Patente SEMAFARO PARA FALTONICOS

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Patentes – SEMÁFORO PARA DALTÓNICOS
Número da publicação
WO2012139184 A1
Tipo de publicação
Requerimento
Número do pedido
PCT/BR2011/000192
Data de publicação
18 out. 2012
Data de depósito
14 jun. 2011
Data da prioridade
15 abr. 2011
Inventores
Eduardo Rezende TONDATO
Requerente
Tondato Eduardo Rezende
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Semáforos
com
recursos
de
comunicação
visual
WO 2012139184 A1
RESUMO
Segurança no trânsito.Inclusão social de portadores das necessidades especiais devidas ao
daltonismo. Eliminação de erros devidos a fatores humanos em manutenção semafórica. A presente
patente é destinada a aumentar a segurança no trânsito, em especial para portadores de necessidades
especiais - os idosos e daltônicos, caracterizando-se pelo fato dos semáforos emitirem a radiação
luminosa das cores amarelo e verde de forma a serem percebidas pelo olho humano como formas
geométricas planas ou volúmicas distintas da forma circular. Resumidamente, o princípio básico das
inovações, objeto de proteção da presente patente, o qual teve acima descritas algumas das possíveis
realizações, é a alteração da forma geométrica luminosa que é gerada pelos semáforos e percebida
pelas pessoas, ou seja, atualmente as 3 cores, vermelho, amarelo e verde são percebidas como formas
circulares iguais e a presente patente propõe uma quebra desse paradigma, ao alterar a forma com que
o olho humano percebe essa radiação luminosa. O fundamento é manter o padrão "vermelho" (pare)
inalterado e alterar a percepção da forma emitida pelas fontes radiantes amarela e verde.
REIVINDICAÇÕES
REIVINDICAÇÕES
"SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", destinado a aumentar a segurança no
trânsito, em especial para portadores de necessidades especiais, principalmente idosos e daltônicos,
caracterizado por manter inalterada a percepção da radiação luminosa vermelha dos semáforos e
emitirem a radiação luminosa das cores amarelo e verde de forma a serem percebidas pelo olho humano
como formas geométricas planas ou volúmicas distintas da forma circular.
SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", de acordo com a reivindicação 1 ,
caracterizado pela substituição das lentes amarela e verde dos semáforos lentes quaisquer outras
formas geométricas, tais como hexágonos, octógonos, a figura de um "X" ou de uma cruz, sendo,
preferencialmente, utilizadas as figuras dos polígonos básicos.
SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", de acordo com as reivindicações 1 e 2,
caracterizado pela utilização de lentes geradoras da forma triangular para luz amarela e quadrada para
a luz verde.
SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", de acordo com a reivindicação 1 ,
caracterizado pela utilização de lentes de formato circular e sobre estas é feita a aplicação de recursos
por qualquer forma adequada, tais como circuitos eletrônicos, leds ou dispositivos especiais para fazer
sobressair sobre o formato circular das mesmas a figura destacada de um triângulo qualquer em
qualquer posição para a luz amarela e, com os mesmos recursos, as lentes verdes farão sobressair a
figura destacada de um quadrado.
SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", de acordo com a reivindicação 1 ,
caracterizado por manter as formas circulares das lentes dos semáforos, para a visão frontal,
substituindo as lentes de formas planas dos semáforos por calotas, pirâmides ou quaisquer formas
poliédricas, facetadas ou não.
DESCRIÇÃO (o texto de OCR pode conter erros)
"SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL".
Campos desta Patente.
• Segurança no trânsito.
• Inclusão social de idosos e portadores das necessidades especiais devidas ao daltonismo.
• Eliminação erros devidos a fatores humanos em manutenção semafórica. Estado da Técnica.
Para todos os efeitos desta Patente os termos "sinalização semafórica" ou "semáforos" se referem a
equipamentos emissores de sinais luminosos codificados, por cores e posições das luzes, de
funcionamento por temporização gerada por circuitos próprios, por comando através de controle
remoto de qualquer natureza, incluindo acionamento de botões por pedestres.
Embora o termo "semáforo" seja de nobre origem etimológica - aportuguesadamente "semeion - o signo
e phorein - portar", os mais de sessenta anos de uso no Brasil, inicialmente por cópia dos costumes de
países que se anteciparam no uso do automóvel e, depois, por força de lei, a elegância do termo perdeuse no tempo e não faz jus à evolução da ciência da "Comunicação Visual", que tanto avançou nestes
últimos três quartos de século.
