Diferentes vias de transmissão no ensino da música

Diferentes vias de transmissão no
ensino da música
Marli Batista Ávila
Objetivo:
Discutir diferentes formas de ensinar e aprender música, focalizando metodologias
diversificadas e, muitas vezes, ausentes no ensino tradicional.
Texto: “Transmissão: aprendendo música”1
“Estudantes diferentes podem ser alcançados de modos totalmente diferentes, e
o especialista disciplinar surge como alguém que pode exibir seu domínio de modos
múltiplos e flexíveis”.
Howard Gardner2 (1994)
O aprendizado musical tem sofrido profundas mudanças a partir do século XX,
envolvendo três tipos de mídia: oral, escrita e eletrônica, que atualmente interagem, formando
uma nova e complexa rede cultural.
Os processos de transmissão transformam-se pelas mudanças sociais e
tecnológicas, as quais, desde o século passado, têm ocorrido de forma muito rápida.
É a aquisição de conhecimentos da cultura dominante, o aprendizado dos elementos
tradicionais dessa cultura – que pode ser adquirido formalmente ou informalmente.
A transmissão musical, ou seja, a passagem da tradição
de uma geração para outra, refere-se, no campo da
etnomusicologia, à comunicação musical: como as tradições
musicais são herdadas, aprendidas, compartilhadas e passadas
para frente. Adquirir essas tradições implica uma experiência
individual, que será determinada pelas habilidades cognitivas e
físicas do receptor, que, por sua vez, está inserido em um meio
social que sanciona modelos próprios para estilos, técnicas e
formas, apresentando a influência da vida social, política,
econômica nos gêneros musicais e na estética.
1. Baseado no vídeo: HAST, D. E. Explorando o mundo da música: Uma introdução à música de uma
perspectiva global. Belo Horizonte: Sete, 1999.
2. Gardner, Howard. A Criança Pré-Escolar: como pensa e como a escola pode ajudá-la.
Porto Alegre: Artes Médicas,1994.
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O Brasil considerando-se a sua música autóctone (a dos povos que já o habitavam),
passou por longos períodos de aculturação musical, absorvendo, em larga escala,
características da música européia e africana, e de outros povos que aqui têm se fixado.
Como em todas as sociedades, a evolução musical depende, no entanto, da enculturação,
que trata do processo de aprendizado da tradição cultural. É a transmissão adquirida desde
que se nasce. A enculturação musical inclui escutar e cantar canções de ninar, rimas
infantis e todo um repertório informal.
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O ensino da música pode ser feito oralmente, por meio da imitação direta, por meio
da escrita, que envolve o uso de notação e ou textos teóricos, e, modernamente, por via
eletrônica, com o uso de gravações e computadores no processo educativo. Porém, a
transmissão musical ainda está atrelada intrinsecamente às pessoas: à audição, ao ensino,
à criação e intercâmbio entre músicos, na família, na relação professor/ aluno e músico/
público.
Quase todos os seres humanos aprendem música, a maioria de modo informal, por
meio do processo de enculturação: com as brincadeiras infantis, cantigas de ninar, canções
religiosas, patrióticas, música popular veiculada pela mídia, em locais públicos e assim
por diante.
A instrução musical formal varia nas diversas sociedades. Na maior parte das vezes,
dá-se pela relação professor/aluno, mestre/aprendiz. Também ocorre entre pai/filho, idosos/
jovens, dependendo da prática cultural na área da educação, no entanto, há aspectos da
educação musical que são únicos para cada indivíduo.
Ensinar música implica fazer música
Dessa forma, várias são as possibilidades de ensino e aprendizado musical,
encontradas na história do homem. Se considerarmos que o homem aprendeu a “cantar”
antes de falar, a “tocar instrumentos” para se comunicar antes de fazê-lo pela comunicação
lingüística, podemos iniciar nossa reflexão pela modalidade do auto-didatismo.
