sistema circulatório

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ANATOMIA E FISIOLOGIA
ANATOMIA E FISIOLOGIA
ANATOMIA
ESTUDO DAS ESTRUTURAS DO CORPO:
• CITOLOGIA (CÉLULAS)
• HISTOLOGIA (TECIDOS)
• ANATOMIA GERAL (ORGÃOS)
FISIOLOGIA
ESTUDO DAS FUNÇÕES DO CORPO.
CÉLULA
CÉLULA
A CÉLULA REPRESENTA A MENOR PORÇÃO DE MATÉRIA VIVA.
SÃO AS UNIDADES ESTRUTURAIS E FUNCIONAIS DOS ORGANISMOS
VIVOS.
ALGUNS ORGANISMOS, TAIS COMO AS BACTÉRIAS, SÃO UNICELULARES
(CONSISTEM EM UMA ÚNICA CÉLULA). OUTROS ORGANISMOS, TAIS COMO
OS SERES HUMANOS, SÃO PLURICELULARES (OU MULTICELURARES).
O CORPO HUMANO É CONSTITUÍDO POR 10 TRILHÕES (1013) DE CÉLULAS
MAIS 90 TRILHÕES DE CÉLULAS DE MICRORGANISMOS QUE VIVEM EM
SIMBIOSE COM O NOSSO ORGANISMO.
CÉLULA
NÚCLEO + CITOPLASMA + ORGANITOS CELULARES
ORGANITOS CELULARES
NÚCLEO
ESTRUTURA GRANDE, ENVOLVIDA POR UMA MEMBRANA, LOCALIZADO
NORMALMENTE PERTO DO CENTRO DA CÉLULA.
ESFÉRICO, ALONGADO, … (DEPENDE DO TIPO DE CÉLULA).
CONSTITUIÇÃO DO NÚCLEO
•
•
•
•
MEMBRANA NUCLEAR.
ADN.
PROTEÍNAS.
NUCLÉOLO (ENTRE 1 A 4 POR
RIBOSSOMAS).
NÚCLEO; LOCAL DE SÍNTESE DOS
NÚCLEO
ADN (ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO)
É O SUPORTE UNIVERSAL DA INFORMAÇÃO GENÉTICA QUE DEFINE AS
CARACTERÍSTICAS DE CADA ORGANISMO VIVO.
O ADN FORMA CADEIAS DE CROMOSSOMAS QUE PODERÃO SOFRER
DIVISÃO CELULAR (MITOSE E MEIOSE).
RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO
É UMA EXTENSÃO DA MEMBRANA EXTERNA NUCLEAR QUE FORMA TÚBULOS E SÁCULOS (CISTERNAS) LARGOS E ACHATADOS.
• LISO (SEM RIBOSSOMAS ASSOCIADOS).
• RUGOSO (COM RIBOSSOMAS ASSOCIADOS) .
RIBOSSOMAS
LOCAIS DE SÍNTESE PROTEICA
• LIVRES (SINTETIZAM PROTEÍNAS UTILIZADAS NO INTERIOR DA
CÉLULA).
• ASSOCIADOS AO RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO (SINTETIZAM PROTEÍNAS QUE SÃO SEGREGADAS A PARTIR DA CÉLULA).
APARELHO DE GOLGI
COMPOSTO POR SÁCULOS MEMBRANOSOS ACHATADOS, CONTENDO CISTERNAS, EMPILHADAS ENTRE SI, COMO PRATOS DE SERVIR.
MODIFICA, ACONDICIONA E DISTRIBUI PROTEÍNAS E LÍPIDOS PRODUZIDOS PELOS RETÍCULOS ENDOPLASMÁTICOS LISO E RUGOSO.
VESÍCULAS DE SECREÇÃO
ESTRUTURAS ENVOLVIDAS POR MEMBRANAS QUE SE DESTACAM DO
APARELHO DE GOLGI E SE DESLOCAM ATÉ À SUPERFÍCIE DA CÉLULA,
ONDE AS SUAS MEMBRANAS SE FUNDEM COM A MEMBRANA CELULAR E
O SEU CONTEÚDO É LIBERTADO PARA O EXTERIOR POR EXOCITOSE.
(ISTO SÓ ACONTECE MEDIANTE UM SINAL TRANSMITIDO PELA CÉLULA).
EX: AS VESÍCULAS DE SECREÇÃO QUE CONTÊM A HORMONA INSULINA
NÃO LIBERTAM O SEU CONTEÚDO ATÉ QUE A CONCENTRAÇÃO DE
GLICOSE NA CORRENTE SANGUÍNEA AUMENTE E ACTUE COMO SINAL
PARA A SECREÇÃO DE INSULINA PELAS CÉLULAS.
LISOSSOMAS
VESÍCULAS ENVOLVIDAS POR MEMBRANA, QUE SE DESTACAM DO
APARELHO DE GOLGI, QUE CONTÊM VÁRIAS ENZIMAS HIDROLÍTICAS.
AS VESÍCULAS FORMADAS NO INTERIOR DA CÉLULA FUNDEM-SE COM OS
LISOSSOMAS CONSTITUINDO UMA ÚNICA VESÍCULA E EXPONDO OS
MATERIAIS FAGOCITADOS A ENZIMAS HIDROLÍTICAS.
AUTOFAGIA, PROCESSO PELO QUAL OS LISOSSOMAS DIGEREM ORGANELOS CELULARES QUE PERDERAM A FUNCIONALIDADE.
LISOSSOMAS
MEMBRANA CELULAR
OS FOSFOLÍPIDOS FORMAM A CAMADA BIMOLECULAR LIPÍDICA (CABEÇAS POLARES HIDROFÍLICAS QUE PROCURAM O CONTACTO COM A
ÁGUA; CAUDAS APOLARES HIDROFÓBICAS QUE EVITAM O CONTACTO
COM A ÁGUA).
COLESTEROL: DISPERSO ENTRE OS FOSFOLÍPIDOS E É ESSENCIAL NA
DETERMINAÇÃO DA NATUREZA FLUIDA DA MEMBRANA.
MEMBRANA CELULAR
PROTEÍNAS: DETERMINANTES NAS FUNÇÕES DA MEMBRANA CELULAR.
• INTRÍNSECAS (PENETRAM NA CAMADA LIPÍDICA).
• EXTRÍNSECAS (LIGADAS AOS PÓLOS HIDROFÍLICOS, OU SEJA, NA
SUPERFÍCIE INTERIOR E EXTERIOR DA MEMBRANA).
FUNÇÕES DAS PROTEÍNAS
•
•
•
•
•
•
FORMAÇÃO DE CANAIS PROTEICOS.
TRANSPORTADORES DE MOLÉCULAS.
RECEPTORES.
MARCADORES.
ENZIMAS.
SUPORTE ESTRUTURAL DA MEMBRANA.
MODELO DO MOSAÍCO FLUÍDO: A MEMBRANA NÃO É UMA ESTRUTURA
ESTÁTICA, É ALTAMENTE FLEXÍVEL.
MEMBRANA CELULAR
MEMBRANA CELULAR OU CITOPLASMÁTICA:
• SUBSTÂNCIAS EXTRACELULARES OU INTERCELULARES.
• SUBSTÂNCIAS INTRACELULARES.
FUNÇÕES
ENVOLVER OS CONTEÚDOS CELULARES.
DETERMINAR O QUE SE DESLOCA PARA O INTERIOR E EXTERIOR DA
CÉLULA.
RECONHECIMENTO DE OUTRAS CÉLULAS E COMUNICAÇÃO ENTRE SI.
MEMBRANA CELULAR
CONSTITUIÇÃO
• 45% A 50% DE LÍPIDOS (FOSFOLÍPIDOS E COLESTEROL).
• 45% A 50% DE PROTEÍNAS.
• 4% A 8% DE GLÚCIDOS.
CITOPLASMA
CITOSOL (HIALOPLASMA)
• PORÇÃO FLUIDA, CITOESQUELETO E INCLUSÕES CITOPLASMÁTICAS.
• CITOESQUELETO (SUPORTA A CÉLULA E MANTÉM O NÚCLEO E OS
ORGANELOS NO SEU LUGAR; CONSTITUÍDO POR PROTEÍNAS).
• INCLUSÕES CITOPLASMÁTICAS.
ORGANELOS
ESTRUTURAS PRESENTES NO INTERIOR DAS CÉLULAS E ESPECIALIZADAS EM DETERMINADAS FUNÇÕES.
NOTA CLÍNICA
DOENÇA DE POMPE
RESULTA DA INCAPACIDADE DAS ENZIMAS LISOSSÓMICAS DEGRADAREM
O GLICOGÉNIO. O GLICOGÉNIO ACUMULA-SE EM GRANDES QUANTIDADES NO CORAÇÃO, FÍGADO E MÚSCULOS ESQUELÉTICOS, UMA ACUMULAÇÃO QUE FREQUENTEMENTE CONDUZ A UMA INSUFICIÊNCIA
CARDÍACA.
NOTA CLÍNICA
SÍNDROME DE HURLER
INCAPACIDADE DAS ENZIMAS LISOSSÓMICAS DECOMPOREM OS MUCOPOLISSACÁRIDOS, ACUMULANDO-SE ESTES NOS LISOSSOMAS DE CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO E DO TECIDO NERVOSO. AS PESSOAS
AFECTADAS COM ESTA DOENÇA SOFREM DEFORMAÇÕES ÓSSEAS E
ATRASO MENTAL.
MITOCÔNDRIA
• ESTRUTURAS PEQUENAS EM FORMA DE BASTONETE.
• PRODUÇÃO DE ATP (É A MAIOR FONTE DE ENERGIA PARA A MAIOR
PARTE DAS REACÇÕES QUE OCORREM NO INTERIOR DA CÉLULA).
CONSTITUIÇÃO
• MEMBRANA INTERNA (PREGAS INTERNAS QUE FORMAM AS CRISTAS)
• MEMBRANA EXTERNA (CONTORNOS SUAVES).
• ZONA INTERMEMBRANAR.
MITOCÔNDRIA
SISTEMAS
ENZIMÁTICOS
ENZIMAS DO CICLO DO
ÁCIDO CÍTRICO (OU
CICLO DE KREBS)
ENCONTRAM-SE NA
MATRIZ
ENZIMAS DA CADEIA
TRANSPORTADORA DE
ELECTRÕES
ENCONTRAM-SE NA
MEMBRANA INTERNA
MOVIMENTOS ATRAVÉS DA MEMBRANA CELULAR
A MEMBRANA CELULAR SEPARA O MATERIAL EXTRACELULAR DO INTRACELULAR E É SELECTIVAMENTE PERMEÁVEL.
AS SUBSTÂNCIAS DESLOCAM-SE ATRAVÉS DA MEMBRANA CELULAR DE 4
MANEIRAS:
• DIRECTAMENTE ATRAVÉS DA CAMADA BIMOLECULAR LIPÍDICA.
• ATRAVÉS DOS CANAIS MEMBRANARES.
• COM MOLÉCULAS TRANSPORTADORAS NA MEMBRANA.
• EM VESÍCULAS.
DIFUSÃO
• MOVIMENTO DE UMA SUBSTÂNCIA DE UMA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO ELEVADA PARA UMA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO MAIS BAIXA (A
FAVOR DO GRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO).
• O GRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO É A DIFERENÇA DA CONCENTRAÇÃO ENTRE DOIS PONTOS DO SOLUTO, DIVIDIDA PELA DISTÂNCIA
QUE SEPARA ESSES PONTOS.
• A VELOCIDADE DE DIFUSÃO AUMENTA COM UM AUMENTO NO GRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO, UM AUMENTO NA TEMPERATURA, UMA
DIMINUIÇÃO NO TAMANHO CELULAR E UMA DIMINUIÇÃO NA VISCOSIDADE.
• O RESULTADO FINAL DA DIFUSÃO É UMA DISTRIBUIÇÃO UNIFORME
DE PARTÍCULAS.
DIFUSÃO
OSMOSE
• OSMOSE É A DIFUSÃO DE ÁGUA (SOLVENTE) ATRAVÉS DE UMA MEMBRANA SELECTIVAMENTE PERMEÁVEL.
• A PRESSÃO OSMÓTICA É A FORÇA NECESSÁRIA PARA EVITAR O
MOVIMENTO DA ÁGUA ATRAVÉS DE UMA MEMBRANA SELECTIVAMENTE PERMEÁVEL.
• SOLUÇÕES ISOSMÓTICAS POSSUEM A MESMA CONCENTRAÇÃO DE
PARTÍCULAS DE SOLUTO. SOLUÇÕES HIPEROSMÓTICAS TÊM UMA
CONCENTRAÇÃO MAIS ELEVADA, E SOLUÇÕES HIPOSMÓTICAS TÊM
UMA CONCENTRAÇÃO DE PARTÍCULAS DE SOLUTO MENOR DO QUE
A SOLUÇÃO DE REFERÊNCIA
• CÉLULAS COLOCADAS NUMA SOLUÇÃO ISOTÓNICA NÃO AUMENTAM
NEM DIMINUEM DE TAMANHO. NUMA SOLUÇÃO HIPERTÓNICA ESTAS
DIMINUEM DE TAMANHO (PLASMÓLISE) E NUMA SOLUÇÃO HIPOTÓNICA AUMENTAM DE TAMANHO E PODEM MESMO SOFRER A LISE
CELULAR.
OSMOSE
FILTRAÇÃO
MOVIMENTO DE UM LÍQUIDO ATRAVÉS DE UMA DIVISÓRIA COM POROS
QUE PERMITEM A PASSAGEM DO LÍQUIDO, MAS NÃO DE TODAS AS SUBSTÂNCIAS NO LÍQUIDO.
O MOVIMENTO DO LÍQUIDO RESULTA DA DIFERENÇA DE PRESSÃO ATRAVÉS DA DIVISÓRIA (O LÍQUIDO DESLOCA-SE DO LADO COM MAIOR
PRESSÃO PARA O DE MENOR PRESSÃO).
MECANISMOS DE TRANSPORTE ACTIVO
É O MOVIMENTO DE UMA SUBSTÂNCIA ATRAVÉS DE UMA MEMBRANA POR
MEIO DE UMA MOLÉCULA TRANSPORTADORA. AS SUBSTÂNCIAS TRANSPORTADAS TENDEM A SER GRANDES MOLÉCULAS HIDROSSOLÚVEIS.
• AS MOLÉCULAS TRANSPORTADORAS POSSUEM CENTROS ACTIVOS
QUE SE LIGAM QUER A UMA ÚNICA MOLÉCULA OU A UM GRUPO DE
MOLÉCULAS SEMELHANTES.
• MOLÉCULAS SEMELHANTES PODEM COMPETIR PELAS MOLÉCULAS
TRANSPORTADORAS.
• UMA VEZ QUE TODAS AS MOLÉCULAS TRANSPORTADORAS SE
ENCONTRAM EM USO, A VELOCIDADE DE TRANSPORTE NÃO PODE
AUMENTAR MAIS (SATURAÇÃO).
MECANISMOS DE TRANSPORTE ACTIVO
OS MECANISMOS DE TRANSPORTE ACTIVO APRESENTAM 3 CARACTERÍSTICAS:
• ESPECIFICIDADE (CADA MOLÉCULA TRANSPORTADORA LIGA-SE E
TRANSPORTA APENAS UM ÚNICO TIPO DE MOLÉCULAS).
• COMPETIÇÃO (MOLÉCULAS SEMELHANTES LIGAM-SE À MESMA
MOLÉCULA TRANSPORTADORA).
• SATURAÇÃO (A VELOCIDADE DE TRANSPORTE DE MOLÉCULAS
ATRAVÉS DA MEMBRANA É LIMITADO PELO NÚMERO DISPONÍVEL DE
MOLÉCULAS TRANSPORTADORAS).
MECANISMOS DE TRANSPORTE ACTIVO
EXISTEM 3 TIPOS DE TRANSPORTE ACTIVO:
• A DIFUSÃO FACILITADA DESLOCA SUBSTÂNCIAS A FAVOR DO SEU
GRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO E NÃO REQUER GASTOS DE
ENERGIA (ATP) .
• O TRANSPORTE ACTIVO PODE DESLOCAR SUBSTÂNCIAS CONTRA O
SEU GRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO E REQUER CONSUMO DE ATP.
UMA BOMBA DE TROCA OU TRANSPORTE É UM MECANISMO DE
TRANSPORTE ACTIVO QUE DESLOCA SIMULTANEAMENTE DUAS
SUBSTÂNCIAS EM DIRECÇÕES OPOSTAS ATRAVÉS DA MEMBRANA
CELULAR.
• NO TRANSPORTE ACTIVO SECUNDÁRIO, É DESLOCADO UM IÃO
ATRAVÉS DA MEMBRANA CELULAR POR TRANSPORTE ACTIVO, E A
ENERGIA PRODUZIDA PELA DIFUSÃO DO IÃO EM SENTIDO CONTRÁRIO A FAVOR DO GRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO PODE TRANSPORTAR OUTRA MOLÉCULA, TAL COMO A GLICOSE, CONTRA O SEU
GRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO.
NOTA CLÍNICA
A FIBROSE QUÍSTICA É UMA DOENÇA GENÉTICA QUE AFECTA OS CANAIS
DOS IÕES CLORO.
EXISTEM 3 TIPOS DE FIBROSE QUÍSTICA. EM CERCA DE 70% DOS CASOS,
É PRODUZIDO UM CANAL PROTEICO DEFICIENTE QUE NÃO CONSEGUE
ALCANÇAR A MEMBRANA CELULAR A PARTIR DO LOCAL DE PRODUÇÃO.
NOS RESTANTES CASOS, O CANAL PROTEICO É INCORPORADO NA MEMBRANA CELULAR MAS NÃO FUNCIONA NORMALMENTE.
EM ALGUNS CASOS, O CANAL PROTEICO NÃO CONSEGUE LIGAR-SE AO
ATP. NOUTROS, O ATP LIGA-SE AO CANAL PROTEICO MAS ESTE NÃO
ABRE.
ENDOCITOSE E EXOCITOSE
PINOCITOSE
ENDOCITOSE
FAGOCITOSE
EXOCITOSE
SECREÇÃO DE MATERIAIS DAS CÉLULAS POR
FORMAÇÃO DE VESÍCULAS.
ENDOCITOSE E EXOCITOSE
NOTA CLÍNICA
HIPERCOLESTEROLEMIA
REDUÇÃO OU AUSÊNCIA DE RECEPTORES
LIPOPROTEICOS DE BAIXA DENSIDADE (LDL)
NA SUPERFÍCIE DAS CÉLULAS. O QUE INTERFERE COM A ENDOCITOSE MEDIADA ATRAVÉS DE RECEPTORES LDL – COLESTEROL.
O COLESTEROL EM EXCESSO ACUMULA-SE
NOS VASOS SANGUÍNEOS, ORIGINANDO
ATEROSCLEROSE. A ATEROSCLEROSE PODE
ESTAR NA ORIGEM DE ATAQUES CARDÍACOS.
CICLO CELULAR
• INTERFASE
• DIVISÃO CELULAR
• MITOSE (CÉLULAS SOMÁTICAS)
• MEIOSE (CÉLULAS GERMINATIVAS)
• CITOCINESE
CICLO CELULAR
INTERFASE
A INTERFASE É O PERÍODO DO CICLO CELULAR EM QUE A CÉLULA
AUMENTA O SEU VOLUME, TAMANHO E NÚMERO DE ORGANELOS.
É CONSIDERADO COMO O "DESCANSO" DA CÉLULA, JÁ QUE É A FASE EM
QUE A CÉLULA CUMPRE SUAS ACTIVIDADES VITAIS E REÚNE CONDIÇÕES
PARA SE DIVIDIR E ORIGINAR CÉLULAS-FILHAS.
CICLO CELULAR
MITOSE
A MITOSE É UM PROCESSO DE DIVISÃO CELULAR CONSERVATIVO, JÁ
QUE A PARTIR DE UMA CÉLULA INICIAL, SÃO ORIGINADAS DUAS CÉLULAS
COM A MESMA COMPOSIÇÃO GENÉTICA (MESMO NÚMERO E TIPO DE
CROMOSSOMAS).
MANTENDO ASSIM INALTERADA A COMPOSIÇÃO E TEOR DE DNA CARACTERÍSTICO DA ESPÉCIE (EXCEPTO SE OCORRER UMA MUTAÇÃO, FENÓMENO MENOS COMUM E ACIDENTAL).
ESTE PROCESSO DE DIVISÃO CELULAR É COMUM A TODOS OS SERES
VIVOS, DOS ANIMAIS E PLANTAS MULTICELULARES ATÉ OS ORGANISMOS
UNICELULARES, NOS QUAIS, MUITAS VEZES, ESTE É O PRINCIPAL OU, ATÉ
MESMO O ÚNICO, PROCESSO DE REPRODUÇÃO (REPRODUÇÃO ASSEXUADA).
CICLO CELULAR
MEIOSE
É O NOME DADO AO PROCESSO DE DIVISÃO CELULAR ATRAVÉS DO QUAL
UMA CÉLULA TEM O SEU NÚMERO DE CROMOSSOMAS REDUZIDO PELA
METADE.
A MEIOSE É FUNDAMENTAL PARA A MANUTENÇÃO DA VIDA DOS SERES
PLURICELULARES, POIS É ATRAVÉS DELA QUE SE FORMAM AS CÉLULAS
DE REPRODUÇÃO (GAMETAS: ESPERMATOZÓIDE E ÓVULO) QUE SE
JUNTAM PARA FORMAR O OVO, OU TAMBÉM CONHECIDO ZIGOTO.
CICLO CELULAR
CITOCINESE
TERMINADA A DIVISÃO DO NÚCLEO, OU SEJA, A CARIOCINESE, INICIA-SE
A CITOCINESE, QUE É A DIVISÃO DO CITOPLASMA E DE TODA A CÉLULA.
ESTE PROCESSO OCORRE NO FINAL DA MITOSE E DE MEIOSE ASSEGURANDO A SEPARAÇÃO DAS CÉLULAS-FILHAS.
CICLO CELULAR
CÉLULA
CÉLULA
TECIDO
ORGÃOS
SISTEMAS
ORGANISMO
SISTEMA TEGUMENTAR
ORGÃOS E SISTEMAS
SISTEMA TEGUMENTAR
• PELE.
• ESTRUTURAS ANEXAS (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS,…).
FUNÇÕES:
• PROTEGE AS ESTRUTURAS INTERNAS.
• EVITA A ENTRADA DE AGENTES INFECCIOSOS.
• REGULA A TEMPERATURA DO CORPO.
• PRODUZ VITAMINA D.
• SENSÍVEL A ESTÍMULOS TAIS COMO A PRESSÃO, A DOR E A TEMPERATURA.
• ESTÉTICA.
HIPODERME
LIGA A PELE AOS OSSOS E MÚSCULOS SUBJACENTES. É IRRIGADA POR
VASOS SANGUÍNEOS E NERVOS.
CONSTITUIÇÃO:
• TECIDO CONJUNTIVO LAXO (COM FIBRAS DE COLAGÉNIO E ELASTINA).
• FIBROBLASTOS, CÉLULAS ADIPOSAS E MACRÓFAGOS.
NOTA CLÍNICA
A HIPODERME PODE SER USADA PARA CALCULAR A GORDURA TOTAL DO
CORPO. FAZEM-SE PREGAS DA PELE EM LOCAIS SELECCIONADOS E
MEDE-SE A ESPESSURA DESSAS PREGAS DA PELE E DA HIPODERME
SUBJACENTE.
QUANTO MAIS ESPESSA FOR A PREGA, MAIOR É A QUANTIDADE DE GORDURA TOTAL. CLINICAMENTE, A HIPODERME É O LOCAL DE INJECÇÕES
SUBCUTÂNEAS.
PELE
• DERME (TECIDO CONJUNTIVO DENSO QUE SE ENCONTRA JUNTO À
HIPODERME):
• DERME RETICULAR.
• DERME PAPILAR.
• EPIDERME (TECIDO EPITELIAL QUE ASSENTA NA DERME).
PELE
CONSTITUIÇÃO DA DERME:
• TECIDO CONJUNTIVO DENSO IRREGULAR.
• FIBROBLASTOS, CÉLULAS ADIPOSAS E MACRÓFAGOS.
DERME:
• RESPONSÁVEL PELA MAIOR PARTE DA FORÇA ESTRUTURAL DA
PELE.
• POSSUI MENOS CÉLULAS ADIPOSAS E VASOS SANGUÍNEOS QUE A
HIPODERME.
• ENCONTRAM-SE NA DERME TERMINAÇÕES NERVOSAS, FOLÍCULOS
PILOSOS, MÚSCULOS LISOS, GLÂNDULAS E VASOS LINFÁTICOS.
PELE
CONSTITUIÇÃO DA EPIDERME:
• EPITÉLIO DE DESCAMAÇÃO ESTRATIFICADO SEPARADO DA DERME
POR UMA MEMBRANA BASAL.
• MENOS ESPESSA QUE A DERME.
• NÃO CONTÉM VASOS SANGUÍNEOS E É ALIMENTADA POR DIFUSÃO
PELOS CAPILARES DA DERME PAPILAR.
• QUERATINÓCITOS QUE PRODUZEM QUERATINA, MELANÓCITOS QUE
CONTRIBUEM PARA A COR DA PELE E CÉLULAS DE LANGERHANS
QUE FAZEM PARTE DO SISTEMA IMUNITÁRIO.
QUERATINIZAÇÃO
PROCESSO PELO QUAL AS CÉLULAS MUDAM DE FORMA E COMPOSIÇÃO
QUÍMICA À MEDIDA QUE SE DESLOCAM DAS CAMADAS EPIDÉRMICAS
MAIS PROFUNDAS PARA A SUPERFÍCIE.
NOTA CLÍNICA
NA PSORÍASE SÃO LARGADAS GRANDES ESCAMAS DE TECIDO EPIDÉRMICO QUE SE PENSA DEVER AO MAU FUNCIONAMENTO DO PROCESSO DE
QUERATINIZAÇÃO (AUMENTO DA ACTIVIDADE MITÓTICA RESULTANDO
NUMA QUERATINIZAÇÃO ANORMAL).
CAMADAS DA EPIDERME
• CAMADA BASAL
• CAMADA ESPINHOSA
• CAMADA GRANULOSA
• CAMADA TRANSLÚCIDA
• CAMADA CÓRNEA
PELE ESPESSA E PELE FINA
• PELE ESPESSA POSSUI AS 5 CAMADAS EPITELIAIS, SENDO QUE A
CAMADA CÓRNEA POSSUI MUITAS CAMADAS DE CÉLULAS.
EX: PALMAS DAS MÃOS, PLANTAS DOS PÉS E PONTAS DOS DEDOS.
• PELE FINA É MAIS FLEXÍVEL QUE A PELE ESPESSA; CADA CAMADA
POSSUI MENOS CAMADAS DE CÉLULAS DO QUE NA PELE ESPESSA; A
CAMADA TRANSLÚCIDA ENCONTRA-SE GERALMENTE AUSENTE.
EX: TODO O RESTANTE CORPO (OS PÊLOS ENCONTRAM-SE APENAS NA
PELE FINA!).
NOTA CLÍNICA
AS CALOSIDADES RESULTAM DO AUMENTO DO NÚMERO DE CAMADAS DE
CÉLULAS NA CAMADA CÓRNEA RESULTANTE DE UMA PELE SUJEITA A
FRICÇÃO OU PRESSÃO.
COR DA PELE
DETERMINADA POR:
• PIGMENTOS PRESENTES NA PELE.
• SANGUE QUE CIRCULA ATRAVÉS DA PELE.
• ESPESSURA DA CAMADA CÓRNEA.
MELANINA - PIGMENTO CASTANHO ESCURO, RESPONSÁVEL PELA MAIOR
PARTE DA COR DA PELE.
A PRODUÇÃO DE MELANINA É DETERMINADA POR:
• FACTORES GENÉTICOS.
• HORMONAS.
• EXPOSIÇÃO À LUZ.
COR DA PELE
• COR AZUL: APARECE QUANTO MAIS PROFUNDAMENTE NA DERME
OU NA HIPODERME SE ENCONTRA O PIGMENTO; ESTA COR É DEVIDA
AO EFEITO DE DISPERSÃO DO TECIDO.
EX: NÓDOAS NEGRAS…
• COR AMARELA: DEVIDO AO CAROTENO QUE É UM PIGMENTO QUE SE
ENCONTRA EM VEGETAIS COMO A CENOURA OU O MILHO.
EX: CONSUMO DE CAROTENO COMO FONTE DE VITAMINA A…
• COR VERMELHA: DEVIDO AO FLUXO DE SANGUE QUE FLUI PELA
PELE. QUANTO MAIOR O FLUXO, MAIOR A INTENSIDADE DA COR.
EX: ACTO DE FÚRIA, ACTO DE CORAR…
• COR PÁLIDA: DIMINUIÇÃO DO FLUXO DE SANGUE.
EX: CHOQUE…
ESTRUTURAS ANEXAS À PELE
PÊLO
• LANUGO (COURO CABELUDO, PÁLPEBRAS E SOBRANCELHAS):
• PÊLOS DEFINITIVOS (LONGOS, GROSSOS E PIGMENTADOS).
• LANUGO (RESTANTE CORPO):
• PENUGEM (PÊLOS CURTOS, FINOS E NORMALMENTE SEM PIGMENTO).
NA PUBERDADE
• PENUGEM
PÊLO DEFINITIVO
PÊLO
ESTRUTURA DO PÊLO:
• HASTE.
• RAIZ, QUE SE ESTENDE ATÉ AO BOLBO PILOSO.
CONSTITUIÇÃO DO PÊLO:
• MEDULA (EIXO CENTRAL).
• CÓRTEX (CORPO DO PÊLO).
• CUTÍCULA (SUPERFÍCIE DO PÊLO).
PÊLO
CRESCIMENTO DO PÊLO FEITO EM DUAS FASES:
• FASE DE CRESCIMENTO.
• FASE DE REPOUSO .
MÚSCULOS DO PÊLO
MÚSCULOS ERECTORES DO PÊLO (QUANDO SE CONTRAEM PUXAM O
FOLÍCULO PARA UMA POSIÇÃO MAIS PERPENDICULAR À SUPERFÍCIE DA
PELE, FICANDO OS PÊLOS “EM PÉ”)
EX: RESPOSTA AO FRIO OU SITUAÇÕES DE PÂNICO.
GLÂNDULAS
• SEBÁCEAS.
• SUDORÍPARAS:
• MERÓCRINAS.
• APÓCRINAS.
NOTA CLÍNICA
A SUDAÇÃO EMOCIONAL É USADA EM TESTES DE MENTIRAS (POLÍGRAFO), UMA VEZ QUE A ACTIVIDADE DAS GLÂNDULAS SUDORÍPARAS PODE
AUMENTAR QUANDO UMA PESSOA DIZ UMA MENTIRA. O SUOR PRODUZIDO, MESMO EM PEQUENAS QUANTIDADES, PODE SER DETECTADO JÁ
QUE A SOLUÇÃO SALINA CONDUZ ELECTRICIDADE E REDUZ A RESISTÊNCIA ELÉCTRICA DA PELE.
UNHAS
• PROTEGEM AS EXTREMIDADES DOS DEDOS.
• AUXILIAM A MANIPULAÇÃO E MANUSEAMENTO DOS PEQUENOS
OBJECTOS.
CONSTITUIÇÃO
• RAIZ DA UNHA
• CORPO DA UNHA
NOTA CLÍNICA
AS UNHAS CRESCEM A UMA VELOCIDADE MÉDIA DE 0,5 A 1,2MM POR DIA.
CRESCEM MAIS RAPIDAMENTE QUE O CABELO E NÃO TÊM FASE DE
REPOUSO.
FUNÇÕES DO SISTEMA TEGUMENTAR
PROTECÇÃO
• A PELE EVITA A ENTRADA DE MICROORGANISMOS, ACTUA COMO
BARREIRA DE PERMEABILIDADE E PROTEGE CONTRA A ABRASÃO E
A RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA.
REGULAÇÃO DA TEMPERATURA
• ATRAVÉS DA DILATAÇÃO E CONTRACÇÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS,
A PELE CONTROLA A PERDA DE CALOR DO CORPO.
• AS GLÂNDULAS SUDORÍPARAS PRODUZEM SUOR QUE EVAPORA E
FAZ BAIXAR A TEMPERATURA DO CORPO.
FUNÇÕES DO SISTEMA TEGUMENTAR (CONTINUAÇÃO)
PRODUÇÃO DE VITAMINA D
• A PELE EXPOSTA A RADIAÇÃO UV PRODUZ COLECALCIFEROL QUE É
MODIFICADO NO FÍGADO E DEPOIS NOS RINS PARA FORMAR
VITAMINA D ACTIVA.
• A VITAMINA D AUMENTA OS NÍVEIS DE CÁLCIO NO SANGUE
PROMOVENDO O CONSUMO DE CÁLCIO E FOSFATO NOS INTESTINOS,
PROMOVE A SUA LIBERTAÇÃO NOS OSSOS, E A REDUÇÃO DA PERDA
DE CÁLCIO A PARTIR DOS RINS, ORIGINANDO UM AUMENTO DOS
NÍVEIS DE CÁLCIO E FOSFATO NO SANGUE.
FUNÇÕES DO SISTEMA TEGUMENTAR (CONTINUAÇÃO)
SENSIBILIDADE
• A PELE CONTÉM RECEPTORES SENSORIAIS PARA A DOR, TACTO,
CALOR, FRIO E PRESSÃO QUE PERMITEM A RESPOSTA ADEQUADA
AO MEIO.
EXCREÇÃO
• REMOÇÃO DE DETRITOS DO CORPO COMO UREIA, ÁCIDO ÚRICO E
AMÓNIA, BEM COMO ÁGUA E SAIS.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
E LINFÁTICO
SANGUE
AS CÉLULAS E OS ORGANISMOS PRECISAM DE TROCAR SUBSTÂNCIAS
COM O MEIO EXTERIOR. ESSA FUNÇÃO, É REALIZADA PELO SANGUE, UM
LIQUIDO VISCOSO E VERMELHO QUE SE DESLOCA DENTRO DO SISTEMA
CARDIOVASCULAR.
FUNÇÕES
• TRANSPORTE DE OXIGÉNIO E SUBSTÂNCIAS NUTRITIVAS.
• RECOLHA DE SUBSTÂNCIAS TÓXICAS OU DESNECESSÁRIAS ATÉ
AOS ORGÃOS EXCRETORES.
SANGUE
CONSTITUINTES
• PLASMA
• CÉLULAS
• GLÓBULOS VERMELHOS
• GLÓBULOS BRANCOS
• PLAQUETAS
O PLASMA
• LÍQUIDO DE COR AMARELADA CONSTITUÍDO POR 90% DE ÁGUA,
ONDE SE ENCONTRAM DISSOLVIDOS OU EM SUSPENSÃO PROTEÍNAS, SAIS MINERAIS, OUTROS NUTRIENTES, GASES E RESÍDUOS
PROVENIENTES DA ACTIVIDADE DAS CÉLULAS.
• DESEMPENHA FUNÇÕES DE TRANSPORTE.
• CORRESPONDE A CERCA DE 55% DO VOLUME DO SANGUE.
OS GLÓBULOS VERMELHOS
• SÃO AS CÉLULAS MAIS NUMEROSAS DO SANGUE.
