Universidade Federal de Goiás
Instituto de Informática
Curso de Ciência da Computação
SISTEMAS DIGITAIS
MEMÓRIA
Profa. Karina Rocha G. da Silva
[email protected]
http://sites.google.com/site/karinarg
Agradecimentos à Pearson Education pela disponibilização das figuras do livro: Sistemas Digitais princípios e
aplicações
Conexões CPU-Memória
2


A memória principal de um computador é
construída com Cis de RAMs e ROMs
São interfaceados com a CPU por 3 grupos de
linhas de sinais ou barramentos.
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31/05/2017
Conexões CPU-Memória
3



Linhas de endereço ou barramento de endereço
Linhas de dados ou barramentos de dados
Linhas de controle ou barramentos de controle
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Conexões CPU-Memória
4



Cada barramento consiste de diversas linhas
O número de linhas varia de um computador para
o outro
Os três barramentos são fundamentais para
permitir que a CPU escreva doados na memória e
leia dados da memória
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Conexões CPU-Memória
5

Quando um computador está executando instruções
de um programa:
A
CPU busca (lê) informações da área de memória que
contêm as instruções do programa
 A CPU busca (lê) dados sobre os quais as operações
são realizadas
 A CPU armazena dados em posições da memória
conforme instruções do programa
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Operação de escrita
6

Operação de escrita
A CPU fornece o endereço binário da posição da memória
em que o dado será armazenado. Coloca esse endereço
nas linhas de barramento de endereço
 A CPU coloca os dados a serem armazenados no
barramento de dados
 A CPU ativa as linhas de controle para a operação de
escrita na memória
 Os Cis da memória decodificam o endereço binário para
determinar o local de escrita
 Os dados são colocados na posição da memória

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Operação de leitura
7

Operação de leitura
A
CPU fornece o endereço binário na posição que o
dado deve ser recuperado
 Coloca o endereço no barramento de endereço
 CPU ativa as linhas de controle apropriadas para a
operação de leitura
 Os Cis da memória decodificam o endereço binário
para determinar a posição para a leitura
 Colocam o dado no barramento de dados e os
transfere para a CPU
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Função de cada barramento
8

Função de cada barramento:
 Barramento
de endereço:
 Unidirecional
 Transporta
as saídas binárias de endereço da CPU para os
CIS de memória para selecionar uma posição de memória
 Barranebto
de dados:
 Barramento
bidirecional
 Transporta dados entre a CPU eos Cis de memória
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Função de cada barramento
9

Função de cada barramento:
 Barramento
 Transporta
de controle
sinais de controle da CPU para os Cis de
memória
 Exemplo: sinais de R/W
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Memória apenas de leitura
10

Memória apenas de leitura
 Projetada
para manter os dados que são permanentes
ou que não mudam com frequencia
 Durante operações normais nenhum novo dado pode
ser escrito na ROM, mas podem ser lidos dela
 Algumas ROMs devem ser gravadas durante o
processo de fabricação
 Algumas RAMs podem ser gravadas eletricamente
 O processo de inserção de dados é chamado de
programação ou queima da ROM
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Memória apenas de leitura
11




Algumas ROMs não podem ter seus dados
alterados uma vez que eles tenham sido
programados
Algumas ROMs podem ser apagadas ou
reprogramadas tantas vezes quanto desejado
O principal uso de uma Rom é para o
armazenamento de dados de um microcomputador
Como a ROM não é volátil, esses dados não se
perdem quando a energia elétrica é desligada
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Memória apenas de leitura
12


Quando o computador é desligado ele pode iniciar
imediatamente a execução do programa
armazenado na ROM
As ROMs também são usadas em equipamentos
como:
 Caixas
registradoras
 Aparelhos e sistemas de segurança
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Diagrama em bloco de uma ROM
13

Diagrama de bloco de uma ROM
 Possui
3 conjuntos de sinais: entrada de endereço,
entrada de controle e saída de dados
 Essa ROM armazena 16 palavras
 Saída da ROM permite a conexão de vários Cis de
ROM no mesmo barramento de dados para expansão
da memória.
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Diagrama em bloco de uma ROM
14
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Diagrama em bloco de uma ROM
15



