aula SNV controle do movimento e contração Arquivo

05/04/2016
Sistema Neurovegetativo (SNV)
Controle de Movimentos
Contração Muscular
Organização geral do sistema nervoso
Divisão Anatômica:
Sistema Nervoso Central
Sistema Nervoso Periférico
Divisão Funcional:
Sistema Nervoso Somático
Sistema Nervoso Autônomo
César e Sezar
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05/04/2016
Divisão do Sistema Nervoso
com base em critérios anatômicos
Processamento
e Integração de
informações
Sistema
Nervoso
Central
Condução de
informações
entre órgão
receptores de
estímulos, o
SNC e órgãos
efetores
(músculos, por
ex.)
Cérebro
Cerebelo
Tronco encefálico
Encéfalo
Mesencéfalo
Ponte
Bulbo
Medula espinhal
Sistema
Nervoso
Periférico
Nervos
Espinhais
Craniais
Gânglios
Terminações nervosas
Angelo Machado, Neuroanatomia funcional , Atheneu , 2006
3
Divisão Funcional do Sistema Nervoso
Sistema
Nervoso
Somático
Sistema
Nervoso
visceral
Aferente
Eferente
Aferente
Eferente (SN Autonômico)
Simpático
Parassimpático
Angelo Machado, Neuroanatomia funcional , Atheneu , 2006
4
2
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Músculo
Cardíaco
Controle
Voluntário
Músculo Estriado
Músculo Estriado
Músculo
Esquelético
Controle
Involuntário
Músculo Liso
Músculo
Liso
SOMÁTICO
Sistema
Nervoso
VISCERAL
Sistema Nervoso Somático
Vida de relação
Sistema
Nervoso
Autônomo
Divisão Simpática
Divisão Parassimpática
Sistema nervoso entérico
SISTEMA NERVOSO
Órgãos
Viscerais
Gerais
Sistema Nervoso Visceral
Vida neurovegetativa
Gânglio
autonômico
Motricidade
somática
Neurônio único
Cadeia de dois neurônios
Motricidade visceral
Secreção glandular
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TERMINAÇÕES NERVOSAS
Junção neuromuscular esquelética
Sinapse localizada
Membrana pós-sinaptica especializada
Junção neuromuscular visceral
Não existe uma sinapse propriamente dita.
Os NT são secretados das varicosidades presinapticas e atingem os receptores póssinapticos via espaço interstíciial.
Sistema Nervoso Neurovegetativo
(Autônomico)
FUNÇÃO
Comandar as funções viscerais do
organismo, mantendo-o estável frente ás
necessidades de adaptação aos meios
internos e externos.
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Sistema Nervoso Neurovegetativo
DENOMINAÇÕES
 S.N. visceral
 S.N. vegetativo
 S.N. automático
Sistema Nervoso Neurovegetativo
CONTROLA
 Sistema Digestório
 Sistema Cardiovascular
 Sistema Excretor
 Sistema Endócrino
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Sistema Nervoso Neurovegetativo
DIVISÃO
 SIMPÁTICO - situações de luta-ou-fuga
 PARASSIMPÁTICO - bem estar a longo prazo
Sistema Nervoso Neurovegetativo
SIMPÁTICO
PARASSIMPÁTICO
HOMEOSTASIA
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05/04/2016
Sistema Nervoso Neurovegetativo
ANATOMIA
NEURÔNIOS PÓS-GANGLIONARES
 NEURÔNIOS PRÉ-GANGLIONARES
Sistema Nervoso Neurovegetativo
ANATOMIA - SIMPÁTICO
pré-ganglionar
(curta)
acetilcolina
pós-ganglionar
(longa)
ÓRGÃO ALVO
noradrenalina
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Sistema Nervoso Neurovegetativo
ANATOMIA - PARASSIMPÁTICO
pré-ganglionar
(longa)
pós-ganglionar
(curta)
acetilcolina
ÓRGÃO ALVO
acetilcolina
Neurônios pré-ganglionares: corpos celulares no SNC
Neurônios pós-ganglionares: corpos celulares no SNP
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Sistema motor somático
Ach
MÚSCULO
ESQUELÉTICO
SNA Parassimpático
Ach
Ach
SNA Simpático
Ach
Nor
ÓRGÃOS VISCERAIS
Músculo liso
Músculo cardíaco
Glândulas
Tecido adiposo
Ach
Nor e Adr
Gl. sudoríparas NT pós-ganglionar é a Ach
Sistema nervoso Central
e Periférico
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Sistema Nervoso Autônomo
SN AUTÔNOMO SIMPÁTICO
Reação de urgência e emergência
Lutar ou fugir?
