Autorreguladas - 9º ano

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Geografia
Aluno
Caderno de Atividades
Pedagógicas de
Aprendizagem
Autorregulada – 04
9º Ano | 4° Bimestre
Disciplina
Curso
Bimestre
Ano
Geografia
Ensino Fundamental
4°
9º
Habilidades Associadas
1. Reconhecer a localização geográfica do Oriente Médio na superfície terrestre, identificando seus
limites naturais, posição e localização.
2. Compreender as principais questões que marcam o Oriente Médio (tais como o conflito IsraelPalestina, o efeito das guerras e invasões na região, a escassez de água) relacionando-as ao
processo histórico de produção do espaço.
3. Reconhecer a localização geográfica da Oceania na superfície terrestre, identificando seus limites
naturais, posição e localização.
4. Identificar os aspectos econômicos, políticos, socioculturais e ambientais da Oceania.
Apresentação
A Secretaria de Estado de Educação elaborou o presente material com o intuito de estimular o
envolvimento do estudante com situações concretas e contextualizadas de pesquisa, aprendizagem
colaborativa e construções coletivas entre os próprios estudantes e respectivos tutores – docentes
preparados para incentivar o desenvolvimento da autonomia do alunado.
A proposta de desenvolver atividades pedagógicas de aprendizagem autorregulada é mais uma
estratégia pedagógica para se contribuir para a formação de cidadãos do século XXI, capazes de explorar
suas competências cognitivas e não cognitivas. Assim, estimula-se a busca do conhecimento de forma
autônoma, por meio dos diversos recursos bibliográficos e tecnológicos, de modo a encontrar soluções
para desafios da contemporaneidade, na vida pessoal e profissional.
Estas atividades pedagógicas autorreguladas propiciam aos alunos o desenvolvimento das
habilidades e competências nucleares previstas no currículo mínimo, por meio de atividades
roteirizadas. Nesse contexto, o tutor será visto enquanto um mediador, um auxiliar. A aprendizagem é
efetivada na medida em que cada aluno autorregula sua aprendizagem.
Destarte, as atividades pedagógicas pautadas no princípio da autorregulação objetivam,
também, equipar os alunos, ajudá-los a desenvolver o seu conjunto de ferramentas mentais, ajudando-o
a tomar consciência dos processos e procedimentos de aprendizagem que ele pode colocar em prática.
Ao desenvolver as suas capacidades de auto-observação e autoanálise, ele passa ater maior
domínio daquilo que faz. Desse modo, partindo do que o aluno já domina, será possível contribuir para
o desenvolvimento de suas potencialidades originais e, assim, dominar plenamente todas as
ferramentas da autorregulação.
Por meio desse processo de aprendizagem pautada no princípio da autorregulação, contribui-se
para o desenvolvimento de habilidades e competências fundamentais para o aprender-a-aprender, o
aprender-a-conhecer, o aprender-a-fazer, o aprender-a-conviver e o aprender-a-ser.
A elaboração destas atividades foi conduzida pela Diretoria de Articulação Curricular, da
Superintendência Pedagógica desta SEEDUC, em conjunto com uma equipe de professores da rede
estadual. Este documento encontra-se disponível em nosso site www.conexaoprofessor.rj.gov.br, a fim
de que os professores de nossa rede também possam utilizá-lo como contribuição e complementação às
suas aulas.
Estamos à disposição através do e-mail [email protected] para quaisquer
esclarecimentos necessários e críticas construtivas que contribuam com a elaboração deste material.
Secretaria de Estado de Educação
Caro aluno,
Neste caderno, você encontrará atividades diretamente relacionadas a algumas
habilidades e competências do 4° Bimestre do Currículo Mínimo de Geografia do 9º ano
do Ensino Fundamental. Estas atividades correspondem aos estudos durante o período
de um mês.
A nossa proposta é que você, Aluno, desenvolva estas Atividades de forma
autônoma, com o suporte pedagógico eventual de um professor, que mediará as trocas
de conhecimentos, reflexões, dúvidas e questionamentos que venham a surgir no
percurso. Esta é uma ótima oportunidade para você desenvolver a disciplina e
independência indispensáveis ao sucesso na vida pessoal e profissional no mundo do
conhecimento do século XXI.
