Resumo - Memoria, Motivação e Personalidade.

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“Memória Humana” (Cap.7)
A memória envolve mais do que absorver informação e armazená-la, por
isso levantou-se três questões: Como a informação entra na memória? Como
ela é mantida? E como resgatá-la? Essas três questões correspondem a três
processos da memória: Codificação, Armazenagem e Recuperação.
A codificação forma um código na memória. A memória é um processo
ativo, para recordamos algo é necessário um esforço para tal.
O armazenamento é a manutenção da informação por um período de
tempo. Na tentativa de saber o que auxilia ou dificulta a armazenagem,
descobriu-se que a armazenagem não é o suficiente para lembrar algo.
A recuperação é o resgate das informações armazenadas, o modo como
se vasculha a mente a estratégia que se usa para resgatar a memória pode ser
mais eficiente que outras.
Codificando: Colocando Informação na Memória
A codificação ativa é um processo importante da memória.
O Papel da Atenção
Para lembrarmos depois é preciso prestar atenção. A atenção envolve a
focalização consciente de uma classe restrita de estímulos ou eventos. A
atenção é como um filme que retém muitos estímulos potenciais, mas apenas
poucos são selecionados para a consciência. O problema é saber onde este
filtro se localiza e se os estímulos são mostrados inicialmente durante o
estimulo sensorial ou depois de o cérebro ter processado o significado do
estimulo. Conclui-se que a localização do filtro da atenção é flexível.
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Níveis de Processamento
Nem toda atenção é criada igualmente, pois se podem enfocar diversos
aspectos dos estímulos. Quanta atenção é dada a informação influencia em
quanto elas serão lembradas. Na informação verbal há três níveis de
processamento: a codificação estrutural, a fonética e a semântica.
A codificação estrutural é um processamento superficial que enfatiza a
estrutura física do estimulo. A codificação fonética enfatiza os sons. E a
codificação semântica enfatiza o significado do estimulo verbal.
As teorias de níveis de processamento propõem que estes resultam em
códigos de memória duráveis, mas seu modelo tem pontos fracos. Pois o que é
exatamente um nível de processamento, e como determinar que um nível é
mais profundo que outro. Viu-se que uma codificação estrutural pode levar
mais tempo que uma codificação semântica mais profunda. Sendo assim os
níveis de processamento permanecem vagamente definidos.
Codificação Enriquecedora
Há outras dimensões para a codificação que podem enriquecer o
processo de codificação e melhorar a memória.
Elaboração – A codificação semântica pode ser melhorada por um processo
chamado elaboração, que consiste em ligar um estimulo a outra informação no
momento da codificação. Diferenças na elaboração de abordagens do
processamento semânticos têm volumes variados de retenção.
Imagens Mentais – A criação de imagens visuais para representar palavras
pode enriquecer a codificação. É mais fácil criar imagens para objetos
concretos do que para conceitos abstratos. As imagens mentais facilitam a
memória porque fornece um segundo tipo de codificação. A teoria da
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codificação dupla prega que a memória é favorecida duplamente pela formação
de códigos semânticos e visuais.
Armazenagem: Mantendo a Informação na Memória
Tanto Aristóteles como Platão comparavam a memória a um bloco de
cera de diferentes dimensões e durezas, a lembrança era como estampar uma
impressão na cera, que enquanto permanecesse ali, a memória permaneceria
intacta. Como a informação flui através de uma serie de armazenamentos
separados na memória, criaram-se três modelos de armazenagem: a sensorial,
a de curto prazo e a de longo prazo.
Memória Sensorial
A memória sensorial preserva a informação na fuá forma original por um
curto período de tempo, permitindo a sensação de um padrão visual, ou toque,
que persiste por um breve momento após a estimulação sensorial ter
terminado.
Memória de Curto Prazo
A memória de curto prazo é um armazenamento de capacidade limitada,
que pode manter informação reprocessada por até 20 segundos. Mas este
tempo pode ser aumentado pelo reprocessamento da informação, onde se
verbaliza ou pensa na informação repetidamente.
Duração da Informação – Não se pode repetir material não familiar, ele é
rapidamente perdido. Sem repetição a duração máxima da informação é de 20
segundos.
Capacidade de Armazenamento – A memória de curto prazo é limitada.
Podemos recordar apenas sete itens em tarefas que requerem que se lembre
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de material não familiar. Mas pode-se aumentar essa capacidade por combinar
estímulos chunks, estes são um grupo de estímulos familiares armazenados
numa única unidade.
Memória de Curto Prazo como “Memória Funcional” – Alan Baddeley diz
que a memória funcional consiste em três componentes: a repetição, que
representa toda a memória de curto prazo; o bloco visual-espacial, que permite
que as pessoas temporariamente mantenham e manipulem imagens visuais; e
o sistema de controle executivo, que manuseia um limitado volume de
informação enquanto elas estão lidando com o raciocínio e a tomada de
decisões.
Memória de Longo Prazo
A memória de longo prazo é um deposito de capacidade ilimitada que
pode manter informação por períodos mais longos de tempo. As informações
ali armazenadas podem ser indefinidas e duráveis, podendo ser para a vida
toda.