Naturalmente, neste período, a marcha da História mobilizou a sociedade no sentido da inclusão dos
portadores de necessidades especiais, de forma que as calçadas têm rampas de acesso e coletivos têm
acessos especiais para cadeirantes, veículos são especialmente adaptados para serem conduzidos por
lesados no uso das pernas, dentre outras várias conquistas sociais.
Entretanto, os semáforos continuaram iguais: - constam de 3 fontes de luzes, em forma de discos de
iguais diâmetros, sendo que, por convenção e legislação, quando o conjunto destas três fontes
luminosas é colocado na vertical, a superior delas emite luz vermelha, que significa "pare", a colocada
entre as duas é amarela e significa "atenção" e a inferior é verde e significa "siga".
Quando o conjunto delas é colocado na horizontal, a fonte de luz vermelha é colocada à esquerda,
amarela no centro e, à direita, a fonte luminosa verde. Esta padronização da ordem de colocação é de
suma importância para a inclusão social de um segmento ignorado de portadores de necessidades
especiais: - os daltônicos.
A proporção de géneros dessa disfunção é de 75 homens daltônicos para cada mulher, o que fez com
que se acreditasse durante muito tempo que as mulheres eram imunes a ele.
Esta afecção genética que altera a percepção das cores é tida como uma curiosidade rara pelos leigos
e legisladores, entretanto conforme estudos realizados, atinge altas proporções da humanidade e é
presente em 8 por cento dos homens e 0,5 por cento das mulheres no mundo.
Tal fato nos leva aos seguintes números de daltônicos no Brasil: - no Censo Brasil 2010 determina-se:
População masculina: - 93.390.500
População feminina: - 97.342.000
O que nos leva ao seguinte cálculo do número de daltônicos no Brasil:
Daltônicos masculinos = 93.390.500 X 8% = 7.471 .240
Daltônicos femininos = 97.342.000 X 0,5% = 486.710
Total de daltônicos - estimados - no Brasil = 7.957.950 ± 8.000.000.
O daltonismo (também chamado de discromatopsia ou discromopsia) é uma perturbação da percepção
visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestando-se muitas
vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho.
Esta perturbação tem normalmente origem genética, mas pode também resultar de lesão nos órgãos
responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica. O distúrbio, que era desconhecido até o
século XVIII, recebeu esse nome em homenagem ao químico John Dalton, que foi o primeiro cientista a
estudar a anomalia de que ele mesmo era portador. Uma vez que esse problema está geneticamente
ligado ao cromossomo X, ocorre mais frequentemente entre os homens (no caso das mulheres, será
necessário que os dois cromossomas X contenham o gene anómalo).
Os portadores do gene anómalo apresentam dificuldade na percepção de determinadas cores primárias,
como o verde e o vermelho, o que se repercute na percepção das restantes cores do espectro. Esta
perturbação é causada por ausência ou menor número de alguns tipos de cones ou por uma perda de
função parcial ou total destes, normalmente associada à diminuição de pigmento nos fotorreceptores
que deixam de ser capazes de processar diferencialmente a informação luminosa de cor. As três cores
primárias são captadas pelos cones e combinam-se formando uma imagem colorida.
A retina humana possui três tipos de células sensíveis à cor, chamadas cones. Cada um deles é sensível
a um determinado faixa de comprimentos de onda do espectro luminoso, mais precisamente ao picos
situados a 419 nm (azul-violeta), 531 nm (verde) e 559 nm (verde-amarelo).
A classificação dos cones em "vermelho", "verde" e "azul" (RGB) é uma simplificação usada por
comodidade para tipificar as três frequências alvos, embora não corresponda à sensibilidade real dos
foto-receptores dos cones. Todos os tons existentes derivam da combinação dessas três cores
primárias.
As tonalidades visíveis dependem do modo como cada tipo de cone é estimulado. A luz azul, por
exemplo, é captada pelos cones de "alta frequência". No caso dos daltônicos, algumas dessas células
não estão presentes em número suficiente ou registram uma anomalia no pigmento característico dos
fotorreceptores no interior dos cones.
Não existem níveis de Daltonismo, apenas tipos, que formam os seguintes três grupos de
discromatopsias: Monocromacias, Dicromacias e Tricromacias Anómalas. A Dicromacia, que resulta da
ausência de um tipo específico de cones, pode apresentar-se sob a forma de:
- Protanopia (em que há ausência na retina de cones "vermelhos" ou de "comprimento de onda longo",
resultando na impossibilidade de discriminar cores no segmento verde-amarelo-vermelho do espectro).