Neste Caderno de Atividades, vamos conhecer a região da Ásia conhecida como
Oriente Médio e também a Oceania, conhecida como o “novíssimo” continente. A
primeira aula vai apresentar a localização geográfica e aspectos gerais do Oriente
Médio, como relevo, vegetação e os diversos climas da região. Na segunda aula, vamos
conhecer um pouco mais sobre o conflito árabe-israelense. Para fechar esse bloco de
aulas, a terceira aula será sobre a Oceania e falaremos sobre as principais
características do continente, incluindo a economia, destacando a Austrália e a Nova
Zelândia.
Este documento apresenta 03 (três) Aulas. As aulas podem ser compostas por
uma explicação base, para que você seja capaz de compreender as principais ideias
relacionadas às habilidades e competências principais do bimestre em questão, e
atividades respectivas. Leia o texto e, em seguida, resolva as Atividades propostas. As
Atividades são referentes a três tempos de aulas. Para reforçar a aprendizagem, propõese, ainda, uma pesquisa e uma avaliação sobre o assunto.
Um abraço e bom trabalho!
Equipe de Elaboração
Sumário
Introdução .............................................................................................
03
Aula 01: O Oriente Médio: Localização e aspectos gerais .....................
05
Aula 02: O Oriente Médio: Conflitos ......................................................
08
Aula 03: Oceania: Localização, aspectos gerais e economia .................
12
Avaliação ...............................................................................................
16
Pesquisa .................................................................................................
17
Referências ...........................................................................................
18
Aula 1: O Oriente Médio: Localização e aspectos gerais
Caro aluno, nas aulas referentes ao 3º bimestre, vimos a divisão da Ásia em 6
regiões, organizadas segundo critérios físicos e culturais, além de conhecer um pouco
mais sobre os países mais desenvolvidos economicamente. Nesta aula, que inicia o 4º
bimestre, vamos conhecer a localização e os aspectos físicos do Oriente Médio, uma
das regiões com maior destaque no continente asiático.
Mapa de localização do Oriente Médio (adaptado).
http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/plano-de-aula-historia-bin-laden-733528.shtml
O Oriente Médio está localizado no Oeste do continente asiático. Ele se estende
do Mar Mediterrâneo até o Golfo Pérsico. Sua localização é uma de suas características
mais importantes, pois liga a Ásia à África e à Europa. É também nessa região que se
encontram os maiores produtores mundiais de petróleo, especialmente no Golfo
Pérsico e isso confere uma grande importância geopolítica a região.
Comparada com o resto do continente, é uma região com aproximadamente 5
milhões de km² (para você ter uma ideia, um pouco mais da metade da área do nosso
país) em que não há fronteiras precisas. Atualmente o Oriente Médio abrange toda a
região que vai desde a Turquia, a oeste, até o Afeganistão, a leste, tendo como centro
a parte asiática do Egito (país predominantemente africano), Israel, Jordânia, Líbano,
Síria, Iraque, Irã e os países que compõem a península Arábica: Arábia Saudita, Iêmen,
Omã, Kuwait, Bahrein, Catar e Emirados Árabes Unidos.
Com relação aos aspectos físicos podemos destacar o clima seco (desértico e
semiárido) predominante numa região com poucos rios. Existem várias cordilheiras,
como a Cordilheira de Zagros, no leste do Iraque e principalmente o Irã, e a Cordilheira
Hindu Kush, entre o Afeganistão e o Paquistão. Os planaltos constituem o relevo
predominante, com destaque para o Planalto de Anatólia, na Turquia, e o Planalto do
Irã.
A planície da Mesopotâmia (atual Iraque) está localizada na parte central da
região e por ela correm os dois mais importantes rios da região, o Tigre e o Eufrates,
que nascem na Ásia Menor (atual Turquia) e desembocam no golfo Pérsico, através do
canal Chat-el-Arab. Apesar de terem seus cursos numa região árida, os rios Tigre e
Eufrates são perenes, ou seja, não secam, porque suas nascentes encontram-se numa
região bastante chuvosa.