Durabilidade:
O
Armazenamento
é
Permanente?
–
A
informação
armazenada na memória de longo prazo é permanente. O esquecimento ocorre
apenas porque as pessoas às vezes não conseguem reter a informação
necessária na memória de longo prazo. A memória- relâmpago apóia a noção
de que o armazenamento possa ser permanente. A memória- relâmpago, são
lembranças extremantes vividas e detalhadas de eventos muito importantes.
Transferindo a Informação para a Memória de Longo Prazo – A informação
que está mantida na memória de curto prazo por meio da repetição é
gradualmente absorvida pela memória de longo prazo. O efeito da posição em
serie ocorre quando participantes mostram melhor lembrança para itens do
inicio, chamado de efeito de preferência e do fim da lista, chamado de efeito de
recenticidade.
A Organização na Memória de Longo Prazo – A memória de longo prazo
hospeda um grande volume de informação que, sem organização seria inútil,
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por isso usa um sistema organizacional sobreposto. Usa-se uma rede
semântica que consiste em pontos que se interligam, e é útil para explicar
porque quando pensamos numa palavra podemos lembrar outra palavra ligada
a ela. Esse fenômeno é chamado de processo de ativação irradiada.
Esquemas – Esquema é um conjunto organizado de conhecimentos a respeito
de um objeto em particular ou de uma seqüência de eventos.
Resgate: Buscando a Informação na Memória
O resgate em geral ocorre sem muito esforço.
Usando Sugestões para Auxiliar o Resgate
As lembranças podem ser manipuladas com sugestões de resgate, que
são estímulos que ajudam ganhar acesso as lembranças.
Restabelecendo o Contexto de um Evento
Lembrar de um evento colocando-se no contexto em que ele ocorreu é
necessárias sugestões de contexto para auxiliar o resgate.
Reconstruindo Memória
A natureza reconstrutora do resgate é enfatizada em teorias de esquema
de memória, as quais propõem que parte do que nos lembramos de um evento
consiste em detalhes daquele evento particular e parte é a reconstrução
daquele evento baseada em esquemas. O efeito da informação equivocada
prova que distorções na reconstrução acontecem freqüentemente. Esse efeito
é chamado de monitoração da fonte que é um processo de fazer atribuições
acerca das origens da lembrança. Um erro de monitoração da fonte ocorre
quando uma lembrança derivada de uma fonte é atribuída erroneamente à
outra. As lembranças das pessoas não são replicas exatas de suas
experiências. Distorções da lembrança são introduzidas durante a codificação
ou armazenamento.
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Esquecimento: Quando a Memória Falha
O esquecimento pode ser causado por deficiências na codificação,
armazenamento, resgate ou alguma combinação desses processos.
Com que Rapidez Esquecemos: A Curva do Esquecimento de Ebbinghaus
Hermann Ebbinghaus (1885) diz que a curva do esquecimento, ilustra a
retenção e o esquecimento através do tempo. Em pesquisa posterior mostrou
que a curva do esquecimento de Ebbinghaus era atípica.
Medidas do Esquecimento
Medidas do esquecimento medem também a retenção, que é a
proporção de material lembrado. Usam-se três métodos para mediar o
esquecimento: o regate, o reconhecimento e o reaprendizado. Uma medida de
resgate de retenção requer reprodução de informação sem auxilio de qualquer
sugestão. Medida de reconhecimento de retenção requer seleção de
informação previamente aprendida de uma variedade de opções. O
reaprendizado de retenção requer que memoriza informação por uma segunda
vez para determinar quanto tempo e esforço soa economizados, uma vez que
ele já havia aprendido.
Por que Esquecemos
Porque existem fatores que podem afetar os processos de codificação,
armazenamento e resgate.
Codificação Ineficiente – O pseudo-esquecimento é o fenômeno onde não se
pode realmente esquecer algo que nunca se tenha aprendido, e deve-se
usualmente a falhas de atenção. Os códigos de memória são formados de
nova informação, por isso o esquecimento se deve a codificação ineficiente.
Decadência – A teoria da decadência propõe que os traços da memória
desvanecem com o tempo. A simples passagem do tempo produz
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esquecimento, isso mescla bem com as noções de senso comum do
esquecimento. O esquecimento não depende do tempo que passa depois da
aprendizagem, mas da quantidade, complexidade e tipo de informação
assimilada durante o intervalo de retenção.
Interferência – A teoria da interferência propõe que as pessoas esquecem
informação por causa da competição com outras matérias. Existem dois tipos
de interferência: a interferência retroativa que ocorre quando informação
anteriormente aprendida interfere com a retenção de nova informação. E a
interferência proativa que ocorre quando a informação previamente aprendida
interfere retenção de nova informação e esta enraizada na aprendizagem que
acontece antes da exposição ao material de teste.
Falhas no Resgate – O principio da especificidade da codificação estabelece
que o valor de uma sugestão de resgate depende de quão bem ela
corresponde ao código da memória.
