SISTEMA IMUNOLÓGICO
Nós compartilhamos o ambiente com
milhares de outras formas de vida,
incluindo vírus, bactérias, fungos,
protozoários e vermes, muitos deles
organismos parasitas ou patógenos,
causadores de doenças. Classicamente,
infecções
são
causadas
por
microrganismos e infestações são
causadas
por
organismos
macroscópicos; para ambos os casos,
nosso corpo conta com mecanismos de
defesa específicos.
1. DEFESAS NÃO ESPECÍFICAS
Contamos com barreiras contra os
patógenos que podem ser físicas, como
a pele e a mucosa ciliada das vias
respiratórias; químicas, como a acidez
(principalmente da pele e mucosas
estomacal e vaginal) e as lisozimas,
além da reação inflamatória que inclui
defesa realizada por algumas das células
do sangue.
A reação inflamatória
A reação inflamatória é uma resposta
não
especifica
que
acontece
imediatamente após a invasão de algum
organismo estranho. As principais
características do processo inflamatório
são: calor, rubor, inchaço, dor e função
lesada.
Na reação inflamatória participam
diversas células.
Num
primeiro
momento, os basófilos que estão no
sangue e os mastócitos que estão no
tecido conjuntivo produzem histamina,
que dilata os vasos sanguíneos e
aumenta o fluxo de sangue para a região
afetada. Isto facilita a saída dos
neutrófilos e dos macrófagos do sangue
até o tecido e também produzem os
sintomas
que
caracterizam
a
inflamação.
Neutrófilos:
São
os
leucócitos
encontrados com maior freqüência no
sangue (70%). Recebem esse nome
porque possuem grãos que se coram
com corantes neutros.
Quando as bactérias penetram no
organismo elas e os tecidos afetados
liberam substâncias que atraem os
leucócitos ao local da infecção. Esses
leucócitos atravessam a parede dos
vasos capilares, passando para o tecido
conjuntivo (diapedese). A seguir os
neutrófilos e os macrófagos fagocitam a
bactéria,
digerindo-a
com
seus
lisossomos. As bactérias são destruídas
também pelo peróxido de hidrogênio
(H2O2) produzido por estes dois tipos
de células. Os macrófagos e neutrófilos
que fagocitaram organismos estranhos
morrem e formam o pus.
Se a resposta inflamatória não contiver
a infecção, a reação à agressão passa a
depender da resposta imune, que
envolve mecanismos específicos.
Monócitos
e
macrófagos:
Os
monócitos constituem de 3 a 8% dos
leucócitos. Podem sair do sangue,
crescer
e
transformar-se
em
macrófagos, com função similar aos
neutrófilos.
Basófilos: são chamados de leucócitos
polimorfonucleares, por apresentarem
núcleos com diferentes formas. São
encontrados em baixa freqüência no
sangue (0 a 0,1%) e se coram com
corantes básicos. Ao igual que os
mastócitos, possuem grânulos com
heparina (anticoagulante) e histamina
(vasodilatador).
Eosinófilos ou acidófilos: São corados
pela eosina, um corante ácido.
Constituem de 2 a 4% do total de
leucócitos. Defendem o corpo contra
vermes parasitas e também tem a função
de deter reações alérgicas.
2. DEFESAS ESPECÍFICAS:
SISTEMA IMUNE
Coagulação do sangue
Se não fossem pequenos pedaços de
citoplasma presentes em nosso sangue,
qualquer ferimento representaria risco
de vida. Esses fragmentos de citoplasma
desprovidos de núcleo recebem o nome
de plaquetas ou trombócitos. Assim que
um vaso se rompe, as plaquetas
acumulam-se rapidamente na região e
formam um tampão, que diminui a
perda de sangue. Além disso, elas
secretam substâncias que promovem a
contração do vaso, diminuindo o fluxo
sanguíneo no local (vasoconstrição).