• SEM NÚCLEO NEM ORGANITOS CELULARES.
• TÊM A FORMA DE DISCO BICÔNCAVO (POUCO ESPESSAS NO
CENTRO), O QUE LHES PERMITE PASSAR PELOS CAPILARES MAIS
ESTREITOS.
• NA SUA CONSTITUIÇÃO ENCONTRA-SE A HEMOGLOBINA – QUE DÁ A
COR AO SANGUE; CONTÉM/TRANSPORTA FERRO.
• TRANSPORTE DE OXIGÉNIO DOS PULMÕES PARA TODAS AS CÉLULAS E TECIDOS DO ORGANISMO, ONDE O TROCAM POR DIÓXIDO DE
CARBONO.
OS GLÓBULOS BRANCOS
• SÃO AS CÉLULAS SANGUÍNEAS DE MAIORES DIMENSÕES E AS ÚNICAS QUE POSSUEM NÚCLEO (DE DIFERENTES FORMAS).
• SÃO MENOS NUMEROSAS DO QUE OS GLÓBULOS VERMELHOS.
• TÊM COMO FUNÇÃO PROTEGER O ORGANISMO CONTRA CERTOS
MICROORGANISMOS E AGENTES ESTRANHOS.
• FAGOCITOSE - ENGLOBAM MICRORGANISMOS E DESTROEM-NOS.
• PRODUÇÃO DE ANTICORPOS - PROTEÍNAS QUE DESACTIVAM SUBSTÂNCIAS TÓXICAS PRODUZIDAS PELOS MICRORGANISMOS ESTRANHOS.
OS GLÓBULOS BRANCOS
EOSINÓFILO
LINFÓCITO
MONÓCITO
NEUTRÓFILO
BASÓFILO
OS GLÓBULOS BRANCOS
OS GLÓBULOS BRANCOS
EOSINÓFILOS
• COM ACTIVIDADE FAGOCITÁRIA MODERADA.
• GRANDES QUANTIDADES NO TRACTO DIGESTIVO E RESPIRATÓRIO.
• AUMENTA DE NÚMERO NAS DOENÇAS ALÉRGICAS (FEBRE DOS
FENOS OU ASMA).
OS GLÓBULOS BRANCOS
NEUTRÓFILOS
• COM GRÂNULOS (MADUROS).
• SÃO MÓVEIS.
• AUMENTA DE NÚMERO NUMA REACÇÃO INFLAMATÓRIA.
• COM ACTIVIDADE FAGOCITÁRIA ELEVADA.
• IMPORTANTES NA DEFESA CONTRA AS INFECÇÕES BACTERIANAS.
OS GLÓBULOS BRANCOS
MONÓCITOS
• NÚCLEO OVÓIDE, FORMA DE RIM, EXCÊNTRICO.
• ARRANJO POUCO DENSO DA CROMATINA - NÚCLEO CLARO.
• SUPERFÍCIE CELULAR COM MICROVILOSIDADES.
• DÃO ORIGEM AOS MACRÓFAGOS.
OS GLÓBULOS BRANCOS
BASÓFILOS
• NÚCLEO VOLUMOSO.
• MENOS DE 1 % DO TOTAL DOS LEUCÓCITOS.
• MUITOS GRÂNULOS GRANDES E ELECTRODENSOS.
OS GLÓBULOS BRANCOS
LINFÓCITOS
• CÉLULAS ESFÉRICAS COM NÚCLEO ESFÉRICO.
• CITOPLASMA ESCASSO.
• NÃO SÃO CÉLULAS FAGOCITÁRIAS.
• GRANDES QUANTIDADES NOS TECIDOS LINFÓIDES E NAS MUCOSAS
DO TRACTO DIGESTIVO E RESPIRATÓRIO.
• IMPORTANTES NA RESPOSTA IMUNOLÓGICA.
AS PLAQUETAS
SÃO FRAGMENTOS DE CÉLULAS, SENDO POR ISSO OS CONSTITUINTES
MAIS PEQUENOS DO SANGUE, COM APROXIMADAMENTE UM QUARTO DO
TAMANHO DOS GLÓBULOS VERMELHOS.
AS PLAQUETAS
AS PLAQUETAS INTERVÊM NO PROCESSO DE COAGULAÇÃO DO SANGUE,
QUE OCORRE SEMPRE QUE OS VASOS SANGUÍNEOS OU UM TECIDO FOR
DANIFICADO.
HEMOSTASIA
FENÓMENO COMPLEXO QUE ENVOLVE A MUSCULATURA LISA DO VASO
SANGUÍNEO LESADO, AS PLAQUETAS E DIVERSOS FACTORES DO
PLASMA SANGUÍNEO: PARAGEM DA HEMORRAGIA.
A PARTICIPAÇÃO DAS PLAQUETAS NA COAGULAÇÃO SANGUÍNEA RESUME-SE A:
• AGREGAÇÃO PRIMÁRIA.
• AGREGAÇÃO SECUNDÁRIA.
• COAGULAÇÃO DO SANGUE.
• RETRACÇÃO DO COÁGULO.
• REMOÇÃO DO COÁGULO.
HEMOSTASIA
FASE VASCULAR
• A DESTRUIÇÃO DA PAREDE DO VASO SANGUÍNEO AFECTA AS CÉLULAS QUE O CONSTITUEM.
• AS CÉLULAS ENDOTELIAIS LIBERTAM DIFERENTES SUBSTÂNCIAS E
TORNAM-SE ADERENTES.
• AS CÉLULAS MUSCULARES LISAS DA PAREDE DO VASO CONTRAEM.
HEMOSTASIA
FASE PLAQUETAR
• AS PLAQUETAS COMEÇAM A ADERIR ÀS CÉLULAS ENDOTELIAIS, À
MEMBRANA BASAL E A OUTRAS FIBRAS DE COLAGÉNEO EXPOSTAS.
• AS PLAQUETAS “COLADAS” FICAM ACTIVAS E LIBERTAM DIVERSOS
FACTORES QUE ATRAEM E ACTIVAM MAIS PLAQUETAS E PROVOCAM
VASOCONSTRIÇÃO.
• FORMA-SE UM TAMPÃO PLAQUETÁRIO (AGREGAÇÃO PRIMÁRIA).
• AS PLAQUETAS DO TAMPÃO LIBERTAM UM POTENTE AGREGANTE
PLAQUETAR QUE FAZ AUMENTAR O NÚMERO DE PLAQUETAS NO
TAMPÃO (AGREGAÇÃO SECUNDÁRIA).
HEMOSTASIA
FASE DA COAGULAÇÃO
• DURANTE A AGREGAÇÃO DAS PLAQUETAS, FACTORES DO PLASMA
SANGUÍNEO, DOS VASOS LESADOS E DAS PLAQUETAS PROMOVEM A
INTERACÇÃO SEQUENCIAL DE CERCA DE 13 PROTEÍNAS PLASMÁTICAS.
FUNÇÕES SISTEMA CIRCULATÓRIO
• TRANSPORTE DE GASES RESULTANTES DA RESPIRAÇÃO E NECESSÁRIOS PARA A RESPIRAÇÃO CELULAR.
• TRANSPORTE DE NUTRIENTES E SUBSTÂNCIAS RESULTANTES DO
METABOLISMO.
• TRANSPORTE DE ELEMENTOS DO SISTEMA IMUNITÁRIO.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
• CORAÇÃO.
• VASOS SANGUÍNEOS:
• ARTÉRIAS.
• VEIAS.
• CAPILARES.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
SISTEMA CIRCULATÓRIO
ARTÉRIAS
A SUA FUNÇÃO É LEVAR O SANGUE DESDE O CORAÇÃO ATÉ OS TECIDOS.
AS SUAS PAREDES SÃO FORMADAS POR TRÊS CAPAS:
• A EXTERNA OU ADVENTÍCIA DE TECIDO CONJUNTIVO.
• A CAPA MÉDIA DE FIBRAS MUSCULARES LISAS.
• A INTERNA OU ÍNTIMA FORMADA POR TECIDOS CONECTIVOS. INTERNAMENTE ENCONTRA-SE UMA CAMADA MUITO FINA DE CÉLULAS
QUE CONSTITUI O ENDOTÉLIO.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
ARTÉRIAS
COM BASE NO SEU DIÂMETRO E NAS CARACTERÍSTICAS DA SUA PAREDE
AS ARTÉRIAS CLASSIFICAM-SE EM:
• ARTÉRIAS ELÁSTICAS OU ARTÉRIAS GRANDES.
• ARTÉRIAS MUSCULARES OU ARTÉRIAS MÉDIAS.
• ARTERÍOLAS OU ARTÉRIAS PEQUENAS.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
ARTÉRIAS ELÁSTICAS OU ARTÉRIAS GRANDES
• SÃO AS ARTÉRIAS DE MAIOR CALIBRE.
• POSSUEM PAREDE RELATIVAMENTE DELGADA, EM COMPARAÇÃO
COM O SEU DIÂMETRO. EX: AORTA
• CONDUZEM O SANGUE PARA AS ARTÉRIAS MUSCULARES
• ABSORVEM AS ONDAS PULSÁTEIS DAS SÍSTOLES CARDÍACAS (O
FLUXO SANGUÍNEO INTERMITENTE DO CORAÇÃO CONVERTE-SE EM
FLUXO QUASE CONTÍNUO).
SISTEMA CIRCULATÓRIO
ARTÉRIAS MUSCULARES OU ARTÉRIAS MÉDIAS
• A PAREDE É ESPESSA, EM RELAÇÃO AO CALIBRE.
• CONSTITUEM A MAIOR PARTE DAS ARTÉRIAS.
• DIÂMETRO EXTERNO : 0,1 MM A 10 MM.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
ARTERÍOLAS OU ARTÉRIAS PEQUENAS
• CAMADA SUBENDOTELIAL MUITO DELGADA.
• A MEMBRANA LIMITANTE INTERNA NÃO EXISTE.
• CAMADA MÉDIA: SÓ 2-3 CAMADAS DE CÉLULAS MUSCULARES LISAS
UNIDAS POR TECIDO CONJUNTIVO E FIBRAS ELÁSTICAS.
• DIMINUEM A PRESSÃO DO SANGUE ANTES DE ENTRAREM NOS CAPILARES (PARA NÃO DANIFICAR A PAREDE DOS CAPILARES).
• DIÂMETRO EXTERNO < 0,1 MM.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
VEIAS
DEVOLVEM O SANGUE DOS TECIDOS AO CORAÇÃO.
À SEMELHANÇA DAS ARTÉRIAS, AS SUAS PAREDES SÃO FORMADAS POR
TRÊS CAPAS, DIFERENCIANDO-SE DAS ANTERIORES SOMENTE PELA SUA
MENOR ESPESSURA, SOBRETUDO AO DIMINUIR A CAPA MÉDIA.
AS VEIAS TÊM VÁLVULAS QUE FAZEM COM QUE O SANGUE CIRCULE
DESDE A PERIFERIA RUMO AO CORAÇÃO OU SEJA, QUE LEVAM A CIRCULAÇÃO CENTRÍPETA.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
VEIAS
EXISTEM 3 TIPOS DE VEIAS:
• VEIAS DE GRANDE CALIBRE.
• VEIAS DE PEQUENO E MÉDIO CALIBRE.
• VÉNULAS OU VEIAS DE MUITO PEQUENO CALIBRE.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
VEIAS DE GRANDE CALIBRE
• DIÂMETRO: > 10 MM
VEIAS DE PEQUENO E MÉDIO CALIBRE
• DIÂMETRO: 0,1 A 10 MM
VÉNULAS OU VEIAS DE MUITO PEQUENO CALIBRE
• A UNIÃO DOS CAPILARES FORMA AS VÉNULAS PÓS–CAPILARES:
RECEBEM O SANGUE QUE PROVÉM DOS TERRITÓRIOS CAPILARES.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
CAPILARES
• SÃO VASOS MICROSCÓPICOS SITUADOS NOS TECIDOS, QUE SERVEM
DE CONEXÃO ENTRE AS VEIAS E AS ARTÉRIAS.
• A SUA FUNÇÃO MAIS IMPORTANTE É O INTERCÂMBIO DE MATERIAIS
NUTRITIVOS, GASES E DESPERDÍCIOS ENTRE O SANGUE E OS TECIDOS.
• AS SUAS PAREDES SÃO COMPOSTAS POR UMA SÓ CAMADA CELULAR, O ENDOTÉLIO, QUE SE PROLONGA COM O MESMO TECIDO DAS
VEIAS E DAS ARTÉRIAS.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
CAPILARES
• CONTÍNUOS.
• FENESTRADO OU VISCERAL.
• FENESTRADO SEM DIAFRAGMA.
• SINUSOIDAL OU SINUSÓIDE.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
CONTÍNUOS
• LOCALIZAÇÃO: TODOS OS TIPOS DE TECIDO MUSCULAR, TECIDO
CONJUNTIVO, GLÂNDULAS EXÓCRINAS E TECIDO NERVOSO.
• CITOPLASMA SEM DESCONTINUIDADES.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
FENESTRADO OU VISCERAL
• PRESENÇA DE GRANDES ORIFÍCIOS OU POROS (70 NM DE DIÂMETRO) NAS PAREDES DAS CÉLULAS ENDOTELIAIS.
• OS ORIFÍCIOS SÃO CONSTITUÍDOS POR UM DIAFRAGMA QUE REGULA
A PASSAGEM DE MACROMOLÉCULAS.
• LOCALIZAÇÃO: TECIDOS ONDE ACONTECE INTERCÂMBIO RÁPIDO DE
SUBSTÂNCIAS ENTRE OS TECIDOS E O SANGUE, COMO NO RIM, NO
INTESTINO E NAS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
FENESTRADO SEM DIAFRAGMA
• CARACTERÍSTICO DO GLOMÉRULO RENAL.
• TRATA-SE DE UM CAPILAR FENESTRADO SEM DIAFRAGMA.
• NA ZONA DOS ORIFÍCIOS, O SANGUE SÓ ESTÁ SEPARADO DOS TECIDOS POR UMA LÂMINA BASAL MUITO ESPESSA E CONTÍNUA.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
SINUSOIDAL OU SINUSÓIDE
• NÃO SÃO CILÍNDRICOS; PERCURSO SINUOSO (ADAPTAM-SE AO ÓRGÃO).
• DIÂMETRO MAIOR QUE O DOS OUTROS CAPILARES (30-40 M).
• AS SUAS CÉLULAS ENDOTELIAIS FORMAM UMA CAMADA DESCONTÍNUA E SÃO SEPARADAS UMAS DAS OUTRAS POR ESPAÇOS AMPLOS.
• O CITOPLASMA DAS CÉLULAS ENDOTELIAIS TEM FENESTRAÇÕES
MÚLTIPLAS SEM DIAFRAGMA.
• PRESENÇA DE MACRÓFAGOS ENTRE AS CÉLULAS ENDOTELIAIS.
• LOCALIZAÇÃO: FÍGADO, ORGÃOS HEMATOPOIÉTICOS
ÓSSEA E BAÇO), GLÂNDULAS SUPRA-RENAIS.
(MEDULA
ESTRUTURA DO CORAÇÃO
ESTRUTURA DO CORAÇÃO
• O CORAÇÃO, É CONSTITUÍDO POR 4 CAVIDADES: DUAS AURÍCULAS
E DOIS VENTRÍCULOS. TEM TAMBÉM 4 VÁLVULAS QUE ORDENAM O
SENTIDO DA CIRCULAÇÃO DO SANGUE.
• É O MOTOR CENTRAL DO SISTEMA CIRCULATÓRIO.
• É UM ÓRGÃO OCO.
• A ESTRUTURA DAS SUAS PAREDES É DO TIPO MUSCULAR, OU SEJA,
COM CAPACIDADE DE CONTRACÇÃO.
• ACTUA COMO UMA BOMBA, OBRIGANDO O SANGUE A CIRCULAR.
ESTRUTURA DO CORAÇÃO
• O MÚSCULO CARDIACO DESIGNA-SE POR MIOCÁRDIO E É RESPONSÁVEL POR PROPAGAR OS MOVIMENTOS RITMICOS.
• É A PAREDE MUSCULAR DO CORAÇÃO QUE ATRAVÉS DAS SUAS
CONTRAÇÕES DETERMINA A ACÇÃO DE BOMBEAMENTO DESTE
ORGÃO. É FORMADO POR FIBRAS MUSCULARES ESTRIADAS, QUE SE
ENTRECRUZAM EM FORMA DE REDE.
• O MIOCÁRDIO DO VENTRÍCULO ESQUERDO É MAIS ESPESSO QUE DO
VENTRÍCULO DIREITO, JÁ QUE PRECISA GERAR UMA MAIOR PRESSÃO PARA IMPULSIONAR O SANGUE POR TODO O CORPO ATRAVÉS
DA ARTÉRIA AORTA.
ESTRUTURA DO CORAÇÃO
• O PERICÁRDIO É A MEMBRANA QUE ENVOLVE TOTALMENTE O CORAÇÃO E A PARTE INICIAL DOS GRANDES VASOS.
• É CONSTITUÍDO POR DUAS CAMADAS:
• EXTERNA
FIBROSA E ADERE AOS ÓRGÃOS VIZINHOS: DIAFRAGMA E
ESTERNO.
• INTERNA OU VISCERAL
REVESTE O CORAÇÃO.
ESTRUTURA DO CORAÇÃO
• ENTRE O VENTRÍCULO ESQUERDO E DIREITO ENCONTRA-SE UM
SEPTO. AS AURÍCULAS COMUNICAM COM OS VENTRÍCULOS POR
VÁLVULAS.
ESTRUTURA DO CORAÇÃO
VÁLVULAS CARDÍACAS
• A PASSAGEM DO SANGUE DAS AURÍCULAS PARA OS VENTRÍCULOS E
DOS VENTRÍCULOS PARA A AORTA E PARA O TRONCO ARTERIAL
PULMONAR, É REGULADA PELA PRESENÇA DE VÁLVULAS CARDÍACAS QUE SE ABREM PARA PERMITIR QUE O FLUXO SANGUÍNEO SE
DIRIJA NO SEU SENTIDO ADEQUADO E SE FECHEM PARA IMPEDIR
QUE O FAÇAM NO SENTIDO CONTRÁRIO.
VÁLVULAS AURICULOVENTRICULARES
• TRICÚSPIDE. REGULA A PASSAGEM DO SANGUE DA AURÍCULA PARA
O VENTRÍCULO DIREITO.
• MITRAL. CONTROLA O FLUXO DO SANGUE DA AURÍCULA PARA O
VENTRÍCULO ESQUERDO.
CORAÇÃO
O CORAÇÃO ASSEGURA O BOMBEAMENTO DO SANGUE NUM ÚNICO SENTIDO: DOS VENTRÍCULOS DIREITO E ESQUERDO ATÉ À ARTÉRIA PULMONAR E AORTA, RESPECTIVAMENTE.
O CORAÇÃO DIREITO RECEBE O SANGUE VENOSO DAS DIFERENTES
PARTES DO CORPO POR 3 VIAS:
• VEIA CAVA SUPERIOR
• VEIA CAVA INFERIOR
• VEIAS CORONÁRIAS
CORAÇÃO
VEIA CAVA
INFERIOR
VEIA CAVA
SUPERIOR
VEIAS
CORONÁRIAS
RETORNO
VENOSO
O RETORNO VENOSO CONFLUI NA AURICULA DIREITA, PASSA PARA O
VENTRÍCULO DIREITO E É BOMBEADO PARA A ARTÉRIA PULMONAR: É O
FLUXO PULMONAR.
O SANGUE ATRAVESSA OS CAPILARES PULMONARES E DEPOIS O FLUXO
PULMONAR VAI PELAS VEIAS PULMONARES À AURÍCULA ESQUERDA E É
BOMBEADO PARA A AORTA: É O FLUXO SISTÉMICO.
MOVIMENTOS CARDÍACOS
• IMPULSIONAM O SANGUE NO SEU PERCURSO PELO CORPO.
• CONSISTEM NUMA SÉRIE DE SUCESSIVAS CONTRACÇÕES E RELAXAMENTOS DA MUSCULATURA DO CORAÇÃO.
• CONSTITUÍDOS POR DUAS FASES:
• DIÁSTOLE
- RELAXAMENTO
• SÍSTOLE
- CONTRACÇÃO
MOVIMENTOS CARDÍACOS
SISTEMA CIRCULATÓRIO
SISTEMA CIRCULATÓRIO
A CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA PODE SER DIVIDIDA EM:
CIRCULAÇÃO PULMONAR OU PEQUENA CIRCULAÇÃO
CIRCULAÇÃO SISTÉMICA OU GRANDE CIRCULAÇÃO
CIRCULAÇÃO PULMONAR OU PEQUENA CIRCULAÇÃO
VENTRÍCULO
DIREITO
ARTÉRIA
PULMONAR
PULMÕES
AURICULA
ESQUERDA
VEIAS
PULMONARES
TEM COMO FUNÇÃO OXIGENAR O SANGUE, O QUE OCORRE NOS PULMÕES.
ESTA CIRCULAÇÃO COMEÇA COM A SAÍDA DO SANGUE DO VENTRÍCULO
DIREITO PELA ARTÉRIA PULMONAR, PASSAGEM DO SANGUE PELOS PULMÕES (COM TROCAS GASOSAS – HEMATOSE PULMONAR) E O REGRESSO
DO SANGUE AO CORAÇÃO, À AURÍCULA ESQUERDA, ATRAVÉS DAS VEIAS
PULMONARES.
CIRCULAÇÃO PULMONAR OU PEQUENA CIRCULAÇÃO
AURÍCULA ESQUERDA
• RECOLHE O SANGUE PROVENIENTE DOS PULMÕES, JÁ OXIGENADO.
VENTRÍCULO DIREITO
• RECEBE O SANGUE DA AURÍCULA DIREITA, ATRAVÉS DA VÁLVULA
TRICÚSPIDE.
• IMPULSIONA O SANGUE, POBRE EM O2, PARA A ÁRVORE ARTERIAL
PULMONAR.
CIRCULAÇÃO SISTÉMICA OU GRANDE CIRCULAÇÃO
VENTRÍCULO
ESQURDO
ARTÉRIA
AORTA
SISTEMAS
CORPORAIS
AURICULA
DIREITA
VEIAS CAVAS
TEM COMO FUNÇÃO A DISTRIBUIÇÃO DE OXIGÉNIO E NUTRIENTES POR
TODAS AS CÉLULAS DO ORGANISMO.
O SANGUE ARTERIAL SAI DO VENTRÍCULO ESQUERDO, PELA ARTÉRIA
AORTA PARA TODO O CORPO E REGRESSA AO CORAÇÃO, MAIS CONCRETAMENTE À AURÍCULA DIREITA (AGORA RICO EM CO2 E POBRE EM O2)
PELA VEIA CAVA INFERIOR, DA PARTE INFERIOR DO CORPO E PELA VEIA
CAVA SUPERIOR, DA PARTE SUPERIOR DO CORPO (CABEÇA).
CIRCULAÇÃO SISTÉMICA OU GRANDE CIRCULAÇÃO
VENTRÍCULO ESQUERDO
• RECEBE O SANGUE OXIGENADO DA AURICULA ESQUERDA, ATRAVÉS
DA VÁLVULA MITRAL.
• ENVIA O SANGUE PARA A ARTÉRIA AORTA, ATRAVÉS DA VÁLVULA
AÓRTICA.
AURÍCULA DIREITA
• DESENBOCAM AS DUAS VEIAS CAVAS QUE LEVAM O SANGUE AO
CORAÇÃO PROVENIENTE DE TODO O ORGANISMO.
CIRCULAÇÃO SISTÉMICA OU GRANDE CIRCULAÇÃO
VEIA CAVA SUPERIOR
• RECOLHE O SANGUE DA CABEÇA E DOS MEMBROS SUPERIORES.
VEIA CAVA INFERIOR
• LEVA O SANGUE AO CORAÇÃO DO RESTO DO CORPO.
SISTEMA ELÉCTRICO DE CONDUÇÃO
NÓDULO SINO-AURICULAR
NA PARTE SUPERIOR DA AURÍCULA DIREITA EXISTE UMA FORMAÇÃO,
DENOMINADA NÓDULO SINO-AURICULAR, QUE TEM A CAPACIDADE DE
AUTO EXCITAR-SE ELECTRICAMENTE A UM RITMO DE 60 A 80 VEZES POR
MINUTO.
CADA IMPULSO ELÉCTRICO DO NÓDULO SINO-AURICULAR PRODUZ UMA
CONTRAÇÃO CARDÍACA. ALÉM DISSO, O SISTEMA NERVOSO PODE
AUMENTAR OU DIMINUIR A FREQUÊNCIA DESSES IMPULSOS, REGULANDO
ASSIM O FUNCIONAMENTO DO CORAÇÃO.
SISTEMA ELÉCTRICO DE CONDUÇÃO
NÓDULO AURICULOVENTRICULAR
OS ESTÍMULOS PROVOCADOS PELO NÓDULO SINO-AURICULAR TRANSMITEM-SE POR FIBRAS NERVOSAS PARA OUTRA FORMAÇÃO SIMILAR,
DENOMINADA NÓDULO AURICULOVENTRICULAR, SITUADA NA PARTE
BAIXA DA AURÍCULA DIREITA.
POR SUA VEZ, ESTE NÓDULO TRANSMITE OS IMPULSOS PARA UNS FASCÍCULOS, QUE OS DISTRIBUEM PARA TODAS AS ZONAS VENTRICULARES.
FREQUÊNCIA CARDÍACA
NÚMERO DE VEZES QUE O MIOCÁRDIO SE CONTRAI NUM MINUTO. NORMALMENTE A FREQUÊNCIA CARDÍACA OSCILA ENTRE 60 E 80 CONTRAÇÕES POR MINUTO, QUANDO ESTAMOS EM REPOUSO.
NO ENTANTO, O SISTEMA NERVOSO AUTÓNOMO INTERVÉM E PODE
MODIFICAR A FREQUÊNCIA DAS CONTRACÇÕES, EMBORA NÃO AS
CONSIGA GERAR.
O SISTEMA SIMPÁTICO ACELERA-AS, COMO ACONTECE COM O EXERCÍCIO FÍSICO (PODEM CHEGAR A 130 OU MAIS) E O PARASSIMPÁTICO
GERA UMA DIMINUIÇÃO, COMO ACONTECE DURANTE O REPOUSO (CERCA
DE 70 BATIMENTOS POR MINUTO OU MENOS).
PRESSÃO OU TENSÃO ARTERIAL
É A FORÇA QUE O SANGUE EXERCE SOB A PAREDE DAS ARTÉRIAS. ESSA
PRESSÃO É IMPRESCINDÍVEL PARA QUE O SANGUE POSSA COMBATER A
RESISTÊNCIA PERIFÉRICA.
A PRESSÃO ARTERIAL É GERADA PELA CONTRACÇÃO DO VENTRÍCULO
ESQUERDO AO EXPULSAR O SANGUE PARA A AORTA.
OS SEUS VALORES NORMAIS SÃO DIFERENTES DE PESSOA PARA
PESSOA, DEPENDENDO DA IDADE, POSIÇÃO CORPORAL E NÍVEL DE
ACTIVIDADE, NO MOMENTO EM QUE SE FAZ A MEDIÇÃO.
PRESSÃO ARTERIAL MÁXIMA OU PRESSÃO SISTÓLICA - PRODUZ-SE
DURANTE A SÍSTOLE (CONTRACÇÃO) DO VENTRÍCULO ESQUERDO.
PRESSÃO ARTERIAL MÍNIMA OU PRESSÃO DIASTÓLICA - PRODUZ-SE
DURANTE A DIÁSTOLE (RELAXAMENTO) VENTRICULAR.
FACTORES DE RISCO CARDIOVASCULARES
FACTORES DE RISCO CARDIOVASCULARES SÃO FACTORES QUE FAVORECEM OU ACELERAM A ATEROSCLEROSE (CONSTITUÍNDO ESTA UMA
DOENÇA INFLAMATÓRIA CRÓNICA PROVOCADA PELA DEPOSIÇÃO E
CONSEQUENTE ENTUPIMENTO DOS VASOS SANGUÍNEOS POR PLACAS DE
GORDURA):
• A HIPERTENSÃO ARTERIAL.
• O TABAGISMO,
• A DIABETES.
• O AUMENTO DO COLESTEROL.
• A OBESIDADE.
• O STRESS.
• A FALTA DE EXERCÍCIO FÍSICO.
COMO MANTER O CORAÇÃO E AS ARTÉRIAS SAUDÁVEIS
O QUE DEVE FAZER
• PARA QUE O SEU CORAÇÃO PERMANEÇA SÃO É IMPRESCINDÍVEL
QUE NÃO FUME. SE FUMA E SENTE DIFICULDADES EM DEIXAR,
CONSULTE O SEU MÉDICO.
• DEVE CUIDAR DA SUA ALIMENTAÇÃO: COMA TODOS OS DIAS FRUTA,
VERDURAS, HORTALIÇAS, CEREAIS, LEGUMES E PRODUTOS LÁTEOS
DESNATADOS, COMA PEIXE QUASE TODOS OS DIAS, MODERE O
CONSUMO DE CARNES E QUEIJOS, NÃO COMA ENCHIDOS, MANTEIGA, TOUCINHO, VÍSCERAS, BOLOS E ARTIGOS DE PASTELARIA, EVITE
ALIMENTOS QUE CONTENHAM ÓLEO DE PALMA E DE COCO (SÃO
GORDURAS PREJUDICIAIS UTILIZADAS NA CONFEITARIA INDUSTRIAL).
• NÃO UTILIZE SALEIRO À MESA.
COMO MANTER O CORAÇÃO E AS ARTÉRIAS SAUDÁVEIS
O QUE DEVE FAZER
• EVITE CONSUMIR ÁLCOOL OU FAÇA-O COM MODERAÇÃO, QUANTO
MUITO DOIS COPOS PEQUENOS DE VINHO OU DUAS CERVEJAS POR
DIA. QUANTO AOS REFRESCOS TOME OS DE BAIXAS CALORIAS.
• MANTENHA UM PESO ADEQUADO.
• FAÇA EXERCÍCIO TODOS OS DIAS: CAMINHE PELO MENOS 30/50
MINUTOS A PASSO MÉDIO, UTILIZE AS ESCADAS EM VEZ DO ELEVADOR, UTILIZE MENOS O AUTOMÓVEL, SE FAZ EXERCÍCIOS MAIS
VIGOROSOS COMO CICLISMO, CORRIDA OU NATAÇÃO, CONTROLE A
SUA PULSAÇÃO.
• NÃO SE ESQUEÇA DE TOMAR A MEDICAÇÃO.
SISTEMA LINFÁTICO
SISTEMA LINFÁTICO
INTIMAMENTE RELACIONADO COM O SISTEMA CARDIOVASCULAR.
FUNÇÕES
• EQUILÍBRIO DOS FLUIDOS NOS TECIDOS.
• ABSORÇÃO DA GORDURA DO SISTEMA DIGESTIVO.
• DEFESA DO ORGANISMO.
SISTEMA LINFÁTICO
EQUILÍBRIO DOS FLUIDOS NOS TECIDOS
DISTRIBUIÇÃO DE FLUIDOS E DE NUTRIENTES POR TODO O ORGANISMO,
POIS DRENA OS FLUIDOS E PROTEÍNAS EM EXCESSO (DEIXADOS PELA
CIRCULAÇÃO CAPILAR), PARA EVITAR UMA RETENÇÃO AO NÍVEL DOS
TECIDOS.
SISTEMA LINFÁTICO
LINFA
DERIVA DO PLASMA SANGUÍNEO MAS É MAIS LÍQUIDA E TRANSPARENTE,
ATRAVESSANDO AS PAREDES DOS CAPILARES PARA PREENCHER OS
ESPAÇOS TECIDULARES. AO CONTRÁRIO DO SANGUE, MOVE-SE SEM
AUXÍLIO DE QUALQUER BOMBA.
LÍQUIDO QUE SE ENCONTRA NOS VASOS LINFÁTICOS. PERCORRE OS
VASOS LINFÁTICOS QUE, CONFORME AUMENTAM DE CALIBRE, RECEBEM
O NOME DE: CAPILARES, VASOS E DUCTOS LINFÁTICOS.
A COMPOSIÇÃO DA LINFA É PRATICAMENTE A MESMA DO SANGUE, MAS
SEM GLÓBULOS VERMELHOS (DAÍ A COLORAÇÃO TRANSPARENTE).
SISTEMA LINFÁTICO
CAPILARES LINFÁTICOS
• CIRCULAÇÃO UNIDIRECCIONAL, SOBREPONÍVEL À CIRCULAÇÃO
VENOSA.
• RECOLHA DOS FLUIDOS EM EXCESSO E TRANSPORTE PARA VASOS
TERMINAIS.
SISTEMA LINFÁTICO
CORRE AO LONGO
DA COLUNA
VERTEBRAL
TRONCO
PRINCIPAL
VASOS TERMINAIS
CANAL LINFÁTICO
DIREITO
DESEMBOCA NUMA
VEIA DO LADO
ESQUERDO JUNTO
AO CORAÇÃO
DESEMBOCA NUMA
VEIA DO LADO
DIREITO
SISTEMA LINFÁTICO
DEFESA DO ORGANISMO
• FILTRA OS ORGANISMOS PATOGÉNICOS (PRODUÇÃO DE GLÓBULOS
BRANCOS E ANTICORPOS).
LEUCÓCITOS OU GLÓBULOS BRANCOS - DEFESA MÓVEL QUE PROTEGE O
CORPO CONTRA DANOS.
CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS DOS LEUCÓCITOS
• ACTUAM DENTRO E FORA DOS VASOS SANGUÍNEOS.
• DESLOCAM-SE PARA ÁREAS ONDE A SUA CAPACIDADE PROTETORA
NECESSITA DE SER EXERCIDA EM RESPOSTA A ACTIVIDADES INFLAMATÓRIAS OU IMUNITÁRIAS, ATRAVÉS DA CORRENTE SANGUÍNEA.
SISTEMA LINFÁTICO
VÍRUS
BACTÉRIAS
PARASITAS
DANOS
TOXINAS
CÉLULAS
TUMORAIS
SISTEMA LINFÁTICO
RESUMO
RETORNAR À CORRENTE
SANGUINEA SUBSTÂNCIAS
VITAIS, NA MAIORIA
PROTEINAS QUE ESCAPAM
DOS CAPILARES
LIMPEZA
ABSORÇÃO DE LÍPIDOS E
VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS
NO TUBO DIGESTIVO
DUAS
FUNÇÕES
DIFERENTES
DEFESA
PRODUÇÃO DE
LEUCÓCITOS E
ANTICORPOS
SISTEMA LINFÁTICO
AMÍGDALAS
TIMO
ÓRGÃOS
LINFÁTICOS
BAÇO
NÓDULOS
LINFÁTICOS
SISTEMA LINFÁTICO
OS GÂNGLIOS OU NÓDULOS LINFÁTICOS SÃO MINÚSCULAS ESTRUTURAS
OVAIS, SEMELHANTES A CÁPSULAS, QUE SE ENCONTRAM AO LONGO
DOS CAPILARES. NO INTERIOR DE CADA GÂNGLIO ENCONTRA-SE UMA
SÉRIE DE VÁLVULAS FIBROSAS ATRAVÉS DAS QUAIS A LINFA CIRCULA.