Esquecimento Motivado – A tendência esquecer coisas em que não se quer
pensar é chamada esquecimento motivado ou repressão, que se refere à
manutenção
de
pensamentos
e
sentimentos
tristes
enterrados
no
subconsciente.
A Controvérsia das Lembranças Reprimidas
É comum que pacientes enterrem incidentes traumáticos em seu
subconsciente. Usando hipnose, interpretação de sonhos e perguntas
tendenciosas, encoraja e sonda-se o paciente até que ele crie as lembranças.
À Procura do Traço de Memória: A Fisiologia da Memória
Neurocientistas aventuram-se na procura da base fisiológica da
memória.
A Anatomia da Memória
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Existem dois tipos de amnésia: a amnésia retrograda onde a pessoa
perde a memória de eventos que ocorreram antes ao ferimento. E a amnésia
anterógrada onde se perde a memória de eventos que ocorreram depois do
ferimento.
Circuitos Neurais da Memória
Há três circuitos neurais no cérebro que podem criar caminhos únicos e
reutilizáveis no cérebro ao longo do fluxo dos sinais.
A Bioquímica da Memória
Estudos relacionam o funcionamento da memória a: alterações da
secreção de neurotransmissores num ponto sináptico especifico; a síntese de
acetilcolina, um neurotransmissor que fica esgotado na doença de Alzheimer;
as flutuações hormonais; e síntese de proteína no cérebro.
Há Múltiplos Sistemas de Memória
A evidência sobre a fisiologia da memória é confusa porque os
investigadores estão inconscientemente sondando diversos sistemas distintos
da memória que tem diferentes bases fisiológicas.
Memória Implícita Versus Memória Explicita
A memória implícita é aparente quando a retenção é exibida em uma
tarefa que não requer lembrança intencional e esta em contraposição à
memória explicita que envolve a memória intencional de experiências
anteriores.
Memória Declarativa Versus Memória Processual
A divisão básica da memória em sistemas distintos contrasta a memória
declarativa que lida com informação factual com a memória processual que
guarda a lembrança para ações, habilidades e operações. A noção de que a
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memória declarativa e a processual são separadas é confirmada por certos
padrões de perda de memória vistos em casos de amnésia.
Memória Semântica Versus Memória Episódica
Ambas contem informação factual, mas a episódica contém fatos
pessoais constituídos de memórias cronológicas ou temporariamente datados
de experiências pessoais e a semântica, conhecimentos gerais que não estão
vinculados ao tempo quando a informação foi aprendida.
Memória Prospectiva Versus Memória Retrospectiva
A memória prospectiva envolve o lembrar para efetuas ações futuras e
representa um papel importante na vida cotidiana. A memória retrospectiva
envolve lembrar eventos do passado ou informações previamente aprendidas.
Colocando em Perspectiva
A atenção como inerentemente seletiva deveria ter lançado luz na razão
pela qual a experiência das pessoas é subjetiva. A natureza reconstrutiva da
memória explicaria melhor a tendência das pessoas olharem o mundo a partir
de um ponto de vista subjetivo. E finalmente a s pessoas esquecem aqueles
fatos que não desejam recordar. A natureza multifacetada da memória
demonstra mais uma vez que o comportamento é governado por múltiplas
causas.
“Motivação e Emoção” (Cap. 10)
As perspectivas teóricas sobre motivação têm motivos selecionados que
foram extensamente estudados.
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Teorias e Conceitos Motivacionais
Motivos são as necessidades, carências, interesses e desejos que
impulsionam
as
pessoas
em
certas
direções.
Motivação
envolve
comportamento direcionado a um objetivo.
A Visão Evolucionista
Os motivos humanos e de outras espécies são produto da evolução, a
seleção natural favorece comportamentos que maximizam o sucesso
reprodutivo. A análise evolucionista superestima a influencia da biologia sobre
o comportamento humano e ignora a importância dos fatores ambientais e
culturais.
As Teorias de Impulso
As teorias de impulso empregam o conceito de homeostase ao
comportamento. Um impulso é um estado interno de tensão que induz um
organismo a dedicar-se a atividades que possam reduzir tal tensão.Teorias de
impulso pressupõem que o inicio da vida é um pequeno conjunto de impulsos
biológicos, e que gradualmente desenvolvem um amplo e diversificado
conjunto de impulsos adquiridos, mas estas teorias não explicam a motivação.
As Teorias de Incentivo
Nas teorias de incentivo os estímulos externos regulam os estados
motivacionais. Um incentivo é um objetivo externo capaz de motivar o
comportamento. As teorias de impulso enfatizam como os estados internos de
tensão empurram as pessoas a certas direções e as teorias de incentivo
enfatizam como os estímulos externos puxam as pessoas a certas direções.
A Extensão e a Diversidade dos Motivos Humanos
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Os seres humanos apresentam uma enorme variedade de motivos. Mas
há dois motivos básicos: o biológico e o social. Todos têm as mesmas
necessidades biológicas, mas as necessidades sociais variam de acordo com
as experiências.