O seu ponto neutro encontra-se nos 492 nm. Há igualmente menor sensibilidade à luz na parte do
espectro acima do laranja.
- Deuteranopia (em que há ausência de cones "verdes" ou de comprimento de onda intermédio,
resultando, igualmente, na impossibilidade de discriminar cores no segmento verde-amarelo-vermelho
do espectro). Trata-se uma das formas de daltonismo mais raras (cerca de 1% da população masculina),
e corresponde àquela que afetou John Dalton (o diagnóstico foi confirmado em 1995, através do exame
do DNA do seu globo ocular). O seu ponto neutro encontra-se nos 492 nm.
- Tritanopia (em que há ausência de cones "azuis" ou de comprimento de onda curta, resultando na
impossibilidade de ver cores na faixa azul-amarelo).
A Tricromacia anómala resulta de uma mutação no pigmento dos fotorreceptores dos cones retinianos,
e manifesta-se em três anomalias distintas:
- Protanomalia (presença de uma mutação do pigmento sensível às frequências mais longas ("cones
vermelhos"). Resulta numa menor sensibilidade ao vermelho e num escurecimento das cores perto das
frequências mais longas (que pode levar à confusão entre vermelho e preto). Atinge cerca de 1% da
população masculina.
- Deuteranomalia (presença de uma mutação do pigmento sensível às frequências intermédias ("cones
verdes")). Resulta numa maior dificuldade em discriminar o verde. É responsável por cerca de metade
dos casos de daltonismo.
- Tritanomalia (presença de uma mutação do pigmento sensível às frequências curtas ("cones azuis").
Forma mais rara, que impossibilita a discriminação de cores na faixa do azul-amarelo. O gene afetado
situa-se no cromossoma 7 ao contrário das outras tricromacias anómalas, em que a mutação genética
atinge o cromossoma X.
A mutação genética que provoca o daltonismo sobreviveu pela vantagem dada aos daltônicos ao longo
da história evolutiva. Essa vantagem advém, sobretudo, do fato de os portadores desses genes
possuírem uma melhor capacidade de visão noturna, bem como maior capacidade de reconhecerem
elementos semi-ocultos, como animais ou pessoas disfarçadas pela sua camuflagem.
Como o daltonismo é provocado por genes recessivos localizados no cromossomo X (sem alelos no
Y), o problema ocorre muito mais frequentemente nos homens que nas mulheres. Estima-se que 8% da
população masculina seja portadora do distúrbio, embora apenas 1 % das mulheres sejam atingidas.
No caso de um indivíduo do sexo masculino, como não aparece o alelo D, bastará um simples gene
recessivo para que ele manifeste daltonismo, o que não acontece com o sexo feminino pois, para
manifestar a doença, uma mulher necessita dos dois genes recessivos dd.
Se a mãe não for daltônica nem portadora (DD) e o pai possuir visão normal (D), nenhum dos
descendentes será daltônico nem portador. Se a mãe possuir visão normal (DD) e o pai for daltônico
(d), nenhum dos descendentes será daltônico, porém as filhas serão portadoras do gene (Dd).
Se a mãe for portadora do gene (Dd) e o pai possuir visão normal (D), há a probabilidade de 50% dos
filhos serem daltônicos e 50% das filhas serem portadoras do gene.
Se a mãe for portadora do gene (Dd) e o pai for daltônico (d), 50% dos filhos e das filhas serão
daltônicos.
Se a mãe for daltónica (dd) e o pai possuir visão normal (D), todos os filhos serão daltônicos (d) e todas
as filhas serão portadoras (Dd).
Se a mãe for daitônica (dd) e o pai também (d) 100% dos filhos e filhas também serão daltônicos.
Algumas doenças que podem causar defeitos na visão em cores são:
• Diabetes
• Glaucoma
· Degeneração macular
• Mal de Alzheimer
• Mal de Parkinson
• Alcoolismo
• Leucemia
· Anemia falciforme
• Esclerose múltipla
O envelhecimento também afeta a visão em cores. As cores parecem apagar quando envelhecemos.
De acordo com o acima exposto - vantagens evolutivas dos daltônicos, o que garante que deixem
descendência, diferentemente dos hemofílicos, de morte precoce, envelhecimento da população como
um todo, aumento do consumo per capita de álcool e do diabetes em função do aumento de peso típico
da atual civilização - conclui-se que o número de daltônicos tende a aumentar.