OS GÂNGLIOS ACTUAM COMO BARREIRAS CONTRA A DISSEMINAÇÃO DE
INFECÇÕES, FILTRANDO E DESTRUINDO OS MICRORGANISMOS E AS
TOXINAS.
SISTEMA LINFÁTICO
GÂNGLIOS OU NÓDULOS LINFÁTICOS
• SÃO FORMAÇÕES INTERPOSTAS NO CAMINHO DOS VASOS LINFÁTICOS, ARREDONDADAS, COM DIMENSÕES QUE OSCILAM ENTRE 1 E
25MM.
• LOCALIZAM-SE NA MAIOR PARTE DO ORGANISMO, EMBORA SE REÚNAM EM GRANDE QUANTIDADE NAS CHAMADAS ZONAS GANGLIONARES.
SISTEMA LINFÁTICO
ZONAS GANGLIONARES
• ZONA CERVICAL: O PESCOÇO É UMA PARTE MUITO RICA EM GÂNGLIOS LINFÁTICOS; FORMA UMA BARREIRA DEFENSIVA CONTRA AS
INFECÇÕES QUE SE POSSAM PRODUZIR NA BOCA, NAS FOSSAS
NASAIS, NOS OUVIDOS, ETC.
• ZONA AXILAR: É A PARTE DEFENSIVA CONTRA AS INFECÇÕES DOS
MEMBROS SUPERIORES.
• ZONA INGUINAL: TAMBÉM MUITO RICA EM GÂNGLIOS, CONSTITUI
UMA BARREIRA CONTRA AS INFECÇÕES DOS MEMBROS INFERIORES
E DA REGIÃO PERIANAL.
SISTEMA LINFÁTICO
BAÇO
• É A MAIS VOLUMOSA FORMAÇÃO DO SISTEMA LINFÓIDE.
• DO TAMANHO APROXIMADO DO CORAÇÃO, LOCALIZADO À ESQUERDA E ATRÁS DO ESTÔMAGO, O BAÇO É UMA MASSA ESPONJOSA
CAPAZ DE ARMAZENAR UM LITRO DE SANGUE.
• CARACTERIZA-SE POR NÃO POSSUIR CIRCULAÇÃO LINFÁTICA.
• SITUA-SE NO LADO ESQUERDO SUPERIOR DO ABDÓMEN, ESTANDO
PROTEGIDO PELAS COSTELAS INFERIORES.
SISTEMA LINFÁTICO
BAÇO
• REVESTIDO POR UMA CÁPSULA FIBROSA E É FORMADO PELA POLPA
ESPLÊNICA NA QUAL SE ENCONTRA A “POLPA BRANCA” (QUE
CONTÉM OS GLÓBULOS BRANCOS - LINFÓCITOS, AGRUPADOS EM
TORNO DE VASOS SANGUÍNEOS) E A “POLPA VERMELHA” (QUE
CONTÉM GLÓBULOS BRANCOS - MACRÓFAGOS, QUE PERSEGUEM E
DESTROEM MICRO-ORGANISMOS INVASORES).
SISTEMA LINFÁTICO
FUNÇÕES DO BAÇO
• FILTRAÇÃO.
• PRODUÇÃO DE LEUCÓCITOS.
• RECOLHA DE ERITRÓCITOS, DEVOLVENDO AO SANGUE O FERRO
PARA SER REUTILIZADO.
• ARMAZENA RESERVAS DE SANGUE
SISTEMA LINFÁTICO
TIMO
ÓRGÃO ACHATADO, COM DOIS LOBOS LOCALIZADOS NA FRENTE DA
AORTA E ATRÁS DO ESTERNO, FORMADOS POR UMA MASSA CINZENTA.
SISTEMA LINFÁTICO
FUNÇÃO
• DESENVOLVIMENTO E PROTECÇÃO DO ORGANISMO.
• PRODUÇÃO DE HORMONAS.
• COMBATE A INVASÃO POR MICRORGANISMOS INFECCIOSOS E
TAMBÉM ACTUA NA IDENTIFICAÇÃO E DESTRUIÇÃO DE CÉLULAS
QUE POSSAM SER DESCRITAS COMO “NÃO PRÓPRIAS”, INCLUINDO
TRANSPLANTADOS E CÉLULAS MALIGNAS.
SISTEMA LINFÁTICO
APÊNDICE
• PEQUENA PORÇÃO DO INTESTINO, DE FORMATO VERMIFORME,
CILÍNDRICO E FLEXÍVEL.
FUNÇÃO
• PRODUZ ALGUNS LEUCÓCITOS QUE CONTRIBUEM PARA A DEFESA
DA REGIÃO ONDE SE ENCONTRA.
SISTEMA LINFÁTICO
AMÍGDALA
• SÃO UMA MASSA DE TECIDO LINFÓIDE DE FORMA OVALADA SITUADAS NA PARTE POSTERIOR DA GARGANTA.
• FAZEM PARTE DO SISTEMA IMUNITÁRIO E SÃO IMPORTANTES NA
AQUISIÇÃO DE DEFESAS DO ORGANISMO CONTRA AS INFECÇÕES.
• JUNTAMENTE COM OS ADENÓIDES, PROTEGEM CONTRA AS INFECÇÕES DO TRACTO RESPIRATÓRIO SUPERIOR.
• SÃO RICAS EM TECIDO LINFÓIDE, PARTICIPANDO NA PRODUÇÃO DE
LINFÓCITOS B E LINFÓCITOS T (RESPONSÁVEIS PELA IMUNIDADE).
SISTEMA NERVOSO
SISTEMA NERVOSO
O SISTEMA NERVOSO DIVIDE-SE EM:
• NEURÓNIOS.
• CÉLULAS DA GLIA (ASTRÓCITOS, OLIGODENDRÓCITOS, …).
SISTEMA NERVOSO
NEURÓNIOS
O NEURÓNIO É A CÉLULA DO SISTEMA NERVOSO RESPONSÁVEL PELA
CONDUÇÃO DO IMPULSO NERVOSO. O NEURÓNIO É CONSTITUÍDO PELAS
SEGUINTES PARTES: CORPO CELULAR (ONDE SE ENCONTRA O NÚCLEO
CELULAR), DENDRITES E AXÓNIO.
CÉLULAS DA GLIA
AS CÉLULAS DA GLIA SÃO CÉLULAS NÃO NEURONAIS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL QUE PROPORCIONAM SUPORTE, PROTECÇÃO E NUTRIÇÃO AOS NEURÓNIOS.
AO CONTRÁRIO DO NEURÓNIO, QUE É AMITÓTICO, NAS CÉLULAS GLIAIS
OCORRE A MITOSE.
SISTEMA NERVOSO
NEURÓNIOS
GENERICAMENTE OS NEURÓNIOS APRESENTAM:
• CORPO CELULAR (SOMA)
• DENDRITES
• AXÓNIO
SISTEMA NERVOSO
NEURÓNIOS
CORPO CELULAR
É A ZONA ESTRUTURAL DO NEURÔNIO. NELE PODEM SER ENCONTRADOS
O NÚCLEO, O CITOPLASMA OS ORGANELOS E O CITOESQUELETO.
OS CORPOS CELULARES ESTÃO NORMALMENTE LOCALIZADOS EM
ÁREAS RESTRITAS DO SISTEMA NERVOSO, QUE FORMAM O SISTEMA
NERVOSO CENTRAL OU AINDA NOS GÂNGLIOS NERVOSOS, LOCALIZADOS
PRÓXIMO DA COLUNA VERTEBRAL.
O CORPO CELULAR RECEBE A INFORMAÇÃO DERIVADA DAS DENDRITES.
SISTEMA NERVOSO
NEURÓNIOS
DENDRITES
DENDRITES SÃO NUMEROSOS PROLONGAMENTOS DOS NEURÓNIOS
ESPECIALIZADOS NA RECEPÇÃO DE ESTÍMULOS NERVOSOS, QUE PODEM
SER DO MEIO AMBIENTE OU DE OUTROS NEURÓNIOS.
A GRANDE MAIORIA DOS NEURÓNIOS POSSUI NUMEROSAS DENDRITES POIS ESTAS AUMENTAM A SUA SUPERFÍCIE CELULAR, TORNANDO
POSSÍVEL RECEBER E INTEGRAR IMPULSOS TRAZIDOS POR NUMEROSOS
TERMINAIS AXÓNICOS DE OUTROS NEURÓNIOS.
AS DENDRITES SÃO O PRIMEIRO LOCAL DE PROCESSAMENTO DOS IMPULSOS NERVOSOS.
SISTEMA NERVOSO
NEURÓNIOS
AXÓNIOS (OU FIBRA NERVOSA)
O AXÓNIO É UMA PARTE DO NEURÔNIO RESPONSÁVEL PELA CONDUÇÃO
DOS IMPULSOS ELÉTRICOS QUE PARTEM DO CORPO CELULAR, ATÉ OUTRO LOCAL MAIS DISTANTE, COMO UM MÚSCULO OU OUTRO NEURÓNIO.
ALGUNS AXÓNIOS DE NEURÓNIOS DE UM ADULTO PODEM CHEGAR A
MAIS DE UM METRO DE COMPRIMENTO.
SISTEMA NERVOSO
NEURÓNIOS
SINAPSES
SISTEMA NERVOSO
SINAPSES
SINAPSES SÃO AS REGIÕES DE COMUNICAÇÃO ENTRE OS NEURÓNIOS,
OU MESMO ENTRE NEURÓNIOS E CÉLULAS MUSCULARES E EPITELIAIS
GLANDULARES.
SINAPSES NERVOSAS SÃO OS PONTOS ONDE AS EXTREMIDADES DE
NEURÓNIOS VIZINHOS SE ENCONTRAM E O ESTÍMULO PASSA DE UM NEURÔNIO PARA O SEGUINTE POR MEIO DE MEDIADORES BIO-QUÍMICOS, OS
NEUROTRANSMISSORES.
AS SINAPSES OCORREM NO CONTACTO DAS TERMINAÇÕES NERVOSAS
(AXÓNIOS) COM AS DENDRITES.
O CONTACTO FÍSICO NÃO EXISTE REALMENTE, POIS AS ESTRUTURAS
ESTÃO PRÓXIMAS, MAS HÁ UM ESPAÇO ENTRE ELAS (FENDA SINÁPTICA).
SISTEMA NERVOSO
SINAPSES
APARTIR DOS AXÓNIOS SÃO LIBERTADAS SUBSTÂNCIAS (NEUROTRANSMISSORES), QUE ATRAVESSAM A FENDA SINÁPTICA E ESTIMULAM
RECEPTORES AO NÍVEL DAS DENDRITES E ASSIM TRANSMITEM O
IMPULSO NERVOSO DE UM NEURÓNIO PARA O OUTRO.
FENDA SINÁPTICA É O LOCAL DE COMUNICAÇÃO ENTRE O NEURÔNIO
PRÉ-SINÁPTICO (AXÓNIO) E O NEURÓNIO PÓS-SINÁPTICO (DENDRITE).
SISTEMA NERVOSO
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
SISTEMA
NERVOSO
CENTRAL
CEREBRO
ENCÉFALO
ESPINAL
MEDULA
TRONCO
CEREBRAL
CEREBELO
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
O TELENCÉFALO E O DIENCÉFALO FORMAM O CÉREBRO, QUE CORRESPONDE AO PROSENCÉFALO. O CÉREBRO É A PARTE MAIS DESENVOLVIDA
DO ENCÉFALO E OCUPA CERCA DE 80% DA CAVIDADE CRANIANA.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
TELENCÉFALO
COMPREENDE OS DOIS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS, DIREITO E ESQUERDO
E UMA PEQUENA LINHA MEDIANA SITUADA NA PORÇÃO ANTERIOR DO III
VENTRÍCULO.
OS DOIS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS SÃO INCOMPLETAMENTE SEPARADOS
PELA FISSURA LONGITUDINAL DO CÉREBRO.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
TELENCÉFALO
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
TELENCÉFALO
CADA HEMISFÉRIO ESTÁ DIVIDIDO EM LOBOS.
OS LOBOS CEREBRAIS RECEBEM O NOME DE ACORDO COM A SUA LOCALIZAÇÃO EM RELAÇÃO AOS OSSOS DO CRÂNIO, PORTANTO, TEMOS
CINCO LOBOS: FRONTAL, TEMPORAL, PARIETAL, OCCIPITAL E O LOBO DA
ÍNSULA.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
TELENCÉFALO
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
DIENCÉFALO
O DIENCÉFALO É UMA ESTRUTURA ÍMPAR QUE SÓ É VISTA NA PORÇÃO
MAIS INFERIOR DO CÉREBRO. O DIENCÉFALO COMPREENDE AS SEGUINTES PARTES:
•
•
•
•
TÁLAMO
HIPOTÁLAMO
EPITÁLAMO
SUBTÁLAMO
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
TÁLAMO
MAIOR PORÇÃO DO DIENCÉFALO. A MAIOR PARTE DOS ESTÍMULOS
SENSORIAIS ATINGEM O TÁLAMO (AUDITIVOS, VISUAIS,…).
O TÁLAMO INFLUENCIA TAMBÉM O HUMOR E OS MOVIMENTOS GLOBAIS
DO CORPO ASSOCIADOS COM EMOÇÕES FORTES COMO MEDO OU RAIVA.
ESTÁ TAMBÉM IMPLICADO NAS FUNÇÕES MOTORAS, ALTERAÇÕES DE
DISPOSIÇÃO/HUMOR, REGULAÇÃO DAS EMOÇÕES.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
HIPOTÁLAMO
PORÇÃO MAIS INFERIOR DO DIENCÉFALO. POSSUI OS CORPOS MAMILARES QUE ESTÃO ENVOLVIDOS NOS REFLEXOS OLFACTIVOS E NAS RESPOSTAS EMOCIONAIS AOS ODORES.
CONTROLO DO SISTEMA ENDÓCRINO, PORQUE REGULA A SECREÇÃO
HORMONAL DA HIPÓFISE, QUE INFLUENCIA FUNÇÕES TÃO DIVERSAS
COMO O METABOLISMO, A REPRODUÇÃO, AS RESPOSTAS AOS ESTÍMULOS AGRESSIVOS E A PRODUÇÃO DE URINA.
O HIPOTÁLAMO É MUITO IMPORTANTE EM NUMEROSAS FUNÇÕES, TODAS
COM IMPLICAÇÕES EMOCIONAIS E NO HUMOR.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
EPITÁLAMO
ÁREA POSTERO-SUPERIOR AO TÁLAMO. CONSISTE EM:
• NÚCLEOS DA HABÉNULA.
• PINEAL OU EPÍFISE.
SUBTÁLAMO
PEQUENA ÁREA INFERIOR AO TÁLAMO. ESTÁ ENVOLVIDO NO CONTROLO
DAS FUNÇÕES MOTORAS.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
TRONCO CEREBRAL
O TRONCO CEREBRAL OU TRONCO ENCEFÁLICO É A PORÇÃO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL SITUADA ENTRE A MEDULA ESPINAL E O
CÉREBRO, SENDO QUASE NA SUA TOTALIDADE INTRACRANIANO (APENAS UMA PORÇÃO DO BULBO É EXOCRANIANA). DIVIDE-SE EM:
• MESENCÉFALO
• PONTE
• BULBO
NOTA CLÍNICA
A LESÃO DE ÁREAS MUITO PEQUENAS DO TRONCO CEREBRAL LEVA COM
FREQUÊNCIA À MORTE, PORQUE OS REFLEXOS ESSENCIAIS À SOBREVIVÊNCIA SÃO INTEGRADOS NO TRONCO CEREBRAL, ENQUANTO QUE
ÁREAS RELATIVAMENTE GRANDES DO CÉREBRO E DO CEREBELO PODEM
SER DANIFICADAS SEM CAUSAR SINTOMAS PERMANENTES.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
MESENCÉFALO OU ISTMO ENCEFÁLICO
É UMA REGIÃO DE PASSAGEM DOS NERVOS ÓPTICOS, OS QUAIS VÃO
TERMINAR NA PARTE POSTERIOR DOS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS. O
MESENCÉFALO ESTÁ ENVOLVIDO NA RECEPÇÃO E COORDENAÇÃO DE
INFORMAÇÕES SOBRE A POSTURA CORPORAL.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
PONTE OU PROTUBERÂNCIA
PARTE DO TRONCO CEREBRAL QUE SE LOCALIZA LOGO ACIMA DO
BULBO; CONTÉM FEIXES NERVOSOS ASCENDENTES E DESCENDENTES;
RETRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO DO CÉREBRO PARA O CEREBELO; É
AQUI QUE SE LOCALIZAM OS CENTROS DO SONO E RESPIRATÓRIO.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
BULBO RAQUIDIANO
PARTE MAIS INFERIOR DO TRONCO CEREBRAL, ESTENDE-SE PARA A
MEDULA ESPINAL, CONTÉM OS FEIXES NERVOSOS ASCENDENTES E
DESCENDENTES, CENTRO DE DIVERSOS REFLEXOS IMPORTANTES (P.EX.
RITMO CARDÍACO, RESPIRAÇÃO, DEGLUTIÇÃO, VÓMITO).
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
CEREBELO
CÉREBRO PEQUENO.
CONTROLA O EQUILÍBRIO, A COORDENAÇÃO MOTORA GROSSEIRA E A
COORDENAÇÃO MOTORA FINA.
ACTUA NA CORRECÇÃO DAS DISCREPÂNCIAS ENTRE O MOVIMENTO PRETENDIDO E
O MOVIMENTO EFECTUADO.
PODE “APRENDER” ACTIVIDADES MOTORAS
ALTAMENTE ESPECÍFICAS E COMPLEXAS.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
SISTEMA LÍMBICO
AGRUPAMENTOS DE DETERMINADAS PARTES DO CÉREBRO E DIENCÉFALO.
INFLUENCIA EMOÇÕES, RESPOSTAS VISCERAIS ÀS EMOÇÕES, MOTIVAÇÃO, O HUMOR E SENSAÇÕES DE DOR E PRAZER.
LESÕES DO SISTEMA LÍMBICO:
•
•
•
•
APETITE VORAZ.
AUMENTO DA ACTIVIDADE SEXUAL, MUITAS VEZES INAPROPRIADA.
DOCILIDADE, PERDA DAS RESPOSTAS NORMAIS DE MEDO E ZANGA.
PERDA DE MEMÓRIA.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
SISTEMA LÍMBICO
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
LINGUAGEM
MAIORITARIAMENTE LOCALIZADA NO CÓRTEX ESQUERDO.
• ÁREA DE WERNICKE (DE COMPREENSÃO E FORMULAÇÃO DE UM DISCURSO COERENTE).
• ÁREA DE BROCA (INICIA AS ORDENS PARA AS COMPLEXAS SÉRIES
DE MOVIMENTOS NECESSÁRIOS À FALA).
MEMÓRIA
• SENSORIAL
• CURTO PRAZO (OU PRIMÁRIA)
• LONGO PRAZO
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
MEMÓRIA
MEMÓRIA SENSORIAL
RETENÇÃO A MUITO CURTO PRAZO DE UM ESTÍMULO SENSORIAL RECEBIDO PELO CÉREBRO QUANDO QUALQUER COISA É VISTA DE PASSAGEM,
AVALIADA E RESPONDIDA (DEMORA MENOS DE 1 SEGUNDO).
MEMÓRIA A CURTO PRAZO
QUANDO UM DADO REGISTADO PELA MEMÓRIA SENSORIAL É CONSIDERADO SUFICIENTEMENTE VÁLIDO, ELE É DESLOCADO PARA A MEMÓRIA A
CURTO PRAZO, ONDE A INFORMAÇÃO É RETIDA DE ALGUNS SEGUNDOS A
ALGUNS MINUTOS.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
MEMÓRIA
MEMÓRIA A LONGO PRAZO
TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO DA MEMÓRIA DE CURTO PRAZO. PODE
SER:
• DECLARATIVA
• PROCESSUAL
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
NÚCLEOS DA BASE
IMPORTANTES NA ORGANIZAÇÃO E COORDENAÇÃO DOS MOVIMENTOS E
DA POSTURA. DIMINUEM O TÓNUS MUSCULAR E INIBEM A ACTIVIDADE
MUSCULAR INDESEJÁVEL.
NOTA: “TREMOR DE REPOUSO” - PERTURBAÇÃO DOS NÚCLEOS DA BASE.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
SUBSTÂNCIA RETICULAR
DISPERSA POR TODO O TRONCO CEREBRAL; CONTROLA ACTIVIDADES
CÍCLICAS COMO O RITMO SONO-VIGÍLIA.
OS ESTÍMULOS VISUAIS E ACÚSTICOS E A ACTIVIDADE MENTAL PODEM
ESTIMULAR O SISTEMA RETICULAR DE MODO A MANTER O ESTADO DE
ALERTA E A ATENÇÃO.
PELO CONTRÁRIO, A SUPRESSÃO DE ESTÍMULOS VISUAIS OU AUDITIVOS
PODE LEVAR AO ADORMECIMENTO OU AO SONO.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
NOTA CLÍNICA
O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA RETICULAR PODE SER AFECTADO POR
CERTAS DROGAS. OS ANESTÉSICOS GERAIS SUPRIMEM A ACTIVIDADE
DESTE SISTEMA. MUITOS TRANQUILIZANTES ACTUAM TAMBÉM SOBRE O
SISTEMA RETICULAR.
POR OUTRO LADO A AMÓNIA E OUTROS PRODUTOS IRRITANTES ESTIMULAM AS TERMINAÇÕES NERVOSAS DO TRIGÉMIO NO NARIZ. EM CONSEQUÊNCIA, SÃO ENVIADOS POTENCIAIS DE ACÇÃO PARA O SISTEMA RETICULAR E PARA O CÓRTEX CEREBRAL A FIM DE DESPERTAR O DOENTE
INCONSCIENTE.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
MEDULA ESPINAL
ELO DE LIGAÇÃO ENTRE O ENCÉFALO E O SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO ABAIXO DA CABEÇA, INTEGRANDO A INFORMAÇÃO QUE RECEBE E
PRODUZINDO RESPOSTAS ATRAVÉS DE MECANISMOS REFLEXOS.
31 PARES DE NERVOS RAQUIDIANOS DEIXAM A MEDULA ESPINAL E
PASSAM PARA FORA DA COLUNA VERTEBRAL ATRAVÉS DOS BURACOS
INTERVERTEBRAIS.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
REFLEXOS MEDULARES
RESPOSTAS AUTOMÁTICAS AOS ESTÍMULOS QUE OCORREM SEM PENSAMENTO, SENDO ASSIM CONSIDERADOS INVOLUNTÁRIOS MESMO QUE
ENVOLVAM MÚSCULOS ESQUELÉTICOS.
OS REFLEXOS TÊM O SEU CENTRO NO TRONCO CEREBRAL E NA MEDULA
ESPINAL.
EX: AUMENTA RITMO CARDÍACO, QUANDO DIMINUI A PRESSÃO ARTERIAL
SISTEMA NERVOSO
PERIFÉRICO
SISTEMA
NERVOSO
PERIFÉRICO
AUTÓNOMO
SIMPÁTICO
SOMÁTICO
PARASSIMPÁTICO
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
NERVOS CRANIANOS
POSSUEM 3 FUNÇÕES ESSENCIAIS:
• SENSORIAL OU SENSITIVA
• MOTORA
• PARASSIMPÁTICA
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
NERVOS RAQUIDIANOS
PROVÊM DA MEDULA ESPINAL.
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
SISTEMA NERVOSO AUTÓNOMO
SISTEMA NERVOSO AUTÓNOMO É A PARTE DO SISTEMA NERVOSO QUE
ESTÁ RELACIONADA AO CONTROLO DA VIDA VEGETATIVA, OU SEJA,
CONTROLA FUNÇÕES COMO A RESPIRAÇÃO, CIRCULAÇÃO DO SANGUE,
CONTROLO DA TEMPERATURA E DIGESTÃO.
APESAR DE SE CHAMAR SISTEMA NERVOSO AUTÓNOMO, ELE NÃO É
INDEPENDENTE DO RESTANTE SISTEMA NERVOSO.
NA VERDADE, ELE É INTERLIGADO COM O HIPOTÁLAMO, QUE COORDENA
A RESPOSTA COMPORTAMENTAL PARA GARANTIR A HOMEOSTASIA.
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
SISTEMA NERVOSO AUTÓNOMO
POSSUI DUAS DIVISÕES:
• SIMPÁTICA
• PARASSIMPÁTICA
AMBAS AS DIVISÕES DO SISTEMA NERVOSO AUTÓNOMO PRODUZEM
EFEITOS ESTIMULATÓRIOS E INIBITÓRIOS.
A MAIOR PARTE DOS ORGÃOS SÃO INERVADOS POR AMBAS AS DIVISÕES.
ESTAS PRODUZEM GERALMENTE EFEITOS OPOSTOS NUM MESMO ORGÃO
CADA DIVISÃO POR SI OU AMBAS FUNCIONANDO EM CONJUNTO PODEM
COORDENAR AS ACTIVIDADES DE DIFERENTES ESTRUTURAS.
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
SISTEMA NERVOSO AUTÓNOMO
O SISTEMA SIMPÁTICO PRODUZ EFEITOS MAIS GENERALIZADOS DO QUE
O SISTEMA PARASSIMPÁTICO.
A ACTIVIDADE SIMPÁTICA PREPARA GERALMENTE O CORPO PARA A ACTIVIDADE FÍSICA, ENQUANTO QUE A ACTIVIDADE PARASSIMPÁTICA É MAIS
IMPORTANTE PARA AS FUNÇÕES VEGETATIVAS.
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
SISTEMA NERVOSO AUTÓNOMO
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
SISTEMA NERVOSO SOMÁTICO
O SISTEMA NERVOSO SOMÁTICO É COMPOSTO POR NEURÓNIOS QUE
ESTÃO SUBMETIDOS AO CONTROLO CONSCIENTE PARA GERAR ACÇÕES
MOTORAS VOLUNTÁRIAS, RESULTANTES DA CONTRAÇÃO DE UM MÚSCULO ESQUELÉTICO.
A SUA PRINCIPAL FUNÇÃO É INERVAR A MUSCULATURA ESQUELÉTICA,
RESPONSÁVEL PELAS ACÇÕES VOLUNTÁRIAS, COMO A MOVIMENTAÇÃO
DE UM BRAÇO OU PERNA.
SISTEMA ENDÓCRINO
O SISTEMA ENDÓCRINO E O SISTEMA NERVOSO SÃO OS 2 SISTEMAS DE
REGULAÇÃO DO ORGANISMO MAIS IMPORTANTES E JUNTOS REGULAM E
COORDENAM A ACTIVIDADE DE, PRATICAMENTE, TODOS OS OUTROS
ÓRGÃOS.
SISTEMA ENDÓCRINO
HORMONAS
PRODUTOS DAS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS.
SÃO SUBSTÂNCIAS QUE:
• SÃO PRODUZIDAS EM QUANTIDADES DIMINUTAS POR UM CONJUNTO
DE CÉLULAS.
• SÃO SEGREGADAS PARA OS ESPAÇOS INTERSTICIAIS.
• ENTRAM NO SISTEMA CIRCULATÓRIO, QUE AS TRANSPORTA À DISTÂNCIA.
• ACTUAM EM TECIDOS ESPECÍFICOS, CHAMADOS TECIDOS-ALVO.
SISTEMA ENDÓCRINO
GLÂNDULAS ENDÓCRINAS
HIPÓFISE
SEGREGA 9 HORMONAS PRINCIPAIS (POR EX. HORMONA DE CRESCIMENTO) QUE REGULAM MUITAS FUNÇÕES DO ORGANISMO E A ACTIVIDADE
SECRETORA DE VÁRIAS OUTRAS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS.
HIPOTÁLAMO
REGULA A ACTIVIDADE SECRETORA DA
HIPÓFISE.
SISTEMA ENDÓCRINO
GLÂNDULAS ENDÓCRINAS
TIRÓIDE
É COMPOSTA POR DOIS LOBOS LIGADOS ENTRE SI POR UMA ESTREITA
PONTE DE TECIDO TIROIDEU, DESIGNADA POR ISTMO. ESTÁ LOCALIZADA
JUNTO DA TRAQUEIA E DA LARINGE. É UMA DAS MAIORES GLÂNDULAS
ENDÓCRINAS E É BASTANTE VASCULARIZADA.
PARATIRÓIDE
AS GLÂNDULAS PARATIRÓIDES SITUAM-SE
NORMALMENTE NA FACE POSTERIOR DE
CADA LOBO DA TIRÓIDE.
SISTEMA ENDÓCRINO
HORMONAS TIROIDEIAS
HIPOTIROIDISMO
HIPERTIROIDISMO
↓ DA ACTIVIDADE METABÓLICA, BAIXA DA TEMPERATURA
CORPORAL, INTOLERÂNCIA AO FRIO.
↑ DA ACTIVIDADE METABÓLICA, TEMPERATURA CORPORAL
ELEVADA, INTOLERÂNCIA AO CALOR
↑ DO PESO CORPORAL, APETITE REDUZIDO.
PERDA DE PESO, APETITE AUMENTADO
ACTIVIDADE REDUZIDA DAS GLÂNDULAS SUDORÍPARAS E
SEBÁCEAS, PELE SECA E FRIA.
SUDAÇÃO COPIOSA, PELE QUENTE E RUBORIZADA
↓ DO RITMO CARDÍACO, ↓ DA TENSÃO ARTERIAL, POR VEZES
CORAÇÃO DILATADO.
RITMO CARDÍACO ACELERADO, TENSÃO ARTERIAL ELEVADA,
ELECTROCARDIOGRAMA ANORMAL
MUSCULATURA ESQUELÉTICA COM FORÇA DIMINUÍDA E HIPOTÓNICA, MOVIMENTOS LENTOS.
MÚSCULOS ESQUELÉTICOS COM FORÇA DIMINUÍDA E COM TREMORES, MOVIMENTOS RÁPIDOS E REFLEXOS EXAGERADOS.
OBSTIPAÇÃO.
EPISÓDIOS DE DIARREIA.
MIXEDEMA, COMO RESULTADO DE DEPÓSITOS DE MUCOPROTEÍNAS.
EXOFTALMIA, COMO RESULTADO DE DEPÓSITOS DE MUCOPROTEÍNAS E OUTRAS SUBSTÂNCIAS POR DETRÁS DO GLOBO
OCULAR.
APATIA, SONOLÊNCIA.
HIPERACTIVIDADE, INSÓNIA, INQUIETAÇÃO, IRRITABILIDADE,
CAPACIDADE DE ATENÇÃO REDUZIDA.
CABELO HIRSUTO, PELE ÁSPERA E SECA.
CABELOS E PELE SUAVES E MACIAS.
CAPTAÇÃO DE IODETOS DIMINUÍDA.
CAPTAÇÃO DE IODETOS AUMENTADA.
EVENTUAL BÓCIO (↑ VOLUME DA TIRÓIDE).
QUASE SEMPRE DESENVOLVE BÓCIO.
SISTEMA ENDÓCRINO
HORMONAS PARATIROIDEIAS
HIPOPARATIROIDISMO
HIPERPARATIROIDISMO
HIPOCALCEMIA.
HIPERCALCEMIA OU NÍVEIS NORMAIS DE CÁLCIO NO SANGUE.
ESTRUTURA ÓSSEA NORMAL.
OSSOS ENFRAQUECIDOS E RENDILHADOS COMO RESULTADO
DA REABSORÇÃO.
EXCITABILIDADE NEUROMUSCULAR AUMENTADA; TETANIA E
LARINGOESPASMO, QUE PODEM PROVOCAR MORTE POR
ASFIXIA.
SISTEMA NEUROMUSCULAR MENOS EXCITÁVEL; PODE EXISTIR
FRAQUEZA MUSCULAR.
HIPOTONIA DO MÚSCULO CARDÍACO; PODE DESENVOLVER-SE
ARRITMIA CARDÍACA DURANTE A CONTRACÇÃO.
AUMENTO DA FORÇA DE CONTRACÇÃO DO MÚSCULO CARDÍACO; COM NÍVEIS MUITO ELEVADOS DE CÁLCIO, PODE
OCORRER PARAGEM CARDÍACA DURANTE A CONTRACÇÃO.
DIARREIA.
OBSTIPAÇÃO.
SISTEMA ENDÓCRINO
GLÂNDULAS ADRENAIS (SUPRA-RENAL)
ENCONTRAM-SE SITUADAS SOBRE O PÓLO SUPERIOR DE CADA RIM;
ENVOLVIDAS POR BASTANTE TECIDO ADIPOSO.
CONSTITUÍDAS POR:
• MEDULA CENTRAL
• CÓRTEX EXTERIOR
SISTEMA ENDÓCRINO
HORMONAS
HORMONAS
ESTRUTURA
TECIDO ALVO
RESPOSTA
ADRENALINA E
NORADRENALINA
DERIVADO DE
AMINOÁCIDO
CORAÇÃO, VASOS
SANGUÍNEOS, FÍGADO E
ADIPÓCITOS
↑ DÉBITO CARDÍACO; ↑ FLUXO SANGUÍNEO PARA O
MÚSCULO ESQUELÉTICO E O CORAÇÃO; ↑ LIBERTAÇÃO DE ÁC. GORDOS E AÇUCAR PARA O SANGUE;
PREPARAÇÃO PARA A ACTIVIDADE FÍSICA
CORTISOL
ESTERÓIDE
A MAIORIA DOS TECIDOS
↑ DEGRADAÇÃO DAS PROTEÍNAS E GORDURAS; ↑
PRODUÇÃO DE GLICOSE; INIBIÇÃO DA RESPOSTA
IMUNITÁRIA
ALDOSTERONA
ESTERÓIDE
RIM
↑ REABSORÇÃO DE SÓDIO E POTÁSSIO E DA EXCREÇÃO DE IÕES DE HIDROGÉNIO
ESTERÓIDES
SEXUAIS
ESTERÓIDE
MUITOS TECIDOS
NAS MULHERES, DESENVOLVIMENTO DE ALGUMAS
CARACTERÍSTICAS SEXUAIS SECUNDÁRIAS COMO
OS PÊLOS PÚBICOS E AXILARES
NOTA CLÍNICA
AS DUAS PRINCIPAIS DOENÇAS DA GLÂNDULA SUPRARRENAL SÃO
TUMORES: O FEOCROMOCITOMA, UM TUMOR BENIGNO, E O NEUROBLASTOMA, UM TUMOR MALIGNO.
OS SINTOMAS RESULTAM DA LIBERTAÇÃO DE GRANDES QUANTIDADES
DE ADRENALINA E DE NORADRENALINA E COMPREENDEM A HIPERTENSÃO ARTERIAL (TENSÃO ARTERIAL ELEVADA), A SUDORESE, A EXCITABILIDADE AUMENTADA, A PALIDEZ E A TAQUICARDIA (RITMO CARDÍACO
RÁPIDO).
A HIPERTENSÃO É RESULTADO DO EFEITO DESTAS HORMONAS NO
CORAÇÃO E NOS VASOS SANGUÍNEOS E ESTÁ RELACIONADA COM UM
MAIOR RISCO DE DOENÇA E ATAQUES CARDÍACOS.
