Escola Secundária de Valongo
DMCE
Planificação de Ciências Físico-Químicas 7º ano
Ano Lectivo 2010/2011
1º PERÍODO
TEMA A: TERRA NO ESPAÇO
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Conteúdos
Estratégias e actividades a desenvolver
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
I – O Universo
Apresentação/Teste diagnóstico
Questão central
O que sabemos Hoje acerca do Universo?

1.O que existe no
Universo
1.1. Estrutura e formação
do Universo
1.2.As estrelas
1.3. Como localizar astros
no céu




1
Motivação
Descrever sumariamente a formação e a Visualização de um filme ou DVD sobre o Universo.
constituição do Universo
Discutir os conceitos de enxame, galáxia, • Partir do que se observa no céu, à noite e durante o dia, para lembrar:
estrela, planeta, sistema planetário, – a diferença entre estrelas e planetas;
buraco negro, constelação, espaço ‘vazio’ – o movimento diurno do Sol;
– os pontos cardeais.
e quasar.
• Recorrer a apresentações electrónicas/ diapositivos ou ao manual para:
Localizar a posição da Terra no Universo.
Investigar o carácter evolutivo dos – dar a conhecer as grandes estruturas do Universo
– referir os movimentos de todas as estruturas;
modelos científicos do Universo.
Compreender o carácter interactivo do – abordar a teoria do Big-Bang e as dúvidas que ela levanta.
desenvolvimento científico e tecnológico • Partir de uma breve discussão sobre a possibilidade de o Sol acabar um dia,
para abordar o facto de também para as estrelas ser possível falar em
com a vida sociocultural.
nascimento, vida e morte.
• Recorrer a imagens em diapositivos ou no manual para:
– descrever, superficialmente, o nascimento e morte das estrelas;
– explicar de onde provém o brilho das estrelas;
– relacionar a cor do brilho com a temperatura das estrelas.
• Resolver questões do manual.
Planificação Anual Ciências Físico – Químicas 7ºano 2010/2011
Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
1(0,5
presentação +
0,5 de teste
diagnóstico)
1,5
TEMA A: TERRA NO ESPAÇO
Conteúdos
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Estratégias e actividades a desenvolver
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
• Dialogar sobre a variação de posição do Sol e da Lua em cada dia, para
reconhecer a necessidade de coordenadas que nos ajudem a localizar os
astros.
• Apresentar o significado de altura e azimute de um astro recorrendo a
esquemas e, se possível, a um astrolábio.
• Descrever algumas constelações a partir da observação de uma carta ou um
mapa celeste distribuído em fotocópia. Referir a diferença entre a posição em
que vemos as estrelas e a sua posição real.
• Mostrar em transparência/ no computador / no manual, algumas
constelações e a posição relativa da Ursa Maior e da Ursa Menor.
• Referir a importância da Estrela Polar para a orientação no hemisfério
Norte.
• Ensinar a utilizar mapas celestes.
Questão central
Serão o metro e o quilómetro unidades adequadas para medir distâncias no
Universo?
2. Distâncias no Universo
2.1.Unidade Astronómica
2.2. Ano – luz e parsec
1.Astros do Sistema Solar
2
Motivação
Escrever no quadro ou numa transparência valores de distância como, por
exemplo, entre duas cidades, entre dois países, entre a Terra e a Lua, entre a
Terra e o Sol e entre os extremos da Via Láctea.
 Confrontar as dimensões do Universo com • Apresentar o significado de Unidade Astronómica e o seu valor em km.
a necessidade de usar unidades adequadas • Partir de uma tabela com os valores das distâncias dos planetas ao Sol em
para exprimir distâncias no Sistema Solar e km para concluir que a UA é a unidade adequada para as distâncias no
Sistema Solar. Converter alguns desses valores para UA.
no espaço exterior.
• Apresentar o significado de ano-luz e o seu valor em km.
• Referir o parsec e a sua relação com o ano-luz.
• Apresentar valores de algumas distâncias além do Sistema Solar em km para
concluir que a.l. e pc serão, neste caso, as unidades adequadas.
• Realizar algumas questões do manual e/ou recorrer a fichas de trabalho.