Atualmente não existe nenhum tipo de tratamento conhecido para esse distúrbio. Porém, um daltônico
pode viver de modo perfeitamente normal, desde que tenha conhecimento das limitações de sua visão.
O portador do problema pode, por exemplo, observar a posição das cores de um semáforo, de modo a
saber qual a cor indicada pela lâmpada.
Entretanto, há casos de erros de colocação dos semáforos durante a manutenção - com inversão da
ordem de colocação das cores - incidência do sol sobre os semáforos, ou a presença do sol no campo
visual dos condutores daitônicos, conforme a posição relativa dos mesmos em cada horário e em cada
ângulo das vias de tráfico, o ofuscamento dos faróis dos veículos que trafegam em sentido contrário,
chuva, neblina, que diminuem muito o poder de discriminação das informações transmitidas pelos
semáforos.
Quando a sociedade, através de seus legisladores e de órgãos não governamentais permite que
daitônicos sintam-se inseguros para conduzir veículos, ela está discriminando - apenas por preconceito
e ignorância - cerca de 8% dos seus cidadãos, causando-lhe, sem nenhuma razão, inúmeros obstáculos
na caminhada de construírem suas cidadanias, em suma, lesando, fundamentalmente, seus direitos de
cidadania e humanidade.
Avanços no Estado da Técnica trazidos pelos "SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO
VISUAL", objeto desta Patente.
O objeto desta Patente faz avançar o Estado da Técnica pelas seguintes inovações, que mantém as
atuais posições relativas das luzes dos semáforos e a colocação das mesmas na mesma ordem e pode
agregar ou não, indicadores luminosos de dígitos referentes, de forma regressiva ao zero, do tempo
restante do semáforo com a indicação que está acesa:
1a Inovação - utilização de uma figura geométrica distinta para cada uma das lentes coloridas geradoras
das cores das fontes de luzes dos semáforos, sendo mantida a forma circular para a luz vermelha,
atribuídas às outras duas lentes quaisquer outras formas geométricas, tais como hexágonos,
octógonos, a figura de um "X" ou de uma cruz, sendo, preferencialmente, utilizadas as figuras dos
polígonos básicos como se segue: A - atribuída à luz amarela a forma triangular, colocada na mesma
ordem de posição em que é colocada nos semáforos convencionais, podendo a forma triangular estar
em qualquer posição em que o triângulo possa ser girado, podendo ser este triângulo isósceles ou não;
B - atribuída á luz verde a forma quadrada, colocada na mesma ordem de posição em que é colocada
nos semáforos convencionais, podendo a forma quadrada estar em qualquer posição em que o
quadrado possa ser girado; 2a Inovação: - manutenção das formas circulares das lentes coloridas dos
semáforos, mantida a lente vermelha como são atualmente, sendo, entretanto, agregados sobre elas,
recursos de aplicações de materiais, por qualquer forma adequada, ou de circuitos eletrônicos, leds ou
dispositivos especiais, de forma que as lentes amarelas farão sobressair, sobre o formato circular das
mesmas, por qualquer uma destas opções, a figura destacada de um triângulo qualquer em qualquer
posição e as lentes verdes farão sobressair, por qualquer uma destas opções, a figura destacada de um
quadrado qualquer, em qualquer posição;
3a Inovação - manter - ou não - as formas circulares das lentes dos semáforos, para a visão frontal e
substituir as lentes planas e de formas circulares dos semáforos por calotas, pirâmides, cubos,
paralelepípedos ou quaisquer formas poliédricas, facetadas internamente ou não, de forma que, por
serem volumosas e estarem em relevo e destaque, sobressaiam-se e permitam que sejam vistas não
apenas frontalmente, mas, também lateralmente, permitindo assim que, em caso de qualquer falha do
funcionamento dos semáforos destinados a uma das vias que se cruzam, os usuários destas vias
possam ver a indicação dos semáforos das vias que a cruzam.
Ilustrações dos "SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", objeto desta Patente.
A Figura 1 mostra a forma como um daitônico com grau acentuado de daltonismo enxerga, de modo
igual, as luzes emitidas pela lente vermelha (2), lente amarela (2A) e lente verde (2B), emitidas pelos
semáforos convencionais (1), o que referenda a necessidade da colocação das lentes na sequência
correia, de forma que o portador desta necessidade especial possa se orientar pela posição das luzes
acesas dos semáforos..
