Bens de Necessidade: Elasticidade de renda < +1
Todos os bens inferiores são de necessidade pois sua elasticidade – renda da demanda é negativa < +1 ;
Contudo, bens de necessidades incluem também normas, cuja elasticidade – renda demanda está entre 0 e +1;
À medida que a renda sobe, a participação dos bens inferiores no orçamento: a renda aumenta, mas a
quantidade demandada é o gasto com aquele bem diminuem;
Do mesmo modo, a participação dos bens de luxo no orçamento aumenta quando a renda sobe;
Um aumento de 1% na renda eleva a quantidade demandada ( e portanto o gasto naquele bem de luxo em
mais de 1%).
Já um aumento de 1% na renda expande a quantidade demandada dos bens de necessidade em menos de 1%
de modo que a participação no orçamento cai.
A tabela a seguir sintetiza as respostas de demanda a uma elevação da renda, mantidos constantes os preços
de todos os bens. Um declínio da renda tem o efeito oposto;
Proposta da Demanda a um Aumento de 1% na renda
Bem Normal
Luxo
Necessidade
Inferior
Elasticidade
E >1
0  E  1
0 >E
Quantidade
demandada
Aumenta + que 1%
Aumenta – que 1%
Cai
Participação no
Orçamento
Aumenta
Cai
Cai
Exemplo
BMW
Alimentos
Pão
Demanda e escolha do consumidor
Apesar de que a medição do comportamento passado seja uma indicação razoável para o futuro esta se resume
a situações em que nada mude de modo muito drástico
Porém caso aconteça uma situação futura completamente diferente do pssado?
Para prever o comportamento da demanda precisa – se de uma teoria que explique como os consumidores
fazem suas escolhas.
Efeitos de uma mudança no preço: Efeito Renda e Efeito Substituição:
O efeito substituição diz que, quando o preço relativo de um bem cai, a quantidade demandada aumenta;
Já o efeito renda diz que , para uma dada renda nominal, uma queda de preço de um bem aumenta a renda
real, afetando a demanda de todos os bens.
Para bens normais, tanto o efeito renda quanto o efeito substituição aumentam a quantidade demandada
quando o preço do bem diminui;
Ou seja, o bem normal se torna mais barato de modo que as pessoas comprem mais. Além disso, bens
normais mais baratos elevam o poder de compra de uma dada renda nominal, isso também aumenta a
demanda pelo bem;
Porém para os bens inferiores, uma renda real mais alta levaria a uma queda na quantidade demandada. Nesse
caso, o efeito renda real de uma redução de preços iria na direção oposta ao efeito substituição.
Seria correto dizer que taxas de juros mais altas incentivam a poupança?
Poupança significa não gastar toda a reanda de hoje, reduzindo o consumo hoje para aumentar o consumo
hoje;
Imagine uma taxa de juros com o preço do tempo, o preço de consumir hoje ao invés de mais tarde. Quando o
custo de consumir hoje aumenta, você escolhe menos consumo. Certo?
A intuição indica o efeito substituição consumir se tornou relativamente mais caro, e você consome menos.
Onde está escondido o efeito de renda?
Para comprar um Audi no ano que vem você não precisa poupar tanto quanto as taxas de juros estão mais
altas e seus ativos acumulam mais rapidamente! Isso faz você poupar menos, pois para obter o mesmo
montanteserão necessários aportes menores à taxas de juros maiores.
Empiricamente é muito difícil encontrar algum efeito significativo da taxa de juros na poupança total.
Os Políticos pensam taxas de juros mais altas aumentam a poupança. Como visto os economistas duvidam de
tal afirmação. Política de juros altos serve unicamente para cobrir deficits na conta – pagamento do governo e
como conseqüência disto enriquece, cada vez mais os ricos.
O Efeito Mudança na Renda
A renda real pode aumentar, seja porque a renda nominal sobe enquanto os preços permanecem constantes,
seja porque o preço de uma mercadoria cai enquanto a renda nominal permanece constante;
O primeiro leva ao puro efeito renda, o segundo precisa ser decomposto em efeito renda e efeito substituição
separados.
Sucessivos aumentos de renda real levam a grandes elevações na quantidade demandada se o bem ( ou
serviço) é de luxo, com elevada elasticidade – renda de demanda.
