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Biologia e Geologia
Planetas Gasosos ou Gigantes
- Têm geralmente muitos anéis.
- Têm muitos satélites naturais.
- Tens grandes dimensões.
- Têm baixa densidade (≈1g/cm3)
- Têm natureza gasosa (He, H, etc.)
- Têm movimento de rotação rápido.
Planetas Telúricos ou Terrestre
- Não têm anéis.
- Têm poucos ou nenhum satélite.
- Têm pequenas dimensões.
- Têm elevada densidade. (≈5g/cm3)
-Têm natureza rochosa ou metálica (Fe, Ni)
- Têm movimento de rotação lento.
Pequenos Corpos do Sistema Solar
1 – Asteroides – corpos com dimensões e formas variadas. Estão concentrados
essencialmente na cintura de asteroides entre Marte e Júpiter.
2 – Cometas – corpos pequenos com órbitas excêntricas e elípticas relativamente ao Sol.
Quando se aproximam do Sol, apresentam três partes distintas: Núcleo (rochoso, com
gases e H2O congelados), Cabeleira e Cauda. Têm origem na cintura de Kuiper e na nuvem
de cometas de Oort (situado para além da cintura de Kuiper).
3 – Meteoritos – fragmentos de asteroides ou de cometas que atingem a superfície da
Terra, originando crateras de impacto.
Meteoroides (estão no espaço)  Meteoros (tentam atravessar a atmosfera) 
 Meteoritos (caem na Terra)
Com base na textura e na composição química, os meteoritos classificam-se em:
1 – Sideritos ou Férreos – constituídos essencialmente por uma liga metálica de Fe-Ni.
Têm também inclusões de troilite (mineral pouco expressivo nas rochas da Terra, rico em
ferro e enxofre). São fortemente magnéticos e muito resistentes à erosão.
2 – Siderólitos ou Petroférreos – constituídos por Fe-Ni e por silicatos (olivina, piroxena,
etc.) em proporções idênticas.
3 – Aerólitos ou Pétreos – constituídos essencialmente por silicatos. Têm Fe-Ni, mas em
percentagem pequena.
Os Aerólitos ou
Pétreos
Condritos
(c/côndrulos)
(+ comuns)
Ordinários
Acondritos
(s/côndrulos)
Carbonáceos
1
Côndrulos – agregados esféricos com cerca de 1mm, por norma de olivina, piroxena e
plagioclases.
2
FORMAÇÃO DA TERRA
1 – Acreção – inicialmente, o planeta Terra foi alvo, tal como todos os outros planetas, im
impactos de planetesimais. Este facto conduziu a uma crescente acreção do próprio planeta
que contribuiu para um aumento significativo do mesmo.
2 – Compressão – o aumento das dimensões da Terra teria causado um aumento da
pressão no interior do planeta. Por outro lado, a compressão dos materiais novos sobre os
velhos contribuiu para um aumento significativo da temperatura do planeta. Verificou-se
também a desintegração de elementos radioativos (tório, urânio e potássio) que terão
libertado calor. Assim sendo, os materiais ficaram todos no estado líquido e teriam uma
distribuição homogénea.
3 – Diferenciação – após um arrefecimento progressivo, começou a verificar-se uma
diferenciação ou separação dos materiais, devido às diferentes densidades. Os materiais
mais pesados (Fe-Ni) migraram para o interior do planeta originando o núcleo. Os
materiais de média densidade (silicatos) concentraram-se na zona média originando o
manto, e os silicatos de menor densidade concentraram-se na superfície originando a
crosta.
Principais fontes que estão na origem do calor interno da Terra:
- Choque de planetesimais, aquando da formação do planeta (energia cinética transformada
em calor)
- Concentração gravitacional dos seus materiais constituintes
- Desintegração radioativa de materiais radioativos, que teriam libertado calor
Atmosfera primitiva
Devido ao vulcanismo, libertaram-se vários gases (vapor de água, entre outros) que deram
origem à atmosfera primitiva.
Sistema Terra-Lua
Teoria que explica a origem da Lua – TEORIA DA COLISÃO COM INJEÇÃO:
- A Lua teria sido formada a partir da Terra, quando um planetesimal de grandes dimensões
teria chocado contra a sua superfície, retirando-lhe uma porção. Posteriormente essa
porção teria sofrido acreção e diferenciação.
Relativamente à Terra, a Lua apresenta algumas características próprias:
- Tamanho reduzido
- Força gravítica fraca
- Ausência de atmosfera e de hidrosfera (não consegue atrair compostos gasosos)
- Atividade geológica interna nula
- Geodinâmica externa bastante reduzida
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MARES LUNARES
- Relevo plano
- Ocupam 1/3 da área total
- Têm tonalidades escuras
- Refletem pouca luz (6 a 7 %)
- São mais recentes
- Têm menos crateras
- São constituídos por basalto
- Predominam na face visível
CONTINENTES LUNARES
- Relevo acidentado
- Ocupam 2/3 da área total
- Têm tonalidades claras
- Refletem mais luz (ap. 18%)
- São mais antigos
- Têm mais crateras
- São constituídos por anortositos
- Predominam na face oculta
Existem também outras formas de relevo:
- Crateras de impacto – são estruturas deprimidas, relativamente circulares, de várias
dimensões.