Na atividade musical sempre há uma grande dose de auto-didatismo, pois o cantar,
o tocar, o dançar, o reger incidem no movimento corporal como ação final de um processo
perceptivo fantástico que engloba as funções de todas as inteligências (múltiplas
inteligências, utilizando a categorização de Gardner2). O próprio corpo é o instrumento
primeiro que interage com o trabalho de comando cerebral no ato musical, o que promove
aquisição e aperfeiçoamento da aprendizagem.
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Ensino informal
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O ambiente familiar pode ser o primeiro local de aprendizagem musical. Todo o
acervo de canções ali vivenciadas é assimilado pelas crianças, assim que ficam familiares
para seus ouvidos. Os membros mais velhos da família oferecem modelos de
comportamento musical – cantando, expressando-se com o corpo, tocando instrumentos,
inventando e improvisando, ou seja, influenciando grandemente os mais novos. Quando
se vive em pequenas comunidades, os vizinhos também assumem esse papel.
Os grupos musicais como corais, fanfarras, ou de danças e teatro são também
muito importantes nesse processo. O repertório popular / folclórico e ritualístico inclui a
música do passado, bem como a da atualidade, mesclando a participação de diferentes
gerações nessas práticas musicais.
Dessa forma, desenvolvem-se técnicas e habilidades vocais, corporais ou
instrumentais através dessas vivências, assimiladas diretamente na própria prática.
Há quem busque, porém, solitariamente, sua maneira de aprender música ouvindo
gravações, repetidas vezes, tentando imitar o modelo escolhido. Esse procedimento é
muito comum entre músicos populares, principalmente instrumentistas.
Os resultados desse processo de aprendizagem dependem, contudo, não só do
produto final da imitação, mas de um conjunto de aquisições de âmbito histórico e estilístico.
É preciso também que a atitude inicial, imitativa, seja transformada pela criatividade do
aluno e personalizada pelas suas próprias características interpretativas.
Não é raro também, o aprendizado por leitura no ensino informal. Tanto em ambiente
coletivo, como individual, pode-se adquirir noções teóricas do código musical. O mesmo
vale para o autodidata.
Aprendendo com o professor/mestre
Na música ocidental é mais comum o ensino formal,
que está presente tanto no ensino coletivo - escolas
regulares ou específicas - como também no ensino
individual de canto ou instrumento.
No ensino formal, dá-se maior importância à
aquisição da leitura da partitura. O processo de escrita e
leitura da música ocidental tem passado por uma evolução
ligada aos códigos que começaram a surgir na Idade Média
e aos diferentes estilos de música que têm se sucedido
desde então.
O professor precisa ter um domínio muito grande não apenas do código, mas
também da história e evolução da música, estilos, escolas, contextos sócio-econômico e
culturais, compositores, obras e intérpretes, pois a interpretação de uma partitura deve
torná-la viva, tanto para o intérprete como para o seu público. O som deve resultar vivo –
enquanto elemento estético – veículo de emoções e sentimentos.
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Em muitos países, ainda existe a tradição do ensino do mestre que geralmente é
representado pelo pai, que, na maior parte das vezes, transmite sua arte ao filho, pois,
nessa situação, há a vantagem de ambos terem tempo integral para essa tarefa. No caso
do aluno não pertencer à família, ele torna-se discípulo do mestre, passando a morar em
sua companhia por muitos anos.
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Dessa forma, o ensino formal, elaborado didaticamente com a participação do mestre
e do aluno, tem como objetivo:
• A teoria – domínio dos aspectos estruturais da música por meio da leitura e da
escrita musical, da análise da obra, do contexto histórico e outros aspectos;
• A interpretação - leitura ou releitura da obra com base nos padrões adquiridos;
• Técnicas e habilidades – postas em prática segundo processo didático específico;
• A criação – está ligada tanto à interpretação, como à improvisação, como também
à composição, de acordo com os conteúdos e habilidades adquiridos.
O professor transmite ao seu aluno, não somente conteúdos, mas, entusiasmo,
interesse, alegria, competência, empatia, simpatia, paciência, polidez, criatividade, senso
de humor, respeito, responsabilidade e interação, ou seja, tudo o que ele quer que o aluno
lhe devolva.
