p. 175

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A civilização grega: do esplendor à conquista Macedônica
(p. 172 a 183)
[1] Caracterizar as Guerras Médicas (p. 175)
[2] Caracterizar a Guerra do Peloponeso (p. 175)
[3] Caracterizar o helenismo (p. 177 e 178)
PAULA GRACIELE CARNEIRO
1. Caracterizar as Guerras Médicas (p. 175)
O império persa ao expandir seu território passou a ameaçar a autonomia das
cidades-Estado gregas. Para se defender dos persas os gregos se uniram e
enfrentaram várias batalhas conhecidas como Guerras Greco-Pérsicas ou Guerras
Médicas. Essas guerras foram assim denominadas porque os gregos chamavam os
persas de medos.
2. Caracterizar a Guerra do Peloponeso (p. 175)
Durante essas guerras, as cidades gregas lideradas por Atenas criaram uma
confederação denominadas Liga de Delos. Como funcionava?
Cada cidade participante deveria contribuir com homens, navios e dinheiros para um
fundo comum, ou seja combater os persas e preparar-se para futuras invasões.
A questão é que depois de derrotar os Persas, Péricles (governante de Atenas) passou
a usar esses recursos para construir obras públicas em Atenas. Isso possibilitou o
desenvolvimento da arquitetura, da escultura, do teatro, das artes em geral.
O crescimento de Atenas gerou insatisfação nas demais cidades gregas que passaram
a acusá-la de estar se apoderando de todas as riquezas da Liga. Essa rivalidade deu
origem à Guerra do Peloponeso, marcando o início da decadência do mundo grego.
A Guerra do Peloponeso foi um dos principais conflitos bélicos ocorridos no período
antigo e durou 27 anos a disputa entre atenienses e espartanos com aliados de ambos
os lados.
É importante saber que os espartanos eram melhores na batalhas terrestres enquanto
os atenienses dominavam os mares.
Mas durante os conflitos, a população ateniense que não participava diretamente das
batalhas manteve-se dentro da cidade, protegida pelas muralhas. Porém, o excesso
populacional, a escassez (falta) de alimentos e a falta de higiene contribuíram para a
proliferação de uma terrível peste que devastou a população de Atenas, matando
inclusive o seu governante Péricles.
3. Caracterizar o helenismo (p. 177-178)
Embora teoricamente Esparta tenha saído vitoriosa, ao final todas as cidades estados
gregas tornaram-se alvos fáceis para a dominação de outros povos.
Aproveitando-se desse momento e da desunião dos gregos o rei Felipe II da
Macedônia preparou um poderoso exército e conquistou o território grego. Depois,
seu filho Alexandre Magno também conquistou a Pérsia, o Egito e a Mesopotâmia,
tornando a Macedônia o centro do maior império, formado até então, estendendo-se
da Grécia até a Índia.
Veja os mapas na página a seguir
Mas o que foi realmente o helenismo?
Alexandre Magno, muito esperto chamou a si próprio de libertador dos territórios
conquistados, procurando evitar rebeliões capazes de desgastar seu império.
Respeitou as instituições políticas e religiosas dos povos vencidos e promoveu
casamento entre os seus oficiais com jovens das populações dominadas. Essa fusão
(união, mistura) das culturas do Oriente com valores gregos é chamada de helenismo.
Obs. Os principais centros da cultura helenista foram Alexandria, no Egito e Pérgamo,
na Ásia Menor.
A civilização romana: formação do Império
(p. 184 a 202)
[4] Identificar as origens da civilização romana (p. 186 e 187)
[5] Identificar os períodos da História política romana (p. 186)
[6] Reconhecer a organização da sociedade romana no período monárquico (p. 188)
[7] Identificar as atribuições do Senado e da Assembleia na monarquia romana (p. 189)
PAULA GRACIELE CARNEIRO
4. Identificar as origens da civilização romana (p. 186 e 187)
Quando falamos na formação de Roma não há registros escritos que comprovem tal
acontecimento. Portanto todo o conhecimento se baseia em lendas e tradições
populares.
A lenda dos gêmeos é uma explicação para a fundação de Roma, mas existem outras
menos místicas que podemos afirmar ser de origem histórica.
Por exemplo
Roma foi fundada pelos povos latinos. Além dos latinos, outros povos itálicos se
estabeleceram na região. Se trata de um fato, sem referência a deuses e
acontecimentos extraordinários.
5. Identificar os períodos da história política romana (p. 186)
A história de Roma foi dividida em três grandes períodos
Monarquia, República e Império
6. Reconhecer a organização da sociedade romana no período
monárquico (p. 188)
- Patrícios ou aristocratas: grandes proprietários rurais, únicos a exercer cargos
públicos.
- Plebeus: a maioria da população formada por pequenos agricultores, comerciantes,
artesãos e pastores
- Clientes: ofereciam serviços aos ricos e poderosos em troca de proteção, trabalho e
comida.
- Escravos: último grupo. Eram recrutados na guerra ou se tornavam escravos por não
pagar suas dívidas. Não tinham nenhum direito político e eram poucos durante a
Monarquia.
7. Identificar as atribuições do Senado e da Assembleia na monarquia
romana (p. 189)
Durante a Monarquia o rei que contava com o apoio de duas instituições;
Senado: formado por uma espécie de conselho de anciãos (idosos). Pertenciam às
famílias mais importantes da cidade que faziam parte dos patrícios. Eles escolhiam o
rei e discutiam as propostas apresentada pelo monarca (rei), podendo vetá-las caso
não fosse do interesse dos patrícios.
Assembleia: formada por cidadãos em idade militar. Aprovavam o nome do rei
escolhido, eram responsáveis por declarar guerra ou paz.
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