Os tecidos lesados e as plaquetas
liberam um complexo de substâncias
chamado de ativador de protrombina,
que tem como enzima principal a
tromboplastina. A protrombina, em
presença da tromboplastina e de outros
fatores de coagulação (e de íons cálcio
do plasma), ela se transforma em uma
enzima ativa, a trombina, que
transforma fibrinogênio (proteína do
plasma) em fibrina. As moléculas de
fibrina unem-se constituindo uma rede
tridimensional que retém os glóbulos
sanguíneos. Surge assim, o coágulo.
A protrombina e o fibrinogênio são
formados pelo fígado. Para que esse
órgão produza a protrombina é
necessária a vitamina K (também
chamada, por isso, de vitamina antihemorrágica). É preciso também uma
concentração mínima de íons cálcio
para que as diversas etapas do processo
ocorram.
O
Além das defesas não específicas,
possuímos defesas específicas que
dependem da ação dos linfócitos e
geram imunidade.
Todas as defesas contra patógenos
dependem da habilidade do organismo
em reconhecer o que lhe é próprio e o
que lhe é estranho. Todos os
organismos
são
bioquimicamente
únicos; suas superfícies celulares
possuem glicoproteínas e glicolipídeos
que variam de acordo com a espécie e
com os indivíduos. Cada organismo
reconhece e aceita suas macromoléculas
e estranha as macromoléculas de outros
organismos.
Antígenos: são chamadas assim
macromoléculas de um patógeno que
são interpretadas como estranhas e
capazes de desencadear resposta
imunológica.
Em um único patógeno muitas moléculas podem
ser antigênicas.
O sistema imunológico ou imune combate
especificamente cada tipo de invasor. As
principais células que atuam neste sistema são os
linfócitos T e os linfócitos B.
Os linfócitos B: a defesa pelos anticorpos
Os linfócitos B atuam na resposta imune humoral
mediada por anticorpos ou imonoglobulinas, que
neutralizam os antígenos. Os anticorpos são
proteínas específicas: para cada antígeno que
penetra no organismo deverá ser formado apenas
um tipo de anticorpo. O sistema imunitário
produz milhões de linfócitos B diferentes, cada
grupo com um anticorpo diferente em sua
membrana. Quando um antígeno entra no corpo é
reconhecido por um grupo de linfócitos que tem
um determinado anticorpo na membrana. A
união do antígeno com este anticorpo fará que
este grupo de linfócitos se multiplique e produza
mais anticorpos. Quando o linfócito começa a
fabricar anticorpos que serão secretados,
transforma-se
em
plasmócito.
Este
reconhecimento do anticorpo pelo antígeno
entrante, a subsequente multiplicação dos
linfócitos e transformação destes em plasmócitos
chama-se resposta primaria.
A união do anticorpo com o antígeno promove
uma aglutinação dos agentes infecciosos,
evitando que eles se espalhem pelo corpo. Desse
modo, o anticorpo facilita a ação dos neutrófilos
e macrófagos. Alguns anticorpos podem também
provocar a ruptura da membrana do micróbio
invasor, recobrir partes tóxicas do antígeno ou
ainda causar o deposito do antígeno, removendoo da circulação.
Alguns anticorpos que foram ativados pelo
antígeno transformam-se em linfócitos de
memória. Se o antígeno invadir novamente,
algumas destas células de memória se
transformarão em plasmócitos em poucas horas.
Este tipo de resposta é chamada de resposta
secundária. Graças às células de memória nosso
organismo torna-se imune contra doenças como
sarampo, catapora, etc.
Linfócitos T
Os linfócitos T atuam atacando diretamente as
células do corpo que foram invadidas por
micróbios. Além disso, eles ativam outros
linfócitos e também suprimem a produção de
anticorpos depois que o invasor foi destruído.
Cada uma dessas funções é exercida por um tipo
diferente de linfócito T: o linfócito T citotóxico,
o linfócito T auxiliar (ou helper), o linfócito T
supressor e a célula T de memória.
