1. Considere os climogramas e o mapa a seguir. Os climogramas I e

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1. Considere os climogramas e o mapa a seguir.
Os climogramas I e II apresentam respectivamente os climas nas seguintes áreas:
a) equatorial (A); tropical de altitude (D).
b) tropical (A); semi-árido (E).
c) equatorial (A); subtropical (E).
d) tropical úmido (D); subtropical (E).
e) tropical úmido (D); semi-árido (E).
1. C
O gráfico I mostra variação térmica e pluviométrica típicas da área A onde se verifica a
ocorrência de clima do tipo equatorial, quente e úmido, pois apresenta temperaturas elevadas,
sempre acima dos 20º e índices pluviométricos superiores aos 150 mm durante o ano todo. Já
o climograma II caracteriza a região E do mapa, onde temos clima subtropical, marcado por ter
uma grande amplitude térmica anual, variação entre a temperatura máxima e mínima, além das
chuvas serem constantes e bem distribuídas ao longo do ano.
2. (UFTM-MG) Os deslizamentos são (...) fenômenos naturais contínuos de dinâmica externa,
que modelam a paisagem da superfície terrestre.
Sobre os deslizamentos, afirma-se:
I. A região Sudeste do Brasil, por suas condições climáticas e grandes extensões de mares de
morros, está sujeita aos desastres associados aos movimentos de massa nas encostas.
II. Os deslizamentos que ocorreram em 2010, em Angra dos Reis (RJ), São Luís do Paraitinga
(SP) e em Niterói (RJ) tiveram como causas tanto fenômenos naturais como ação antrópica.
III. Diversas metrópoles brasileiras convivem com acentuada incidência de deslizamentos
induzidos por cortes da mata para implantação de moradias e de estradas, atividades de
pedreiras, disposição final do lixo, com grandes danos associados.
Estão corretas as afirmações
a) I e II, apenas.
b) II e III, apenas.
c) I, apenas.
d) III, apenas.
e) I, II e III.
2. E
As áreas de encosta, com declividade acentuada em áreas recobertas por florestas e sob ação
climática tropical com alta pluviosidade, sofrem um processo natural de evolução das vertentes,
aonde seus terrenos irão naturalmente deslizar. O que podemos observar nos acidentes atuais
é a ação do homem capaz de acelerar a ação da natureza, resultando em tragédias devido à
perda de vidas, além dos prejuízos materiais.
3. (UFTM-MG) É um fenômeno oceânico caracterizado pelo aquecimento das águas
superficiais nas porções central e leste do Oceano Pacífico. Provoca queda brutal da
produtividade da pesca e do guano na costa do Peru, pela grande redução de fitoplâncton.
Além disso, provoca graves perturbações climáticas em escala global, como secas anormais,
ciclones e inundações.
O texto refere-se ao fenômeno
a) células de Walker.
b) El Niño.
c) de desertificação.
d) dos anticiclones subtropicais.
e) La Niña.
3. B
O fenômeno El Niño é mundialmente conhecido por sua grande capacidade de alterar
características climáticas, como no Brasil causando chuvas torrenciais no Sul e secas nas
regiões Norte e Nordeste.
4. (FUVEST-SP) Considere o mapa e o texto a seguir.
"A alternância de períodos chuvosos ao Sul e ao Norte da Bacia garante uma alimentação farta
e permanente do rio ___(I)___ o ano inteiro, fazendo com que as oscilações do nível das águas
apresentem uma amplitude bem menor do que ocorreria se ele fosse subordinado a um único
regime pluvial. Esse relativo equilíbrio hidrológico decorre do deslocamento anual da massa
____(II)____".
Fonte: Adap. IBGE, 1977.
Assinale a alternativa que completa corretamente o texto.
a) (I) Amazonas; (II) Equatorial Atlântica
b) (I) Paraguai; (II) Tropical Continental
c) (I) Paraguai; (II) Equatorial Atlântica
d) (I) Amazonas; (II) Equatorial Continental
e) (I) Amazonas; (II) Tropical Continental
4. D
O relativo “equilíbrio hidrológico” existente na Bacia Amazônica é decorrente das
características geográficas da rede hidrográfica e do deslocamento norte-sul da massa
Equatorial Continental sobre ela. Tal massa, que se caracteriza pela elevada umidade,
descarrega chuvas nos afluentes da margem esquerda (porção norte) no verão do Hemisfério
Norte e nos afluentes da margem direita (porção sul) no verão do Hemisfério Sul, mantendo um
relativo equilíbrio no fluxo hídrico do rio Amazonas.
5. (FGV-SP) Considere as informações apresentadas na tabela a seguir:
Região Sudeste do Brasil: Previsão do tempo
Fonte: adaptado de: http:/www.climatempo.com.br/
A partir de seus conhecimentos sobre dinâmica climática, é correto afirmar que as mudanças
do tempo descritas na tabela estão relacionadas:
a) ao aquecimento e à ascensão vertical do ar que, ao entrar em contato com as camadas de
ar frio da atmosfera, sofre condensação, ocasionando a inversão térmica e a consequente
diminuição das temperaturas.
b) à formação de chuvas orográficas, resultantes do encontro dos ventos úmidos vindos do
oceano, com barreiras do ar quente e seco do Planalto Atlântico, diminuindo os índices de
pluviosidade no interior da região.
c) ao encontro da massa de ar tropical atlântica (mTa), quente e úmida, com a massa
equatorial continental (mEc fria e seca, provocando diminuição das temperaturas e oscilações
na pluviosidade.
d) à ocorrência de uma frente fria, caracterizada pela chegada de uma massa de ar polar,
resultando em instabilidade atmosférica inicial, com posterior estabilização e queda da
temperatura.
e) ao efeito dos ventos alísios que sopram dos trópicos para o equador e depois retornam aos
trópicos (contra-alísios), provocando, neste movimento, rápidas oscilações das características
atmosféricas.
5. D
Neste período ocorre a passagem de uma frente fria pela região, conseqüência da penetração
de uma massa polar. Isto pode ser comprovado, a partir da ocorrência e do aumento de chuvas
nos dois primeiros dias e posterior diminuição nos dois últimos dias, bem como pela queda da
temperatura mínima e média, resultado da ação desta massa de ar.
INTERDISCIPLINAR
(ENEM) No mapa a seguir, descreve-se a disseminação do vírus da gripe no Brasil, em 2007.
No mapa, a unidade da escala de tempo que descreve o movimento do vírus da gripe da região
Norte para a região Sul do Brasil é
a) ano.
b) mês.
c) hora.
d) minuto.
e) segundo.
Resposta: B
Ao analisar o mapa nota-se que os períodos de pico do vírus varia mês a mês conforme ocorre
a mudança das estações do ano, outro ponto claro na análise é o deslocamento pelo país no
sentido norte-sul.
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