A Disposição das Necessidades em uma Hierarquia: Teoria de Maslow
Abraham Maslow propõe um ponto de equilíbrio entre necessidades
biológicas e sociais e inclui muitos conceitos motivacionais. A hierarquia das
necessidades é uma organização sistemática de necessidade segundo suas
prioridades, considerando-se que as necessidades básicas têm de ser
satisfeitas para que as necessidades menos básicas sejam despertadas, esta
satisfação ativa necessidade no nível seguinte. A necessidade de autorealização ou de satisfazer o potencial próprio, é a mais importante
necessidade.
Motivação da Fome de Comer
A fome é enganosa, pois é um sistema motivacional extremamente
intricado e complexo, compreende fatores que regulam o comportamento de
comer.
Fatores Biológicos na Regulação da Fome
As contrações do estomago freqüentemente acompanham a fome, mas
não é sua causa. Porque pessoas que tiveram que tirar o estômago continuam
à sentir fome. Por causa disso foram criadas teorias mais aprimoradas sobre a
fome, focando no papel do cérebro, o nível de açúcar no sangue e os
hormônios.
A Regulação do Cérebro – A ativação do hipotálamo lateral inicia a sensação
de fome e a ativação do hipotálamo ventromedial acaba com a sensação de
fome. Mas teorias contemporâneas concentram-se em circuitos neurais em vez
de centros anatômicos no cérebro.
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A Regulação da Glicose Sanguínea – A glicose é um açúcar simples e
importante fonte de energia. Manipulações que reduzem o nível de glicose no
sangue aumentam a fome. A teoria glicostática propõe que as flutuações no
nível de glicose no sangue são monitoradas no cérebro por meio dos
glicostatos – neurônios sensíveis a glicose no fluido circundante. Mas esta
teoria enfrenta problemas pois os diabéticos que tem altos níveis de glicose no
sangue, e deveriam estar satisfeitos, sentem fome a maior parte do tempo.
Uma explicação é que não é o nível de glicose que é monitorado mas sim a
sua absorção.
Regulação Hormonal – A insulina é um hormônio secretado pelo pâncreas e
precisa estar presente para que as células absorvam glicose do sangue. Mas
as flutuações de insulina contribuem para a sensação de fome.
Fatores Ambientais na Regulação da Fome
Fatores sociais e ambientais influenciam o comer. Existem três fatores
ambientais: preferências e hábitos adquiridos, alusão a comida e estresse.
Preferências e Hábitos Adquiridos – Pessoas de diferentes culturas
apresentam padrões de consumo de alimentos muito diferentes.
Alusões a Comida – Alusões ambientais a comida podem desencadear a
fome. É evidente que a fome e o comer são governados em parte por uma
diversidade de alusões a comida.
Estresse, Estimulação e Comer – A estimulação induzida pelo estresse, e
não o estresse propriamente induz ao comportamento de comer. Eventos
estressantes levam a estimulação fisiológica.
Motivação Sexual: O Mistério da Orientação Sexual
O desejo sexual é influenciado por uma complicada rede de fatores
biológicos e sociais. Os fatores moduladores do desejo sexual são bem
conhecidos, mas os determinantes da orientação sexual são obscuros. A
orientação sexual refere-se a preferência de uma pessoa por relacionamentos
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emocionais e sexuais com pessoas do mesmo sexo, do sexo oposto ou de
ambos. Em pesquisa muitas pessoas que se definem como heterossexuais
tiveram experiências homossexuais e vice-versa.
Teorias Ambientais
As teorias ambientais para explicar a homossexualidade tiveram pouca
sustentação. Pois argumentam que a homossexualidade é uma preferência
adquirida quando estímulos de pessoas do mesmo sexo são pareados com
estimulação sexual. Comportamentos extremamente femininos em meninos e
masculino
em
meninas
são,
de
fato,
sinais
de
predisposição
de
homossexualidade.
Teorias Biológicas
Os esforços para uma base biológica também tiveram pouco sucesso.
Presumia-se que diferenças hormonais estariam subjacentes a orientação
sexual de uma pessoa. Mas nos últimos anos houve grande mudança, pois se
notou que homossexualidade era mais freqüente em irmãos gêmeos ou
adotado. No caso dos gêmeos sugere a existência de uma predisposição
genética. Em outra pesquisa viu-se diferença anatômicas em uma região do
cérebro considerada de influencia sobre a orientação sexual. As disparidades
na estrutura cerebral podem refletir efeitos organizadores de hormônios prénatais no desenvolvimento neurológico. Mas ainda há muito que conhecer
sobre os determinantes da orientação sexual.
A Realização: Em Busca da Excelência
O motivo de realização é a necessidade de vencer grandes desafios, de
sobrepujar os outros e de alcançar padrões superiores de excelência, mas
acima de tudo envolve a vontade de se sobressair particularmente em
competições com outras pessoas.
