Nota sobre suspeita de morte por febre amarela em Maringá

Nota sobre suspeita de morte por febre
amarela em Maringá
Foram colhidos os exames laboratoriais para todos os principais diagnósticos:
leptospirose, hantavirose, dengue e febre amarela. A suspeita de febre amarela foi
aventada pelo fato do paciente ter estado em área de risco, na cidade de Caldas Novas
(Goiás)
A Secretaria Estadual de Saúde esclarece que a morte ocorrida em Maringá na
madrugada de terça-feira (8) por Síndrome ictero-febril hemorrágica aguda (quadro
clínico presente em doenças como a hantavirose, febre amarela, dengue e leptospirose)
em paciente adulto residente no município de Maringá foi informado ao Estado por
meio da 15a Regional de Saúde, com sede em naquele município, nesta quarta-feira (9)
tendo
como
primeira
hipótese
Leptospirose.
Foram colhidos os exames laboratoriais para todos os principais diagnósticos
diferenciais etiológicos: leptospirose, hantavirose, dengue e febre amarela. A suspeita
de febre amarela foi aventada pelo fato do paciente ter estado em área de risco, na
cidade de Caldas Novas – Goiás, entre os dias 20 de dezembro a 01 de janeiro de 2008.
Os resultados dos exames laboratoriais enviados para o Laboratório Central do Estado,
como dengue e leptospirose, serão realizados com a maior agilidade possível e foram
transportados para Curitiba ainda nesta quarta-feira (09). Os demais exames pela
complexidade do agravo terão que aguardar os prazos estipulados que é de cerca de 15
dias
(febre
amarela
e
hantavirose).
A notificação formal via sistema de informação ocorreu nesta quarta-feira (09). Foi
solicitada ao município de Maringá a notificação oficial, assim como o prontuário do
paciente
para
conclusão
do
laudo
diagnostico.
Quanto à febre amarela, não há registro de caso no Estado tanto em humanos como em
macacos. No entanto, a Secretaria está intensificando as ações de vigilância
epidemiológicos de casos em humanos e epizootias (adoecimento ou morte de primatas
não-humanos). A rotina de vacinação no Estado será mantida para casos de viajantes
para áreas endêmicas (região centro oeste, região norte, Maranhão e Minas Gerais) e
região de transição (oeste do Paraná, Santa Catarina, Piauí e São Paulo), assim como
para
países
latinos.
A Secretaria da Saúde também lembra que todos os Postos de Saúde do Paraná têm
doses da vacina a disposição e que o Governo do Estado mantém um estoque do
imunobiológico para garantir o acesso de todos à vacina.
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