Medo, pânico, terror
NEURÔNIO PRÉ-GANGLIONAR
SUPRA-RENAL
ADRENALINA
situação estresse
“ luta - fuga ”
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As células cromafins são neurônios pós-ganglionares que secretam
os NT na corrente sanguínea.
2/3 Adrenalina
1/3 Noradrenalina
ÓRGÃOS
EFETUADORES
VISCERAIS E
INERVAÇÃO
AUTONÔMICA
DIVISAO PARASSIMPATICA
Tronco encefálico
(III, VII, IX e X)
Medula sacral
DIVISAO SIMPÁTICA
Medula toraco-lombar
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05/04/2016
ÓRGÃO
ESTIMULAÇÃO PARASSIMPÁTICA
ESTIMULAÇÃO SIMPÁTICA
ÍRIS
Miose (m. circular)
Midríase (m. radial)
CRISTALINO
Acomodação para perto (m. ciliar )
Acomodação para longe (m. ciliar)
GLÂNDULAS
-Salivares
-Digestivas
-Lacrimais
-Sudoríparas
Salivação copiosa (+)
Estimulação da secreção
Diminuição do lacrimejamento
não tem inervação
Salivação viscosa (+)
Diminuição da secreção
Lacrimejamento (vasodilataçâo e secreção)
Sudorese *
T. GASTROINTESTINAL
-Esfíncteres
-Parede
-Vesícula biliar
Abertura ( relaxamento)
Aumento da motilidade
Contraída
Fechamento (contração)
Diminuição da motilidade
Relaxada
PÂNCREAS ENDÓCRINO
Aumenta a secreção de insulina
Reduz a secreção de insulina
FÍGADO
Síntese de glicogênio
Liberação de glicose
TECIDO ADIPOSO
não tem inervação
Lipólise e liberação de acido graxo
BEXIGA URINÁRIA
-Parede
-Esfíncter
Contraído (esvaziamento)
Relaxado
Relaxado (enchimento)
Contraído
CORAÇÃO
Bradicardia
Taquicardia e aumento da força de contração
BRÔNQUIOS
Broncoconstrição (contração)
Broncodilatação (relaxamento)
VASOS SANGUINEOS
não tem inervação
vasoconstrição
PÊNIS
Ereção
Ejaculação
* O NT pós-ganglionar é a Ach
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ARCO REFLEXO
ESTÍMULO
Substância branca
Substância cinzenta
corpo celular localizado
DORSAL
no gânglio
neurônio sensitivo
interneurônio
Receptor
Corpúsculo de Paccini
neurônio motor
VENTRAL
MEDULA
Músculo efetor
Ação Reflexa
inconsciente e involuntária
A medula espinhal é capaz de elaborar respostas rápidas em situações de emergência,
sem a interferência do encéfalo.
• Reflexo patelar
• Reflexo do tornozelo
• Clono
• Contração Abdominal
• Resposta de Babinski
• Reflexo do bíceps
• Reflexo do tríceps
• Reflexo braquiorradial
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Controle de Movimentos
HIERARQUIA E CONTROLE DE MOVIMENTOS
(Sherrington)
CORTEX MOTOR
Movimentos voluntários e ajustes
antecipatórios
NÚCLEOS DA BASE E CEREBELO
Iniciação, modulação, coordenação,
refinamento e aprendizado motor
TRONCO ENCEFÁLICO
Reflexos multimodais &
ajustes compensatórios
MEDULA ESPINHAL
Movimentos Reflexos & Rítmicos
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05/04/2016
COMANDO MOTOR SUPERIOR: CÓRTEX
Planejamento e comando motor.
Experimentos de estimulação elétrica de áreas cerebrais
estabeleceram uma grande área com papel motor.
Para que uma área seja considerada motora deve:
1- Projetar e receber projeções de outras regiões motoras
2- Provocar distúrbios motores quando lesada
3- Provocar movimentos quando estimulada
4- Possuir atividade neural e fluxo sanguíneo aumentados
precedendo e/ou acompanhando a execução de
movimentos.
ÁREAS MOTORAS:
- Área Motora Primária (M1)
Giro pré-central do lobo frontal
Comando dos movimentos voluntários (maior
densidade de neurônios que formam vias descendentes)
-Área Motora Suplementar (MS)
- Área Pré-motora (PM)
Planejamento dos
Movimentos voluntários
-Área Motora Cingulada (MC)
Acima do corpo caloso.