As Diferenças Individuais na Necessidade de Realização
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A necessidade de realização é um aspecto da personalidade
razoavelmente estável. Pesquisas sobre diferenças individuais na motivação
mostram que pessoas com alta pontuação na Necessidade de realização,
tendem a trabalhar em suas tarefas mais arduamente e com maior persistência
e tem maior probabilidade de adiar as gratificações para buscar objetivos de
longo prazo.
Determinantes Situacionais no Comportamento de Realização
A tendência de buscar a realização em uma determinada situação
depende da força de motivação de uma pessoa para o sucesso, da estimativa
que se tem da probabilidade de obter o sucesso em determinada tarefa e o
valor de incentivo do sucesso.
Decompondo os Fatores no Medo do Fracasso
As pessoas variam em sua motivação para evitar o fracasso. Assim
como a motivação para atingir o sucesso, a motivação para evitar o fracasso
pode estimular a realização. O medo é uma das emoções mais fundamentais.
Os Elementos da Experiência Emocional
As experiências mais profundas e importantes são repletas de emoção,
que também enfeitam as experiências cotidianas.A emoção envolve uma
experiência subjetiva consciente, acompanhada de uma estimulação corporal e
de claras manifestações características.
O Comportamento Cognitivo: Sentimentos Subjetivos
A emoção é uma experiência extremamente particular e subjetiva. As
avaliações cognitivas que fazemos dos eventos em nossas vidas são
determinantes das emoções que experimentamos.
O Comportamento Fisiológico: Estimulação Autônoma
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As emoções são acompanhadas por estimulação visceral. A estimulação
fisiológica associada à emoção ocorre através das ações do sistema nervoso
autônomo, que regula a atividade de glândulas, músculos lisos e vasos
sanguíneos. As reações autônomas que acompanham as emoções são
controladas pelo cérebro. Uma parte bastante relevante da estimulação
emocional é a resposta galvânica da pele, uma elevação na condutividade
elétrica da pele que acontece quando as glândulas de suor aumentam sua
atividade.
O Componente Comportamental: Expressividade Não-Verbal
No nível comportamental, as pessoas revelam suas emoções através de
manifestações características, linguagem corporal ou comportamento nãoverbal. Os músculos faciais humanos podem criar mais de sete mil expressões
diferentes.
A Cultura e os Elementos da Emoção
A relação experiência de emoções tem semelhanças incríveis quantas
diferenças entre culturas.
Semelhanças Interculturais na Experiência Emocional – A considerável
continuidade e uniformidade intraculturais relativas aos elementos cognitivos,
fisiológicos e comportamentais da experiência emocional.
Diferenças Interculturais na Experiência Emocional – As regras de
manifestação são normas culturais que regulam a expressão adequada de
emoções. Estas regras variam de uma cultura para outra.
Teorias da Emoção
As teorias de emoção diferem na ênfase que atribuem as bases
biológicas inatas ou as bases ambientais, sociais, da emoção.
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A Teoria de James-Lange
A teoria da emoção de James mostra que a experiência consciente de
emoção resulta da percepção que se tem da estimulação autônoma e que a
percepção da estimulação visceral é que conduz à experiência consciente de
medo.
A Teoria de Cannon-Bard
A teoria diz que pode ocorrer excitação fisiológica sem que haja
experiência de emoção. As modificações viscerais são demasiadamente lentas
para que precedam a experiência consciente da emoção. As pessoas que
experimentam emoções muito distintas exibem padrões quase idênticos de
estimulação autônoma.
A Teoria dos Dois Fatores de Schachter
As pessoas examinam pistas situacionais para fazer a diferenciação
entre uma e outra. Isto depende de dois fatores: estimulação autônoma e
interpretação cognitiva da referida estimulação.
As Teorias Evolucionistas da Emoção
As emoções se desenvolvem por causa de seu valor adaptativo. Estas
teorias evolutivas consideram as emoções como sendo reações inatas, em sua
grande maioria, a determinados estímulos. Supõem também que a evolução
equipou os seres humanos com um pequeno numero de emoções dotadas de
valor adaptativo comprovado.
Colocando em Perspectiva
A motivação e emoção demonstraram uma vez mais que há tanto similaridade
como diferenças de comportamento entre as culturas. Os fatores biológicos e
sociais determinam o comportamento conjuntamente. Se quisermos entender
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totalmente
o
comportamento,
devemos
levar
múltiplas
causas
em
consideração.
“Personalidade” (Cap.12)
O estudo da personalidade tem grandes teorias que procuram explicar
muitas facetas do comportamento. Como os testes psicológicos são utilizados
para medir diversos aspectos da personalidade.
A Natureza da Personalidade
A personalidade é um constructo hipotético complexo.
Definição de Personalidade: Consistência e Peculiaridade
A tendência consistente comporta-se exagerando um dos lados positivo
ou negativo, em uma ampla gama de situações. A qualidade da consistência
em diferentes situações é essencial ao conceito de personalidade. Cada um
tem peculiaridades encontradas em outras pessoas, mas possui seu próprio
conjunto diferenciado de traços de personalidade. Personalidade refere-se à
constelação singular de traços de comportamento consistentes de um
individuo.