II – O Sistema Solar
 Descrever sumariamente a formação e os Questão central
Planificação Anual Ciências Físico – Químicas 7ºano 2010/2011
Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
1,5
TEMA A: TERRA NO ESPAÇO
Conteúdos
1.1.Sol, planetas e Lua
1.2. Asteróides, cometas
e meteoróides
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
astros do Sistema Solar
 Construir modelos do Sistema Solar
Estratégias e actividades a desenvolver
Quais são e como são os astros que formam o Sistema Solar?
Motivação
Visualização de um filme ou DVD sobre o sistema Solar.
• Partir da observação de uma imagem do Sol projectada em transparência e,
através do diálogo, referir a constituição e as características do Sol.
• Alertar para o perigo de olhar para o Sol.
• Analisar uma imagem do Sol com os oito planetas e o satélite da Terra,
projectada em transparência, para:
– focar o movimento de translação e a coplanaridade das órbitas;
– indicar o significado de período de translação e concluir que aumenta com o
afastamento do Sol;
– focar o movimento de rotação e indicar o significado de período de rotação.
• Partindo da associação de período de translação de um planeta a 1 ano
nesse planeta, estabelecer a correspondência entre 1 ano na Terra e 1 ano em
qualquer outro planeta. Proceder de igual modo para o período de rotação e a
duração de 1 dia. Interpretar os períodos de rotação e de translação de vários
planetas com o da Terra
• Referir a existência de luas e os seus tipos de movimento.
• Realizar em pequenos grupos algumas actividades práticas do manual.
• Analisar imagens do Sistema Solar projectadas e:
– caracterizar a cintura de asteróides;
– descrever a constituição dos cometas fazendo referência à sua órbita
inclinada e muito excêntrica;
– proporcionar um diálogo sobre os meteoróides que evidencie as ideias dos
alunos a este respeito.
• Apresentar a distinção entre meteoros e meteoritos.
1º Teste de avaliação
Correcção do 1º teste de avaliação
2. Os planetas do sistema
solar
2.1. Características dos
3
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
 Identificar as características da Terra que a Questão central
O que se conhece hoje sobre cada planeta do Sistema Solar?
tornam um planeta com vida.
 Discutir a importância da evolução
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1
1
TEMA A: TERRA NO ESPAÇO
Conteúdos
planetas
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Estratégias e actividades a desenvolver
tecnológica para a compreensão e o Motivação
conhecimento do Sistema Solar.
Fazer a leitura e análise de uma notícia sobre um planeta publicada em jornais
ou revistas.
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
1,5
• Efectuar, em pares, um trabalho de pesquisa sobre as características dos
diversos planetas do sistema solar, recorrendo à internet, manual escolar e a
livros e revistas da especialidade.
• Apresentação dos trabalhos e conclusões à turma e professor
III - Planeta Terra
Questão central
Por que acontecem sucessivamente o dia e a noite, a Primavera, o Verão, o
Outono e o Inverno e as diferentes fases da Lua?
Motivação
Imagens sugestivas em postais, livros ou transparências sobre as estações do
ano e a Lua em diferentes fases.
1.Terra, Sol e Lua
1.1.A sucessão dos dias e
das noites
1.2. As estações do ano
1.3. As fases da Lua
1.4.os eclipses
4
• Utilizar um globo e uma lanterna para (a):
– associar o dia à parte iluminada da Terra e a noite à parte não iluminada;
 Descrever os movimentos da Terra e as
– relacionar a sucessão dos dias e das noites com o movimento de rotação.
interacções do sistema Sol – Terra - Lua
• Recorrer a situações do dia-a-dia de movimento aparente para
 Explicar a sucessão dos dias e das noites,
compreender que o movimento diurno do Sol é aparente e recorrer também à
das estações do ano, das fases da Lua e
experiência (a)
dos eclipses do Sol e da Lua.
• De forma superficial, indicar que existem as estações do ano porque a Terra
se move à volta do Sol com o eixo inclinado; se o eixo fosse perpendicular ao
plano da órbita as estações do ano não existiam.
• Usar uma lanterna a incidir numa superfície, primeiro perpendicularmente e
depois com uma grande inclinação para comprovar que a superfície aquecida
pelos mesmos raios é maior e o seu aquecimento menor.