Novas tecnologias no ensino musical
A disponibilização de gravações de música, por mais de um século, provenientes de
toda parte do mundo, tem transformado o ensino musical internacionalmente. A expansão
da tecnologia gravada aumentou o ritmo da aculturação e o aprendizado musical através
das culturas, o que, por sua vez, tem promovido estilos musicais transculturais, com gêneros
formados por uma síntese de várias tradições, resultante da mistura cultural globalizada,
presente e acessível em qualquer região.
É importante que se considere os instrumentos tecnológicos cada vez mais
aperfeiçoados disponíveis ao professor, ao músico compositor ou intérprete, e ao aluno,
pois são favoráveis tanto para aquisições de conteúdos da música tradicional, como também
são ferramentas para se chegar a novos tipos e possibilidades de música, em seu conceito
ampliado, para a atualidade.
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Educação à distância
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A própria condição de veículo
de mídia confere ao sistema televisivo
um papel educacional. Pela
programação da televisão “aprendese” o bom e o mau conteúdo, a
música de boa e má qualidade.
Infelizmente, nessa área de
aprendizado automático, dificilmente
pode- se interferir. E o que tem sido
feito é, com poucas exceções, um
trabalho que tem produzido
péssimos
resultados
–
principalmente em crianças e jovens
que têm ‘engolido goela abaixo’ os
piores exemplares de música
estrangeira e nacional.
Cabe à escola e à família oferecerem outro
conteúdo musical que possa ser substitutivo e
alternativo, a fim de que os jovens possam ter
parâmetros de qualidade.
Outros meios de educação à distância,
principalmente a internet, são veículos de altíssimo
potencial para a solução de muitos problemas na
área da instrução em nosso território gigantesco.
Trata-se de um processo irreversível, que
rapidamente vai se aperfeiçoando, cuja tendência
é de predominar, em um futuro muito próximo,
sobre os demais meios de ensino presencial,
embora este sempre existirá.
Certamente, com relação a conteúdos práticos, principalmente na área da música,
há que se ter ferramentas adequadas, o que, no momento ainda não se tem com facilidade.
Porém, o grande problema é a forma de avaliação dos resultados obtidos com os alunos.
Aulas presenciais eventuais são necessárias, o que fica difícil no caso de cursos a distância.
No entanto, há muitos assuntos relacionados ao ensino da música passíveis de
serem apresentados nesse formato, como é o caso desta disciplina.
Existem ótimos programas de música on line, bem como a possibilidade de acesso
a instituições, universidades, casas de concerto, bibliotecas, discotecas, enfim, é um contato
sempre atualizado e cada vez mais completo para o estudante.
É preciso, porém, uma mudança de mentalidade, por parte de alunos e professores,
com eliminação de preconceitos, interesse em dominar as ferramentas da informática e
predisposição para mudanças e inovações. Estamos diante de uma realidade da qual não
temos opção de negar ou fugir.
Felizmente são mudanças positivas, que estão disponíveis para acrescentar,
dependendo do uso que se fizer delas.
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A comunicação aluno/professor é mais facilitada do que em cursos presenciais,
pois os conteúdos ficam disponíveis de forma organizada durante um tempo maior, o aluno
estuda quando quer, e muitas outras vantagens superam as desvantagens da educação a
distância.
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Desenvolvimento da musicalidade
(Aprendizado implícito)
“Testes revelam que as pessoas sem formação musical reconhecem um acorde,
uma melodia inacabada ou variações sobre um tema tão bem quanto um músico
profissional. A música se instalaria no cérebro sem que nos déssemos conta.”
Emmanuel Bigand3
“O cérebro de todo ser humano se interessa muito por informações musicais e é
extremamente habilidoso em compreender seu significado.”
Stefan Kölsch4 (Instituto Max Planck de Ciências
Cognitivas e Neurológicas de Leipzig).
Recentes pesquisas na área neurobiológica têm demonstrado que o cérebro concede
à música importantes redes neuronais. Parece haver uma predisposição genética dos
circuitos dos neurônios no processamento de sons e estruturas musicais, que, tomariam
emprestadas vias neuronais que participam especialmente do processamento da
linguagem.