A água é um recurso natural pouco abundante no Oriente Médio. Há, inclusive,
conflitos pela posse de territórios com maior quantidade desse recurso natural e
muitos países precisam importá-la ou dessalinizar água do mar para poder obter água
potável. Isso eleva bastante o custo de produto indispensável à vida.
A economia do Oriente Médio é baseada na produção de petróleo, mas, em sua
maioria, os países dessa região iniciaram ou estão iniciando um processo de
industrialização há pouco tempo. De forma geral, têm destaque os setores têxtil e
alimentício.
Os parques industriais do Oriente Médio concentram-se em cidades como
Ancara (Turquia), Damasco (Síria), Bagdá (Iraque) e Teerã (Irã).
O estado de Israel merece destaque, pois, mesmo com as adversidades do
clima desértico, tem a atividade industrial responsável por cerca de 1/3 do Produto
Interno Bruto (PIB). Lá encontram-se indústrias tradicionais (alimentícias e têxteis),
além de indústrias que atuam na lapidação de diamantes, na produção de
eletroeletrônicos e equipamento bélico.
Agora que já vimos brevemente aspectos físicos e gerais do Oriente Médio,
vamos exercitar nossos conhecimentos.
Atividade 1
1. A região que compreende o Oriente Médio está localizada na porção oeste do
continente asiático, conhecida como Ásia ocidental. Quais os países que compõem o
Oriente Médio?
2. Apresente as características do clima do Oriente Médio.
3. (Fuvest) A região da Ásia conhecida por Mesopotâmia foi importante área agrícola,
hoje reduzida às zonas ribeirinhas irrigáveis. Constitui uma planície drenada pelos rios
a) Tigre e Eufrates, no Iraque.
b) Indo e Ganges, no Paquistão e na Índia.
c) Ganges e Bramaputra, na Índia e Bangladesh.
d) Huang-ho e Yang-Tze-Kiang, na China.
e) Amu-Daria e Syr-Daria, no Uzbequistão.
Aula 2: O Oriente Médio: Conflito Árabe-Israelense
Caro aluno, nesta segunda aula vamos conhecer o conflito árabe-israelense, no
Oriente Médio e como ele impacta o resto do mundo.
Podemos dizer que, atualmente, o Oriente Médio é a região com maior foco de
tensão mundial. Desde a antiguidade, a região era a ligação das rotas comerciais entre
oriente e ocidente. E o século XX consolidou a região como o lugar com as maiores
reservas de petróleo do planeta. Esses fatores tornam a região um verdadeiro "barril
de pólvora" que pode explodir a qualquer momento.
O conflito árabe-israelense se iniciou quando os judeus, depois de muito
tempo espalhados pelo mundo resolvem voltar ao seu local de origem e ocupar o
território da Palestina, para voltarem a ser uma nação definida por um território. Foi
um processo gradual, mas que desde o início encontrou resistência dos árabes que lá
estavam desde a diáspora judaica.
Tropas inglesas faziam a vigilância da Palestina, buscando diminuir o conflito. A
Segunda Guerra Mundial acelerou o retorno dos judeus por causa da perseguição
nazista. Com o final da guerra os ingleses se retiram da região e a Organização das
Nações Unidas (ONU) resolve fazer a partilha da Palestina, tentando separar judeus e
árabes, que ficaram com uma área de 11.500 km², divididos em duas faixas: Gaza e
Cisjordânia, enquanto os judeus ficaram com uma área de 14.000 km², que passou a se
chamar Israel e ganhou o status de território internacional, em 1948.
Os países árabes vizinhos a região da Palestina não aceitam a partilha feita pela
ONU e, no dia seguinte a criação do estado de Israel, forças combinadas do Egito,
Jordânia, Iraque, Síria, Líbano o invadem. A reação violenta dos árabes já era esperada
e Israel estava preparado, não só expulsando os invasores como também invadindo-os
e ocupando a região das colinas de Golã, na Síria, e a península do Sinai, no Egito.
Reorganização territorial imposta por Israel na Palestina.