Linfócitos T supressores: Este tipo de linfócitos
suprime a resposta do sistema imunológico à
invasão de um patógeno, quando o combate se
encerra.
Células T de memória: Ao igual que as células
B de memória, estas células estão prontas a se
diferenciar em diferentes tipos de linfócitos
quando o mesmo antígeno invadir novamente.
3. IMUNIZAÇÃO
Uma pessoa tem imunidade contra uma doença
infecciosa quando possui linfócitos de memória
resultantes de contato com antígenos causadores
dessa doença. Em um novo contato, o patógeno
não consegue se reproduzir e causar a doença,
pois logo é destruído.
Imunização ativa
Linfócitos T auxiliares: Depois de ter
fagocitado o micróbio invasor, o macrófago
passa a circular pelo sangue e pela linfa, levando
aderida a sua membrana algumas proteínas
(antígenos) do invasor. Nesta viagem o
macrófago se encontra com linfócitos T com o
receptor adequado que reconhece esses
antígenos. Nesse momento o linfócito T auxiliar
produz substâncias (as linfoquinas) que
estimulam a multiplicação do próprio linfócito T
auxiliar e de outros linfócitos T e B.
Linfócitos T citotóxicos: Estes linfócitos se
encarregam de destruir as células do corpo que
foram invadidas por vírus. AS células invadidas
são reconhecidas porque apresentam pedaços do
vírus na sua membrana. Os linfócitos T
citotóxicos unem-se as células invadidas por
vírus e destroem sua membrana, abrindo orifícios
por onde sai o citoplasma. O linfócito T também
secreta substâncias que destroem os lisossomos
da célula, provocando assim a autólise e a
destruição do ADN do vírus. Esse grupo de
linfócitos constitui a principal causa de rejeição
nos transplantes de órgãos.
A imunização ativa resulta do contato com um
determinado antígeno e a conseqüente formação
de anticorpos que serão produzidos com maior
rapidez e em maior intensidade em um novo
contanto com o mesmo antígeno. É ativa porque
o próprio organismo fabrica anticorpos contra o
patógeno. Pode ser natural, decorrente de uma
infecção ou artificial, por vacinação. Vacinação:
vacinar um indivíduo é injetar antígenos mortos
ou atenuados para que o organismo reaja, sem
ficar doente, produzindo anticorpos específicos.
Imunização passiva
Na imunização passiva, o individuo recebe
anticorpos prontos, produzidos por outro
organismo. Pode ser natural, na transferência de
anticorpos da mãe ao embrião pela placenta e da
mãe para o bebê através do leite, que
disponibiliza
grandes
concentrações
de
anticorpos para o neonato.
Soroterapia
A soroterapia tem efeito curativo em situações
que necessitam de defesa rápida. É o caso de
ferimento suspeito de contar o bacilo do tétano,
vírus da raiva ou veneno de cobra, devido a
grande velocidade de proliferação do patógeno
ou ao alto teor tóxico do veneno.
O soro é um líquido obtido a partir do sangue de
um animal, rico em anticorpos, para neutralizar
rapidamente os antígenos, enquanto o corpo
começa a produzir os anticorpos próprios. São
usados cavalos, coelhos e outros animais que
recebem doses progressivamente maiores, mas
não mortais de antígenos e produzem muitos
anticorpos.
4. ALERGIAS
frequência cardíaca aumenta permitindo que os
glóbulos brancos cheguem mais rápido ao local
da infecção.
Medicamentos como: Aspirina, Tylenol e Advil
inibem a síntese de prostaglandinas combatendo
a febre.
Quando um organismo é invadido por uma
proteína estranha, plasmócitos produzem
anticorpos contra esse antígeno. Esses anticorpos
ligam-se à superfície de basófilos e mastócitos e,
num segundo encontro, os antígenos aos
anticorpos, o que leva à ruptura da membrana e a
liberação de histamina, heparina e outras
substâncias que provocam reações alérgicas.