A quantidade demandada se eleva mais lentamente para bens ou serviços normais, com elasticidade – renda
menos, mais ainda positiva;
Para bens inferiores, com elasticidade – renda negativa, renda mais alta reduz a quantidade demandada.
Preferências e Demanda
Pessoas diferentes podem preferências diferentes, fazendo escolhas diversas mesmo quando se defrontam com
os mesmos preços e têm a mesma renda;
Preferências descrevem a utilidade que um consumidor obtém dos bens consumidos;
Utilidade pode ser definida como a sensação de felicidade ou satisfação.
Preferências dependem da cultura, história, familiaridade, relações com os outros, propaganda eassim por
diante;
Contudo, preferências podem mudar, com efeitos importantes: quando há uma preferência maior por
determinado produto/ serviço a curva de demanda desloca – se para direita, já caso haja uma queda nas
preferências por outro prodduto/ serviço a demanda desloca – se para esquerda.
Utilidade Marginal e Demanda
A utilidade marginal de um bem é a utilidade extra de consumir uma unidade a mais desse bem mantida
constante a quantidade dos outros bens consumidos;
As preferências apresentam utilidade marginal decrescente de um bem se cada unidade extra acrescenta
sucessivamente menos à utilidade total, quando o consumo dos outros bens permance constante.
Exemplo: Joe freqüenta bares e bebe cerveja. Inicialmente ele vai a um bar mas não toma cerveja, bebe
refrigerante. Joe mata sua sede mas não consegue se divertir. Bebendo uma cerveja ele ficaria muito mais
feliz
Passando estes instantes de sofrimento, Joe bebe a primeira cerveja, e esta lhe proporciona uma elevada
utilidade marginal. Ainda não satisfeito bebe a segunda cerveja e esta lhe dá utilidade extra mas não tanto
quanto lhe deu a primeira.
A terceira e a quarta cervejas acrescentam cada vez menos utilidade extra e assim Joe bebe até que esta
utilidade extra seja 0, ou seja, fique de porre.
Grafico
A figura anterior mostra a utilidade marginal de Joe, que se torna menor cada vez que ele bebe.
Mostra também o preço de cada cerveja. Se uma cerveja custa R$ 4,00, e Joe obtém dela R$ 6,00 de utilidade
marginal de sua última cerveja, ele deve comprar outra.
Se ele obtém apenas R$ 2,00 de utlidade marginal de sua última cerveja, ele comprou demais;
Joe deveria comprar cerveja até ao ponto em que o custo marginal se iguale ao benefício ou utilidade
marginal ( ponto A);
Caso o preço da cerveja cair de R$ 4,00 para R$ 3,00, certamente Joe comprará mais cerveja, devido à
utilidade marginal decrescente.
Mas a figura mostra apenas o efeito substituição. A curva de utlidade marginal supões que as quantidades dos
outros bens permancem constantes;
Contudo, à medida que o preço da cerveja cai, Joe tem condições de ir também a mais discotecas;
Se isso causa deslocamento da curva de utilidade marginal dea ou para baixo depende de a cerveja ser um
bem nominal ou um bem inferior, o qu vem a ser o efeito renda em funcionamento;
Caso A - cerveja é um bem normal, o efeito renda desloca a curva de utilidade marginal para fora em Umg'.
Isso também faz Joe consumir mais cerveja ( ponto C).
Neste caso o efeito renda e o efeito substituição vão na mesma direação. A curva de demnada de cerveja,
traçada passando por “A” e “C”, inclina – se para baixo;
Se a cerveja fosse um bem inferior , a curva Umg poderia ser deslocado para dentro a ponto de fazer com que
Joe consumisse menos cerveja a consumir Whisky.
Da Curva de Demanda Individual à Curva de Mercado
A curva de demanda de mercado é soma horizonteal das curvas de demnada individual naquele mercado.
Suponha que todos os consumidores num mercado sew defrontam com o mesmo preço “P”;
A um preço qualquer, tipo R$ 2,00, o primeiro consumidor demande a quantidade “A”, e o segundo, a
quantidade “B”. A demanda de mercado é a quantidade “C = A+B” quando preço é R$ 2,00;
Repetindo esse procedimento para cada preço possível traça – se a curva de demanda de mercado;
A curva de demanda de mercado é importante porque, junto com a curva de oferta de mercado, determina o
preço que Ajusta o mercado em equilíbrio.
P
R$ 2,00
C = A+B
D1
D2
D
Q
A
B
C
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