A entrada de controle CS é a entrada de seleção
de chip (chip select)
Essa entrada habilita e desabilita as saídas da
ROM
Pode ser chamada de CE (chip enable), OE (output
enable)
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Operação de leitura
16

Para ler uma palavra precisamos fazer:
 Aplicar
a entrada de endereço apropriada
 Ativar as entradas de controle
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Arquitetura da ROM
17


A arquitetura (estrutura) interna do CI de uma ROM
é complexa
Existem 4 partes básicas:
 Matriz
de registradores
 Decodificador de linhas
 Decodificador de colunas
 Buffers de saídas
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Arquitetura da ROM
18
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Matriz de registradores
19





Armazena os dados que são programados na ROM
Cada registrador contém um número de células de memória
igual ao tamanho da palavra (cada registrados armazena
uma palavra de 8 bits)
Pode-se determinar a posição de cada registrador como se
ele estivesse em uma linha e coluna específicas
As 8 saídas de dados de cada registrador são conectadas no
barramento interno de dados que percorre todo o circuito
Cada registrador tem duas entradas de habilitação e as duas
devem estar em nível alto para colocar o dado no barramento
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Decodificadores de endereço
20




O código de endereço A3A2A1A0 determina o
registrador da matriz que será habilitado a colocar
o dado no barramento
Os bits de endereço A1A0 são fornecidos para
decodificar uma das linhas
Os bits de endereço A3A2 são fornecidos ao
segundo decodificador para ativar a coluna
Apenas um registrador terá a linha e a coluna
selecionadas para esse endereço
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Buffers de saída
21



O registrador habilitado pelo endereço colocará os
dados no barramento de dados
Esses dados vão para os buffers de saída
Os buffers os passam para as saídas externas de
dados
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Rom programada por máscara
22
Suas informações são armazenadas ao mesmo tempo que o
circuito integrado é fabricado
 O processo utiliza uma “máscara” para depositar metais
sobre o silício
 Essa máscara determina onde se formam as conexões como
o uso de um estêncil com spray
 A máscara é muito cara e precisa e deve ser feita de
acordo com as especificações do cliente.
 Esse tipo de ROM só é econômico quando muitas ROMs do
mesmo tipo são programada com as mesmas informações

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ROMs programáveis (PROMs)
23
A PROM possui conexões a fusível que são
programadas pelo usuário
 Uma vez programada ela não pode ser apagada
e reprogramada
 Se o programa tiver que ser mudado ou estiver
errado, essa PROM deve ser jogada fora
 Esses dispositivos são chamados de ROM
programáveis apenas uma vez
 A programação é feita pela aplicação de pulsos
de alta voltagem
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
ROM programável e apagável (EPROM)
24




Uma EPROM pode ser programada pelo usuário
Pode ser apagada e reprogramada tantas vezes
quanto necessário
EPROM é não volátil
EPROM pode ser apagada apenas por exposição
a uma forte luz ultravioleta
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PROM apagável eletricamente (EEPROM)
25




É um aperfeiçoamento da EPROM
Possui a capacidade de ser apagada eletricamente
Pode ser lida um número ilimitado de vezes, mas só
pode ser apagada e programada um número
limitado de vezes (100.000 e 1 milhão)
Esse limite é causado pela continua deterioração
interna do chip durante o processo de apagamento
que requer uma tensão elétrica mais elevada
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Memória flash
26

EPROM
 são
não voláteis
 Tempo de acesso reduzido
 Difíceis de apagar

EEPROM
 Não
voláteis
 Rápido acesso para leitura
 Apagamento e reprogramação rápida
 Baixa densidade e alto custo
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Memória flash
27

Memória flash
 Não
volátil
 Capacidade de apagamento da EEPROM
 Densidade e custo próximo da EPROM
 Alta velocidade de leitura
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Memória ROM
28
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Aplicações das ROMs
29

Memória de programa de microcomputador
dedicado
 Sistema
de freios e controlador do motor do carro
 Telefone celular
 Filmadora de vídeo digital
 Forno de microondas
 Possuem sua instrução armazenada em uma ROM
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Aplicações das ROMs
30

Transferência de dados e portabilidade
 Dispositivos
que precisam armazenar informações de
forma portável
 USB
 Celular
 Câmera
digital
 MP3
 PDA
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Aplicações das ROMs
31

