ECOSSISTEMAS DE SOFTWARE

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ECOSSISTEMAS DE SOFTWARE
MODELOS E REUTILIZAÇÃO EM
ECOSSISTEMAS DE SOFTWARE
Alunos: Felyppe Rodrigues da Silva (Mestrado)
Gabriella Castro Barbosa Costa (Doutorado)
Professor: Toacy Cavalcante de Oliveira
Disciplina: Reutilização de Software
AGENDA
1.
Introdução



2.
Tipos de ECOSs
Definições
Taxionomia de ECOSs
Ecossistema / App Analisados
Android
 App DiaDia

3.
Modelos


4.
Plano de Reutilização em ECOSs


5.
Introdução
Software Supply Network (SSN)
Introdução
Diagramas
Referências Bibliográficas
2
1. INTRODUÇÃO

Tipos de Ecossistemas
Ecossistemas de
Negócios
?
Ecossistemas
Sociais
Ecossistemas
de
Software
3
1. INTRODUÇÃO

Definições (1/3)
Um ECOS consiste em um conjunto de atores
funcionando como uma unidade que interage com um
mercado distribuído entre software e serviços,
juntamente com as relações entre estas entidades.
Estas relações são frequentemente apoiadas por uma
plataforma tecnológica ou por um mercado comum e
realizadas pela troca de informação, recursos e
artefatos.
JANSEN et al., 2009
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1. INTRODUÇÃO

Definições (1/3)
Um ECOS consiste em um conjunto de atores
funcionando como uma unidade que interage com um
mercado distribuído entre software e serviços,
juntamente com as relações entre estas entidades.
Estas relações são frequentemente apoiadas por uma
plataforma tecnológica ou por um mercado
comum e realizadas pela troca de informação,
recursos e artefatos.
JANSEN et al., 2009
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1. INTRODUÇÃO

Definições (2/3)
Ecossistemas de Software são redes sociotécnicas de
desenvolvimento de produtos e serviços de software
relacionados, formadas por um conjunto de
componentes, conhecidos ou não, que se relacionam
para realizar a engenharia e o gerenciamento de
uma ou mais plataformas e para gerar valor e
inovação na indústria de software
SANTOS, 2013
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1. INTRODUÇÃO

Definições (2/3)
Ecossistemas de Software são redes sociotécnicas
de desenvolvimento de produtos e serviços de
software relacionados, formadas por um conjunto
de componentes, conhecidos ou não, que se
relacionam para realizar a engenharia e o
gerenciamento de uma ou mais plataformas e
para gerar valor e inovação na indústria de
software.
SANTOS, 2013
7
1. INTRODUÇÃO

Definições (3/3)
Um ECOS é uma interação de um conjunto de
atores sobre uma plataforma tecnológica comum,
que resulta em um número de soluções ou serviços
de software. Cada ator é motivado por um conjunto
de interesses ou modelos de negócio e está conectado
aos demais atores e ao ECOS como um todo por
meio de relacionamentos simbióticos. Por sua vez, a
plataforma tecnológica está estruturada para
permitir o envolvimento e a contribuição dos
diferentes atores.
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MANIKAS e HANSEN, 2012
1. INTRODUÇÃO

Definições (3/3)
Um ECOS é uma interação de um conjunto de
atores sobre uma plataforma tecnológica
comum, que resulta em um número de soluções ou
serviços de software. Cada ator é motivado por
um conjunto de interesses ou modelos de negócio e
está conectado aos demais atores e ao ECOS como
um todo por meio de relacionamentos simbióticos.
Por sua vez, a plataforma tecnológica está
estruturada para permitir o envolvimento e a
contribuição dos diferentes atores.
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MANIKAS e HANSEN, 2012
1. INTRODUÇÃO

Taxionomia de ECOSs
Taxonomia dos ECOSs
BOSCH, 2009
10
2. ECOSSISTEMA / APP ANALISADOS
 Android
11
2. ECOSSISTEMA / APP ANALISADOS
 Android

Interdependência entre usuários, desenvolvedores
e fabricantes de equipamentos

Um não pode existir sem o outro

Os usuários compram dispositivos e aplicações

Fabricantes de equipamentos vendem dispositivos, às
vezes junto com aplicações

Desenvolvedores compram dispositivos, em seguida,
fazem/vendem aplicativos.
12
2. ECOSSISTEMA / APP ANALISADOS