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1192874-veja-evolucao-do-mapa-israelo-palestinodesde-resolucao-de-1947.shtml
A ocupação gradual do território palestino por Israel foi incomodando cada vez
mais as nações árabes do entorno e os árabes palestinos decidem pela criação de um
Estado próprio. A ONU rejeita a proposta, temendo mais conflitos. Essa negativa
impulsiona, na Conferência de Cúpula Árabe de Alexandria, em 1964, a criação da OLP
(Organização para Libertação da Palestina), presidida por Yasser Arafat, que une
grupos de várias tendências ideológicas, mas que têm em comum a intenção de criar o
estado Palestino. Inicialmente, os grupos mais radicais contam com grande simpatia da
população e passam a fazer uso do terrorismo para intimidar Israel e seus aliados.
Israel sempre respondia aos ataques com violência e esses grupos foram perdendo
apoio e sendo substituídos por outros mais moderados dentro da OLP. Começam as
conversas entre árabes e para trazer a paz para a região, sempre travada por
interesses diversos.
As negociações de paz apresentam importantes mediadores como os Estados
Unidos e a União Soviética. Em 1992, numa Conferência de Paz em Madrid, houve
esperanças de que, enfim, o processo de paz fosse retomado e a paz fosse anunciada.
Contudo, os grandes rivais dessa paz negociada são os grupos extremistas que, dos
dois lados, colocam essa negociação como uma espécie de traição às suas causas e
assim buscam uma radicalização que traz a guerra e afasta a paz. No final de 93, Ytzak
Rabin vence as eleições em Israel e promove uma nova negociação pela paz com
Arafat, mas o assassinato de Rabin por extremistas judeus reacende o fogo da
rivalidade e mantém a Palestina na situação de instabilidade.
Os anos 2000 continuam a tendência de dificuldade na obtenção da paz na
região, sobretudo pelos grupos extremistas que não reconhecem o estado de Israel
(pelo lado palestino) e não reconhecem a autoridade palestina (pelo lado judeu).
Agora que já conhecemos um pouco mais sobre o conflito árabe-israelense no
Oriente Médio, vamos exercitar nossos conhecimentos.
Atividade 2
1. (UnB - adaptada) As discordâncias entre árabes e israelenses apresentam as
seguintes características, EXCETO:
a) controle de rotas marítimas
b) interesses industriais
c) interesses raciais e religiosos
d) interesses ideológicos
2. (OSEC) As guerras entre árabes e judeus, que se verificam no Oriente Médio,
tiveram como causa principal:
a) a guerra civil, no Líbano;
b) o problema de uma população sem território - os refugiados palestinos - que surgiu
com a criação do Estado de Israel;
c) o fato de que maiores reservas mundiais de petróleo, se localizam nos países árabes;
d)
um
discurso
do
líder
Yasser
Arafat,
na
Assembleia
e) o controle do canal de Suez, por parte do Egito.
3. (UE-MT) Israel possui, atualmente, fronteiras com o Egito, ainda, com:
a) Jordânia, Líbano e Turquia.
b) Jordânia, Líbano e Síria.
c) Jordânia, Líbano e Iraque.
d) Jordânia, Iraque e Síria.
e) Arábia Saudita, Líbano e Turquia.
na
ONU;
Aula 3: Oceania: Localização, aspectos gerais e economia
Caro aluno, finalizando este bloco de aulas, vamos conhecer um pouco mais
sobre o Oceania, ou o “Novíssimo Continente”.
A Oceania é um conjunto de Ilhas situadas no Oceano Pacífico, constituído de
milhares ilhas espalhadas sobre o maior dos oceanos do mundo. É considerado o
“novíssimo” continente, pois foi a última grande área que os seres humanos
povoaram. É comum, quando se fala na Oceania, logo imaginarmos a Austrália e Nova
Zelândia, já que são os maiores países deste continente.
Mapa Político da Oceania.
http://www.coladaweb.com/files/oceania2.png
Estamos falando de um continente com quase nenhuma fronteira terrestre
entre seus países constituintes. Os limites geográficos da Oceania são ao norte o Havaí,
seu extremo leste a Ilha de Páscoa (que pertence ao Chile), e seu limite oeste pelas
ilhas de Palau e da Nova Guiné. O limite sul da Oceania inclui a Nova Zelândia e a
Austrália também. Possui uma área total de 9.008.458 km², divide-se em 14 países
independentes, sendo a Austrália a maior divisão territorial deste continente e 22
territórios que pertencem ou são associados a outros países, principalmente aos EUA e
a França.