SISTEMA ENDÓCRINO
HORMONAS GLUCOCORTICÓIDES
TECIDOS ALVO
RESPOSTAS
TECIDOS PERIFÉRICOS TAIS COMO
MÚSCULO ESQUELÉTICO, FÍGADO E
TECIDO ADIPOSO
INIBE A UTILIZAÇÃO DE GLICOSE; ESTIMULA A SÍNTESE DE GLICOSE A PARTIR DOS
AMINOÁCIDOS E, ATÉ CERTO GRAU, A PARTIR DAS GORDURAS NO FÍGADO, DE QUE
RESULTAM ELEVADOS NÍVEIS DE GLICÉMIA; ESTIMULA A SÍNTESE DE GLICOGÉNIO PELAS
CÉLULAS; MOBILIZA AS GORDURAS POR AUMENTO DA LIPÓLISE, COM A CONSEQUENTE
LIBERTAÇÃO DE ÁC. GORDOS PARA O SANGUE E O AUMENTO DE VELOCIDADE DO
METABOLISMO DOS ÁC. GORDOS; AUMENTA A DEGRADAÇÃO E DIMINUI A SÍNTESE DE
PROTEÍNAS.
TECIDOS DO SISTEMA IMUNITÁRIO
ANTI-INFLAMATÓRIAS: DEPRIME A PRODUÇÃO DE ANTICORPOS, DE GLÓBULOS BRANCOS
E A LIBERTAÇÃO DE COMPONENTES INFLAMATÓRIOS EM RESPOSTA À AGRESSÃO.
CÉLULAS ALVO PARA A ADRENALINA
SEM AS ADEQUADAS QUANTIDADES DE HORMONAS GLUCOCORTICÓIDE, AS MOLÉCULAS
RECEPTORAS PARA A ADRENALINA E PARA A NORADRENALINA DIMINUEM.
SISTEMA ENDÓCRINO
HIPO E HIPERSECREÇÃO DAS HORMONAS DO CORTEX SUPRARRENAL
HIPOSSECREÇÃO
HIPERSECREÇÃO
ALDOSTERONA
HIPONATREMIA (↓ NÍVEIS DE SÓDIO).
HIPERCALIEMIA (↑ NÍVEIS DE POTÁSSIO).
ACIDOSE.
TENSÃO ARTERIAL DIMINUÍDA.
TREMORES E TETANIA DOS MÚSCULOS ESQUELÉTICOS.
POLIÚRIA.
LIGEIRA HIPERNATREMIA (↑ NÍVEIS DE SÓDIO).
HIPOCALIEMIA ( NÍVEIS DE POTÁSSIO).
ALCALOSE.
TENSÃO ARTERIAL ELEVADA.
DIMINUIÇÃO DA FORÇA MUSCULAR.
URINA ÁCIDA.
CORTISOL
HIPOGLICÉMIA.
HIPERGLICÉMIA.
DEPRESSÃO DO SISTEMA IMUNITÁRIO.
DEPRESSÃO DO SISTEMA IMUNITÁRIO.
NÃO UTILIZAÇÃO DE PROTEÍNAS E DE GORDURAS DA DIETA,
RESULTANDO PERDA DE PESO.
DESTRUIÇÃO DAS PROTEÍNAS DOS TECIDOS, CAUSANDO ATROFIA E ↓ DA FORÇA MUSCULAR, OSTEOPOROSE, FRAGILIDADE
CAPILAR, DA PELE, DIFICULDADE DE CICATRIZAÇÃO DAS
FERIDAS, MOBILIZAÇÃO E REDISTRIBUIÇÃO DAS GORDURAS,
CAUSANDO DEPLECÇÃO DE GORDURAS DOS MEMBROS E
DEPOSIÇÃO NA FACE, PESCOÇO E ABDÓMEN.
PERDA DE APETITE, NÁUSEAS E VÓMITOS; AUMENTO DA PIGMENTAÇÃO DA PELE.
EFEITOS EMOCIONAIS (EUFORIA E DEPRESSÃO).
ANDROGÉNEOS
NAS MULHERES, ↓ PÊLOS PÚBICOS E AXILARES.
NAS MULHERES, IRSUTISMO, ACNE, REGRESSÃO DO TECIDO MAMÁRIO E PERDA DE MENSTRUAÇÕES REGULARES.
SISTEMA ENDÓCRINO
PÂNCREAS
SITUADO ENTRE O ESTÔMAGO E O DUODENO.
SISTEMA ENDÓCRINO
HORMONAS DO PÂNCREAS
HORMONA
ESTRUTURA
TECIDO ALVO
RESPOSTA
INSULINA
PROTEÍNA
PRINCIPALMENTE O FÍGADO, O
MÚSCULO ESQUELÉTICO, O TECIDO
ADIPOSO
AUMENTO DA CAPTAÇÃO E DA UTILIZAÇÃO
DE GLICOSE E DE AMINOÁCIDOS
GLUCAGON
POLIPEPTIDO
EM PRIMEIRO LUGAR O FÍGADO
AUMENTO DA DEGRADAÇÃO DE
GLICOGÉNIO; LIBERTAÇÃO DE GLICOSE
PARA O SISTEMA CIRCULATÓRIO
SOMATOSTATINA
PEPTIDO
CÉLULAS ALFA E BETA
INIBIÇÃO DA SECREÇÃO DE INSULINA E DE
GLUCAGON
SISTEMA ENDÓCRINO
EFEITO DA INSULINA E GLUCAGON NOS TECIDOS ALVO
TECIDO ALVO
RESPOSTA À INSULINA
RESPOSTA AO GLUCAGON
MÚSCULO ESQUELÉTICO,
MÚSCULO CARDÍACO,
CARTILAGEM, OSSO,
FIBROBLASTOS, LEUCOCITOS E
GLÂNDULA MAMÁRIA
↑ DA CAPTAÇÃO DE GLICOSE E DA
SÍNTESE DE GLICOGÉNIO; ↑ DA
CAPTAÇÃO DE CERTOS AMINOÁCIDOS
PEQUENO EFEITO
FÍGADO
↑ DA SÍNTESE DO GLICOGÉNIO; ↑ DA
UTILIZAÇÃO DA GLICOSE PARA
PRODUÇÃO DE ENERGIA (GLICÓLISE)
↑ RÁPIDO DA DEGRADAÇÃO DO GLICOGÉNIO EM
GLICOSE (GLICOGENOLISE)E LIBERTAÇÃO DE
GLICOSE PARA O SANGUE; ↑ SÍNTESE DE
GLICOSE (NEOGLICOGÉNESE) A PARTIR DE
AMINOÁCIDOS E GORDURAS; ↑ METABOLISMO
DE ÁC. GORDOS
ADIPÓCITOS
↑ CAPTAÇÃO DE GLICOSE, SÍNTESE DE
GLICOGÉNIO, GORDURAS E CAPTAÇÃO
DE ÁC. GORDOS; ↑ DA GLICÓLISE
AS CONCENTRAÇÕES ELEVADAS CAUSAM
DEGRADAÇÃO DAS GORDURAS (LIPÓLISE)
SISTEMA NERVOSO
PEQUENO EFEITO, EXCEPTO PARA
AUMENTAR A CAPTAÇÃO DE GLICOSE
NO CENTRO DA SACIEDADE
NENHUM EFEITO
SISTEMA ENDÓCRINO
HORMONAS DOS ORGÃOS REPRODUTORES
HORMONAS
ESTRUTURA
TECIDOS ALVO
RESPOSTA
TESTÍCULOS
TESTOSTERONA
ESTERÓIDE
A MAIOR PARTE DAS CÉLULAS
APOIA A ESPERMATOGÉNESE; MANUTENÇÃO DA
FUNCIONALIDADE DOS ORGÃOS REPRODUTORES;
COMPORTAMENTO SEXUAL.
ESTROGÉNIOS
ESTERÓIDE
A MAIOR PARTE DAS CÉLULAS
DESENVOLVIMENTO E FUNÇÃO DO ÚTERO E DA
GLÂNDULA MAMÁRIA; ESTRUTURA DOS GENITAIS
EXTERNOS; COMPORTAMENTO SEXUAL E CICLO
MENSTRUAL.
PROGESTERONA
ESTERÓIDE
A MAIOR PARTE DAS CÉLULAS
DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO ÚTERO E
DA GLÂNDULA MAMÁRIA; CICLO MENSTRUAL.
OVÁRIOS
SISTEMA MUSCULAR E
ESQUELÉTICO
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS
TENDÕES
SISTEMA
ESQUELÉTICO
LIGAMENTOS
CARTILAGENS
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS
OS OSSOS SÃO ÓRGÃOS ESBRANQUIÇADOS, MUITO DUROS, QUE
UNINDO-SE UNS AOS OUTROS, POR INTERMÉDIO DAS JUNTURAS OU
ARTICULAÇÕES CONSTITUEM O ESQUELETO. É UMA FORMA ESPECIALIZADA DE TECIDO CONJUNTIVO CUJA PRINCIPAL CARACTERÍSTICA É A
MINERALIZAÇÃO (CÁLCIO) DA SUA MATRIZ ÓSSEA (FIBRAS COLÁGENAS E
PROTEOGLICANAS).
NO INTERIOR DA MATRIZ ÓSSEA EXISTEM ESPAÇOS CHAMADOS LACUNAS QUE CONTÊM CÉLULAS ÓSSEAS CHAMADAS OSTEÓCITOS.
CADA OSTEÓCITO POSSUI PROLONGAMENTOS CHAMADOS CANALÍCULOS, QUE SE ESTENDEM A PARTIR DAS LACUNAS E SE UNEM AOS CANALÍCULOS DAS LACUNAS VIZINHAS, FORMANDO ASSIM, UMA REDE DE
CANALÍCULOS E LACUNAS EM TODA A MASSA DE TECIDO MINERALIZADO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS
QUANTO À IRRIGAÇÃO DO OSSO, TEMOS OS CANAIS DE VOLKMAN
(VASOS SANGUÍNEOS MAIORES) E OS CANAIS DE HAVERS (VASOS
SANGUÍNEOS MENORES). O TECIDO ÓSSEO NÃO APRESENTA VASOS
LINFÁTICOS, APENAS O PERIÓSTEO TEM DRENAGEM LINFÁTICA.
O PERIÓSTEO É UMA DELGADA MEMBRANA CONJUNTIVA QUE REVESTE O
OSSO, COM EXCEÇÃO DAS SUPERFÍCIES ARTICULARES. APRESENTA
DOIS FOLHETOS: UM SUPERFICIAL E UM PROFUNDO (CONTATO DIRETO
COM O OSSO). ALÉM DA FUNÇÃO DE PROTEÇÃO, O PERIÓSTEO É RESPONSÁVEL PELA RECONSTITUIÇÃO DO OSSO EM CASOS DE FRATURA.
O ENDÓSTEO É UM TECIDO QUE REVESTE TANTO O OSSO QUE ESTÁ
VOLTADO PARA A CAVIDADE MEDULAR QUANTO AS TRABÉCULAS DO
OSSO ESPONJOSO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
TIPOS DE TECIDOS QUE EXISTEM NO OSSO
• TECIDO ÓSSEO
• TECIDO CARTILAGINOSO
• TECIDO CONJUNTIVO DENSO
• TECIDO EPITELIAL
• TECIDO ADIPOSO
• TECIDO NERVOSO
• TECIDOS FORMADORES DE SANGUE
SISTEMA ESQUELÉTICO
TECIDOS ÓSSEOS
• TECIDO ÓSSEO COMPACTO
• POUCO ESPAÇO ENTRE OS COMPONENTES RÍGIDOS.
• PROTECÇÃO E SUPORTE.
• DIÁFISES.
• TECIDO ÓSSEO ESPONJOSO
• CONSTITUI A MAIOR PARTE DO TECIDO ÓSSEO DOS OSSOS CURTOS, CHATOS E IRREGULARES.
• EPÍFISES.
SISTEMA ESQUELÉTICO
FUNÇÕES
• SUSTENTAÇÃO DO ORGANISMO.
• PROTEÇÃO DE ÓRGÃOS NOBRES (CORAÇÃO, PULMÕES, CÉREBRO).
• HEMATOPOIÉTICA (PRODUZ CÉLULAS SANGÜÍNEAS) E ARMAZENAMENTO DE CÁLCIO E FOSFATO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
ADULTO
• 206 OSSOS
• Nº EFECTIVO
• VARIA DE PESSOA PARA PESSOA
• DIMINUI COM A IDADE
SISTEMA ESQUELÉTICO
ESQUELETO AXIAL
• CABEÇA ÓSSEA
• OSSO HIÓIDE
• COLUNA VERTEBRAL
• CAIXA TORÁCICA
FORMA O EIXO VERTICAL DO CORPO, PROTEGE O
ENCÉFALO, ESPINAL MEDULA E ÓRGÃOS VITAIS
ALOJADOS NO TÓRAX.
SISTEMA ESQUELÉTICO
CABEÇA
• CAIXA CRANIANA
•
•
•
•
•
•
PARIETAL
TEMPORAL
FRONTAL
OCCIPITAL
ESFENÓIDE
ETMÓIDE
2
2
1
1
1
1
SISTEMA ESQUELÉTICO
CABEÇA
• FACE
•
•
•
•
•
•
•
•
MAXILAR
ZIGOMÁTICO
PALATINO
NASAL
LACRIMAL
CORNETO
MANDÍBULA
VÓMER
2
2
2
2
2
2
1
1
SISTEMA ESQUELÉTICO
CABEÇA
• OSSÍCULOS AUDITIVOS
• MARTELO
• BIGORNA
• ESTRIBO
TOTAL DA CABEÇA = 28
2
2
2
SISTEMA ESQUELÉTICO
• HIÓIDE
1
• COLUNA VERTEBRAL
•
•
•
•
•
VÉRTEBRAS CERVICAIS
VÉRTEBRAS TORÁCICAS
VÉRTEBRAS LOMBARES
SACRO
CÓCCIX
TOTAL = 26
7
12
5
1
1
SISTEMA ESQUELÉTICO
CAIXA TORÁCICA
• COSTELAS
• ESTERNO
24
1
TOTAL ESQUELETO AXIAL = 80
SISTEMA ESQUELÉTICO
ESQUELETO APENDICULAR
• MEMBROS SUPERIORES
• MEMBROS INFERIORES
• CINTURAS
SISTEMA ESQUELÉTICO
CINTURA ESCAPULAR
• OMOPLATA
• CLAVÍCULA
2
2
MEMBRO SUPERIOR
•
•
•
•
•
•
ÚMERO
2
CÚBITO
2
RÁDIO
2
OSSOS DO CARPO 16
METACÁRPICOS
10
FALANGES
28
TOTAL CINTURA ESCAPULAR E MEMBRO INFERIOR = 64
SISTEMA ESQUELÉTICO
CINTURA PÉLVICA
• COXAL
2
MEMBRO INFERIOR
•
•
•
•
•
•
•
FÉMUR
2
TÍBIA
2
PERÓNIO
2
RÓTULA
2
OSSOS DO TARSO 14
METATÁRSICOS
10
FALANGES
28
TOTAL CINTURA PÉLVICA E MEMBRO INFERIOR = 62
SISTEMA ESQUELÉTICO
ESQUELETO
AXIAL (80)
ESQUELETO
APENDICULAR
(126)
TOTAL DE
OSSOS (206)
SISTEMA ESQUELÉTICO
CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS
• BÁSICOS
• LONGOS
• CURTOS
• LAMINARES (PLANOS)
• INTERMEDIÁRIOS
•
•
•
•
•
ALONGADOS
PNEUMÁTICOS
IRREGULARES
SESAMÓIDES
SUTURAIS
SISTEMA ESQUELÉTICO
BÁSICOS
• LONGOS
• ELEVADA RESISTÊNCIA.
• COMPRIMENTO MAIOR QUE A LARGURA.
• CONTITUIDOS POR UM CORPO E DUAS EXTREMIDADES.
• DISPOSIÇÃO DOS TECIDOS ÓSSEOS ESPONJOSO E COMPACTO.
CONTÊM LOCAIS DE CRESCIMENTO E REMODELAÇÃO E ESTRUTURAS
ASSOCIADAS ÀS ARTICULAÇÕES.
SISTEMA ESQUELÉTICO
PARTES DOS OSSOS LONGOS
• DIÁFISE
- HASTE LONGA DO OSSO; CONFERE RESISTÊNCIA.
• EPÍFISE
- SÃO AS EXTREMIDADES ALARGADAS.
• METÁFISE - PARTE DILATADA DA DIÁFISE MAIS PRÓXIMA DA EPÍFISE.
SISTEMA ESQUELÉTICO
BÁSICOS
• CURTOS
• COMPRIMENTO SEMELHANTE À LARGURA E ASSEMELHAM-SE A
CUBOS
EX: OSSOS DO CARPO
SISTEMA ESQUELÉTICO
BÁSICOS
• LAMINARES (PLANOS)
• SÃO FINOS E COMPOSTOS POR DUAS LÂMINAS PARALELAS DE
TECIDO ÓSSEO COMPACTO, COM CAMADA DE OSSO ESPONJOSO
ENTRE ELAS.
FUNÇÃO
• PROTECÇÃO
• INSERÇÃO DE MÚSCULOS
EX: OSSO FRONTAL E PARIETAL
SISTEMA ESQUELÉTICO
INTERMEDIÁRIOS
• ALONGADOS
• OSSOS LONGOS E ACHATADOS SEM CANAL CENTRAL.
EX: COSTELAS
SISTEMA ESQUELÉTICO
INTERMEDIÁRIOS
• PNEUMÁTICOS
• OSSOS OCOS COM CAVIDADES CHEIAS DE AR. APRESENTAM
BAIXO PESO EM RELAÇÃO AO VOLUME.
EX: ESFENÓIDE
SISTEMA ESQUELÉTICO
INTERMEDIÁRIOS
• IRREGULARES
• COM QUANTIDADES VARIÁVEIS DE OSSO ESPONJOSO E OSSO
COMPACTO.
• APRESENTAM FORMAS COMPLEXAS.
EX: VÉRTEBRAS
SISTEMA ESQUELÉTICO
INTERMEDIÁRIOS
• SESAMÓIDES
• PRESENTES NO INTERIOR DE ALGUNS TENDÕES EM QUE HÁ FRIÇÃO, TENSÃO E STRESS FÍSICO.
EX: PALMAS E PLANTAS
SISTEMA ESQUELÉTICO
INTERMEDIÁRIOS
• SUTURAIS
• LOCALIZADOS DENTRO DAS ARTICULAÇÕES, CHAMADAS DE SUTURAS, ENTRE ALGUNS OSSOS DO CRÂNIO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DA CABEÇA
O CRÂNIO É O ESQUELETO DA CABEÇA.
• NEUROCRÂNIO
•
•
•
•
•
•
FRONTAL
OCCIPITAL
ESFENÓIDE
ETMÓIDE
TEMPORAL (2)
PARIETAL (2)
• ESQUELETO DA FACE
•
•
•
•
•
•
•
•
MANDÍBULA
VÓMER
ZIGOMÁTICO (2)
MAXILAR (2)
PALATINO (2)
NASAL (2)
LACRIMAL (2)
CONCHA NASAL INFERIOR (2)
SISTEMA ESQUELÉTICO
TÓRAX
• CONTÉM OS PRINCIPAIS ÓRGÃOS DA RESPIRAÇÃO E DA CIRCULAÇÃO.
• COBRE PARTE DOS ÓRGÃOS ABDOMINAIS.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DA COLUNA VERTEBRAL
• ESTENDE-SE DESDE O CRÂNIO ATÉ À PELVE. COMPOSTA POR TECIDO
CONJUNTIVO E PELAS VÉRTEBRAS, QUE ESTÃO SOBREPOSTAS NA
FORMA DE UMA COLUNA.
•
•
•
•
CERVICAL
TORÁCICA
LOMBAR
SACRO - COCCÍGEA
SISTEMA ESQUELÉTICO
CURVATURAS DA COLUNA VERTEBRAL
•
•
•
•
CERVICAL
TORÁXICA
LOMBAR
PÉVICA
SISTEMA ESQUELÉTICO
COLUNA VERTEBRAL
• FUNÇÕES
• PROTEGER A MEDULA ESPINHAL E OS NERVOS ESPINHAIS.
• SUPORTE.
• POSTURA E LOCOMOÇÃO.
• FLEXIBILIDADE.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR
PODEM SER DIVIDIDOS EM 4 SEGMENTOS:
• CINTURA ESCAPULAR
• CLAVÍCULA
• ESCÁPULA
• BRAÇO
• ÚMERO
• ANTEBRAÇO
• RÁDIO
• CÚBITO
• MÃO
• OSSOS DA MÃO
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR
• CLAVÍCULA
• FORMA A PORÇÃO VENTRAL DA CINTURA ESCAPULAR.
• É UM OSSO LONGO E CURVADO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR
• ESCÁPULA
• FORMA A PARTE DORSAL DA CINTURA ESCAPULAR.
• É UM OSSO CHATO E FINO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR
• ÚMERO
• MAIOR E MAIS LONGO OSSO DO MEMBRO SUPERIOR.
• ARTICULA-SE COM A ESCÁPULA E COM E COM O RÁDIO E O
CÚBITO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR
• RÁDIO
• OSSO LATERAL DO ANTEBRAÇO.
• É O MAIS CURTO DOS DOIS OSSOS DO ANTEBRAÇO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR
• CÚBITO (ULNA)
• É O OSSO MEDIANO DO ANTEBRAÇO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR
• A MÃO DIVIDE-SE EM:
• CARPO.
• METACARPO.
• FALANGES.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO INFERIOR
• FUNÇÕES
• LOCOMOÇAO.
• SUSTENTAÇÃO.
• EQUILIBRIO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO INFERIOR
PODEM SER DIVIDIDOS EM 4 SEGMENTOS:
• CINTURA PÉLVICA
• ILÍACO
• COXA
• FÉMUR
• RÓTULA
• PERNA
• TÍBIA
• FÍBULA
• PÉ
• OSSOS DO PÉ
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO INFERIOR
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO INFERIOR
• ÍLIACO
• OSSO PLANO, CHATO E IRREGULAR.
• FÉMUR
• MAIS LONGO E PESADO OSSO DO CORPO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO INFERIOR
• RÓTULA
• OSSO PEQUENO E TRIANGULAR LOCALIZADO ANTERIORMENTE À
ARTICULAÇÃO DO JOELHO.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO INFERIOR
• TÍBIA
• SEGUNDO MAIOR OSSO DO ESQUELETO.
• FÍBULA
• SERVE PARA FIXAÇÃO DE MÚSCULOS.
SISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS DO MEMBRO INFERIOR
• O PÉ DIVIDE-SE EM:
• TARSO.
• METATARSO.
• FALANGES.
SISTEMA MUSCULAR
SISTEMA MUSCULAR
O MÚSCULO ESQUELÉTICO CONSTITUI, APROXIMADAMENTE, 45% DO
PESO CORPORAL E É O MAIOR SISTEMA ORGÂNICO DO SER HUMANO,
SENDO UM IMPORTANTE TECIDO NA HOMEOSTASIA BIOENERGÉTICA,
TANTO EM REPOUSO COMO EM EXERCÍCIO.
REPRESENTA O PRINCIPAL LOCAL DE TRANSFORMAÇÃO E DE ARMAZENAMENTO DE ENERGIA.
SISTEMA MUSCULAR
MÚSCULOS
• ESTRUTURAS INDIVIDUALIZADAS QUE CRUZAM UMA OU MAIS ARTICULAÇÕES E PELA SUA CONTRACÇÃO SÃO CAPAZES DE LHES
TRANSMITIR MOVIMENTO.
• O MOVIMENTO É EFECTUADO POR ESTRUTURAS ESPECIALIZADAS FIBRAS MUSCULARES - CUJA ENERGIA LATENTE PODE OU É CONTROLADA PELO SISTEMA NERVOSO.
SISTEMA MUSCULAR
FUNÇÕES DOS MÚSCULOS
• PRODUÇÃO DOS MOVIMENTOS CORPORAIS.
• ESTABILIZAÇÃO DAS POSIÇÕES CORPORAIS.
• REGULAÇÃO DOS VOLUMES DOS ÓRGÃOS.
• MOVIMENTO DE SUBSTÂNCIAS DENTRO DO CORPO.
• PRODUÇÃO DE CALOR.
SISTEMA MUSCULAR
GRUPOS DE MÚSCULOS
• CABEÇA
• PESCOÇO
• TÓRAX
• ABDÓMEN
• REGIÃO POSTERIOR DO TRONCO
• MEMBROS SUPERIORES
• MEMBROS INFERIORES
• ORGÃOS DOS SENTIDOS
• PERÍNEO
SISTEMA MUSCULAR
CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
• QUANTO À SITUAÇÃO
• SUPERFICIAIS OU CUTÂNEOS
• LOCALIZADOS LOGO POR BAIXO DA PELE.
• PELO MENOS UMA INSERÇÃO NA CAMADA PROFUNDA DA
DERME.
• CABEÇA, PESCOÇO E MÃO.
• PROFUNDOS
• SEM INSERÇÃO NA CAMADA PROFUNDA DA DERME.
• PODEM ESTAR INSERIDOS EM OSSOS.
SISTEMA MUSCULAR
CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
• QUANTO À FORMA:
• LONGOS
• ENCONTRAM-SE ESPECIALMENTE NOS MEMBROS.
• CURTOS
• ENCONTRAM-SE NAS ARTICULAÇÕES.
• LARGOS
• ENCONTRAM-SE NAS PAREDES DAS GRANDES CAVIDADES.
SISTEMA MUSCULAR
CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
• QUANTO À DISPOSIÇÃO DA FIBRA
• RECTO
• TRANSVERSO
• OBLÍQUO
SISTEMA MUSCULAR
CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
• QUANTO À ORIGEM E INSERÇÃO:
• ORIGEM
• QUANDO SE ORIGINAM DE MAIS DE UM TENDÃO.
• INSERÇÃO
• QUANDO SE INSEREM EM MAIS DE UM TENDÃO.
SISTEMA MUSCULAR
CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
• QUANTO À FUNÇÃO:
• AGONISTAS
• ACTIVAM UM MOVIMENTO ESPECÍFICO.
• CONTRAEM-SE ACTIVAMENTE.
• ANTAGONISTAS
• ACÇÃO OPOSTA À DOS AGONISTAS.
• QUANDO O AGONISTA CONTRAI, ESTE RELAXA SUAVEMENTE.
SISTEMA MUSCULAR
CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
• QUANTO À FUNÇÃO:
• SINERGISTAS
• ESTABILIZAM AS ARTICULAÇÕES PARA QUE NÃO OCORRAM
MOVIMENTOS INDESEJÁVEIS DURANTE A ACÇÃO PRINCIPAL.
• FIXADORES
• ESTABILIZAM A ORIGEM DO AGONISTA PARA UMA ACÇÃO MAIS
EFICIENTE.
SISTEMA MUSCULAR
CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
• QUANTO À NOMENCLATURA:
• EXTENSOR DOS DEDOS
• ACÇÃO.
• PRONADOR REDONDO
• ACÇÃO ASSOCIADA À FORMA.
• FLEXOR SUPERFICIAL DOS DEDOS
• ACÇÃO ASSOCIADA À LOCALIZAÇÃO.
SISTEMA MUSCULAR
CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
• QUANTO À NOMENCLATURA:
• DELTÓIDE
• FORMA.
• TIBIAL ANTERIOR
• LOCALIZAÇÃO.
• BÍCEPS FEMORAL E TRÍCEPS BRAQUIAL
• NÚMERO DE ORIGEM.
SISTEMA MUSCULAR
TIPOS DE MÚSCULOS
• ESTRIADOS ESQUELÉTICOS
• CONTRACÇÃO VOLUNTÁRIA APRESENTAM FAIXAS ALTERNADAS
CLARAS E ESCURAS.
• LISOS
• ACÇÃO INVOLUNTÁRIA, CONTROLADA PELO SNA.
• VASOS SANGUÍNEOS, VIAS AÉREAS, ÓRGÃOS DA CAVIDADE
ABDOMINAL E PÉLVICA.
• ESTRIADO CARDÍACO
• CONTRACÇÃO INVOLUNTÁRIA – AUTO-RITMICIDADE.
SISTEMA MUSCULAR
TIPOS DE CONTRACÇÕES
• CONCÊNTRICA
• O MÚSCULO ENCURTA E TRACCIONA OUTRA ESTRUTURA (EX:
TENDÃO).
• EXCÊNTRICA
• AUMENTA O COMPRIMENTO TOTAL DO MÚSCULO.
• ISOMÉTRICA
• ESTABILIZA ARTICULAÇÕES ENQUANTO OUTRAS SÃO MOVIDAS.
• GERA TENSÃO MUSCULAR SEM REALIZAR MOVIMENTOS.
SISTEMA MUSCULAR
FIBRAS MUSCULARES
DISPOSTAS E AGRUPADAS DE FORMA ALTAMENTE ESPECIALIZADA.
EXISTEM 2 TIPOS DE ESTRUTURAS FILIFORMES DELGADAS:
• MIOSINA (GROSSAS).
• ACTINA (FINAS)
SISTEMA MUSCULAR
• FILAMENTO DE MIOSINA
• O FILAMENTO DE MIOSINA É COMPOSTO POR CERCA DE 300
MOLÉCULAS DE MIOSINA.
• ACTINA
• A ACTINA CONSTITUI 20 A 25 % DA PROTEINA MIOFIBRILAR E É O
PRINCIPAL COMPONENTE DO FILAMENTO FINO.
SISTEMA MUSCULAR
TECIDO CONJUNTIVO
SISTEMA MUSCULAR
TECIDO CONJUNTIVO
• FÁSCIA SUPERFICIAL
• SEPARA OS MÚSCULOS DA PELE.
• FÁSCIA MUSCULAR
• CIRCUNDA OS MÚSCULOS E OUTROS ÓRGÃOS DO CORPO.
• EPIMÍSIO
• CIRCUNDA O MÚSCULO.
• CAMADA MAIS EXTERNA DE TECIDO CONJUNTIVO.
SISTEMA MUSCULAR
TECIDO CONJUNTIVO
• PERIMÍSIO
• CIRCUNDA GRUPOS DE 10 OU MAIS DE 100 FIBRAS MUSCULARES
INDIVIDUAIS (FASCÍCULOS) SEPARANDO-AS EM FEIXES.
• ENDOMÍSIO
• PENETRA O INTERIOR DE CADA FASCÍCULO E SEPARA AS FIBRAS
MUSCULARES INDIVIDUAIS.
APARELHO URINÁRIO
APARELHO URINÁRIO
CONSTITUIÇÃO
• RIM
• FILTRAÇÃO
• SECREÇÃO
• REABSORÇÃO
• EXCREÇÃO
• URETERES
• TRANSPORTES
• BEXIGA
• ARMAZENAMENTO
• URETRA
• TRANSPORTE
ELIMINAÇÃO
APARELHO URINÁRIO
RIM
APARELHO URINÁRIO
RIM
• ORGÃO PAR.
• FORMA DE FEIJÃO COM DIMENSÃO DE UM PUNHO FECHADO.
• LOCALIZADO JUNTO À PAREDE POSTERIOR DO ABDÓMEN, DE CADA
LADO DA COLUNA VERTEBRAL.
• MEDE CERCA DE 11 CM DE COMPRIMENTO, 5 CM DE LARGURA E 3 DE
ESPESSURA.
• PESA CERCA DE 130 G.
• RIM DIREITO LIGEIRAMENTE ABAIXO DO ESQUERDO DEVIDO À PRESENÇA DO FÍGADO ACIMA DELE.
APARELHO URINÁRIO
RIM
• REVESTIDO POR UMA CÁPSULA RENAL (TECIDO
CONJUNTIVO FIBROSO).
• RODEADO POR UMA DENSA CAMADA DE TECIDO
ADIPOSO - GORDURA PERI-RENAL.
• OS RINS E O TECIDO ADIPOSO QUE OS RODEIA
ESTÃO FIXADOS À PAREDE ABDOMINAL POR UMA
FINA BAINHA DE TECIDO CONJUNTIVO, A FÁSCIA
RENAL.
APARELHO URINÁRIO
HILO
• ÁREA POR ONDE ENTRAM A ARTÉRIA E OS NERVOS RENAIS E SAEM
A VEIA RENAL E OS URETERES. O HILO ABRE-SE NUMA CAVIDADE
DENOMINADA SEIO RENAL QUE CONTÉM GORDURA E TECIDO CONJUNTIVO.
APARELHO URINÁRIO
RIM
O RIM DIVIDE-SE EM DUAS PORÇÕES:
• CORTÉX (PORÇÃO EXTERNA).
• MEDULA (PORÇÃO INTERNA, QUE RODEIA O SEIO RENAL).
• RAIOS MEDULARES
PROLONGAMENTOS DAS PIRÂMIDES PARA O CÓRTEX.
• COLUNAS RENAIS
PROLONGAMENTOS DO CÓRTEX QUE SE PROJECTAM POR ENTRE
AS PIRÂMIDES.
APARELHO URINÁRIO
RIM
A BASE DE CADA PIRÂMIDE LOCALIZA-SE
NA DIVISÃO ENTRE O CÓRTEX E A MEDULA
E OS RESPECTIVOS VÉRTICES, OU PAPILAS
RENAIS, ESTÃO DIRIGIDOS PARA O CENTRO
DO RIM.
• PEQUENOS CÁLICES
ESTRUTURAS EM FORMA DE FUNIL QUE RODEIAM AS PAPILAS
RENAIS.
• GRANDES CÁLICES
JUNÇÃO DE VÁRIOS PEQUENOS CÁLICES
NOTA: EXISTEM 8 A 20 PEQUENOS CÁLICES E 2 A 3 GRANDES CÁLICES.
APARELHO URINÁRIO
RIM
OS GRANDES CÁLICES CONVERGEM PARA
FORMAR UM GRANDE CANAL, CHAMADO
PÉLVIS RENAL OU BACINETE, LOCALIZADO NO SEIO RENAL.
A PÉLVIS RENAL TRANSFORMA-SE NUM TUBO ESTREITO, O URÉTER, QUE
FAZ A LIGAÇÃO ENTRE O RIM E A BEXIGA.
SENDO ASSIM
A URINA FORMADA NAS PIRÂMIDES PASSA PELAS PAPILAS PARA OS
PEQUENOS CÁLICES E DESTES PARA OS GRANDES CÁLICES, ACUMULASE NO BACINETE, SAINDO DO RIM ATRAVÉS DO URÉTER.
APARELHO URINÁRIO
NEFRÓNIO - UNIDADE HISTOLÓGICA E FUNCIONAL BÁSICA DO RIM.
CONSTITUÍDO POR:
• CÁPSULA DE BOWMAN.
• TUBO CONTORNADO PROXIMAL.
• ANSA DE HENLE.
• TUBO CONTORNADO DISTAL.
• TUBO COLECTOR (TRANPORTA URINA DO CÓRTEX RENAL PARA OS
CÁLICES).
CADA RIM POSSUI CERCA DE 1300000 NEFRÓNIOS, UM TERÇO DOS QUAIS
TEM DE PERMANECER FUNCIONANTE PARA ASSEGURAR A VIDA. A
MAIORIA DELES MEDE 50 A 55 MM DE COMPRIMENTO.
APARELHO URINÁRIO
NEFRÓNIO
APARELHO URINÁRIO
GLOMÉRULO - EMARANHADO DE CAPILARES NO INTERIOR DA CÁPSULA
DE BOWMAN.
