1 GABARITO COMENTADO DE GEOGRAFIA 2a UNIDADE

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GABARITO COMENTADO DE GEOGRAFIA
2a UNIDADE
PROFESSOR: YOMAR
Data: 26/04/08
01. Os ventos Ciclônicos, como os tornados e tufões, sopram circularmente em torno das áreas de baixas pressões ou quentes,
logo são comuns nas zonas tropicais no verão.
02. Monções são ventos periódicos, cujo regime está associado à dinâmica dos centros de altas e baixas pressões atmosféricas,
que se alternam sazonalmente, sob a influência das diferenças de temperatura entre o oceano e o continente.
I. representa uma situação de inverno, durante a qual o Oceano Índico funciona como “reservatório de calor”: suas
águas estão mais aquecidas que a massa de terras localizada ao norte, tornando-se receptivo aos ventos que sopram do
continente para o oceano, ocasionando um período bastante seco. São as monções de inverno.
II. corresponde ao verão, quando a superfície continental se aquece rapidamente e sobre ela se formam os centros de
baixa pressão. O oceano, menos quente, torna-se um centro de alta pressão, impulsionando os ventos carregados de
umidade para o continente, os quais ocasionam chuvas constantes e torrenciais, que causam enchentes nos vales e
inundações em áreas urbanizadas. São as monções de verão.
03. Os alísios são ventos constantes que sopram durante o ano todo dos Trópicos para o Equador, onde sofrem aquecimento,
formando correntes convectivas. A zona de convergência dos alísios chama-se convergência intertropical (CIT) ou
doldrum. Devido ao movimento de rotação da Terra, os alísios sofrem desvio para oeste, sendo, por isso, chamados
alísios de sudeste (hemisfério Sul) e alísios de nordeste (hemisfério Norte).
04. O homem, ao organizar o espaço geográfico, amplia gradativamente as paisagens artificiais, aumentando a degradação
antrópica, logo a II é falsa.
05. A amplitude térmica anual é mais elevada nas altas latitudes, ocorrendo o inverso nas latitudes baixas, logo a I é falsa.
06. A ação sistemática de destruição das florestas tropicais, para extração de madeiras e criação de pastos, contribui para o
aquecimento global e não para o aumento da destruição da camada de ozônio que é fruto da produção em excesso de CFC,
logo a III é falsa.
07. Os alísios são ventos constantes que sopram durante o ano todo dos Trópicos para o Equador, onde sofrem aquecimento,
formando correntes convectivas. A zona de convergência dos alísios chama-se convergência intertropical (CIT) ou
doldrum. Devido ao movimento de rotação da Terra, os alísios sofrem desvio para oeste, sendo, por isso, chamados alísios
de sudeste (hemisfério Sul) e alísios de nordeste (hemisfério Norte).
08. As brisas são ventos periódicos que sopram, durante o dia, do mar para os continentes (brisas marítimas), porque, como o
continente aquece mais rápido e com maior intensidade que o mar, forma-se aí uma zona de menor pressão que atrai a
massa de ar e, durante a noite, do continente para o mar (brisas terrestres), porque no continente a temperatura diminui,
formando uma zona de maior pressão. Logo as brisas marítimas fazem do mar uma zona anticiclonal dispersora de ventos.
09. O ozônio é um gás encontrado numa faixa de 10 a 70 quilômetros de altitude, mas sua maior concentração ocorre a mais
ou menos 25 quilômetros. Ele tem um papel fundamental na regulação da vida na Terra, ao filtrar a maior parte dos
perigosos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Sabe-se que esses raios podem causar no homem, entre outros problemas
câncer de pele e perturbações da visão.
10. As massas de ar citadas influenciam em maior e menor intensidade, a depender das estações do ano. O funcionamento
dessas massas de ar está relacionado com o deslocamento do equador térmico, que, por sua vez, está associado ao
movimento de translação da Terra. Durante o verão do hemisfério Sul, o equador térmico desloca-se para o Sul e junto
com ele, todos os centros de origem dessas massas de ar. Durante o inverno esse movimento se dá no sentido inverso.
11. O climaTropical úmido possui elevadas temperaturas durante todo o ano (24 oC a 28oC) e também elevados índices
pluviométricos (2000mm anuais); ocupa toda a faixa do litoral oriental brasileiro, especialmente nas regiões Nordeste e
Sudeste. Apresenta-se chuvoso o ano inteiro com maiores índices no período de outono e inverno.
12. O clima semi-árido típico do Sertão nordestino e do norte de Minas Gerais, corresponde ao domínio da caatinga. As
médias térmicas são bastante elevadas (25oC a 30oC) e as chuvas são escassas e irregulares.