Memória bootstrap
O
programa bootstrap é armazenado na ROM
 Quando o computador é energizado, ele executa os
comandos armazenados no programa bootstrap
 Esse programa faz a CPU inicializar o hardware do
sistema
 O programa bootstrap carrega o sistema operacional
na memória do computador
 Computador começa a executar instruções do S. O.
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Aplicações das ROMs
32

Tabelas de dados
 Usadas
para armazenamento de algumas tabelas que
não são alteradas
 Exemplo: tabelas trigonométricas
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Aplicações das ROMs
33

Armazenamento auxiliar
 Memórias
flash tem sido muito usadas como
armazenamento auxiliar
 Não
voláteis
 Velozes
 Consumo baixo
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RAM
34





A RAM é uma memória de acesso direto
Qualquer endereço de memória possui a mesma
facilidade de acesso de qualquer outro endereço
RAMs são usadas para armazenamento temporário
de programas e dados
Os ciclos de leitura devem ser rápidos para que a
RAM não torne o computador lento
A principal vantagem é que ela pode ser escrita e
lida rapidamente
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RAM
35

Velocidade da memória:
 Indicada
pelo tempo que um módulo de memória
demora em fornecer uma informação a partir do
momento que esta é solicitada pelo controlador de
memória. Este tempo é chamado de tempo de acesso
 O tempo de acesso é expresso em ns (nanosegundos),
pois as memórias RAM são extremamente rápidas.
 Quanto mais rápido ele acontecer, mais rápido o
processador vai ter acesso a informação, melhorando
seu desempenho.
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Arquitetura da RAM
36

Ram
 Possui
um conjunto de registradores
 Cada registrador possui uma única palavra de dados
e um único endereço
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Arquitetura da RAM
37
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Arquitetura da RAM
38



Essa RAM armazena 64 palavras de 4 bits
Endereço varia de 0 a 63
O decodificador requer um código de entrada de
6 bits
 A5A4A3A2A1A0
= 011010
 Como 011010 = 2610, a saída 26 do decodificador
vai para o nível alto, selecionando o registrador 26
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RAM estática
39






SRAM – Static RAM
Formada a partir de Flip-flops
Mantém os dados enquanto está energizada
São mais frequentemente usados como memória
interna do computador
As operações de leitura e escrita realizadas pela
CPU dependem da velocidade da RAM
OS Cis de memória tem que ser rápidos o suficiente
para responder aos comandos de leitura e escrita
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RAM dinâmica
40




Se destacam pela sua alta capacidade, baixo
consumo, e velocidades moderadas
Armazenam dados como cargas de capacitores
Possuem a tendência de ter fugas de cargas, por
isso precisam que as células de memórias sejam
recarregadas periodicamente
Esse processo de recarga é denominado de refresh
da RAM dinâmica
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31/05/2017
RAM dinâmica
41


A necessidade de reavivamento é uma
desvantagem da RAM dinâmica em relação à Ram
estática
Alguns circuitos DRAMs possuem circuitos de controle
de refresh incorporados
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DRAM x SRAM
42
DRAM
SRAM
Necessidade de reavivamento
Não necessita reavivamento
Menor consumo
Maior consumo
Menor velocidade
Maior velocidade
Menor custo
Maior custo
Mais densa
Menos densa
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DRAM x SRAM
43




DRAMs possuem quatro vezes a densidade da
SRAM
Maior densidade possibilita quatro vezes mais
capacidade de memória em uma mesma placa
O custo da DRAM custa em torno de um quinto a um
quarto do custo da SRAM
DRAM consome em torno de um quinto a um quarto
da energia de uma SRAM
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31/05/2017
DRAM x SRAM
44

SRAM são mais aplicadas:
 Em
aplicações que requerem altas velocidades
 Aplicações que requerem pouca quantidade de
memória
 Exemplo: microprocessadores
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31/05/2017
DRAM x SRAM
45

Os microprocessadores normalmente usam memória
DRAM
 Alta
capacidade
 Baixo consumo
 Usam SRAM para aplicações como: vídeos fráficos,
tabelas e memória cache
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Memória
46