GLOMÉRULO
CÁPSULA DE
BOWMAN
CORPÚSCULO
RENAL OU DE
MALPIGHI
APARELHO URINÁRIO
GLOMÉRULO
• OS LÍQUIDOS PASSAM ATRAVÉS DO GLOMÉRULO PARA A CÁPSULA DE
BOWMAN.
• A CAPACIDADE DA CÁPSULA DE BOWMAN ABRE-SE PARA O TÚBULO
CONTORNADO PROXIMAL, O QUAL DRENA O LIQUIDO DA CÁPSULA.
MEMBRANA DE FILTRAÇÃO
MEMBRANA QUE NO 1º PASSO DA FORMAÇÃO
DA URINA, É ATRAVESSADA PELO LIQUIDO QUE
PASSA DOS CAPILARES GLOMÉRULARES PARA
A CÁPSULA DE BOWMAN.
APARELHO URINÁRIO
GLOMÉRULO
• O GLOMÉRULO É IRRIGADO POR UMA ARTERÍOLA AFERENTE E DRENADO POR UMA ARTERÍOLA EFERENTE.
• O TÚBULO PROXIMAL TEM CERCA DE 14 MM DE COMPRIMENTO E 60
MM DE DIÂMETRO.
• AS ANSAS DE HENLE SÃO PROLONGAMENTOS DOS TÚBULOS PROXIMAIS, SÃO CONSTITUÍDAS POR UM RAMO DESCENDENTE E UM RAMO
ASCENDENTE.
• OS TÚBULOS COLECTORES CORRESPONDEM À JUNÇÃO DOS TÚBULOS CONTORNADOS DISTAIS DE MUITOS NEFRÓNIOS.
• OS TÚBULOS COLECTORES FORMAM A MAIOR PARTE DOS RAIOS
MEDULARES E ESTENDEM-SE AO LONGO DA MEDULA ATÉ AO VÉRTICE DAS PIRÂMIDES RENAIS.
APARELHO URINÁRIO
ARTÉRIAS E VEIAS
AS ARTÉRIAS RENAIS SÃO RAMOS DA AORTA ABDOMINAL QUE ENTRAM
NO SEIO DE CADA RIM, CUJO RAMOS, AS ARTÉRIAS SEGMENTARES, SE
DIVIDEM PARA FORMAR AS ARTÉRIAS INTERLOBARES QUE SOBEM NO
INTERIOR DAS COLUNAS RENAIS ATÉ AO CÓRTEX.
PRÓXIMO DE CADA BASE DA PIRÂMIDE, OS RAMOS DAS ARTÉRIAS INTERLOBARES DIVERGEM E ARQUEIAM-SE SOBRE ELA, FORMANDO AS ARTÉRIAS ARQUEADAS.
APARELHO URINÁRIO
ARTÉRIAS E VEIAS
APARELHO URINÁRIO
ARTÉRIAS E VEIAS
AS ARTÉRIAS INTERLOBULARES ESTENDEM-SE, DESDE AS ARTÉRIAS
ARQUEADAS, PARA DENTRO DO CÓRTEX, E AS ARTERÍOLAS AFERENTES
DERIVAM DELAS OU DOS SEUS RAMOS.
• ARTERÍOLAS AFERENTES
DERIVAM DAS ARTÉRIAS INTERLOBARES.
• ARTERÍOLAS EFERENTES
TÊM ORIGEM NO GLOMÉRULO, DE ONDE DRENAM O SANGUE.
APARELHO URINÁRIO
ARTÉRIAS E VEIAS
DEPOIS DE ABANDONAR O GLOMÉRULO, CADA ARTERÍOLA EFERENTE DÁ
ORIGEM A UM PLEXO DE CAPILARES, DENOMINADOS CAPILARES PERITUBULARES, QUE RODEIAM OS TÚBULOS CONTORNADOS PROXIMAIS E
DISTAIS.
ESTES CAPILARES DRENAM PARA AS VEIAS INTERLOBULARES, QUE POR
SUA VEZ, TERMINAM NAS VEIAS ARQUEADAS. ESTAS DRENAM PARA AS
VEIAS INTERLOBARES QUE VÃO DESEMBOCAR NA VEIA RENAL, QUE SAI
DO RIM E ENTRA NA VEIA CAVA INFERIOR.
APARELHO URINÁRIO
URETERES E BEXIGA
• URETERES
ESTENDEM-SE PARA BAIXO, DESDE O BACINETE,
SITUADO NO HILO RENAL, ATÉ ATINGIR A BEXIGA, ONDE A URINA É ARMAZENADA.
• BEXIGA
RESERVATÓRIO MUSCULAR OCO, CUJAS DIMENSÕES DEPENDEM DA PRESENÇA OU AUSÊNCIA
DE URINA.
APARELHO URINÁRIO
URETRA
NA JUNÇÃO DA URETRA COM A BEXIGA, EXISTE UM ESFÍNCTER URINÁRIO
INTERNO. O ESFÍNCTER URINÁRIO EXTERNO CIRCUNDA A URETRA. OS
ESFÍNCTERES CONTROLAM O FLUXO DA URINA ATRAVÉS DA URETRA.
NO HOMEM, A URETRA ESTENDE-SE ATÉ À EXTREMIDADE DO PÉNIS,
ONDE SE ABRE PARA O EXTERIOR.
A URETRA FEMININA É MUITO MAIS CURTA QUE A MASCULINA E EXTERIORIZA-SE NO VESTÍBULO, ANTERIORMENTE À ABERTURA VAGINAL
APARELHO URINÁRIO
URETRA MASCULINA
APARELHO URINÁRIO
URETRA FEMININA
APARELHO URINÁRIO
PRODUÇÃO DE URINA
A URINA FORMA-SE ATRAVÉS DE 3 PROCESSOS PRINCIPAIS:
• FILTRAÇÃO
• REABSORÇÃO
• EXCREÇÃO
APARELHO URINÁRIO
FILTRAÇÃO
MOVIMENTO DOS LÍQUIDOS ATRAVÉS DA MEMBRANA, EM RESULTADO
DAS DIFERENÇAS DE PRESSÕES, AO ENTRAREM NO NEFRÓNIO, OS LÍQUIDOS TRANSFORMAM-SE EM FILTRADO.
FRACÇÃO RENAL
PORÇÃO DO DÉBITO CARDÍACO TOTAL QUE PASSA PELO RIM. NOS ADULTOS SAUDÁVEIS EM REPOUSO A FRACÇÃO RENAL VARIA DE 12 A 30 % DO
DÉBITO CARDÍACO, SENDO QUE RONDARÁ OS 21 % PARA PRODUZIR UMA
TAXA DE FLUXO SANGUÍNEO RENAL DE 1176 ML DE SANGUE POR MINUTO.
5600 ML SANGUE/MIN X 0,21 = 1176 ML SANGUE/MIN
DÉBITO CARDÍACO
APARELHO URINÁRIO
FILTRAÇÃO
A PARTE DO PLASMA CIRCULANTE NO RIM QUE É FILTRADO ATRAVÉS DA
MEMBRANA DE FILTRAÇÃO PARA A CÁPSULA DE BOWMAN, A FIM DE SER
TRANSFORMADO EM FILTRADO, É CHAMADA FRACÇÃO DE FILTRAÇÃO.
DADO QUE A FRACÇÃO DE FILTRAÇÃO É CERCA DE 19 %, SÃO PRODUZIDOS 125 ML D FILTRADO EM CADA MINUTO.
NOTA:
QUANTIDADE DE SANGUE CONSTITUÍDA POR PLASMA É DE 55 %, LOGO:
1176 ML SANGUE/MIN X 1,55 = 650 ML PLASMA/MIN
650 ML PLASMA/MIN X 0,19 = 125 ML FILTRADO/MIN
APARELHO URINÁRIO
FILTRAÇÃO
A QUANTIA DE FILTRADO PRODUZIDO POR MINUTO CHAMA-SE TAXA DE
FILTRAÇÃO GLOMERULAR (TFG), SENDO PRODUZIDOS DIARIAMENTE
CERCA DE 180 ML D FILTRADO.
UMA VEZ QUE NUMA PESSOA SAUDÁVEL, SÓ 1 A 2 LITROS DE URINA SÃO
PRODUZIDOS POR DIA, É OBVIO QUE NEM TODO O FILTRADO SE TRANSFORMA EM URINA. CERCA DE 99% DO SEU VOLUME É REABSORVIDO NO
NEFRÓNIO E MENOS DE 1% É TRANSFORMADO EM URINA.
APARELHO URINÁRIO
BARREIRA DE FILTRAÇÃO
A MEMBRANA DE FILTRAÇÃO CONSTITUI UMA BARREIRA QUE IMPEDE A
ENTRADA DE CÉLULAS E PROTEÍNAS SANGUÍNEAS NA CÁPSULA DE
BOWMAN, MAS PERMITE A ENTRADA DE OUTROS COMPONENTES DO
SANGUE.
A ÁGUA E OS SOLUTOS DE PEQUENO DIÂMETRO MOLECULAR PASSAM
FACILMENTE OS CAPILARES GLOMERULARES PARA A CÁPSULA DE
BOWMAN, ATRAVÉS DA MEMBRANA DE FILTRAÇÃO, AO PASSO QUE AS
MOLÉCULAS MAIORES NÃO O FAZEM.
NOTA:
MOLÉCULAS COM DIÂMETRO SUPERIOR A 7 NM OU COM PESO MOLECULAR > QUE 40000 DALTONS NÃO PASSAM A MEMBRANA.
APARELHO URINÁRIO
BARREIRA DE FILTRAÇÃO
COMO A MAIORIA DAS PROTEÍNAS TÊM UM DIÂMETRO LIGEIRAMENTE
SUPERIOR A 7 NM, FICAM RETIDAS NOS CAPILARES GLOMERULARES.
A ALBUMINA, QUE TEM TAMANHO LIGEIRAMENTE INFERIOR A 7 NM,
ENTRA NO FILTRADO, EMBORA EM QUANTIDADES MUITO PEQUENAS.
AS PROTEÍNAS QUE ATRAVESSAM A MEMBRANA SÃO REABSORVIDAS
POR ENDOCITOSE E METABOLIZADAS PELAS CÉLULAS DO TÚBULO
CONTORNADO PROXIMAL. CONSEQUENTEMENTE, SÃO ESCASSAS AS
PROTEÍNAS ENCONTRADAS NA URINA DE UMA PESSOA SAUDÁVEL.
APARELHO URINÁRIO
PRESSÃO DE FILTRAÇÃO
A FORMAÇÃO DO FILTRADO DEPENDE DE UM GRADIENTE DE PRESSÃO
DENOMINADO PRESSÃO DE FILTRAÇÃO, QUE FORÇA OS LÍQUIDOS A
PASSAR ATRAVÉS DO CAPILAR GLOMERULAR PARA A CÁPSULA DE
BOWMAN, ATRAVÉS DA MEMBRANA DE FILTRAÇÃO.
A PRESSÃO DE FILTRAÇÃO RESULTA DO SOMATÓRIO DAS FORÇAS QUE
EMPURRAM O LIQUIDO DO CAPILAR GLOMERULAR PARA A CÁPSULA DE
BOWMAN E DAS QUE O FAZEM EM SENTIDO INVERSO.
APARELHO URINÁRIO
REABSORÇÃO TUBULAR
O FILTRADO DEIXA A CÁPSULA DE BOWMAN E CIRCULA PELO TÚBULO
CONTORNADO PROXIMAL, PELA ANSA DE HENLE E PELO TÚBULO
CONTORNADO DISTAL, ATÉ AOS TUBOS COLECTORES. AO ATRAVESSAR
ESSAS ESTRUTURAS, MUITAS DAS SUBSTÂNCIAS DO FILTRADO SOFREM
REABSORÇÃO TUBULAR.
•
•
•
•
•
•
•
AMINOÁCIDOS
GLICOSE
FRUTOSE
IÕES SÓDIO
POTÁSSIO
BICARBONATO
CLORO
APARELHO URINÁRIO
REABSORÇÃO TUBULAR
OS IÕES SÓDIO E CLORO SÃO TRANSPORTADOS ACTIVAMENTE ATRAVÉS
DAS PAREDES DO TÚBULO CONTORNADO DISTAL E DO TUBO COLECTOR,
CUJA PERMEABILIDADE ESTÁ SOB CONTROLO HORMONAL.
A ADH (HORMONA ANTIDIURÉTICA) AUMENTA A PERMEABILIDADE DAS
MEMBRANAS À ÁGUA, AS QUAIS, NA SUA AUSÊNCIA, SÃO RELATIVAMENTE IMPERMEÁVEIS. EM PRESENÇA DE ADH, O TÚBULO CONTORNADO
DISTAL E O TUBO COLECTOR SÃO PERMEÁVEIS À ÁGUA, PERMITINDO A
SUA SAÍDA POR OSMOSE; NA AUSÊNCIA DE ADH, A ÁGUA PERMANECE NO
NEFRÓNIO.
APARELHO URINÁRIO
EXCREÇÃO TUBULAR
SÃO EXCRETADAS ALGUMAS SUBSTANCIAS, INCLUINDO OS PRODUTOS
FINAIS DO METABOLISMO QUE PODEM SER TÓXICOS, DROGAS OU
MOLÉCULAS QUE GERALMENTE NÃO SÃO PRODUZIDAS PELO ORGANISMO, QUER POR PROCESSOS DE TRANSPORTE ACTIVO QUER PASSIVO.
APARELHO SEXUAL E
REPRODUTOR
MASCULINO
• BOLSA ESCROTAL
• TESTÍCULOS
• EPIDÍDIMOS
• CANAIS DEFERENTES
• URETRA
• VESÍCULAS SEMINAIS
• PRÓSTATA
• GLÂNDULA BULBO-URETRAL
• PÉNIS
MASCULINO
OS ESPERMATOZÓIDES SÃO MUITO SENSÍVEIS À TEMPERATURA E NÃO
SE DESENVOLVEM NORMALMENTE À TEMPERATURA CORPORAL HABITUAL.
OS TESTÍCULOS E EPIDÍDIMOS, ÓRGÃOS DE PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS ESPERMATOZÓIDES, ESTÃO LOCALIZADOS NO EXTERIOR
DO CORPO, NA BOLSA ESCROTAL, ONDE A TEMPERATURA É MAIS BAIXA.
OS CANAIS DEFERENTES DIRIGEM-SE DOS EPIDÍDIMOS PARA A CAVIDADE
PÉLVICA, A SUA PORÇÃO TERMINAL ALARGA-SE PARA FORMAR A AMPOLA DO CANAL DEFERENTE, REÚNEM-SE COM OS CANAIS PROVENIENTES
DAS VESÍCULAS SEMINAIS E CONTINUAM-SE PELOS CANAIS EJACULADORES. ESTES PASSAM ATRAVÉS DA PRÓSTATA E ABREM-SE PARA A
URETRA NO INTERIOR DA PRÓSTATA. POR SEU LADO, A URETRA TEM
INÍCIO NA CAVIDADE PÉLVICA E PASSA ATRAVÉS DO PÉNIS PARA O
EXTERIOR.
MASCULINO
BOLSA ESCROTAL
TAMBÉM DESIGNADO POR ESCROTO, CONTÉM OS TESTÍCULOS.
ÁREA ENTRE AS COXAS, LIMITADA À FRENTE PELO PÚBIS, ATRÁS PELO
CÓCCIX E LATERALMENTE PELAS TUBEROSIDADES ISQUIÁTICAS.
MASCULINO
TESTÍCULOS
2 PEQUENOS ÓRGÃOS OVÓIDES, COM APROXIMADAMENTE 4 OU 5 CMS,
SITUADOS DENTRO DA BOLSA. SÃO AO MESMO TEMPO GLÂNDULAS
• ENDÓCRINAS
- PRODUÇÃO DE TESTOSTERONA.
• EXÓCRINAS
- PRODUÇÃO DE ESPERMATOZÓIDES.
ENVOLVIDOS POR UMA CÁPSULA ESPESSA E BRANCA DESIGNADA DE
TÚNICA ALBUGÍNEA. NO INTERIOR DOS TESTÍCULOS ENCONTRAMOS:
• TÚBULOS SEMINÍFEROS (ONDE SE DÁ O DESENVOLVIMENTO DOS
ESPERMATOZÓIDES).
• CÉLULAS INTERSTICIAIS OU CÉLULAS DE LEYDIG (SECRETORAS DE
TESTOSTERONA).
MASCULINO
TESTÍCULOS
OS TÚBULOS SEMINÍFEROS ABREM PARA UMA REDE TUBULAR, DESIGNADA REDE TESTICULAR, QUE POR SUA VEZ SE ESVAZIA NOS CANAIS
EFERENTES.
ESTES IMPULSIONAM AS CÉLULAS ESPERMÁTICAS DO TESTÍCULO PARA
O EPIDÍDIMO. ESTES CANAIS PERFURAM A TÚNICA ALBUGÍNEA PARA SAIR
DO TESTÍCULO.
MASCULINO
TESTÍCULOS
MASCULINO
DESENVOLVIMENTO DAS CÉLULAS ESPERMÁTICAS
DOS 12 AOS 14 ANOS DE IDADE, AS CÉLULAS INTERSTICIAIS AUMENTAM
EM NÚMERO E DIMENSÃO, DESENVOLVE-SE UM LÚMEN EM CADA TÚBULO
SEMINÍFERO E É INICIADA A PRODUÇÃO DE ESPERMATOZÓIDES.
ESPERMATOGÉNESE – DESENVOLVIMENTO DE CÉLULAS ESPERMÁTICAS.
MASCULINO
ESPERMATOGÉNESE – DESENVOLVIMENTO DE CÉLULAS ESPERMÁTICAS
CÉLULAS GERMINATIVAS
(DERIVAM DAS CÉLULAS ESPERMÁTICAS)
ESPERMATOBLASTOS
ESPERMATÓCITOS DE 1ª ORDEM
MEIOSE
ESPERMATÓCITOS DE 2ª ORDEM
MEIOSE
ESPERMATÍDEOS
DESENVOLVIMENTO
DA CABEÇA E CAUDA
ESPERMATOZÓIDE
MASCULINO
CÉLULAS SERTOLI
(CÉLULAS DE SUPORTE OU NUTRITIVAS)
PRODUZEM HORMONAS
(ANDROGÉNIOS E ESTROGÉNIOS)
BARREIRA HEMATOTESTICULAR
(ISOLA OS ESPERMATOZÓIDES DO
SISTEMA IMUNITÁRIO)
MASCULINO
CABEÇA DO ESPERMATOZÓIDE
CONTÉM CROMOSSOMAS E O CROMOSSOMA QUE CONTÉM AS ENZIMAS
NECESSÁRIAS PARA O ESPERMATOZÓIDE PENETRAR NO ÓVULO.
OS ESPERMATOZÓIDES JÁ FORMADOS SÃO LIBERTADOS NO LÚMEN DOS
TUBOS SEMINÍFEROS.
MASCULINO
TESTOSTERONA
A TESTOSTERONA, PRODUZIDA NAS CÉLULAS DE LEYDIG, PASSA PARA
AS CÉLULAS DE SERTOLI E LIGA-SE A RECEPTORES. ESTA LIGAÇÃO É
FUNDAMENTAL PARA O NORMAL FUNCIONAMENTO DAS CÉLULAS DE
SERTOLI.
AQUI A TESTOSTERONA É CONVERTIDO EM:
• DI-HIDROTESTOSTERONA.
• ESTRADIOL.
AS CÉLULAS DE SERTOLI TAMBÉM PRODUZEM A PROTEÍNA DE LIGAÇÃO
AO ANDROGÉNIO.
MASCULINO
DIHIDROTESTOSTERONA
TESTOSTERONA
LIGAM-SE À
PROTEÍNA DE
LIGAÇÃO AO
ANDROGÉNIO
E SÃO
TRANSPORTADAS
PARA O EPIDÍMIO
MASCULINO
DIHIDROTESTOSTERONA
ESTRADIOL
HORMONAS
ACTIVAS QUE
FOMENTAM A
FORMAÇÃO DOS
HESPERMATOZÓIDES
MASCULINO
CANAIS
OS ESPERMATOZÓIDES DEIXAM OS TESTÍCULOS ATRAVÉS DOS CANAIS
EFERENTES, PERCORRENDO MAIS UMA SÉRIE DE CANAIS ATÉ ATINGIREM
O EXTERIOR.
EPIDÍDIMO
ESTRUTURA QUE RESULTA DO CONJUNTO DOS VÁRIOS CANAIS EFERENTES DE CADA TESTÍCULO; É AQUI QUE OCORRE A MATURAÇÃO FINAL
DOS ESPERMATOZÓIDES.
NOTA CLÍNICA
OS ESPERMATOZÓIDES COLHIDOS DIRECTAMENTE DOS TESTÍCULOS DOS
ANIMAIS DE LABORATÓRIO NÃO SÃO CAPAZES DE FERTILIZAÇÃO, MAS
DEPOIS DE UMA PERMANÊNCIA DE 1 A VÁRIOS DIAS NOS EPIDÍDIMOS,
ELES DESENVOLVEM A CAPACIDADE DE EFECTUAR A FERTILIZAÇÃO.
MASCULINO
MASCULINO
CANAIS EFERENTES
INICIAM-SE NA CAUDA DO EPIDÍDIMO E ASCENDEM AO LONGO DA FACE
POSTERIOR DO TESTÍCULO E INTERNA DO CORPO DO EPIDÍDIMO, PARA
SE ASSOCIAREM A SEGUIR COM OS VASOS SANGUÍNEOS E OS NERVOS
QUE IRRIGAM E ENERVAM O TESTÍCULO.
CORDÃO ESPERMÁTICO, CONSTITUIDO POR:
•
•
•
•
•
•
CANAL DEFERENTE.
ARTÉRIA ESPERMÁTICA.
VASOS LINFÁTICOS.
NERVOS.
FIBRAS REMANESCENTES.
3 ELEMENTOS QUE ENVOLVEM (FÁSCIA ESPERMÁTICA EXTERNA,
MÚSCULO CREMÁSTER E FÁSCIA ESPERMÁTICA INTERNA).
O CORDÃO ESPERMÁTICO PASSA AO LONGO DO CANAL INGUINAL.
MASCULINO
CANAIS DEFERENTES
OS CANAIS DEFERENTES E AS RESTANTES ESTRUTURAS ESPERMÁTICAS
ASCENDEM AO LONGO DO CANAL INGUINAL E ENTRAM NA CAVIDADE
PÉLVICA.
AQUI, ACOMPANHAM A FACE LATERAL DA BEXIGA, DIRIGEM-SE PARA
CIMA, CRUZAM OS URETERES, ENCURVAM-SE SOBRE A FACE POSTERIOR
DA BEXIGA E DIRIGEM-SE PARA BAIXO EM DIRECÇÃO À PRÓSTATA.
A EXTREMIDADE DE CADA CANAL DEFERENTE ALARGA-SE FORMANDO A
AMPOLA DO CANAL DEFERENTE.
MASCULINO
CANAL EJACULADOR
JUNÇÃO DO CANAL EXTERIOR COM A PORÇÃO TERMINAL DO CANAL
DEFERENTE; ESTES CANAIS PENETRAM NA PRÓSTATA E ABREM-SE PARA
A URETRA.
URETRA
A URETRA MASCULINA TEM UM COMPRIMENTO DE ≈ 20 CM E ESTENDE-SE
DESDE O COLO DA BEXIGA ATÉ À EXTREMIDADE DISTAL DO PÉNIS.
VIA COMUM PARA A URINA E PARA O ESPERMA.
EXISTEM NUMEROSAS E DIMINUTIVAS GLÂNDULAS MUCOSAS QUE DRENAM PARA A URETRA: SÃO AS GLÂNDULAS URETRAIS.
MASCULINO
PÉNIS
CONSISTE EM 3 COLUNAS DE TECIDO ERÉCTIL E O ENGORGITAMENTO
COM SANGUE DESTE TECIDO ERÉCTIL PROVOCA O AUMENTO DE VOLUME
DO PÉNIS E TORNA-O RÍGIDO – FENÓMENO DESIGNADO DE ERECÇÃO.
TRANSFERE OS ESPERMATOZÓIDES DO HOMEM PARA A MULHER.
A PELE É BEM FORNECIDA DE RECEPTORES SENSORIAIS. UMA PREGA DE
PELE SOLTA – O PREPÚCIO – COBRE A GLANDE PENIANA.
MASCULINO
NOTA CLÍNICA
A CIRCUNCISÃO CONSISTE NA EXCISÃO CIRÚRGICA DO PREPÚCIO, VISUALMENTE POUCO APÓS A NASCENÇA. EXISTEM POUCAS INDICAÇÕES
PARA CIRCUNCISÃO COM FUNDAMENTO MÉDICO.
OS HOMENS NÃO CIRCUNCIDADOS TÊM UMA MAIOR INCIDÊNCIA DE CANCRO PENIANO, EMBORA A CAUSA SUBJACENTE ESTEJA RELACIONADA
COM INFECÇÕES CRÓNICAS E HIGIENE DEFICIENTE.
NOS CASOS EM QUE O PREPÚCIO É “DEMASIADO
APERTADO” PARA PODER SER RETRAÍDO SOBRE A
GLANDE, A CIRCUNCISÃO PODE SER NECESSÁRIA
PARA EVITAR INFECÇÕES CRÓNICAS E MANTER A
NORMALIDADE DA CIRCULAÇÃO.
MASCULINO
GLÂNDULAS ACESSÓRIAS
• VESÍCULAS SEMINAIS.
• PRÓSTATA.
• GLÂNDULAS BULBO-URETRAIS.
O ESPERMA OU SÉMEN, OU AINDA LIQUIDO ESPERMÁTICO OU SEMINAL, É
UMA MISTURA COMPOSTA DE ESPERMATOZÓIDES E DE SECREÇÕES DAS
VÁRIAS GLÂNDULAS DO APARELHO REPRODUTOR MASCULINO.
AS VESÍCULAS SEMINAIS PRODUZEM CERCA DE 60% DO LIQUIDO, A
PRÓSTATA CONTRIBUI COM CERCA DE 30%, OS TESTÍCULOS COM CERCA
DE 5% E AS GLÂNDULAS BULBO-URETRAIS COM OS RESTANTES 5%.
A EMISSÃO DE ESPERMA É O NOME DADO À DESCARGA DE ESPERMA NA
URETRA PROSTÁTICA.
MASCULINO
EJACULAÇÃO
PROJECÇÃO VIGOROSA DO ESPERMA PARA O EXTERIOR DA URETRA
CAUSADA PELA CONTRACÇÃO DESTA, DOS MÚSCULOS ESQUELÉTICOS
DO PAVIMENTO PÉLVICO E PELOS MÚSCULOS DA BASE DO PÉNIS.
GLÂNDULAS BULBO–URETRAIS
GLÂNDULAS MUCOSAS
PRODUZEM
SECREÇÃO MUCOSA (MESMO ANTES DA EJACULAÇÃO)
FUNÇÃO
•
•
•
•
LUBRIFICAR A URETRA.
NEUTRALIZAR O CONTEÚDO NORMAL DO ÁCIDO DA URETRA.
FORNECER UMA PEQUENA LUBRIFICAÇÃO DURANTE O COITO.
AJUDAR A DIMINUIR A ACIDEZ VAGINAL.
MASCULINO
SECREÇÕES TESTICULARES
PRODUZEM:
• ESPERMATOZÓIDES.
• SECREÇÃO LIQUIDA.
• PRODUTOS INTERMÉDIOS DO METABOLISMO.
SECREÇÕES DAS VESÍCULAS SEMINAIS
• ESPESSAS E MUCÓIDES.
• GRANDE QUANTIDADE DE FRUTOSE E OUTROS NUTRIENTES PARA
OS ESPERMATOZÓIDES.
• CONTÉM FIBRINOGÉNIO (NECESSÁRIO À COAGULAÇÃO DO ESPERMA DEPOIS DA EJACULAÇÃO).
• PROSTAGLANDINAS (PODEM DESENCADEAR CONTRACÇÕES UTERINAS).
MASCULINO
SECREÇÕES DA PRÓSTATA
• PH ALTO QUE AJUDA A NEUTRALIZAR A ACIDEZ DA URETRA E AS
SECREÇÕES ÁCIDAS TESTICULARES E VAGINAIS.
• POSSUI FIBRINOGÉNIO E OUTROS FACTORES DE COAGULAÇÃO RESPONSÁVEIS À COAGULAÇÃO DO ESPERMA APÓS EJACULAÇÃO, ATÉ
QUE A FIBRINOLISINA PROSTÁTICA DISSOLVA O COÁGULO, LIBERTANDO OS ESPERMATOZÓIDES QUE SEGUEM O SEU TRAJECTO PELO
INTERIOR DO APARELHO GENITAL FEMININO.
NOTA CLÍNICA
SÃO LIBERTADOS 75 A 400 MILHÕES DE ESPERMATOZÓIDES POR MILILITRO DE ESPERMA, SENDO QUE UMA EJACULAÇÃO NORMAL CONTÉM
CERCA DE 2 A 5 ML DE ESPERMA.
MASCULINO
FISIOLOGIA DA REPRODUÇAÕ DO HOMEM
DEPENDE DOS MECANISMOS HORMONAIS:
• DESENVOLVIMENTO DOS ÓRGÃOS SEXUAIS.
• MANUTENÇÃO DAS SUAS CAPACIDADES FUNCIONAIS.
• DESENVOLVIMENTO DAS CARACTERÍSTICAS SEXUAIS SECUNDÁRIAS
• CONTROLO DA FORMAÇÃO DE ESPERMATOZÓIDES.
• INFLUÊNCIA SOBRE O COMPORTAMENTO SEXUAL.
• ENVOLVIDOS NO COMPORTAMENTO SEXUAL E CONTROLO DO ACTO
SEXUAL.
MASCULINO
TESTOSTERONA
PRINCIPAL HORMONA PRODUZIDA PELOS TESTÍCULOS E TEM UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NO DESENVOLVIMENTO DOS ÓRGÃO SEXUAIS E DAS
CARACTERÍSTICAS SEXUAIS SECUNDÁRIAS DURANTE A PUBERDADE.
MASCULINO
TESTOSTERONA
EFEITOS
• DETERMINA O CRESCIMENTO E A DIFERENCIAÇÃO DOS ÓRGÃOS
GENITAIS.
• ESTIMULA O CRESCIMENTO CAPILAR NA REGIÃO PÚBICA E LINHA
MEDIANA ABDOMINAL, MEMBROS INFERIORES, TÓRAX, REGIÕES
AXILARES, FACE E POR VEZES DORSO.
• DETERMINA QUE A TEXTURA DA PELE E DO CABELO FIQUE MAIS
ÁSPERA E GROSSA.
• AUMENTA A QUANTIDADE DE MELANINA DA PELE, TORNANDO-A MAIS
ESCURA.
MASCULINO
TESTOSTERONA
EFEITOS
• AUMENTA O RITMO DE SECREÇÃO DAS GLÂNDULAS SEBÁCEAS,
ESPECIALMENTE NA FACE (ACNE NA PUBERDADE).
• ESTIMULA A HIPERTROFIA DA LARINGE NA PUBERDADE.
• ESTIMULA A PRODUÇÃO DE ERITROPOIETINA (AUMENTO DO Nº GLÓBULOS VERMELHOS).
• CAUSA RETENÇÃO DE SÓDIO (AUMENTA O VOLUME DE LIQUIDOS NO
ORGANISMO).
• PROMOVE A SÍNTESE PROTEICA (AUMENTO DA MASSA MUSCULAR
NA PUBERDADE).
MASCULINO
TESTOSTERONA
EFEITOS
• DETERMINA O CRESCIMENTO ÓSSEO E FAZ AUMENTAR A DEPOSIÇÃO DE CÁLCIO NO OSSO (AUMENTO DE ALTURA).
• DETERMINA O COMPORTAMENTO SEXUAL (QUE DEPENDE DA CON.VERSÃO DA TESTOSTERONA NOUTRAS SUBSTANCIAS NAS CÉLULAS
CEREBRAIS).
TEM UM EFEITO ESTIMULADOR GERAL SOBRE O METABOLISMO O QUE
FAZ COM QUE OS HOMENS TENHAM UM RITMO METABÓLICO MAIS ELEVADO QUE AS MULHERES.
MASCULINO
IMPULSOS AFERENTES E INTEGRAÇÃO
ORIGINADOS NOS ÓRGÃOS GENITAIS EXTERNOS SÃO TRANSMITIDOS ATÉ
À MEDULA ESPINAL, ONDE OS REFLEXOS QUE DETERMINAM O ACTO
SEXUAL MASCULINO ESTÃO INTEGRADOS. DEPOIS SÃO ENCAMINHADOS
DA MEDULA ESPINAL ATÉ AO CÉREBRO PARA PRODUZIR AS SENSAÇÕES
SEXUAIS CONSCIENTES.
FACTORES QUE REFORÇAM AS SENSAÇÕES SEXUAIS:
• MASSAGEM RÍTMICA DO PÉNIS.
• IMPULSOS SENSITIVOS PRODUZIDOS NO ESCROTO E NAS REGIÕES
ANAL, PERINEAL E PÚBICA.
• IRRITAÇÃO DA URETRA, DA BEXIGA, DOS TESTÍCULOS.
• ESTÍMULOS PSÍQUICOS, TAL COMO A AUDIÇÃO, VISÃO, OLFACTO OU
OS PENSAMENTOS.
MASCULINO
POPULAÇÃO NOCTURNA
EJACULAÇÃO DURANTE O SONO, DESENCADEADA POR ESTÍMULOS PSÍQUICOS ASSOCIADOS AO SONO.
IMPOTÊNCIA
INCAPACIDADE PARA O INDIVIDUO SE CONCENTRAR NAS SENSAÇÕES
SEXUAIS (INCAPACIDADE DE CONSEGUIR OU MANTER UMA ERECÇÃO E
DE DESEMPENHAR O ACTO SEXUAL).
FEMININO
• OVÁRIO
• TROMPAS UTERINAS
• ÚTERO
• VAGINA
• MAMAS
• ORGÃOS GENITAIS EXTERNOS
FEMININO
OVÁRIOS
OOGÉNESE
- 2 A 3,5 CM DE COMPRIMENTO E 1 A 1,5 CM DE LARGURA
- PROCESSO DE PRODUÇÃO DO ÓVULO NOS OVÁRIOS
FEMININO
O OÓCITO DE 1ª ORDEM DIVIDE-SE POR
MEIOSE E SEPARA-SE DO PRIMEIRO
CORPO POLAR PARA SE TORNAR NUM
OÓCITO DE 2ª ORDEM, MESMO ANTES
DA OVULAÇÃO.
A PENETRAÇÃO DO ESPERMATOZÓIDE
NO ÓVULO INICIA A CONCLUSÃO DA SEGUNDA DIVISÃO MEIÓTICA E A EXPULSÃO DO 2º CORPO POLAR.
O NÚCLEO DO OÓCITO E DO ESPERMATOZÓIDE FUNDEM-SE. DA FECUNDAÇÃO
RESULTA A FORMAÇÃO DE UM ZIGOTO.
FEMININO
TROMPAS UTERINAS
2 TROMPAS UTERINAS OU TROMPAS DE FALÓPIO, UMA DE CADA LADO DO
ÚTERO.
