“DOIS NÍVEIS DE LIBERDADE”
Pr. Alexandre Augusto
Redigida em 19/08/2009
Igreja do Evangelho Quadrangular
Itajubá/MG
www.pralexandreaugusto.wordpress.com
ESTA MENSAGEM VAI TRANSFORMAR A SUA VIDA. ACREDITE!!!!!!!
João 8: 32 a 36
32. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
33. Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a
ninguém; como dizes tu: Sereis livres?
34. Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que
comete pecado é servo do pecado.
35. Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre.
36. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.
 INTRODUÇÃO
Quero que dizer aos leitores dessa matéria que tudo o que verão, foi
feita através de pesquisa, estudos e muita oração, e que todos venham realmente
atingirem um nível de liberdade que agrade a D’us, pois o Senhor tem planos
maravilhosos para nossas vidas.
Esta mensagem vai com toda certeza ampliar nossos horizontes
espirituais, para que possamos crescer e assim atingirmos um nível de excelência
espiritual, por isso eu peço a todos os amados irmãos que abram seus corações e se
alimentem de uma boa palavra, que sendo plantada dentro dos corações,
certamente dará muitos frutos.
Para entendermos o profundo do mistério das palavras de Jesus,
precisamos retornar ao começo de uma história que todos conhecemos. A história
que nos fala de uma passagem que talvez seja a mais magnífica na história do povo
Judeu, a saída do povo Hebreu, do Egito.
 O COMEÇO DA ESCRAVIDÃO
A nação judaica, que começou como a família de Jacó, nosso patriarca,
viveu no Egito durante mais de 400 anos. Vieram a esta terra porque José, filho de
Jacó, era o poderoso vice-rei do Egito, e o homem que salvara o país, assim Jacó e
sua família foram convidados pelo rei do Egito, Faraó, para ali se estabelecerem,
pois os egípcios acreditavam que a família de José traria bênçãos ao país, o que o
jovem hebreu, o fizera, e, de fato, é isto o que ocorre: após a chegada de Jacó, a
fome que deveria durar 7 anos chega a seu fim. O Egito percebe que tamanha
bênção se deve à graça da presença de Jacó. Quando este Tzadik (JUSTO) falece,
todo o Egito chora por ele.
Mas, após a morte de Jacó e de todos os seus filhos, e com o passar dos
tempos, novos Faraós se levantam, e o Egito passa a ver os judeus, sob uma ótica
diferente. Os judeus se tornam objeto de inveja e ressentimento para aquela nação.
Então o Faraó não buscou expulsá-los ou exterminá-los, mas optou por escravizálos.
O Faraó usou de uma estratégia maliciosa contra o povo judeu. Aquilo
que se iniciara como um serviço público para o governo egípcio se converteu em um
regime de escravidão, cruel e violento. Cabiam aos judeus trabalhos muito pesados,
maltratando o corpo, para que também seu espírito se dobrasse. Sofreram tortura e
genocídio. Sob a liderança de Faraó, um homem sanguinário, que personificava o
mal, assim o Egito privou os judeus de sua dignidade e liberdade.
Seu corpo já não lhes pertencia, tampouco seu tempo e o fruto de seu
labor. Suas posses lhes foram usurpadas; os recém-nascidos do sexo masculino
foram atirados no Nilo, e as meninas foram tomadas de seus pais; cônjuges foram
separados para não mais procriarem. Com a consciência sem rumo, os judeus
começaram a agir, falar e, o pior, pensar como escravos. Muitos deles já toleravam
a escravidão, aceitavam-na como a dura realidade; como conseqüência de terem
nascido judeus em terra estranha.
Tamanho era seu sofrimento, e tão quebrado estava o seu espírito, que
eles se tornaram incapazes de sequer aspirar à liberdade. Apesar de seu lamento a
D'us, tão deplorável era o estado de seu físico e de sua alma que eles não dão
ouvidos a Moisés quando este lhes assegura que sua salvação estava próxima.
Haviam-se assumido a condição de escravos.
É interessante que quando D'us aparece diante de Moisés, Ele lhe diz:
"Diz aos Filhos de Israel: Eu sou D'us, e Eu os tirarei das aflições do Egito; Eu os
resgatarei da escravidão; Eu os redimirei". A palavra hebraica para "aflições” é
“sivlot”, também pode ser traduzida por "tolerância". D'us anunciou para Moisés
que Ele libertaria o povo judeu do peso e da aflição de tolerar o Egito.
Libertá-los da escravidão não seria suficiente; eles também tinham que
reaprender que a escravatura não era aceitável, como forma de vida humana. E, de
fato, no Egito e ao longo da jornada de 40 anos a caminho da Terra Prometida,
Moisés, o mensageiro de D'us, teve que relembrar aos judeus, repetidas vezes, que
eles não eram uma nação de escravos, mas de sacerdotes de D’us.
 DOIS NÍVEIS DE LIBERDADE
Aprendi que há dois níveis de liberdade, consequentemente dois níveis
de escravidão. Tudo é revelado pela maneira como ocorreu o Êxodo do Egito.
Apesar das Dez Pragas e da morte e destruição sofridas pelo Egito, o
Faraó lamenta ter deixado partir os judeus. Põe-se, então, a persegui-los,
acompanhado por seus homens, na esperança de recapturá-los e novamente
escravizá-los. Mas, o milagre da divisão do mar vermelho, liberaria os judeus do
jugo egípcio. O incidente no Mar de Juncos traz à tona a pergunta: se o Faraó havia
libertado os judeus, por que iria, correndo, em sua perseguição? Não fora ele a
implorar a Moisés e Aarão para que livrasse seu país dos judeus, imediatamente,
por temer mais outra praga que resultaria na aniquilação de todos os egípcios?