Ordem de uma sequência de movimentos.
Movimento com conotação emocional.
Córtex pré-frontal- tb é importante qto a ordem
de Execução de sequências de movimentos,
tomada de decisão e definição de estratégia.
Áreas Motores se interconectam e conectam-se com área
somestésica (S1) e áreas associativas dos lobos parietal e
frontal. Projetam para regiões motoras subcorticais e
contribuem para o feixe cortico-espinhal.
ÁREAS CORTICAIS ENVOLVIDAS NO CONTROLE DE
MOVIMENTOS:
Áreas de
Brodmann
Lesões nas áreas do córtex parietal
apresentam anormalidades e podem
chegar a ignorar o lado do corpo oposto à
lesão.
Pensamento abstrato, tomada de decisão,
antecipação das consequências da ação.
+Cortex cingulado posterior
(área 24)
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DEFINIÇÃO DE ÁREAS ENVOLVIDAS COM O PLANEJAMENTO MOTOR SE DEU ATRAVÉS DE ESTUDOS
DE IMAGENS DE FLUXO SANGUÍNEO CEREBRAL EM RESPOSTA A DIVERSAS TAREFAS (Ex.
Ressonância magnética nuclear, tomografia de emisão de pósitrons-PET)
Fluxo sanguíneo aumenta nas
regiões de maior atividade
cerebral.
MS é fundamental para o
planejamento do movimento
que M1 vai ordenar.
Lesão em MS e PM leva a
dificuldade em
realizar movimentos
sequenciais.
Movimento
Simples
Movimento
Complexo
Pensar no
Movimento
Somatotopia- organização
topográfica ordenada.
Área Motora Primária (M1):
Ordenadora dos movimentos
voluntários.
Mapa não apresenta alta precisão, mas execução dos movimentos não depende estritamente da organização
somatotópica:
Divergência: estimulação de um ponto em M1 leva a ativação de vários músculos.
Convergência: Mesmo músculo pode ser ativado por pontos próximos em M1. (convergência em um mesmo
motoneurônio alfa)
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05/04/2016
VIAS MOTORAS E IMPORTÂNCIA DAS ÁREAS
SUBCORTICAIS NO PROGRAMA E EXECUÇÃO
DOS MOVIMENTOS
CORTEX MOTOR
Movimentos voluntários & ajustes
antecipatórios
NÚCLEOS DA BASE E CEREBELO
Iniciação, modulação, coordenação,
refinamento e aprendizado motor
TRONCO ENCEFÁLICO
Reflexos multimodais &
ajustes compensatórios
MEDULA ESPINHAL
Movimentos Reflexos & Rítmicos
CONTROLE DOS MOVIMENTOS: CEREBELO E NÚCLEOS DA BASE
ESTRUTURAS
CONTROLADORAS
Complexidade, velocidade e
precisão dos movimentos é
regulada pelo cerebelo e pelos
núcleos da base.
-Não participam diretamente
do movimento mas da preparação
e controle de sua harmonia.
-Não apresentam acesso direto
aos motoneurônios.
- Recebem informações do córtex
e projetam seus axônios para lá
através do tálamo.
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05/04/2016
NÚCLEOS DA BASE
Conjunto de núcleos com conexões entre si que
cooperam para o controle motor.
Seleção e iniciação de movimentos voluntários.
DIFERENÇAS EM RELAÇÃO AO CEREBELO:
-Recebem apenas aferências corticais
-Emitem eferentes somente para o tálamo
-Eferentes são sempre inibitórios
Área 6
Frontal e parietal
Estriado
Mais recentemente funções de planejamento e aprendizado motor tb vêm sendo atribuídas aos núcleos da base.
Parkinson (James Parkinson, 1817)
• Tremor rítmico no repouso ?
• Aumento do tônus muscular e
rigidez
• Dificuldade na iniciação de
movimentos
e
pobreza
de
movimentos espontâneos
• Lentidão
na
execução
do
movimento
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05/04/2016
ALTERAÇÕES ANATÔMICAS
CEREBELO
Função Primária: identificar a
diferença, ou o “erro motor” entre o
movimento pretendido e o
movimento real e reduzir esse erro
através das projeções indiretas aos
neurônios motores superiores. Ação
no movimento em curso e através de
aprendizado motor.
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05/04/2016
RESUMINDO …
Para execução de um
movimento:
- córtex parietal e pré-frontal
auxiliam na avaliação do
movimento a ser feito
- área 6 planeja movimento
-participação dos núcleos da
base na iniciação do movimento.