Traços de Personalidade: Tendências e Dimensões
Um traço de personalidade é uma tendência duradoura a comporta-se
de uma determinada forma em uma diversidade de situações. Na
personalidade há alguns traços mais básicos que outros.
Robert McCrae e Paul Costa desenvolveram o modelo de personalidade
dos cinco fatores. A personalidade é decorrente de cinco traços fundamentais:
neuroticismo, extroversão, receptividade a experiências, aprazibilidade e
consciência.
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Abordagens Psicodinâmicas
As
teorias
psicodinâmicas
compreendem
as
diversas
teorias
descendentes da obra de Sigmound Freud, que se baseia em forças mentais
inconscientes.
A Teoria Psicanalítica de Freud
A teoria psicanalítica procura explicar personalidade, motivação e
distúrbios psicológicos focando-se nas influencias as primeiras experiências
infantis, em motivos de conflitos inconscientes e nos métodos empregados
pelas pessoas para lidar com seus próprios impulsos sexuais e agressivos.
A Estrutura da Personalidade – Freud dividiu a estrutura da personalidade
em três componentes: o id é o comportamento primitivo e instintivo da
personalidade e funciona segundo o principio do prazer, que exige gratificação
imediata às suas necessidades; o ego é o comportamento da personalidade
que toma as decisões e funciona conforme o principio da realidade, procura
adiar a satisfação das necessidades do id até que se encontrem os
escoadouros e as situações adequadas; o superego é o componente da
personalidade que incorpora os padrões sociais sobre o que representa o certo
e o errado. O id, ego e superego dividem-se em três níveis de consciência.
Níveis de Consciência – Os três níveis de consciência são: o consciente, que
consiste em tudo o que for consciente em um determinado ponto no tempo; o
pré-consciente, que contém material logo abaixo da superfície de consciência e
que pode ser facilmente recuperado; o inconsciente, que contém pensamentos,
recordações e desejos que estão bem abaixo da superfície consciente, mas,
exercem grandes influencia sobre o comportamento.
Conflito e Tirania do Sexo e da Agressividade – Freud diz que o
comportamento é o resultado de uma serie de conflitos internos entre o id, ego
e superego. Os conflitos concentrados em impulsos sexuais e agressivos são
particularmente prováveis de apresentar conseqüências de logo alcance. Isso
acontece por dois motivos. Sexo e agressão estão sujeitos a controles mais
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complexos e ambíguos, as normas que governam o comportamento sexual e
agressivo são ardilosas. E por isso são mais freqüentemente frustrados do que
outras necessidades básicas, biológicas.
Ansiedade e Mecanismos de Defesa – A ansiedade é a preocupação do ego
com relação ao id escapar ao controle e fazer algo terrível, que traga
conseqüências graves, ou o superego escapar ao controle e ocasionar
sentimento de culpa devido a uma transgressão real ou imaginaria. Para evitar
a ansiedade utiliza-se de mecanismos de defesa, que são reações, em grande
parte inconscientes, que protegem uma pessoa de emoções desagradáveis.
Repressão: Faz com que os pensamentos e sentimentos que provocam
angustia permaneçam mergulhados no inconsciente. Projeção: É a atribuição
que uma pessoa faz dos seus próprios pensamentos, sentimentos ou motivos a
outra pessoa. Deslocamento: Consiste em desviar sentimentos emocionais de
sua fonte original a um alvo substituto. Formação Reativa: É o comportamento
oposto ao ditado pelos verdadeiros sentimentos. Regressão: É uma volta a
padrões imaturos de comportamento. Identificação: É a proteção da autoestima através do estabelecimento de uma aliança real ou imaginária com
alguém ou algum grupo.
Desenvolvimento:
Estágios
Psicossexuais
-
São
períodos
de
desenvolvimento com foco sexual característico, que deixam suas marcas na
personalidade adulta. Fixação é uma impossibilidade de progredir de um
estágio para outro seguinte, conforme o normalmente esperado.
Estágio Oral: Ocorre no primeiro ano de vida. Na qual a principal fonte de
estimulo sexual é a boca (no morder, sugar, mascar e assim por diante).
Estágio Anal: Durante o segundo ano de vida, as crianças obtêm prazer com o
movimento intestinal, através da expulsão ou da retenção das fezes.
Estágio Fálico: Entre três e cinco anos, os genitais tornam-se foco de energia
erótica da criança, em grande parte através de auto-estimulação. Durante esta
fase, surge complexos, como o Édipo (onde as crianças tendem a sentir-se atraídas
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sexualmente pelo pai ou pela mãe, acompanhadas por sentimentos de hostilidades em relação
ao outro genitor/a).
Estágio de Latência e Estágio Genital: A partir dos cinco anos, seguindo até
a puberdade, o Estágio de Latência concentra-se em aumentar e apurar as
convivências sociais, além da família imediata. Já com a puberdade, a criança
avança no sentido do Estágio Genital. As necessidades sexuais reaparecem e
se concentram mais uma vez nos genitais.