• Concluir que:
– se a inclinação dos raios é pequena, é grande o aquecimento da Terra – é
Verão;
– se a inclinação dos raios é grande, o aquecimento da Terra é pequeno – é
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Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
1
TEMA A: TERRA NO ESPAÇO
Conteúdos
2.Movimentos e Forças
2.1. Características dos
movimentos: distância e
rapidez média
2.2. Forças o que são
5
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Estratégias e actividades a desenvolver
Inverno.
• Evidenciar os solstícios e os equinócios, que as estações do ano são opostas
nos dois hemisférios e que nada têm a ver com o diferente afastamento do
Sol, pelo facto de a órbita ser elíptica.
• Dialogar com os alunos sobre as diferentes formas que a Lua toma no céu.
• Relacionar essas diferentes formas com a parte iluminada da Lua que
conseguimos ver da Terra, recorrendo:
– à análise de imagens em transparência;
– a uma bola com uma metade pintada de preto e a outra de branco, que é
posta a rodar em volta de cada um sempre com a metade branca voltada para
a janela.
• Realizar algumas questões do manual.
• Lembrar que todos os corpos iluminados projectam a sua sombra para o
lado contrário da fonte de luz.
• Recorrer a um globo terrestre, uma lanterna e uma pequena bola para
visualizar, numa sala escurecida:
– a projecção da sombra da Terra na Lua (bola);
– a projecção da sombra da Lua (bola) na Terra.
• Associar:
– o eclipse da Lua, ao facto de deixarmos de a ver por se encontrar na zona de
sombra da Terra;
– o eclipse do Sol, ao facto de deixarmos de o ver por nos encontrarmos na
zona de sombra produzida pela Lua.
• Recorrer a imagens para distinguir entre eclipse total e parcial.
• Visualizar simulações de eclipses e das fases da Lua.
Questão central
Por que está tudo em constante movimento: no Universo, no Sistema Solar e
até na Terra qualquer corpo cai para ela?
 Compreender o conceito físico de força
Motivação
Demonstrar o que acontece entre ímanes, entre balões electrizados, entre a
Terra e um corpo abandonado, a uma pequena bola lançada contra a parede,
a uma mola que se estica e comprime, à plasticina moldada entre os dedos,
para focar os efeitos e os diferentes tipos de forças.
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Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
2
1
TEMA A: TERRA NO ESPAÇO
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Conteúdos


Estratégias e actividades a desenvolver
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
• Após informar que a força é uma grandeza vectorial e que o seu valor se
mede em newtons, analisar a representação de diferentes forças por meio de
vectores, identificando os seus elementos.
• Mostrar diferentes dinamómetros e demonstrar a sua utilização correcta
para medir forças.
 Realizar actividades experimentais onde os alunos possam determinar
a rapidez média
e/ou
 Realizar actividade experimental onde os alunos aprendam a
trabalhar devidamente com um dinamómetro.
• Realizar algumas questões do manual.
2º Teste de avaliação
Correcção do teste de avaliação
Auto e hetero-avaliação
0,5
0,5
0,5
Visita de estudo
Total de blocos 1ºPeríodo
1
14
2º PERÍODO
TEMA A: TERRA NO ESPAÇO
Conteúdos
III -Planeta Terra (continuação
2.Movimentos e
Forças (continuação)
2.3.As forças e o
movimento de
6
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Estratégias e actividades a desenvolver
• Partir de situações simples e familiares de todos os dias, como, por exemplo,
o percurso dentro da escola, de casa para a escola, ou do Porto para Lisboa,
onde ocorrem algumas paragens e, através do diálogo:
– estabelecer a diferença entre estar em movimento e em repouso;
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Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
TEMA A: TERRA NO ESPAÇO
Conteúdos
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
translação
2.4. Massa e peso
2.5. O magnetismo
terrestre
 Explicar as interacções gravitacionais e as
trajectórias dos planetas e da Lua e a
existência de marés.
 Identificar a diferença entre peso e massa.
7
Estratégias e actividades a desenvolver
– lembrar o que é a trajectória e o que se entende por distância percorrida;
– referir a necessidade de relacionar a distância com o tempo para calcular a
velocidade.
• Apresentar a definição de velocidade e discutir sobre as suas unidades.