RECEBEM DIRECTAMENTE O ÓVULO ATRAVÉS DO ORIFÍCIO ABDOMINAL
OU ÓSTIO, QUE É LIMITADO POR UNS PROLONGAMENTOS FINOS E
LONGOS, AS FRANJAS, E ALARGA-SE PARA FORMAR O PAVILHÃO OU
INFUNDÍBULO. NO SEGUIMENTO, SURGE A AMPOLA TUBÁRICA (PORÇÃO +
LONGA E + DILATADA DA TROMPA) E TERMINA NO ISTMO (EXTREMIDADE +
PRÓXIMA DO ÚTERO).
A MUCOSA FORNECE NUTRIENTES AO ÓVULO OU MASSA CELULAR
(FECUNDAÇÃO).
FEMININO
ÚTERO
DIMENSÃO E FORMA DE UMA PÊRA E MEDE CERCA DE 7,5 CM DE COMPRIMENTO E 5 CM D LARGURA.
LIGEIRAMENTE ACHATADO, COM UM FUNDO ORIENTADO PARA CIMA E A
PORÇÃO MAIS ESTREITA, O COLO UTERINO OU CÉRVIX, DIRIGIDO PARA
BAIXO. A PORÇÃO ENTRE O FUNDO E O COLO DESIGNA-SE DE CORPO.
NO INTERIOR DO ÚTERO SITUA-SE A CAVIDADE UTERINA QUE CONTINUA
ATRAVÉS DO CANAL CERVICAL E ABRE PARA A VAGINA ATRAVÉS DO
ORIFÍCIO EXTERNO DO CANAL CERVICAL OU ÓSTIO.
FEMININO
NOTA CLÍNICA
O CANCRO DO COLO DO ÚTERO É MUITO COMUM E FELIZMENTE PODE
SER DETECTADO E TRATADO. NAS FASES PRECOCES DO DESENVOLVIMENTO DO CANCRO DO COLO DO ÚTERO AS CÉLULAS CERVICAIS SOFREM ALTERAÇÕES CARACTERÍSTICAS.
ESTAS PODEM SER DETECTADAS SE FOR COLHIDA UMA AMOSTRA DE
EPITÉLIO CERVICAL E EXAMINADA AO MICROSCÓPIO.
A TÉCNICA MAIS HABITUAL É A UTILIZADA NO TESTE DE PAPANICOLAOU
A QUE SE ATRIBUI A FIABILIDADE DE 90 % NA DETECÇÃO DO CANCRO
CERVICAL.
FEMININO
CANAL CERVICAL
O CANAL CERVICAL CONTÉM GLÂNDULAS MUCOSAS CERVICAIS. A CONSISTÊNCIA DO MUCO MODIFICA-SE DURANTE O CICLO SEXUAL.
O MUCO PREENCHA O CANAL CERVICAL E ACTUA COMO BARREIRA ÀS
SUBSTÂNCIAS QUE PODERÃO PASSAR DA VAGINA PARA O ÚTERO.
AO APROXIMAR-SE A OVULAÇÃO A CONSISTÊNCIA DO MUCO DIMINUI
TORNANDO MAIS FÁCIL A PASSAGEM DOS ESPERMATOZÓIDES PARA O
INTERIOR DO ÚTERO.
FEMININO
VAGINA
CANAL DE CERCA DE 10 CM DE COMPRIMENTO QUE SE ESTENDE DESDE
O ÚTERO ATÉ AO EXTERIOR.
TEM COMO FUNÇÃO RECEBER O PÉNIS DURANTE A PENETRAÇÃO, PERMITIR A PASSAGEM DE FLUXO MENSTRUAL PARA O INTERIOR E PERMITIR O
NASCIMENTO.
A PAREDE VAGINAL É CONSTITUÍDA POR UMA CAMADA MUSCULAR EXTERIOR O QUE PERMITE A DILATAÇÃO DA VAGINA TANTO PARA CONTER O
PÉNIS DURANTE A RELAÇÃO SEXUAL COMO PARA SE ALARGAR DURANTE O PARTO.
FEMININO
VAGINA
O ORIFÍCIO VAGINAL É OBLITERADO POR UMA FINA MEMBRANA CHAMADA HÍMAN. QUANDO ESTE É IMPERFORADO, ENCERRA COMPLETAMENTE
O ORIFÍCIO VAGINAL, TENDO QUE SER REMOVIDO PARA PERMITIR O FLUXO MENSTRUAL. NORMALMENTE O HÍMEN É PERFURADO POR 1 OU MAIS
ORIFÍCIOS SENDO AS ABERTURAS SIGNIFICATIVAMENTE AUMENTADAS
DURANTE A 1ª RELAÇÃO SEXUAL.
NOTA CLÍNICA
DURANTE UM ESFORÇO FÍSICO VIOLENTO O HÍMEN PODE SER PERFURADO, O QUE SIGNIFICA QUE A AUSÊNCIA DE HÍMEN INTACTO NÃO
MOSTRA QUE A MULHER TENHA TIDO UMA RELAÇÃO SEXUAL. CANAL DE
CERCA DE 10 CM DE COMPRIMENTO QUE SE ESTENDE DESDE O ÚTERO
ATÉ AO EXTERIOR.
FEMININO
ORGÃOS GENITAIS EXTERNOS
VESTÍBULO – DEPRESSÃO MEDIANA QUE CONTÉM O MEATO URETRAL E O
ORIFÍCIO.
ORGÃOS QUE O DELIMITAM:
• PEQUENOS LÁBIOS.
• GRANDES LÁBIOS.
• PREPÚCIO (PREGA QUE RECOBRE O CLÍTORIS).
• CLÍTORIS (INICIA E INTENSIFICA OS NÍVEIS DE TENSÃO SEXUAL).
• MONTE DE VÉNUS (LOCAL DE UNIÃO DAS EXTREMIDADES ANTERIORES DOS GRANDES LÁBIOS SOBRE A REGIÃO PÚBICA).
FEMININO
GLÂNDULAS MAMÁRIAS
ÓRGÃO DE PRODUÇÃO DE LEITE E ESTÃO LOCALIZADAS NO INTERIOR
DAS MAMAS, OU “SEIOS”, SÃO GLÂNDULAS SUDORÍPARAS MODIFICADAS
EM AMBOS OS SEXOS, AS MAMAS APRESENTAM À SUPERFÍCIE UMA SALIÊNCIA, O MAMILO, RODEADO POR UMA ARÉOLA CIRCULAR E PIGMENTADA. É AQUI QUE ESTÃO LOCALIZADAS AS GLÂNDULAS AREOLARES
QUE PRODUZEM SECREÇÕES QUE PROTEGEM O MAMILO E A ARÉOLA DA
IRRITAÇÃO CAUSADA DURANTE A AMAMENTAÇÃO.
NAS RAPARIGAS, AS MAMAS COMEÇAS A DESENVOLVER-SE DURANTE A
PUBERDADE, POR ACÇÃO DOS ESTROGÉNIOS E PROGESTERONA, CAUSANDO AUMENTO DA SENSIBILIDADE OU POR DOR MAMÁRIA.
FEMININO
GLÂNDULAS MAMÁRIAS
AS MAMAS SÃO SUPORTADAS E MANTIDAS NA SUA POSIÇÃO POR UM
GRUPO DE LIGAMENTOS SUSPENSORES DA MAMA OU LIGAMENTOS
SUSPENSORES DE COOPER.
NAS ADULTAS MAIS IDOSAS, ESTES LIGAMENTOS ENFRAQUECEM E
ALONGAM-SE, O QUE TORNA AS MAMAS MAIS DESCAÍDAS DO QUE NAS
JOVENS.
OS MAMILOS SÃO MUITO SENSÍVEIS À ESTIMULAÇÃO SEXUAL E À QUAL
RESPONDEM COM ERECÇÃO.
GINECOMASTIA
DESENVOLVIMENTO DAS MAMAS NO HOMEM (ACONTECE RARAS VEZES),
APESAR DE MUITAS VEZES EXPERIMENTAREM AS MESMAS ALTERAÇÕES
QUE A MULHER NA PUBERDADE, ACABANDO DEPOIS POR REGREDIR
FEMININO
PERÍNEO
DIVIDE-SE EM DOIS TRIÂNGULOS:
• TRIÂNGULO ANTERIOR CONTÉM OS ÓRGÃOS SEXUAIS EXTERNOS.
• TRIÂNGULO POSTERIOR CONTÉM O ORIFÍCIO ANAL.
FEMININO
FISIOLOGIA DA REPRODUÇAÕ NA MULHER
CONTROLADA POR REGULAÇÃO HORMONAL E NERVOSA
PUBERDADE
• INICIADA PELO PRIMEIRO EPISÓDIO MENSTRUAL, A MENARCA.
• A VAGINA, O ÚTERO, AS TROMPAS UTERINAS, E OS GENITAIS EXTERNOS COMEÇAM A DESENVOLVER-SE.
• DÁ-SE A DEPOSIÇÃO DE GORDURA NAS MAMAS E SOBRE AS ANCAS.
• NASCEM OS PÊLOS PÚBICOS E AXILARES.
• A VOZ ALTERA-SE.
• DESENVOLVIMENTO DA LÍBIDO.
ALTERAÇÕES CAUSADAS PELA ELEVADA TAXA DE ESTROGÉNIOS E PROGESTERONA SEGREGADOS PELOS OVÁRIOS.
FEMININO
CICLO MENSTRUAL
NORMALMENTE DURA 28 DIAS ( MAS PODE VARIAR ENTRE 18 A 40 DIAS).
MENSTRUAÇÃO
PERÍODO DE HEMORRAGIA MODERADA DURANTE O QUAL O EPITÉLIO DA
CAVIDADE UTERINA SE DESPRENDE DA PAREDE E É EXPULSO DO ÚTERO
(DURA CERCA DE 4 A 5 DIAS).
• 1º DIA DE PERÍODO = 1º DIA DO CICLO MENSTRUAL.
• OVULAÇÃO – ACONTECE POR VOLTA DO 14º DIA.
• FASE FOLICULAR OU FASE PROLIFERATIVA – PERÍODO ENTRE O FIM
DA MENSTRUAÇÃO E A OVULAÇÃO.
• FASE LUTEÍNICA OU SECRETORA – PERÍODO ENTRE A OVULAÇÃO E
A PRÓXIMA MENSTRUAÇÃO.
FEMININO
DURANTE O CICLO MENSTRUAL OCORREM PARALELAMENTE OS CICLOS
OVÁRICO E UTERINO.
FEMININO
COMPORTAMENTO SEXUAL E ACTO SEXUAL
A LIBIDO DEPENDE DAS HORMONAS (ANDROGÉNIOS E ESTROGÉNIOS) E
DE FACTORES PSÍQUICOS.
EX: APÓS A ABLAÇÃO DOS OVÁRIOS OU A MENOPAUSA, MUITAS MULHERES RELATAM UM AUMENTO DA LIBIDO PORQUE JÁ NÃO TEMEM A GRAVIDEZ.
OS CIRCUITOS NERVOSOS SÃO IDÊNTICOS AOS DOS HOMENS; OS IMPULSOS SÃO TRANSPORTADOS DESDE OS ÓRGÃOS GENITAIS EXTERNOS ATÉ
À MEDULA ESPINAL.
FEMININO
COMPORTAMENTO SEXUAL E ACTO SEXUAL
DURANTE A EXCITAÇÃO SEXUAL, OS TECIDOS ERÉCTEIS DO CLÍTORIS
FICAM ENGORGITADOS DE SANGUE, MUITAS VEZES TAMBÉM OS MAMILOS
APRESENTAM ERECÇÃO.
SECREÇÕES E MUCO SÃO LIBERTADOS NA VAGINA FORNECENDO A LUBRIFICAÇÃO NECESSÁRIA PARA UMA PENETRAÇÃO FÁCIL DO PÉNIS NA
VAGINA.
ORGASMO
OS MÚSCULOS VAGINAIS, UTERINOS E PERINEAIS CONTRAEM-SE RITMICAMENTE, AO MESMO TEMPO QUE A TENSÃO MUSCULAR AUMENTA POR
TODO O CORPO.
FEMININO
FERTILIDADE FEMININA E GRAVIDEZ
ESPERMATOZOIDES
EJACULADOS
NA VAGINA
PASSAM PELA
CERVICAL E
CHEGAM ÀS
TROMPAS
AMPOLAS
UTERINAS
(LOCAL DE
FECUNDAÇÃO)
O ÓVULO PODE SER FERTILIZADO ATÉ 24H APÓS A OVULAÇÃO E ALGUNS
ESPERMATOZÓIDES PERMANECEM VIÁVEIS NO APARELHO REPRODUTOR
DA MULHER DURANTE UM PERÍODO QUE PODE IR ATÉ 72 HORAS.
FEMININO
FECUNDAÇÃO BEM SUCEDIDA
ACTO SEXUAL DEVE OCORRER ENTRE 3 DIAS ANTES E UM DIA APÓS A
OVULAÇÃO.
FECUNDAÇÃO
O ESPERMATOZÓIDE PENETRA NO ÓVULO; NOS DIAS SEGUINTES
OCORREM UMA SÉRIE DE DIVISÕES CELULARES, AO MESMO TEMPO QUE
O AGLOMERADO DE CÉLULAS SE DESLOCA DAS TROMPAS UTERINAS
PARA O ÚTERO.
NOTA CLÍNICA
A GRAVIDEZ ECTÓPICA É SEMPRE QUE A IMPLANTAÇÃO DO OVO OCORRE
FORA DA CAVIDADE UTERINA. A LOCALIZAÇÃO MAIS COMUM DA GRAVIDEZ ECTÓPICA É A TROMPA UTERINA.
A IMPLANTAÇÃO TUBÁRICA É EVENTUALMENTE FATAL PARA O FETO E
PODE CAUSAR A RUPTURA DA TROMPA.
EM ALGUNS CASOS A IMPLANTAÇÃO PODE OCORRER NA CAVIDADE
ABDOMINAL E O FETO CHEGAR A DESENVOLVER-SE NORMALMENTE, MAS
O NASCIMENTO TEM QUE SER POR CESARIANA.
FEMININO
MENOPAUSA
ENTRE OS 40 E OS 50 ANOS O CICLO MENSTRUAL TORNA-SE IRREGULAR
E A OVULAÇÃO DEIXA DE SE DAR. EVENTUALMENTE, OS CICLOS MENSTRUAIS CESSAM COMPLETAMENTE.
CLIMATÉRIO
TEMPO QUE DECORRE ENTRE O INICIO DAS ALTERAÇÕES DO CICLO
MENSTRUAL E A AMENORREIA; NESTE PERÍODO PODEM ACONTECER
UMA VARIEDADE SINTOMAS:
•
•
•
•
•
AFRONTAMENTO
IRRITABILIDADE
CANSAÇO
ANSIEDADE
PERTURBAÇÕES EMOCIONAIS
FEMININO
CLIMATÉRIO (CONT.)
ESTES SINTOMAS PODEM SER TRATADOS COM A TOMA DE ESTROGÉNIOS, EMBORA ESTES POSSAM TAMBÉM PROLONGAR ESTES MESMOS
SINTOMAS.
TAMBÉM EXISTEM EFEITOS COLATERAIS DA TERAPIA COM ESTROGÉNIOS, NOMEADAMENTE UM AUMENTO DA PROBABILIDADE DE DESENVOLVIMENTO DE CANCROS DO ÚTERO E DA MAMA.
CONTRACEPÇÃO DE BARREIRA
• PRESERVATIVO (FEMININO E MASCULINO)
• ESPERMICIDAS (GEL, ESPUMA, CONES, ÓVULOS)
• DAIFRAGMA ( DISPOSITIVO INTRA – UTERINO)
PRESERVATIVO MASCULINO
PROVAVELMENTE O MÉTODO CONTRACEPTIVO MAIS ANTIGO DE QUE HÁ
REGISTO.
• FUNCIONA COMO UMA BARREIRA FÍSICA QUE IMPEDE OS ESPERMATOZÓIDES DE ENTRAREM NO ÚTERO.
• LÁTEX FINO, COM O FORMATO DE UM DEDEIRA.
PRESERVATIVO MASCULINO
ACONSELHAMENTO
• ABRIR A EMBALAGEM COM CUIDADO.
• COLOCAR O PRESERVATIVO LOGO NO ÍNICIO DO ACTO SEXUAL, COM
O PÉNIS EM ERECÇÃO.
• RETIRAR TODO O AR DA PONTA.
• NÃO DEVE HAVER PENETRAÇÃO SEM PRESERVATIVO.
• RETIRAR LOGO APÓS A EJACULAÇÃO.
• UTILIZAR UM ÚNICA VEZ.
PRESERVATIVO MASCULINO
VANTAGENS
• PROTECÇÃO CONTRA DST´s.
• AUSÊNCIA DE EFEITOS SISTÉMICOS.
• NÃO NECESSITA DE SUPERVISÃO MÉDICA.
• RESPONSABILIZA O HOMEM PELA CONTRACEPÇÃO E PREVENÇÃO DE
DST´s.
• DIMIMUI SITUAÇÕES DE EJACULAÇÃO PRECOCE.
PRESERVATIVO MASCULINO
DESVANTAGENS
• SE NÃO FOR USADO CORRECTAMENTE PODE RASGAR DURANTE O
COITO OU FICAR RETIDO NA VAGINA.
• ALERGIAS AO LÁTEX.
• ASSOCIADO A RELAÇÕES “ ILÍCITAS”.
• INTERFERÊNCIA COM COITO.
PRESERVATIVO MASCULINO
INTERFERÊNCIAS COM O MÉTODO
• MÁ COLOCAÇÃO (INCORRECTA, DESCUIDADA,…)
• LUBRIFICANTES E MEDICAMENTOS À BASE DE ÓLEO, DANIFICAM O
LÁTEX EM 15 MIN.
• PODEM SER UTILIZADOS:
•
•
•
•
•
GÉIS LUBRIFICANTES (TIPO KY)
CREMES E ÓVULOS ESPERMICIDAS
BETADINE
CREME E ÓVULOS CANESTEN / REVARYL
GLICERINA
PRESERVATIVO MASCULINO
EFICÁCIA
• 5 A 10 GRAVIDEZES EM 100 MULHERES/ANO.
• MENOR EM CASAIS JOVENS OU NO 1º ANO DE UTILIZAÇÃO (15 GRAVIDEZ EM 100 MULHERES / ANO).
• MAIOR EM CASAIS EXPERIENTES (2 GRAVIDEZ EM 100 MULHERES/
ANO).
PRESERVATIVO FEMININO
CONSISTE NA COMBINAÇÃO DE UM PRESERVATIVO E UM DIAFRAGMA
• DISPONÍVEL EM PORTUGAL DESDE 1992 – 1996 E AGORA NOVAMENTE
A PARTIR DE MAIO DE 2009.
• COLOCADO NO INTERIOR DA VAGINA , A FORRAR AS PAREDES.
• PLÁSTICO FINO E RESISTENTE DE POLIURETANO (EM VEZ DE LÁTEX).
• PRÉ- LUBRIFICADO.
EFICÁCIA
CERCA DE 10 GRAVIDEZES EM 100 MULHERES / ANO.
ESPERMICIDAS
PRODUTOS QUÍMICOS QUE IMOBILIZAM E DESTROIEM OS ESPERMATOZÓIDES CONTIDOS NO ESPERMA
• ISOLAMENTE NÃO SÃO MÉTODOS EFICAZES, EM ASSOCIAÇÃO E UTILIZADOS CORRECTAMENTE SÃO HABITUALMENTE EFICAZES.
• POSSUEM UMA SUBSTÂNCIA ACTIVA QUE DESTRÓI A MEMBRANA
CELULAR DO ESPERMATOZÓIDE.
ESPERMICIDAS
PODEM APRESENTAR-SE NA FORMA DE
• CONE
• CREME E GELE
• ÓVULOS
• ESPUMA VAGINAL
• PELÍCULA VAGINAL
• ESPONJA VAGINAL
ESPERMICIDAS
ACONSELHAMENTO
• INTRODUZIR O ESPERMICIDA PROFUNDAMENTE NA VAGINA.
• O INTERVALO ENTRE A APLICAÇÃO DO ESPERMICIDA E A RELAÇÃO
PODE IR ATÉ 60 MINUTOS.
• UMA APLICAÇÃO ADICIONAL DE ESPERMICIDA DEVERÁ SER UTILIZADA
SEMPRE QUE OCORRA NOVA RELAÇÃO.
• LER ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES DE USO QUE ACOMPANHAM CADA
PRODUTO ESPECÍFICO.
• DUCHES VAGINAIS NÃO DEVEM SER EFECTUADIS NAS 6 HORAS
SEGUINTES AO ACTO SEXUAL.
ESPERMICIDAS
VANTAGENS
• AUMENTAR A EFICÁCIA DE OUTRO MÉTODO CONTRACEPTIVO QUANDO
UTILIZADO EM SIMULTÂNEO.
• GÉIS, ESPUMAS E CREMES SÃO EFICAZES IMEDIATAMENTE (OS CONES
E ÓVULOS NECESSITAM DE 5 A 15 MINUTOS PARA SEREM EFICAZES).
• ALGUNS ESPERMÍCIDAS PODEM PREVENIR ALGUMAS DST´s.
ESPERMICIDAS
EFICÁCIA
• QUANDO UTILIZADOS ISOLADAMENTE 20 – 30 GRAVIDEZES EM 100
MULHERES / ANO.
ESPERMICIDAS
DESVANTAGENS
• QUANDO UTILIZADOS SEM AUXÍLIO DE OUTRO MÉTODO SÃO POUCO
SEGUROS.
• A MULHER NÃO SE DEVE LEVANTAR IMEDIATAMENTE.
• SÓ SE DEVE LAVAR APÓS 6 A 8 HORAS.
• PODEM SURGIR REACÇÕES ALÉRGICAS OU IRRITATIVAS.
DIFRAGMA : DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
O DISPOSITIVO INTRA – UTERINO (DIU) É UM MÉTODO CONTRACEPTIVO
MUITO UTILIZADO
• EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE DIU`s.
• A COMPOSIÇÃO VARIA ( PLÁSTICO, COBRE, PRATA).
• CONFIGURAÇÃO EM T FAVORECE A MANUTENÇÃO DO DISPOSITIVO NO
LOCAL.
DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
DIU´s MODERNOS
• PLÁSTICO E COBRE ( PODENDO TER NÚCLEO DE PRATA)
• DURAÇÃO VARIÁVEL:
• Cu 250 – 5 ANOS
• Cu 375 / 380 – 8 ANOS
TAMANHOS:
• STANDARD
• SHORT
DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
MECANISMO DE ACÇÃO
• A PRESENÇA DE UM CORPO ESTRANHO PROVOCA UMA REACÇÃO
INFLAMATÓRIA COM PRODUÇÃO DE GLÓBULOS BRANCOS.
• CAPTAÇÃO DOS ESPERMATOZÓIDES PELOS GLÓBULOS.
• IMPEDE A NIDAÇÃO.
DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
VANTAGENS
• UMA VEZ COLOCADA A ACÇÃO DO DIU NÃO DEPENDE DA MULHER.
• EFICÁCIA TEÓRICA MUITO SEMELHANTE À EFICÁCIA PRÁTICA.
• NÃO INTERFERE NO ACTO SEXUAL.
• NÃO TEM EFEITOS SISTÉMICOS.
• REQUER UM ÚNICO ACTO DE MOTIVAÇÃO PARA UM EFEITO DE LONGA
DURAÇÃO.
• PODE PERMANECER NO ÚTERO POR MUITOS ANOS.
DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
INDICAÇÕES
• MULHERES QUE TIVERAM FILHOS.
• MULHERES QUE SE ESQUECEM COM FREQUÊNCIA DA PÍLULA.
• MULHERES CUJOS COMPANHEIROS ESTÃO AUSENTES POR LONGOS
PERÍODOS.
• MULHERES QUE NÃO SÃO CAPAZES OU NÃO POSSAM UTILIZAR
OUTRO TIPO DE CONTRACEPÇÃO.
DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
CONTRA – INDICAÇÕES ABSOLUTAS
• GRAVIDEZ.
• DIP ACTIVA OU EPISÓDIOS RECORRENTES.
• HEMORRAGIA UTERINA ANORMAL SEM DIAGNÓSTICO DEFINIDO.
• SUSPEITA DE NEOPLASIA GENITAL.
• ANOMALIAS DA CAVIDADE UTERINA.
• DOENTES IMUNODEPRIMIDAS OU COM MEDICAÇÃO IMUNODEPRESSORA.
DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
CONTRA – INDICAÇÕES RELATIVAS
• GRAVIDEZ ECTÓPICA ANTERIOR
• MENORRAGIA
• ANEMIA
• UM ÚNICO EPISÓDIO DE DIP
• INFECÇÕES CERVICO – VAGINAIS
• FIBROMAS UTERINOS
• NULIDADE
• DOENÇA CARDÍACA VALVULAR
• MEDICAÇÃO HABITUAL COM CORTICOSTERÓIDES SISTÉMICOS
DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
EFEITOS COLATERIAS
• DOR PÉLVICA
• SPOTTING
• MENSTRUAÇÕES MAIS ABUNDANTES
• CORRIMENTO VAGINAL
DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
COMPLICAÇÕES
• EXPULSÃO
• INFECÇÃO PÉLVICA
• GRAVIDEZ
DISPOSITIVO INTRA – UTERINO
EFICÁCIA
• 0,1 A 1 GRAVIDEZES EM 100 MULHERES / ANO
• EFICÁCIA MAIOR EM MULHERES COM FILHOS E NAS MENOS JOVENS
• EFICÁCIA VARIÁVEL COM A IDADE
• EFICÁCIA AUMENTA COM OS ANOS DE UTILIZAÇÃO (MAIS DE 4 ANOS: 0
– 0,3 GRAVIDEZES EM 100 MULHERES / ANO).
MÉTODOS HORMONAIS
• CONTRACEPTIVO ORAL – PÍLULA
• INJECTÁVEL
• IMPLANTE
• SISTEMA INTRA – UTERINO (SIU)
• SISTEMA TRANSDÉRMICO
• DISCO VAGINAL
• CONTRACEPTIVO DE EMERGÊNCIA
PÍLULA
• MAIS DE 60 MILHÕES DE MULHERES USAM PÍLULA EM TODO O MUNDO.
• DESDE O ÍNICIO JÁ FOI USADA POR MAIS DE 200 MILHÕES DE
MULHERES.
• NENHUM MEDICAMENTO FOI TOMADO REGULARMENTE POR TANTAS
MULHERES NEM FOI ESTUDADO TÃO APROFUNDADAMENTE.
PÍLULA
• CONTÉM HORMONAS SINTÉTICAS SEMELHANTES ÁS QUE SÃO
PRODUZIDAS PELO OVÁRIO DA MULHER, AS QUAIS IMPEDEM QUE SE
DÊ OVULAÇÃO, FECUNDAÇÃO OU NIDAÇÃO, GARANTINDO ASSIM O
EFEITO CONTRACEPTIVO.
• AS PRIMEIRAS PÍLULAS CONTINHAM DOSES ELEVADAS DE HORMONAS MAS A SUA EVOLUÇÃO LEVOU A PÍLULAS DE DOSES MUITO
BAIXAS E IGUALMENTE EFICAZES.
PÍLULA
TIPOS DE PÍLULA
• COMBINADA
• PROGESTATIVA OU MINI-PÍLULA
PÍLULA COMBINADA
PÍLULA QUE CONTÉM ESTROGÉNIOS E PROGESTAGÉNIOS
• IMPEDE A OVULAÇÃO.
• ADMINISTRAÇÃO ORAL, SENDO POR ISSO CONHECIDA COMO CONTRACEPTIVO ORAL COMBINADO (COC).
ESTROGÉNIOS
• OS ESTROGÉNIOS SINTÉTICOS UTILIZADOS SÃO DERIVADOS DO
ESTRADIOL ( ETINILESTRADIOL OU MESTRANOL).
PROGESTAGÉNIOS
• OS PROGESTAGÉNIOS SINTÉTICOS SÃO DERIVADOS DE 17 – HIDROXIPROGESTERONA OU DA 19 – NORTESTOSTERONA.
PÍLULA COMBINADA
PROGESTAGÉNIO
DOS DERIVADOS SINTÉTICOS DA 17 – HIDROXIPROGESTERONA OS UTILIZADOS SÃO:
• MEDROXIPROGESTERONA
• DROSPIRENONA
• DIENOGEST
• CIPROTERONA
PÍLULA COMBINADA
PROGESTAGÉNIO
OS MAIS UTILIZADOS SÃO OS DERIVADOS DE 19 – NORTESTOSTERONA:
• DESOGESTREL
• GESTODENO
• LEVONORGESTREL
PÍLULA COMBINADA
DISPONÍVEL EM EMBALAGENS CALENDÁRIO:
• 21 COMPRIMIDOS
• 22 COMPRIMIDOS
• 28 COMPRIMIDOS (24 ACTIVOS E 4 INACTIVOS)
PÍLULA COMBINADA
PODE SER DIVIDIDA EM:
• PREPARAÇÕES MONOFÁSICAS
• PREPARAÇÕES BIFÁSICAS
• PREPARAÇÕES TRIFÁSICAS
• PREPARAÇÕES TETRAFÁSICAS
PÍLULA COMBINADA
PREPARAÇÕES MONOFÁSICAS
NESTE TIPO DE PREPARAÇÕES TODOS OS COMPRIMIDOS CONTENDO
SUBSTÂNCIAS ACTIVAS CONTÊM UM ESTROGÉNIO E UM PROGESTAGÉNIO
NUMA DOSE CONSTANTE.
PODEM APRESENTAR-SE COM:
• 21 COMPRIMIDOS (TODOS ACTIVOS)
• 28 COMPRIMIDOS (24 ACTIVOS + 4 INACTIVOS)
PÍLULA COMBINADA
PREPARAÇÕES MONOFÁSICAS
• 21 COMPRIMIDOS (TODOS ACTIVOS)
• 24 ACTIVOS + 4 INACTIVOS (YAZ)
PÍLULA COMBINADA
PREPARAÇÕES BIFÁSICAS
• A MAIORIA DAS PREPARAÇÕES BIFÁSICAS CONTÊM 22 COMPRIMIDOS,
DOS QUAIS OS PRIMEIROS CONTÊM UMA PEQUENA QUANTIDADE DE
PROGESTAGÉNIO (7).
• A QUANTIDADE DE PROGESTAGÉNIO AUMENTA NA SEGUNDA METADE
DO CICLO DE UTILIZAÇÃO (15).
• A DOSE DE ESTRAGÉNIO PERMANECE GENERICAMENTE CONSTANTE
DURANTE TODO O CICLO.
PÍLULA COMBINADA
PREPARAÇÕES TRIFÁSICAS
• GERALMENTE NOS PRIMEIROS 6 COMPRIMIDOS CONTÊM UMA DOSE
BAIXA DE ESTROGÉNIO E PROGESTAGÉNIO.
• NOS SEGUINTES 5 COMPRIMIDOS A DOSE DE AMBAS AS HORMONAS
AUMENTA.
• NOS ÚLTIMOS 10 COMPRIMIDOS A DOSE DE PROGESTAGÉNIO AUMENTA NOVAMENTE ENQUANTO A DOSE DE ESTROGÉNIO É REDUZIDA
PARA O NÍVEL INICIAL.
PÍLULA COMBINADA
PREPARAÇÕES TETRAFÁSICAS
• OS PRIMEIROS 2 COMPRIMIDOS CONTÊM 3 MG DE ESTRADIOL.
• OS SEGUINTES 5 COMPRIMIDOS CONTÊM 2 MG DE ESTRADIOL E 2 MG
DE DIENOGEST.
• OS 17 COMPRIMIDOS SEGUINTES CONTÊM 2MG DE ESTRADIOL E 3MG
DE DIENOGEST.
• OS ÚLTIMOS 2 COMPRIMIDOS ACTIVOS CONTÊM 1 MG DE ESTRADIOL.
PÍLULA COMBINADA
EFICÁCIA
0,1 A 1 GRAVIDEZES EM 100 MULHERES / ANO.
PÍLULA COMBINADA
MECANISMO DE ACÇÃO
• INIBIÇÃO DA OVULAÇÃO.
• INDUZEM A NÍVEIS DE ESTROGÉNIO SUFICIENTEMENTE ELEVADOS E
CONSTANTES DESDE O INÍCIO DO CÍCLO (FEEDBACK NEGATIVO DA
SECREÇÃO DAS GONADOTROFINAS) SUPRIMINDO A SECREÇÃO DE
FSH.
• SÍNTESE DE ESTROGÉNIOS ENDÓGENOS É REDUZIDA (FEEDBACK
POSITIVO NO MEIO DO CICLO) DIMINUINDO O ESTÍMULO PARA O PICO
DE LH INDUTOR DA OVULAÇÃO.
PÍLULA COMBINADA
MECANISMO DE ACÇÃO (CONT.)
• ACTUAM TAMBÉM AO NÍVEL DOS OVÁRIOS BLOQUEANDO A SÍNTESE
DE ESTERÓIDES.
• PROVOCAM ALTERAÇÕES CÍCLICAS DO ENDOMÉTRIO, QUE RESULTA
NA INIBIÇÃO DA NIDAÇÃO.
• O COLO DO ÚTERO APRESENTA ALTERAÇÕES QUE IMPEDEM A MIGRAÇÃO DOS ESPERMATOZÓIDES.
• AUMENTA A VISCOSIDADE DO MUCO CERVICAL DEVIDO AO PROGESTAGÉNIO IMPEDINDO A ASCENSÃO DO ESPERMA.
PÍLULA COMBINADA
VANTAGENS
• ELEVADA EFICÁCIA CONTRACEPTIVA.
• NÃO INTERFERE COM A RELAÇÃO SEXUAL.
• REGULARIZA OS CICLOS MENSTRUAIS.
• MELHORA A TENSÃO PRÉ – MESNTRUAL E DISMENORREIA.
• CONTRIBUI PARA A PREVENÇÃO DE: DIP E GRAVIDEZ ECTÓPICA,
CANCRO DE OVÁRIO E ENDOMÉTRIO, QUISTOS FUNCIONAIS DO
OVÁRIO E DOENÇA FIBROQUÍSTICA DA MAMA.
• NÃO ALTERA A FERTILIDADE APÓS A FERTILIDADE APÓS SUSPENSÃO
DO MÉTODO.
PÍLULA COMBINADA
INDICAÇÕES
• ELEVADA EFICÁCIA CONTRACEPTIVA.
• OBTER OUTROS EFEITOS BENÉFICOS PARA ALÉM DO CONTRACEPTIVO (POR EXEMPLO, ALÍVIO DA DISMENORREIA).
PÍLULA COMBINADA
CONTRA – INDICAÇÕES ABSOLUTAS
• GRAVIDEZ.
• NEOPLASIA HORMONODEPENDENTE.
• HEMORRAGIA GENITAL ANORMAL SEM DIAGNÓSTICO CONCLUSIVO.
• TUMOR HEPÁTICO OU DOENÇA HEPÁTICA CRÓNICA.
• ICTERÍCIA COLESTÁTICA NA GRAVIDEZ.
• AVC, DOENÇA ARTERIAL CEREBRAL OU CORONÁRIA, TROMBOFELBITE
E DOENÇA PREDISPONDO A ACIDENTES TROMBÓLICOS.
