O SR. ROBERTO BALESTRA (Bloco/PP

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O SR. ROBERTO BALESTRA (Bloco/PP-GO. Pronuncia o seguinte
discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, cidadãos que
nos acompanham pela TV e Rádio Câmara, a tecnologia modificou
a produção no mundo atual. Por meio dos avanços que
alcançamos, é possível produzir mais, com mais segurança, com
um custo menor e fazer chegar à sociedade os produtos que as
pessoas desejam. É assim na indústria, em todos os cantos do
mundo, mas também deve ser assim, cada vez mais, no campo.
O trabalhador rural, ao contrário do que podem pensar os que não
acompanham o dia a dia do produtor, não parou no tempo. Pelo
contrário, ele também utiliza os avanços tecnológicos, a pesquisa e
a extensão rural. No entanto, como sabemos, investir em
tecnologia, em maquinário e equipamentos, é caro, e nem sempre é
possível a todos os produtores dispor de capital para isso.
Se para os grandes produtores estão acessíveis conhecimentos
como o do melhoramento genético, outros, principalmente os
pequenos, ainda buscam facilitar a produção e a distribuição com a
compra de máquinas agrícolas. Esses, como sabemos, caros
colegas, precisam de mais incentivo.
Os pequenos produtores e a agricultura familiar, como já está
provado, tem um importante papel na geração de emprego, renda, e
na produção dos alimentos que consumimos, já que a produção do
agronegócio tem sido voltada principalmente para a exportação,
salvando a nossa balança comercial.
Nesse sentido, caros colegas, devemos comemorar a melhora, por
meio do BNDES, nas condições do Programa de Sustentação do
Investimento (PSI) para bens de capital rural às micro, pequenas e
médias propriedades rurais, que vai facilitar o financiamento para a
compra de maquinários agrícolas. Essa medida inclui também os
produtores rurais que são pessoas físicas. Até o fim desse ano, a
participação do BNDES sobe de 80% para 90% dos ítens
financiáveis. O prazo para o pagamento é de 96 meses, com
carência de até 24 meses.
Como produtor rural e representante deste setor, colegas
deputados, tenho convicção de que o produtor brasileiro está
disposto a crescer, a aumentar sua produção, contribuindo para a
economia do seu município, do seu estado e para que enfrentemos
essa lamentável crise no país. Cabe ao poder público, portanto,
mesmo em meio a medidas de austeridade, garantir que o
investimento não pare, sobretudo nos setores que são sólidos e
determinantes para a nossa economia, como é a agricultura.
Sr.
Presidente,
peço
a
V.
Exa.
a
divulgação
do
meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no
programa A Voz do Brasil.
Muito obrigado.
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