A Figura 2 é uma vista frontal, esquemática, dos "SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO
VISUAL" (3), objeto desta Patente, colocado em posição vertical, no qual vemos a lente vermelha (2),
mantida como nos semáforos convencionais (1) da Figura 1 , a lente triangular amarela (4) e a lente
quadrada verde (5), respeitada a ordem de posição convencional de colocação das mesmas, sempre
com a luz vermelha na parte superior. A Figura 3 é uma vista frontal, esquemática, dos "SEMÁFOROS
COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL" (3), objeto desta Patente, colocado em posição
horizontal, no qual vemos a lente vermelha (2), mantida como nos semáforos convencionais (1) da
Figura 1 , a lente triangular amarela (4) e a lente quadrada verde (5), respeitada a ordem de posição
convencional de colocação das mesmas, sempre com a luz vermelha à esquerda.
A Figura 4 é uma vista frontal esquemática da primeira variante construtiva dos "SEMÁFOROS COM
RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", objeto desta patente, que corresponde ao semáforo vertical
(6) com o indicador de temporização (7), colocado à direita e na posição média do mesmo, contendo
dois dígitos de tamanhos razoáveis para a leitura, geralmente formados por conjuntos de leds que se
acendem em qualquer cor e mostrando, também, a lente vermelha (2), mantida como nos semáforos
convencionais (1) da Figura 1 , a lente triangular amarela (4) e a lente quadrada verde (5), respeitada a
ordem de posição convencional de colocação das mesmas, sempre com a luz vermelha na parte
superior do mesmo.
A Figura 5 é uma vista frontal esquemática da segunda variante construtiva dos "SEMÁFOROS COM
RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", objeto desta patente, que corresponde ao semáforo
horizontal (8), com o indicador de temporização (7), na posição média da parte superior do mesmo,
contendo dois dígitos de tamanhos razoáveis para a leitura, geralmente formados por conjuntos de leds
que se acendem em qualquer cor e mostrando, também, a lente vermelha (2), mantida como nos
semáforos convencionais (1) da Figura 1 , a lente triangular amarela (4) e a lente quadrada verde (5),
respeitada a ordem de posição convencional de colocação das mesmas, sempre com a luz vermelha na
parte esquerda do mesmo.
A Figura 6 é uma vista esquemática, frontal, da terceira variante construtiva dos "SEMÁFOROS COM
RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", objeto desta patente, aplicada a semáforos verticais, na qual
são mantidas as ordens de colocações convencionais e as formas circulares para as três lentes
emissoras das três cores semafóricas, mas, na qual são agregados recursos luminosos para produzir
maior brilho - ou maior intensidade luminosa - em forma de triângulo para a luz amarela e em forma de
quadrado para a luz verde, ambas circunscritas às áreas circulares correspondentes, as quais brilharão
com brilho normal.
Na Figura 6 vemos o semáforo (9) com destaque luminoso de figura triangular para a cor amarela e de
figura quadrada para a cor verde, para ser colocado na posição vertical, mantidas as posições relativas
das mesmas; nela vemos a lente vermelha (2) convencional, a lente circular amarela (10) com o destaque
luminoso interno triangular amarelo de maior brilho (1 1 ), mostrando a região de maior brilho (12) e a
lente circular verde (13) com destaque luminoso interno quadrado verde (14), mostrando a região de
maior brilho (15).
A Figura 7 é uma vista esquemática, frontal, terceira variante construtiva dos "SEMÁFOROS COM
RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", objeto desta patente, aplicada a semáforos horizontais, na
qual são mantidas as ordens de colocações convencionais e as formas circulares para as três lentes
emissoras das três cores semafóricas, mas, na qual são agregados recursos luminosos para produzir
maior brilho - ou maior intensidade luminosa - em forma de triângulo para a luz amarela e em forma de
quadrado para a luz verde, ambas circunscritas às áreas circulares correspondentes, as quais brilharão
com brilho normal.
Na Figura 7 vemos o semáforo (9) com destaque luminoso de figura triangular para a cor amarela e de
figura quadrada para a cor verde, para ser colocado na posição vertical; nela vemos a lente vermelha
(2) convencional, a lente circular amarela (10) com o destaque luminoso interno triangular amarelo de
maior brilho (11), mostrando a região de maior brilho (12) e a lente circular verde (13) com destaque
luminoso interno quadrado verde (14)), mostrando a região de maior brilho (15).