• Demonstrar experimentalmente o movimento de um objecto de borracha
preso por um fio em volta da mão e o movimento do mesmo objecto quando
deixa de estar preso à mão.
• Concluir que existe uma força central responsável pelo movimento do
objecto em volta da mão e pelo movimento de translação dos corpos celestes.
• Referir o par de forças a que pertence a força central.
• Representar o par de forças que descreve a interacção entre o objecto e a
mão, a Terra e o Sol, a Lua e a Terra, etc.
• Referir as marés como consequência da atracção gravitacional.
• Partir do significado atribuído a peso na linguagem do dia-a-dia para
informar as diferenças entre massa e peso para os físicos.
• Demonstrar experimentalmente a proporcionalidade directa entre massa e
peso, medindo com dinamómetros o peso de corpos de massa conhecida.
• Reconhecer, através do diálogo, que a massa de um corpo não varia mas o
peso varia com o lugar da Terra onde se encontra e se for transportado para
outro planeta.
• Apresentar uma tabela com os valores do peso do mesmo corpo em
diferentes lugares da Terra e em diferentes planetas para, através do diálogo,
concluir como varia o peso de um corpo na Terra e noutros planetas.
• Realizar algumas questões do manual.
• Mostrar diferentes ímanes e demonstrar experimentalmente a sua acção
sobre objectos de ferro.
• Usar uma placa de vidro sobre um íman e limalha de ferro no retroprojector,
para simular os movimentos e visualizar as linhas de campo magnético.
• Demonstrar experimentalmente a posição adquirida por pequenas agulhas
magnéticas quando colocadas em volta de um íman para explicar a acção da
Terra (um enorme íman) sobre a agulha magnética das bússolas.
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Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
2
TEMA B: TERRA EM TRANSFORMAÇÃO
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Conteúdos
Estratégias e actividades a desenvolver
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
I -Materiais





1.Constituição do mundo
material
1.1. Classificação dos
materiais
1.2. Tipos de misturas
1.3.Soluções
8
Questão central
• Como classificar os materiais tão diversos que existem na Terra para os
Reconhecer, na enorme variedade de estudarmos melhor?
materiais,
materiais
naturais,
Motivação
manufacturados e matérias-primas.
Classificar materiais, de acordo com Utilizar, em recipientes adequados, uma mostra de diferentes materiais: água
salgada; solo; azeite; carvão; iodo; leite; sumo; cobre; sulfato de cobre; ar
diferentes critérios
Conhecer algumas regras para a utilização (num balão); madeira; álcool; detergente e classificá-los quanto:
em segurança, do material do laboratório. - ao estado físico
Identificar e manusear material de - à sua origem
laboratório.
Compreender as transformações que • Fazer uma primeira abordagem da Química como a Ciência que estuda os
contribuem para a dinâmica da Terra e as materiais.
suas consequências a nível ambiental e • A partir da recolha feita pelos alunos de rótulos e/ou embalagens com
símbolos de perigo, discutir o seu significado e os cuidados a eles subjacentes
social.
3º Teste de Avaliação
Correcção do 3º teste de avaliação
1
1
• Evidenciar a classificação em substâncias e misturas de substâncias.
• Partir da observação de diferentes misturas como: água e azeite, água e
álcool, água e solo, água salgada, leite, tinta de parede para distinguir entre
misturas homogéneas, heterogéneas e coloidais.
• Realizar misturas de iodo e de sulfato de cobre com água e com álcool para,
 Distinguir entre substâncias e misturas de através de demonstração experimental:
substâncias
– introduzir os conceitos de “ser solúvel em” e “não ser solúvel em”;
 Classificar diferentes misturas quanto ao – distinguir entre soluto, solvente e solução;
– apresentar o significado de composição qualitativa das soluções.
carácter homogéneo e heterogéneo.
• Usar soluções coradas, previamente preparadas (por exemplo, sulfato de
 Caracterizar uma solução.
cobre), com diferentes volumes e diferentes massas de soluto, para distinguir,
pela cor, a mais e a menos concentrada.
• Apresentar o significado de concentração (concentração mássica) como a
massa de soluto por unidade de volume da solução:
Planificação Anual Ciências Físico – Químicas 7ºano 2010/2011
Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
1,5
TEMA B: TERRA EM TRANSFORMAÇÃO
Conteúdos
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Estratégias e actividades a desenvolver
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
C = m(soluto)
V (solução)
• Através de discussão deduzir possíveis unidades de concentração.
