Bíblia e Moral – Parte 4 Escola de Teologia Discípulos Missionários

Propaganda
Bíblia e Moral – Parte 4
Escola de Teologia Discípulos Missionários da Igreja Santa Júlia do bairro da Torre, da cidade de
João Pessoa, estado da Paraíba, Brasil.
A ética vem aparecer para as condições de o povo permanecer um povo de Deus, que
com o tempo vem lapidando as experiências com Deus. A primeira experiência do povo é com
Deus. Na passagem de Noé, Deus forma uma nova aliança com a humanidade, simbolizada
pelo arco-íris, e firma compromisso que nunca mais haverá um novo dilúvio. Porém, a época
atual da sociedade se assemelha muito a época que Noé vivia, numa sociedade decadente,
portanto, próxima da segunda vinda de Jesus Cristo, como está escrito.
Depois da aliança com Noé, Deus faz uma aliança com Abraão, que é uma espécie de
herói para os judeus, cristãos e mulçumanos. Por força da fé e no invisível, Abraão acredita
num Deus Único, criador de todas as coisas; e procura e aceita os termos de Deus. Abraão é
uma espécie de super-homem de Nietzsche, assim como é Arjuna para os hindus; Júlio César
foi para os romanos, Alexandre da Macedônia, o grande, para a antiguidade; Gengis Khan para
os mongóis; Aquiles para os gregos; e Heitor para os troianos. A grande promessa de Deus
para Abraão foi filhos para dar continuidade e propagar uma nova nação e a outra promessa
foi a terra. Resumindo: filhos e terras. O filho era a grande benção para os antigos, para a
proteção de um povo. O povo de Israel é uma espécie de imediador entre os outros povos com
o Deus único. Esse mesmo povo de Israel surgiu da posteridade de Abraão.
Já o grande objetivo de Moisés para com o povo escravizado no Egito foi à conversão.
Pois o povo mesmo clamando por um Deus único, seguia a cultura do antigo Egito, e por isso
Moisés e o povo hebreu passou quarenta anos no deserto antes de chegar a Terra Prometida.
Moisés teve uma função nesses quarenta anos de formar uma cultura. Os dez mandamentos
surgiram como um dom de Deus para viver em liberdade, pois liberdade não é sinônimo de
libertinagem, mas é estar de acordo com as leis divinas e universais. É importante as pessoas
manterem uma relação com os absolutos e respeitar a dimensão sagrada do tempo e não
deixar o tempo nos engolir, como Cronos, o titã da mitologia grega que devora seus filhos,
simbolicamente Cronos é o senhor do tempo que engole o homem no dia-dia; mas Zeus, o
Deus dos deuses, que simboliza a sabedoria, consegue derrotar Cronos. Só com a sabedoria
somos capazes de vencer o tempo dos homens e estar caminhando de acordo com o tempo de
Deus.
Finalizando o texto, digo que o estado laico não quer dizer que o estado é ateu. Estado
laico não deve ser não aceitar qualquer expressão religiosa, mas sim não discriminar qualquer
expressão religiosa. A Igreja tem um papel fundamental na sociedade, principalmente na área
de saúde.
Autor: Victor da Silva Pinheiro
WWW.recantodasletras.com.br/autores/victorgeo10
WWW.victorgeo10.blogspot.com
WWW.myspace.com/victorgeo10
www.twitter.com/victorgeo10
www.fotolog.com.br/victorgeo10
Download