DNA Topoisomerase I from parasitic protozoa: REVIEW

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REVIEW
DNA Topoisomerase I from parasitic protozoa:
A potencial target for chemotherapy
R.M. Reguera, C.M. Redondo, R. Gutierrez de Prado, Y. Pérez-Pertejo, R. Balaña-Fouce
Dpto. Farmacologia y Toxicologia (INTOXCAL), Universidad de León, Campus de Vegazana s/n, 24071 León, Spain
Projecto Tutorial
Bioquímica
Topoisomerases
As topoisomerases desempenham um importante papel nos
processos de replicação, recombinação e reparo de DNA
Topoisomerases
Topoisomerases tipo I
(ATP-independentes)
enzimas que hidrolisam uma cadeia de DNA
Topoisomerases
Topoisomerases tipo II
(ATP-dependentes)
enzimas que hidrolisam duas cadeias de DNA
O problema topológico
Separação das duas
cadeias
Aumento da tensão
entre as cadeias parentais
Mecanismo de acção
Quebra transitória numa das cadeias
Rotação de uma cadeia em torno da outra
Diminuição no número de ligação (número de vezes que uma
cadeia gira ao redor da outra)
Inibidores de Topoisomerases
VS cancro
Células tumorais replicam a
velocidades maiores
Inibidores de topoisomerases
impedem replicação
Topoisomerases mostram ser
bons alvos para fins terapêuticos
Doenças causadas por parasitas
Os parasitas protozoários são
transmitidos de um hospedeiro a outro por
pequenos insectos (vectores ou
transmissores)
Malária – Plasmodium falciparum – infecta os eritrócitos
Doença das Chagas – Trypanosoma cruzi – através das fezes do insecto
Leishmanioses – causadas por diferentes espécies do parasita
Leishmania. Visceral (ou Kala-azar) é a forma de leishmaniose humana
mais prejudicial (causada pela Leishmania donovani).
Maior perigosidade quando existe co-infecção leishmania-HIV.
Doenças causadas por parasitas
Grande impacto nos países mais pobres
Populações menos favorecidas
Ignoradas pelas grandes indústrias farmacêuticas pois não
iria gerar um lucro satisfatório para a iniciativa privada
Tratamentos actuais
Não há vacina para quaisquer doenças
parasitárias
Medidas mais utilizadas para o combate
da enfermidade baseiam-se no controle de
vectores e dos reservatórios
O tratamento baseiabaseia-se no uso de drogas, que poderão ser
eficazes apenas na fase inicial da enfermidade
Quimioterapia antianti-parasitária é cara e tem efeitos colaterais
indesejáveis
Tratamentos actuais
O tratamento farmacológico baseia-se na susceptibilidade do
parasita aos radicais livres e substâncias oxidantes, morrendo em
concentrações destes agentes
Malária – quinina, primaquina e cloroquina
Leishmaniose – antimoniais pentavalentes, anfotericina B e a
pentamidina
Misturas de fármacos
Alguns dos efeitos colaterais esperados são:
retinopatia, danos renais, danos no fígado, danos
vasculares, febre, visão turva, dores musculares,
etc.
Topoisomerases dos parasitas e
eucariotas
DNA topoisomerases I
de anfitriões mamíferos é
uma proteína monomérica
constituída por 765 a.a.
com uma massa melocular
prevista de 91 kD
DNA topoisomerase I de
parasitas da malária
(Plasmodium falciparum) é
uma proteína monomérica de
104 kDa, correspondendo a
um péptido de 839 a.a.
Novos agentes terapêuticos
Classe I: estimulam a formação de
enzimas covalentes
Drogas anti-topoisomerases:
Classe II: interferem com as funções
enzimáticas da proteína
Camptotecina (classe I) gera complexos covalentes de
DNA topoisomerase com preparações nucleares e
cinetoplásticas de DNA de tripanosomas, leishmanias
e outros parasitas protozoários.
Camptotecina e derivados
A formação de complexos covalentes de DNA
topoisomerase é prontamente reversível depois de uma
exposição curta a veneno de topoisomerase, resultando em
baixa toxicidade
A toxicidade dos venenos de topoisomerase depende
fortemente da habilidade dos sistemas de reparação de
DNA para restabelecer as funções celulares básicas
Conclusão
Pesquisadores do Instituto Biologia Molecular do Paraná (IBMP)
observaram que as topoisomerases do T. cruzi são diferentes das
humanas
Drogas que inibissem apenas as enzimas do parasita não
causariam efeitos adversos nos pacientes
Semelhanças das topoisomerases de T. cruzi com as encontradas
em bactérias, levou a testar in vitro medicamentos inibidores de
topoisomerases bacterianas contra o parasita da doença das Chagas,
obtendo-se resultados encorajadores.
Possibilidade para o futuro
Bioinformática presente
no meio científico
Testar fármacos
virtualmente
Observar rapidamente e
sem grandes custos a sua
eficácia, toxicidade, efeitos
colaterais, etc.
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