• TABAGISMO COM IDADE SUPERIOR A 35 ANOS.
PÍLULA COMBINADA
CONTRA – INDICAÇÕES RELATIVAS
• É NECESSÁRIO SUJEITAR AS UTILIZADORAS NAS SEGUINTES CONDIÇÕES A UM CONTROLO PERÍODICO:
• DIABETES MELLITUS.
• HIPERTENSÃO.
• HIPERLIPIDÉMIAS.
• EPILEPSIA E OUTRAS DOENÇAS CUJA TERAPÊUTICA POSSA INTERFERIR COM A PÍLULA.
• CEFALEIAS GRAVES TIPO ENXAQUECA.
• VARIZES ACENTUADAS.
PÍLULA COMBINADA
EFEITOS COLATERAIS
• NÁUSEAS E VÓMITOS
• ALTERAÇÃO DO FLUXO MENSTRUAL
• “SPOTTING”
• MASTODÍNIA
• ALTERAÇÃO DO PESO
• DEPRESSÃO
PÍLULA COMBINADA
ACONSELHAMENTO NA DISPENSA
• CLARO
• OBJECTIVO
• ADAPTADO À CAPACIDADE DE COMPREENSÃO DA MULHER
• O BENEFÍCIO DOS CONTRACEOTIVOS DEVEM SER VALORIZADOS
• EFEITOS COLATERAIS DEVEM SER MINIMIZADOS
• NECESSIDADE DE TOMA REGULAR DEVE SER SUBLINHADA
PÍLULA COMBINADA
CUIDADOS COM A TOMA
• A PÍLULA DEVE SER INICIADA NO 1º DIA DE MENSTRUAÇÃO.
• DEVE SER DIARIAMENTE E À MESMA HORA.
• TOMAR 3 SEMANA SEGUIDAS NO CASO DE PÍLULAS DE 21 DIAS E
DEPOIS INTERROMPER DURANTE 7 DIAS.
• TOMAR 22 DIAS SEGUIDOS NO CASO DAS DE 22 E INTERROMPER 6
DIAS.
• NO CASO DAS DE 28 DIAS TOMAR ININTERRUPTAMENTE.
PÍLULA COMBINADA
ESQUECIMENTO
• QUANDO NÃO SE TOMA 1 COMPRIMIDO À HORA HABITUAL CONVÉM
TOMÁ-LO ASSIM QUE POSSÍVEL, DESDE QUE NÃO TENHAM SIDO
ULTRAPASSADAS 12 HORAS MANTENDO A TOMA CORRESPONDENTE A
ESSE DIA.
• QUANDO O ESQUECIMENTO FOR SUPERIOR A 12 HORAS, DEIXAR O
COMPRIMIDO ESQUECIDO, CONTINUAR A TOMAR A PÍLULA E UTILIZAR
DURANTE 7 DIAS OUTRO MÉTODO ASSOCIADO.
PÍLULA COMBINADA
ESQUECIMENTO “ REGRA DOS 7 DIAS”
• SITUAÇÕES QUE POSSAM INTERFERIR COMA ABSORÇÃO: MEDIDAS
NÃO HORMONAIS ADICIONAIS NOS 7 DIAS SEGUINTES.
• CASO OS 7 DIAS PASSEM PARA O PERÍODO SEM TOMA DEVE SER
FEITA A PRÓXIMA EMBALAGEM SEM INTERVALO.
PÍLULA COMBINADA
ESQUECIMENTO “ REGRA DOS 7 DIAS” – 1ª SEMANA
• DEVE TOMAR O COMPRIMIDO QUA FALTA ASSIM QUE SE LEMBRAR,
MESMO QUE TOME DOIS EM SIMULTÂNEO.
• IRÁ CONTINUAR COM OS COMPRIMIDOS À HORA HABITUAL.
• DEVE USAR UM MÉTODO BARREIRA ADICIONAL DURANTE OS 7 DIAS
SEGUINTES.
• CASO TENHAM OCORRIDO RELAÇÕES NOS 7 DIAS ANTERIORES
DEVERÁ CONSIDERAR-SE A POSSIBILIDADE DE GRAVIDEZ.
PÍLULA COMBINADA
ESQUECIMENTO “ REGRA DOS 7 DIAS” – 2ª SEMANA
• DEVE TOMAR O COMPRIMIDO QUE FALTA ASSIM QUE SE LEMBRAR,
MESMO QUE TOME 2 EM SIMULTÂNEO.
• IRÁ CONTINUAR COM OS COMPRIMIDOS À HORA HABITUAL.
• DESDE QUE TENHA TOMADO OS COMPRIMIDOS CORRECTAMENTE NOS
7 DIAS QUE ANTECEDERAM O ESQUECIMENTO, NÃO EXISTE
NECESSIDADE DE USAR MEDIDAS ADICIONAIS.
• SE NÃO FOR O CASO OU TENHA ESQUECIDO MAIS QUE 1 COMPRIMIDO,
DEVERÁ USAR MEDIDAS COMPLEMENTARES NOS 7 DIAS SEGUINTES.
PÍLULA COMBINADA
ESQUECIMENTO “ REGRA DOS 7 DIAS” – 3ª SEMANA
• O RISCO É ELEVADO.
• CASO TENHA TOMADO NOS 7 DIAS ANTERIORES NÃO É NECESSÁRIO
TOMAR QUAISQUER MEDIDAS ADICIONAIS E DEVERÁ SELECCIONAR
UMA DAS 2 HIPÓTESES.
• CASO NÃO TENHA CUMPRIDO OS 7 DIAS ANTERIORES DEVE APENAS
SELECCIONAR A 1ª HIPÓTESE E USAR PRECAUÇÕES NOS 7 DIAS
SEGUINTES.
PÍLULA COMBINADA
ESQUECIMENTO “ REGRA DOS 7 DIAS” – 3ª SEMANA
1ª HIPOTESE: DEVE TOMAR O COMPRIMIDO ASSIM QUE SE LEMBRAR
MESMO QUE TOME 2 EM SIMULTÂNEO. MANTÊM O HORÁRIO E A
EMBALAGEM SEGUINTE DEVE SER INICIADA ASSIM QUE A EMBALAGEM
ACTUAL TERMINA.
2º HIPÓTESE: PODE SUSPENDER A TOMAR DA EMBALAGEM ACTUAL.
DEVE CUMPRIR UM INTERVALO DE 7 DIAS SEM TOMA INCLUINDO OS DIAS
QUE FALHOU E RECOMEÇAR DEPOIS COM A NOVA EMBALAGEM.
PÍLULA COMBINADA
PARAGEM
• NÃO HÁ QUALQUER VANTAGEM EM INTERROMPER PERIODICAMENTE
• QUANDO A UTILIZADORA DESEJAR ENGRAVIDAR DEVE SER AVISADA
QUE SÓ DEVE ENGRAVIDAR APÓS O CICLO ESPONTÂNEO.
• DEVE SER INTERROMPIDA 4 SEMANAS ANTES DE UMA INTERVENÇÃO
CIRÚRGICA OU DE QUALQUE OUTRA SITUAÇÃO EM QUE HAJA
IMOBILIZAÇÃO PROLONGADA.
PÍLULA COMBINADA
PRECAUÇÕES
• UTENTES MEDICADAS COM ANTICONVULSIVOS OU ANTIBIÓTICOS
(DEVE SER ASSOCIADO OUTRO MÉTODO). SE A TERAPÊUTICA FOR DE
LONGA DURAÇÃO É PREFERÍVEL USAR OUTRO MÉTODO.
• SITUAÇÕES DE DIARREIRA E VÓMITOS (ASSOCIAR OUTRO MÉTODO
DURANTE 10 DIAS).
PÍLULA PROGESTATIVA
AS PREPARAÇÕES ORAIS CONTENDO APENAS PROGESTAGÉNEOS SÃO
CONHECIDAS COMO MINIPÍLULA.
• NÃO INIBEM A OVULAÇÃO.
• EFEITO ANTICONCEPCIONAL BASEIA-SE PRINCIPALMENTE NO EFEITO
DOS PROGESTACIONAIS LOCAIS DO ENDOMÉTRIO E NO COLO DO
ÚTERO.
• INIBEM A PROLIFERAÇÃO DO ENDOMÉTRIO INIBINDO A NIDÃÇÃO.
• IMPEDEM A MIGRAÇÃO DOS ESPERMATOZÓIDES NO CANAL CERVICAL.
PÍLULA PROGESTATIVA
PROGESTAGÉNIOS
• SÃO DERIVADOS DA 19 – NORTESTOSTERONA (DESOGESTREL, LEVONORGESTRAL OU LINESTRENOL).
• DESOGESTREL (CERAZETTE)
• - 28 COMPRIMIDOS COM TOMA ININTERRUPTA
PÍLULA PROGESTATIVA
EFICÁCIA:
• 0,5 A 1,5 GRAVIDEZES EM 100 MULHERES/ ANO
PÍLULA PROGESTATIVA
INDICAÇÕES
• CONTRACEPÇÃO EM SITUAÇÕES EM QUE OS ESTROGÉNIOS ESTÃO
CONTRA- INDICADOS.
• CONTRACEPÇÃO EM ALGUMAS MULHERES EM CLIMATÉRIO.
• CONTRACEPÇÃO DURANTE O ALEITAMENTE MATERNO.
PÍLULA PROGESTATIVA
VANTAGENS
• ELEVADA EFICÁCIA CONTRACEPTIVA.
• PODE SER UTILIZADA EM ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE OS ESTROGÉNIOS ESTÃO CONTRA – INDICADOS.
• PODE SER UTILIZADA EM MULHERES A AMAMENTAR.
• PODE CONTRIBUIR PARA A PREVENÇÃO DE DOENÇA FIBROQUÍSTICA
DA MAMA, CANCRO DO OVÁRIO, ENDOMÉTRIO E DIP.
• NÃO ALTERA A FERTILIDADE APÓS A SUSPENSÃO DO MÉTODO.
• NÃO TEM LIMITE DE IDADE PARA O SEU USO.
• MULHERES FUMADORAS COM MAIS DE 35 ANOS.
PÍLULA PROGESTATIVA
DESVANTAGENS
• EXIGE EMPENHO DA MULHER NA TOMA DIÁRIA.
• PODEM OCORRER HEMORRAGIAS VAGINAIS EM INTERVALOS IRREGULARES DURANTE A TOMA DA PÍLULA.
• PODE TAMBÉM NÃO OCORRER NENHUMA HEMORRAGIA.
• NÃO PROTEGE CONTRA DST´s.
• NÃO PREVINE GRAVIDE ECTÓPICA (EMBORA COM MENOR INCIDÊNCIA).
PÍLULA PROGESTATIVA
CONTRA – INDICAÇÕES ABSOLUTAS
• GRAVIDEZ.
• NEOPLASIA HORMONODEPENDENTE.
• HEMORRAGIA GENITAL ANORMAL SEM DIAGNÓSTICO CONCLUSIVO.
• TUMOR HEPÁTICO OU DOENÇA HEPÁTICA CRÓNICA.
• ICTERÍCIA COLESTÁTICA NA GRAVIDEZ.
• AVC, DOENÇA ARTERIAL CEREBRAL OU CORONÁRIA, TROMBOFLEBITE
E DOENÇA PREDISPONDO A ACIDENTES TROMBÓLICOS.
PÍLULA PROGESTATIVA
CONTRA – INDICAÇÕES RELATIVAS
• É NECESSÁRIO SUJEITAR AS UTILIZADORAS NAS SEGUINTES CONDIÇÕES A UM CONTROLO PERIÓDICO:
•
•
•
•
•
DIABETES MELLITUS
HIPERTENSÃO
HIPERDISLIPIDÉMIAS
DEPRESSÃO GRAVE
EPILEPSIA E OUTRAS DOENÇAS CUJA TERAPÊUTICA POSSA INTERFERIR
• CEFALEIAS GRAVES TIPO ENXAQUECA
• VARIZES ACENTUADAS
A EXISTÊNCIA DE 2 OU MAIS CIR TRANSFORMA A SITUAÇÃO EM CIA.
PÍLULA PROGESTATIVA
EFEITOS COLATERAIS
• HEMORRAGIA VAGINAL COM INTERVALOS VARIÁVEIS.
• NÁUSEAS E VÓMITOS.
• CEFALEIAS.
• ALTERAÇÃO DO PESO.
• MASTODÍNIA.
• REACÇÃO CUTÂNEA.
PÍLULA PROGESTATIVA
CUIDADOS COM A TOMA
• INICIAR NO 1º DIA DO CICLO OU AO LONGO DO 1 º MÊS DO PÓSPARTO.
• TOMAR DIARIAMENTE À MESMA HORA, ININTERRUPTAMENTE.
PÍLULA PROGESTATIVA
ESQUECIMENTO
• TOMAR O COMRIMIDO ESQUECIDO ASSIM QUE SE LEMBRAR E TOME
OS COMPRIMIDOS SEGUINTES Á HORA HABITUAL.
• QUANDO O ESQUECIMENTO FOR SUPERIOR A 12 HORAS, A EFICÁCIA
DA PÍLULA PODE SER REDUZIDA.
• UTILIZE UM MÉTODO COMPLEMENTAR DURANTE 7 DIAS SEGUINTES
AO ESQUECIMENTO.
• SE SE ESQUECER DE 1 COMPRIMIDO NA 1ª SEMANA E HOUVE RELAÇÕES NA SEMANA ANTERIOR HÁ RISCO DE GRAVIDEZ.
PÍLULA PROGESTATIVA
PARAGEM
• NÃO HÁ VANTAGEM EM INTERROMPER PERIODICAMENTE.
• QUANDO A UTILIZADORA DESEJAR ENGRAVIDAR DEVE SER AVISADA
QUE SÓ DEVE ENGRAVIDAR APÓS UM CICLO ESPONTÂNEO.
• DEVESER INTERROMPIDA 4 SEMANAS ANTES DE UM INTERVENÇÃO
CIRÚRGICA OU DE QUALQUER OUTRA SITUAÇÃO EM QUE HAJA
IMOBILIZAÇÃO PROLONGADA.
PÍLULA PROGESTATIVA
PRECAUÇÕES
• UTENTES MEDICADAS COM ANTICONVULSIVOS OU ANTIBIÓTICOS
(DEVE SER ASSOCIADO OUTRO MÉTODO). SE A TERAPÊUTICA FOR DE
LONGA DURAÇÃO É PREFERÍVEL MUDAR DE MÉTODO.
• SITUAÇÕES DE DIARREIRA E VÓMITOS (ASSOCIAR OUTRO MÉTODO
DURANTE 10 DIAS).
INJÉCTÁVEL
CONSISTE NA ADMINISTRAÇÃO DE PROGESTAGÉNIOS PELA VIA INJECTÁVEL:
• MÉTODO EFICAZ E SEGURO.
• DURAÇÃO DE 3 MESES.
• PODE SER UTILIZADO EM QUALQUER IDADE.
• CONCENTRAÇÃO HORMONAL MAIS ELEVADA EM RELAÇÃO ÁS PÍLULAS PROGESTATIVAS.
INJÉCTÁVEL
PREPARAÇÃO COMERCIALIZADA:
• MEDROXIPROGESTERONA (150MG / ML – 1ML)
EFICÁCIA
• 0,0 A 1,3 GRAVIDEZES EM 100 MULHERES / ANO.
INJÉCTÁVEL
VANTAGENS
• UTILIZAÇÃO PRÁTICA E NÃO INTERFERE COM A RELAÇÃO SEXUAL.
• NÃO NECESSITA MOTIVAÇÃO ( COMO OS CO).
• NÃO TEM OS EFEITOS SECUNDÁRIOS DOS ESTROGÉNIOS.
• PODE SER UTILIZADA DURANTE O ALEITAMENTO.
INJÉCTÁVEL
VANTAGENS
• A AMENORREIA QUE PROVOCA PODE SER ÚTIL.
• DIMUI O RISCO DE DIP, GRAVIDEZ ECTÓPICA E CARCINOMA DO
ENDOMÉTRIO.
• NÃO TEM EFEITOS SOBRE OS FACTORES DE COAGULAÇÃO, TENSÃO
ARTERIAL OU FÍGADO.
• MELHORA SITUAÇÕES PATOLÓGICAS DE ENDOMETRIOSE, ANEMIA
DAS CÉLULAS FALCIFORMES E EPILEPSIA.
INJÉCTÁVEL
DESVANTAGENS
• PROVOCAM IRREGULARIDADES NO CICLO MENSTRUAL QUE PODEM
VARIAR DE “SPOTTING” A AMENORREIA.
• PODE HAVER ATRASO ATRAVÉS DE POUCOS MESES DE RETORNO AOS
NÍVEIS ANTERIORES DE FERTILIDADE.
• EM ALGUNS CASOS VERIFICA-SE ACENTUADO AUMENTO DE APETITE.
• PODE CAUSAR CEFALEIAS, MASTODÍNIA, ACNE, DIMINUIÇÃO DO
DESEJO SEXUAL.
• NÃO PROTEGE DE DST´s.
INJÉCTÁVEL
INDICAÇÕES
• QUANDO É NECESSÁRIO UM MÉTODO DE GRANDE EFICÁCIA E OS CO
NÃO SÃO DESEJÁVEIS.
• QUANDO EXISTE SITUAÇÃO PATOLÁGICA QUE PODE MELHORAR COM
ESTE CONTRACEPTIVO.
• QUANDO PRETENDE UMA CONTRACEPÇÃO EFICAZ E DE CURTA
DURAÇÃO ( EX: ANTES DE LAQUEAR AS TROMPAS).
• NO PÓS- PARTO.
INJÉCTÁVEL
CONTRA – INDICAÇÕES ABSOLUTAS
• GRAVIDEZ.
• NEOPLASIAS HORMONODEPENDENTES.
• HIPERTENSÃO GRAVE.
• DIABETES MELLITUS COM LESÕES VASCULARES.
• ANTECEDENTES DE ACIDENTE CARDIOVASCULAR TROMBOEMBÓLICO
• DOENÇA HEPÁTICA EM ACTIVIDADE.
INJÉCTÁVEL
CONTRA – INDICAÇÕES REALATIVAS
• HEMORRAGIA VAGINAL DE CAUSA NÃO ESCALRECIDA.
• MULHERES QUE DESEJAM ENGRAVIDAR DE IMEDIATO APÓS SUSPENSÃO DO MÉTODO.
• MULHERES QUE NÃO ACEITAM A IRREGULARIDADE DO CICLO.
INJÉCTÁVEL
CUIDADOS COM A ADMINISTRAÇÃO
• INJECÇÃO INTRAMUSCULAR ATÉ AO 7º DIA DO CICLO OU AO LONGO
DO 1º MÊS DO PÓS – PARTO OU PÓS- ABORTO.
• REPETIR DE 12 EM 12 SEMANAS.
IMPLANTE
• CONSISTE NA ADMINISTRAÇÃO CONTINUADA DE PROGESTAGÉNIO EM
BAIXA DOSE ATRAVÉS DE UM IMPLANTE QUE É INSERIDO POR BAIXO
DA PELE.
• CONSTITUÍDO POR UM BASTONETE QUE LIBERTA CONTINUAMENTE
DESOGESTREL.
• É FACIL DE COLOCAR E REMOVER.
• TEM UMA DURAÇÃO DE 3 ANOS.
APRESENTAÇÃO DISPONÍVEL:
• DESOGESTREL ( 68MG)
EFICÁCIA:
• 0,0 A 0,7 GRAVIDEZES EM 100 MULHERES / ANO.
IMPLANTE
INDICAÇÕES
• QUANDO SE PRETENDE UM MÉTODO CONTRACEPTIVO EFICAZ DE
LONGA DURAÇÃO.
IMPLANTE
COLOCAÇÃO
• DEVE SER FEITA POR MÉDICO FAMILIARIZADO COM O PROCEDIMENTO.
• INSERÇÃO SUBCUTÂNEA NO ANTEBRAÇO.
• DEVE SER INSERIDO NOS DIAS 1 A 5 DO CICLO NATURAL DA MULHER
OU NO DIA SEGUINTE À TOMA DO ÚLTIMO COMPRIMIDO ACTIVO DE
COC, O MAIS TARDAR NO ÚLTIMO DIA DE INTERVALO DOS COMPRIMIDOS OU APÓS O ÚLTIMO COMPRIMIDO PLACEBO.
IMPLANTE
VANTAGENS
• UTILIZAÇÃO PRÁTICA, LONGA DURAÇÃO, NÃO INTERFERE COM A
RELAÇÃO SEXUAL.
• NAÕ NECESSITA MOTIVAÇÃO (COM OS CO).
• NÃO TEM OS EFEITOS SECUNDÁRIOS DOS ESTROGÉNIOS.
• PODE SER UTILIZADA DURANTE O ALEITAMENTO.
• MELHORA A DISMENORREIA.
• NÃO TEM EFEITOS NOS FACTORES DE COAGULAÇÃO, FIBRINÓLISE, TA
OU FÍGADO.
• NÃO MOSTROU TER EFEITOS ADVERSOS NA MASSA ÓSSEA.
IMPLANTE
DESVANTAGENS
• PODE PROVOCAR IRREGULARIDADES NO CICLO MENSTRUAL QUE
PODEM VARIAR DE “SPOTTING”.
• PODE CAUSAR LIGEIRO AUMENTO DE PESO, CEFALEIAS, NÁUSEAS,
VARIAÇÕES DE HUMOR.
• NECESSIDADE DE PROFISSIONAL TREINADO PARA INSERÇÃO E REMOÇÃO.
• NÃO PROTEGE DE DST`S.
IMPLANTE
CONTRA – INDICAÇÕES ABSOLUTAS
• GRAVIDEZ.
• NEOPLASIA HORMONODEPENDENTES.
• DIABETES MELLITUS COM LESÕES VASCULARES.
• ANTECEDENTES DE ACIDENTE CARDIOVASCULAR TROMBOEMBÓLICO.
• DOENÇA HEPÁTICA CRÓNICA OU EM ACTIVIDADE.
IMPLANTE
CONTRA – INDICAÇÕES RELATIVAS
• HEMORRAGIA VAGINAL DE CAUSA NÃO ESCLARECIDA.
• MULHERES QUE NÃO ACEITAM AS IRREGULARIDADES DO CICLO.
IMPLANTE
INTERACÇÕES
• COM FÁRMACOS QUE POSSAM ORIGINAR UM AUMENTO DA DEPURAÇÃO DAS HORMONAS SEXUAIS, PODENDO CONSUZIR A HEMORRAGIA
E FALÊNCIA CONTRACEPTIVA.
• DEVIDO A INDUÇÃO HEPÁTICA ENZIMÁTICA.
SISTEMA INTRA - UTERINO
CONSISTE UM PERÍODO NUM DISPOSITIVO INTRA – UTERINO QUE LIBERTA
DE UMA FORMA CONTINUADA UMA HORMONA, DURANTE UM PERÍODO
PROLONGADO.
• CONSTÍTUIDO POR UM DISPOSITIVO DE PLÁSTICO EM FORMA DE T E
UM RESERVATÓRIO HORMONAL QUE LIBERTA LEVAONORGESTREL.
• É DE FÁCIL INSERÇÃO.
• TEM UMA DURAÇÃO DE 5 ANOS.
APRESENTAÇÃO DISPONÍVEL
• MIRENA (LEVONORGESTREL 52 MG).
EFICÁCIA
0,1 GRAVIDEZES EM 100 MULHERES / ANO.
SISTEMA INTRA - UTERINO
MECANISMO DE ACÇÃO
• LIBERTAÇÃO DE 20 µg DE LEVONORGESTREL / 24 HORAS.
• TORNA O MUCO CERVICAL MAIS ESPESSO.
• TORNA O ENDOMÉTRIO MAIS FINO.
• DIFICULTA A MOVIMENTAÇÃO DOS ESPERMATOZÓIDES.
• TEM ALGUM EFEITO INIBITÓRIO DA OVULAÇÃO.
SISTEMA INTRA - UTERINO
INDICAÇÕES
• TODAS AS MULHERES QUE PRETENDAM UMA CONTRACEPÇÃO EFICAZ
DE LONGA DURAÇÃO.
• SITUAÇÕES EM QUE OS COC E OS ESTROGÉNIOS ESTEJAM CONTRA –
INDICADOS.
SISTEMA INTRA - UTERINO
COLOCAÇÃO
• DEVE SER INSERIDO POR UM MÉDICO FAMILIARIZADO COM O PROCEDIMENTO.
• INSERÇÃO NA CAVIDADE UTERINA.
• DEVE SER INSERIDO NOS 7 DIAS SEGUINTES DA MENSTRUAÇÃO.
• PODE SER SUBSTITUÍDO POR UM NOVO SISTEMA EM QUALQUER
ALTURA DO CICLO.
SISTEMA INTRA - UTERINO
VANTAGENS
• EFICÁCIA ELEVADA, NÃO DEPENDETE DA ADESÃO AO TRATAMENTO.
• CONCENTRAÇÃO HORMONAL SISTÉMICA BAIXA.
• ACÇÃO LOCAL.
• CÓMODO.
• FUMAR NÃO ESTÁ CONTRA – INDICADO.
SISTEMA INTRA - UTERINO
DESVANTAGENS
• OS FÁRMACOS INDUTORES DE ENZIMAS HEPÁTICAS PODEM, TEORICAMENTE, AUMENTAR A DEPURAÇÃO DAS HORMONAS ESTERÓIDES E
IMPEDIR A EFICÁCIA DO CONTRACEPTIVO HORMONAL.
• DEVIDO À SUA ACÇÃO LOCAL O RISCO DE GRAVIDEZ É MUITO REDUZIDO.
SISTEMA INTRA - UTERINO
CONTRA - INDICAÇÕES
• GRAVIDEZ
• DIP CRÓNICA OU RECORRENTE
• INFECÇÃO DO TRACTO GENITAL INFERIOR
• ENDOMETRIOSE
• CERVICITE
• DISPLASIA CERVICAL
• DOENÇA MALIGNA UTERINA OU CERVICAL
SISTEMA INTRA - UTERINO
CONTRA - INDICAÇÕES
• HEMORRAGIA UTERINA ANÓMALA NÃO DIAGNOSTICADA.
• ANOMALIA CONGÉNITA OU ADQUIRIDA, INCLUINDO FIBROMAS.
• ESTADOS DE MAIOR SUSCEPTIBILIDADE A INFECÇÕES.
• DOENÇA HEPÁTICA AGUDA OU TUMOR HEPÁTICO.
SISTEMA INTRA - UTERINO
INTERACÇÕES
• HEMORRAGIA UTERINA ANÓMALA NÃO DIAGNOSTICADA.
• ANOMALIA CONGÉNITA OU ADQUIRIDA, INCLUINDO FIBROMAS.
• ESTADOS DE MAIOR SUSCEPTIBILIDADE A INFECÇÕES.
• DOENÇA HEPÁTICA AGUDA OU TUMOR HEPÁTICO.
SISTEMA INTRA - UTERINO
PRECAUÇÕES
• REALIZAR EXAME DE ACOMPANHAMENTO APÓS 3 MESES DE INSERÇÃO E DEPOIS COM INTERVALOS DE 1 ANO.
• EM CASO DE SUSPEITA DE EXPULSÃO DEVE CONTACTAR DE IMEDIATO
O MÉDICO.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
SISTEMA DESTINADO A SER COLOCADO À PELE, SENDO AS HORMONAS
GRADUALMENTE ABSORVIDAS ATRAVÉS DESTA
• ADMINISTRAÇÃO DE ESTROGÉNIOS E PROGESTAGÉNIOS.
• COLOCAÇÃO DE 1 SISTEMA / SEMANA DURANTE 3 SEMANAS.
• INTERVALA UMA SEMANA SEM SISTEMA.
• CARACTERÍSTICAS SEMELHANTES AOS COC.
• REACÇÕES ADVERSAS LOCAIS.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
APRESENTAÇÃO DISPONÍVEL
• EVRA
• 3 A 9 SISTEMAS
• NÃO COMPARTICIPADO
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
MECANISMO DE ACÇÃO
• INIBIÇÃO DA OVULAÇÃO.
• ALTERAÇÕES DO MUCO CERVICAL.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
EFICÁCIA
• EFICÁCIA GLOBAL DO MÉTODO
• 0,9 GRAVIDEZES POR 100 MULHERES / ANO
• EFICÁCIA PARA MULHERES COM PESO < 90 KG
• 0,6 GRAVIDEZES POR 100 MULHERES / ANO
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
VANTAGENS
• MAIOR ADESÃO TERAPÊUTICA.
• NÃO PROVOCA AUMENTO DE PESO.
• COBERTURA EM CASO DE VÓMITOS E DIARREIA.
• EVITA AS VARIAÇÕES PLASMÁTICAS QUE OCORREM COM A ADMINISTRAÇÃO ORAL.
• BOM PERFIL DE SEGURANÇA.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
DESVANTAGENS
• IRRITAÇÃO NO LOCAL DE APLICAÇÃO SISTÉMICA.
• POUCO ESTÉTICO.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
INDICAÇÕES:
• CONTRACEPÇÃO COMBINADA PARA MULHERES ENTRE OS 18 E OS 45
ANOS.
• MULHERES QUE TÊM BAIXA ADESÃO AOS COC DEVIDOAO ESQUECIMENTO.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
CONTRA - INDICAÇÕES:
• TROMBOSES.
• PA ELEVADA.
• DIABETES MELLITUS ASSOCIADA A ALTERAÇÕES CARDÍACAS OU
CIRCULATÓRIAS.
• TUMORES HORMONODEPENDENTES.
• DOENÇA HEPÁTICA GRAVE OU FUNÇÃO HEPÁTICA ANORMAL.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
LOCAIS DE APLICAÇÃO
APLICAR SEMPRE EM PELE LIMPA E SECA, EVITANDO A APLICAÇÃO DE
CREMES, LOÇÕES, ÓLEOS, PÓ O U MAQUILHAGEM.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
CUIDADOS COM A APLICAÇÃO
• DEVE SER MUDADO O SISTEMA NO MESMO DIA DA SEMANA.
• NUNCA DEIXAR DE COLOCAR O SISTEMA POR MAIS DE 7 DIAS.
• UTILIZAR APENAS UM ADESIVO DE CADA VEZ.
• EVITAR UTILIZAR O ADESIVO EM PELE VERMELHA, IRRITADA OU
ESFOLADA.
• NÃO APLICAR O NOVO ADESIVO NO LOCAL ONDE ESTAVA APLICADO O
ANTERIOR.
• VERIFICAR TODOS OS DIAS SE O SISTEMA NÃO DESCOLOU.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
ESQUECIMENTO DA APLICAÇÃO
EM CASO DE ATRASO A MEIO DO CICLO:
• MENOS DE 48 H – APLICAR NOVO PATCH
• MAIS DE 48 H – APLICAR NOVO PATCH. DEVERÁ UTILIZAR CONCOMITANTEMENTE UM CONTRACEPTIVO NÃO HORMONAL DURANTE 7 DIAS.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
ESQUECIMENTO DA APLICAÇÃO
NO FINAL DO CICLO:
SE SE ESQUECER DE RETIRAR O ADESIVO NA SEMANA 4, DEVERÁ
RETIRAR ASSIM QUE SE LEMBRAR E COLOCAR O NOVO ADESIVO NA
DATA PREVISTA.
SISTEMAS TRANSDÉRMICOS
SE O ADESIVO SE DESCOLAR
• MENOS DE 24 HORAS – TENTAR COLAR DE NOVO OU APLICAR NOVO
PATCH.
• MAIS DE 24 HORAS OU SE NÃO SOUBER HÁ QUANTO TEMPO –
APLICAR UM NOVO PATCH.
INICIAR DE IMEDIATO UM OVO CICLO DE 4 SEMANAS. DEVERÁ UTILIZAR,
CONCOMITANTEMENTE, UM CONTRACEPTIVO NÃO HORMONAL DURANTE
7 DIAS.
DISCOS VAGINAIS
TRATA-SE DE UM CONTRACEPTIVO COMBINADO COM A ADMINISTRAÇÃO
VAGINAL
• ETINILESTRADIOL + ETONOGESTREL.
• CADA ANEL DEVE SER UTILIZADO DURANTE 3 SEMANAS.
• APÓS 3 SEMANAS SEGUE-SE UMA SEMANA SEM ANEL.
• É FACILMENTE INSERIDO E REMOVIDO PELA PRÓPRIA MULHER.
DISCOS VAGINAIS
APRESENTAÇÃO DISPONÍVEL
• NUVARING (APRESENTA VALORES HORMONAIS PLASMÁTICOS CONSTANTES).
• NÃO COMPARTICIPADO.
DISCOS VAGINAIS
EFICÁCIA
NO ENSAIO EFECTUADO COM 928 MULHERES / ANO:
• 0,65 GRAVIDEZES POR 100 MULHERES / ANO.
DISCOS VAGINAIS
VANTAGENS
• HORMONAS SEMELHANTES AOS RESTANTES COC.
• HEMORRAGIA PERIÓDICA DE ACORDO COM A REMOÇAÕ DO DISCO (VS
MINIPÍLULA, IMPLANTE E INJECTÁVEL).
• HÃO HÁ RISCO DE ESQUECIMENTO DIÁRIO DE “TOMA”.
DISCOS VAGINAIS
DESVANTAGENS
• APLICAÇÃO LOCAL NA VAGINA FEITA PELA PRÓPRIA MULHER.
• SENSAÇÃO DO CORPO ESTRNAHO, PROBLEMAS DURANTE A RELAÇÃO.
• PODE SER EXPELIDO ACIDENTALMENTE, DEVENDO SER SEINSERIDO
MASI RAPIDAMENTE POSSÍVEL.
• SE PERMANECER FORA ATÉ 3 HORAS A ACÇÃO CONTRACEPTIVA
MANTÉM-SE.
• SE PERMANECER FORA MAIS DE 3 HORAS A EFICÁCIA PODERÁ
DIMINUIR.
DISCOS VAGINAIS
EFEITOS SECUNDÁRIOS E CONTRA - INDICAÇÕES
SEMLHANTES AOS RESTANTES CONTRACEPTIVOS ORAIS COMBINADOS.
EFICÁCIA DOS MÉTODOS HORMONAIS:
PÍLULA COMBINADA
0,1 A 1 GRAV. 100 MULHERES / ANO
PÍLULA PROGESTATIVA
0,5 A 1,5 GRAV. 100 MULHERES / ANO
INJECTÁVEL
0,0 A 1,3 GRAV. 100 MULHERES / ANO
IMPLANTE
0,0 A 0,7 GRAV. 100 MULHERES / ANO
SIU
0,1 GRAV. 100 MULHERES / ANO
SISTEMA TRANSDÉRMICO
0,6 GRAV. 100 MULHERES / ANO
DISCO VAGINAL
0,65 GRAV. 100 MULHERES / ANO
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
CONJUNTO DE MÉTODOS QUE PODEM SER UTILIZADOS PARA PREVENIR
AUMA GRAVIDEZ, APÓS UMA RELAÇÃO SEXUAL NÃO PROTEGIDA OU NOS
CASOS EM QUE HOUVE FALHA NO USO DA CONTRACEPÇÃO ESCOLHIDA.
MUNDO
• 20 MILHÕES/ANO IVG PROVOCADAS EM CONDIÇÕES NÃO CONSIDERADAS DE SEGURANÇA.