• Calcular as concentrações das soluções usadas para associar a intensidade
de cor com o valor da concentração.
• Realizar, em grupo, a actividade experimental Exp 3 de Realiza Experiências.
1
Questão central
Há muitas, muitas substâncias diferentes. Haverá propriedades que
distinguem umas substâncias das outras? Será possível reconhecer que uma
substância é ela mesma e não outra qualquer?
Motivação
Apresentação de algumas substâncias conhecidas dos alunos que indicarão
algumas propriedades que permitem identificá-las.
2.Propriedades físicas e
químicas dos materiais
2.1. Ponto de fusão e de
ebulição
2.2. Densidade ou massa
volúmica
2.3. Algumas
propriedades químicas
9
 Identificar e caracterizar os diferentes
estados físicos da matéria e mudanças de
estado.
 Realizar actividades experimentais para
identificar propriedades que permitem
distinguir diferentes substâncias.
• Demonstrar o que acontece à forma e ao volume de objectos sólidos,
líquidos e gasosos em diferentes recipientes para caracterizar os três estados
físicos.
• Através do diálogo, lembrar as várias mudanças de estado sintetizando-as
num diagrama.
• Através do diálogo apoiado numa apresentação electrónica, introduzir os
conceitos de ponto de fusão e de ebulição.
• Analisar uma tabela de p.f. e p.e. para:
– reconhecer que os valores caracterizam uma substância pura;
– saber prever o estado físico dessas substâncias a diferentes temperaturas:
abaixo do p.f. – sólido; acima do p.e. – gasoso; entre p.f. e p.e. – líquido.
• Através do diálogo, levar os alunos a reconhecer que a presença de
impurezas aumenta o p.e. de um líquido e diminui o seu p.f.
• Focar aplicações destes factores em situações da vida real.
• Realizar algumas questões do manual/caderno de actividades/ficha de
trabalho.
• Realizar, em grupo, a actividade experimental Exp 4 de Realiza Experiências.
• Partir da observação:
Planificação Anual Ciências Físico – Químicas 7ºano 2010/2011
Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
1,5
TEMA B: TERRA EM TRANSFORMAÇÃO
Conteúdos
3.Separação das
substâncias de uma
mistura
3.1. Técnicas de
separação dos
componentes de
misturas heterogéneas
3.2. Técnicas de
separação dos
componentes de uma
mistura homogénea
10
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Estratégias e actividades a desenvolver
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
– de uma coluna colorida de líquidos com densidades diferentes;
– de objectos que flutuam e outros que vão ao fundo numa tina com água,
para introduzir o conceito de massa volúmica ou densidade.
• Apresentar o significado de massa volúmica ou densidade e, através de
discussão, deduzir possíveis unidades.
• Através do diálogo concluir que a massa volúmica é uma grandeza que ajuda
a caracterizar uma substância.
• Através de demonstração experimental, determinar a massa volúmica de
um sólido (recorrendo ao método dos deslocamentos para a determinação do
volume) e de um líquido com um densímetro.
• Comparar a densidade de diferentes substâncias a partir da observação da
tabela 2 da pág. 155.
• Reflectir com os alunos na aplicação do significado de densidade em
situações do dia-a-dia, como a flutuação dos barcos.
• Resolver questões de aplicação do conceito de densidade.
• O professor, com a colaboração dos alunos, realiza as actividades
experimentais Exp 5 e Exp 6 de Realiza Experiências.
• Realizar, em grupo, Exp 7 de Realiza Experiências.
Questão central
Como seleccionar a técnica mais adequada para separar os componentes de
uma mistura?
• Através do diálogo reconhecer que, na Terra, os materiais são quase todos
misturas muito diferentes uma das outras, por isso, os processos de
separação têm que ter em conta as características da mistura.
 Conhecer alguns processos físicos de
• Demonstrar a realização de técnicas de separação adequadas a diferentes
separação das substâncias presentes numa
tipos de misturas. Aos alunos será pedido que registem num quadro o nome
mistura.
de cada técnica, o tipo de mistura a que se destina e o que se consegue
separar.