Como é possível que o Faraó, de uma hora para outra, mudasse de idéia e saísse ao
encalço do povo? A resposta é que Faraó sabia que a escravidão ainda estava
incutida no povo Judeu.
 A ESCRAVIZAÇÃO DO CORPO
A resposta a tais questionamentos, explica que há dois níveis de
liberdade, e é por isso que a redenção do Egito ocorreu em dois estágios. O
primeiro nível de libertação ocorreu quando as Dez Pragas fizeram cair o Faraó de
joelhos, permitindo, pois, que os judeus fossem fisicamente libertados de seus
opressores. O primeiro nível de escravidão é físico é tangível.
Com o passar dos tempos, o Egito prendeu os judeus com os açoites e
castigos, fazendo de seus miseráveis corpos, fantoches em suas mãos. Então o
grande D’us entra em ação e envia as dez pragas que dobraram o poder e
quebraram o vigor do Egito, libertando os judeus desse nível de escravatura.
Cessou então o trabalho escravo, no Egito; terminara o jugo de seus opressores.
Eram agora um povo livre para partir. Seus corpos estavam libertos da escravidão
horrenda do povo egípcio.
 A ESCRAVIZAÇÃO DO ESPÍRITO
O segundo nível de redenção deveria ocorrer no Mar de Juncos ou Mar
vermelho, onde as águas se dividiram para que os judeus pudessem atravessá-lo, a
salvo.
Mas, mesmo após partirem, os judeus não eram homens livres. Tinham
transposto apenas o primeiro nível de servidão, pois o segundo nível habita o
coração do ser humano. Não depende de circunstâncias externas. É menos tangível,
mas nem por isso menos real que o primeiro. É a soma de nossos medos e vícios e
de todos os pensamentos derrotistas e negativos que foram incutidos dentro de nós.
Analisando a questão, a caça de Faraó atrás do povo judeu, após tê-los
libertados, simboliza que os judeus corriam para abandonar o Egito na qualidade de
escravos em fuga, não de povo livre.
Eles tinham sido resgatados do exílio, mas o exílio ainda não tinha sido
resgatado de seus corações. Somente Moisés, o homem que apesar de ter sido
príncipe do Egito, nunca se deixou influenciar ou corromper pelas práticas desse
país, teve o mérito de atravessar seu povo pelo mar, a caminho da liberdade. Mas,
mesmo o milagre da divisão do Mar, um evento que atribuiu grandes poderes
proféticos ao mais simplório dos judeus, foi apenas uma libertação temporária do
nível de escravidão interior incutido em muitos judeus.
Durante a jornada de 40 anos pelo deserto, foi evidenciado que a
liberdade física é mais facilmente alcançável do que a espiritual. Foram necessárias
dez pragas para remover os judeus do Egito, mas nem os inúmeros outros milagres
vivenciados pelo povo Judeu no deserto conseguiram remover o Egito de dentro
deles.
 CONCLUSÃO
Ainda hoje o povo de D’us se encontra escravizado, muitos nos dois
níveis de escravidão. Pois vejo pessoas que se alto denominam cristãos que ainda
são escravos dos vícios, como bebidas, cigarros, adultérios, prostituições,
mostrando um corpo escravizado pelo Egito. E se você não sabe, o nome Egito,
significa terra de Cão, que era o nome de um dos milhares pseudo-deuses Egípcio.
Outros, vivendo escravos no espírito, tendo suas mentes presas ao
mundo, sonhando em viverem uma vida promiscua e sem compromisso com D’us.
Agora quero falar daqueles que foram imbuídos de levar aos ouvidos do
povo as palavras saídas da boca de D’us, e se tornaram escravos da ganância,
procurando arrancar dinheiro, e subiram nos púlpitos e usaram-nos conforme sua
miserável vontade, deixando de levar a boa palavra do Senhor. Estes terão um
triste final, sendo eles culpados pelo fracasso de muitas almas. E embora tenham
visto os inúmeros milagres, e as inúmeras mensagens vindas da parte de D’us, isso
tudo ainda não foi suficiente para os tirarem da escravidão do espírito, pois suas
almas são almas escravas. E o que será deles?
Mas ainda há uma chance para estes, pobres coitados. Jesus está
dizendo que “se o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. É necessário que
neste momento você que se encontra escravo, aceite Jesus como único e suficiente
salvador de sua vida, caso contrário perecerás no inferno. Mesmo tendo uma
carteirinha com anos de supostamente “convertido”. Receba a Jesus
verdadeiramente de uma vez por todas. O povo de Israel precisava entender que no
princípio já havia a profecia saída da boca de D’us, que viria um, que esmagaria a
cabeça de Satanás, um que estabeleceria o reinado de D’us na terra. Seu nome?
Jesus Cristo.
Se eles tivessem acreditado nas palavras de D’us, a libertação da
escravidão do espírito teria sido uma vitória para eles. E é sabido que
posteriormente os judeus foram escravizados pelos Babilônios, Persas, Assírios,
Síros e Romanos. Então não cometa o mesmo erro dos judeus, aceite a Jesus agora
e tenha uma vida nova. Talvez, mesmo sendo um cristão há anos, você ainda não
tenha provado DOS DOIS NÍVEIS DE LIBERDADE.
PR. Alexandre Augusto
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os dois niveis de liberdade - Pr. Alexandre Augusto