• 80 MIL / ANO (200/ DIA) MORTES POR IVG NÃO SEGURAS.
• 1 EM 8 MORTES MATERNAS É RELACIONADA COM COMPLICAÇÕES
RELACIONADAS COM IVG.
PORTUGAL
• 20 000 A 40 000 IVG PROVOCADAS POR ANO POR GRAVIDEZES NÃO
DESEJADAS.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
DESTINA –SE A
• QUALQUER MULHER EM IDADE REPRODUTIVA COM VIDA SEXUAL
ACXTIVA ( INCLUSIVE ADOLESCENTES).
• RELAÇÕES SEXUAIS NÃO PROTEGIDAS.
• FALHA OU USO INCORRECTO DE CONTRACEPÇÃO.
• VIOLAÇÃO OU RELAÇÕES SEXUAIS NÃO DESEJADAS.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA:
LEGISLAÇÃO
LEI 12/ 2001 “ CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA”
“… A UTILIZAÇÃO PELA MULHER DE UM PÍLULA ANTICONCEPCIONAL, NAS
PRIMEIRAS 72 HORAS AP+OS A RELAÇÃO SEXUAL NÃO PROTEGIDA, NÃO
CONSENTIDA, OU NÃO EFICAZMENTE PROTEGIDA POR QUALQUER
OUTRO MEIO ANTICONCEPCIONAL REGULAR.”
“CONSIDERAM-SE CONTRACEPTIVOS DE EMERGÊNCIA, OS MEDICAMENTOS, COM INDICAÇÃO PARA O EFEITO, COM AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO.”
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
MÉTODOS
NÃO HORMONAL
• DISPOSITIVO INTRA – UTERINO COM COBRE.
HORMONAL
• MÉTODO DE YUSPE.
• PROGESTATIVO ( PÍLULA DO DIA SEGUINTE).
• MODULADOR SELECTIVO RECEPTORES PROGESTERONA.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
MÉTODO DE YUZPE
200 µg DE ETINILESTRADIOL
+
1 mg DE LEVONORGESTRTEL (2 mg DE NORGESTREL)
• INÍCIO DA TOMA ATÉ 72H APÓS RELAÇÃO SEXUAL ( OU 120H).
• DIMINUIÇÃO DA EFICÁCIA À MEDIDA QUE AS HORAS PASSAM…
TETRAGYNON
• ETINILESTRADIOL (2) + LEVONORGESTREL (2)
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
MÉTODO DE YUZPE
• DIANE
• GYNERA
• MARVELON
• MERCILON
• MICROGINON
• MINIGESTE
• MINULET
• NEOMONOVAR…
4+4
12 HORAS
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
MÉTODO DE PROGESTATIVO
• 1500 µg DE LEVONORGESTREL EM TOMA ÚNICA.
• TOMA ATÉ 72 H APÓS RELAÇÃO SEXUAL ( OU 120 H).
• MAIOR EFICÁCIA… EMBORA ESTA TAMBÉM DIMUA COM O TEMPO.
• APRESENTA MENOS EFEITOS SECUNDÁRIOS QUE A PÍLULA COMBINADA ( NÁUSEAS, VÓMITOS, TONTURAS, FADIGA).
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
MÉTODO DE PROGESTATIVO
NORLEVO, POSTINOR, LEVONELLO
• 1 COMPRIMIDO EM TOMA ÚNICA.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
MODULADOR SELECTIVO DOS RECEPTORES DA PROGESTERONA
• 30 MG DE ACETATO DE ULIPRISTAL EM TOMA ÚNICA.
• TOMA ATÉ 72 H APÓS A RELAÇÃO SEXUAL.
• MAIOR EFICÁCIA… EMBORA ESTA TAMBÉM DIMINUA COM O TEMPO.
• PROTEGE CERCA DE 3/5 GRAVIDEZES NÃO DESEJADAS.
• É UM MSRM NÃO COMPARTICIPADO.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
MODULADOR SELECTIVO DOS RECEPTORES DA PROGESTERONA
ELLAONE
• 1 COMPRIMIDO EM TOMA ÚNICA.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
MECANISMO DE ACÇÃO
• INIBIÇÃO OU ADIAMENTO DA OVULAÇÃO?
• PREVINEM A UNIÃO DO ESPERMATOZÓIDE AO ÓVULO?
• ACÇÃO ENDOMETRIAL (ALTERAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO)?
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
RISCOS
• FOI QUESTIONADA A SEGURANÇA DA CE.
• EM MAIS DE 20 ANOS DE UTILIZAÇÃO DA PCE NÃO SE REGISTARAM
MORTES OU COMPLICAÇÕES MÉDICAS GRAVES.
• AS PCE FORAM CONSIDERADAS MUITO SEGURAS E APROVADAS PELA
FDA EM 1997.
• AS DOSAGENS HORMONAIS SÃO BASTANTE BAIXAS.
• O TEMPO DE EXPOSIÇÃO É CURTO.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
EFEITOS SECUNDÁRIOS
• SÃO BENIGNOS E TÊM A DURAÇÃO MÁXIMA DE 24 / 48 HORAS.
• NÁUSEAS E VÓMITOS.
• NECESSIDADE DE REPETIR A DOSE SE VÓMITOS ATÉ 3 HORAS DEPOIS.
• HEMORRAGIA UTERINA ANÓMALA.
• TENSÃO MAMÁRIA, CEFALEIAS, TONTURAS E FADIGA.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA:
EFICÁCIA DA CE NSRM
PREVINE 3 A 4 GRAVIDEZES NÃO DESEJADAS
• EFICÁCIA DE 75 %.
• EFICÁCIA DIMINUI COM O INTERVALO DE TEMPO.
• EFICÁCIA NÃO SOBREPONÍVEL Á DOS RESTANTES CONTRACEPTIVOS
ORAIS.
A TAXA DE FALHAS ASSOCIADAS À PCE TORNA-SE INADEQUADA PARA
USO REGULAR.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
EFICÁCIA E EFEITOS SECUNDÁRIOS
MÉTODO YUZPE
PROGESTATIVO
< 24 HORAS
77%
95%
24 – 48 HORAS
36%
85%
48 72 HORAS
31%
58%
NÁUSEAS
43%
18%
VÓMITOS
16%
4%
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
CONTRA-INDICAÇÃO
• GRAVIDEZ, NÃO PODENDO, NO ENTANTO, INTERROMPÊ-LA.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
INTERACÇÕES
• MEDICAMENTOS INDUTORES ENZIMÁTICOS HEPÁTICOS (AUMENTO DO
METABOLISMO).
• ANTICONVULSIVANTES (FENOBARBITAL, FENITOÍNA, PRIMIDONA,
CARBAMAZEPINA).
• RFABUTINA, RIFAMPICINA,GRISEOFULVINA, RITONAVIR ( EFICÁCIA
DA CE DIMINUÍDA).
• A TOXICIDADE DA CICLOSPORINA PODE ESTAR AUMENTADA.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
PRECAUÇÕES
• APÓS A TOMA OS FLUXOS MENSTRUAIS SÃO GERALMENTE DE
ABUNDÂNCIA NORMAL E OCORREM NA DATA PREVISTA (ALGUNS DIAS
ANTES OU DEPOIS).
• REPETIÇÃO DA CE NO MESMO CICLO.
• MÉTODO NÃO INDICADO SE JÁ TIVEREM OCORRIDO RELAÇÕES
SEXUAIS DESPROTEGIDAS DURANTE ESSE CICLO.
• NÃO SUBSTITUI AS PRECAUÇÕES PARA TRANSMISSÃO DAS DST´S.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
RECOMENDAÇÕES
• APÓS A TOMA RECOMENDA-SE A AVALIAÇÃO DA NECESSIDADE DE SE
INICIAR OU ADAPTAR UM MÉTODO CONTRACEPTIVO REGULAR.
• NO CASO DE TOMAR UM CONTRACEPTIVO REGULAR SE O FLUXO
MENSTRUAL NÃO OCORRER DURANTE A PAUSA DOS 7 DIAS DO
CONTRACEPTIVO REGULAR DEVERÁ REALIZAR UM TESTE DE GRAVIDEZ.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
SISTEMA RESPIRATÓRIO
VIAS RESPIRATÓRIAS SUPERIORES
•
•
•
•
NARIZ
FARINGE
LARINGE
TRAQUEIA SUPERIOR
VIAS RESPIRATÓRIAS INFERIORES
•
•
•
•
•
TRAQUEIA INFERIOR
BRÔNQUIOS
BRONQUÍOLOS
ALVÉOLOS
PULMÕES
SISTEMA RESPIRATÓRIO
O AR ENTRA NO APARELHO RESPIRATÓRIO PELO NARIZ E PELA BOCA E
CHEGA À FARINGE PARA ALCANÇAR A LARINGE.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
NARIZ
PARTE
EXTERIOR
NARIZ
EXTERNO
CAVIDADE
INTERIOR
CAVIDADE
NASAL
PÊLOS.
CÉLULAS RECEPTORAS PARA O OLFACTO.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
NARIZ
HUMEDECER
CAVIDADE
NASAL
AQUECER
FILTAR
SISTEMA RESPIRATÓRIO
FARINGE
OROFARINGE
NASOFARINGE
LARINGOFARINGE
FARINGE
SISTEMA RESPIRATÓRIO
LARINGE
PRODUZ SOM
IMPEDE QUE
ALIMENTOS OU
OBJECTOS
ESTRANHOS
ENTREM NAS
ESTRUTURAS
RESPIRATÓRIAS
PASSAGEM AR
LARINGE
SISTEMA RESPIRATÓRIO
TRAQUEIA
A TRAQUEIA É A MAIOR DAS VIAS RESPIRATÓRIAS; COMEÇA NA LARINGE
E ACABA POR SE BIFURCAR NAS DUAS VIAS AÉREAS DE MENOR CALIBRE
(BRÔNQUIOS) QUE CONDUZEM AOS PULMÕES.
• 10 A 12,5 CM DE COMPRIMENTO E 2,5CM
DE DIÂMETRO.
• FORRADA POR MUCOSA.
• EPITÉLIO CILIADO QUE FACILITA A EXPULSÃO DE MUCOSIDADE E CORPOS
ESTRANHOS.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
BRÔNQUIOS
OS BRÔNQUIOS DIVIDEM-SE SUCESSIVAMENTE NUM GRANDE NÚMERO
DE VIAS AÉREAS, CADA VEZ DE MENOR TAMANHO (BRONQUÍOLOS),
SENDO OS RAMOS TERMINAIS MAIS FINOS. ESTA PARTE DO APARELHO
RESPIRATÓRIO É CONHECIDA COMO ÁRVORE BRÔNQUICA.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
BRONQUÍOLOS
NA EXTREMIDADE DE CADA BRONQUÍOLO ENCONTRAM-SE DEZENAS DE
CAVIDADES CHEIAS DE AR, OS ALVÉOLOS. CADA UM DOS PULMÕES
CONTÉM MILHÕES DE ALVÉOLOS E CADA ALVÉOLO ESTÁ RODEADO POR
UMA DENSA MALHA DE CAPILARES SANGUÍNEOS.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
ALVÉOLOS
O REVESTIMENTO DAS PAREDES ALVEOLARES É EXTREMAMENTE FINO E
PERMITE A TROCA ENTRE O OXIGÉNIO (QUE PASSA DOS ALVÉOLOS PARA
O SANGUE DOS CAPILARES) E UMA SUBSTÂNCIA DE DESPERDÍCIO, O
DIÓXIDO DE CARBONO (QUE PASSA DO SANGUE DOS CAPILARES PARA O
INTERIOR DOS ALVÉOLOS).
SISTEMA RESPIRATÓRIO
PULMÕES
OS PULMÕES SÃO OS DOIS MAIORES ÓRGÃOS DO APARELHO RESPIRATÓRIO; A SUA FORMA É SEMELHANTE A DUAS GRANDES ESPONJAS QUE
OCUPAM A MAIOR PARTE DA CAVIDADE TORÁCICA. CADA PULMÃO ESTÁ
DIVIDIDO EM SECÇÕES (LOBOS). O PULMÃO DIREITO É COMPOSTO POR
TRÊS LOBOS E O ESQUERDO POR DOIS.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
PLEURA
A PLEURA É UMA DUPLA CAMADA DE MEMBRANA SEROSA QUE FACILITA
O MOVIMENTO DOS PULMÕES EM CADA INSPIRAÇÃO E EXPIRAÇÃO.
ENVOLVE OS DOIS PULMÕES E, AO DOBRAR-SE SOBRE SI PRÓPRIA, REVESTE A SUPERFÍCIE INTERNA DA PAREDE TORÁCICA.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
CAIXA TORÁCICA
OS PULMÕES E DEMAIS ÓRGÃOS DO TÓRAX ESTÃO ALOJADOS NUMA
CAIXA ÓSSEA PROTECTORA CONSTITUÍDA PELO ESTERNO, PELAS COSTELAS E PELA COLUNA VERTEBRAL.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
MÚSCULOS INTERCOSTAIS
OS MÚSCULOS INTERCOSTAIS, SITUADOS ENTRE AS COSTELAS, COLABORAM COM O MOVIMENTO DA CAIXA TORÁCICA, PARTICIPANDO DESSE
MODO NA RESPIRAÇÃO.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
DIAFRAGMA
O MÚSCULO MAIS IMPORTANTE DA RESPIRAÇÃO, SEPARA OS PULMÕES DO ABDÓMEN.
ADERE À BASE DO ESTERNO, À PARTE INFERIOR
DA CAIXA TORÁCICA E À COLUNA VERTEBRAL.
QUANDO SE CONTRAI, AUMENTA O TAMANHO DA
CAVIDADE TORÁCICA E, PORTANTO, OS PULMÕES EXPANDEM-SE.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
CENTRO RESPIRATÓRIO
O CENTRO RESPIRATÓRIO, SITUADO NA PARTE INFERIOR DO CÉREBRO,
CONTROLA SUBCONSCIENTEMENTE A RESPIRAÇÃO QUE, EM GERAL, É
AUTOMÁTICA.
↓O2
↑CO2
↑FREQUÊNCIA
RESPIRATÓRIA
↓CO2
↓FREQUÊNCIA
RESPIRATÓRIA
SISTEMA RESPIRATÓRIO
SISTEMA RESPIRATÓRIO
FUNÇÕES
• TROCA DE GASES
• ELIMINAÇÃO DE GASES RESIDUAIS
SISTEMA DIGESTIVO
SISTEMA DIGESTIVO
BIOLOGIA DO APARELHO DIGESTIVO
O APARELHO DIGESTIVO, QUE SE ESTENDE
DESDE A BOCA ATÉ AO ÂNUS, ENCARREGA-SE
DE RECEBER OS ALIMENTOS, FRACCIONÁ-LOS
NOS SEUS NUTRIENTES (UM PROCESSO CONHECIDO COMO DIGESTÃO), ABSORVER ESTES
NUTRIENTES PARA A CORRENTE SANGUÍNEA E
ELIMINAR DO ORGANISMO OS RESTOS NÃO
DIGERÍVEIS DOS ALIMENTOS.
SISTEMA DIGESTIVO
TRACTO
DIGESTIVO
ÓRGÃOS
ANEXOS
SISTEMA
DIGESTIVO
SISTEMA DIGESTIVO
ESTRUTURAS DO TRACTO DIGESTIVO
•
•
•
•
•
•
•
BOCA
FARINGE
ESÓFAGO
ESTÔMAGO
INTESTINO DELGADO E GROSSO
RECTO
ÂNUS
ÓRGÃOS ANEXOS
•
•
•
•
•
•
DENTES
LÍNGUA
GLÂNDULAS SALIVARES
FÍGADO
VESÍCULA BILIAR
PÂNCREAS
SISTEMA DIGESTIVO
FASES
• MASTIGAÇÃO
• DEGLUTIÇÃO
• INGESTÃO
• DIGESTÃO
• ABSORÇÃO
• DEFECAÇÃO
SISTEMA DIGESTIVO
FUNÇÕES
• APROVEITAMENTO DE SUBSTÂNCIAS ALIMENTARES PARA MANUTENÇÃO DOS PROCESSOS VITAIS.
• TRANSFORMAÇÃO MECÂNICA E QUÍMICA DOS ALIMENTOS.
• TRANSPORTE DE ALIMENTOS DIGERIDOS, ÁGUA, E SAIS MINERAIS
PARA OS CAPILARES.
• ELIMINAÇÃO DE RESÍDUOS ALIMENTARES NÃO DIGERIDOS / ABSORVIDOS.
SISTEMA DIGESTIVO
BOCA
PONTO DE ENTRADA DE DOIS SISTEMAS: DIGESTIVO E RESPIRATÓRIO.
O SEU INTERIOR É REVESTIDO POR UMA MEMBRANA MUCOSA. OS CANAIS PROCEDENTES DAS GLÂNDULAS SALIVARES, TANTO NAS BOCHECHAS COMO POR BAIXO DA LÍNGUA E DO MAXILAR INFERIOR, ACABAM
NA BOCA.
NO PAVIMENTO DA CAVIDADE ORAL ENCONTRA-SE A LÍNGUA, QUE É
UTILIZADA PARA SABOREAR E MISTURAR OS ALIMENTOS.
LOCAL ONDE O ALIMENTO É INSERIDO E MASTIGADO PELOS DENTES.
SALIVA DAS GLÂNDULAS SALIVARES AJUDA NA FORMAÇÃO DE UM BOLO
ALIMENTAR.
SISTEMA DIGESTIVO
BOCA
É INICIADA A DEGLUTIÇÃO VOLUNTÁRIA E O BOLO É EMPURRADO PARA A
FARINGE.
RECEBE OS ALIMENTOS QUE O SER HUMANO INGERE, OS QUAIS PROPORCIONAM, ALÉM DOS NUTRIENTES NECESSÁRIOS PARA A SOBREVIVÊNCIA, AGRADÁVEIS SENSAÇÕES DE CHEIRO E GOSTO.
CHEIRO E GOSTO
RECEPTORES
OLFACTIVOS
DETECÇÃO DO
AROMA
PAPILAS
GUSTATIVAS
RESPONSÁVEIS
PELO PALADAR
SISTEMA DIGESTIVO
DENTES
OS ALIMENTOS SÃO DIVIDIDOS EM PARTÍCULAS MAIS FACILMENTE DIGERÍVEIS AO SEREM CORTADOS COM OS DENTES DA FRENTE (INCISIVOS) E
MASTIGADOS COM OS POSTERIORES (MOLARES).
OS DENTES, 32 NO ADULTO, TRITURAM OS ALIMENTOS, DE FORMA A
ESTES PODEREM SER INGERIDOS, PASSANDO À FARINGE.
FUNÇÕES
• MASTIGAÇÃO
• AUXILIO À FALA
SISTEMA DIGESTIVO
LÍNGUA
A LÍNGUA É O ÓRGÃO MUSCULAR QUE ESTÁ RELACIONADO COM O
SENTIDO DO PALADAR E QUE FICA LOCALIZADO NA PARTE VENTRAL DA
BOCA, QUE SERVE PARA "PROCESSAR" OS ALIMENTOS. PARTICIPA NA
FORMAÇÃO DOS FONEMAS DA FALA E É O ÚNICO MÚSCULO VOLUNTÁRIO
DO CORPO HUMANO QUE NÃO FADIGA.
FUNÇÕES
•
•
•
•
GOSTO
FALA
MASTIGAÇÃO
DEGLUTIÇÃO
SISTEMA DIGESTIVO
DIGESTÃO
A DIGESTÃO COMEÇA QUANDO A SALIVA QUE PROVÉM DAS GLÂNDULAS
SALIVARES REVESTE ESTAS PARTÍCULAS COM ENZIMAS DIGESTIVOS.
SALIVA
ENTRE AS REFEIÇÕES ELIMINA AS BACTÉRIAS.
CONTÉM ANTICORPOS E ENZIMAS (LISOZIMA) QUE FRACCIONAM AS
PROTEÍNAS E ATACAM AS BACTÉRIAS.
SISTEMA DIGESTIVO
A DEGLUTIÇÃO INICIA-SE VOLUNTARIAMENTE E CONTINUA DE FORMA
AUTOMÁTICA. PARA IMPEDIR QUE A COMIDA POSSA PASSAR PARA A
TRAQUEIA E CHEGAR AOS PULMÕES, UMA PEQUENA LINGUETA MUSCULAR (EPIGLOTE) FECHA-SE AO MESMO TEMPO QUE A ZONA POSTERIOR
DO CÉU DA BOCA (PALATO MOLE) SE LEVANTA PARA EVITAR QUE A
COMIDA SUBA PARA O NARIZ.
SISTEMA DIGESTIVO
FARINGE
ÓRGÃO MUSCULOSO, ONDE SE ENTRECRUZAM AS VIAS DIGESTIVA E
RESPIRATÓRIA. É NA FARINGE QUE OCORRE O FENÓMENO DA
DEGLUTIÇÃO, DURANTE O QUAL A EPIGLOTE FECHA A LARINGE (TUBO
DO APARELHO RESPIRATÓRIO).
SISTEMA DIGESTIVO
ESÓFAGO
TUBO MUSCULAR DE PAREDES FINAS, REVESTIDO INTERIORMENTE POR
UMA MEMBRANA MUCOSA, QUE LIGA A GARGANTA AO ESTÔMAGO. O
ALIMENTO NÃO DESCE POR EFEITO DA FORÇA DA GRAVIDADE, MAS SIM
DEVIDO A UMAS ONDAS RÍTMICAS DE CONTRACÇÃO E RELAXAMENTO
MUSCULAR, QUE SE DENOMINAM PERISTALTISMO.
AS SUAS PAREDES CONTRAEM-SE, RITMICAMENTE, EM MOVIMENTOS
PERISTÁLTICOS, EMPURRANDO O BOLO ALIMENTAR PARA O ESTÔMAGO,
PASSANDO ATRAVÉS DE UM ESFÍNCTER QUE ACTUA COMO VÁLVULA – A
CÁRDIA.
SISTEMA DIGESTIVO
CÁRDIA
IMPEDE QUE A COMIDA OU O ÁCIDO CLORÍDRICO DO ESTÔMAGO VOLTE
OU REFLUA PARA O ESÓFAGO.
SISTEMA DIGESTIVO
ESTÔMAGO
ÓRGÃO, DE PAREDES MUSCULOSAS, EM FORMA DE J OU DE FEIJÃO, COM
VOLUME APROXIMADO DE 1,5 LITROS. É REVESTIDO, INTERNAMENTE,
POR UMA CAMADA ESPESSA, DE MUCO E PREGAS, ONDE SE SITUAM AS
GLÂNDULAS GÁSTRICAS.
GLÂNDULAS
GÁSTRICAS
SUCO
GÁSTRICO
ÁGUA
ÁCIDO
CLORÍDRICO
ENZIMAS
SISTEMA DIGESTIVO
ESTÔMAGO
NORMALMENTE, DEMORA 2 A 6 HORAS A ESVAZIAR. O BOLO ALIMENTAR
É ENTÃO TRANSFORMADO EM QUIMO, O QUAL ABANDONA O ESTÔMAGO,
ATRAVÉS DE OUTRO ESFÍNCTER, O PILORO, PASSANDO AO INTESTINO
DELGADO.
SISTEMA DIGESTIVO
ESTÔMAGO
FUNÇÕES
• DIGESTÃO.
• SECREÇÃO DE SUCO GÁSTRICO.
• ABSORÇÃO DE PEQUENAS QUANTIDADES DE ÁGUA E SUBSTÂNCIAS
DISSOLVIDAS.
SISTEMA DIGESTIVO
ESTÔMAGO
AS DIFERENTES ESTRUTURAS DO ESTÔMAGO:
• FUNDO
• CORPO
• ANTRO
SISTEMA DIGESTIVO
ESTÔMAGO
ÁREA DE ARMAZENAMENTO PARA OS ALIMENTOS, CONTRAINDO-SE
RITMICAMENTE E MISTURANDO-SE COM OS ENZIMAS.
O MUCO COBRE AS CÉLULAS DO REVESTIMENTO PARA AS PROTEGER DO
DANO QUE O ÁCIDO E AS ENZIMAS
LHES PODERIAM CAUSAR.
MUCO
O ÁCIDO CLORÍDRICO PROPORCIONA A
ACIDEZ NECESSÁRIA PARA QUE A
PEPSINA FRACIONE AS PROTEÍNAS.
CÉLULAS
DAS
SUPERFÍCIE
GÁSTRICA
ÁCIDO
CLORÍDRICO
PRECURSOR
DA PEPSINA
A PEPSINA É RESPONSÁVEL PELO FRACIONAMENTO DE 10 % DAS PROTEÍNAS.
SISTEMA DIGESTIVO
INTESTINO DELGADO
O QUIMO É LIBERTADO NO DUODENO,
PRIMEIRO SEGMENTO DO INTESTINO DELGADO. GARANTE-SE ASSIM QUE O ALIMENTO ENTRA NO DUODENO ATRAVÉS DO ESFÍNCTER PILÓRICO EM QUANTIDADES QUE
O INTESTINO DELGADO POSSA DIGERIR .
O DUODENO RECEBE, ENZIMAS DO PÂNCREAS E BÍLIS DO FÍGADO. ESTES LÍQUIDOS CHEGAM AO DUODENO ATRAVÉS DO
ESFÍNCTER DE ODDI E CONTRIBUEM DE
FORMA IMPORTANTE PARA OS PROCESSOS
DE DIGESTÃO E DE ABSORÇÃO.
SISTEMA DIGESTIVO
INTESTINO DELGADO
FUNÇÕES
• RECEBE, ATRAVÉS DO CANAL COLÉDOCO, AS
SECREÇÕES DO FÍGADO E DO PÂNCREAS.
• DECOMPÕE QUIMICA E MECANICAMENTE O QUIMO.
• ABSORVE NUTRIENTES.
• TRANSPORTA MATERIAL NÃO DIGERIDO PARA O INTESTINO GROSSO.
SISTEMA DIGESTIVO
INTESTINO DELGADO
A SUA PAREDE É REVESTIDA POR VILOSIDADES INTESTINAIS.
VILOSIDADES INTESTINAIS
• VASOS LINFÁTICOS - QUILÍFERO
• VASOS SANGUÍNEOS
AUMENTAM A SUPERFÍCIE DE
ABSORÇÃO DOS NUTRIENTES
SISTEMA DIGESTIVO
INTESTINO DELGADO
OS PRIMEIROS CENTÍMETROS DO REVESTIMENTO DUODENAL SÃO LISOS,
MAS O RESTO DO REVESTIMENTO TEM PREGAS, PEQUENAS PROJEÇÕES
(VILOSIDADES) E ATÉ PROJECÇÕES AINDA MAIS PEQUENAS (MICROVILOSIDADES).
ESTAS VILOSIDADES E MICROVILOSIDADES AUMENTAM A ÁREA DA
SUPERFÍCIE DO REVESTIMENTO DO DUODENO, PERMITINDO COM ISSO
UMA MAIOR ABSORÇÃO DE NUTRIENTES.
SISTEMA DIGESTIVO
INTESTINO DELGADO
OS NUTRIENTES SÃO LEVADOS PARA O FÍGADO, PELA VEIA PORTA HEPÁTICA, OU PARA A CORRENTE SANGUÍNEA PELOS VASOS LINFÁTICOS.
SISTEMA DIGESTIVO
INTESTINO DELGADO
AS CÉLULAS PRODUZEM O SUCO INTESTINAL, O QUAL CONTÉM ENZIMAS
DIGESTIVAS QUE COMPLETAM A DIGESTÃO DO QUIMO, DANDO ORIGEM A
UNIDADES TÃO PEQUENAS QUE PODEM SER ABSORVIDAS, PASSANDO
PARA O SANGUE - O QUILO.
O JEJUNO E O ÍLEO FORMAM O RESTO DO INTESTINO DELGADO. ESTA
PARTE É A PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELA ABSORÇÃO DE GORDURAS E
OUTROS NUTRIENTES.
A PAREDE INTESTINAL LIBERTA MUCO E ÁGUA, QUE
LUBRIFICAM E DISSOLVEM O CONTEÚDO INTESTINAL,
AJUDANDO A DISSOLVER OS FRAGMENTOS DIGERIDOS. TAMBÉM SE LIBERTAM PEQUENAS QUANTIDADES DE ENZIMAS QUE DIGEREM AS PROTEÍNAS, OS
AÇÚCARES E AS GORDURAS.
SISTEMA DIGESTIVO
INTESTINO DELGADO
A CONSISTÊNCIA DO CONTEÚDO INTESTINAL MUDA GRADUALMENTE
CONFORME AVANÇA ATRAVÉS NO INTESTINO DELGADO. NO DUODENO É
SEGREGADA ÁGUA RAPIDAMENTE PARA DILUIR A ACIDEZ DO CONTEÚDO
DIGESTIVO PROVENIENTE DO ESTÔMAGO.
CONFORME O BOLO DIGESTIVO AVANÇA PARA A PORÇÃO INFERIOR DO
INTESTINO DELGADO, ELE TORNA-SE MAIS LÍQUIDO À MEDIDA QUE VÃO
SENDO ACRESCENTADOS ÁGUA, MUCO, BÍLIS E ENZIMAS PANCREÁTICOS.
SISTEMA DIGESTIVO
INTESTINO GROSSO
INCLUI O CEGO, O CÓLON, O RECTO E O ÂNUS, DÁ-SE A ABSORÇÃO DA
ÁGUA E SAIS MINERAIS, SENDO AS FEZES PREPARADAS E ARMAZENADAS ANTES DE SEREM DEFECADAS PELO ÂNUS.
SISTEMA DIGESTIVO
INTESTINO GROSSO
CONTÉM UM GRANDE NÚMERO DE BACTÉRIAS – FLORA INTESTINAL QUE SINTETIZAM VITAMINAS K E ALGUMAS DO COMPLEXO B, E ABSORVEM AS SUBSTÂNCIAS NÃO DIGERIDAS, COMO A CELULOSE.
SEGREGA MUCO E É O RESPONSÁVEL PRINCIPAL PELA ABSORÇÃO DA
ÁGUA E DOS ELECTRÓLITOS DAS FEZES.
O CONTEÚDO INTESTINAL É LÍQUIDO, MAS SOLIDIFICA-SE À MEDIDA QUE
ATINGE O RECTO SOB A FORMA DE FEZES.
A GRANDE VARIEDADE DE BACTÉRIAS QUE VIVEM NO INTESTINO
GROSSO PODEM DIGERIR ALGUMAS SUBSTÂNCIAS, O QUE FACILITA A
ABSORÇÃO DE NUTRIENTES PELO ORGANISMO.
SISTEMA DIGESTIVO
RECTO
CÂMARA QUE COMEÇA NO FIM DO INTESTINO GROSSO, IMEDIATAMENTE
A SEGUIR AO CÓLON SIGMÓIDE, ACABANDO NO ÂNUS. NORMALMENTE,
ESTÁ VAZIO PORQUE AS FEZES SÃO ARMAZENADAS MAIS ACIMA, NO
CÓLON DESCENDENTE.
SISTEMA DIGESTIVO
ÂNUS
ABERTURA QUE EXISTE NO FIM DO TRACTO GASTROINTESTINAL, PELA
QUAL OS MATERIAIS RESIDUAIS ABANDONAM O ORGANISMO. UM ANEL
MUSCULAR (ESFÍNCTER ANAL) É RESPONSÁVEL POR MANTER O ÂNUS
FECHADO.
SISTEMA DIGESTIVO
PÂNCREAS
ÓRGÃO ANEXO AO TUBO DIGESTIVO. SITUA-SE NA CAVIDADE ABDOMINAL, ABAIXO DO ESTÔMAGO.
FUNÇÕES
• ENDÓCRINAS
PRODUÇÃO DE SUBSTÂNCIAS.
EX. INSULINA
• EXÓCRINAS
LANÇA NO ID O SUCO PANCREÁTICO.
SISTEMA DIGESTIVO
PÂNCREAS
FUNÇÕES (CONT.)
• DISSOLUÇÃO DOS HIDRATOS DE CARBONO (AMILASE).
• DISSOLUÇÃO DE PROTEÍNAS (TRIPSINA).
• DISSOLUÇÃO DE TRIGLICÉRIDOS (LIPASE).
• DISSOLUÇÃO DE ÁCIDOS NUCLÉICOS (RIBO E DESOXIRRIBONUCLEASE).
SISTEMA DIGESTIVO
PÂNCREAS
2 TIPOS DE TECIDOS
• ACÍNOS (ENZIMAS)
• ILHÉUS (HORMONAS)
AS ENZIMAS DIGESTIVAS SÃO LIBERTADAS DESDE AS CÉLULAS DOS
ÁCINOS E CHEGAM AO CANAL PANCREÁTICO ATRAVÉS DE VÁRIOS
CANAIS.
O CANAL PANCREÁTICO PRINCIPAL LIGA-SE AO CANAL BILIAR AO NÍVEL
DO ESFÍNCTER DE ODDI, ATRAVÉS DO QUAL AMBOS SE LANÇAM NO
DUODENO.
SISTEMA DIGESTIVO
FÍGADO
SITUA-SE À DIREITA, POR CIMA DO ESTÔMAGO, E SEGREGA A BÍLIS, QUE
NEUTRALIZA A ACIDEZ DO QUIMO, PERMITINDO A ACÇÃO DAS ENZIMAS. É
LANÇADA NO INTESTINO DELGADO, ATRAVÉS DO CANAL COLÉDOCO.
SISTEMA DIGESTIVO
FÍGADO
FUNÇÕES
• METABOLISMO DOS HIDRATOS DE CARBONO
• METABOLISMO DOS LÍPIDOS
• METABOLISMO DAS PROTEÍNAS
• PROCESSAMENTO DE FÁRMACOS E HORMONAS
• EXCREÇÃO DE BILIRRUBINA
• EXCREÇÃO DE SAIS BILIARES
• ARMAZENAMENTO
• FAGOCITOSE
• ACTIVAÇÃO DA VITAMINA D
SISTEMA DIGESTIVO
VESÍCULA BILIAR
APARÊNCIA VERDE-ESCURO DEVIDO AO SEU CONTEÚDO – BILIS.
A BILIS É LANÇADA QUANDO A COMIDA CONTENDO GORDURA ENTRA NO
TRACTO DIGESTIVO, ESTIMULANDO A SECREÇÃO DE COLECISTOQUININA.
A BILIS EMULSIONA AS GORDURAS E NEUTRALIZA ÁCIDOS NA COMIDA
PARCIALMENTE DIGERIDA.
SISTEMA DIGESTIVO
VESÍCULA BILIAR
ENTRE AS REFEIÇÕES, OS SAIS BILIARES SÃO CONCENTRADOS NA
VESÍCULA BILIAR E SOMENTE UMA PEQUENA QUANTIDADE DE BÍLIS FLUI
DESDE O FÍGADO.
FUNÇÕES DA BÍLIS
• DIGESTÃO E ABSORÇÃO DAS GORDURAS.
• ELIMINAÇÃO DE PRODUTOS RESIDUAIS DO CORPO (HEMOGLOBINA E
EXCESSO DE COLESTEROL).
SINAIS
NERVOSOS
ALIMENTOS
NO DUODENO
SINAIS
HORMONAIS
COM A CONTRACÇÃO DA VESÍCULA: A BÍLIS
CHEGA AO DUODENO E MISTURA-SE COM O
CONTEÚDO ALIMENTAR.
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