Necessidade de construção de vários tipos de memória:
 Velocidade das UCP ( > tempo de acesso da
memória)
 Capacidade de armazenamento.
Hierarquia de Memória
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31/05/2017
Hardware – Memória
47
Custo alto Velocidade
alta Baixa
capacidade
Hierarquia de Memória
Registradores
Memória Cache
Memória Principal
Discos
CD-ROM
Custo baixo
baixa
Profa.Velocidade
Dra. Karina Rocha G.
da Silva - Universidade Federal de Goiás
Capacidade elevada
Memória Secundária
31/05/2017
47
Hardware – Memória
48
Hierarquia de Memória - Elementos




Registradores
Memória Cache
Memória Principal
Memória Secundária
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31/05/2017
48
Hardware – Memória
49
Registradores

Elementos superiores da pirâmide de memória, por
possuírem a maior velocidade de transferência
dentro do sistema (menor tempo de acesso), menor
capacidade de armazenamento e maior custo.

Memórias rápidas usadas em execução de
instruções dentro do processador (objetivo:
minimizar os acessos às memórias externas ao
processador).
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
49
Hardware – Memória
50
Registradores

Parâmetros: Menor tempo de acesso, baixa
capacidade (Ex.: 32 bits, 64 bits), dispositivos
voláteis, memória de semicondutores,
armazenamento temporário e apresenta o custo
mais elevado.

Exemplo:
EAX
RAX
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
50
Hardware – Memória
51
Arquitetura Pentium:
Exemplos de
Registradores
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
51
Hardware – Memória
52
Registradores - Parâmetros

Tempo de acesso/ciclo de memória - 1 a 5 ns.

Capacidade - baixa - 8 a 64 bits

Volatilidade - dispositivos voláteis.

Tecnologia - memória de semicondutores

Temporariedade - armazenamento temporário.

Custo - mais elevado.
Citar
1 aRocha
5 ns
pode
significar
valor já desatualizado.
Profa. Dra.
Karina
G. neste
da Silva instante
- Universidade
Federal
de Goiás um31/05/2017
52
Hardware – Memória
53
Memória Cache

Problema de Sistemas de Computação - gargalo
de congestionamento na comunicação CPU/MP.
 Solução: desenvolvimento de uma técnica que
consiste na inclusão de um dispositivo de memória
entre CPU e MP - memória CACHE.
 Memória Cache - função - acelerar a velocidade
de transferência das informações entre CPU e MP,
aumentando o desempenho dos sistemas.
 Usada para armazenamento de instruções e dados
mais freqüentemente acessados do programa em
Profa.execução.
Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás 31/05/2017
53
Hardware – Memória
54
Memória Cache


Fabricada com tecnologia semelhante à da CPU
(possui tempos de acesso compatíveis,
resultando numa considerável redução da espera
da CPU para receber dados e instruções da
cache, ao contrário do que acontece em sistemas
sem cache).
Atualmente há diversos tipos de memória cache,
utilizados em sistemas de computação modernos:
Cache para a Memória Principal (RAM cache),
Cache para Disco.
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
54
Hardware – Memória
55
Memória Cache

Podem ser inseridas em dois (ou três) níveis: Cache
L1 (Level 1) - nível 1), Cache L2 e Cache L3.

Cache L1(primária) - interna ao processador.

Cache L2 (externa ou secundária) - instalada, em
geral, na placa-mãe do computador.
Atualmente:localizada no interior da pastilha do
processador, separada deste (cache backside).
Quanto mais próxima do processador, melhor será o
desempenho do mesmo.

Cache L3 - existente em poucos processadores,
31/05/2017
localizada externamente ao processador. 55
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
Hardware – Memória
56
Memória Cache - Parâmetros

Tempo de acesso/ciclo de memória - 5 a 7 ns.
 Capacidade - deve-se conciliar o compromisso de
uma apreciável capacidade com a não-elevação
demasiada de seu preço. Valores: 16K a 16 MB.
 Volatilidade - dispositivos voláteis.
 Tecnologia - circuitos eletrônicos de alta velocidade.
Em geral, são memórias RAM estáticas (SRAM).
 Temporariedade - armazenamento temporário.
 Custo - o custo de fabricação das memórias cache é
alto. Memórias cache internas à CPU ainda são mais
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás 31/05/2017
caras do que as externas.
56
Hardware – Memória
57
Memória Principal

A memória básica de um sistema de computação
desde seus primórdios.