- ativação de M1(Área 4)
-Vias descendentes laterais
-- vias mediais modulam postura
- coordenação espaço-temporal
do movimento pelo cerebelo
(seqüência apropriada de
contrações musculares)
- regulação da atividade de
motoneurônios e interneurônios
medulares
RESUMINDO …
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05/04/2016
Contração Muscular
Tecido muscular
Junqueira & Carneiro, 2005
Histologia do músculo esquelético
http://curlygirl.naturlink.pt/misios.jpg
O tecido muscular tem nomenclatura celular especial:
 fibra ...................................... célula muscular.
 sarcoplasma ...................... citoplasma.
 sarcolema ........................... membrana plasmática.
 miofibrilas ........................... fibrilas contráteis (actina e miosina).
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05/04/2016
Histologia do músculo esquelético
Sarcômero
Unidade contrátil
Diagrama mostrando a
estrutura e a posição dos
filamentos finos e grossos
do sarcômero.
Guyton & Hall, Fisiologia médica, 2002
Miofibrila
• Na miofibrila os filamentos de actina e miosina sobrepõem-se.
• Os filamentos de miosina são formados por feixes de proteínas, com extremidade globular
e cauda na forma de alavanca.
• Os filamentos de actina são compostos de duas cadeias polipeptídicas, com monômeros de
actina G enrolados, como contas em um colar.
• Essas cadeias são envolvidas por tropomiosina, e, em intervalos regulares, ocorre a ligação
de troponina, conforme o diagrama esquemático abaixo.
Fonte: Purves et al., Vida A ciência da
Biologia. 6a. Ed. Artmed editora,
2002 (pg. 837).
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05/04/2016
Retículo Sarcoplasmático
 Função
 O retículo sarcoplasmático regula o fluxo de cálcio entre as
cisternas e o sarcoplasma.
 Os túbulos transversais levam a despolarização , iniciada na
placa motora, para o retículo endoplasmático liso situado na parte
profunda das fibras estriadas.
Túbulos T
Fonte: Purves et al.,
Vida A ciência da Biologia. 6a. Ed.
Artmed editora, 2002 (pg. 838).
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05/04/2016
Contração muscular
Abraham, Histologia e biologia celular, 2006
Contração Muscular
Fonte: Purves et al.,
Vida A ciência da Biologia. 6a. Ed.
Artmed editora, 2002 (pg. 839).
wfdaj.sites.uol.com.br
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05/04/2016
Sarcômero na Contração
 Deslizamento dos Filamentos
Abraham, Histologia e biologia celular, 2006
http://curlygirl.naturlink.pt/misios.jpg
Contração Muscular
• Para quebrar a ligação da cabeça da miosina
com a actina é necessário ATP, contudo a
molécula de ATP não é necessária para a
formação do complexo actina-miosina.
• Tal observação explica a razão do
endurecimento dos músculos dos animais após
a morte, situação conhecida como rigor mortis.
• A morte cessa a reposição da molécula de ATP,
assim o complexo actina-miosina não pode ser
quebrado.
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05/04/2016
Resumo da Contração Muscular
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
O potencial de ação viaja axônio abaixo
Os canais de Ca2+ dependentes de voltagem abrem-se
Exocitose de ACh
Difusão de ACh na fenda sináptica
ACh liga-se ao receptor
Abertura dos canais de Na+ (entrada) e K+ (saída)
Aumento da probabilidade de início de um potencial de ação
O potencial de ação viaja ao longo da membrana
O potencial de ação entra no retículo sarcoplasmático
O potencial de ação abre os canais de Ca2+ dependentes de voltagem
Os íons de Ca2+ ligam-se aos filamentos, causando contração
Características Gerais das Células Musculares
Características
Lisa
Estriada
Cardíaca
Forma
Fusiforme
Filamentar
Filamentar ramificada
(anastomosada)
Tamanho (valore
s médios)
Diâmetro: 7mm
Comprimento: 100mm
30mm Centímetros
15mm 100mm
Estrias
transversais
Não há
Há
Há
Núcleo
1 central
Muitos periféricos (sincício)
1 central
Discos
intercalares
Não há
Não há
Há
Contração
Lenta, involuntária
Rápida, voluntária
Rápida, involuntária
Apresentação
Formam camadas
envolvendo órgãos.
Formam pacotes bem definidos, os
músculos esqueléticos
Formam as paredes do
coração (miocárdio)
Histologia médica, Kessel, 2005
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