A percepção da música implica processamentos que requerem operações cognitivas
abstratas, que colocam em atividade capacidades de atenção e memória, e operações de
categorização e raciocínio.
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Mesmo com toda essa complexidade, os estudos têm demonstrado que a simples
escuta, independente da prática, basta para tornar o cérebro “músico”. Trata-se da
aprendizagem implícita, ou seja, aquela de que não se tem consciência (a explícita é
consciente).
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O cérebro tem uma extraordinária capacidade de interiorizar as estruturas complexas
do ambiente, mesmo quando se está exposto a elas de maneira passiva. Os bebês reagem
a testes inseridos nesses estudos de maneira que se leve a crer que os circuitos
neuronais envolvidos nas atividades musicais
se organizam bem antes e
independentemente de qualquer aprendizagem explícita da música. Dessa forma, sabe-se
que uma rede de neurônios artificiais pode aprender de maneira passiva seqüências
harmônicas do sistema tonal.
Diferentes aspectos da percepção musical – harmônico, melódico, rítmico, agógico,
de timbres, de intensidades – foram submetidos a testes, e os resultados sempre
demonstraram que o não-músico chega a conclusões semelhantes às dos músicos com
relação a acordes dissonantes ou consoantes, funções harmônicas simples, variações
dos parâmetros, inclusive, até quando se utilizou a improvisação ao invés de músicas
conhecidas.
3. Bigand, Emmanuel. Ouvido Afinado. In: Viver – mente&cérebro. Ano XIII n.149. O poder da Música. São
Paulo: Duetto, 2005. Pps.59-63
4. Música e fala no cérebro. In: Viver – mente&cérebro. Ano XIII n.149. O poder da Música. São Paulo:
Duetto, 2005. P. 67
Outro dado importante refere-se à área de Broca, situada no lado esquerdo do
cérebro, responsável pela linguagem verbal e por processar a sintaxe da música. Isso
significa, por inferência, que a sintaxe musical é processada como linguagem. Essa hipótese
embasaria as vantagens da aquisição da escrita e leitura da música concomitante ao
mesmo processo relativo ao idioma.
O aprendizado implícito, portanto, tem sido o fundamento dos métodos ativos, que
recomendam a abordagem teórica após a vivência e prática da música.
Re-aprendizagem
Em dias de inclusão, a qual estamos vivendo na escola brasileira, o professor deve
inteirar-se sobre as possibilidades da musicoterapia para, minimamente, antecipar
sugestões de diagnósticos para encaminhamento de alunos portadores de deficiências.
Alunos com problemas de aprendizagem devem ser alvos de intensa atividade
musical, independentemente de terapias. A cada dia tem-se comprovado, tanto prática
como teoricamente, a grande força que há na ação da música no ser humano.
Não temos a pretensão de abordar assunto tão amplo em nosso pouco espaço,
mas apenas lembrar o papel da música em casos de re-aprendizagem – seja da fala, de
movimentos, ou de outras áreas.
Por exemplo, podemos relacionar ritmo, funções cerebrais e seqüências de
movimentos X deficiências cerebrais degenerativas ou traumáticas; andar X acústica;
enxaqueca X prática musical e dezenas de outros exemplos, facilmente encontrados na
literatura científica.
BIGAND, Emmanuel. Ouvido Afinado. In: Viver – mente&cérebro. Ano XIII n.149.
GARDNER, Howard. A Criança Pré-Escolar: como pensa e como a escola
pode ajudá-la. Porto Alegre: Arte Médicas, 1994.
HAST, D. E. Explorando o mundo da música: Uma introdução à música de
uma perspectiva global. Belo Horizonte: Sete, 1999.
VIVER – mente&cérebro. Ano XIII n.149. O poder da Música. São Paulo: Duetto,
2005. P. 67
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Em sala de aula as atividades dirigidas a alunos com deficiências são praticamente
as mesmas feitas rotineiramente. As adaptações devem ser feitas de acordo com os casos,
sabendo-se que esses alunos especiais demonstram alegria e entusiasmo muito grandes,
para gratificação do professor, compensando qualquer esforço despendido.
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