• Referir, sempre que possível, a utilização da técnica demonstrada em
situações da vida real.
• Dar algum relevo à interpretação da destilação e a sua aplicação na
indústria.
• Resolver algumas questões do manual ou uma ficha de trabalho.
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1,5
TEMA B: TERRA EM TRANSFORMAÇÃO
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Conteúdos
Estratégias e actividades a desenvolver
 Visita de estudo
4ºTeste de avaliação
Correcção do teste de avaliação
Auto e hetero-avaliação
Actividades a realizar para a semana cultural
Total de blocos 2ºPeríodo

Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
1
1
0,5
1
13 blocos
3º PERÍODO
TEMA B: TERRA EM TRANSFORMAÇÃO
Conteúdos
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Estratégias e actividades a desenvolver
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
II – Transformações da matéria
Questão central
Sabe-se que ocorre uma transformação da matéria sempre que nela se
observa qualquer alteração.
Como se sabe se uma transformação é física ou química?
1.Transformações físicas
e transformações
químicas
1.1. Distinção entre
transformações física e
transformações químicas
1.2. A água e as
transformações físicas
11
 Distinguir
propriedades
físicas
de
propriedades químicas.
 Identificar
algumas
transformações
químicas.
 Investigar e tirar conclusões sobre o
comportamento da água e sobre a sua
importância para a vida.
Motivação
Pedir aos alunos para referirem transformações da matéria: umas a que
assistimos no dia-a-dia à nossa volta outras referidas no estudo das
propriedades físicas e químicas das substâncias.
• Demonstrar experimentalmente algumas transformações como por
exemplo: combustão do magnésio, carbonização do açúcar pelo ácido
sulfúrico e sublimação do iodo por aquecimento e arrefecimento.
É tarefa dos alunos registar tudo o que observam em cada caso.
• Associar as transformações químicas à destruição das substâncias com
formação de outras diferentes, indicando o modo como se detectam.
• Associar as transformações físicas à alteração, apenas, de propriedades das
substâncias.
• Realizar em grupo a actividade experimental Exp 1 de Realiza Experiências.
Planificação Anual Ciências Físico – Químicas 7ºano 2010/2011
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2
TEMA B: TERRA EM TRANSFORMAÇÃO
Conteúdos
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Estratégias e actividades a desenvolver
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
• Através do diálogo lembrar o ciclo da água e a sua importância para a vida e
toda a actividade na terra.
• Recorrendo a situações do dia-a-dia – o rebentamento de uma garrafa cheia
no congelador, a flutuação do gelo na água, a flutuação dos icebergs –
concluir sobre o modo como se relacionam o volume e a densidade da água
líquida e do gelo.
Questão central
O que é que faz uma substância sozinha transformar-se noutras diferentes?
Motivação
Demonstrar experimentalmente o enchimento de um balão atado à
extremidade de um tubo de ensaio contendo bicarbonato de sódio, quando o
bicarbonato é aquecido.
• Demonstrar experimentalmente algumas decomposições:
– por acção do calor;
– por acção da corrente eléctrica;
– por acção da luz.
• Em cada caso, é tarefa dos alunos descrever características da substância
inicial e das novas substâncias formadas, o agente que provocou a
transformação e a sua classificação.
As transformações podem ser traduzidas por esquemas.
• O professor juntamente com os alunos realiza as actividades esperimentais:
Exp 2 e Exp3 de Realiza Experiências.
III - Energia
1. Fontes e formas
de energia
 Compreender o significado físico de
1.1.
Energia: o
energia, fonte, receptor, e transferência
que é?
de energia.
1.2.
Fontes de  Identificar fontes de energia primária,
energia
secundárias, renováveis, não renováveis,
1.3.
Formas
reconhecendo vantagens e desvantagens
12
Questão central
O que é a energia e de onde provém?
Motivação
Discussão sobre a importância do estudo da energia, a partir da leitura de
extractos de notícias sobre energia.
Planificação Anual Ciências Físico – Químicas 7ºano 2010/2011
Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
1
TEMA B: TERRA EM TRANSFORMAÇÃO
Conteúdos
de
energia
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Estratégias e actividades a desenvolver
das diferentes fontes de energia.