A Psicologia Analítica de Jung
Jung denominou sua nova abordagem psicologia analítica, em que o
inconsciente consiste em duas camadas. A primeira, chamada Inconsciente
Pessoal, é essencialmente o mesmo que a versão freudiana de Inconsciente,
que abriga material derivado das experiências pessoais e que foi reprimido ou
esquecido. Já o Inconsciente Coletivo, que é o depósito dos vestígios de
memória latente herdados do passado ancestral das pessoas, foi denominado,
por Jung, de arquétipos e são imagens investidas de emoções e formas de
pensamentos que possuem sentido universal. Jung também descreveu os
introvertidos e os extrovertidos: Introvertidos: Se concentram no mundo interior
de seus próprios pensamentos, sentimentos e experiências. Extrovertidos:
Tendem a se interessar pelo mundo exterior, das pessoas e das coisas.
A Psicologia Individual de Adler
Para Adler, a causa mais importante da motivação humana é a luta por
superioridade, e que não se traduz necessariamente pela busca de dominação
ou de status mais elevado. A luta por superioridade é um impulso universal
para adaptar-se, aprimorando-se para vencer desafios da vida. Adler também
afirma que todos têm de se esforçar para superar os sentimentos de
inferioridade, num processo que se denominou compensação, que implica
esforços para superar inferioridades reais ou imaginárias, através do
desenvolvimento das capacidades próprias.
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Avaliação das Abordagens Psicodinâmicas
As teorias e pesquisas psicodinâmicas demonstraram que as forças
inconscientes podem influenciar o comportamento; que conflitos interiores
geralmente têm um papel fundamental na geração do sofrimento psicológico;
que as experiências iniciais da infância podem influenciar a personalidade
adulta.
Abordagens Comportamentais
Comportamentalismo ou Behaviorismo é uma orientação teórica
baseada na premissa de que a psicologia cientifica deveria estudar somente o
comportamento observável.
As idéias de Skinner aplicadas à personalidade
Os princípios do condicionamento operante nunca se propuseram a ser
uma teoria da personalidade. No entanto, influenciaram todas as áreas da
Psicologia e foram aplicadas a explicação da personalidade.
Estrutura da Personalidade: Uma visão partindo do Exterior - O
Determinismo afirma que o comportamento é totalmente determinado por
estímulos do ambiente, e que o livre-arbítrio não passa de uma ilusão. As
pessoas manifestam alguns padrões consistentes de comportamento porque
possuem algumas tendências de respostas estáveis, que foram adquiridas
através da experiência.
Desenvolvimento
da
Personalidade
como
um
Produto
de
condicionamento - Para Skinner, o desenvolvimento da personalidade diz
respeito ao modo como as diversas tendências de respostas são adquiridas
através de aprendizagem, e que as maioria das respostas humanas são
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moldadas
pelo
condicionamento
operante.
Também
avaliou
que
as
conseqüências ambientais - reforço, punição e extinção – determinam os
padrões de resposta das pessoas.
Teoria da Aprendizagem Social de Bandura
Albert Bandura afirma que os homens são seres conscientes, que
pensam e sentem, e que Skinner, ao desprezar os processos cognitivos,
ignorou a característica mais marcante e importante do comportamento
humano.
Assim,
Bandura
e
outros
teóricos
denominaram
o
Comportamentalismo modificado de teoria da Aprendizagem Social. Afirmando
que o condicionamento não é um processo mecânico, no qual as pessoas são
praticantes passivas.
Aprendizagem por Observação - A Aprendizagem por Observação ocorre
quando a resposta de um organismo é influenciada pela observação dos
outros, e onde os padrões de comportamento característicos das pessoas são
formados pelos modelos aos quais elas são expostas. Um modelo é uma
pessoa cujo comportamento é observado por outra.
Auto-Eficácia - Auto-Eficácia refere-se à crença que se tem quanto à própria
capacidade de ter comportamentos que devem levar resultados esperados.
Quando é elevada, os indivíduos sentem-se confiantes de que podem executar
as respostas necessárias para receber reforços; Quando é baixa, receiam que
as respostas estejam alem de suas capacidades.
Mischel e a Controvérsia Pessoa – Situação
Walter Mischel é um defensor da Teoria da Aprendizagem Social, assim
como Bandura. E sua principal contribuição para a teoria da personalidade foi
concentrar atenção sobre a dimensão em que os fatores situacionais governam
o comportamento. A Teoria da Aprendizagem Social prescreve que as pessoas
irão sempre comportar-se diferentemente em diversas situações. E que há
quem exiba muito menor consistência ao longo de diferentes situações do que
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anteriormente havia-se suposto. Mischel também afirma que o comportamento
é caracterizado mais pela especificidade situacional do que pela consistência.
Avaliação das Abordagens Comportamentais
As
conseqüências
e
o
condicionamento
ambientais
moldam
o
comportamento característico das pessoas. Porém, sabe-se que toda
abordagem teórica apresenta pontos fracos, e a abordagem comportamental
não e exceção. Segue alguns pontos controversos:
 Que os comportamentalistas fiaram-se demasiadamente nas pesquisas
com
animais
e
fizeram
generalizações
indiscriminadas
do
comportamento anilam com o comportamento humano;
 Que, ao retalhar a personalidade em vínculos de estimulo e resposta, os
comportamentalistas
ofereceram
uma
visão
fragmentada
de
personalidade.
