Relações Interespecíficas

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Relações
Interespecíficas
Simbiose
Trabalho realizado por:
 Francisco Gaspar
Nº9
 Margarida Caseiro Nº17
 Matilde Santos
Nº18
 Tiago Vasco
Nº28
Índice:
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Introdução
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Definição de Simbiose

Exemplos de Simbiose

Fungos e Algas
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Leguminosas e Bactérias
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Ruminantes e Microrganismos
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Aves/Insetos e Flores

Conclusão

Bibliografia
Introdução

Neste trabalho vamos falar sobre uma interação biótica
interespecífica favorável – a simbiose – apontando alguns exemplos
desta relação existentes em vários ecossistemas.

As interações bióticas são as relações que podem existir entre seres
vivos que ocupam o mesmo ecossistema.

Quando estas relações ocorrem entre seres vivos da mesma espécie,
têm o nome de relações intraespecíficas. Estas relações são de
cooperação ou de competição.

Dá-se o nome de relações interespecíficas quando as
interações se verificam entre seres vivos de diferentes
espécies. As relações interespecíficas podem representar
benefícios ou prejuízos para as espécies presentes.

Exemplos de relações interespecíficas favoráveis são o
comensalismo, o mutualismo e a simbiose, sendo que as duas
últimas são relações de cooperação, ou seja, ambas as espécies
são beneficiadas.

Como exemplos de relações interespecíficas desfavoráveis existem
o parasitismo, a predação e a competição.
Simbiose

A Simbiose é uma relação vantajosa entre seres de
espécies diferentes, na qual, dois ou mais organismos são
beneficiados por esta associação. Estes seres vivos não
conseguiriam viver um sem o outro estabelecendo,
portanto, uma relação de dependência. Esta relação é
permanente e obrigatória.
Agora vamos apresentar alguns
exemplos desta relação biótica…
Fungos e Algas

A alga, através da fotossíntese, fornece ao fungo matéria orgânica e o
fungo proporciona à alga os sais minerais e a água de que esta
necessita, na realidade o fungo precisa mais da alga do que a alga do
fungo pois a alga trás mais benefícios.

A alga que realiza a fotossíntese, fornece ao fungo parte da matéria
orgânica que produz (sendo que este é incapaz de produzir o seu
próprio alimento), recebendo, por sua vez, proteção, humidade e sais
minerais absorvidos pelo fungo.
Leguminosas e Bactérias

As plantas leguminosas, como o feijoeiro, não conseguem captar o
azoto do ar de modo a sintetizar proteínas. Apresentam uma relação
com uma bactéria do género Rhizobium , que vive nas raízes das
plantas, absorvendo o azoto atmosférico e transformando-o em
nitratos de que a planta precisa.

Ao mesmo tempo que a bactéria é fundamental para a planta o
contrário também se verifica, sendo que as plantas fornecem um bom
ambiente em que a bactéria vai habitar.
Ruminantes e Microrganismos

Os ruminantes não têm capacidade de digerir a celulose proveniente
da erva que consomem. Contudo existem, no seu tubo digestivo, seres
capazes de a digerir tornando estes nutrientes consumíveis. Sem estes
seres, os ruminantes morreriam de fome.

Desta forma os ruminantes saem beneficiados pois conseguem
alimentar-se e os microrganismos também porque têm um bom
ambiente para viverem.
Conclusão

Com este trabalho concluímos que existem vários exemplos de simbiose entre
os diversos seres vivos.

Entre todos os exemplos verificamos também uma total relação de
dependência entres os seres vivos presentes, o que demonstra que a simbiose
é uma relação de dependência e benefício para ambas as espécies.

Estas relações benéficas são permanentes e, se uma espécie morrer, a outra,
não tendo as condições necessárias para a sua sobrevivência, irá, mais tarde,
acabar por morrer.
Bibliografia
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www.infoescola.com

Descobrir a Terra de Cristina Antunes, Manuela Bispo e Paula Guindeira

Ciências Naturais - Mundos de João Carlos Gomes

Planeta Vivo – Sustentabilidade na Terra de Amparo Dias da Silva, Fernando
Gramaxo, Maria Ermelinda Santos, Almira Fernandes Mesquita, Ludovina Baldeia e
José Mário Félix

Bioterra – Sustentabilidade na Terra de Lucinda Motta e Maria dos Anjos Viana
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