• Através do diálogo, concluir sobre a dificuldade de definir energia, o que
 Associar as várias manifestações de também acontece noutras situações em Física, como por exemplo quando
energia às duas formas, cinética e queremos definir espaço. No entanto, não se deve confundir energia com
actividade nem com fonte de energia.
potencial.
• Efectuar a demonstração de um circuito com pilha e lâmpada ou motor para
apresentar o significado de fonte, receptor e transferência de energia.
• Referir as diferentes fontes de energia que existem no planeta e a sua
aplicação.
• Pedir aos alunos que elaborem um trabalho individual de pesquisa sobre as
energias alternativas.
Apresentação do trabalho
• Realizar em grupos a actividade experimental Exp 1 de Realiza Experiências.
• Introduzir o significado de energia cinética e energia potencial – as duas
únicas formas de energia.
• Visualizar simulações sobre a transformação da energia cinética em
potencial (e vice-versa) e ainda os factores de que depende cada uma destas
formas de energia.
• Elaborar um mapa de conceitos.
• Realizar algumas actividades práticas do manual/caderno de
actividades/ficha de trabalho.
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
1
1
2.Transferências de
energia
2.1. Energia e potência
2.2. Conservação e
degradação de energia
2.3. O calor como medida
de energia transferida
2.4. Condução,
convecção e irradiação
13
 Associar situações do dia-a-dia a
fenómenos de transferência de energia
entre sistemas.
 Representar fluxos de energia através de
diagramas, identificando os conceitos de
energia motora, útil e dissipada.
 Interpretar os significados de conservação
e degradação de energia, relacionando
com o conceito de rendimento.
 Distinguir os conceitos de calor e de
temperatura.
Questão central
Qualquer electrodoméstico, para funcionar, precisa de energia que pagamos.
Como poderemos diminuir os nossos gastos com a energia?
Motivação
Pedir aos alunos diferentes situações do dia-a-dia em que ocorrem
transferências de energia que serão registadas no quadro ou numa
transparência. Referir maneiras de “consumir” menos energia em cada caso, e
serão também registadas.
Planificação Anual Ciências Físico – Químicas 7ºano 2010/2011
Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
TEMA B: TERRA EM TRANSFORMAÇÃO
Competências Especificas
O aluno deve ser capaz de mobilizar os
conhecimentos para:
Conteúdos
 Conhecer os processos de transferência de
calor (condução, convecção e radiação).
 Debater a necessidade de poupar energia.
 Racionalizar os seus gastos energéticos.

14
Estratégias e actividades a desenvolver
• Apresentar o significado de potência e as unidades SI de potência e energia.
• Observar as indicações que acompanham pequenos electrodomésticos, que
são levados para a aula, para discutir sobre os seus “consumos” de energia
durante o mesmo tempo de funcionamento e em tempos diferentes.
• Referir unidades práticas de energia, tendo por base a análise de rótulos de
produtos alimentares e facturas de electricidade e ainda informações sobre
consumos energéticos em Portugal.
• Através do diálogo, lembrando situações como:
– uma lâmpada que serve para iluminar e aquece muito;
– qualquer motor cuja finalidade é produzir movimento mas aquece sempre e
produz ruído; introduzir o significado de energia dissipada.
• Apresentar a relação entre energia motora (fornecida ao receptor), energia
útil (a que utilizamos) e energia dissipada.
• Discutir sobre o significado fisicamente incorrecto de termos associados à
energia como “poupar”, “gastar”, “consumir”, “esgotar”, para finalmente
fazer referência ao Princípio de Conservação de Energia do Universo e à
degradação de energia associada a qualquer actividade.
• Apresentar o significado de rendimento.
• Realizar, em grupo, a actividade experimental Exp 3 de Realiza Experiências.
• Realizar algumas actividades práticas do manual/caderno de
actividades/ficha de trabalho.
Teste de avaliação
Correcção do teste de avaliação
Auto e hetero-avaliação
Total de blocos 3ºPeríodo
Planificação Anual Ciências Físico – Químicas 7ºano 2010/2011
Professores que leccionam: Rui Miranda e Sara Teixeira
Distribuição
Temporal
(blocos de 90
min)
1,5
1
0,5
8 blocos
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Desenvolvimento_Curricular_07_CFQ_2010_2011