Efeito Magnus

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Dicas de Estudo – Biologia 2 – 4ª Etapa
Peixes Ósseos:
- Diferenças entre peixes ósseos e cartilaginosos:
Peixes Ósseos
Peixes Cartilaginosos
Esqueleto ósseo (para dar mais resistência Esqueleto cartilaginoso
ao animal).
Opérculo (placa móvel que protege as
Sem opérculo
brânquias e auxilia nas trocas gasosas).
Escamas (que com a ajuda do muco
Sem escamas
facilita o deslocamento do peixe na água
diminuindo o atrito do corpo com a água).
Bexiga natatória (bolsa que enche de
Sem bexiga natatória
gases para ajudar na flutuação do peixe).
- Circulação: fechada (o sangue sai do coração e volta ao coração) e simples (possui um vaso sanguíneo).
Observe a imagem abaixo e compare a circulação do peixe com a do anfíbio adulto (que é fechada, dupla e
incompleta).
- Brânquias e metabolismo: quanto maior o metabolismo do peixe, maior será o seu consumo de oxigênio,
portanto suas brânquias serão mais desenvolvidas, como em peixes que nadam ativamente em busca de uma
presa, enquanto que nos peixes abissais (das profundezas oceânicas) seu metabolismo é baixo, consumindo
pouco oxigênio fazendo com que as brânquias sejam mais reduzidas.
- Regulação térmica: são pecilotérmicos (a temperatura interna varia de acordo com o ambiente).
Anfíbios:
- Características que os tornam dependentes do meio aquático:
Possuem pele úmida, para realizarem a respiração cutânea;
Realizam fecundação externa (precisam da água para lançar seus gametas);
Possuem ovo sem casca, onde sem á água o embrião desidrata e morre;
- Circulação: fechada, dupla (presença de artérias e veias) e incompleta (pois há mistura de sangue venoso e
arterial) (reveja a figura no tópico de peixes);
- Respiração: branquial (larvas), pulmonar e cutânea (nos adultos).
- Regulação térmica: são pecilotérmicos, assim em lugar quente a eficiência respiratória será maior via pulmão,
devido a pele não ficar úmida o suficiente. Em ambiente frio, a eficiência respiratória é maior através da pele,
realizando melhor a respiração cutânea que a pulmonar.
- Excreção: larvas (girino) excretam amônia, enquanto que os anfíbios adultos excretam uréia. Observe a
imagem abaixo que apresenta os excretas dos anfíbios durante o seu ciclo de vida.
A curva Y pode ser considerada como a amônia, pois no início da vida o anfíbio está na forma de girino
liberando a amônia em grande quantidade que é dissolvida na água. Com o passar dos anos a quantidade de
amônia vai diminuindo e o animal passa a liberar a uréia representada pela curva Z. Na curva Z, desconsidere
que no início da vida ela está alta, pense que no girino ele quase não libera uréia, mas que com o passar dos
anos, a quantidade de uréia liberada vai aumentando, pois ele vai para o ambiente terrestre.
Répteis:
- Características adaptativas ao ambiente terrestre:
Pele seca, grossa, recoberta de estruturas (como escamas e placas ósseas);
Fecundação interna (lançam os gametas no interior da fêmea devido a presença de um órgão copulador);
Ovo com casca e anexos embrionários (que ajudam a proteger o embrião contra a desidratação);
Pulmões bem desenvolvidos, aumentando a eficiência respiratória dos pulmões devido as dobras internas que há
nos pulmões dos répteis;
- Regulação térmica: são pecilotérmicos e ectotérmicos (pois absorvem o calor do ambiente para aumentar o seu
metabolismo).
- Serpentes peçonhentas e não-peçonhentas:
Serpentes
Peçonhentas
Não-peçonhentas
Hábitos noturnos
Hábitos diurnos
Olho com pupila de “gato”
Olho com pupila arredondada
Cabeça triangular
Cabeça arredondada
Possui fosseta loreal
Sem fosseta loreal
Cauda afina bruscamente
Cauda afina aos poucos
Observe algumas características das cobras peçonhentas nas figuras abaixo:
BONS ESTUDOS!!!!
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