Abordagens Humanistas
O Humanismo é uma orientação teórica que enfatiza as qualidades únicas
dos seres humanos, especialmente sua liberdade e seu potencial para
crescimento pessoal.
A Teoria Centrada na Pessoa de Rogers
Carl Rogers foi um dos pais do movimento do potencial humano, o qual
enfatiza a auto-realização através de treinamento da sensibilidade, grupos de
encontro e outros exercícios. Em suma, uma teoria centrada na pessoa.
O Self - O Self ou Auto-Imagem é um conjunto de crenças que cada um possui
sobre sua natureza, suas qualidades singulares e seu comportamento
característico. A diferença entre a auto-imagem e a realidade de incongruência,
que é o grau de disparidade entre a auto-imagem de uma pessoa e
sua
experiência real.
Desenvolvimento do Self - Condicional: Depende do comportamento e
preencher as expectativas que se tem. Incondicional: Tem menor necessidade
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de bloquear as experiências não dignificadoras, porque estarão seguras de que
merecem afeição. Assim, a Congruência favorece o amor incondicional
enquanto que a Incongruência é favorecida pelo amor condicional.
Ansiedade e Defesa - As pessoas com auto-imagem altamente incongruente
são particularmente vulneráveis a sofrer ansiedades periodicamente. Para
precaver-se destas ansiedades, os indivíduos se comportam defensivamente,
na tentativa de reinterpretar suas experiências para que pareçam coerentes
com sua auto-imagem.
Teoria da Auto-Realização de Maslow
Abraham Maslow foi um dos lideres do movimento humanista, assim
como Rogers. Dentre as suas inúmeras contribuições, sua descrição da pessoa
auto-realizadora requer destaque. Maslow idealizou que os seres humanos são
movidos pela necessidade de auto-realizações, que é a necessidade que se
tem de satisfazer o próprio potencial, logo, as pessoas possuem um impulso
inato para a realização e o crescimento pessoal. Também viu-se que pessoas
auto-realizadoras são dotadas de personalidade excepcionalmente saudáveis,
caracterizadas por crescimento pessoal continuado.
Avaliação das abordagens Humanistas
As apreciações subjetivas de uma pessoa seriam mais importantes do
que a realidade objetiva. A abordagem humanista também merece credito por
tornar a auto-imagem um importante constructo em Psicologia. Porém, existem
alguns pontos negativos que devem ser avaliados. Por exemplo:
 Muitos aspectos das teorias humanistas são difíceis de serem
cientificamente testados;
 O otimismo exacerbado explicito em suas asserções sobre a natureza
humana, e suas descrições de personalidades sadias;
 Há a necessidade de se fazerem mais pesquisas experimentais, para
acompanhar as teorizações no campo humano.
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Abordagens Biológicas
A teoria de Hans Eysenck enfatiza a influencia da hereditariedade e as
pesquisas genéticas comportamentais sobre hereditariedade da personalidade.
A Teoria de Eysenck
Para Eysenck a personalidade é amplamente determinada pelos genes
da pessoa. E Algumas pessoas podem ser condicionadas mais rapidamente do
que outras, devido à diferença em seu funcionamento fisiológico.
Genética Comportamental e Personalidade
Recentes pesquisas em genética comportamental fornecem enorme
apoio à idéia de que a personalidade é amplamente herdada. Também se
verificou que gêmeos idênticos são muito mais semelhantes do que gêmeos
fraternos. Pois há três dimensões básicas da personalidade: emocionalmente
positivo, emocionalmente negativo e constrangido.
A Abordagem Evolucionista da Personalidade
Teóricos evolucionistas afirmam que a personalidade possui uma base
biológica porque a seleção natural favoreceu certos traços ao longo da historia
da humanidade. O ponto central do estudo da personalidade tem sido a
explicação de por que as pessoas são diferentes – por que alguns são
extrovertidos e outros introvertidos, alguns são confiáveis e outros não e assim
por diante.
A Avaliação das Abordagens Biológicas
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Fatores biológicos ajudam a moldar a personalidade, e os resultados
sobre os mínimos efeitos do ambiente familiar comum deram inicio a novas e
curiosas abordagens.
Cultura e Personalidade
Verificou-se a continuidade em comparações interculturais da estrutura
de traços de personalidade e suas semelhanças são extraordinárias. Mas em
contraposição, aspectos específicos da personalidade, apareceram algumas
disparidades intrigantes.
Colocando em Perspectiva
Nenhuma outra área da psicologia é caracterizada por tamanha
diversidade teórica quanto o estudo da personalidade, onde há dúzias de
teorias interessantes. O estudo da personalidade também enfatiza o contexto
histórico-social no qual a psicologia se desenvolve.
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Referencia Bibliográfica
 Introdução à Psicologia – Temas e Variações
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