A população da Oceania é de aproximadamente 38 milhões de pessoas, e a
Austrália, além de ser o país mais extenso territorialmente, é também o país mais
populoso com aproximadamente 23 milhões de habitantes. As línguas mais faladas são
o Inglês e o Francês devido à colonização europeia.
Além da Austrália e da Nova Zelândia, a Oceania é dividida em três grandes
conjuntos de ilhas: a Melanésia, a Micronésia e a Polinésia.
Melanésia: (Ihas Negras): esse nome é derivado da melanina, pigmento escuro da
pele, e tem relação com a cor dos habitantes dessas ilhas em sua maioria pequenas,
localizadas, principalmente, ao norte, nordeste e leste da Austrália. Além de vários
territórios, há também países independentes como Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão,
Vanuatu e Fiji;
Micronésia (Ilhas Pequenas): esse grupo é formado por ilhas muito pequenas (daí seu
nome), situadas ao norte e nordeste da Melanésia. Os EUA e a Inglaterra possuem o
controle da maior parte dos territórios desse conjunto de ilhas. Os países
independentes são Kiribati, Estados Federados da Micronésia, Nauru, Ilhas Marshall e
Palau.
Polinésia (Muitas Ilhas): corresponde às ilhas mais distantes, entre o nordeste e o
sudeste da Austrália, dispersas por uma grande área do Pacífico. Nesse grupo, os
territórios são, em sua maioria, controlados pela Inglaterra e pela França. Os países
independentes da Polinésia são Tonga, Samoa e Tuvalu. Também fazem parte da
Polinésia o Havaí, que pertence aos EUA (é considerado o 50º estado NorteAmericano) e a Ilha de Páscoa, que pertence ao Chile.
Com relação aos aspectos físicos, o clima do continente é bem diversificado,
pois encontra-se nas zonas climáticas intertropical e temperada no hemisfério sul. A
vegetação é bastante variada, possuindo desde selva tropical até vegetação típica de
deserto. Seu relevo é predominantemente plano, com atitude média em torno de 200
metros. O pico mais alto do continente é o monte Wilhelm com 4.509 metros em
Papua Nova Guiné. Os rios mais importantes são o Murray e seu afluente Darling, na
Austrália, rio Waikato, na Nova Zelândia, e o Daru, o Fly, o Kikori, o Purari, o Ramu e o
Sepik, em Papua Nova Guiné.
A economia da Oceania é baseada principalmente no turismo, na pesca e na
mineração. Até por essa característica, a maioria dos países da Oceania são
considerados subdesenvolvidos. A Austrália e a Nova Zelândia são exceções que fazem
parte da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, APEC (Asia-Pacific Economic
Cooperation), na sigla em inglês.
A Austrália se destaca no setor industrial ligado ao setor primário, como a
produção de alimentos e bebidas, a indústria química, metalúrgica, siderúrgica e
petroquímica. O setor agropecuário é moderno, com maquinários que aumentam a
produtividade no campo utilizando menos mão de obra.
A Nova Zelândia passou de uma economia agrária e dependente para uma
economia moderna, com um setor industrial altamente competitivo em termos
globais. Suas principais atividades econômicas são a agricultura, a horticultura, a pesca
e a silvicultura. As indústrias pesadas, de alumínio e siderurgia, concentradas
respectivamente nas ilhas sul e norte, também têm papel importante na economia.
Agora que conhecemos um pouco mais sobre o mais novo dos continentes, a
Oceania, vamos exercitar nossos conhecimentos.
Atividade 3
1. Analise as afirmativas e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
a) ( ) Com 8,5 milhões de quilômetros quadrados de extensão, a Oceania é o menor
continente terrestre.
b) ( ) A Oceania é um continente formado por uma massa continental (Austrália) e por
vários grupos de ilhas localizadas no oceano Atlântico.
c) ( ) Com exceção da Nova Zelândia e Austrália, a economia dos países da Oceania
baseia-se nas atividades primárias.
d) ( ) A Oceania está localizada totalmente ao sul da linha do Equador, pertencendo,
portanto, somente ao Hemisfério meridional.