A obtenção de maior brilho nas regiões em destaque nas lentes amarela e verde da terceira variante
construtiva pode ser conseguida de várias formas, tais como o emprego de leds mais brilhantes nestas
regiões de destaque ou do fornecimento de maior potência para os leds colocados nestas regiões de
destaque.
Uma quarta variante construtiva dos "SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL" é
apresentada na Figura 8 e consiste em uma vista frontal, esquemática do semáforo com destaque em
contraste negativo da lente triangular de luz amarela e da lente quadrada de luz verde (16), como
sempre, mantidas às ordens de colocação convencional das lentes luminosas do semáforo; nela vemos
o semáforo com destaque em contraste negativo da lente triangular de luz amarela e da lente quadrada
de luz verde (16), mostrado apenas para a forma de colocação vertical, embora a inovação se aplique
também à forma de colocação horizontal, com o aplique feito por qualquer forma ou material, inclusive,
para maior efeito de contraste, com o acréscimo da falta de leds e, consequentemente de iluminação na
área de destaque negativo, com a lente vermelha (2) convencional, a lente circular amarela com aplique
negativo triangular de contraste (17) e o aplique triangular de contraste (18), a lente circular verde com
aplique negativo quadrado de contraste (19) e o aplique de contraste quadrado (20).
A Terceira inovação do objeto desta patente corresponde à quinta variante construtiva dos
"SEMÁFOROS COM RECURSOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL", objeto desta Patente e consiste em dar
volume ou notável saliência, a quaisquer das formas das lentes do semáforos, sejam elas circulares,
triangulares ou quadradas, preferencialmente substituindo as lentes planas circulares por calotas de
alturas correspondentes até a semi-esfera, substituindo as lentes planas e de formas triangulares dos
semáforos por pirâmides tetraédricas regulares ou não, e substituindo as lentes planas e de formas
quadradas por cubos ou paralelepípedos, podendo também estas formas assumir a conformação de
quaisquer poliedros e serem, ou não, facetadas internamente, como as lanternas de automóveis, de
forma que, por serem volumosas e estarem em relevo e destaque, sobressaiam-se e permitam que
sejam vistas não apenas frontalmente, mas, também lateralmente, permitindo assim que, em caso de
qualquer falha do funcionamento dos semáforos destinados a uma das vias que se cruzam, como
apagamento de uma ou de todas as suas luzes, os usuários destas vias possam ver a indicação dos
semáforos das vias que a cruzam.
Tais inovações podem ser acrescidas a semáforos verticais ou horizontais.
A Figura 9 é uma vista lateral, esquemática, do semáforo com elementos luminosos volúmicos (21),
com destaque para as formas que serão vistas em ângulo de 90° com sua vista frontal, na qual vemos
a semi-esfera da luz vermelha (22), o perfil tetraédrico da luz amarela (23), que assume, ao ser visto
lateralmente, o perfil de um triângulo e o perfil paralelepipedal da luz verde (24), cujas dimensões podem
fazê-lo atingir a forma de cubo.
Resumidamente, o princípio básico das inovações, objeto de proteção da presente patente, o qual teve
acima descritas algumas das possíveis realizações, é a alteração da forma geométrica luminosa que é
gerada pelos semáforos e percebida pelas pessoas, ou seja, atualmente as 3 cores, vermelho, amarelo
e verde são percebidas como formas circulares iguais e a presente patente propõe uma quebra desse
paradigma, ao alterar a forma com que o olho humano percebe essa radiação luminosa.
O fundamento conceituai é manter o padrão "vermelho" (pare) inalterado e alterar a percepção da forma
emitida pelas fontes radiantes amarela e verde.
CITAÇÕES DE PATENTE
Data
depósito
Citada
de
Data
publicação
de
Requerente
Título
BRPI0102177A *
Título
indisponível
JP10003596A *
Título
indisponível
JP2006079390A *
Título
indisponível
KR20060127564A *
Título
indisponível
* Citada pelo examinador
CLASSIFICAÇÕES
Classificação internacional
E04H1/00, G08G1/095
Classificação cooperativa
G08G1/095
Classificação europeia
EVENTOS LEGAIS
Data
21 maio 2014
5 dez. 2012
Código
G08G1/095
Evento
Descrição
122
Kind code of ref document: A1
Ref document number: 11863315
Country of ref document: EP
121
Ref document number: 11863315
Country of ref document: EP
Kind code of ref document: A1
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