- Mascons – são regiões rochosas de massa muito concentrada, existentes nos mares
lunares e detetadas por anomalias gravimétricas. Têm origem em lavas basálticas de elevada
densidade provenientes do manto lunar.
- Rególitos – material pulvurento, desde um fino pó até blocos com vários metros de
diâmetro, solto, de cor acinzentada e que tem na sua constituição pequenas esferas
vitrificadas (tiveram origem no arrefecimento rápido da lava, relacionada diretamente com
o impacto de meteoritos).
No passado, verificaram-se erupções vulcânicas na superfície da Lua, pois existem nesta
certas estruturas cuja formação está diretamente relacionada com a emissão de lavas. As
erupções vulcânicas estão associadas com os impactos dos meteoritos.
VISITA DE ESTUDO
Cabeço do Lexim – disjunção prismática no basalto que resultou da lenta consolidação do
magma na chaminé vulcânica. A formação de prismas e respetivas fraturas resultam das
diferenças de temperatura entre o magma e as rochas encaixantes da chaminé.
Lapiás – formações calcárias facilmente solubilizadas pelas águas gasocarbónicas (com
CO2), principalmente ao longo das diáclases, alargando-as.
Lagoa Azul – alteração do granito pela água da chuva que provoca erosão. Os minerais de
argila, acumulados na depressão, tornam o solo impermeável, permitindo a existência da
lagoa.
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Crosta Terrestre
Áreas Continentais
(1/3)
Escudos ou Cratões
Áreas Oceânicas (2/3)
Domínio Continental
Domínio Oceânico
Plataformas estáveis
Plataforma
Continental
Fossa Oceânica
Cadeias montanhosas
Talude Continental
Dorsal Oceânica
Planície abissal
Escudos – Base das montanhas erodidas ao longo do tempo, são zonas planas e extensas.
Plataformas estáveis – Escudos que não afloraram, cobertos por sedimentos marinhos.
Cadeias montanhosas – Estão em formação, em zonas de choque entre placas.
Plataforma continental – Zona submersa do continente pouco inclinada que está situada a
uma profundidade que pode chegar aos 200 metros.
Talude continental – Zona submersa do continente, está no prolongamento da plataforma,
apresenta um declive muito acentuado. Pode chegar aos 2500 metros.
Fossa oceânica – Zona profunda, deprimida e estreita. É o local onde se dá a destruição de
placa velha.
Dorsal oceânica – Zona situada no meio do oceano, cortada transversalmente por falhas
transformantes. Apresenta um vale, designado por rifte, por onde ascende o material
magmático vindo do manto. A dorsal apresenta pequenas elevações de um lado e do outro,
designadas por cristas.
Planície abissal – Zonas muito extensas e planas que constituem o fundo dos oceanos.
Estão situadas a uma profundidade de 5000 metros.
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Plataformas
estáveis
Escudos
Cadeias
montanhosas
Dorsal
Fossa
oceânica
Planície
abissal
Recursos Naturais
São depósitos de materiais que existem o que se pensa que existam e têm interesse
económico ou político.
Dividem-se em renováveis e não-renováveis.
Recursos renováveis energéticos: Solar, Eólica, Hídrica, Geotérmica, Biomassa
Recursos não renováveis energéticos: Petróleo, Carvão, Gás Natural
Recursos minerais metálicos: Pirite, Calcopirite
Recursos minerais não-metálicos: Areias, Argilas, Mármores, Granitos, Diamantes
O aumento demográfico e a crescente industrialização levaram a produção de resíduos
urbanos (Domésticos, Hospitalares, Industriais e Comerciais), radioativos, florestais
(Indústria de papel e Serrações) e Agropecuárias (Aviários e Suiniculturas). Os resíduos
levaram ao aumento da poluição da água, do solo e do ar.
Resolução dos problemas dos resíduos:
- Incineração
- Aterros sanitários
- ETAR’s
- Compostagem
- ETRSU
- GRSU  Política dos 4R (reciclar, reutilizar, reduzir, recuperar)
Desenvolvimento sustentável – Conjunto de atitudes que nos permite gerir as nossas
necessidades atuais sem colocar em risco as necessidades das gerações futuras.
Proteção ambiental – Ordenamento do território, Conservação do Património Biológico,
Recuperação das Áreas Desagregadas, Redução dos Impactos Ambientais, Conservação do
Património Geológico e dos Geomonumentos.
