motion

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Algoritmos de Scheduling de
Pacotes
João Reis e Valdemar Monteiro
MOTION
mobile system communications group
João Reis, Valdemar Monteiro
Covilhã, 30 de Junho de 2005
Apresentação
• Motivação
• RRM desenvolvido no âmbito do projecto
MATRICE
– Descrição do sistema
– Algoritmos de sheduling
– Resultados demosntrativos
• Geração de tráfego
– Baseados em modelos de 3GPP
– Interface IP – Desenvolvido para a interface de
simuladores de sistemas com rede IP real.
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Motivação
• As futuras redes de comunicações sem fios perspectivam oferecer aos
utilizadores uma grande variedade de serviços multimédia,
caracterizados por requisitos variáveis de largura de banda (taxa de
dados).
• As características das ligações rádio são dinâmicas e dependentes da
localização, e portanto podem-se ter ligações rádio para cada utilizador
com diferentes propriedades (SINR, …)
• Esquemas adaptativos de scheduling de pacotes são cruciais para gerir
o acesso dos utilizadores aos recursos disponíveis, de acordo com
determinadas politicas, que consideram, por exemplo, características de
tráfego, condições de canal de cada utilizador, …
• Contudo, no sentido de tirar partido das vantagens da adaptabilidade,
é necessária uma concepção cross-layer da arquitectura de rede de um
sistema de comunicações.
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RRM
• Âmbito do projecto do IST MATRICE
• RRM para sistemas Pós-3G baseados em MCCDMA
• Inclui
– Link adaptation
– H-ARQ com Chase combining
– Scheduling
• Os trabalhos desenvolvidos no IT incidiram no scheduler
– RRM com modelo aproximado ao HSDPA do UMTS
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Modelo de sistema
Scheduler
•
•
•
L tipo de fontes de informação
Tráfego de fontes do tipo i agregado
na fila Qai correspondendo à
agragação do tráfego gerado pelas
Ni fontes de tráfego idênticos e
independentes
Conversão de pacotes em blocos
rádio  Filas (Qi) com
características ditadas pela operação
de agragação e conversão de
formato
– Algumas simplificações levadas em
conta na implementação do sistema
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Fonte 1
tipo1
Qa1
Agr
eg.
Pacote
 bloco
rádio
Q1
Buffer
Fonte
N1 tipo1
Algoritmo
de sched.
Fonte 1
tipo L
QaL
Agr
eg.
Fonte
NL tipo
L
QL
Pacote
 bloco
rádio
Buffer
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Modelo de sistema
• Simplificações
– Buffers de tamanho infinito
– Segmentação dos pacotes não altera a
estatística das filas Qi  Pacotes com
tamanho original fixo
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Modelo de sistema
• Caracterização do pacote
Atributos do pacte
Tipo (classe de serviço)
destino
Instante de chegada
Deadline (toa+max allowable delay)
# de tentativas de transmição
Requisitos de robustez na transmissão (BER / FER)
• O pacote é caracterizado de acordo com o estado pelo sheduler, usando
– Atributos do pacote
– Informação do canal
Estado do pacote
Tipo (classe de serviço)
Robustez esperada na Tx
Time out
# de transmições efectuadas
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Algoritmo de scheduling
• Prioridade de cada calculada de acordo com o estado.
Pacotes com prioridade mais elevada serão servidos
primeiro
• Prioridade=F(tipo, time-out, requisitos de robustez, #
tentaivas de transmissão)
– Inclusão do # tentativas de transmissãoão é incluido pq o Chase
combining é aplicada
– Functão implementada
Pr iority  w1 (type, time  out )  w2 (# attemptedtransmissio ns, type)w3 (rel. exp ., type)
•
•
•
•
w1: funcão que decresce com o time-out
w2: função decresce com o número de tentativas de transmissão
w3: função ternária para a robustez de transmissão
Em caso de igualdade são ordenados pelo time-out, e depois pelo
SIR
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Resultados demosntrativos
Algoritmo comp. com max(C/I)
Cenário
• Modelo de canal urbano, células de 300m,
• Tramas de 10 ms
• Tráfego: Voz e Web baseados em modelos da
3GPP
– Voz: On-Off distribuído exponencialmente, com médias
de 1 e 1.35 sec.; ritmo de 11.04 kbps no período on
– Web: Tempo entre chamadas distribuído
geométricamente com média 5sec.; tamanho de
chamadas de acordo com a distribuição de Pareto com
média 12 kBytes, e pico de ritmo de dados de 512 kbps
• Simulações de downlink
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Resultados demonstrativos
Voz
Scheduling de
prioridade
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Scheduling
Max(C/I)
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Resultados demonstrativos
Web
Scheduling de
prioridade
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Scheduling
Max(C/I)
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Modelo do Sistema
• Uma entidade central de scheduling na estação base
controla as transmissões em downlink de um sistema de
comunicações acedido por múltiplos utilizadores.