2. Totalizando 14 nações, a Oceania é o menor continente do planeta Terra. A maioria
dos seus países possui pouca representatividade no cenário internacional, entretanto,
duas nações da Oceania apresentam elevadas médias de Índice de Desenvolvimento
Humano (IDH). Marque a alternativa que indica os países mais desenvolvidos desse
continente.
a) Austrália e Samoa
b) Indonésia e Malásia
c) Nova Zelândia e Papua Nova Guiné
d) Austrália e Tuvalu
e) Austrália e Nova Zelândia
3. Discorra sobre as principais características da economia da Oceania, destacando as
disparidades econômicas entre os países que a integram.
Avaliação
1. A economia do Oriente Médio sofre influência direta do clima, solo e topografia do
terreno. Quais as principais atividades econômicas na região?
2. Quais os países do Oriente Médio que possuem as maiores reservas de petróleo?
Por que a maioria de suas populações não se beneficia igualmente das divisas geradas
por este importante recurso?
3. (UFPR) Em que consiste a chamada "questão palestina" no Oriente Médio?
4. A Oceania apresenta três conjuntos de ilhas, que são divididas em Micronésia,
Melanésia e Polinésia. Conforme o texto e seus conhecimentos, aponte as principais
características de cada um desses conjuntos de ilhas.
5. “As condições naturais favoráveis, a escassez de mão de obra, explicam a
preponderância da pecuária no país. Mais de 90% do leite é obtido através da ordenha
mecânica em condições ideais de higiene, levando as cooperativas onde se localizam
as indústrias de laticínios. Os ovinos são criados na ilha do sul e os bovinos na ilha do
norte. Os derivados de pecuária são vitais para a economia do país que exporta queijo,
leite manteiga e lã.”
De acordo com o texto, o país referido é:
a) Austrália
b) Reino Unido da Grã-Bretanha
c) Tasmânia
d) Nova Zelândia
e) Holanda
Pesquisa
Caro aluno, agora que já estudamos todos os principais assuntos relativos ao 4°
bimestre, é hora de discutir um pouco sobre a importância deles na nossa vida. Então,
vamos lá?
Neste caderno, vimos as principais características físicas e econômicas do
Oriente Médio e o conflito árabe-israelense, além de também descobrirmos um pouco
mais sobre o “novíssimo” continente, a Oceania. Baseando-se nas aulas anteriores
reúna-se com seus colegas (4 a 5 alunos) e pesquise as seguintes informações:
Além do conflito árabe-israelense, há outros conflitos no Oriente Médio?
Quais são as razões?
Que países estão envolvidos?
Elabore cartazes faça uma apresentação com as informações levantadas.
Não se esqueça de colocar as referências bibliográficas na sua pesquisa!
Bons estudos!
Referências
[1] BRENER, Jayme. Ferida Aberta: o Oriente Médio e a nova ordem mundial. São
Paulo: Atual, 1993.
[2] OLIC, Nelson Bacic. Oriente Médio: uma região de conflitos. São Paulo: Moderna,
1991.
[3] HAESBAERT, Rogério. A (des) Ordem Mundial, os Novos Blocos de Poder e o Senti
do da Crise. TERRA LIVRE-AGB, n.9, 1991, p. 103-128. Disponível em: htt
p://www.agb.org.br/fi les/TL_N9.pdf#page=101.
Equipe de Elaboração
COORDENADORES DO PROJETO
Diretoria de Articulação Curricular
Adriana Tavares Maurício Lessa
Coordenação de Áreas do Conhecimento
Bianca Neuberger Leda
Raquel Costa da Silva Nascimento
Fabiano Farias de Souza
Peterson Soares da Silva
Marília Silva
PROFESSORES ELABORADORES
Alberto Toledo Resende
Elton Simões Gonçalves
Patrícia Batista Melo Lopes
Tiago da Silva Lyra
Tongaté Arnaud Mascarenhas Junior
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