É o dispositivo no qual o programa (e seus dados)
que vai ser executado é armazenado para que a
CPU vá "buscando" instrução por instrução.
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
57
Hardware – Memória
58
Memória Principal - Parâmetros

Tempo de acesso/ciclo de memória - 7 a l5 ns.

Capacidade – usualmente, na ordem de até 1 GB
(ou 512MB)

Volatilidade - volátil. Há normalmente uma pequena
quantidade de memória não volátil fazendo parte da
memória principal (BIOS).

Tecnologia - em sistemas atuais esta tecnologia
produz memória com elementos dinâmicos (DRAM).
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
58
Hardware – Memória
59
Memória Principal - Parâmetros


Temporariedade - variável, depende de várias
circunstâncias (p. ex.: tamanho do programa e sua
duração, a quantidade de programas que estão
sendo processados juntos, etc.). A transitoriedade
com que as informações permanecem
armazenadas na MP é, em geral, mais duradoura
que na memória cache ou nos registradores.
Custo - DRAM têm um custo mais baixo que o das
memórias cache - são vendidos computadores
com quantidade apreciável de MP (256 MB, 512
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás 31/05/2017
MB, 1 GB) sem que o preço seja inaceitável. 59
Hardware – Memória
60
Memória Principal

Quanto maior a capacidade de armazenamento
(em Bytes), maior a capacidade de
processamento.

Uso de memória virtual  Uso do HD como
extensão da Memória Principal
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
60
Hardware – Memória
61
Memória Principal – Endereços de Memória
Memória – formada por um conjunto de células
(posições), cada uma guarda uma informação.
 Célula – menor unidade endereçável (tamanho
padrão usual – 8 bits – 1 byte).
 Bytes são agrupados em palavras (palavra de 32
bits tem 4 bytes/palavra).
 A maioria das instruções de uma máquina opera
sobre palavras. Uma máquina de 32 bits deverá
ter registradores e instruções para tratar palavras
de 32 bits.

Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
61
Hardware – Memória
62
Memória Principal – Endereços de Memória



Endereço da célula – número associado à célula,
que permite aos programas referenciá-la.
Memória de n células – 0 a n – 1 endereços
Célula de k bits – pode armazenar 2 k
combinações de bits.
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
62
Hardware – Memória
63
Memória Secundária

Denominada memória secundária, memória auxiliar
ou memória de massa.

Objetivo: garantir um armazenamento mais
permanente à toda a estrutura de dados e
programas do usuário - deve possuir maior
capacidade que a memória principal.
 Pode ser constituída por diferentes tipos de
dispositivos, alguns diretamente ligados ao sistema
para acesso imediato (Ex.: discos rígidos), e outros
que podem ser conectados quando desejado (Ex.:
fitas,
etc.).
Profa.disquetes,
Dra. Karina Rocha G.
da SilvaCD-ROM
- Universidade Federal
de Goiás 31/05/2017
63
Hardware – Memória
64
Memória Secundária - Parâmetros


Tempo de acesso/ciclo de memória - são, em
geral, dispositivos eletromecânicos e não circuitos
puramente eletrônicos - possuem tempo de acesso
maiores. Tempos de acesso típicos: ordem de 8 a
15 ms. Discos do tipo CD-ROM: 120 a 300 ms,
fitas magnéticas - ordem de segundos.
Capacidade - varia bastante dependendo do tipo
de dispositivo utilizado. Discos rígidos – ordem de
120 GB, CD-ROM - ordem de 700 MB, fitas
magnéticas (a capacidade depende do
comprimento da fita e da densidade de gravação).
Profa. Dra. Karina Rocha G. da Silva - Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
64
Hardware – Memória
65
Memória Secundária - Parâmetros

Volatilidade - não voláteis.

Tecnologia - este parâmetro possui uma
variedade imensa de tipos, visto que, para cada
dispositivo entre os já mencionados (discos,
disquetes, fitas, discos ópticos, CD-ROM), há
diferentes tecnologias de fabricação.

Temporariedade - armazenamento com caráter
permanente ou, pelo menos, de longo período de
armazenamento.

Custo
bastante
Profa.
Dra. Karina- Rocha
G. da Silva variado.
- Universidade Federal de Goiás
31/05/2017
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