A histamina dilata os vasos sanguíneos, estimula
produção de muco e em alguns casos contração
de músculos lisos das vias aéreas. Nas pessoas
alérgicas há uma alta produção dos anticorpos
que se ligam aos mastócitos e basófilos. Estes
anticorpos são produzidos em resposta à presença
de pólen, penas, poeira, etc.
QUESTÕES DE VESTIBULAR
5. DOENÇAS AUTO-IMUNES
As curvas abaixo mostram a produção de
anticorpos específicos de dois indivíduos
inoculados com antígenos protéicos do vírus X
no dia 0. Com base nas respostas de cada um
deles ao antígeno, suspeitou-se de que um dos
indivíduos fosse originário de uma região onde a
infecção pelo vírus X atinge grande número de
indivíduos.
Chamamos doenças auto-imunes aquelas em que
o organismo produz anticorpos que destroem as
suas próprias células. É o que acontece no
vitiligo (anticorpos destroem melanócitos); no
diabetes infantil (destruição de células beta do
pâncreas), na artrite reumatóide (destruição de
células presentes nas articulações), etc.
FEBRE
É uma temperatura corporal anormalmente alta.
Causada mais frequentemente pela infecção por
bactérias e vírus. O aumento da temperatura inibe
o crescimento microbiano e acelera reações
corporais que auxiliam o reparo da infecção.
O mecanismo da febre ocorre da seguinte forma:
os fagócitos, após ingerirem os agentes
invasores, liberam substâncias químicas que
circulam até o hipotálamo. É no hipotálamo que
se encontra o centro regulador da temperatura
corporal cuja função é manter a temperatura em
equilíbrio através da produção e da perda de
calor. As substâncias químicas liberadas pelos
fagócitos, ao chegarem ao hipotálamo, sinaliza
que alguma coisa está errada, ou seja, está
ocorrendo uma invasão por algum agente
estranho. O hipotálamo induz a secreção pelos
neurônios de prostaglandinas (hormônios) que
atuam no centro regulador da temperatura
corporal para que a temperatura se eleve. A
1 – UFRJ (1998)
Apesar dos esforços de numerosas equipes de
cientistas em todo o mundo, uma vacina contra a
gripe, que imunize as pessoas a longo prazo,
ainda não foi conseguida. A explicação para isso
é que o vírus da influenza, causador da gripe,
sofre constantes mutações.
Por que essas mutações diminuem a eficácia
das vacinas?
2 – UFRJ (2001)
Qual dos dois indivíduos é originário da
região com alta incidência do vírus X?
Justifique.
3. (UFMG) Dois leõezinhos recém-nascidos,
abandonados pela mãe, correm risco de vida.
O diretor do zoológico explica que “o
problema não é só falta de carinho, mas sim
falta de colostro, o que significa para os
leõezinhos uma condenação sumaria”. (Folha
da tarde, SP)
O colostro, referido no texto, é insubstituível na
função de:
a) dar energia aos leõezinhos
b) hidratar os leõezinhos
c) conferir imunidade inicial
d) estimular o instinto de caça
e) desenvolver a agressividade
4. (UNIRIO) Nosso corpo está sendo sempre
ameaçado de invasão por substâncias
estranhas e por uma variedade enorme de
microrganismos. Toda vez que isso acontece,
além de nossos mecanismos gerais de defesa,
acionamos nosso sistema imune constituído
por diferentes tipos de glóbulos brancos e por
órgãos imunitários que, primariamente são:
a) fígado e baço;
b) tonsilas e pâncreas;
c) medula óssea e timo;
d) pâncreas e medula óssea;
e) fígado e gânglios linfáticos.
No caso de algumas doenças infecciosas, podese que toda a população está protegida se uma
alta proporção dos indivíduos estiver
imunizada. Tal fenômeno é denominado
imunidade de grupo.
a) Explique por que a imunidade de grupo é
eficiente no controle de doenças como a gripe.
b) Explique por que a imunidade de grupo não é
eficiente no controle de doenças como, por
exemplo, o cólera e a hepatite.