• A entidade de scheduling decide que pacotes devem ser
transmitidos no inicio de cada trama rádio.
Traffic Queues
BTS
User 1
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h1(t)
User 2
User 2
User n
MOTION
User 1
Packet
Scheduler
h2(t)
Transmit
Unit
SINR
QoS Constraints
User n
hn(t)
Feedback Link
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Algoritmos de Scheduling I
• Algoritmo conjunto de scheduling e adaptação de modulação
– A politica para determinar os pacotes a transmitir leva em consideração a
formatação dos dados (modulação), permitida por cada utilizador.
– A selecção da modulação permitida é realizada de acordo com a qualidade
de canal e o tamanho da fila de tráfego de cada utilizador.
Algoritmo de
Scheduling
Estado do Canal
Pacotes
Selecionados
Modulação
selecionada
Selecção de
Modulação
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Resultados Experimentais
Ilustrativos
• Função de distribuição cumulativa (CDF) para o
atraso na entrega dos pacotes
O algoritmo “Adaptação de
modulação” ultrapassa,
significativamente, o
desempenho do algoritmo
designado por “máximo
throughput”, em termos do atraso
máximo de pacote.
1
0.9
0.8
0.7
cdf
0.6
0.5
0.4
0.3
Maxino Throughput
Adatação de Modulação
0.2
0.1
50
100
150
200
250
Atraso (time-slots)
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Algoritmos de Scheduling II
• Algoritmo conjunto de scheduling e beamforming
– Fazer o scheduling dos pacotes de acordo com uma politica conjunta de
prioridade e beamforming.
– Passo 1: Função de Prioridade
• Nesta fase os pacotes existentes nas filas de tráfego são ordenados com base
numa função de prioridade envolvendo parâmetros da camada física e
parâmetros de qualidade de serviço ( QoS).
– Passo 2: Mapeamento Espacial
• Nesta fase, o objectivo passa por mapear os pacotes num array , em que as
linhas representam os “códigos” e as colunas representam a dimensão espacial.
• Na tabela cada linha corresponde a um código, e portanto todos os utilizadores
na mesma linha usam o mesmo código. Isto implica, que dois utilizadores que
estejam na mesma linha da tabela, necessitem de estar espacialmente
separados, isto é, a diferença entre os seus ângulos deva ser no mínimo θmin
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Algoritmos de Scheduling III
•
Demonstração do Algoritmo
MS6
MS1
Beam1
Beam2
Code1
MS1
MS3
Code2
MS5
MS4
Coden
MS6
MS2
W1,2(MS1)
MS4
W1,2(MS2)
1,3
Array
Processing
W1,2(MS3)
W1,2(MS4)
W1,2(MS5)
MS2
W1,2(MS6)
BS
1,3   min
 2,6   min
MS3
 4,5   min
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Interface IP - Conceito
•
•
•
•
Interface de simuladores de sistema com a rede IP
Interface através de ficheiros de captura
Tráfego baseado no IP v6
Parâmetros extraídos dos pacotes capturados:
– Endereço da fonte
• Inteiro de 0 a núm. max de addresses capturados
– Endereço de destino
• Associated ao Id do endereço
– Instante de chegada (em µs)
– comprimento (bytes)
– Classe de serviço – DSCP (de 0 a 255)
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Interface IP - Interfaces
• Entrada: Ficheiro de captura
• Saídas:
– Ficheiros de texto
• Um ficheiro por parâmetro
• Cada linha do ficheiro corresponde a uma stream
individual
– Objecto de tráfego do simulador
• stream de pacotes do simulador são criados para
serem associados a cada fonte de tráfego
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Interface IP
Interfaces do múdulo
Configuration
Capture
File
I
N
Packet
Read
Unit
Packet
Parameter
extractors
OUT2
File
MOTION
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Load stream
to Traffic
Manager
Parameters
extraction to file
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Interface Ip
Ficheiros de saída
• Ficheiro de texto com um parâmetro individual
– Organizado em streams
• Stream corresponde à combinação de: endereço da fonte, endereço de
destino e Flow Id
– Alterações não muito significativas se outros parâmetros forem
necessários (indexação manter-se-á)
Packet
Stream
Packet
s
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Packet
s
Packet
s
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