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13. A mEc – a massa de ar equatorial continental é quente e úmida pelo fato de ter a sua origem na Amazônia, onde a
transpiração vegetal garante a umidade, mesmo sendo uma massa continental. Durante o verão, ela se desloca até a região
Centro-Oeste causando chuvas, retornando no inverno para a região Norte do Brasil.
14. As brisas são ventos periódicos que sopram, durante o dia, do mar para os continentes (brisas marítimas), porque, como o
continente aquece mais rápido e com maior intensidade que o mar, forma-se aí uma zona de menor pressão que atrai a
massa de ar e, durante a noite, do continente para o mar (brisas terrestres), porque no continente a temperatura diminui,
formando uma zona de maior pressão. Logo as brisas marítimas fazem do mar uma zona anticiclonal dispersora de ventos.
15. O efeito estufa é talvez o impacto ambiental que mais assusta as pessoas. Fazem-se previsões catastróficas acerca do
derretimento do gelo dos pólos e das montanhas e a conseqüente elevação do nível dos oceanos e inundação de centenas
de cidades litorâneas. Talvez o que mais assuste no efeito estufa, ou melhor, nas possíveis consequências de uma
gradativa elevação das médias térmicas no planeta, é a tomada de consciência, pela primeira vez na história, da
possibilidade de destruição do próprio homem.
16. Quanto mais desenvolvidos são os países, mais emitem CO2 para a atmosfera poluição e contribuem para o aquecimento
global. Fato este que explica porque o Tratado de Kyoto não exige o mesmo de todas as nações signatárias. Apenas os
países desenvolvidos estão obrigados a perseguir o corte de 5% das emissões de CO 2. Os países em desenvolvimento,
como o Brasil e a Índia, devem diminuir as emissões quanto for possível, mas não se pede que cumpram cotas
preestabelecidas.
17. A tendência à globalização dos mercados estimula os fluxos internacionais de mercadorias e os investimentos, atuando na
eliminação dos entraves à competição no espaço mundial. As empresas transnacionais protagonizam um amplo movimento
de concentração e centralização de capitais, desenvolvendo novas modalidades de fusão e integração voltadas para a
competição no mercado planetário.
A tendência à regionalização dos mercados atua no sentido de erguer barreiras entre os blocos, protegendo esferas de
influência e diminuindo custos de produção no interior de cada uma das grandes zonas econômicas.
Essas duas tendências não são contraditórias ou excludentes: a regionalização é, em grande medida, um patamar da
globalização. A ampliação dos mercados consolidada pelos megablocos busca ampliar a competitividade das empresas que
concorrem no mercado internacional.
18. Em 31 de março de 1991, foi extinto o Pacto de Varsóvia, fundado em 1955 pela União Soviética e seus satélites em
contraposição à Otan e em resposta à inserção da Alemanha em alianças militares ocidentais em 26 de dezembro de 1991
há a dissolução da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, através de Mikhail Gorbatchov dirigente soviético e
defensor de idéias modernizantes, instituiu dois projetos inovadores: a perestroika (reconstrução econômica) e a glasnost
(transparência política).
19. O crescimento do desemprego e da miséria é um efeito extremamente perverso da globalização da economia, baseada no
crescente poder das transnacionais através dos avanços tecnológicos. Como utiliza menos matéria-prima e menos mão-deobra, passa a ocorrer um declínio acentuado no número de empregados em todo o mundo industrializado.
SUBJETIVAS:
A) Uso racional dos recursos naturais: diminuindo a utilização de combustíveis fósseis (etanol, solar, eólica, biocombustível,
hidrogênio entre outros),, uso de biodigestores e da energia nuclear, redução das queimadas e desmatamento, entre outros.
B) O climograma I é o tropical úmido que possui elevadas temperaturas durante todo o ano (24 oC a 28oC) e também
elevados índices pluviométricos (2000mm anuais); ocupa toda a faixa do litoral oriental brasileiro, especialmente nas
regiões Nordeste e Sudeste. Apresenta-se chuvoso o ano inteiro com maiores índices no período de outono e inverno. O
litoral desenvolve várias atividades econômicas como o turismo, a indústria, o plantation, mineração (petróleo), entre
outros.
O climograma II é o tropical semi-árido típico do Sertão nordestino e do norte de Minas Gerais, corresponde ao domínio
da caatinga. As médias térmicas são bastante elevadas (25oC a 30oC) e as chuvas são escassas e irregulares. A região vive
principalmente da agropecuária de subsistência.
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