DiaDia
Sistema de gerenciamento de glicemias e auxílio no
tratamento de pacientes diabéticos para
smartphones
Registro de glicemias e extração de informações
úteis destes resultados
Proporciona uma maneira simples de armazenar
glicemias e acompanhar variações no desempenho do
tratamento do usuário.
SILVA, 2013
13
2. ECOSSISTEMA / APP ANALISADOS

DiaDia
14
SILVA, 2013
Diagrama de Casos de Uso
2. ECOSSISTEMA / APP ANALISADOS

DiaDia
15
Tela Inicial do Aplicativo
Exemplo de Gráfico
SILVA, 2013
3. MODELOS

Introdução

a) Software Supply Network (SSN): Atores e seus relacionamentos.

b) SECO: SSNs e seus relacionamentos.

c) SECOs: SECOs e seus relacionamentos.
16
BOUCHARAS et al., 2009
3. MODELOS

Introdução
Tipos de papéis chave nos ECOSs
17
HANSSEN, 2012
3. MODELOS

Software Supply Network (SSN)

Notação
18
BOUCHARAS et al., 2009
3. MODELOS

Software Supply Network (SSN)

Notação
19
BOUCHARAS et al., 2009
3. MODELOS

SSN DiaDia
20
4. PLANO DE REUTILIZAÇÃO

Introdução
Visão do ECOSs em três dimensões
21
CAMPBELL e AHMED, 2010
4. PLANO DE REUTILIZAÇÃO

Introdução
Framework “3+1” para E&G de ECOSs
22
WERNER et al., 2012
4. PLANO DE REUTILIZAÇÃO
23
4. PLANO DE REUTILIZAÇÃO

Configuração do Ambiente de Desenvolvimento
24
4. PLANO DE REUTILIZAÇÃO

Configuração do Ambiente de Desenvolvimento
25
4. PLANO DE REUTILIZAÇÃO

Desenvolvimento do Aplicativo
26
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS






BOSCH, J., 2009, “From Software Product Lines to Software Ecosystem”, In:
Proceedings of 13th International Software Product Line Conference, pp. 1-10, San
Francisco, CA, USA, August.
BOUCHARAS, V., JANSEN, S., BRINKKEMPER, S., 2009, “Formalizing
Software Ecosystem Modeling”, In: Proceedings of the 1st International Workshop
on Open Component Ecosystems, ACM SIGSOFT Symposium on the Foundations
of Software Engineering, pp. 41-50, Amsterdam, The Netherlands, August.
CAMPBELL, P.R.J., AHMED, F., BOSCH, J. & JANSEN, S., 2010, “2nd
International Workshop on Software Ecosystems (EcoSys)”, In: Proceedings of the
Fourth European Conference on Software Architecture, 2nd International
Workshop on Software Ecosystems, pp. 63-64, Copenhagen, Denmark, August.
HANSSEN, G.K., 2012, “A Longitudinal Case Study of an Emerging Software
Ecosystem: Implications for Practice and Theory”, Journal of Systems and
Software, v. 85, n. 7 (July), p. 1455-1466.
JANSEN, S., FINKELSTEIN, A., BRINKKEMPER, S., 2009, “A Sense of
Community: A Research Agenda for Software Ecosystems”, In: Proceedings of the
31st International Conference on Software Engineering, New and Emerging
Research Track, pp. 187-190, Vancouver, BC, Canada, May.
MANIKAS, K., HANSEN, K.M., 2012, “Software Ecosystems – A Systematic
Literature Review”, Journal of Systems and Software.
27
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



SANTOS, R. P., 2013, Engenharia e Gerenciamento de Ecossistemas de Software.
Exame de Qualificação de Doutorado, COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
SILVA, F. R., 2013, Sistema de gerenciamento de glicemias e auxílio no tratamento
de diabetes para smartphones. Trabalho de Conclusão de Curso, UERJ, Nova
Friburgo, RJ, Brasil.
WERNER, C.M.L., SANTOS, R.P., ALVES, C.F., 2012, “Ecossistemas de Software:
Estágio Atual, Direções de Pesquisa e a Prática na Indústria de Software”, In:
Anais do III Congresso Brasileiro de Software: Teoria e Prática, Tutoriais, pp. 1213, Natal, RN, Brasil, Setembro.
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ECOSSISTEMAS DE SOFTWARE
MODELOS E REUTILIZAÇÃO EM
ECOSSISTEMAS DE SOFTWARE
Alunos: Felyppe Rodrigues da Silva (Mestrado)
Gabriella Castro Barbosa Costa (Doutorado)
Professor: Toacy Cavalcante de Oliveira
Disciplina: Reutilização de Software
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