7. UFRJ – 2005
O gráfico a seguir mostra o número de casos de
raiva relatados em um país, entre 1960 e 1995. A
raiva é uma doença viral, potencialmente letal.
Ela mata milhares de pessoas anualmente,
principalmente nos países em desenvolvimento.
Tanto os animais selvagens, quanto os
domésticos, são reservatórios de transmissão da
raiva.
5. (UERJ) A produção de imunoglobulinas
por células do sistema imunitário constitui um
dos mecanismos de defesa do organismo
contra infecções.
O gráfico demonstra os níveis de imunoglobulina
G (IgG) no soro do feto e do recém nascido.
Por que há diferença entre o número de casos
de raiva relatados em animais selvagens e
domésticos?
8. (Unicamp – SP)
Quando há um ferimento na pele, bactérias
podem penetrar no local e causar infecção.
Os resultados permitem chegar à seguinte
conclusão em relação a esse soro:
a) na época do nascimento há presença de IgG
materna
b) durante a gestação diminuem os níveis de IgG
fetal
c) durante a gestação os níveis de IgG
independem da produção fetal
d) após o nascimento diminuem os níveis de IgG
produzida pelo recém-nascido.
6. UFRJ – 2006
a) que células irão se dirigir ao local para
combater as bactérias invasoras?
b) Explique o processo pelo qual essas bactérias
serão eliminadas.
c) A que se deve a formação de pus no
ferimento?
9. UFRJ – É comum os médicos pedirem um
exame de sangue do tipo hemograma
completo. Nesse exame, entre outros, os
seguintes parâmetros são analisados:
a) número de leucócitos
b) número de hemácias
c) número de plaquetas
Explique que informações de interesse clínico
cada um desses parâmetros fornece ao médico.
Gabarito:
1 - Em função das mutações, as proteínas do
capsídeo viral são diferentes e, assim, apesar de
as pessoas vacinadas possuírem anticorpos contra
uma determinada linhagem do vírus, não
possuem anticorpos capazes de reconhecer os
vírus com as proteínas alteradas resultantes das
mutações.
2 - O indivíduo A. Um contato prévio com o
vírus X leva à produção de anticorpos por
linhagens celulares que guardam esse estímulo na
chamada “memória imunológica”. São essas
linhagens que promovem uma resposta mais
rápida e mais intensa em contatos posteriores
com o mesmo vírus.
3 – letra c
4 – letra c
5 – letra a
6 - a) Como nessa população existem muitos
indivíduos imunizados, sem a doença, a
probabilidade de contágio de pessoa a pessoa é
muito baixa.
b) O cólera e a hepatite são transmitidos pela
água, uma fonte comum consumida por toda a
população. Assim, a maioria dos indivíduos
estaria exposta ao agente infeccioso.
7 – Porque a prática da vacinação dos animais
domésticos levou à redução da incidência de
raiva nesses animais, o que não ocorreu com os
animais selvagens.
8 – a) Neutrófilos e macrófagos.
b) Os neutrófilos e os macrófagos são atraídos
quimicamente por substâncias liberadas pelo
agente invasor ou pelas células danificadas. Eles
atravessam os vasos sanguíneos (diapedese) e
migram para o local da infecção. Logo após, eles
ingerem as bactérias através da fagocitose,
destruindo-as.
c) O pus é um fluido espesso que contém
glóbulos brancos, neutrófilos e macrófagos,
mortos com os restos das bactérias.
9 – a) O número de leucócitos indica se o
paciente está com alguma infecção, pois se os
níveis estiverem altos, indicam infecção.
b) O número de hemácias indica se o paciente
está com anemia, caso os valores estejam baixos.
c) O número de plaquetas indica se o paciente
pode ser submetido a algum procedimento
cirúrgico, pois as plaquetas são responsáveis pela
coagulação sanguínea, o que impede a perda de
sangue.
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