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Métodos diretos de estudo do interior da Terra:
- Exploração de minas
- Sondagens
- Observação direta de afloramentos
- Estudo de rochas magmáticas associadas ao vulcanismo
Métodos indiretos:
- Planetologia
- Astrogeologia
- Densidade: massa da Terra é calculada pela aplicação da Lei da Atração Universal
d = m/v  maior profundidade, maior pressão, maior densidade
- Gravimetria: a força da gravidade varia consoante o lugar em que nos
encontramos, relativamente ao centro da Terra (zona de elevações ou depressões) –
Gravímetros: aparelhos que servem para detetar anomalias gravimétricas
Domas salinos – associado a jazidas de petróleo – baixa densidade – anomalia negativa
Cadeias montanhosas – baixa densidade nas suas raízes – anomalia negativa
- Geotermismo: principal fonte de energia térmica interna é a desintegração de
compostos radioativos que se encontram nas rochas.
Maior temperatura  Maior Profundidade
Gradiante – Taxa de variação da temperatura em função da profundidade
Grau – Nº de metros que é necessário aprofundar para que aumente 1ºC
Fluxo – Distribuição do calor na Terra por unidade de superfície e por unidade de tempo.
- Sismologia: propagação de ondas sísmicas, cuja velocidade varia consoante o meio
- Geomagnetismo: apoia a teoria da Deriva Continental e da formação dos fundos
oceânicos a partir do eixo das dorsais.
Teoria eletromagnética ou do dínamo – Campo magnético gera-se ao nível do núcleo
externo, que sofre rotações que geram correntes elétricas (vê-se através de bússolas e
rochas ferromagnéticas)
VULCANOLOGIA
Vulcão – abertura na crosta terrestre que permite pôr em contacto com o exterior os
materiais vindos do interior.
Vulcanismo Principal – associado a emissões de lava, pode ser central (associado a um
aparelho vulcânico) ou fissural (associado a fendas da crosta).
Vulcanismo Secundário – associado a fenómenos relacionados com o principal. p.ex.:
fumarolas, géisers, nascentes termais
Magma – material de natureza essencialmente silicatada, total ou parcialmente fundido, e
provido de mobilidade.
Lava – magma sem a componente gasosa
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Materiais expelidos nas erupções:
- Lava (ácida, básica ou intermédia)
- Piroclastos de queda (cinzas, lapilli, bombas, blocos)
- Piroclastos de fluxo (nuvem ardente)
- Gases (HCl, H2, N2, CO2, CO, SO2, CH4)
A natureza da lava depende da quantidade de sílica, da quantidade de gases e da
temperatura a que se encontra.
Tipos de solidificação em lavas fluidas:
- Lavas encordoadas ou pahoehoe: lavas muito fluidas, que se deslocam a grande
velocidade. Quando solidificam, ficam com uma superfície lisa, fazendo lembrar cordas.
- Lavas escoriáceas ou aa: lavas menos fluidas, deslocam-se a menor velocidade.
Apresentam superfície áspera e fissurada, devido à saída mais brusca de gases.
- Pillow-Lavas: formam-se associadas ao vulcanismo submarino. O arrefecimento é rápido,
formando-se massas arredondadas de lava com a superfície ligeiramente vitrificada.
Formação de uma caldeira: esvaziamento total ou parcial das paredes do aparelho
vulcânico, o que lhe confere instabilidade. A parte central acaba por abater e forma-se uma
estrutura mais ou menos arredondada com rebordos abruptos.
Principais zonas vulcânicas a nível mundial:
- Anel de Fogo (Krakatoa e Pinatubo)
- Faixa Mediterrânica (Stromboli, Etna, Vesúvio)
- Crista Média do Atlântico (Capelinhos, Fogo, Islândia)
Vulcanismo e Tectónica
Vulcanismo de Subducção – limites convergentes, explosivo, 80% a nível mundial
Vulcanismo de Vale de Rifte – limites divergentes, efusivo, 15% a nível mundial
Vulcanismo interplacas – associado a hot-spots, efusivo, 5% a nível mundial
Hot-Spot – centros de atividade vulcânica fixos nas placas. São alimentados por plumas
térmicas, que são colunas de material magmático quente e pouco denso que atravessam o
manto desde a sua base até à litosfera.
Erupções Efusivas
- Lavas fluidas
- Libertação fácil de gases
- Formam-se escoadas
- Cone pequeno
- Não há piroclastos
- Erupções calmas
Erupções Explosivas
- Lavas viscosas
- Libertação difícil de gases
- Não se formam escoadas
- Cone grande
- Há piroclastos
- Erupções violentas
- Formação de Domas
- Formação de agulhas
- Formação de nuvens
ardentes
Erupções Mistas
- Alternância
- Cone relativamente alto
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